sexta-feira, 21 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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CANNABIS

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I~MEGA FÁBRICAS
2-MICHELIN
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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO
"i"
Venezuela. 
Mulher enfrenta carro blindado durante
.manifestação contra o governo

Gesto da mulher já comoveu a internet

O ato de uma mulher na Venezuela, durante a manifestação convocada pelos opositores ao governo de Nicolás Maduro, chamou a atenção.
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No meio de várias bombas de gás e de tiros, ficou registado em vídeo o momento em que uma mulher enfrentou um veículo blindado do governo de Maduro que avançava contra a multidão.

O vídeo está a comover a internet, uma vez que o vídeo que capturou o momento contraste com todo o ambiente devastador que se vive na Venezuela e que já fez dois mortos e mais de cem pessoas foram detidas.

* VALENTAÇA, o nosso respeito e admiração!

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ÍNDIA

5-O NEGÓCIO DO CABELO

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ÚLTIMO EPISÓDIO

FONTE: WebMandocsPT

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO  
"A BOLA"

Lance arrepiante de Ibrahimovic
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Zlatan Ibrahimovic poderá ter contraído uma lesão grave no joelho direito durante o jogo entre Manchester United e Anderlecht, em Old Trafford, relativo à segunda mão dos quartos de final da Liga Europa.

* Diz-se que pode ter acabado a carreira, lamentavelmente.

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2-A ESTRADA DA FOME

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Documentário da fome, fome no Maranhão, Triste da Pobreza do Maranhão, Miséria, sofrimento, precisamos fazer algo Contra Fome.

PERGUNTA: Como é que os cristãos de todo o mundo sempre a "espalhar" o bem em nome do Senhor, são cúmplices desta desumanidade?

FONTE: Marcos Woeth

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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Grupo de cidadãos comemora "teimosamente" data em Ponta Delgada

A associação promotora das comemorações do 25 de Abril de Ponta Delgada, defendeu hoje que os festejos pretendem celebrar "teimosamente" a data para "trazer à agenda um conjunto significativo de promessas, sonhos e ideais que não foram cumpridos".
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“Há um grupo de cidadãos que teimosamente quer festejar novamente o 25 de Abril, mas acima de tudo quer que a este festejo esteja associada uma reflexão, uma perspetiva de uma certa esperança num Portugal melhor para já não falar num mundo melhor”, afirmou aos jornalistas Filipe Cordeiro, da associação.

Na apresentação do programa, que inclui um espetáculo musical nas Portas da Cidade de Ponta Delgada, a partir das 15:00 locais (mais uma hora em Lisboa), Filipe Cordeiro elencou "meia dúzia" de situações que disse merecerem "uma reflexão" no dia 25 de abril.

“A distribuição da riqueza, que está de uma forma extremamente desequilibrada e despudoradamente, cada vez há um número restrito de pessoas mais ricas e um número cada vez crescente de pessoas com grandes dificuldades, uma precariedade no emprego que tem aumentado consideravelmente e que, de uma forma chocante, está a mandar para o exterior do país a juventude mais preparada de sempre, que não encontra emprego em Portugal”, salientou.

Filipe Cordeiro justificou que a Associação insiste em assinalar "teimosamente" a data, alegando que “há uma geração que viveu o 25 de abril em patamares de intervenção diferenciados”, mas “que dá um valor muito significativo” à data, porque a “viveu e, de certa forma experienciou” o período anterior à revolução e o pós.

“É evidente que há que não deixar morrer esta data e não deixar morrer estes ideais que foram construídos por alguns e que teimosamente alguns também querem que eles se apaguem”, sustentou, frisando que a sociedade deve refletir sobre "um conjunto significativo de promessas, sonhos e ideais que não foram cumpridos e que há necessidade extrema de os cumprir para bem de uma população que está cada vez mais empobrecida e com dificuldades sociais tremendas", acrescentou.

Frisando que o 25 de Abril não é propriedade de ninguém, Filipe Cordeiro salientou que a revolução de 1974 "devia ser obrigatoriamente um exercício de cidadania e mais do que festejar" a efeméride "ter uma atitude cidadã ao longo de todos os dias do ano".

"Será uma luta individual e coletiva pela paz em Portugal, e particularmente no mundo, e uma nota também muito importante que é termos cada vez mais consciência de que em Portugal, e também no mundo, há uma doença a corroer as democracias e a liberdade que se chama corrupção", apontou.

Promovidas pela Associação Promotora das Comemorações do 25 de Abril de Ponta Delgada, as iniciativas que vão decorrer nas Portas da Cidade contam com o apoio do município local, Governo Regional, Juntas de Freguesia, sindicatos e cidadãos.

* 25 DE ABRIL SEMPRE!

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CARLOS J. PEREIRA

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As bonecas russas

Vendido o Novo Banco, Portugal descobre que dentro do banco bom ainda havia outro banco mau…

Quando Passos Coelho anunciou ao país a resolução do BES, não sabemos se o seu governo sabia exactamente o que se passava. Aparentemente não se discutiam estas coisas no conselho de ministros. 

De qualquer modo, as explicações chegaram com razoável detalhe e com inegável originalidade: passou a entrar pela casa dentro dos portugueses a entusiasmante dicotomia banco bom/banco mau.
Nos momentos iniciais deste novo tempo, andou meio Portugal a fazer contas com desejo fundado de que as suas dívidas fossem ancoradas no banco mau. Mas, ao mesmo tempo que os ânimos esfriavam e a esperança dava lugar ao desalento, os portugueses descobriram mais umas coisas: que há um fundo para resolver bancos que deve ser financiado pelos outros bancos e que Bruxelas adora mexer nos cordelinhos do sistema financeiro e, sobretudo, não perde oportunidade para fazer experiências, especialmente quando a cobaia sofre de agachamento crónico. 

Foi assim com o governo de coligação PSD/CDS e é neste quadro que devemos ler os resultados da venda do Novo Banco. Para quem se lembra, o governo anterior explicou que o banco bom era mesmo bom, quem sabe até excelente, e que a sua venda, que deveria ocorrer o quanto antes, não só pagaria o empréstimo do Estado ao fundo de resolução, mas até iria dar lucro, mesmo sabendo que os 3,9 mil milhões emprestados ao fundo deveriam sempre ser pagos pelo restante sistema financeiro.

Foi assim que o governo de Passos anunciou a rejeição da aquisição do novo banco, o tal banco bom, por 2 mil milhões de euros. Depois, foi o que se viu: atrasos e incapacidade de cumprir a venda até ao ponto de chegar o ultimato de Bruxelas, norteado, talvez, pela contaminação dos oito planos de reestruturação do Banif devolvidos e a surpreendente resolução deste banco, dando a Portugal até Agosto de 2017 para a venda definitiva. 

Vendido o Novo Banco, Portugal descobre que dentro do banco bom ainda havia outro banco mau e que o banco bom só era bonzinho e mesmo assim estava tudo muito estragado… há muito tempo.

IN " O JORNAL ECONÓMICO"
21/04/17

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1207.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Evadido de Caxias apanha avião 
8 horas após a fuga 

Embarcou em Madrid na manhã seguinte à fuga e já voltou a Portugal depois disso.

Joaquim Bitton Matos, luso-israelita de 33 anos que escapou da cadeia de Caxias pelas 23h00 de 18 de fevereiro, "estava a embarcar num avião no aeroporto de Barajas [em Madrid, Espanha] pelas 07h00 do dia seguinte à evasão", garante ao CM fonte próxima do foragido. 
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A mesma fonte revela que Bitton Matos "já entrou e saiu de Portugal várias vezes depois disso" e diz que, neste momento, o homem estará fora da Europa, provavelmente no país natal da sua mãe, Israel. A fuga de Bitton Matos já dura há mais de dois meses.

Ontem, um coletivo de juízes das Varas Criminais de Lisboa que está a julgar 13 arguidos, entre eles o luso-israelita, por roubos a jogadores nos casinos de Lisboa e Estoril, aproveitou a ausência do foragido para separar os processos. Bitton Matos vai assim ser julgado isoladamente por roubos, associação criminosa e branqueamento de capitais.

A fuga de Caxias continua a ser investigada. O CM sabe que o fio de serra usado pelo luso-israelita e pelos 2 chilenos para cortar as grades e a rede entrou na cadeia numa encomenda de botas que Bitton Matos fez. O recluso, segundo fonte próxima, terá filmado toda a fuga.

* O tipo entra e sai? E pode?

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I-HUMANIDADE

A HISTÓRIA DE TODOS NÓS

3- INVENTORES

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SÍNDROME DA CLASSE ECONÓMICA

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HOJE  NO
"OBSERVADOR"

Brexit. 
Governo britânico garante financiamento
 a estudantes europeus até 2018/19

O Governo britânico garantiu esta sexta-feira que os jovens europeus continuarão a beneficiar de financiamento para os estudos superiores em universidades britânicas no ano letivo 2018/19.

O Governo britânico garantiu esta sexta-feira que os jovens europeus, incluindo portugueses, continuarão a beneficiar de financiamento para os estudos superiores em universidades britânicas no ano letivo 2018/19, apesar de coincidir com a saída do país da UE.
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Segundo o Ministério da Educação, estudantes europeus que se candidatem a licenciaturas ou mestrados no ano letivo de 2018/19 continuarão a ser elegíveis para os empréstimos e bolsas garantidas pelo Governo britânico. Estas bolsas cobrem a 100% as propinas universitárias, que podem chegar a 9.250 libras anuais (11.066 euros), inferiores às propinas cobradas aos estudantes extra-comunitários, que podem chegar às 30 mil libras (36.000 euros).

Os europeus serão ainda elegíveis a bolsas de doutoramento atribuídas pelo Research Council para ajudar a cobrir custos durante os respetivos projetos. “Uma parte fundamental do nosso sucesso é atrair talentos de todo o mundo. Isto irá oferecer tranquilidade para os intelectos mais brilhantes de toda a Europa para continuarem a candidatarem-se para estudar no Reino Unido com confiança sabendo que terão assistência financeira disponível, se for necessário”, disse o ministro para a Ciência e Ensino Superior, Jo Johnson. Até agora, o governo só tinha garantido esta facilidade até ao próximo ano letivo 2017/18.

Os ‘Tuition Fees Loans’ são empréstimos cobrem a totalidade do custo das propinas e são pagos diretamente à instituição de ensino, devendo apenas ser pagos reembolsados após o final do curso, quando o salário estiver acima de um certo valor. O governo britânico oferece também ‘Maintenance Loans’ para cobrir despesas de subsistência, embora estes empréstimos, que também têm de ser reembolsados, possam depender do rendimento familiar.

Segundo o Serviço de Admissão às Universidades e Colégios (UCAS na sigla inglesa), em 2017 concorreram 1.330 portugueses para estudar em estabelecimentos de ensino britânico, um aumento de 77% face aos 750 de 2013. O número de candidatos portugueses têm vindo a aumentar gradualmente todos os anos, tendo sido registados 780 em 2014, 980 em 2015 e 1.150 em 2016. Estudantes de países europeus como Espanha, Itália, Suíça e República Checa também aumentaram significativamente nos últimos anos.

O Reino Unido deverá oficializar a sua saída da União Europeia a 29 de março de 2019, dois anos após a ativação do artigo 50.º do Tratado de Lisboa. As negociações que terão lugar até lá deverão determinar os termos futuros para a frequência de estudantes europeus de universidades britânicas.

* Este anúncio que refere um período tão curto é uma forma de pressão do governo inglês  à Comissão Europeia, como factor de negociação.

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Rodrigo Leão

Ave Mundi

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Pescadores com vencimentos
 entre 100 e 200 euros mensais

A Cooperativa Porto de Abrigo e o Sindicato Livre dos Pescadores entregam na segunda-feira, no parlamento, uma petição na qual alertam para os baixos salários dos pescadores da ilha de São Miguel, nos Açores.
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"A esmagadora maioria dos (as) profissionais da ilha de São Miguel auferiram rendimentos médios mensais entre os 100 e os 200 euros", lê-se no documento a entregar aos deputados regionais.
Segundo o documento a que a agência Lusa teve acesso, a quebra de rendimentos da pesca, nos últimos anos, fez "regredir as capturas ao nível mais baixo desde 1974", traduzindo-se em rendimentos líquidos para os pescadores que "ferem a dignidade dos (e das) profissionais e famílias".

As direções da cooperativa e da estrutura sindical acentuam que a quebra de capturas e de rendimentos se regista em "todos os grupos de espécies demersais, atuns e pequenos pelágicos" como o chicharro e cavala.

Os autores da petição alertam para o "estado de falência de grande número de pequenos armadores-pescadores", que se traduz na taxa de atividade das embarcações "mais baixa de sempre".

Os responsáveis pela Porto de Abrigo e pelo sindicato afirmam que "cresce, sem qualquer controlo, a pesca informal", tendo a frota polivalente local e costeira com pesca dirigida aos demersais sofrido uma redução de 25%, ou seja, 152 embarcações entre 2010 e 2016, depois de uma "subida excessiva, e não prevista", entre 2005 e 2010.

A Cooperativa Porto de Abrigo e o Sindicato Livre dos Pescadores vão fornecer segunda-feira aos parlamentares dados relativos à evolução da pesca desde a adesão à União Europeia (1986), o que permitirá verificar como foi realizada a reconversão da modernização, através do "inevitável abate de grande número de embarcações do segmento da pesca local".

A exposição aponta que se "cometeram erros a partir do ano de 2005, quando eram já conhecidos os limites dos stocks", particularmente das espécies costeiras locais, tendo, simultaneamente, sido "reduzidas drasticamente as zonas de pesca".

Na sequência do documento, os responsáveis pretendem "apresentar propostas concretas" a serem adotadas pelo Governo dos Açores e através de iniciativas legislativas por parte da Assembleia Regional dos Açores e Assembleia da República.

O secretário do Mar, Ciência e Tecnologia dos Açores revelou, entretanto, em março, que está em curso um diagnóstico das pescas, para a adoção de medidas que visem combater os problemas com que o setor se confronta.

Gui Menezes disse que, uma vez concluído o relatório interno de avaliação que os serviços da secretaria regional estão a elaborar, iria ser iniciado um "processo de reflexão sobre medidas para obviar alguns dos problemas" e encontradas soluções em conjunto com os parceiros do setor.

* Se forem verdade os valores indicados mais vale arrumar automóveis.

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HOJE NO 
"RECORD"

Jéssica Augusto: 
«Adorava bater o meu recorde»

Jessica Augusto regressa à maratona no próximo domingo, em Hamburgo, onde espera obter um resultado de bom nível, sendo um dos principais destaques da organização. Já na tarde de ontem, Jessica esteve na conferência de imprensa da prova, com a organização a passar a mensagem de que a atleta do Sporting poderá tentar bater o recorde nacional (2:23.29) que pertence a Rosa Mota, desde 1985 (na Maratona de Chicago).
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A portuguesa, de 35 anos, "tem um palmarés notável, com muita experiência, também em maratona. Depois da sua estreia em Londres, há seis anos, com 2:24.33 (melhorando depois o recorde pessoal na mesma prova em 2014, para 2:24.25), foi 6ª nos Jogos Olímpicos de 2012 e bronze nos Europeus de Zurique, em 2014", destacou o diretor da prova, Frank Thaleiser.

Para atleta, "o objetivo principal é fazer uma boa maratona". "Adoraria bater o meu recorde pessoal, é para isso que me treino e trabalho, para melhorar sempre. Vamos ver como corre", sublinhou a fundista do Sporting que, segundo nos disse o seu treinador, tem uma ‘ajuda’ de peso: "A falta de pressão para conseguir mínimos", reconheceu a Record Nogueira Costa. "Como todos sabem, ela começou muito bem a época, triunfando nos Nacionais de estrada e corta-mato; fez umas boas provas, dentro do esperado, em meias-maratonas, mesmo em Lisboa, e não teve mais nenhum percalço na sua preparação", adiantou o técnico. "Vai correr o melhor que puder, sem essa pressão do resultado. O que conseguir, e foi para isso que trabalhámos, será sempre bem-vindo, seja um recorde pessoal ou melhor."

Jessica terá a oposição da estreante na distância Viola Kibiwot, do Quénia (33 anos), que foi 4ª nos 5.000 m dos Jogos Olímpicos de 2012, e ainda a presença da campeã olímpica de maratona também em 2012, a etíope Tiki Gelana.

Entre os homens estará presente o campeão olímpico de 2012, Stephen Kiprotich, do Uganda, bem como o português José Moreira, este sim com o objetivo de conseguir os mínimos para os Mundiais de Londres, no verão.

* Que regresse vencedora!

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FILIPINAS
RECONTRUIR E RECOMEÇAR
UM DESAFIO DEPOIS DE HAIYAN

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FONTE: EURONEWS


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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Televisão promete revelação bombástica
.sobre caso Maddie

Um canal de televisão australiano promete revelações bombásticas sobre o caso Maddie, que podem mudar o rumo da investigação e finalmente chegar a uma conclusão sobre o que aconteceu há dez anos na Praia da Luz, no Algarve.

Sem adiantar que novas informações estão em sua posse, o "Channel 7" divulgou um "teaser" de um documentário que será exibido domingo à noite.
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Sabe-se que o programa contou com a participação de um criminologista norte-americano que questiona a versão do casal McCann sobre o caso, de um cientista forense e de Gonçalo Amaral, o primeiro inspetor da Polícia Judiciária que iniciou a investigação ao caso.

A divulgação deste pequeno excerto está a gerar grande burburinho em Inglaterra, já que promete "novas pistas" e uma "mudança de rumo sensacional" no caso, cujo 10.º aniversário se assinala a 3 de maio deste ano.

* Aguardemos, oxalá surjam novos dados.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"

Polícias pedem apoio e reconhecimento
.ao Governo Regional da Madeira

Os polícias que trabalham na Região Autónoma da Madeira pediram hoje mais apoio das entidades oficiais, numa espécie de reconhecimento pelo clima de segurança que se vive, durante uma concentração que evocou o episódio “Secos e Molhados”.
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Cerca de 60 agentes afetos a três sindicatos concentraram-se hoje, junto ao edifício do comando regional da Madeira, para evocar o episódio que ficou conhecido como “Secos e Molhados” quando, a 21 de abril de 1989, uma manifestação de agentes acabou reprimida quando outros agentes lançaram jatos de água e usaram bastões para dispersar o protesto.

O delegado sindical, João Branco, do Sindicato de Polícia ‘Pela Ordem e Liberdade’ evocou a data como “o 25 de Abril do sindicalismo das forças de segurança” e pediu mais apoio das entidades oficias regionais.

“Nós vimos, há pouco tempo, o tal ‘renaming’ do nome aeroporto para procurar a vinda de mais turistas mas eu aposto, sem me querer meter em políticas, que, se a segurança não estivesse assegurada na região, podia mudar-se o nome dos aeroportos que os turistas não vinham para a região”, afirmou.

João Branco acrescentou que, se “não fosse o clima de segurança que se vive na região, com certeza que as pessoas não vinham para a ilha”, exemplificando com alguns dos principais cartazes turísticos regionais, como as festas do final do ano ou da Festa da Flor.

“Muitas dessas festas, que graças a Deus têm corrido sempre bem, também se devem à polícia e nós não vemos nem um agradecimento”, reclamou.

Reconheceu não estar à espera de nenhum reconhecimento em especial por parte do executivo madeirense, mas admitiu que precisariam, de “vez em quando, de um apoio das entidades oficiais”.

A evocação que fizeram foi organizada juntamente com outros dois sindicatos, o Sindicato Independente Livre da Polícia e o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia.

João Branco deixou ainda lamentos relativamente a problemas concretos que os agentes sentem na Madeira.

“A nível de saúde, aqui na Madeira, temos bastantes lacunas comparado com o continente”, exemplificando que os descontos feitos para esta área só lhes dão acesso “a um, dois médicos”, enquanto no continente há acordo para todas as especialidades.

“Nós aqui continuamos um pouco desamparados, apesar de ter melhorado um bocadinho com esta mudança de comando, temos agora uma comandante que já nos ouve periodicamente e o que pedimos é não sermos tratados como números”, disse.

* As forças de segurança de proximidade são mais valia que não se consegue calcular, consideramos que os agentes deveriam ser bem pagos e apoiados logisticamente, só assim ficarão mais defendidos em relação a tentativas corruptoras.

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 CONCEITOS
2.Como as nossas expectativas
influenciam as pessoas

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FONTE: Minutos Psíquico

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Finlândia diz que o Brexit será tão "doloroso" que ninguém vai querer imitar

O ministro finlandês das Finanças acredita que a saída do Reino Unido da UE será muito agonizante, em termos económicos, desincentivando outros de seguirem o mesmo caminho.

Depois de já ter sido apontada como provável seguidora do Reino Unido no processo de saída da União Europeia, a Finlândia mostra que não será esse o seu caminho.
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Numa entrevista à Bloomberg, o ministro finlandês das Finanças garantiu que, em vez de mostrar aos outros membros que é possível abandonar o bloco regional, o Brexit vai revelar o quão agonizante é o processo, em termos económicos, e desincentivar os seus parceiros de seguirem o mesmo rumo.

"Este divórcio, depois de 40 anos de casamento, será tão doloroso que ninguém vai querer passar pelo mesmo", afirmou Petteri Orpo. "Acredito que será um precedente que ninguém vai querer seguir". 

Para o ministro das Finanças, a determinação do Reino Unido em avançar com o Brexit está, pelo contrário, a criar mais união entre os restantes 27 membros do bloco, tornando-o mais determinado do que antes. Nesse sentido, considerou o governante, "se esse espírito permanecer, levará a Europa para a frente".

"Não deve haver qualquer abrandamento no desenvolvimento da UE por causa do Brexit", acrescentou Orpo. "Pelo contrário, devemos esforçar-nos ainda mais".

A Finlândia, o único país nórdico que aderiu ao euro, juntou-se à União Europeia em 1995. Após o anúncio do referendo no Reino Unido, pelo então primeiro-ministro britânico David Cameron, chegou a ser apontado – juntamente com outros países como a Holanda – como possível candidato a seguir os britânicos. A convocação de um referendo sobre a permanência no euro chegou mesmo a ser discutida no parlamento. 

No caso do Brexit, as negociações políticas em torno do Artigo 50 só vão começar depois das inesperadas eleições que a primeira-ministra britânica anunciou esta semana para o próximo dia 8 de Junho, segundo avançou, na quarta-feira, o presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker. 

* O Brexit vai doer muito.

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HOJE  NO
"DESTAK"

Fernando Paulouro considera 
"honra inultrapassável" receber 
Prémio Eduardo Lourenço

Fernando Paulouro Neves, que foi hoje anunciado como o vencedor da 13.ª edição do Prémio Eduardo Lourenço, considera uma "honra inultrapassável" receber um galardão com o nome deste ensaísta português. 
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"Confesso que é um galardão que me deixa muito honrado, porque se há um prémio que pode honrar alguém ligado à cultura portuguesa, esse prémio é aquele que tem nome do professor Eduardo Lourenço. Em suma, ter um prémio com o nome de Eduardo Lourenço é uma honra inultrapassável", afirmou o escritor e jornalista, em declarações à agência Lusa.

Instituído em 2004 pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), com sede na cidade da Guarda, o prémio Eduardo Lourenço destina-se a galardoar personalidades ou instituições com "intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas". 

* Fernando Paulouro tem nome de família anti-fascista, António Paulouro foi o fundador do Jornal do Fundão e notável anti-salazarista e o sobrinho é agora premiado pela sua obra literária e também como jornalista e director durante alguns anos do jornal acima referido.

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VEM AÍ  O VERÃO...















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