quinta-feira, 20 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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CADEIRA EPILÉCTRICA

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135-ACIDEZ

FEMININA


NINGUÉM GOSTA
de GENTE FANÁTICA
nem mesmo o seu ídolo

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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B E T T A
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Curta Metragem

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HOJE  NO 
"A BOLA"

Holanda
Eredivise adota vídeo-árbitro 
em 2018/2019

A Liga holandesa será a primeira liga europeia a incorporar o video-árbitro nos jogos. 
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A informação foi confirmada por Mike Van der Roest, responsável do projeto, que confirmou a previsão da incorporação do sistema a partir da temporada 2018/109.

A nível mundial, a liga australiana foi a primeira a adotar o auxílio de video para as decisões de arbitragem. Em muitos outros países - Portugal incluído -, o projeto está em fase de estudo e testes.

* Apenas uma nova ferramenta para ajudar o árbitro  a  decidir melhor.

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LIII- O UNIVERSO

1- Tempestade Magnética

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Nova geração de escritores lança 
revista literária nos Açores

Uma nova geração de escritores açorianos, liderada por Nuno Costa Santos, coordenador do projeto, lança na sexta-feira, em Ponta Delgada, a revista literária "Grotta", editado pela Letras Lavadas.
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“A ‘Grotta’ pretende ser um espaço onde vários autores possam conviver. Neste sentido, aparece, um pouco, em contracorrente, num mundo em que cada pessoa surge individualmente e desligada dos outros. A revista tem esta vontade de ser um espaço de comunidade entre novos autores”, declarou à agência Lusa o escritor Nuno Costa Santos.

O coordenador do projeto editorial frisou que as novas gerações de escritores “precisam, sobretudo, de plataformas onde se possam encontrar”, pretendendo-se que a publicação represente a “consagração de uma nova geração que possui um histórico de outros autores com uma grande tradição”.

“Sinto-me parte de uma tradição que surge de vários autores, alguns deles vivos, como Vamberto Freitas, Urbano Bettencourt, Onésimo Teotónio de Almeida, Eduardo Bettencourt Pinto e, antes destes, Eduíno de Jesus e Fernando Aires”, declarou o escritor, natural de Ponta Delgada.

Nuno Costa Santos, guionista para cinema, dramaturgo e autor de programas para rádio e televisão, lembrou o facto de atualmente haver apenas um suplemento literário nos Açores, publicado num jornal de Ponta Delgada, com assinatura dos escritores Vamberto Freitas e Álamo Oliveira.

“A ‘Grotta’ é um nome que apela à morfologia essencial das ilhas, que também tem a ver com a ideia de literatura, no sentido em que é um lugar escondido e cheio de perigos” , declarou.

O responsável editorial disse que a revista abre com um texto do vulcanólogo Vitor Hugo Forjaz, que explica que as grotas “são como artérias das ilhas açorianas”.

O escritor disse que o primeiro exemplar contempla, ainda, poemas e crónicas, bem como uma entrevista com Nuno Dempsert, escritor que é neto do Armando Cortes Rodrigues, perfil literário do arquipélago que se distinguiu pelos seus estudos de etnografia e, em particular, pela publicação de um cancioneiro geral dos Açores.

Nuno Costa Santos referiu que a revista contempla, também, um texto sobre a amizade de Armando Cortes Rodrigues com Mário de Sá Caneiro, pouco divulgada, contrariamente aos laços mantidos pelo poeta açoriano com Fernando Pessoa.

O guionista disse que neste número da revista se assiste a uma “convivência geracional”, surgindo a publicação no âmbito da “tradição de suplementos em formato de revistas e publicações” da região.

* Telúrica é a cultura nos Açores.

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V- Cidades

e soluções

2-ESTAÇÃO DE TRATAMENTO  
DE ESGOTO DE ARARUAMA

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FONTE: GLOBONEWS

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Condenados por homicídio
 espalham terror em cadeia

Bruno Pidá e Angelo Tiné, os dois arguidos do processo Noite Branca, condenados pela morte de Ilídio Correia, em 2007, "assustam" agora a cadeia de Paços de Ferreira. Pidá está na solitária, depois de ter estado envolvido em diversas situações de violência. ‘Tiné’ continua com vigilância redobrada e o objetivo é evitar que mantenha contactos com o exterior. 
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Pidá e Tiné continuam a ser próximos e já por diversas vezes foram apontados como líderes do crime atrás das grades. Pidá foi já apanhado, por exemplo, várias vezes com telemóveis. Também é suspeito de agressões a outros reclusos, tal como ‘Tiné’. Ambos estão a ser investigados. 

Outro dos elementos do chamado gang da Ribeira do Porto, condenado a 22 anos de prisão efectiva pelo envolvimento no homicídio de um segurança rival, também foi acusado de chefiar, com outros quatro reclusos, uma rede que introduzia droga na cadeia de Coimbra. 

Fernando Martins, conhecido como "Beckham", aproveitou a sua estadia naquele estabelecimento prisional para desenvolver um plano para fornecimento de droga que passava pelo recurso a uma telefonista. 

* Deseja-se que as prisões sejam instituições de reabilitação social, estarão a ser?

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EVA GASPAR

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FMI vê mundo a crescer 
ao ritmo mais forte 
dos últimos cinco anos

O mundo está a crescer mais, mas ainda pouco, adverte o FMI. Políticas proteccionistas continuam a ser dos maiores riscos no médio prazo.

Pela terceira vez consecutiva, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em ligeira alta de uma décima as suas previsões para o andamento da economia mundial, esperando um crescimento de 3,5% neste ano, uma décima acima do que previa em Janeiro. A concretizar-se, este será o ritmo mais forte de expansão global do último quinquénio, embora ainda se mantenha muito distante dos níveis anteriores ao deflagrar da crise financeira, em 2008.

"A economia global tem vindo a fortalecer-se desde meados do ano passado", quando o mundo cresceu 3,1%, e a aceleração é observável "tanto em economias avançadas como em países emergentes e países de baixo rendimento, estando assente quer na indústria quer no comércio", escreve a instituição sediada em Washington no relatório que acompanha as novas previsões macroeconómicas, divulgadas nesta terça-feira, 18 de Abril.

"A nossa nova projecção para 2017 é marginalmente maior (…) e essa melhoria decorre principalmente de boas notícias económicas na Europa e na Ásia, e dentro da Ásia, vindas principalmente da China e do Japão", acrescenta o Fundo, que mantém a expectativa de uma nova ligeira aceleração da economia mundial em 2018, para 3,6%.

Contudo, alerta o FMI, o ritmo de expansão ainda está bem aquém do que se observava antes da crise financeira (ver gráfico), a maioria das economias, em especial as avançadas, tem pela frente um potencial de crescimento muito baixo e a balança dos riscos no curto prazo, ainda pende para o lado negativo. O maior dos riscos, repete a instituição presidida por Christine Lagarde num recado a implícito à Casa Branca, a de guerras comerciais na sequência de políticas proteccionistas.
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Entre as economias avançadas, a previsão mais alta de crescimento vai para os Estados Unidos (2,3% neste ano, seguido de 2,5% em 2018), embora não tenha havido mexidas nos números desde Janeiro.

Já para a Zona Euro, o FMI reviu em ligeira alta a previsão para a evolução do PIB neste ano (1,7%, mais uma décima) tendo mantido inalterada em 1,6% a relativa a 2018. Dentro do euro, todas as grandes economias tiveram variações marginais de uma décima (Alemanha crescerá 1,6%, França 1,4% e Itália 0,8%), à excepção de Espanha, que surge com a maior revisão em alta (três décimas) e o maior crescimento do grupo: 2,6%, neste ano.

Ainda "modesta", a recuperação na Zona Euro deverá ser apoiada por uma posição orçamental ligeiramente expansionista, um euro mais fraco e beneficiar dos estímulos orçamentais prometidos pela Administração de Donald Trump para dinamizar os Estados Unidos. Os principais riscos prendem-se com a incerteza dos resultados eleitorais (França vai já a votos neste domingo) e com o andamento das negociações de saída do Reino Unido da União Europeia.

Perante um cenário de desaceleração para a Zona Euro (1,6% em 2018), o FMI  sugere que o BCE mantenha uma actuação "acomodatícia", admitindo mesmo que possam ser necessárias medidas adicionais de estímulo à economia caso a inflação se mantenha, como o Fundo prevê, abaixo da meta de 2%. O FMI recomenda ainda iniciativas coordenadas com vista à "limpeza" do crédito malparado dos balanços dos bancos; estímulos orçamentais onde houver margem para os concretizar, caso que diz ser o da Alemanha; e uma aceleração das reformas estruturais com vista a aumentar o potencial de crescimento no Velho Continente.
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Para Portugal, o Fundo mostra-se mais optimista, antecipando uma aceleração do PIB para 1,7% neste ano, em linha com a média projectada para a Zona Euro. Em contrapartida, prevê que se trate de um fenómeno passageiro, antecipando uma desaceleração da economia portuguesa em 2018, para 1,5%, de novo abaixo da média europeia.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
18/04/17

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1206.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Deco ameaça levar a tribunal juros do crédito à habitação que diz serem ilegais

A Deco ameaçou esta quinta-feira recorrer aos tribunais para travar os limites da banca à descida dos juros do crédito à habitação, que defende serem ilegais e prejudiciais aos clientes bancários.

A Deco ameaçou esta quinta-feira recorrer aos tribunais para travar os limites da banca à descida dos juros do crédito à habitação, que defende serem ilegais e prejudiciais aos clientes bancários. “Se há princípios legais que impedem que uma das partes [do contrato de crédito à habitação] restitua menos do que recebeu, também há outros que impedem que uma parte faça tábua rasa do que assinou. A solução para os contratos em vigor terá de ser encontrada a bem (…) E, se não for a bem, terá de ser a mal. Leia-se através dos tribunais”, afirmou a associação para a defesa dos consumidores Deco, em comunicado divulgado esta quinta-feira.
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ERA UM HOMEM GENEROSO
UM ESPÍRITO BEATO
A queda das prestações de crédito à habitação nos últimos anos tem sido acompanhada de uma redução das taxas Euribor, muitas vezes negociadas em valores negativos históricos, mas o risco – de os clientes virem a pagar mais ou menos pelos contratos de crédito à habitação indexados à taxa variável (geralmente a Euribor a três ou seis meses) – tem, afinal, um limite na descida, segundo a Deco.

“É que se descer abaixo de zero, os bancos decidem ignorar esse fenómeno”, lê-se no comunicado, que lembra ainda que a lei determina expressamente que o cálculo da taxa de juro resulta da soma aritmética do ‘spread’ (margem de lucro comercial do banco) com a Euribor e que, numa carta circular, o próprio Banco de Portugal reitera que o cálculo aritmético deve ser rigoroso, mesmo com a Euribor negativa.

A posição da Deco surge um dia depois de as taxas Euribor a três, seis, nove e 12 meses terem tocado em mínimos históricos.

Em Espanha, em meados de 2013, as cláusulas que o banco BBVA introduziu em contratos de crédito à habitação para colocar um teto à descida dos juros cobrados aos clientes, mesmo quando a Euribor descesse substancialmente, clausulas conhecidas como “suelo”, foram consideradas ilegais pelo Tribunal Supremo espanhol.

Esta decisão, que teve efeitos retroativos a 2009, obrigou os bancos espanhóis a reembolsar aos clientes bancários entre três a cinco mil milhões de euros, considerando fundamentadas as queixas de que eram penalizados com o aumento das Euribor, mas não beneficiavam da sua descida.

“Seja qual for esse valor, os bancos consideram que uma soma aritmética com resultado inferior a zero deve ser sempre igual a… zero. E tão conveniente que isso é para a banca que todos os meses tem prestações de crédito à habitação para cobrar”, afirma a Deco no comunicado. Em dezembro de 2016, aquelas cláusulas que limitam a descida de juros nos bancos espanhóis foram também consideradas ilegais pelo Tribunal de Justiça da União Europeia.

No ‘site’ oficial, o Banco e Portugal lembra que a taxa Euribor é o indexante de referência para os créditos com taxa de juro variável e que a sua evolução depende, nomeadamente, da taxa de juro oficial definida pelo Banco Central Europeu (BCE), do grau de liquidez do sistema financeiro e das expectativas dos agentes financeiros quanto ao comportamento futuro da inflação e da política monetário do BCE.

Em março de 2015, quando as taxas de juro Euribor começaram a negociar em terreno negativo, o Banco de Portugal publicou uma carta-circular a informar que os bancos tinham de cumprir as condições estabelecidas nos contratos de crédito, mesmo quando o indexante de referência (como a Euribor) fosse negativo.

“Quando a taxa de juro aplicada a contratos de crédito e de financiamento esteja indexada a um índice de referência, deve resultar da média aritmética simples das cotações diárias do mês anterior ao período de contagem dos juros”, referia então a entidade, acrescentando que os bancos não podem introduzir “limites à variação do indexante [Euribor] que impeçam a plena produção dos efeitos decorrentes da aplicação desta regra geral”.

Já a Associação Portuguesa de Bancos (APB) discordou de forma veemente da regra que poderá obrigar os bancos a refletir totalmente a taxa de juro final negativa e considerou, em 2016, que pode “ameaçar a sustentabilidade do setor, já debilitado”.

* A DECO tem razão, a generosidade dos banqueiros tem sido paga pelos otários portugueses.


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MENINAS COM 10 ANOS
10 FACTOS SURPRENDENTES

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FONTE: ONU Brasil

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7 - ARMAS ESTRANHAS
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FONTE: CANAL HISTÓRIA

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Netos de portugueses que emigraram 
vão ter direito a pedir nacionalidade

Diploma foi hoje aprovado em Conselho de Ministros
 
A nacionalidade portuguesa pode ser atribuída a netos de portugueses nascidos no estrangeiro que, entre outros requisitos, tenham "laços de efetiva ligação à comunidade nacional", de acordo com um diploma hoje aprovado em Conselho de Ministros.
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O decreto-lei estabelece os termos em que deve ser reconhecida a existência desses laços e determina que, para obter a nacionalidade portuguesa, os netos dos portugueses nascidos no estrangeiro tenham ainda de declarar que "querem ser portugueses".

Outro dos requisitos é que "não tenham sido condenados, com trânsito em julgado da sentença, pela prática de crime punível com pena de prisão de máximo igual ou superior a três anos (segundo a lei portuguesa) e que inscrevam o seu nascimento no registo civil português".

Em conselho de ministros, a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, disse que com o diploma hoje aprovado procede-se também à simplificação dos processos de naturalização e aquisição de nacionalidade, nomeadamente ao presumir-se que quando o interessado seja natural e nacional de país que tenha o português como língua oficial há pelo menos 10 anos e resida em Portugal há pelo menos cinco anos, tem conhecimento da língua portuguesa.

Assim, por exemplo, quem seja cidadão de um qualquer outro país de língua oficial portuguesa e tenha nascido em Portugal fica agora dispensado de comprovar o conhecimento da língua portuguesa no processo de atribuição e aquisição de nacionalidade.

Outra simplificação resulta da dispensa de apresentação do certificado de registo criminal do país da naturalidade ou do país de nacionalidade quando o interessado não tenha neles residido em idade relevante para esse registo (ou seja, após os 16 anos).

São abrangidos por esta dispensa, por exemplo, todos os interessantes que, tendo nascido em Portugal, sempre aqui residiram, não tendo residido ou sequer viajado para o seu país de nacionalidade, e que por isso passam a estar dispensados de apresentar o certificado do registo criminal do seu país da nacionalidade.

Quanto à necessidade, resultante das alterações à lei da nacionalidade efetuadas em 2015, de avaliar se o requerente pode constituir perigo ou ameaça para a segurança ou defesa nacional, por envolvimento em atividades relacionadas com o terrorismo, o diploma agora aprovado vem definir que compete ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e á Polícia Judiciária prestarem essa informação.

Francisca Van Dunem admitiu que as questões de nacionalidade"são muito complexas" e suscetíveis de gerarem "um ambiente de alguma dificuldade e compreensão" não só no público em geral como também nos próprios serviços que tratam destas matérias.

Por isso - revelou - vai ser feita "uma informação tabelar", que será um "instrumento de boas práticas para os serviços" e que estará disponível de modo a que todas as pessoas tenham o mesmo "nível de informação", por forma a perceber o que é necessário e exigido.

Por outro lado, ao definir os termos em que existe o requisito de "laços de efetiva ligação à comunidade nacional" para efeitos de aquisição de nacionalidade portuguesa, o governo diz pretender tornar este processo "mais célere e previsível para o requerente".

Para comprovar a efetiva ligação à comunidade nacional, o requerente deve, entre outra documentação, comprovar a residência legal em território nacional, ter propriedade em seu nome há mais de três anos ou contratos de arrendamento celebrado há mais de três anos, relativos a imóveis sitos em Portugal e comprovar a participação regular ao longo dos últimos cinco anos à data do pedido na vida cultural da comunidade portuguesa do país onde resida.

Servem para o efeito atividades que tenha desenvolvido em associações culturais e recreativas portuguesas dessas comunidades.

Poderá ainda, em certos casos, ter que fazer prova de residência ou ligação a uma comunidade histórica portuguesa no estrangeiro.

* Parece-nos uma boa solução.

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Dulce Pontes

Meu Amor sem Aranjuez

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HOJE NO 
"RECORD"

Ruben Alves suspenso por 4 jogos por dizer ao árbitro "lá fora parto-te todo"

No mapa de castigos divulgado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol consta uma suspensão de quatro jogos aplicada a Ruben Alves, jogador do Sp. Braga B, por incidentes durante a partida com o Olhanense, referente à 2.ª Liga. 
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O avançado viu vermelho direto por entrada sobre um adversário - o que lhe valeu um jogo de castigo - e, posteriormente, ofendeu e ameaçou o juiz da partida Bruno Vieira, o que juntou mais três encontros à pena. Segundo o relatório do árbitro, Ruben Alves, após ter sido expulso, "foi direto ao árbitro, dizendo que não saía do terreno de jogo, tendo sido retirado com a ajuda dos colegas, dizendo para o árbitro: 'Lá fora parto-te todo, filho da p...'".

* Um pateta destes numa organização de geito deveria levar 3 meses de suspensão.

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COMO CONSULTAR A "PEIDA"


NA COLUNA VERTICAL DA ESQUERDA 
TEM EM SEQUÊNCIA


1 - O nome dos PENSIONISTAS (editores manhosos claro!!!!)

2 - O nome dos PERSEGUIDORES (gente que não se sabendo porquê, gosta de nós)

3 - A descrição das ETIQUETAS
3.1 - Cada etiqueta armazena edições de temas sobre o mesmo conceito, ex: "AÇIM-NOS-VÃO- À-PEIDA" credo salvo seja, edita temas dolorosos.


4 - ARQUIVO
4.1 - Por ordem cronológica decrescente aparecem primeiramente os dias do mês corrente e em seguida os meses anteriores.

4.2 - Se clicar num dos dias do mês em curso surgirão os temas editados nesse dia.

4.3 - Se clicar num dos meses anteriores, de qualquer dos anos desde Abril/2009, aparecem no ecran os dias desse mês e em seguida proceda como em 4.2.


5 - A PEIDA AOS SITES - Cada título refere um site que consideramos cu rioso e informativo, basta clicar e aceder.


6 - A PEIDA É CU SCA - É uma lista que refere onde cus cámos blogues melhores que este, peida sincera hein, se estiver farto de nós vá a um dos vizinhos.

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VISITE A NOSSA, NÃO FAÇA ISTO COM A SUA
Sempre a considerá-la (o)
A Redacção


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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
NOS multada em 210 mil euros por
.assediar clientes e dar informações falsas

A Autoridade Nacional de Comunicações multou a NOS em 210 mil euros por esta ter prestado "informações falsas" e por os funcionários do "call center" terem assediado uma cliente idosa e doente com diversas ofertas.
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FÁTIMA BARROS - PRESIDENTE
De acordo com informação da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) sobre contraordenações, foi aplicada à NOS uma "coima única de 210 mil euros" por "se ter provado que a arguida prestou, por escrito, a seis clientes e, oralmente, a um cliente, informações falsas, designadamente sobre a exigência de penalizações por incumprimentos de período de fidelização em situações em que tais incumprimentos não se verificavam, sobre a cobrança de mensalidade do serviço prestado que deveria ser gratuita e sobre a falta de assinatura de formulário de denúncia que não era verdadeira".

Também ficou provado que "funcionários do call center da arguida, agindo em seu nome e por sua conta, assediaram com diversas ofertas comerciais uma cliente idosa e doente", bem como funcionários de lojas e do centro de atendimento, "agindo em seu nome e por sua conta, desrespeitaram procedimentos definidos pela Anacom para a cessação dos contratos por iniciativa dos assinantes", refere o regulador.

Foi ainda aplicada uma coima de 158650 euros à NOS e uma pena de admoestação por não ter cumprido o regulamento da portabilidade.

Por sua vez, a Meo, da PT Portugal, viu ser aplicada pela Anacom uma coima de 120 mil euros por não ter publicado informação adequada e completa sobre o tarifário aplicável às chamadas para o 1896 na Internet.

* Estas multas são peanuts para os milhões que as operadoras sacam.

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Vasos feitos com ervilhas Leguminosas 
e a produção de plástico biológico

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FONTE: EURONEWS

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"

Miguel Relvas ‘reaparece’ 
e aponta Montenegro como 
“um dos rostos do futuro do PSD”

O ex-dirigente do PSD Miguel Relvas apontou hoje Luís Montenegro como “um dos rostos do futuro do PSD”, e aconselhou o partido a “virar a página” e ultrapassar o facto de “ter ganho as eleições e estar na oposição”.
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Questionado se vê o atual líder parlamentar do PSD Luís Montenegro como um possível futuro presidente do partido, Miguel Relvas respondeu: “Essa é uma questão que lhe deve perguntar, ninguém é líder indicado por outros, é líder quem o quer ser”.

Miguel Relvas, antigo número dois do atual líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, foi uma das presenças no almoço do International Club of Portugal em que Luís Montenegro foi orador convidado, tendo-se sentado na mesa de honra tal como o vice-presidente do partido Marco António Costa.

“O dr. Luís Montenegro é incontestavelmente um dos rostos do futuro do PSD”, afirmou, em declarações aos jornalistas no final do almoço.

Sobre o significado da sua presença nesta iniciativa - depois de se ter afastado de todos os cargos no partido no Congresso de 2016 -, Miguel Relvas sublinhou que continua “interessado no futuro do país” e gosta de ouvir “aqueles que são capazes de pensar para além do momento”.

“O PSD vai ter de ultrapassar a circunstância em que hoje se encontra, de ter ganho as eleições e estar na oposição, tem de voltar a ser um partido desafiador para a realidade portuguesa”, afirmou Miguel Relvas, escusando-se a fazer apreciações sobre a questão da liderança do partido e dizendo ter fechado o seu ciclo na vida política.

Para o também empresário, “Portugal deixou de ser um país atrativo no último ano”, que se afastou de concorrentes como Espanha e Irlanda, e o PSD terá de ser capaz de apresentar “um projeto alternativo” aos portugueses.

“O PSD tem de demonstrar aos portugueses que ganhou as eleições por mérito próprio, depois de quatro anos muito difíceis, e tem de ser capaz de virar a página e apresentar um projeto alternativo e de consolidação da economia portuguesa”, afirmou.

* Um homem licenciado fala muito melhor do que aqueles que acabaram os cursos universitários.

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HOJE NO  
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Menos chuva leva a queda de 15% da produção da EDP em Portugal e Espanha

No início de 2016, a produção hídrica representava mais de metade da produção eléctrica. Um ano depois, fica atrás do carvão e nem chega a corresponder a um terço da electricidade total produzida.

A (falta de) chuva prejudicou os primeiros três meses do ano para a EDP. Esta é a principal justificação para a queda de 15% da produção de electricidade por parte da EDP em Portugal e em Espanha.
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No mercado ibérico, "a produção total diminuiu 15% no primeiro trimestre de 2017 face ao primeiro trimestre de 2016, reflexo da diminuição dos recursos hídricos". Segundo os dados previsionais enviados à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a produção total foi de 9.079 gigawatts/hora quando, um ano antes, se situava acima de 10.632 gigawatts/hora.

Observando a origem, a produção hídrica da empresa comandada por António Mexia (na foto) cedeu 56%. Se entre Janeiro e Março de 2016, esta era a área mais relevante para a eléctrica, representando mais de metade da produção, um ano depois fica atrás do carvão e nem chega a corresponder a um terço da electricidade total produzida.

Para justificar este ponto, a companhia - que vai aumentar o dividendo pago aos accionistas pela primeira vez desde 2012 - explica que os volumes hídricos ficaram, em Portugal, 36% abaixo da média nos primeiros três meses de 2017. No período homólogo, tais volumes estavam 45% acima da média.

A evolução negativa da produção hídrica ocorre apesar de a capacidade instalada ter subido. Contudo, o factor de utilização da capacidade foi de 20%, abaixo dos 47% verificados um ano antes.

Ainda na produção eléctrica, a maior subida foi registada no ramo de central de ciclo combinado a gás natural (CCGT), com uma mais que triplicação dos valores alcançados um ano antes. O carvão também melhorou (30%), tal como o nuclear, ainda que este último muito ligeiramente (0,1%). O ramo de mini-hídricas, cogeração e resíduos, menos representativo, perdeu 50% da produção.

Como a produção eólica aumentou 2%, conforme anunciou a EDP Renováveis, a produção total incluindo todos os mercados resvalou 9% em termos homólogos.

Com a queda da chuva a ofuscar as novas centrais que funcionam com a força dos ventos, as energias verdes perderam peso nos primeiros três meses: "a produção hídrica e eólica representou 63% da produção total no primeiro trimestre face a 76% no primeiro trimestre de 2016".

Comercialização recua mas clientes aumentam
No que diz respeito à comercialização de energia no mercado ibérico, os volumes recuaram 5% na electricidade e 19% no gás, ainda que o número de clientes finais tenha aumentado nos dois campos. A diminuição é explicada, pela eléctrica liderada por Mexia (cujo ordenado poderá ascender a 2,6 milhões este ano), pela "queda de 15% dos volumes em Espanha, especialmente no sector industrial".

Já observando a electricidade distribuída na Península Ibérica, o aumento foi de 0,2%, abaixo do avanço de 14,2% na distribuição de gás.

Estes dados constam dos números previsionais divulgados pela EDP, que antecipam os resultados que serão apresentados a 3 de Maio.

Em bolsa, a eléctrica recuou 1,23% para 3,047 euros, um dia depois da assembleia-geral de accionistas, onde António Mexia defendeu a bondade da sua oferta pública de aquisição pelo capital que não controla na EDP Renováveis. 

* Portugal precisa de muita chuva até fins de Maio.

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