segunda-feira, 17 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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ANGOLA
2-Um país rico com 20 milhões de pobres 



FONTE: GRANDE REPORTAGEM SIC

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EROTIC PERFORMANCES

1-NACHALO



FONTE: bubulcus N

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MINUTOS DE

CIÊNCIA/134


Geometria Analítica
e
Região Delimitada por um Círculo


Fonte: Minuto da Terra
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 VIII-MEGA MÁQUINAS

4- Aviões Espaciais



*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção da NG.

**  As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 

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PEDRO MARQUES LOPES

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ADÃO E OS NETOS

1Assisti a um comentador comparar os terroristas do Daesh aos miúdos que se portaram mal em Torremolinos. Vi um jornalista a dizer que se calhar o trabalho infantil até não seria muito mau porque evitaria esse género de situações. E assisti ao relambório costumeiro sobre esta horrível geração. A tal que é muito pior do que a anterior, como a anterior foi pior do que a que precedeu, e assim sucessivamente até ao tempo em que o Adão se comparou aos netos e verificou que estes eram uns preguiçosos, uns egoístas, uns mal-educados e que só pensavam em porcarias.

Como na minha geração ou em qualquer idade, há gente mais estúpida e menos estúpida, mais educada e menos educada, mais ou menos civilizada, todas as gerações têm os seus Rogeiros.

Nesta história de copos e disparates, e apesar de já ter sido há muito tempo, a minha memória ainda está razoavelmente fresca.

Lembro-me de que quando tinha a idade desses miúdos também havia episódios do género, alguns bem piores. Tinham menos divulgação. Não havia Facebook, as edições dos jornais não tinham de tentar dar notícias de minuto a minuto, não havia sete ou oito televisões a precisar de alimentar 24 horas de espaço. Mas que havia muita coisa do género, oh se havia.

Imagine-se o que seria o mundo da minha geração com as redes sociais, telemóveis e jornais, televisões e quejandos a ter de estar constantemente a alimentar o cidadão. Podíamos publicar filmes de miúdos de 13 anos a beber cálices de São Domingos e Aldeias Velhas, servidos pelos empregados, em cafés em frente aos liceus. Pôr no Facebook rapazes e raparigas de 15 anos a cravar cigarros a professores. Filmar cenas de pancadaria entre liceus. Ou então fazer a divulgação online da humilhação diária que era feita aos maricas ou os insultos a ciganos, negros ou qualquer outra etnia diferente da maioritária.

Convenhamos, na altura ninguém se lembraria de tentar que um qualquer desses episódios se tornasse viral: eram coisas corriqueiras. Uma coisa parecida com um filme de gatinhos de agora. Ninguém quereria saber.

O facto de a minha geração ter feito disparates similares ao do de Torremolinos, ter um acesso mais descontrolado a álcool e estupefacientes e ser bem mais preconceituosa do que esta serve para desculpar estes miúdos? Claro que não. O que é absolutamente disparatado é tirar conclusões sobre irresponsabilidade ou falta de educação ou o que seja duma inteira geração com episódios, ainda que lamentáveis, parecidos com a de qualquer outra.

Também não caio no extremo oposto aos disparates do costume. Não desconheço a obsessão pela fama desta geração, com se de um fim em si mesmo se tratasse; o desprezo pela vida privada, sua e dos outros; a falta de vontade de começar uma vida fora do conforto dos pais, que está longe de ser apenas explicada pelas condições económicas atuais e que está a trazer problemas sociodemográficos graves; a falta de empenho na política e em causas sociais; uma ansiedade desmesurada, de que a mania com os smartphones e a sua constante consulta é um excelente exemplo; a maneira como desprezam tanta informação a que têm acesso e não a convertem em conhecimento.

Mas se olharmos para estes possíveis defeitos que vemos nesta geração, quantos também não assacamos à nossa? Aos homens e mulheres entre os 40 e os 50 anos? Talvez a parte da saída da casa dos pais, e mesmo isso...

Seja como for, esta geração está em termos gerais mais bem preparada do que a minha e é bem menos preconceituosa e mais tolerante. Vive num mundo em que não são percetíveis os inimigos e os amigos, em que a autoridade está em crise e as referências não existem, está - como nós todos - carente de causas e a instabilidade é um dado adquirido: o emprego não é certo, a tecnologia muda de dia para dia. Ainda assim, não me recordo de uma geração que mostre tanta apetência pela criatividade, curiosa das potencialidade da tecnologia, liberta de complexos e culpas que nos toldavam.

E tudo isto a reboque de um episódio que pouco terá que ver com um possível retrato geracional.
Como rezava um artigo antigo da Time, e onde eram fundamentados com números alguns dos possíveis defeitos de uma geração, esta não é pior ou melhor do que as anteriores, é apenas mais uma a adaptar-se ao mundo em que vive.

2 Na mesma semana, Sean Spicer, porta-voz da Casa Branca, afirmou que "nem Hitler desceu tão baixo a ponto de usar armas químicas", Donald Trump deu ordens para um bombardeamento ao Iraque, que foi à Síria, entre uma garfada num bolo de chocolate e largou a maior bomba desde a de Hiroxima no Afeganistão.

O país que nos habituamos a ver como o grande bastião da democracia e da liberdade (com todos os seus defeitos) está entregue a uma coligação de ignorantes e inconscientes. A maior máquina de guerra que o mundo já conheceu está ao dispor de um bando de loucos, arrogantes e deslumbrados associados a um perigoso ditador - este pretenso arrufo entre Trump e Putin cheira a esturro por todo o lado.

Não me lembro, nas últimas décadas, de ver um mundo tão perigoso. A própria ameaça islamita parece insignificante - e que bem sabemos que não é - em face da que vem da Casa Branca. Nada mais amedrontante do que um louco ignorante com a chave para o botão do fim do mundo.

Para não variar, resta-nos a fé na democracia americana e nas suas instituições. Se não funcionar estamos muito para além de tramados.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
16/04/17

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1203.UNIÃO



EUROPEIA



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2-A MAIOR MENTIRA
DA HUMANIDADE 



* Pela sua importância sentimo-nos responsáveis pela edição deste tema do qual somos totalmente "apaniguados" cuja autoria é de PETER JOSEPH.

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11-CAPITALISMO

UMA HISTÓRIA DE AMOR


 ÚLTIMO EPISÓDIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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NÉ LADEIRAS

Feiticeira da Saudade



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 Chef Ljubomir Stanisic
Reportagem para maiores de 18 anos

Reportagem no Douro, imprópria para menores de 18 anos, onde chef de Pesadelo na Cozinha abriu o coração e os olhos - principalmente dos que o rodeavam








FONTE: SÁBADO

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AULA DE ANATOMIA



FONTE: EXPLICA  MED

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68-NO GINÁSIO
"TRABALHO COM HALTERES"



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1219
Senso d'hoje
ALPHA CONDÉ 
PRESIDENTE DA GUINÉ
E DA UNIÃO AFRICANA
"Não venham a África
ditar-nos o que fazer"



FONTE: EURONEWS

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A LUTA DOS KOALAS


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BOM DIA


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1-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

XI-MOUNT OLYMPUS




*Quem diz que os artistas não são atletas?

 O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele. 
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.

Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista. 

Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas  'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'.  Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o sonhar, entre o sonho e a realidade.

Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado'  (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.

Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.


** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.