quinta-feira, 13 de abril de 2017

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134-ACIDEZ

FEMININA


Ela NUNCA VAI ATRÁS

Respondendo Emails

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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POR DENTRO DUM


ACIDENTE



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Um filme de Edimar Olivera. Produzido por E FILMES com elenco do Grupo de Teatro Risoterapia de Cacoal - RO.
Vencedor dos prêmios de Melhor Montagem e Melhor Edição no Festival Só Curtas 2009, realizado pela Fundação Cultural de Jí-Paraná - Rondônia.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Isabel Moreira com apoios de peso para mudar definição do conceito de fumar

Cigarros eletrónicos e sem combustão ficam sujeitos às mesmas proibições do que os cigarros tradicionais. Isabel Moreira fala em "inconstitucionalidade"

Os dirigentes socialistas João Galamba e Maria Antónia Almeida Santos vão apoiar a proposta da deputada do PS Isabel Moreira para alterar a definição do conceito de fumar, retirando dela os cigarros eletrónicos e sem combustão.
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As posições de João Galamba, porta-voz da direção dos socialistas, e de Maria Antónia Almeida Santos, que é vice-presidente da Comissão Parlamentar de Saúde e da Comissão Permanente do PS, foram hoje transmitidas à agência Lusa.

Entre as propostas de alteração apresentadas pela bancada do PS ao diploma do Governo de revisão da lei do tabaco, que serão discutidas e votadas na especialidade no próximo dia 19, não está a alteração do conceito de fumo, o que tem como consequência que os cigarros eletrónicos e sem combustão ficam sujeitos às mesmas proibições do que os cigarros tradicionais.

Face à ausência de consenso na bancada do PS, tal como a agência Lusa avançou na terça-feira, a deputada socialista Isabel Moreira decidiu apresentar propostas próprias de alteração ao diploma do Governo que revê a lei do tabaco, considerando que o Grupo Parlamentar do PS não corrige a "inconstitucionalidade" em torno do conceito de fumo.

"O Grupo Parlamentar do PS não corrigiu a versão constante na proposta de lei do Governo que inclui no conceito de fumar, quer os cigarros eletrónicos, quer os cigarros sem combustão. A definição do conceito de fumar, tal como está, é inconstitucional. Uma bicicleta não é uma mota só porque tem duas rodas", advogou a constitucionalista e deputada socialista.

Isabel Moreira defendeu que, tanto o vapor, como os cigarros sem combustão, "não podem ser equiparados ao consumo de produtos de tabaco com combustão, tendo como base plantas para fumo".

Em declarações à agência Lusa, Maria Antónia Almeida Santos defendeu que há já uma evidência de que os cigarros eletrónicos e sem combustão reduzem a toxidade, havendo, como tal, uma redução de riscos.

"Verifica-se uma redução da nocividade em produtos de nicotina [sem alcatrão]. Está provado que a nicotina não é uma substância cancerígena", alegou também a dirigente socialista, adiantando que pondera apoiar as propostas individuais de Isabel Moreira caso sejam votadas.

Maria Antónia Almeida Santos reforçou ainda a posição da sua colega de bancada citando uma recente decisão da autoridade de saúde do Canadá, segundo a qual "os produtos de tabaco e de nicotina sem combustão são ferramentas de redução de riscos".

* Mudar o conceito de Fumar? Passa a ser chupar ou sugar? Cigarros electrónicos são maus e caros e se não há vontade para parar com aquele trejeito de boca com vontade própria, ficamos muito perto da personalidade da amiba. Sou ex-fumadora e paguei factura elevada para deixar de fumar, o que não me faz ser anti-tabagista primária.

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LII- O UNIVERSO

4- Quando a Lua sair

da gravidade da terra

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"RECORD"

Antigo jogador do FC Porto 
revela "nojo" pelos Super Dragões

O médio brasileiro Souza, antigo jogador do FC Porto entre 2010 e 2012, e atualmente nos turcos do Fenerbahçe, publicou uma mensagem no Facebook onde revela "nojo" pela claque Super Dragões.
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"Enquanto os adeptos de São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos juntaram-se para cantar juntos 'Vamos, vamos, Chape', essa torcida deseja a morte dos jogadores do Benfica? Vergonha e nojo, mesmo. Tenho grande carinho pelo FC Porto e pelos seus adeptos, agora pela claque que cantou isso tenho nojo, mesmo, tinha que acabar", escreveu o futebolista na sua página pessoal do Facebook.

* E aos costumes disse nojo!

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V- Cidades

e soluções

1-ESTAÇÃO DE TRATAMENTO  
DE ESGOTO DE ARARUAMA

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FONTE: GLOBONEWS

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Visita do Papa fecha Fátima
 à circulação automóvel

A circulação automóvel na cidade de Fátima nos dias 12 e 13 de maio, por ocasião da peregrinação do papa Francisco ao santuário, vai estar apenas autorizada a veículos de emergência e credenciados.

Segundo a página na Internet da junta, que apresenta um conjunto de informações úteis sobre a Operação Fátima 2017, "não há circulação automóvel (ligeiros e pesados)" na avenida D. José Alves Correia da Silva e em todas as ruas entre as avenidas Beato Nuno e Papa João XXIII" das 09:00 de dia 12 até às 18:00 de dia 13, sendo que nestes duas últimas avenidas pode circular-se "com todas as condicionantes que houver".
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"As únicas viaturas autorizadas a circular são os veículos de emergência e credenciados", refere a autarquia, esclarecendo que "as viaturas são credenciadas pelo Santuário de Fátima (entidades protocolares e serviços do santuário) e pelo município de Ourém com a concordância e aval da GNR". O endereço eletrónico para solicitar a credenciação é smpc@mail.cm-ourem.pt.

A Junta de Freguesia de Fátima sublinha que os dísticos adquiridos na Associação Empresarial Ourém/Fátima (ACISO) não servem para a peregrinação internacional aniversária de maio.

"Aconselha-se os estabelecimentos a abastecerem-se nos dias anteriores ao dia 11 de maio devido à proibição do trânsito circular nos dias 12 e 13", lê-se ainda no 'site' da junta, sendo que o horário para abastecimento de produtos frescos (padaria e pastelaria) decorre entre as 04:00 e as 07:00 de dia 13, mas apenas "a viaturas e motoristas devidamente credenciados".

Quanto ao estacionamento, a junta adianta que "os parques 12, 13 e 14" vão estar abertos a partir das 10 horas do dia 11 de maio, exclusivamente para autocarros, e relembra a criação de 20 bolsas de estacionamento (com capacidade para cerca de 18 mil viaturas ligeiras) nas imediações de Fátima que "terão disponíveis 'transfers' para fazer o transporte dos passageiros para a Cova da Iria, a título gratuito, bem como o seu regresso".

Este 'transfer' começa às 14:00 de dia 11, não estando ainda definida a hora em que termina no dia 14, e tem como pontos de largada e tomada de passageiros a rotunda Santo Agostinho (a norte do santuário) e a rotunda Santo António (a sul).

A junta recomenda às pessoas que trabalham na Cova da Iria a utilizarem as bolsas de estacionamento e respetivo 'transfer', e esclarece que parte do parque 12 é destinada "a pessoas de mobilidade reduzida que tenham os veículos devidamente sinalizados".

"Não é permitido campismo nas imediações do santuário, nem nos parques destinados a estacionamento de autocarros", recorda ainda a junta, esclarecendo que "o campismo será permitido num terreno atrás do Pingo Doce (sul) e no estádio João Paulo II que terá instalações sanitárias, água, luz e segurança".

Já as autocaravanas "ficarão no parque 4 e em bolsas de estacionamento indicadas para esse efeito", anuncia a junta.

Nas informações úteis sobre a Operação Fátima 2017, a junta acrescenta que "os peregrinos que se desloquem a Fátima em grupo devem comunicar à GNR o dia da chegada e o trajeto para lhes ser prestado todo o apoio necessário", dando conta que em www.protecaocivilfatima.pt encontram "informação atualizada e indicação de pontos de apoio".

Através do endereço Fatima2017@cm.ourem.pt, o número de telefone 249070303 e do 'site' da GNR - www.gnr.pt -- os peregrinos podem também aceder a informação.

* Se este aparato folclórico fosse por uma boa causa, agora para tentar certificar uma mentira....

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ADRIANO MOREIRA

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O conflito entre 
as memórias e os anúncios

A tradição da temática da ordem mundial é marcadamente regional, pelo que respeita à pluralidade de povos e países que constituíram, até ao fim da guerra de 1939-1945, o que chamamos ocidentais. Que viveram séculos em conflitos de poderes, que viriam a chamar-se soberanos, sem excluírem a ocidentalidade mas sem evitarem a conflitualidade de interesses a resolver pela guerra. Não faltaram nunca os teóricos do pacifismo, em regra considerando apenas o pensamento europeu cristão, depois ocidental: desta visão bastará lembrar Camões, que vincava a coincidência entre cristandade e europeísmo, sendo Portugal "cabeça da Europa toda", até Kant com o seu projeto de Paz Perpétua.

O conhecimento geográfico, e por corolário, conhecimento do pluralismo étnico, cultural e religioso da população humana, teve a sua primeira grande origem nas navegações portuguesas, e dessa experiência se evoluiu para os projetos que vieram primeiro ensaiar a paz efetiva, pela Sociedade das Nações depois da Primeira Guerra Mundial, entre os ocidentais detentores do domínio mundial, e depois pela ONU, no fim da Segunda Guerra Mundial, com a ambição de finalmente pacificar o globalismo mal sabido em que nos encontramos. Está desaparecida praticamente a geração que viveu ambas as guerras, e está no poder a que vive as consequências da segunda, que por vezes tomou por um novo mundo porque ainda não teve experiência avaliada de a ONU ter coincidido com o início do outono ocidental. Já foi tão debatida a sua necessária reorganização que o importante nesta data é sobretudo meditar sobre a situação incerta do globalismo. Digamos que o eixo da crise global está na falta de coincidência entre normas e factos, por duas vezes tentada depois de duas guerras mundiais. Lembrarei que os textos legais foram então escritos apenas por mãos ocidentais, e que as palavras mudaram facilmente de sentido quando as novas culturas em liberdade começaram, pela primeira vez na história, a falar com liberdade.

Por isso rapidamente pôde concluir-se que os fundadores da ONU não ganharam a guerra, apenas não a tinham perdido. Por isso a igualdade das nações, o mundo único, a terra casa comum dos homens, foram realmente princípios substituídos pela Ordem dos Pactos Militares, caraterizados por um conflito entre o Plano Ocidental de levar a unidade do Atlântico aos Urales e o plano Russo de a levar dos Urales ao Atlântico. A chamada guerra fria, como lhe chamou Aron, verificou-se apenas no Norte do Globo, porque no Sul os conflitos foram tremendos. Incluo, na dissolução do Império Euromundista, a guerra no antigo Ultramar português, parte do Império Euromundista. Para simplificar, tomemos como exemplo a guerra que nessa dissolução afetou a França que se considerou a "Luz do Mundo".

A sua evolução, que se mostra mais influenciada pela União Europeia, do que pela ONU, sendo esta uma forma de unidade que não é Estado, mostra sobretudo três tendências: uma, a de Marine Le Pen, líder da Frente Nacional, que pretende eliminar a União; depois, Emmanuel Macron, ministro da Economia, que quer uma União reformada que perca sobretudo influência, não pelo regresso à soberania clássica e perdida, mas por considerar que a zona euro, na definição atual, beneficia sobretudo a Alemanha; por sua vez, François Fillon, anuncia o que foi chamado "desregulamentação liberal extrema". Pondo de lado que a exigência de um moralismo económico é comum, também não parece evitável acrescentar a lembrança da antiga França luz do mundo, com a rivalidade clássica com a Alemanha, nem que sofra de esquecimento da soberania tão larga quanto possível. Por seu lado, a Rússia, que durante o sovietismo juntara Partido e Império, na sua terceira versão Putin mostra, ao declarar, rodeado pelos seus generais, que não esqueceu a história nacional, filiada na Proclamação da Igreja Russa, quando da invasão dos turcos: a primeira Roma caiu, a segunda Roma caiu, mas a terceira Roma nunca cairá. As divisões que vão das projetadas quebras nacionais, ao II brexit da Inglaterra, ajudam a compreender que a memória está a exceder os tratados. Na sua parte mais negativa, está a relembrança da já antiga conclusão de que o chamado "terceiro mundo" considera os ocidentais os maiores agressores dos tempos modernos, o que não leva a considerar a descolonização um suficiente avanço da ética, mas sim a vitória de um combate.

A reformulação da ordem mundial, do mundo único e da terra casa comum dos homens, deverá também esclarecer que a Casa no Alto da Colina, mais conhecida por EUA, precisa de aperfeiçoar a doutrina, não de a revogar.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
12/04/17

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1199.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Marcelo e Macky Sall lançam construção de fábrica luso-senegalesa em Dacar

Os Presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Senegal, Macky Sall, lançaram hoje simbolicamente a “primeira pedra” da construção de uma fábrica luso-senegalesa de montagem de ambulâncias, nos arredores de Dacar.
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A fábrica que está em construção é uma parceria da empresa Auto Ribeiro, de Vila Nova de Gaia, com um sócio senegalês. Os dois presidentes estiveram juntos no local durante cerca de 15 minutos, no final da visita de Estado de Marcelo Rebelo de Sousa ao Senegal.

Segundo o diretor-geral da Auto Ribeiro, João Martins Fernandes, este projeto representa “um investimento de cinco milhões de euros” e a fábrica deverá ficar construída “no final deste ano”.
“Vamos empregar 150 pessoas, que vão para Portugal até ao final do ano, receber formação”, acrescentou.

João Martins Fernandes referiu que a Auto Ribeiro já vende veículos equipados para transporte de doentes para o Senegal desde 2004, e tem “100% do mercado senegalês”, onde o comprador é o Estado, como na maioria dos mercados africanos.

“A partir do momento em que começámos a fornecer, eles nunca mais trocaram”, disse.

A Auto Ribeiro está presente na Europa, no Médio Oriente - onde tem “uma linha de montagem” no Dubai - e em África. “Temos uma parceria muito estável no Senegal. É um país estável, é uma democracia”, salientou.

“A ideia é, desta fábrica, abastecermos todos os mercados africanos, os mercados da Grécia e de Israel, com ambulâncias, com veículos de adaptação para deficientes, veículos blindados. E temos uma área de negócio muito forte que é equipamento médico”, adiantou João Martins Fernandes.

* A vertente africana de Portugal pode dar bons resultados senão se afastar das ditaduras  assassinas do continente.

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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FONTE: AFPBR


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6 - ARMAS ESTRANHAS
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FONTE: CANAL HISTÓRIA

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Prejuízos da Martifer 
aumentam para 43,6 milhões

A Martifer agravou os prejuízos em mais de 43 milhões em 2016, quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

A Martifer fechou 2016 com um prejuízo de 43,6 milhões de euros, o que compara com os 500 mil euros negativos registados um ano antes. Os números foram conhecidos através de um comunicado emitido esta quinta-feira, 13 de Abril, para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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No período em análise, a Martifer registou uma queda de 14% dos proveitos operacionais, terminando o período com 217,1 milhões de euros de proveitos. A unidade de construções metálicas representa 71% dos proveitos (202,3 milhões).

Já o EBITDA diminuiu 61,4% para 4,4 milhões de euros. Quando analisado o EBITDA ajustado, a queda é de 14,9% para 9,7 milhões.

A empresa liderada pelos irmãos Martins diz ter uma carteira de encomendas no valor de 239 milhões de euros, com a área naval (para a Europa Ocidental) a representar 42% deste valor. No dia 16 de Março, o Negócios noticiou que a Douro Azul estava a negociar com a Martifer a construção três embarcações, que podem representar receitas adicionais de 65 milhões para a Martifer.

A empresa adianta que prevê o "reforço da carteira de encomendas nas áreas naval e alumínios", bem como uma "estratégia de crescimento sustentável no segmento renewables", de acordo com o comunicado. Além disso, estimam um reforço da presença internacional.

Nos planos do grupo está também a redução "do endividamento através da alienação de activos" não estratégicos, não adiantando pormenores. O "redimensionamento e a adequação da estrutura" também fazem parte das perspectivas futuras.

No Verão do ano passado, a Martifer vendeu a Martifer Solar por nove milhões de euros aos franceses Voltalia.

* A Martifer é aquela empresa a quem o governo de Passos/Portas doou os estaleiros de Viana do Castelo, empresa de quem o sr. Aguiar Branco dizia maravilhas apesar a situação financeira estar de rastos na altura da oferta.

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Gil Semedo

bu coracao

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HOJE  NO 
"DESTAK"

Região Centro recebe investimento
 de dois milhões nos cuidados
 de saúde primários

A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) anunciou hoje que vai avançar com investimentos que ultrapassam os dois milhões de euros na área dos cuidados de saúde primários, em parceria com cincos municípios.
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Em comunicado enviado à agência Lusa, a ARSC informa que irá celebrar protocolos de cooperação com cinco autarquias da região Centro, com o intuito de concretizar diversos investimentos, ao longo deste ano, na área dos cuidados de saúde primários.

"Autorizados por despacho conjunto dos secretários de Estado das Autarquias Locais e Adjunto e da Saúde, os protocolos a assinar com as Câmaras de Aveiro, Mortágua, Pedrógão Grande, Santa Comba Dão e Ovar visam a remodelação de instalações e a construção de novos centros de saúde, num investimento global que ultrapassa os dois milhões de euros", explica.

* Uma boa notícia

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HOJE  NO 
"i"

Saúde. 
Francisco George sublinha que 
quem tem mais dinheiro paga mais

Responsável diz que é cada vez mais importante que as pessoas percebam que nem todos pagam os mesmos valores

Numa entrevista dada à Antena 1, Francisco George, diretor-geral da Saúde, esclareceu um ponto que acha que os portugueses ainda não entenderam: “O milionário paga mais no SNS”.
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O diretor-geral esclarece que é cada vez mais importante que as pessoas percebam que nem todos pagam os mesmos valores. Uma falta de entendimento que vêm desde o tempo da fundação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), até porque, defende, “nunca se conseguiu explicar”.

“Todos os impostos gerados por nós têm como destino financiar o Estado social na componente educativa e da saúde. É preciso que todos percebam que antes da prestação, a diferença de pagamento está nos impostos que se pagam.

No ato da prestação o milionário pagará justamente o mesmo do que aquele que tem rendimentos mínimos”, sublinha Francisco George, acrescentando ainda que, apesar de no ato da prestação parecer que tudo está ao mesmo nível, quem tem rendimentos mínimos, não paga IRS e o mesmo não acontece no caso dos milionários.

Para o diretor-geral da Saúde há ainda a questão da preferência pelos serviços privados, que tem levado o SNS para caminhos mais complicados e que “Tem a ver sobretudo com pagamentos por parte da ADSE a serviços privados que acabaram por ter efeitos negativos no SNS, por terem desnatado especialistas, médicos, enfermeiros”.


* Nós também não gostamos de hospitéis. Francisco George merece todo o nosso respeito.


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A insutentável leveza
da bela amizade
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HOJE  NO 
"A  BOLA"

Brasil
Chapecoense emite comunicado 
sobre o cântico dos Super Dragões

A Chapecoense reagiu ao cântico entoado pela principal claque do FC Porto no clássico de andebol frente ao Benfica.
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Através de comunicado, o clube brasileiro «manifesta-se com profundo pesar sobre tais factos», considerando «que não são próprios de pessoas de bem e do meio desportivo, cujo ambiente deve ser sempre de respeito e solidariedade ao adversário e não de propagação de ódio e cizânias, mormente nos conturbados tempos atuais da humanidade».
Leia o comunicado:

«A Associação Chapecoense de Futebol, em relação aos tristes acontecimentos ocorridos nesta semana em Portugal, quando uma parte da torcida do Futebol Clube do Porto, em disputa desportiva local, incitou o público presente, fazendo referência desairosa e ofensiva ao acidente do voo da Chapecoense, entoando canto agressivo e de desrespeito à memória dos mortos e do clube, na lamentável tragédia ocorrida na Colômbia, manifesta-se com profundo pesar sobre tais factos, que não são próprios de pessoas de bem e do meio desportivo, cujo ambiente deve ser sempre de respeito e solidariedade ao adversário e não de propagação de ódio e cizânias, mormente nos conturbados tempos atuais da humanidade.

No futebol, como em qualquer disputa no campo desportiva, deve-se sobrepor o primado da ética e da solidariedade humana, sempre em busca do congraçamento e da felicidade das pessoas e dos povos, aliás, estes os objetivos maiores da vida.

Por fim, a Chapecoense, concita seus clubes irmãos de Portugal e de todo o mundo para que disseminem o congraçamento, respeito e concórdia nas relações desportivas.»

* Portugal não merece estes bárbaros.

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HOJE NO  
"AÇORIANO ORIENTAL"

Indústrias de leite recusam pagar
 aos produtores mais 1 cêntimo 
por cada litro nos Açores

O presidente da Associação de Jovens agricultores micaelenses lamentou, no final de uma reunião com intervenientes do sector, que as indústrias de leite recusem pagar mais um cêntimo por cada litro pago à produção.
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"Não ficámos satisfeitos obviamente, o resultado foi negativo, não houve aumento e não podemos estar satisfeitos quando o resultado é esse, mas vamos continuar atentos à situação e vamos continuar a nossa reivindicação (do aumento) do preço do leite", disse César Pacheco à saída de uma reunião que se realizou hoje na sede da associação, na freguesia dos Arrifes, em Ponta Delgada.

O representante dos jovens agricultores da ilha de São Miguel sublinhou que "a produção está a passar um momento muito difícil" e defende um aumento de "um cêntimo com retroativos em Abril" para bem dos produtores.

"Nós vemos o preço do leite na Europa, a média a aumentar, estamos a falar de quatro cêntimos acima do preço médio que se paga em São Miguel. Os produtos, como leite em pó, queijos e manteigas também mostraram tendências positivas nas evoluções dos preços e achamos que havia as condições necessárias para atualização do preço do leite", lembrou.

O representante nos Açores da Associação Nacional de Industriais de Laticínios (ANIL), Eduardo Vasconcelos, justifica a recusa do aumento do preço do leite pago ao produtor lembrando que existem realidades diferentes entre o que se passa na ilha de são Miguel, nos Açores, em relação ao que se passa no resto da Europa.

"O preço do leite tem aumentado na Europa devido à falta de leite e à redução forte da produção na Europa, aqui em São Miguel a produção praticamente não decresceu, aumentou quase 5% em 2015, o crescimento foi 0,69% em 2016 e em 2017 já está com um amento em Janeiro de 4%, ou seja, as razões que levou a que o preço aumentasse na Europa não se está a verificar em São Miguel", disse Eduardo Vasconcelos.

Para o representante da ANIL nos Açores, a questão está em valorizar "um produto abundante" que "inviabiliza poder valorizar o leite ao produtor" e, enquanto não se encontrar essa valorização, "será difícil às indústrias conseguir fazer esse aumento do preço".

O secretário regional da agricultura reconheceu à saída da reunião que a solução passa "por apostar em novos mercados" e "na exportação" porque o "mercado nacional tem muitas dificuldades em absorver mais produtos" dos Açores, garantindo que o executivo açoriano já está "a dar passos" nesse sentido.

"Vamos entregar até dia 20 uma candidatura que tem a ver com a promoção em mercados não nacionais, nomeadamente na China, Macau e também na América do Norte, que são mercados que eu acho que têm condições no futuro de absorver as produções porque os nossos produtos de qualidade, são produtos de excelência", lembrou João Ponte.

O presidente da Associação Agrícola de são Miguel lamentou à saída da reunião a postura "passiva" do Governo Regional dos Açores perante a "falência técnica de 70% da produção leiteira".

"Em relação ao Governo Regional, não pode continuamente estar a assobiar para o lado também nesta situação, portanto nós precisamos que a industria aumente o preço do leite e precisamos que o Governo Regional tenha uma ação muito mais direta em todos esses processos", alertou Jorge Rita.

* Quem se lixa é o mexilhão, neste caso por um cêntimo. Nós até duvidamos que o leite faça bem à saúde.

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Para cozer os miolos/6

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VEÍCULOS TRANSFORMADOS


 FONTE: Freeze Lists


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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Marisco e pastelaria sem glúten
 com IVA a 23%

Fisco considera que estes produtos não podem beneficiar da taxa de 6%.

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) considerou que o marisco e a pastelaria sem glúten devem ser tributados à taxa normal do IVA, de 23%, não podendo beneficiar da taxa de 6%. O Fisco divulgou hoje uma série de informações vinculativas relativamente às taxas de IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado) que incidem sobre determinados produtos, nomeadamente marisco e pastelaria sem glúten, respondendo a questões levantadas por empresas que produzem e comercializam estes mesmos bens. 

Num dos casos expostos, a empresa pede esclarecimentos ao Fisco sobre se a "mariscada sem glúten" que pretende comercializar "é enquadrável na verba 1.12 da lista I" do código do IVA, cuja taxa de imposto é de 6%, e esclarece que "o preparado é especialmente desenvolvido para poder ser consumido por pessoas intolerantes ao glúten não contendo este elemento em nenhum dos seus ingredientes". 

Na resposta, as Finanças consideram que "não é possível concluir" que o produto em causa "cumpre as regras atualmente em vigor, aplicáveis em todos os estados-membros, relativamente à prestação de informação ao consumidor sobre a ausência ou a presença reduzida nos géneros alimentícios de glúten", uma vez que "não foi enviado o rótulo", o que "impede verificar se está a ser cumprido" o regulamento europeu sobre normas de rotulagem. Por isso, o Fisco entende que o produto 'mariscada 800 gramas' "não pode beneficiar da aplicação da taxa reduzida do imposto e está sujeito à aplicação da taxa normal de imposto", de 23%. 

Numa outra informação vinculativa, a AT é questionada por uma pastelaria sobre se os produtos 'bolo de chocolate' e 'cheesecake' podem ser tributados à taxa reduzida, tendo em conta que os referidos produtos "foram sujeitos a análises a comprovar que são isentos de glúten". 

Neste caso, o Fisco analisa as fichas técnicas dos produtos em causa e conclui que "não se afigura que os produtos em causa 'bolo de Chocolate - XX' e 'cheesecake de frutos silvestres - XX' se encontrem especialmente produzidos, preparados ou transformados de forma a responder às necessidades dietéticas especiais das pessoas com intolerância ao glúten", pelo que "devem ser tributados à taxa normal" do IVA. 

* Se as bulas dos produtos em questão não são concludentes não há que haver redução do IVA. Está na moda a alimentária sem glúten e toca a fazer sem rigor para ver se pega, isto é que é empreendedorismo.

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

7 perguntas para entender 
a “Mãe de Todas as Bombas”

Como funciona esta arma destruidora de infraestruturas subterrâneas, usada esta quinta-feira para combater o Estado Islâmico? É a maior bomba não-nuclear do mundo e destrói tudo com 11 toneladas TNT

Às 19 horas do Afeganistão, eram 15h30 em Lisboa, os Estados Unidos lançaram uma bomba M.O.A.B. no distrito de Achin, Afeganistão (junto à fronteira com o Paquistão) para destruir túneis subterrâneos usados por pelo Estado Islâmico. Estava lançada, pela primeira vez na História, a “Mãe de Todas as Bombas”.

O que é a M.O.A.B?
A “GBU-43/B Massive Ordenance Air Blast” é uma bomba desenvolvida nos Estados Unidos por Albert L. Weimorts, um militar do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea norte-americana. Mais conhecida por “Mother of All Bombs” (em português, a “Mãe de Todas as Bombas”) foi desenhada em 2003 para ser a mais poderosa arma não-nuclear alguma vez concebida.

Como funciona a “mãe de todas as bombas”? 
Com 10,3 toneladas, mais de 9 metros de comprimento, mais de um metro de diâmetro e com capacidade para produzir uma explosão equivalente a 11 toneladas de TNT, a M.O.A.B. foi especialmente desenhada para ser transportada por aviões Hercules C-130, um dos aviões mais antigos ainda em produção. A bomba é presa a um estrado e empurrada das traseiras do bombardeiro. 
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O estrado desprende-se da bomba já no exterior do avião e a bomba dirige-se para o chão em queda livre enquanto é comandada à distância. Ao explodir pode destruir todas as construções e vegetação num raio máximo de um quilómetro. A M.O.A.B foi testada em 2003 com tritonal, uma mistura de 80% de TNT e 20% de alumínio, que torna a arma 18% mais poderosa do que um produto baseado exclusivamente em TNT.

Esta bomba já tinha sido usada?
 Há catorze anos, a M.O.A.B. foi lançada em Range 70, na Base Aérea Eglin (Fórida) num teste controlado. Oito meses depois voltou a ser testada. Julga-se que o arsenal militar norte-americano tem 15 destas bombas. Embora uma das bombas tenha sido enviada para o Golfo Pérsico em abril de 2003, nenhuma delas tinha sido lançada até agora. Foram produzidas na Unidade de Armamentos e Munições de McAlester, no estado do Oklahoma, e projetadas para serem usadas na Guerra no Iraque.

Porquê? 
A M.O.A.B. manteve-se armazenada porque os Estados Unidos tinham preferido usar artilharia menos poderosa, mas suficientemente eficaz quando era necessário: algumas da bombas usadas tinham entre 230 e 910 quilos e eram enviadas de grandes altitudes através de bombardeiros como o B-52 para atingirem grandes áreas. Esta bomba é pelo menos dez vezes mais pesada.

Como é que a M.O.A.B foi concebida? 
Albert L. Weimorts ter-se-á baseado no sistema de armas BLU-82B C/130, mais conhecido como “daisy cutter” e usada para limpar zonas florestais no Vietname e Afeganistão. Todas as BLU-82B foram usadas durante a Guerra do Vietname e no Iraque, tanto para limpar minas como para ameaçar e enfraquecer psicologicamente os militares iraquianos. Eram atiradas para as proximidades dos militares como estratégia de demonstração de poder, sem intenção de matar. Era, por isso, considerada uma “arma psicológica”. Na falta de mais destas armas, o governo norte-americano ordenou a construção de bombas M.O.A.B. para continuar a missão das BL-82B.

O que tem M.O.A.B. que mais nenhuma bomba tem? 
Mas além de ser uma arma psicológica como a bomba usada anteriormente pelas forças norte-americanas, a M.O.A.B. foi desenhada para atingir sistemas de cavernas ou percursos subterrâneos.

Há outras armas equivalentes à M.O.A.B?
Em 2007, a Rússia fez frente às “Mãe de Todas as Bombas” e criou a bomba F.O.A.B. ou “Father Of All Bombs” (em português, “Pai de Todas as Bombas”). O governo de Vladimir Putin apresenta a F.O.A.B. como sendo quatro vezes mais poderosa do que a versão norte-americana. Se assim for, o poder da bomba russa é semelhante ao de uma arma nuclear de uso tático.

* A paz sem equivalência!

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