terça-feira, 11 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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11-BODY PAINTING

IRINA SHAYK 





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GRANDES LIVROS/35

AUTORES DO MUNDO


1- Drácula

Bram Stoker


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4-O DESPERTAR DA CHINA



* Um acordar vigoroso, exemplar na voracidade!

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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V-VIAGENS
 DE DESCOBERTA
3- POR UM FIO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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RAUL VAZ

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"Ó sr. ministro, não se iniba"

Como português, confesso que senti vergonha. Ouvir o enfatuado presidente do Eurogrupo, que há dias proferiu a idiotice de catalogar a Europa do Sul de gente que só sabe gostar de copos e mulheres, a dizer a frase assassina – "Esperava que o colega português pedisse a minha demissão, mas ele não o fez" – só pode envergonhar.

Sobretudo depois de António Costa, o PS e a geringonça "latu sensu" terem passado três dias a reclamar a demissão de Jeroen Dijsselbloem. Para, no final, meterem a viola no saco, oferecendo de bandeja ao holandês a chance de ainda gozar o pagode.

Perante a idiotice de Dijsselbloem, o Governo português tinha duas hipóteses: uma era desvalorizá-lo e fazer o que se faz aos putos malcriados, chamar-lhe grosso e recomendar-lhe que olhe melhor para os gostos da Europa do Norte; a outra era falar de cima para baixo e exigir a sua demissão. António Costa escolheu a segunda e, pondo-se nessa posição, só tinha uma saída: enviar o seu ministro das Finanças à primeira reunião do Eurogrupo pós-idiotice do presidente da instituição e, formalmente, dizer à mesa que o homem não tinha condições para continuar.

Mas como Mário Centeno não é (cada vez se percebe isso melhor) alma gémea de António Costa e sofre com os golpes de rins do primeiro-ministro politicão, qual foi o resultado da ameaça da valentona geringonça? Simples. O ministro das Finanças não foi à reunião do Eurogrupo e fez-se representar por um secretário de Estado (Cavaco chamava-lhes ajudantes), Mourinho Félix, que sussurrou umas coisas ao holandês nos corredores para as televisões verem mas, lá dentro, na reunião dos ministros das Finanças, bico calado. Esqueceu-se de exigir a demissão de Dijsselbloem.

A entrevista do presidente do Eurogrupo ao jornal holandês De Volkskrant distingue o chico-esperto do exercício da competência. O que diferencia o holandês irritante do português habilidoso está na forma como ambos escolheram o confronto.

Dijsselbloem estava lá, no primeiro encontro depois de António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa e meio mundo que corre atrás da chave do euromilhões terem exigido a sua demissão. Portugal não. Jogou na falta de frontalidade. Ricardo Mourinho Félix é, seria sempre neste contexto, uma personagem bufa numa ópera falsa.

Eis o caldo para o Norte (mais uma vez) tourear o Sul. O senhor Schäuble mostrou-se maçado com "o ruído à volta da questão", e o Sul meteu o rabinho entre as pernas, amansado. Como português, incomodam-me os políticos do toca e foge. E aguardo para ver o desfecho do convite que, segundo António Costa pôs a correr, Mário Centeno terá tido para suceder ao holandês.

Se a Alemanha não mudar com as eleições que aí vêm, Costa bem pode meter a viola no saco. O episódio dos copos e mulheres (e a falta de solidariedade que outros países do Sul mostraram para com Portugal, quando ninguém pediu a demissão do autor da idiotice) só complicou a vida a Centeno. E fugir de dar a cara no local e na hora certa não é bonito.

Desta vez, sim. Valia a pena o primeiro-ministro ter dito ao ministro das Finanças o que lhe disse na conferência de imprensa sobre a venda do Novo Banco em que Centeno, constrangido, teve de se solidarizar com o spin costista que garante não haver custos para os contribuintes. "Ó senhor ministro, não se iniba!" foi a frase de Costa. Centeno sorri. Até um dia. 

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
11/04/17

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126-BEBERICANDO


COMO FAZER "RAINBOW SHOT"


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POLÍCIA DAS RENAS




FONTE: AFPBR


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Assol Garcia e Loony Johnson

Dueto Improvável


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INVESTIMENTO OU
BRANQUEAMENTO?



FONTE: WWW.TRANSPARÊNCIA.PT


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ERA ASSIM EM 1920




FONTE: Aaron1912

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STREET MUSICIANS















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1213
Senso d'hoje
HASNI ABIDI
DIRECTOR DO CENTRO DE
ESTUDOS E INVESTIGAÇÃO
DO MUNDO ÁRABE E
MEDITERRÂNICO EM GENEBRA
"Viragem na política americana
sobre a crise na Síria"



FONTE: EURONEWS com Sophie Desjardin


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O RECREIO DO HAMSTER


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BOM DIA


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1-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

V-MOUNT OLYMPUS



*Quem diz que os artistas não são atletas?

 O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele. 
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.

Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista. 

Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas  'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'.  Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o sonhar, entre o sonho e a realidade.

Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado'  (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.

Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.


** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.