sábado, 8 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XXVI-SEM VERGONHA

A Escassez de Rola

FABIANO GOES



ATÉ AO PRÓXIMO SÁBADO

A NOSSA FICÇÃO
A MÓNICA MOREIRA LIMA, jornalista de profissão não chegavam as notícias comezinhas do quotidiano, nem que fosse uma bomba de neutrões.
Pensou, pensou, engendrou equipa tão louca como ela, baratinou os maiorais da TV GUARÁ e "amadrinhou"o "SEM VERGONHA" programa despudorado tão ao nosso gosto, cheio de pimenta por todo o lado, sem qualquer grosseria e divertido.
Ela só pode ser inteligente e boa!

O QUE DIZ A AUTORA
O Sem Vergonha é o programa mais polémico e irreverente da TV brasileira. Já rendeu vídeos para os quadros Top Five do CQC e Passou na TV do Agora é Tarde, ambos da BAND. Foi tema de uma matéria de duas páginas na maior revista de circulação nacional, a VEJA. E culminou com uma entrevista antológica ao Rafinha Bastos, no Agora é Tarde. Todos os programas estão disponíveis no blog e no YouTube. Não recomendo sua exibição para menores de 18 (anos ou cm) para evitar traumas futuros. Falo de sexo sem pudor, sem frescuras, sem meias palavras, sem eufemismos e com muito bom humor. Advertimos que o Sem Vergonha pode provocar ereções involuntárias e uma vontade irreprimível de dar, sem restrições de orifícios.


FONTE: TV GUARÁ

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24.6- NOIVAS


SOFISTICADAS

LINGERIE



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Eleições
no Festival da Canção


FONTE: PROGRAMA "Donos Disto Tudo"  RTP/1

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24.5- NOIVAS


SOFISTICADAS

LINGERIE



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TUMORES ÓSSEOS NA INFÂNCIA


TUMORES ÓSSEOS MALIGNOS



Uma interessante série conduzida pelo Mestre em Ortopedia WALTER MEHOAS, Chefe do Centro Oncológico Ortopédico do INTO.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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24.4- NOIVAS


SOFISTICADAS
LINGERIE


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CONTOS DE FADAS



FONTE: NERDOLOGIA

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24.3- NOIVAS


SOFISTICADAS

LINGERIE


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CATARINA FURTADO

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Trump e as meninas, 
raparigas e mulheres 
deixadas para trás

Não se esquece nunca mais na vida, quando se assiste a uma morte de uma mulher saudável no momento em que está a dar à luz. Uma morte evitável. Eu, pelo menos não esqueço. É desumano.

A mais recente decisão da Administração Norte-Americana vai provocar milhares de mortes de mulheres, crianças e meninas em mais de 150 países, onde habita mais de 80% da população mundial. E nós, Estados membro da ONU, que nos regemos por um mundo mais justo, não podemos ficar impávidos e serenos.

Mortes maternas e neonatais que seriam evitáveis se o financiamento acordado de 32,5 milhões de dólares para o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) não tivesse sido cortado pelo Presidente Trump, com alegações erróneas baseadas nas políticas de planeamento familiar da China que ainda envolvem o recurso a abortos forçados e a esterilização involuntária.

Sou Embaixadora de Boa Vontade do UNFPA há 17 anos. Uma missão voluntária que me tem feito viajar por muitos países em desenvolvimento onde este organismo da ONU faz um trabalho extraordinário ( e reportei, inclusivamente para o meu programa de televisão “Príncipes do Nada “) para evitar que nenhuma mulher perca a vida durante a gravidez ou o parto, ajudando a impedir gravidezes não desejadas e abortos sem condições nem segurança com recurso a anticontraceptivos.

Nunca em nenhuma ocasião assisti, no terreno, a funcionários do UNFPA a promoverem o aborto. O que vi ao longo destes anos, foi mulheres a ser apoiadas por técnicos de saúde, recuperando a sua dignidade, através da assistência a equipamentos de saúde materna, sexual e reprodutiva. Vi o antes e o depois. Vi as mulheres a morrerem antes da implementação de programas do UNFPA e vi depois, mulheres a ser evacuadas por ambulâncias, a chegarem a uma maternidade ( ou centro de saúde) apetrechados com o financiamento do UNFPA com aparelhos, medicamentos e kits para grávidas, mães e bebés, ao serviço dos direitos humanos. Vi gabinetes de aconselhamento a funcionarem com agentes de saúde formados pelo UNFPA, para jovens e para raparigas, garantindo-lhes o seu potencial; vi a implementação de programas que promovem a maternidade segura; que tentam combater a gravidez infantil e adolescente; que lutam contra os casamentos forçados; que salvam vidas de mulheres que sofrem a dramática consequência de uma fístula obstétrica; vi parcerias que apoiam outras associações locais na diminuição da prática nefasta da mutilação genital feminina; vi projectos que melhoram a qualidade de vida de pessoas com HIV Sida. Vi, em acção, a promoção dos direitos humanos de indivíduos e casais para que tomem decisões próprias, livres de coerção e discriminação.

O que eu vi, que me comoveu, que me faz continuar a trabalhar a acreditar que, apesar de conhecermos os números da desigualdade, ainda é possível fazer a diferença, não me deixa calar perante esta noticia terrível. Sei, com conhecimento de causa, que se trata de uma decisão ignorante perante a verdadeira realidade do trabalho do UNFPA.

E mais uma vez, são as meninas, raparigas e mulheres que são deixadas para trás, ignorando os seus direitos, não querendo ver o quanto sofrem nestes contextos de pobreza extrema. O UNFPA orienta o seu trabalho com base na certeza de que apoiando uma mulher, se está a apoiar uma família, uma comunidade, um país. Só no ano de 2016, com o suporte financeiro dos EUA, o UNFPA salvou a vida a 2,340 mulheres de morrerem durante a gravidez ou o parto; realizou 1,251 cirurgias a fístulas obstétricas; preveniu 295,000 abortos inseguros e 947,000 gravidezes involuntárias.

O Secretário Geral da ONU, António Guterres, já fez saber que acredita que a decisão dos EUA de suspender o financiamento a programas de saúde reprodutiva se baseou numa “percepção falsa sobre a natureza e a importância do UNFPA” e que este corte irá ter “efeitos arrasadores na saúde de mulheres e meninas vulneráveis no mundo”.

Depois de nos congratularmos com a indicação de uma portuguesa para estar à frente do escritório do UNFPA em Genebra, Mónica Ferro, chega-nos esta “bomba” que nos remete para o universo da mentira e sobretudo para um horizonte drástico de mortes evitáveis, a que não vamos poder fazer frente.

A nossa indignação não é suficiente, por isso deixo um apelo aos Estados membro da ONU, ao SG António Guterres e a todos os doadores, para que seja possível reforçar o apoio aos programas e ao trabalho do UNFPA.

Portugal e muitos outros países têm uma dívida de gratidão pelo passado no que diz respeito à qualidade da nossa saúde materna, sexual e reprodutiva. Este é o momento de actuar em conformidade. De dizer que sim, que estamos juntos. Que só podemos estar juntos.

Não se esquece nunca mais na vida, quando se assiste a uma morte de uma mulher saudável no momento em que está a dar à luz. Uma morte evitável. Eu, pelo menos não esqueço. É desumano.

Dói muito e do coração passa para a razão. E acredito que não estou sozinha, mesmo que para muitos, seja apenas um exercício de imaginação, distante dos olhos, não pode ser nunca aceitável.

* Embaixadora de Boa Vontade do UNFPA, presidente da Associação Corações com Coroa

IN "OBSERVADOR"
06/04/17

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1195.UNIÃO



EUROPEIA



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24.2- NOIVAS


SOFISTICADAS

LINGERIE




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BIG BANG
EXPLICADO A RELIGIOSOS E CRIANCINHAS



FONTE: RazãoConsciência


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XIV-VIDA SELVAGEM
1- ELEFANTES ASIÁTICOS
O Grande Encontro



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24.1- NOIVAS


SOFISTICADAS

LINGERIE



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RECORDANDO


Carlos Ramos

Quadras soltas


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HOJE NO  
"RECORD"

Leiria recebe amanhã 4.ª prova da Liga Allianz Running Record

Depois do sucesso das três primeira provas, em Évora, Guarda e Viseu, cabe a Leiria receber, no domingo, pelas 10 horas, a prova 10 km da Liga Allianz Running Record. Dirigida a todos os desportistas, desde corredores iniciantes a maratonistas, a Liga Allianz Running Record, de carácter nacional, desafia todos os fãs da modalidade a baterem os seus próprios recordes.
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Com provas em Estrada e em Trail, distâncias dos 10 aos 26 km e com níveis de dificuldade diferentes para todas as idades e aptidões, a Liga Allianz Running Record, pretende colocar o país a correr, estendendo a prática de desporto a cada vez mais pessoas.

Segundo Gonçalo Melo, diretor de Market Management, Comunicação e Bancassurance da Allianz Portugal: "A Liga Allianz Running Record, além de promover a atividade física, o bem-estar e a competição, promove também o convívio e a partilha de experiências. Depois do sucesso da primeira, que contou com centenas de participantes, temos vindo a conseguir desafiar os portugueses a correrem e a superarem-se. Como tal, esperamos continuar a proporcionar momentos de forte interação e grande proximidade com o público em geral, parceiros e clientes."

Este programa contempla uma organização mais estruturada e sustentada do circuito de provas em Portugal, apresentando um conceito inovador através da instalação de um FunPark, um espaço de convívio com animações direcionadas para toda a família, atletas, dirigentes e patrocinadores, que disponibiliza atividades técnicas para os desportistas, como alongamentos, diagnósticos de saúde ou massagens.

Além deste espaço, poderá consultar a plataforma online oficial- www.ligarunning.pt, um espaço aglutinador de conteúdos com o calendário das provas e informação detalhada sobre a Liga Liga Allianz Running Record onde estará disponível informação técnica para treino, saúde, alimentação e equipamentos, além de notícias da atualidade sobre Running.

Depois de Leiria a prova ruma a Setúbal, no dia 14 de abril.

* Uma festa na estrada.

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HOJE NO   
"CORREIO DA MANHÃ"

Mil estudantes portugueses 
expulsos de hotel em Espanha

Alunos que participavam em viagem de finalistas foram obrigados a voltar a casa. 
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Cerca de mil estudantes portugueses que participavam em viagens de finalistas do Secundário à estância turística de Benalmádena, no Sul de Espanha, foram expulsos do hótel onde estavam alojados. 

A situação terá a ver com comportamentos desordeiros e desacatos relacionados com o consumo de álcool. 

Ao que o CM apurou, muitos destes jovens já estão a ser encaminhados de autocarro para Portugal. Os jovens estavam a ser acompanhados por elementos da PSP que foram destacados para apoiar os colegas espanhóis no acompanhamento dos finalistas portugueses. 

Fonte da Direção Nacional da PSP confirmou ao CM os incidentes em Espanha. Metade dos estudantes foram expulsos da unidade hoteleira na sexta-feira, os restantes tiveram ordem de saída este sábado. Vão regressar a Portugal na próximas horas. 

* Lindos meninos e melhores pais.

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História e evolução
da Frente Nacional


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ESTA SEMANA NO
"O JORNAL ECONÓMICO"

Serviços e comércio de veículos
 lideram insolvências em março

Aumento mais significativo de insolvências registou-se em Lisboa, com um crescimento de 39,9% para 628 empresas, mais 179 do que em 2016.

O número de insolvências aumentou para 776 empresas em março, um crescimento de 25,8% face ao mês homólogo de 2016 enquanto o número total de empresas insolventes nos dois primeiros meses de 2017 é superior ao valor registado nos últimos dois anos, em mais de 13,4%, divulgou a Iberinform. 
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O setor dos serviços e comércio de veículos são os setores em que se registou o maior aumento do número de insolvências, com 29,8% e 23%, respetivamente.

O aumento mais significativo de insolvências registou-se em Lisboa, com um crescimento de 39,9% para 628 empresas, mais 179 do que em 2016. Também o Porto regista um valor elevado, 430 empresas, no entanto, com uma diminuição de 0,7% face a 2016.

As constituições de empresas aumentaram para 4.101 empresas em março, com um aumento de 19,9%. O maior número de constituições continua a ser nas áreas metropolitanas, Lisboa com 32,4% de representatividade e o Porto com 17,5%.

* É bom lembrar haver um número considerável de empresas destinadas à lavagem de dinheiro e que cumprido o seu papel falem. Serviços e comércio de automóveis são sectores apetecíveis para fraudes.

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ESTA SEMANA  NA 
"VISÃO"
Não ao soutien! 
Contra o preconceito 
e a sexualização das mamas

Há cada vez mais adeptas da moda de andar sem soutien. A seu favor, a ciência anui que a opção deve depender apenas do conforto – e gosto – de cada mulher

Angelina Jolie ia formosa e nada insegura ao encontro com o arcebispo de Canterbury, que no final só teve palavras bonitas – mas do que mais se falou foi de a atriz e embaixadora das Nações Unidas se ter apresentado sem soutien. A atriz já tinha ousado o feito, em setembro, durante uma visita a um campo de refugiados, mas desta vez, por ser com quem era, o caso tornou-se viral. 
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FREE THE NIPPLE
Mantendo-se longe da polémica, o arcebispo Justin Welby limitou-se a tweetar um agradecimento pela visita. 
“É um privilégio receber a enviada especial das Nações Unidas para os Refugiados”, escreveu Justin Welby. Mas assim que as imagens da conversa foram partilhadas pelo religioso, os comentários não demoraram: “Que vergonha, ela precisa de um soutien!”, repetiu-se, aqui e ali. 

Entretanto, já se reacendera o movimento Free the Nipple, nome dado pela brasileira Lina Esco ao documentário de protesto contra a proibição de fazer topless na praia, ao mesmo tempo que se reavivava a guerra contra o soutien: há três anos, uma série de mulheres, em várias zonas do mundo, vieram a público defender que os seios masculinos e femininos deviam ter o mesmo direito de exibição pública. Por cá, também já há adesões. Veja-se o manifesto que a atriz Jessica Athayde escreveu sobre o direito à exposição do corpo de uns e outros: “Porque é que o mamilo da mulher é uma ameaça e o do homem não?” Na recente ModaLisboa, o protesto subiu mesmo à passarela pela mão da estilista Micaela Sapinho, que coseu botões em forma de mamilos numas calças jardineiras.

Esta corrente começou quando uma adolescente americana, Kaitlyn Juvik, decidiu ir para a escola sem soutien e foi chamada à atenção pelo diretor. Comentou o desconforto que sentiu com os amigos, no Snapchat e, em dias, multiplicaram-se as adolescentes que, naquele verão de 2014, foram para a escola só de t-shirt. Seguiram-se mais de 7 mil fotos naquela rede. 

O regresso da moda dos anos 70 também veio ajudar a causa. Em pouco tempo, todos se lembraram da agitação de 1968, quando, durante um protesto contra os concursos da Miss America, o soutien ficou debaixo de fogo. A queima propriamente dita nunca aconteceu, mas a atitude foi incendiária: no chão, amontoaram-se espartilhos, cintas, soutiens e outros ditos instrumentos de tortura. Desde então, a peça nunca mais foi vista da mesma maneira. Hoje, entre as adeptas da nova moda contam-se as atrizes Miley Cyrus e Miranda Kerr, a cantora Rihanna e a manequim Kendal Jenner – e desta vez sem referências a soutiens queimados na praça pública. No tempo das redes sociais, o protesto contra a sexualização do peito feminino fez-se sobretudo sentir pela replicação de imagens de mamilos cuja origem é indecifrável, o que confunde os algoritmos, proibidos de publicar mamas destapadas, mas apenas as de mulheres. E, neste contexto, não há atenuante nem para tapa-mamilos (essa espécie de adesivo que evita saliências indesejadas na roupa, quando não se usa soutien...). Aliás, não demorou a que inventassem os Tata Top, ou seja, partes de cima de biquínis com mamilos desenhados. 
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FREE THE NIPPLE
Recuar um bocadinho no tempo também pode ajudar a explicar esta contestação. Inventado no início do século XX, o soutien é uma evolução do espartilho que as mulheres usavam desde os anos 1500. Inventado e patenteado por Mary Phelps Jacob em 1914, generalizou-se rapidamente com o advento da Primeira Guerra Mundial, que exigia às mulheres destreza de movimentos – mas acabou por servir tanto para aconchegar os seios como para disfarçá-los ou evidenciá-los, de acordo com os padrões de beleza de cada época.

E a saúde, senhoras?
Um dos argumentos para o uso do soutien é este ser uma necessidade para a saúde do peito – mas até isso pode ser exagerado. Essa é a opinião de Jean-Denis Rouillon, professor de medicina desportiva na Universidade Franche-Comté, em França: depois de 15 anos a analisar os seus efeitos, verificou que as voluntárias do estudo ficaram, ao contrário do que se esperava, com o peito mais forte e elevado. “Os seios fortalecem-se quando não se usa soutien porque isso obriga o músculo em volta a desenvolver-se”, defendeu, à BBC. A polémica obrigou-o a assumir que o grupo de voluntárias, só de jovens, poderia não ser representativo. Agora vai prosseguir a investigação com mulheres mais velhas.

Fernanda Águas, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, insiste que cada caso é um caso. “O soutien pode contribuir para a saúde se for adequado à mama e proporcionar conforto e bem-estar.” O que quer dizer que, se o tamanho for médio ou grande, beneficia de sustentação, para não causar alterações na coluna vertebral nem gerar dores a nível dorsal. Há ainda avisos para quem se socorre do soutien, de tamanho inadequado, para fazer o peito parecer maior. Assinale-se que o soutien não serve para evitar que o peito descaia, remata aquela médica: “A flacidez mamária tem mais a ver com o envelhecimento.”
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Ficamos a pensar que o conceito e o preconceito estão na (nossa) cabeça. 
E que, se calhar, tal como há cem anos era obsceno verem-se tornozelos, daqui a mais cem vamos olhar de outra forma para as mamas. Afinal, não incomoda ninguém ver mamilos de homens, nem despidos nem debaixo da t-shirt, pois não? E isso, pelo menos nos EUA, também era imoral – e proibido – até 1936.

As polémicas
 Os casos criados em volta 
da imagem do mamilo sucedem-se:
É só bacon - A americana Mandy Pella viu-se 
no meio da polémica ao postar 
uma imagem de uma fatia 
de bacon com uma protuberância que parecia um mamilo
Sob folhas de marijuana - A cantora sueca conhecida como Tove Lo foi mais além, ao baixar 
a blusa num concerto, deixando 
à vista as mamas decoradas com folhas de canábis
A rainha da provocação - Madonna, claro, também veio a público dizer que não percebia porque é que os mamilos eram considerados provocadores e proibitivos, mas o rabo, não.

* O pudor é o preservativo dos frustrados moralistas.

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Saatchi lança exposição sobre
 as selfies ao longo dos séculos



FONTE: EURONEWS
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ESTA SEMANA  NA  
"GERINGONÇA"

Refugiados: 
Portugal pioneiro a receber menores sem família excluídos do programa europeu

Portugal é o primeiro país da Europa a receber refugiados menores de idade não acompanhados que não são abrangidos pelo programa oficial europeu. 
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Tratam-se de crianças e jovens que fugiram de cenários de guerra e que perderam a família, chegando à Europa completamente sozinhos. Como não cumprem os requisitos do Plano Europeu, não têm para onde ir.

Através da CNIS, a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, Portugal acolheu já cinco jovens afegãos que estavam em campos de refugiados sem qualquer familiar e que, por causa da nacionalidade, não eram abrangidos pelo programa da UE de recolocação. Ana Rodrigues, do gabinete de apoio técnico da CNIS, conta que foi no terreno que deu conta desta lacuna no plano traçado pelos líderes europeus.

O dinheiro para ajudar estes menores não acompanhados foi conseguido através de uma campanha de recolha de fundos que a ONG METAdrasi levou a cabo na Grécia. Por este acolhimento não se enquadrar no programa europeu de recolocação de refugiados, houve a intermediação de autoridades judiciárias dos dois países para autorizar a saída e entrada destes menores, que ficam sob a responsabilidade do Estado português.

* Mas o que interessa esta acção aos xenófobos germano e holandês?

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HOJE NO   
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Schäuble defende Dijsselbloem
 e avisa que "já chega"

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, defendeu hoje o presidente do Eurogrupo, considerando que não viu nenhum insulto nas declarações de Jeroen Dijsselbloem e que as explicações que já foram dadas sobre o assunto foram suficientes.

"Como todos os leitores alemães do jornal, não fiquei ofendido pela entrevista. Mas sabemos que em outros países europeus, especialmente em Espanha, esta entrevista foi lida de forma diferente", afirmou Schäuble numa conferência de imprensa depois da reunião de ministro das Finanças da União Europeia (Ecofin), decorreu entre sexta-feira e hoje em La Valetta, capital de Malta.
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Recordando que Dijsselbloem já admitiu várias vezes que houve diferentes interpretações das suas palavras, Schäuble defendeu que "já houve explicações suficientes e que, a algum ponto, já chega" da discussão.

Jeroen Dijsselbloem foi alvo de críticas depois da entrevista ao jornal Frankfurter Zeitung, na qual afirmou, referindo-se aos países do Sul da Europa, que "não se pode gastar todo o dinheiro em copos e mulheres e depois pedir ajuda", o que motivou o pedido de demissão pelo Governo português.

À entrada do Eurogrupo de sexta-feira, Jeroen Dijsselbloem afirmou que não se demite e mostrou-se disponível para cumprir o mandato até ao fim, ou seja, até janeiro.

Hoje, Schäuble, que apoiou o ministro das Finanças holandês à liderança do Eurogrupo em 2015, considerou também que Dijsselbloem tem desempenhado bem o cargo.

Na sexta-feira, em Malta, o secretário de Estado das Finanças português exigiu um pedido de desculpas público ao presidente do Eurogrupo e manteve o pedido de demissão de Dijsselbloem feito pelo governo de Lisboa.

* Qual é a diferença entre Schauble e  Dijsselbloem, a cadeira de rodas?! De resto olham para as mulheres como objectos animados e bebem às escondidas. O germano que se confine ao país e entenda que a indignação dos povos do sul é um exemplo de liberdade.

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P A I X Ã O












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1210
Senso d'hoje
ROBERTO SAVIANO
JORNALISTA ITALIANO
autor do livro"GOMORRA"
"O Reino Unido é o país
mais corrupto do mundo"



O jornalista italiano, que desde a publicação do livro "Gomorra" está sob proteção policial devido a ameaças da máfia, diz que o Reino Unido utiliza territórios como Gibraltar ou Jersey para negócios menos claros: "Os grupos de defesa da transparência mostraram dados que são irrefutáveis. O Reino Unido é, sem dúvida, o país mais corrupto do mundo, não em termos políticos ou de polícia, mas de lavagem de dinheiro.

FONTE:EURONEWS

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ESCOLHAS DE SÁBADO

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COMPRE JORNAIS








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TERNURENTOS

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BOM DIA


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1-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

II-MOUNT OLYMPUS



*Quem diz que os artistas não são atletas?

 O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele. 
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.

Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista. 

Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas  'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'.  Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o sonhar, entre o sonho e a realidade.

Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado'  (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.

Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.


** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.