quarta-feira, 5 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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IV-O MAPA DA CONDIÇÃO HUMANA

 2- OCEANOS VAZIOS

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BRADELIS

LINGERIE FASHION LUXURY
NEW YORK FASHION WEEK
2017
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4-BORBOLETAS DE ZAGORSK
Um grande documentário  
sobre educação especial

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* Educadores russos ensinam crianças com deficiência auditiva e visual na cidade de Zagorsk, inspirados e baseados nas teorias do psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934).

FONTE:BBC

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HOJE  NO 
"A  BOLA"
Marco Silva é o 4.º treinador que 
mais pontos conquistou desde
 a estreia na Premier League

Marco Silva assumiu o comando do Hull City em janeiro e já conseguiu tirar a equipa da zona vermelha da classificação, fruto de um desempenho notável. É o que dizem os números.

O treinador português estreou-se na Premier League na jornada 21, vencendo o Bournemouth por 3-1.
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Foi o primeiro dos cinco triunfos já somados, aos quais de juntam dois empates — o Hull já perdeu quatro jogos no consulado de Marco —, um total de 17 pontos que tornam o treinador português no 4.º a conseguir mais pontos nos 11 jogos desde então realizados.

Só Antonio Conte (Chelsea, 23), Mauricio Pochettino (Tottenham, 23) e Ronald Koeman (Everton, 21) conseguiram fazer melhor.

Marco Silva está, neste momento, inclusivamente com melhor registo que Jurgen Klopp (Liverpool, 16) e Pep Guardiola (Manchester City, 16).

* Este é o treinador que não devia ter saído do Sporting, mas para ele foi a sorte grande.

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PAULO SIMÕES

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Dona Branca e o Zé Povinho

A solução anunciada pelo primeiro-ministro para o Novo Banco procura, em simultâneo, mostrar que este governo soube agir onde o anterior se atrapalhou, e conseguiu uma saída limpa para os contribuintes portugueses.

António Costa fez questão de ser ele próprio a dar a boa nova aos habitantes do retângulo e ilhas conexas: a venda do Novo Banco não terá “impacto direto ou indireto nas contas públicas nem novos encargos para os contribuintes”. Será a banca, através do fundo de resolução bancária, a arcar com eventuais responsabilidades futuras e nunca o Zé Povinho, o Zé que paga os impostos que os governantes têm vindo a injetar aos milhões na falida e descredibilizada banca portuguesa.

Aplaudimos e assobiamos? Marcamos a data como futuro feriado nacional? Ou tomamos o remédio agora anunciado com as devidas cautelas e suspeitosos de que possa ser um mero placebo financeiro?


A banca portuguesa está fragilizada, a maioria dos bancos teve que lançar SOS ao Estado para poder sobreviver. Correram-se riscos demasiados, inventaram-se produtos financeiros tão complexos que só mesmo quem os desenhou os compreendia; venderam-se esses e outros produtos com suporte num marketing agressivo a prometer ganhos fantásticos esquecendo-se de informar os menos conhecedores dos enormes riscos que corriam. A banca portuguesa parecia, a dada altura, uma espécie de Dona Branca legalizada e agora é o que se sabe: lesados no Banif e BES, dúvidas sobre alguns dos principais bancos portugueses, e uma imagem externa pouco positiva para o sistema bancário português. E o problema é que sem uma banca forte e ágil não há economia que sobreviva.

Contudo, essa banca forte e dinâmica não pode ser a mesma banca suspeita de práticas à Dona Branca que deixam o Zé Povinho com as algibeiras ainda mais vazias. A banca deve ser tão forte quanto transparente.

IN "AÇORIANO ORIENTAL"
03/04/17

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1192.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"


Açores vencem prémio europeu 
do sistema 112 na categoria Centros 
de Operações de Emergência

O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores(SRPCBA) venceu hoje, na Hungria, o '112 Awards 2017', prémio que distingue os melhores sistemas do número de emergência europeu.
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Para o Secretário Regional da Saúde, este prémio é o reconhecimento do sistema de gestão integrado, despacho e comunicação utilizado no arquipélago, salientando que se trata de “um grande orgulho para os Açores e para todos os Açorianos, pois com este reconhecimento sabem que podem confiar no seu sistema de emergência pela sua eficiência e qualidade”.

De acordo com nota do Gacs, o prémio foi anunciado numa cerimónia realizada em Budapeste, que contou com a presença do Presidente do SRPCBA, Carlos Neves, que representou os Açores naquele que é o evento mais importante na Europa no que respeita ao reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo número de emergência 112.

O sistema implementado nos Açores, nomeado na categoria 'Remarkable Public Safety Answering Point (PSAP) Achievement', que visa reconhecer um feito extraordinário na área das chamadas de emergência que contribua para a segurança dos cidadãos e para o progresso da segurança pública, foi considerado o melhor da Europa em 2017.

Neste evento, a EENA – European Emergency Number Association distinguiu o sistema de gestão, despacho e comunicação utilizado nos Açores pelas suas caraterísticas únicas, nomeadamente pela dispersão geográfica e pela forma como foi pensado para que o atendimento e resposta em situações de emergência sejam funcionais, mesmo com o atendimento centralizado numa única ilha.

A linha de emergência médica 112, localizada na sede do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, tem associada a Triagem Telefónica de Manchester, um sistema integrado de aconselhamento, o apoio e a gestão de evacuações médicas aéreas e marítimas, assim como a nova rede de telecomunicações, que recentemente também foi considerada um modelo e um caso de estudo internacional.

* Bravo, um grande exemplo!


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 4-MENGELE

O ANJO DA MORTE

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Josef Menguele (Günzburg, 16 de março de 1911 — Bertioga, 7 de fevereiro de 1979) foi um médico alemão que se tornou infame por ter atuado como cientista durante o regime nazi. O apelido de Mengele era Beppo, mas ele ficou conhecido como o "Anjo da Morte" do campo de concentração de Auschwitz. 

Actuou como oficial médico-chefe da principal enfermaria do campo de Birkenau, que era parte do complexo Auschwitz-Birkenau - muito embora não tenha sido o oficial médico-chefe de todo complexo Auschwitz; uma vez que acima dele na hierarquia encontravam-se os doutores Eduard Wirths e Hilario Hubrichzeinen.

No fim da Segunda Guerra Mundial Josef Mengele fugiu da Alemanha passando por alguns países, até encontrar acolhida na Argentina, onde permaneceu algum tempo até que seu companheiro Adolf Eichmann foi localizado em Buenos Aires por agentes do Mossad. 

Mengele fugiu para o Paraguai e depois para o Brasil, onde morreu em 7 de fevereiro de 1979 na cidade de Bertioga, São Paulo, sob o nome falso "Wolfgang Gerhard". Em 2015 foi realizado na Inglaterra o exame de DNA a partir de amostras doadas pelo filho de Josef Mengele, vindo a confirmar que os restos mortais enterrados no cemitério de Embu das Artes pertenciam de fato à Josef Mengele.

* WIKIPEDIA

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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Pilotagem de avião telecomandado

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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Ministra garante que alterações às penas
.de curta duração avançam ainda este mês

A ministra da Justiça disse esta quarta-feira no parlamento que as alterações ao código penal sobre penas de curta duração, nomeadamente prisão por dias livres, entrarão ainda este mês em processo legislativo. 

Foi criado um grupo de trabalho pelo Ministério da Justiça para analisar alterações à prisão por dias livres, a cumprir aos fins de semana, para combater a lotação das cadeias que já concluiu o relatório e que, ainda este mês, dará origem a uma proposta do Governo.
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"Este mês, as alterações ao código sobre penas de curta duração entrará em processo legislativo", garantiu Francisca Van Dunem numa audição na primeira comissão parlamentar de direitos liberdade e garantias. 

Questionada por deputados de vários partidos sobre as alterações ao acesso ao direito, nomeadamente nas custas judiciais, Francisca Van Dunem disse que o seu ministério está empenhado numa solução que seja exequível no próximo Orçamento do Estado. "Quanto ao acesso ao direito, estamos empenhados numa solução que seja exequível no próximo orçamento. O grupo de trabalho para fazer esta avaliação esteve a fazer a recolha de informação sobre processos e os métodos quer ao nível da Justiça quer da Segurança Social e a trabalhar na questão do financiamento", disse. 

Questionada sobre a perda de funcionários por parte da Polícia Judiciária, a ministra anunciou que está "em vias de finalização" o concurso, que começou em 2015 para a entrada de mais 120 inspetores e que um outro concurso interno para mais 100 "está dependente da autorização do ministério das finanças". 

A deputada do CDS Vânia dias da Silva questionou a ministra sobre a atividade nas redes sociais do recluso israelo-português que fugiu da prisão de Caxias, dizendo "estar perplexa" com a atitude de gozo deste cidadão e perguntando o que está a ser feito para o recapturar. 

Francisca Van Dunem lembrou que este é o único recluso que fugiu das cadeias portuguesas e que ainda não foi recapturado e que a PJ intensificou as ações. "Divulgar esta imagem a vangloriar-se em diálogo jocoso não é positivo, mas a única coisa que há a fazer é intensificar as ações de recaptura e é isso que a PJ está a fazer", disse. 

Na primeira parte da audição, a ministra da Justiça fez o ponto da situação da produção legislativa e projetos do Governo nas várias áreas da Justiça, nomeadamente lei de política criminal, alterações ao código penal sobre penas de curta duração (penas por dias livres), código civil, entre outras. 

 * Nas prisões portuguesas não se recuperam pessoas, se as penas de curta duração puderem ser "pagas" por dias livres e os detidos puderem trabalhar e modificar hábitos sociais estamos de acordo, mas  há crimes para os quais 25 anos de prisão são  insuficientes e existem na nossa básica opinião, criminosos irrecuperáveis. Esta ministra, que muito respeitamos, tem problemas sociais gravíssimos para resolver nas cadeias portuguesas.

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Boss AC
Canta Michael Jackson

You Are Not Alone

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HOJE  NO 
  "OBSERVADOR"


João Rendeiro e ex-administradores 
do BPP julgados pela terceira vez

Trata-se de um caso de abuso de confiança, fraude fiscal e branqueamento de capitais que envolve igualmente um advogado do escritório de advogados PLMJ, acusado de branqueamento.

João Rendeiro, ex-presidente do Banco Privado Português (BPP), e três ex-administradores do mesmo banco (Paulo Guichard, Salvador Fezas Vital e Fernando Lima) vão ser julgados pelos crimes de abuso de confiança, fraude fiscal e branqueamento de capitais por terem alegadamente desviado cerca de 30 milhões de euros do BPP em prémios e outro tipo de remunerações sem a aprovação dos acionistas do banco.
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A decisão da 7.ª Secção do Juízo de Instrução Criminal de Lisboa, tomada a 13 de março, contempla ainda um advogado do escritório PLMJ (João Magalhães Ramalho) que foi igualmente pronunciado para julgamento pelo crime de branqueamento de capitais. De acordo com a decisão instrutória assinada pela juíza Maria Antónia Andrade, Magalhães Ramalho terá criado e implementado um esquema de branqueamento de capitais que terá permitido a João Rendeiro e Mário Silva, um acionista de uma sociedade que detinha uma participação no BPP, ocultarem cerca de 7 milhões de euros do Fisco português. Apesar do fiscalista da PLMJ ter invocado que apenas deu conselhos profissionais a João Rendeiro e a Mário Silva, o Tribunal considerou-o à mesma como um dos alegados autores materiais do crime.

A pronúncia de um advogado por ter executado os conselhos fiscais que deu a um cliente não é muito comum mas a decisão da juíza Maria Antónia Andrade demonstra que os tribunais estão a aderir à visão que o Ministério Público e juristas como Paulo Pinto Albuquerque têm defendido sobre a eventual responsabilidade criminal dos advogados.

Contactada pelo Observador, fonte oficial da PLMJ afirmou que, “devido a este ser um caso que reporta a factos com origem cerca de 2 anos antes do Dr. João Magalhães Ramalho ter tido qualquer intervenção no assunto e aos quais este é alheio, a PLMJ aguarda o desenrolar do processo com serenidade e confiança na Justiça”. Isto é, o escritório que tem José Miguel Júdice como principal referência afirma que Ramalho é alheio aos factos principais que serão objeto do julgamento.

O Observador tentou contactar os advogados de João Rendeiro, Paulo Guichard, Fezas Vital e Mário Silva mas não recebeu qualquer resposta até à publicação desta notícia.

O processo dos prémios e remunerações não autorizadas
Tal como o Observador noticiou em janeiro e abril de 2016, este processo diz respeito à terceira acusação produzida no âmbito do chamado caso BPP pela 9.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, num despacho assinado pela procuradora Ana Margarida Santos. Estava em causa o alegado desvio de prémios e remunerações aprovadas pela Comissão de Vencimentos daquele banco mas sem que os acionistas (os donos da instituição de crédito) tivessem conhecimento. Além disso, Rendeiro e os restantes ex-administradores terão, de acordo com a acusação, utilizado fundos do banco para a concretização de investimentos pessoais.
Recorde-se que o BPP foi intervencionado pelo Banco de Portugal, tendo o Estado injetado cerca de 450 milhões de euros antes da derrocada e correspondente insolvência da instituição de crédito que tinha o private banking como principal negócio.

De acordo com a acusação da 9.ª Secção do DIAP de Lisboa, à qual o TIC de Lisboa aderiu, os arguidos terão alegadamente retirado ” da esfera patrimonial do BPP para a sua esfera pessoal” os seguintes fundos:
  • 17,1 milhões de euros em pagamento de salários e de prémios de gestão que não foram autorizados pelos acionistas ou pela Comissão de Vencimentos – o que leva o DIAP de Lisboa a considerar os mesmos como ilícitos;
  • 1,3 milhões de euros para financiar João Rendeiro (através da sociedade offshore Tagus) na aquisição de ações de empresa acionista do BPP sem que o dinheiro, segundo a acusação, tenha sido restituído ao banco;
  • 11,1 milhões de euros para financiar compra e venda de ações em que intervém a sociedade Telesis (controlada por João Rendeiro) com fundos do BPP, sem que o dinheiro, de acordo com a acusação, tenha sido devolvido ao banco.
No total, estão em causa cerca de 30 milhões de euros que não terão sido declarados ao fisco.

O caso do advogado da PLMJ
A acusação, e respetiva pronúncia, contra o advogado João Magalhães Ramalho está relacionada com a sociedade Joma Advisers Limited. Trata-se de uma acionista da Privado Holding que detinha cerca de 13,5% do capital daquela que era a holding do Grupo BPP. A Joma, por seu lado, era detida em 80,74% por João Rendeiro em nome individual e através de três sociedades offshore (a Oltar, a Sertin e a Porfine), enquanto Mário Silva detinha 19,26% em nome individual.

A 11 de setembro de 2006, a Joma distribuiu cerca de 7 milhões de euros em dividendos, por via da sua participação nos lucros da Privado Holding. Rendeiro recebeu cerca de 4,7 milhões de euros através das sociedades Oltar e Sertin, tendo a Porfine recebido cerca de 898 mil euros. Total: cerca de 5,6 milhões de euros.

Mais tarde, já em 2008, a a Joma resgatou cerca de 1,7 milhões de euros de depósitos a prazo que tinha no BPP. Cerca de 1,3 milhão de euros foram parar às contas da sociedade Oltar, controlada por Rendeiro. Tais, valores, segundo o DIAP de Lisboa, também não terão sido declarados pelo ex-banqueiro e pelo seu ex-sócio.

É precisamente em 2008 que João Magalhães Ramalho terá sido chamado a intervir, tendo alegadamente delineado um alegado planeamento fiscal e um alegado plano de simulação de vendas das ações que João Rendeiro e Mário Silva detinham em nome pessoal na Joma a duas sociedades (a Jotar e a Sertin) que eram alegadamente controladas pelos mesmos arguidos. O objetivo era evitar a tributação dos rendimentos da Joma na Irlanda — país onde a sociedade estava sediada.

No seu requerimento de abertura de instrução, onde ataca os fundamentos utilizados pelo MP, Magalhães Ramalho negou perentoriamente que tivesse delineado qualquer plano e muito menos o executasse e diz que não há nenhum documento que consubstancie a tese do MP.

A juiza Maria Antónia Andrade, contudo, não deu “credibilidade” à tese do fiscalista da PLMJ e determinou a sua sua pronúncia para julgamento, tendo citado mesmo o jurista Paulo Pinto de Albuquerque que entende que “quem auxilie direta ou indiretamente a dissimular as vantagens obtidas em resultado de uma determinada ação delituosa” estará a cometer um crime de branqueamento de capitais. Pois Pinto Albuquerque considera que as “operações de auxílio e facilitação de conversão ou transferência consubstanciam atos de cumplicidade. Portanto, são puníveis como autores os advogados, empregados bancários ou consultores financeiros que auxiliem ou facilitem a prática de branqueamento”, cita a magistrada do Juízo de Instrução Criminal de Lisboa na sua decisão instrutória.

Para que servem as offshores
De acordo com a acusação da 9.ª Secção do DIAP de Lisboa, João Rendeiro, mas também Paulo Guichard e Salvador Fezas Vital, terão tentado ocultar os fundos que alegadamente têm uma origem ilícita e que alegadamente não foram declarados ao fisco — ações às quais os restantes arguidos não estão envolvidos, segundo o tribunal de instrução criminal que analisou o caso.

Por exemplo, o ex-presidente do BPP terá ganho num negócio de venda da ações da sociedade offshore Telesis, financiado pelo BPP, cerca de 7 milhões de euros em 2007. De imediato, Rendeiro terá dado ordens ao gestor de conta que distribuísse o dinheiro da seguinte forma:
  • 1,5 milhões de euros para uma conta de João Rendeiro no BCP em Portugal, entre 30 de dezembro de 2008 e Abril de 2009;
  • 52 mil euros para a sociedade Corbes do Estado do Delaware (Estados Unidos), também detida por João Rendeiro, efectuada a 30 de março de 2009; esta sociedade detém a casa que João Rendeiro tem na Quinta Patiño;
  • 12 mil euros para uma conta na Suíça em nome da Penn Plaza, empresa do Estado do Nevada (Estados Unidos), também de Rendeiro;
  • e 2 milhões de euros para contas na Suiça e em Singapura de uma sociedade chamada Octavia International Foundation, sedeada no Panamá. Esta sociedade era detida por Rendeiro e pela sua mulher, tendo conta aberta desde 2009 no banco inglês HSBC Bank e no Credit Suisse de Singapura.
Já Paulo Guichard terá utilizado técnicas de transferências de fundos semelhantes. Em 2007, por exemplo, recebeu cerca de 1,5 milhões de euro no negócio de venda da sua parte do capital de Telesis, tendo os fundos feito uma autêntica volta ao mundo:
  • Os cerca de 1,5 milhões de euros começaram por ser depositados em 2007 numa conta do Banif Nassau, nas Bahamas;
  • Um ano depois voaram para uma conta na Union des Banques Suisses aberta em nome de Paulo Guichard;
  • Através de três transferências realizadas ao longo de 2009, os cerca de 2 milhões foram transferidos para una conta da Kesarani Holdigns aberta num banco suíço.
Salvador Fezas Vital, por seu lado, fez uma aplicação de diferente de um milhão de euros que recebeu da Joma:
  • Começou por investir o montante em obrigações do José de Mello, SGPS;
  • Em 2010 ordenou o resgate das obrigações e transferiu o montante para uma conta bancária no banco ADCB Karama Branhc, no Dubai.
* Prendam estas encomendas.
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HOJE NO    
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"
Novas obrigações para quem tem 
animais entram em vigor em maio. 
Saiba o que muda

Os animais deixam de ser "coisas" e passam a ter direitos, nomeadamente, em relação à saúde e bem estar e em caso de divórcio.

Está prestes a entrar em vigor o novo estatuto jurídico dos animais, que traz novas obrigações legais para os proprietários e também para quem se deparar com um animal perdido ou ferido. A partir de 1 de maio, os nossos “melhores amigos” passam a ser encarados como “seres sencientes” e quem não os respeitar pode pagar pesadas multas ou ir preso. 
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NÃO SÃO OBJECTO
A alteração relativa ao direito à saúde e bem-estar será a que de uma forma mais generalizada implica mudanças para quem possui animais de estimação, mas também para quem encontrar um animal na rua.

 Isto significa que, para quem os tem em casa, os animais terão de ter acesso a água, alimento e cuidados veterinários. Passando a estar incluída a possibilidade de deduzir 15% do IVA das faturas com despesas veterinárias, não há desculpa para não assegurar a proteção da saúde e bem-estar dos animais com os quais convive. Quem não o fizer pode sofrer sanções, nomeadamente pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias – a mesma aplicada a quem infligir dor, sofrimento ou maus tratos físicos a um animal de companhia.

Se causar uma lesão ao animal de companhia de outra pessoa, terá de indemnizar o proprietário ou quem tenha socorrido o animal, não só das despesas veterinárias, como também de danos morais em caso de danos permanentes, dificuldade grave ou morte do animal. Desconhecendo o dono do animal, quem o encontrar só poderá ficar com ele em caso de indícios fundamentados de maus tratos ou tendo passado um ano após a procura do proprietário, devidamente publicitado o achado e pesquisada a existência de ‘microchip’ num veterinário.

 E como a lei admite que os animais sentem dor e angústia, no caso de divórcio dos donos, o destino dos “patudos” passará a ter de constar dos documentos obrigatórios que acompanham o pedido nas Conservatórias, tal como sucede relativamente às responsabilidades parentais, em caso de mútuo consentimento, determinando a quem fica confiado o animal segundo os interesses dos cônjuges e das crianças que possam existir, bem como o bem-estar do animal.

* Os animais têm direito a protecção e cuidado, não são coisas.

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Brexit obriga a mudar 
19.000 leis no Reino Unido

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FONTE: EURONEWS


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HOJE NO
"RECORD"
WTCC:
Tiago Monteiro acredita 
na conquista de título inédito

O piloto Tiago Monteiro (Honda) confia que em 2017 pode conquistar o título de campeão do mundo de Carros de Turismo (WTCC), depois de em 2016 ter conseguido o seu melhor desempenho com o terceiro lugar.
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"Sem dúvida. É o meu objetivo. Disse o ano passado que era o meu objetivo e não era irrealista. Até bem tarde tínhamos essa possibilidade. Este ano tenho de novo essa hipótese, talvez mais. É o meu objetivo. Obviamente, nunca é fácil, senão qualquer um o conseguia. Vamos ter muitas dificuldades pelo caminho, mas é para isso que me estou a preparar e a finalizar todos os pequenos detalhes, pois vai contar tudo. Quero lutar pelo campeonato, não há duvidas", vincou.

Em declarações à agência Lusa, a dias da estreia no Mundial, esta sexta-feira, em Marrocos, o piloto portuense, que cumpre a sexta época pela Honda, e que tinha sido quinto em 2010 e 2014, considerou que 2017 "vai ser um ano aberto, competitivo, com vários pilotos capazes de ganhar provas", pelo que entende ser crucial "aproveitar todos os pontos possíveis, pois todos os momentos vão ser importantíssimos".

Tiago Monteiro, de 40 anos, vai manter o húngaro Norbert Michelisz, de 32, como companheiro, numa equipa que vê chegar o japonês Ryo Michigami, de 44.

Além de Michelisz, o antigo colega Robert Huff, da Citroën, será outro dos grandes rivais, num ano que vai ter "cinco ou seis pilotos a poder lutar pela vitória em todas as corridas".

"O Norbert está na minha equipa, com o mesmo carro que eu e é um piloto cada vez mais forte. O Robert é também um grande piloto, mas, neste caso, tem o melhor carro do pelotão. Isso é que vai ser a grande dificuldade. Podem ser os dois mais difíceis, mas não podemos descartar a Volvo, com três pilotos fantásticos", avisou.

Depois de "um dos melhores anos" da carreira, Tiago Monteiro deseja "sempre mais", motivo pelo qual teve um inverno "muito trabalhoso" para estar preparado, já que, assume, "a concorrência não ficou a dormir": "o carro a bater continua a ser o Citroen, mas a Volvo está a subir em força, cada vez mais".

"Sei o que posso fazer. Sou bastante realista. Quando sei que tenho material para lutar, digo. Se estiver motivado, como estou, e bem preparado os resultados surgem. A não ser que nossos concorrentes tenham descoberto um milagre qualquer e nos vão chatear mais do que o previsto... Deu para ver nos testes que estão fortes, mas vamos estar na luta", sublinhou.

O campeonato é composto por 10 etapas e a quinta é em Portugal, em Vila Real, de 23 a 25 de junho, numa prova que venceu em 2016.

"É excelente correr em casa. Ter a oportunidade e sorte do Campeonato do Mundo passar pelo seu país é oportunidade incrível, poucos países têm essa sorte. Adoro esse evento. Correu-me excelente o ano passado e obviamente quero voltar a brilhar. No primeiro ano foi complicado, melhorou no segundo. A ver como será no terceiro. É fantástico correr em casa. É inesquecível", frisou.

Tiago Monteiro diz ainda que o circuito de Vila Real "é um dos mais difíceis do mundo", considerando que "é preciso realmente muita confiança (no carro e equipa) e coragem" no traçado citadino que "não é normal".

O campeonato de 2017 recupera as provas de Macau e de Monza.

* Tiago Monteiro é o único piloto português que pontuou numa prova de F1. Que seja campeão é o nosso desejo.


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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS/
/MOTOR 24"
O perigo das alergias 
na condução automóvel

A primavera traz mais calor, mas também uma maior propensão para as alergias, chegando a época em que muitos dos pólenes de árvores como pinheiros, plátanos, azinheiras e carvalhos, mas também de ervas como as gramíneas, pairam no ar, podendo vir a causar fortes problemas ao nível da respiração e da visão dos seres humanos. 
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Trata-se de reações alérgicas de cariz sazonal em que as pessoas sofrem de espirros sucessivos, comichões nos olhos, sensação de nariz entupido e falta de ar, levando, em casos mais extremos, a casos de agravamento de rinite ou de situações de asma nas pessoas que padeçam desta última.

A Fundação Portuguesa do Pulmão indica, a este respeito, que a rinite alérgica "é a doença alérgica crónica mais comum, afetando cerca de um quarto da população nacional, crianças e adultos, inclusive entre os idosos", sendo mais prevalente nos grandes centros urbanos.

Percebe-se, assim, que para a prática da condução, alergias causadas pelos pólenes são também perigosas, uma vez que é necessária uma atenção total e contínua ao que se passa na estrada. 

Contudo, nem sempre tal é possível devido às condições de olhos secos, corrimento nasal abundante e, de forma frequente, dores de cabeça ligeiras a moderadas. Além disso, espirros consecutivos podem reduzir dramaticamente a atenção à estrada, retirando momentos preciosos de cuidado que podem causar acidentes.

Tanto mais que uma das soluções é a medicação e alguns desses podem ter influência sobre a prática da condução como efeito secundário (a leitura da bula dos fármacos é sempre fundamental). Antes de qualquer tentativa de automedicação, deve passar por uma consulta médica com um especialista na área de alergologia de forma a tratar convenientemente a sua condição alérgica. Para saber quando é que os pólenes estão mais ativos, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) tem no seu site boletins polínicos nos quais avalia o risco de alergias decorrentes da presença de pólenes no ar.

O interior dos carros pode-se assumir como um pequeno núcleo de refúgio para as condições de alergia, em especial nos mais modernos que contam com filtros específicos de habitáculo, que retêm muitos pólenes e poeiras exteriores. A sua ação acaba por ser importante para a manutenção da qualidade do ar no interior do veículo e algumas marcas dedicam mesmo grande atenção à qualidade do ar no habitáculo. Os filtros têm de ser substituídos mediante uma quilometragem ou quadro temporal (variável), devendo ser mudados para impedir a acumulação de partículas e bactérias. Os filtros com elementos de carbono ativo são melhores para reter gases, odores e bactérias.

* Se tem propensão para as  alergias primaveris consulte o seu médico para se  proteger e cuidado ao volante.

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QUE ARREPIO


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Rémy Métailler Taxco Downhill 
GoPro of the World January Winner


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS  
DA MADEIRA"

Pobreza infantil em Portugal 
ainda preocupa a UNICEF

A diretora executiva da UNICEF em Portugal, Madalena Marçal Grilo, disse hoje que a pobreza infantil no país ainda é a questão que mais preocupa aquela organização.

“Houve muitos progressos, mas os progressos não foram iguais para todos”, afirmou, em declarações à Lusa.

Falando em Fafe, onde hoje participou na homenagem que o evento Terra Justa prestou à UNICEF, Madalena Marçal Grilo assinalou que “a pobreza é multidimensional e às vezes está escondida”.

A pobreza, disse, “tem um impacto na vida das crianças, na realização dos seus direitos hoje, mas também no seu futuro” e “as crianças de famílias mais pobres não têm uma série de oportunidades que ajudariam a desenvolver todas as suas capacidades. Elas vão ficar em desvantagem em relação ao futuro, mas também é o país que perde”.
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A responsável falou também da “grande preocupação” de observar “um país que nem sempre tem sido capaz de aproveitar o potencial do seu capital humano, nomeadamente as suas crianças”.

A representante da UNICEF elogiou, por outro lado, o evento que está a decorrer em Fafe e assinalou o protocolo que a autarquia local celebrou com aquela organização para aderir à Rede das Cidades Amigas da Criança.

À Lusa, explicou que a adesão pressupõe um comprometimento da Câmara de Fafe com os valores da UNICEF, de reconhecimento dos direitos da criança, para além de uma cooperação entre as duas organizações.

Também em declarações à Lusa, o presidente da câmara, Raul Cunha, destacou o lado simbólico do protocolo, mas também o cariz efetivo, nomeadamente de contemplar a necessidade de trabalhar em rede com outras instituições do concelho que trabalham com as crianças.

O autarca explicou que, a partir de agora, as políticas do município para as crianças passarão a ser enviadas previamente para a UNICEF apreciar e indicar se estão de acordo com os princípios que a organização defende.

No âmbito do Terra Justa e da homenagem àquela organização das Nações Unidades, foi inaugurada hoje no Arquivo Municipal de Fafe a exposição “UNICEF para todas as crianças”.

* Não há criança no mundo que mereça ser pobre.

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HOJE NO  
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


Face Oculta: 
Advogado de Armando Vara 
vai recorrer para o Constitucional

O advogado de Armando Vara disse esta quarta-feira estar "desiludido e surpreendido" por o Tribunal da Relação do Porto manter a pena de cinco anos de prisão efectiva ao ex-ministro e, por isso, vai recorrer para o Constitucional.

"De todo não era a decisão que esperávamos, nem a decisão que consideramos adequada e correcta", reforçou Tiago Rodrigues Bastos aos jornalistas, à saída do tribunal. 
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O Tribunal da Relação do Porto confirmou esta quarta-feira a condenação do antigo ministro e ex-administrador do BCP Armando Vara por três crimes de tráfico de influência, mantendo a pena de cinco anos de prisão efectiva.

O advogado sublinhou que, apesar de ainda não ter tido acesso ao acórdão, vai actuar da forma que processualmente estiver ao seu alcance, recorrendo da decisão para o Tribunal Constitucional.

Questionado sobre se já comunicou a decisão a Armando Vara, o causídico escusou-se a responder, dizendo apenas que era uma decisão pelo qual ele não estava à espera.

"Não sei como vai reagir, não faço a mínima ideia, não é uma decisão que estivesse à espera, nem eu, nem o meu constituinte. Estou desiludido e surpreendido", sublinhou.

Tiago Rodrigues Bastos assumiu que esta situação é "complicada" para Armando Vara, mas que "está tudo em cima da mesa".

"Temos de ler o acórdão e reflectir sobre o que foi decidido", salientou.

* Estará alguma espinha de robalo espetada na garganta do  sr. advogado? Que pena.

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