quinta-feira, 30 de março de 2017

UMA (DES)GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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132-ACIDEZ

FEMININA


Você é BABACA
com
CELULAR NA MÃO

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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  TIL IT'S OVER

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Uma curta metragem realizada pelo escritor Robert Grant com música de Joe Czarnecki

on VIMEO

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LII- O UNIVERSO

2- Quando a Lua sair

da gravidade da terra

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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IV- Cidades

e soluções

1-MOBILIDADE URBANA 

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FONTE: GLOBONEWS

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FRANCISCO MENDES DA SILVA

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 A União Europeia 
andou a gastar tudo 
numa bebedeira ideológica

Custou-me partilhar a comoção que na semana passada se abateu sobre a pátria por causa das declarações do presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem.

"O holandês" (como o passámos a tratar, com aquela admiração e deferência típicas dos cosmopolitas mais sofisticados) não disse exactamente que os europeus do Sul andaram a desbaratar "em álcool e mulheres" a solidariedade dos países do Norte. E eu, que tenho reservas limitadas de indignação, não as desbarato com acusações não literais.

Além disso, admito que somos especialmente dados ao hedonismo. Os europeus do Sul são, como diz Agustina dos habitantes da Foz do Douro, "gente minuciosa no trabalho, mas não sacrificada por ele. Convivente, habitual", com "uma certa resistência ao mito da finalidade". O gosto pela boémia é uma "acusação" que prefiro devolver com bonomia mediterrânica, lembrando o contributo que o nosso caldo cultural, essa vida contemplativa e ociosa, foi dando ao longo dos séculos para que a humanidade se erguesse da barbárie.

O que não quer dizer que as declarações sejam inócuas. A metáfora do "álcool e mulheres" revela que no subconsciente de Dijsselbloem estava o preconceito corrente dos europeus do Norte sobre a falta de juízo dos vizinhos do Sul. Um preconceito que um político tem a responsabilidade de amortecer, evitando repeti-lo, explícita ou implicitamente.

O facto de esse preconceito ter por base uma certa verdade - mesmo uma verdade não desprimorosa - não melhora a situação. Se quem usa essa verdade a acha uma pedra pronta a arremessar, tal é suficiente para estarmos perante um preconceito. É o que muitos europeus do Sul fazem quando recorrem ao ascetismo protestante ou à suposta obsessão judaica com o dinheiro para criticar o espírito austeritário dos povos do Norte. Numa entrevista a Clara Ferreira Alves, na revista do Expresso, em 2013, José Sócrates, orgulhoso e triunfante, revelou que num Conselho Europeu se virou para o primeiro-ministro da Holanda e o acusou de pensar segundo um "calvinismo reles". Não duvido de que muita gente pousou a revista e se levantou em aplauso.

A desconfiança entre os povos e as subcorrentes de preconceito que as estimulam não circulam num só sentido. As diferenças civilizacionais entre os europeus não têm de se converter em manifestações de pura xenofobia, mas fazem parte da natureza da Europa.

O período traumático que a UE atravessa tem raiz num estado de embriaguez ideológica em que a "construção europeia" viveu nas últimas décadas, com a ilusão de que os europeus estavam envolvidos num sentimento de comunidade ou de que, por força de sucessivos tratados, directivas e regulamentos, esse espírito comunitário acabaria naturalmente por nascer.

Mas a solidariedade e a partilha de soberania entre países não são impulsos naturais dos europeus. E a harmonização forçada, por decreto, não cria nos povos a convicção de que estão unidos por um destino comum.

Aliás, no futuro, será cada vez mais difícil que, pela simples razão da proximidade geográfica, um português se sinta culturalmente mais próximo dos finlandeses ou dos austríacos do que dos norte-americanos ou dos brasileiros.

A UE é, também ela, uma vítima do efeito disruptivo da globalização económica, cultural e tecnológica. Assumi-lo, abstendo-se de novos saltos em frente que só sublinhariam as diferenças competitivas dos países, em vez de premiarem as suas vantagens relativas, seria uma boa forma de comemorar sessenta anos.

Sessenta anos é uma boa idade para se ganhar juízo.

* ADVOGADO

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
29/03/17

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1186.UNIÃO



EUROPEIA



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VAMOS ACABAR COM O
MAIOR ROUBO DA HISTÓRIA?

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FONTE: ONU BRASIL


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4 - ARMAS ESTRANHAS
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FONTE: CANAL HISTÓRIA
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Elvis Costello

Veronica

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PUBLICIDADE
(ASSIM É ARTE)

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Para cozer os miolos/4

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CRAZY BIKES

 FONTE: Freeze Lists


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I- GINÁSTICA ARTÍSTICA
(FEMININA)


2-MAÇAS



















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1201
Senso d'hoje
LUÍS
CORREIA TAVARES
ANALISTA ECONÓMICO
Entenda as diferenças
entre análise técnica
e análise fundamental

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* São metodologias diferentes e não se substituem. O uso complementar da análise técnica e fundamental pode, inclusive, alavancar os ganhos dos investidores. Entenda as diferenças e as vantagens de cada uma, com o analista Luís Correia Tavares.


FONTE: "O JORNAL ECONÓMICO"

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ARANHAS GIGANTES


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BOM DIA



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2-DEBATE
FORA "D'ORAS"

III- EM NOME DA FILHA

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*Manuel Luís Goucha, Elisabete Brasil (UMAR) e a autora, Carla Maia de Almeida, juntaram-se para debater o livro "Em nome da filha". Ana Brandão fez a leitura de excertos da obra.

Uma obra maioritariamente composta por testemunhos de mulheres vítimas de violência doméstica. Entrevistadas em vários pontos do país, acederam a contar as suas histórias sob anonimato, por razões compreensíveis. A essa urgência de partilha correspondeu a vontade de contribuir para a mesma causa: lutar contra um problema que não é «doméstico», mas de toda a sociedade. De todos nós, mulheres e homens.

O RETRATO:
Há mais de 20 anos, Filipa presenciou o assassinato da mãe às mãos do pai e viveu para contar a história. Hoje, tanto tempo depois, estes crimes continuam a acontecer com demasiada frequência. Ao contrário de Filipa, vamos continuar a olhar para o lado? Sabia que em mais de metade do total dos casos de violência doméstica, o grau de parentesco entre vítima e denunciado é de matrimónio, união de facto ou namoro? E que em 2015 registou‑se o mais elevado número de sempre de detenções por violência doméstica? Este é um retrato na primeira pessoa de mulheres vítimas de violência doméstica e das suas relações familiares, histórias vívidas, terríveis, com personagens de carne e osso, intercaladas por testemunhos de especialistas na matéria e enquadramentos teóricos que tentam ajudar a explicar um fenómeno que é tragicamente uma das imagens de marca do nosso país.

FONTE: ffms

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