quinta-feira, 23 de março de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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131-ACIDEZ


FEMININA


PRIMEIRA PESSOA
        que
ME NOTOU

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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DIFLUENTE

1ª PARTE
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2ª PARTE
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HOJE NO
"RECORD"


Pompa e circunstância na estreia do filme 'Eusébio a história de uma lenda' 
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O presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, o primeiro ministro, António Costa, o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, o treinador da equipa encarnada, Rui Vitória, o antigo presidente Manuel Vilarinho, o campeão olímpico Carlos Lopes, o cantor Bonga ou o antigo futebolista Rui Águas foram algumas das figuras presentes na estreia do filme 'Eusébio, a história de uma lenda', esta quinta-feira, no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa. 

Uma cerimónia cheia de pompa e circunstância.

* Todas as homenagens serão poucas.

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LII- O UNIVERSO

1- Quando a Lua sair

da gravidade da terra

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
  "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Em nove países europeus é proibido fumar no carro com crianças

Na Europa já há nove países que proíbem o fumo dentro dos carros privados quando estão crianças presentes. Portugal ainda não está nessa lista, mas pela primeira vez tirou nota positiva num estudo que avalia as restrições ao tabagismo, ficando classificado a verde num mapa de 35 países europeus.
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Os resultados da avaliação "The Tobacco Control Scale 2016 in Europe" foram divulgados esta quinta-feira, no Porto, na sétima edição da Conferência Europeia sobre Tabaco ou Saúde, organizada pela Liga Portuguesa Contra o Cancro com o alto patrocínio da Presidência da República.

Segundo o estudo, apresentado por Luk Joossens, da Associação das Ligas Europeias do Cancro, o Reino Unido, a Irlanda e a Islândia estão no topo do ranking enquanto a Áustria, a Alemanha e o Luxemburgo ocupam os piores lugares.

Portugal ficou em 15.º lugar, com 50 pontos num total de 100, subindo 11 posições face ao último ranking publicado em 2013. Esta escala é realizada desde 2005 de três em três anos e considerada um instrumento importante para encorajar os países a apertarem a luta contra o tabagismo.

Os países recebem pontos consoante a aplicação de uma série de medidas anti-tabágicas, tais como o preço dos cigarros, a proibição de fumar em locais públicos (que inclui locais de trabalho, cafés, restaurantes, transportes públicos e carros privados), a aposta em campanhas de informação ao público, a proibição da publicidade ao tabaco, as mensagens e imagens fortes nos maços e a ajuda prestada aos que querem deixar de fumar.

"É uma excelente notícia Portugal ter ficado a verde no novo ranking, mas é um verde cauteloso. Temos de continuar os esforços para não voltarmos ao vermelho", afirmou Vítor Veloso, presidente da Liga Portuguesa contra o Cancro.

Ontem, na abertura da conferência, Vítor Veloso, defendeu uma maior fiscalização do cumprimento da lei do tabaco.

Sobre o encontro, que reúne no Porto até sábado centenas de especialistas de todo o mundo, Vítor Veloso disse esperar que resulte "num esforço conjunto para se conseguir melhorar a atuação em relação às tabaqueiras, que vão sempre à frente da legislação, sempre à frente da prevenção primária, vão sempre à frente dos fumadores".

* Há pessoas que nunca compraram nada cash, por isso compram a morte em prestações suaves de cigarrinhos.

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III- Cidades

e soluções


2-As novas tecnologias 
sobre energia solar 

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FONTE: GLOBONEWS

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Madeira vai criar um roteiro para o mergulho e afundar mais três navios

A secretária regional do Ambiente e Recursos Naturais anunciou hoje a criação de um roteiro para o mergulho na Madeira, estando para o efeito projectada o afundamento de mais três navios. Susana Prada falava no decorrer da sessão de encerramento da 3.ª Conferência Europeia em Mergulho Científico, que se realizou no Funchal.
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“O mergulho tem sido alvo de uma aposta indiscutível deste Governo, que olha para esta actividade como um canal importante para o desenvolvimento turístico, seja de lazer, seja científico”, referiu a governante.

Susana Prada revelou ainda que, para além do ‘Madeirense’ e da ‘Corveta Pereira d’Eça’ (afundado em Julho do ano passado no Porto Santo), o Governo Regional conta afundar outros três navios nos mares da Madeira.

Neste momento, adiantou a governante, já está garantida junto à Marinha Portuguesa a cedência de mais três navios – duas corvetas e um patrulha – que serão afundados, desta feita, na costa sul da Madeira. “Destaco a ‘Corveta Afonso Cerqueira’ que já se encontra a sofrer trabalhos de preparação e cujo afundamento deverá ocorrer este ano no Parque Natural Marinho do Cabo Girão”, adiantou.
Os outros dois navio serão afundados no próximo ano, um na zona do Caniço e o outro entre Machico e a Ponta de São Lourenço.

“Passarão a ser quatro os recifes criados por iniciativa deste Governo com o objectivo de construir locais privilegiados para o mergulho e observação da vida marinha. É nossa aposta a criação de um circuito de spots de mergulho que promovam a nossa Região a nível internacional”, acrescentou Susana Prada.

* Novos recifes artificiais são colectores de vida.

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LUÍSA SALGUEIRO

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Mulheres sub-representadas 
na política autárquica

Os números dão que pensar: nas últimas eleições autárquicas, em 2013, o conjunto dos 308 concelhos de Portugal elegeu 23 mulheres presidentes de câmara. O número representa um pouco mais de sete por cento do total de presidentes eleitos. Se pensarmos no país apenas a norte do Mondego, o panorama é ainda mais desolador: cinco eleitas em 142 concelhos, ou seja, apenas 3,5 por cento. Nos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Guarda e Viseu não foram eleitas presidentes do sexo feminino. Nem uma. No distrito do Porto, por exemplo, há apenas uma mulher entre os dezoito presidentes camarários. Aveiro e Coimbra também só elegerem uma, Bragança, duas.

É caso para reflexão sobretudo quando se sabe que as mulheres representam, segundo o Census de 2011, mais de 52 por cento da população portuguesa. E sabe-se também que elas estão tão qualificadas quanto os homens: ainda segundo o último Census, 16,9 por cento das mulheres portuguesas com mais de vinte anos completaram o Ensino Superior; a percentagem de homens é de 12,4 por cento.

O caso da representação das mulheres na política autárquica é muito interessante, porque a paridade entre géneros parece mais difícil de atingir do que na política nacional, onde as mulheres têm vindo gradualmente a percorrer o caminho que conduz à igualdade. Nas últimas eleições para a presidência da República houve pela primeira vez duas candidatas (Maria de Lourdes Pintasilgo, em 1986, foi pioneira nessa matéria e era até 2016 a única mulher a ter-se apresentado a votos). O facto não resulta de uma casualidade, mas da tomada de consciência de que as mulheres estão igualmente capacitadas para exercer o mais alto cargo da nação. Também na Assembleia da República as mulheres representam já cerca de um terço dos deputados, embora aqui esteja muito presente a questão das quotas que impõem que as listas tenham um mínimo de um terço de candidatos de cada um dos géneros.

Ora se a questão das quotas resulta nas eleições legislativas, porque não resultará nas Autárquicas? Confesso que aguardo com muita curiosidade e interesse as próximas eleições para ver como serão compostas as listas de candidatos. A afirmação de uma sociedade mais equilibrada e justa também passa pela presença de mais mulheres na cena política local. Espero que eu e outras candidatas de diferentes partidos possamos contribuir em outubro para alterar os números com que abri este artigo. Eles devem passar rapidamente à História e escrever-se uma nova página com mais presidentes de câmara do sexo feminino.

A afirmação de uma sociedade mais equilibrada e justa também passa pela presença de mais mulheres na cena política local.

DEPUTADA DO PS

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
21/03/17


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1179.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Bloco e PCP querem pensões sem cortes antes dos 48 anos de descontos

A proposta do Governo de só acabar com as penalizações por reforma antecipada a quem tem pelo menos 48 anos de serviço (e 60 de idade) é tímida para o Bloco e PCP. Os partidos querem que mais gente seja abrangida.

As propostas do Governo para as pensões, apresentadas em traços gerais na passada quarta-feira, vão no bom sentido mas pecam pelo fraco alcance. Esta é a posição do Bloco de Esquerda (BE) e do PCP, que querem que o Governo vá mais longe e elimine as penalizações que recaem sobre as reformas antecipadas a um grupo mais vasto de pessoas com longas carreiras contributivas. 
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O pacote enunciado pelo ministro Vieira da Silva consagra um conjunto de mecanismos que, conjugados entre si, pretendem que quem tiver descontado para a Segurança Social bem mais do que 40 anos possa reformar-se antecipadamente com menos penalizações do que até aqui. E, genericamente, este princípio merece a concordância dos parceiros que sustentam António Costa. Mas não chega.

Um dos aspectos que os comunistas e bloquistas querem melhorar é, precisamente, o momento em que as pessoas se podem reformar sem penalização. Para o Governo, esse momento só chega para quem tem pelo menos 48 anos de descontos – e 60 de idade. Mas, para o Bloco, a solução continua a ser penalizadora para quem começou a fazer descontos aos 14 ou 15 anos. "É da mais elementar justiça que estas pessoas possam reformar-se pelo menos aos 60 anos sem penalização", diz ao Negócios José Soeiro, deputado do BE.

João Oliveira, do PCP, aborda o mesmo problema por outro ângulo, e lembra, a título meramente caricatural, que pode haver quem chegue aos 59 anos de idade com 49 anos de descontos, e que, mesmo assim, não poderá reformar-se por causa da linha vermelha que o Governo traçou nos 60 anos, a idade limite para qualquer reforma antecipada. Portanto, para os comunistas, mais do que fixar uma idade mínima para a reforma antecipada, ou um mesmo valor mínimo de descontos, é preciso uma fórmula que leve tudo em conta, inclusive o momento em que as pessoas iniciaram a sua carreira contributiva.

Pelo caminho, na lista de prioridades negociais dos dois partidos, fica a aspiração de que toda a gente possa reformar-se sem penalização assim que complete 40 anos de descontos.

Depois, os dois partidos acompanham a fórmula anunciada pelo Governo que põe a idade legal de reforma a baixar à medida que o tempo de descontos sobe, mas, para o Bloco é claro que o ritmo a que essa idade se reduz tem de ser superior à que resulta das majorações que estão hoje em dia em vigor, sob pena de fazerem pouca diferença. "Estamos empenhados em que a bonificação seja muito maior para que as pessoas possam reformar-se antes sem penalização", garante José Soeiro ao Negócios.

Um dos elementos-chave de todo o pacote que está a ser negociado é o valor que as penalizações por antecipar a idade da reforma vai assumir, uma informação que está rodeada de segredo. PCP e BE aplaudem o fim do factor de sustentabilidade, mas não se pronunciam para já sobre uma eventual subida das restantes penalizações (actualmente de 0,5% por cada mês que falta para chegar à idade legal). João Oliveira diz-se convencido "de que há condições para se chegar a uma solução mais justa do que o ponto de partida", e a mesma mensagem é passada pelo Bloco.

Para os bloquistas, é também ponto assente que estas regras, que agora estão a ser negociadas para os trabalhadores do privado, terão de estender-se, mais dia, menos dia, à Função Pública. Mas apenas na parte favorável, que valoriza as longas carreiras contributivas.

O que está em causa
Esta quarta-feira, o ministro Vieira da Silva levantou o véu sobre a revisão do regime de reforma antecipada. Quem tiver 48 ou mais anos de descontos poderá reformar-se sem qualquer penalização, mas desde que tenha 60 anos de idade. Quem tiver 45, 46 ou 47 anos de descontos sofrerá penalização, mas ela será inferior ao corte geral (que ainda está em aberto). E, em geral, quem tiver 41 ou mais anos de descontos, verá a sua idade legal de reforma descer à medida que os anos de desconto aumentam, o que permitirá reduzir o número de meses em que os cortes por antecipação da idade legal da reforma são aplicados.  
Adicionalmente, as penalizações que recaem sobre quem antecipa a idade da reforma serão revistas. Actualmente existem duas penalizações aplicáveis às reformas antecipadas: uma de 0,5% por cada mês que falte para a pessoa atingir a idade legal de reforma (ou 6% por cada ano) e o factor de sustentabilidade (que vai subindo com a esperança de vida e agora está nos 13,88%).

O Governo anunciou que este último corte, por via do factor de sustentabilidade, cai em definitivo, só se aplicando o primeiro. Contudo, a redução de 0,5% ao mês será revista e é este valor que ainda não se conhece e é informação essencial para avaliar quem sai prejudicado ou beneficiado com as alterações.

O que se sabe é que este segundo corte também variará com as carreiras. Nuns casos poderá ser superior aos 0,5%, para compensar a extinção do corte por via do factor de sustentabilidade, noutros casos poderá ser mais baixo (nomeadamente para quem tem hoje em dia 45, 46 ou 47 anos de idade e começou a trabalhar antes dos 16 anos, como já foi referido em cima).

As negociações entre Governo e os parceiros à esquerda prosseguem e só depois de se chegar a um acordo e de serem divulgados todos os pormenores se poderá retirar conclusões sobre ganhadores e perdedores neste processo de revisão legislativa. 

* O rei vai vergonhosamente nú! É óbvio que quem tem 48 anos de descontos tem mais de 60 anos de idade, ou no tempo do vergonhoso trabalho infantil uma criança de 12 anos já fazia descontos?


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4 MINUTOS

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"Quatro minutos de troca de olhares aproximam-nos mais do que qualquer outra coisa". A experiência, para olhar além fronteiras, que a Amnistia Internacional quer replicar mundo afora.
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FONTE: O JORNAL ECONÓMICO

* Decidimos repetir a inserção deste vídeo porque sentimos a necessidade de o replicar como se fosse um grito de alerta. A segregação é o maior veneno à face da terra.

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3 - ARMAS ESTRANHAS
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FONTE: CANAL HISTÓRIA
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HOJE  NO  
"DESTAK"


Brinquedos ligados à Internet 
podem afetar privacidade
e segurança das crianças

A privacidade e segurança das crianças e famílias pode estar em causa com a proliferação de brinquedos ligados à internet, alerta um relatório do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia, hoje divulgado. 

No documento, o Centro defende a necessidade de monitorizar e controlar a emergente “Internet dos brinquedos” e destaca como principais áreas de preocupação a segurança e a privacidade, tendo em conta que há novos brinquedos que podem gravar, armazenar e partilhar informações sobre as crianças. 
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Grande número de brinquedos conectados foram postos à venda nos últimos anos, devendo o volume de negócios deste novo segmento de mercado chegar aos 10 mil milhões de euros até 2020, contra 2,6 mil milhões em 2015. 

A “Internet dos brinquedos” surge sob diferentes formas - desde relógios inteligentes a ursos de peluche que interagem com as crianças. Estão ligados à internet e, em conjunto com outros aparelhos formam a “internet das coisas”, levando a tecnologia para a casa das pessoas como nunca antes. 

Uma equipa de cientistas do Centro e especialistas internacionais analisou as questões de segurança e privacidade e ligadas à socialização decorrentes da ascensão da “internet dos brinquedos”. E convida, no relatório, os decisores políticos, a indústria, os pais e os professores a estudar a questão em profundidade, para proporcionar uma estrutura que garanta que esses brinquedos são seguros e benéficos para as crianças. 

Na área da robótica, diz-se no documento, são cada vez mais os brinquedos robóticos ou com inteligência artificial, embora ainda se saiba pouco sobre as consequências da interação dos mais jovens com os brinquedos robóticos, sendo possível que representem uma oportunidade mas também um risco para o desenvolvimento cognitivo, socio-emocional e desenvolvimento moral e comportamental. 

Parecendo certo que podem por exemplo ajudar na aprendizagem de línguas estrangeiras, ou em casos como o autismo, pode ser também certo que podem aumentar o risco de “bolhas educacionais”, onde as crianças só recebem informação que se ajustam aos seus interesses pré-existentes, como acontece na interação dos adultos nas redes sociais. 

Outra questão levantada pelo relatório diz respeito à forma como os dados recolhidos pelos brinquedos são analisados, manipulados e armazenados, que, diz-se no documento, não é transparente e representa uma ameaça emergente para a privacidade das crianças. 

* Esta notícia deve constituir um alerta para os pais.

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ANA MOURA

FADO LOUCURA

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HOJE  NO
  "i"
África: 
Mais 116 milhões de crianças vacinadas

É uma das maiores campanhas do género alguma vez realizadas, aponta a Organização Mundial de Saúde

Mais de 116 milhões de crianças de  13 países da África Ocidental e Central vão ser vacinadas contra  poliomielite durante a próxima semana, anunciou hoje a ONU. Segundo a organização, este é mais um esforço para tentar erradicar a doença do continente. De acordo com um comunicado emitido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), esta é uma das maiores campanhas deste género alguma vez realizadas.
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O programa de vacinação é dirigido a todas as crianças com menos de cinco anos do Benim, Camarões, Chade, Costa do Marfim, Guiné-Conacri, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, República Centro-Africana, República Democrática do Congo e Serra Leoa. A equipa de saúde responsável pela iniciativa, que também contará com voluntários, é composta por 190.000 profissionais da área que “trabalharão até 12 horas por dia, deslocando-se a pé e de bicicleta, muitas vezes com uma humidade sufocante e temperaturas superiores a 40 graus centígrados”, explicam a OMS e a Unicef.
A poliomielite ­ - também conhecida como ‘paralisia’ infantil – é uma doença que continua a subsistir no continente africano. “A erradicação da poliomielite será uma vitória sem precedentes, que não só salvará todas as futuras gerações de crianças de uma doença evitável, como mostrará ao mundo o que África pode fazer quando se une com um objetivo comum”, defendeu no mesmo comunicado Marie-Pierre Poirier, diretora para a África Ocidental e Central da Unicef.

* Boa notícia, África é um continente sofredor.

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HOJE  NO
"A  BOLA"
Presidente da UEFA 
nega Superliga europeia

Alexander Ceferin, líder da UEFA, rejeitou a possibilidade de o organismo avançar para a criação de uma Superliga europeia de clubes.

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* Fica a notícia.

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BOMBA! 
FISCAL QUE DENUNCIOU  JBS
(FRIBOI, SEARA) E BRF (SADIA e
PERDIGÃO), ENTREGA TODO O ESQUEMA

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A Operação Carne Fraca deparou-se com uma série de irregularidades praticadas por frigoríficos no país, desde os empreendimentos de pequeno porte às gigantes do setor BRF e JBS.

A investigação, baseada sobretudo em grampos da PF, identificou carnes com salmonela, podres e vencidas, o uso de ácido ascórbico, uma substância cancerígena, para “maquilhar” produtos, além do uso de carne de cabeça de porco na produção de linguiças e até o suposto uso de papelão para reforçar a mistura transformada em salsicha.

Veja abaixo os maiores absurdos encontrados na operação:

Carne com salmonela
A investigação da Carne Fraca grampeou debates entre o agente de inspeção federal Carlos Cesar e o auxiliar operacional em agropecuária Carlos Augusto Goetzke, conhecido como Carlão, em que eles ponderam sobre o destino de uma carga de 18 toneladas de carne de peru infectada com salmonela, do frigorífico Souza Ramos:

Fabricar mortadela ou ração?
“Chega a causar náuseas a naturalidade com a qual ambos tratam a destinação a ser dada para a carne podre, com salmonela e altamente imprópria para consumo – colocar no digestor ou fazer mortadela”, afirmam os investigadores.
Diálogos interceptados pela PF também mostram um diretor da BRF, André Baldissera, conversando com um interlocutor identificado como Fabrício sobre a retenção de containers em Itália. Com base nos áudios, a investigação concluiu que as autoridades sanitárias da Europa haviam identificado no carregamento “traços de uma das variações da bactéria salmonela” e, por isso, havia vetado a entrada dos alimentos.

Carne podre e vencida
Numa conversa interceptada pela Polícia Federal entre Idair Piccin e Normélio Peccin, dois dos sócios do frigorífico Peccin, os empresários demonstram estar impressionados com a resiliência de uma peça de presunto podre, que quase não aparenta a condição.
- “Não tem cheiro de azedo”, garante um deles:
Normélio: - Tu viu aquele presunto que subiu ali ou não chegou a ver?Idair:
- Ah, eu não vi. Cheguei lá, mas o Ney falou que tá mais ou menos . Não tá tão ruim.
Normélio: - Não. Não tá. Fizemos um processo, até agora eu não entendo, cara, o que é que deu naquilo ali. Pra usar ele, pode usar sossegado. Não tem cheiro de azedo. Nada, nada, nada.

Conforme o apuramento da Polícia Federal, até mesmo Daniel Gonçalves Filho e Maria do Rocio, os dois líderes do esquema no Paraná, ficavam preocupados com o funcionamento o frigorífico Larissa, do empresário Paulo Sposito, tamanha era a “ausência de qualidade” em sua produção. Num diálogo com um funcionário, Sposito não se mostra surpreso com a substituição de etiquetas de validade numa carga de carnes de barriga ou com a utilização de carnes vencidas há três meses para a produção de outros alimentos. “Se é que se pode chamar de alimento algo composto por restos não mais aptos ao consumo humano”, observa a PF.

Ácido ascórbico como ‘maquilhagem’
O frigorífico Peccin, que teve duas unidades interditadas pela investigação, uma em Curitiba e outra em Jaraguá do Sul, tinha um ingrediente secreto em seus produtos. Segundo a ex-auxiliar de inspeção Daiane Marcela Maciel, a empresa promovia “maquiagem de carnes estragadas com a substância cancerígena ácido ascórbico”, truque empregado na produção de salsichas e linguiças, além de usar quantidades de carne muito menores que o indicado em seus produtos e complementá-los com outras substâncias.O Peccin também mantinha carnes sem rótulos ou refrigeração e falsificava notas de compra do produto.


FONTE: Política MENTE BR

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Líderes celebram 60.º aniversário 
já só a 27 e virados para o futuro

Os líderes europeus celebram no sábado o 60.º aniversário dos Tratados de Roma, fundadores da União Europeia, numa cerimónia na capital italiana, já sem Reino Unido, e na qual os 27 adotarão uma declaração sobre o futuro da Europa.
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A celebração ocorre num contexto particularmente difícil para a UE, que se prepara para, pela primeira vez, perder um Estado-membro, tendo lugar quatro dias antes de Londres enviar para Bruxelas a notificação de ativação do artigo 50 do Tratado de Lisboa, que desencadeará as negociações para a concretização do ‘Brexit’, um dos maiores reveses da história da União.

 O governo britânico confirmou na semana passada que a primeira-ministra britânica, Theresa May, estará ausente das cerimónias de Roma, explicando que, depois de contactos com outras capitais, “considerou-se que seria mais acertado os 27 celebrarem este aniversário como uma oportunidade para definir o futuro da UE sem o Reino Unido como membro, e todos concordaram”.

Num ano chave para a Europa face à realização de eleições em Estados-membros com “peso” – como França e Alemanha, dois dos seis países que assinaram em 25 de março de 1957 os Tratados fundadores da Comunidade Económica Europeia e da Comunidade da Energia Atómica, que dariam mais tarde lugar à UE -, o desfecho das eleições na Holanda (outro Estado-membro fundador), a 15 de março, ajudou a recuperar um pouco o ânimo no seio da UE.

Naquele que era considerado o primeiro grande “teste” à eventual escalada dos populismos na Europa – depois do triunfo do ‘Brexit’ no referendo de junho de 2016 no Reino Unido e também à luz do triunfo de Donald Trump nas presidenciais norte-americanas -, apenas 13% dos holandeses votaram no PVV de Geert Wilders (que defendia a saída da Holanda do bloco europeu), esperando a UE que tal signifique que os movimentos eurocéticos estão a perder força.

É neste contexto que os 27 chefes de Estado e de Governo comemorarão os 60 anos de projeto europeu, mas a pensar nos grandes desafios, internos e externos, que a UE enfrenta.

Os líderes europeus, entre os quais o primeiro-ministro António Costa, irão adotar a “Declaração de Roma”, ainda a ser negociada entre as 27 capitais, que definirá o caminho a seguir e as grandes prioridades para os próximos anos, isto numa altura em que a “Comissão Juncker” já lançou um “livro banco” sobre o futuro da União, a ser discutido ao longo dos próximos meses.

Por ocasião da cimeira celebrada em 10 de março em Bruxelas para preparar Roma, o primeiro-ministro, António Costa, adiantou que Portugal propôs que a Declaração refira “claramente” os temas da inovação e da defesa dos direitos humanos.

“Gostaríamos de ver tratado com maior ênfase o tema da inovação, motor essencial da economia europeia”, disse o primeiro-ministro, acrescentando que a outra referência proposta por Lisboa para ser registada na Declaração de Roma é “a defesa dos direitos humanos e a promoção da igualdade de género”.

O chefe do Governo salientou ainda a necessidade de se “aprofundar e completar a União Económica e Monetária", que considerou "uma condição essencial" para se ter uma base sólida sobre a qual se possa construir novos avanços do projeto europeu.

Celebra-se a 25 de março a assinatura, em 1957, em Roma, dos Tratados fundadores pelos dirigentes de França, Alemanha Federal, Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo. A ratificação teve lugar nos meses seguintes e entrou em vigor a 01 de janeiro de 1958.

* A utopia moribunda.

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HOJE  NO   
"CORREIO DA MANHÃ"

Comandante dos Comandos 
vai ser constituído arguido no 
caso da morte dos recrutas

O comandante da companhia de formação de Comandos em que morreram os recrutas Hugo Abreu e Dylan Araújo Silva vai ser interrogado e constituído arguido na segunda-feira pelo Ministério Público, confirmou à Lusa fonte ligada à investigação.
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Segundo a mesma fonte, além do capitão Rui Monteiro, também o tenente-coronel Mário Maia, diretor do curso e destacado em missão em Angola, será interrogado na segunda-feira, recaindo sobre este último uma queixa por insubordinação/desobediência, por não acatar ordens do general Faria Menezes, comandante das Forças Terrestres, que mandara suspender a recruta. A fonte contactada pela Lusa referiu que Mário Maia foi detido no início do inquérito, mas acabou por não ser constituído arguido. O caso que agora enfrenta prende-se com a queixa por desobediência apresentada pelo general.

A intenção de constituir como arguido o capitão Rui Monteiro resulta do facto do comandante da companhia de formação dos Comandos ter responsabilidades de supervisão do curso e "aparentemente nada ter feito", explicou a fonte. A investigação relacionada com a morte dos recrutas Hugo Abreu e Dylan Araújo Silva conta, até ao momento, com nove arguidos, devendo esse número subir após o interrogatório de segunda-feira e no decurso das diligências até conclusão do inquérito, que deverá terminar antes das férias judiciais de verão.

 O Ministério Público tenciona ainda inquirir os assistentes, designadamente os pais de Hugo Abreu, que vivem em França e que só terão possibilidades de se deslocarem a Portugal em maio. Os interrogatórios de Rui Monteiro e Mário Maia vão decorrer na segunda-feira à tarde, nas instalações do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.

As notificações do MP para interrogatório foram feitas através da Polícia Judiciária Militar, com conhecimento do Estado-Maior do Exército. A informação de que o capitão Rui Monteiro ia ser constituído arguido no inquérito do MP foi avançada pelo Observador e pelo Público, que adiantam que o comandante é suspeito da prática do crime de abuso de autoridade por ofensas à integridade física. Dois militares morreram na sequência do treino do 127.º Curso de Comandos na região de Alcochete, no distrito de Setúbal, que decorreu no dia 04 de setembro, e vários outros receberam assistência hospitalar.

Na altura, o MP emitiu mandados de detenção a sete militares, cinco oficiais e dois sargentos, no âmbito do inquérito às circunstâncias do treino. Segundo o Ministério Público, num despacho a que Lusa teve então acesso, a natureza dos crimes e a atuação dos suspeitos revelam "personalidades deformadas, (...) com vista a criar um ambiente de intimidação e de terror, bem como sofrimento físico e psicológico nos ofendidos, sujeitando-os a tratamento não compatível com a natureza humana".

Para o MP, os envolvidos tinham conhecimento que com as elevadas temperaturas que se faziam sentir e a privação de água, os instruendos não estavam em condições físicas e psíquicas de prosseguir a instrução. No entender do MP, "a atuação reiterada dos suspeitos" revela um "manifesto desprezo pelas consequências gravosas que provocam nas vítimas, tratando os instruendos como pessoas descartáveis".

* Desejamos que a culpa não morra solteira.

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