quinta-feira, 9 de março de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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129-ACIDEZ


FEMININA


Mulher abre mão das suas coisas
para agradar a terceiros


A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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O P L A N O



Um homem, deixa o trabalho, acaba com a namorada e guia ansiosamente para Las Vegas para pôr todo o dinheiro que tem no vermelho.



 O TÚNEL


A curiosidade duma menina adolescente


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HOJE  NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Quinze seguranças 
espalham terror em discotecas

Uma das vítimas do grupo perigoso ligado a uma empresa de segurança, que está a ser julgado por, durante dois anos, ter lançado o terror ao espancar clientes de estabelecimentos de diversão noturna, na região Centro, contou ontem, no Tribunal de Leiria, as agressões de que foi vítima, a murro, com uma faca e um taco de basebol, quando estava junto a um bar e depois nas urgências do hospital, tendo ficado cega de um olho. 
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FOTO ELOQUENTE
 "Os dois bateram-me forte e feio, espetaram-me uma faca no rabo e eu fui-me abaixo, só me lembro de acordar no hospital", contou Edgar Santos, adiantando que "estava na maca" quando foi agredido de novo, agora por três homens, voltando a perder os sentidos. Edgar Santos conseguiu identificar os dois seguranças que o agrediram junto ao bar Day Night, na Maceira Liz, mas já não foi capaz de dizer com clareza quem o esmurrou na cara, deixando-o cego de um olho, quando estava a ser assistido no hospital. 

"Quando abri os olhos tinha três pessoas à minha volta e ouvi um deles a dizer ‘foste tu que agrediste um dos meus homens?’, mas nem tive tempo de reagir, levei um soco no olho". 

 Noutra agressão, a vítima foi uma mulher, atingida com uma chapada na cara, e um amigo, junto ao bar Beat Club. "Foi tudo muito rápido e sem qualquer razão, completamente gratuito", contou ontem Ana Margarida ao tribunal, adiantando que estava a sair do bar quando a confusão se instalou. 

O grupo em julgamento é constituído por 15 seguranças, entre eles o proprietário da empresa Lexsegur, Paulo Miguel, e o irmão, Jonatas, que estão em prisão preventiva. Integra ainda o grupo um militar da GNR do Comando de Leiria. Estão em causa 50 crimes de ofensas à integridade física qualificada, tentativas de homicídio, coação e ameaças, entre outros. 

* Quem legislou de modo a permitir que se organizassem estes grupos de "rambos" assassinos?

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LI- O UNIVERSO

3- Em Busca do Limite do Espaço

O Universo em Expansão Infinita




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Banco de Portugal perde resolução e
.supervisão macro para nova entidade

O novo modelo de supervisão financeira, revelado por Mário Centeno, prevê criação de nova entidade independente que ficará com supervisão macro e a resolução de bancos, que estão no Banco de Portugal.

O Governo vai avançar para a criação de uma nova entidade independente para a supervisão macroprudencial — isto é, da estabilidade do sistema financeiro — e para a resolução bancária, substituindo o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros e o Conselho Nacional de Estabilidade Financeira. Na prática, esta alteração orgânica vai traduzir-se na retirada de poderes ao Banco de Portugal, que deixará de ser o responsável direto por tutelar os bancos ou veículos que resultam de resoluções bancárias, como o Novo Banco ou a Oitante (ex-Banif).

A saída das competências de resolução bancária, e posterior venda dos bancos de transição ou dos seus ativos, da esfera do Banco de Portugal já tinha sido colocada em cima da mesa no ano passado quando foi anunciada a intenção de rever o sistema de supervisão financeira, que está aliás no programa do Governo. Vai também no sentido do que já defendeu o governador, Carlos Costa e voltou a ser noticiada esta quinta-feira pelo Jornal de Negócios.
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O ministro das Finanças aproveitou o debate no Parlamento sobre regulação e supervisão financeira, agendado pelo CDS, para revelar algumas alterações previstas nas linhas gerais da reforma da supervisão financeira que foram já entregues por um grupo de trabalho liderado por Carlos Tavares, ex-presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Esta proposta será colocada em discussão pública.

Segundo Mário Centeno, esta nova “entidade deverá ser dotada de personalidade jurídica e de estatuto de independência”. O novo órgão terá na sua administração autoridades de supervisão setorial, “mas será dirigida por personalidades independentes, garantido assim em simultâneo a participação e responsabilização plena de todas as autoridades de supervisão nas matérias de prevenção do risco de sistémico, mas sendo também atribuída a esta entidade a capacidade analítica e técnica de supervisionar o conjunto do sistema”.

Esta nova entidade terá como missão “assegurar a troca vinculativa de informações e a coordenação da atuação das autoridades de supervisão”. Para o ministro, a colaboração entre as três entidades de supervisão financeira — Banco de Portugal, Instituto de Seguros de Portugal e CMVM — foi uma das fragilidades detetadas no modelo português de supervisão, como aliás foi assinalado no caso do Banco Espírito Santo. Vários desenvolvimentos e intervenções do Banco de Portugal antes da resolução não foram previamente comunicadas a outros reguladores que também tinham a missão de monitorizar o grupo BES/GES.

A mudança do modelo de supervisão financeira estava na calha desde a comissão parlamentar de inquérito ao BES, que apresentou várias recomendações nesse sentido.

Com esta alteração orgânica, entende Mário Centeno, Portugal ficará finalmente “dotado de uma autoridade de cúpula do sistema de supervisão nacional, com uma visão global dos riscos sistémicos, transversais a todo o sistema financeiro, ao seus agentes e às ameaças trazidas por novos produtos, serviços e práticas de mercado”.

O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, já tinha defendido que não era aconselhável o Banco de Portugal fosse responsável pela gestão dos ativos resultantes de resoluções, ao mesmo tempo que tem responsabilidades de supervisor para a totalidade do sistema financeiro.

António Costa, o primeiro-ministro, também já defendeu que a situação atual “coloca o BdP numa posição de dupla função que, de todo em todo, não devia ter. Porque é difícil que, com aquelas funções, possa ter a independência que necessita para cumprir a sua missão principal”.

Sem nunca falar em nomes, o ministro das Finanças apontou “falhas e deficiências” ao atual modelo ao nível do funcionamento interno, governação, método, instrumentos e coerência no relacionamento entre supervisores. Mário Centeno lembrou ainda que as alterações da supervisão bancária verificadas nos últimos anos acrescentaram camadas de competências ao supervisor da banca, sem que tenha sido realizada uma reflexão sobre o modelo de supervisão e regulação em Portugal.

CDS denuncia aquilo diz ser “processo de partidarização em curso” no Banco de Portugal
O debate sobre supervisão bancário fora pedido pelo CDS e os democratas-cristãos não perderam a oportunidade de explorar politicamente a guerra surda que se vai mantendo entre Governo e Banco de Portugal no que diz respeito aos futuros administradores do banco central. Para o partido liderado por Assunção Cristas está em curso “processo de partidarização” no Banco de Portugal.

“O Governo e os partidos que o apoiam têm tentado transformar aquilo que deve ser uma discussão de soluções numa mera controvérsia de nomes. Depois da novela das nomeações para a Caixa Geral de Depósitos, começamos agora a assistir ao folhetim das nomeações para o Banco de Portugal”, defendeu a vice-presidente do CDS e deputada Cecília Meireles.

Na abertura de uma interpelação ao Governo sobre supervisão bancária, e na presença do ministro das Finanças, Cecília Meireles declarou: “Aquilo a que assistimos nos últimos dias, e que já parece mais um processo de partidarização em curso do Banco de Portugal contará, da parte do CDS, com uma oposição firme e resoluta”.

A democrata-cristã aproveitou o debate para criticar abertamente a atuação de Vítor Constâncio, ex-governador do Banco de Portugal (2000-2010), relacionando-o com a partidarização do supervisor. “Não aceitaremos jamais um regresso ao passado – ao passado da supervisão de Vítor Constâncio”, afirmou, argumentando que essa é a supervisão que existiu “pela mão do PS, e a que o BE parece querer hoje emprestar o braço, através da nomeação do seu antigo presidente, Francisco Louçã [nomeado para o Conselho Consultivo do Banco de Portugal].

A deputada apresentou os projetos que os centristas irão formalizar, começando pela proposta de nomeação das entidades administrativas independentes, como o Banco de Portugal, pelo Presidente da República, por proposta do Governo, e com audição no parlamento.

PSD acusa Governo de estar a preparar um ataque à independência dos reguladores e dos supervisores
O debate acabou por ficar igualmente marcado pelas críticas da direita — sobretudo do PSD — àquilo que diz ser um “ataque à independência dos reguladores e dos supervisores” do sistema financeiro.

A primeira crítica veio pela voz do deputado do PSD António Leitão Amaro que levantou as “maiores reservas” sobre a autonomização do poder resolução. Em causa, argumentam os sociais-democratas, está uma eventual “captura do sistema financeiro por práticas destrutivas que já vimos no passado e não permitir que os bancos sejam meios de influência política”.

Para o PSD, alterações preparadas pelo Governo “não podem permitir uma fragmentação da ainda escassa capacidade instalada e massa critica nos reguladores nacionais” nem “causar tão elevados custos de transição que perturbariam a estabilização do sistema financeiro”.

Duarte Pacheco, também deputado do PSD, voltaria ao tema para acusar o Governo de estar a pôr em prática um plano de “subordinação política dos reguladores e supervisores” ao Executivo.

O social-democrata comentava assim as palavras de Mário Centeno que, momentos antes, em resposta a uma interpelação, tinha argumentado que existe “uma certa confusão” entre “independência” dos reguladores e a ideia de “desresponsabilização”. “O responsável pela estabilidade financeira é o Governo é o ministro das Finanças”, lembrou Centeno.

Ora, para Duarte Pacheco esta ideia do ministro das Finanças reflete uma convicção profunda que atravessa o Governo socialista: “Quer dar uma nova roupagem a uma frase com alguns anos: quem se meter com a geringonça leva. Têm de estar dependentes de nós e quem nos criticar leva”. Uma ideia, concluiu Duarte Pacheco, “altamente preocupante para o Estado democrático”.

Seguiu-se mais uma troca de acusações sobre quem de facto contribuiu para a partidarização das instituições, com referências à nomeação de Sérgio Monteiro — antigo secretário de Estado dos Transportes de Pedro Passos Coelho nomeado para representar Banco de Portugal na venda do Novo Banco — ou de Elisa Ferreira — ex-ministra socialista nomeada para administração do Banco de Portugal.

No final do debate, Mário Centeno anunciou ainda dois projetos que devem harmonizar as regras dos fundos de investimento e do financiamento colaborativo. Além disso, o Executivo socialista vai apresentar ainda iniciativas legislativas quanto ao crédito hipotecário, aos intermediários de crédito, à supervisão dos índices financeiros, à atividade de autoria e aos seguros”.

* Vem aí mais opacidade.

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II- Cidades

e soluções

2-ENERGIAS RENOVÁVEIS 




FONTE: GLOBONEWS

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Este homem cuida de crianças 
em fase terminal há 20 anos. 
"Eu sei que elas vão morrer"

Mohamed Bzeek é um herói local em Los Angeles
Foi da Líbia para os Estados Unidos da América em 1978 e desde 1987 que cuida de crianças doentes em fase terminal. Mohamed Bzeek é um herói para muita gente em Los Angeles.
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 Já enterrou dez crianças, mas isso não parece desanimar o seu intuito e o objetivo de proporcionar às crianças melhores condições de vida e, acima de tudo, amá-las.
"O essencial é amá-las como se fossem nossas. Eu sei que estão doentes, sei que vão morrer, mas faço o meu melhor como ser humano e deixo o resto para Deus", diz.
Agora com 62 anos, Bzeek, foi para os EUA para estudar no fim da década de setenta e começou a acolher crianças em 1989. Passados dois anos, experienciou a primeira morte de uma das "suas" crianças.
Foi através da sua ex-mulher, Dawn, que começou a acolher crianças. Inspirada pelos avós, Dawn começou a acolher crianças ainda antes de os dois se terem conhecido, nos anos 80.
Tornou-se bastante conhecida e era já bastante procurada por órgãos estatais para ficar com crianças com problemas. O casal decidiu focar-se em crianças que estavam em fase terminal de doença.
Continuaram mesmo quando o seu filho, Adam, nasceu em 1997, com uma doença nos ossos, Osteogénese imperfeita, e nanismo. Agora, a estudar informática na universidade, Adam aprendeu a viver com a pequena esperança de vida dos seus "irmãos". Bzeek ensinou-o a encontrar alegria em cada momento de felicidade.
A felicidade do casal não foi para sempre, por volta de 2000, Dawn começou a ficar doente e o casal acabou por se separar em 2013. Dawn acabaria por morrer um ano depois.
Mohamed Bzeek, apesar de também ser já procurado por médicos e assistentes sociais, não se considera especial.
"Não sou um herói. Não importa o que as pessoas dizem. Faço o que é suposto fazer como ser humano. Ajudar os que necessitam", afirma ao El Mundo.
De momento, cuida especialmente de uma menina de seis anos, cujo nome não pode revelar. Está cega, surda, e os braços e pernas estão paralizados. Apesar de não ouvir, Bzeek fala com ela.
"Tenho que acariciá-la porque é a única forma de ela saber que estou aqui. Procuro dar-lhe todo o carinho que posso porque é um ser humanos. Tem sentimentos. Não ouve, mas eu falo", afirma.
Viver numa casa humilde num bairro residencial de Los Angeles também não muda o seu modo de vida e nem muitos amigos e conhecidos sabem do que se passa. "Nem sequer na mesquita sabem o que faço. São coisas de que não falo. No fundo sou um tipo normal", diz.
Existe um site onde se podem fazer donativos para o reservado e modesto herói de LA, que não esquece quem já desapareceu. Visita as crianças que já morreram no cemitério a poucos quilómetros de sua casa, onde medita e "conversa" com elas.

* Uma vida encantatória, Trump seria incapaz de fazer nem 10%.

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ANA BACALHAU

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Post factum

Nunca engracei com conceitos estanques e ideias seladas. Acho sempre que tudo se pode questionar e pôr em xeque, porque é essa dúvida que deriva numa procura constante de algo que nunca terá fim, mas que vai deixando pelo caminho pequenos redutos de criação.

Eu procuro um fim, mas sei que chegando a ele baralho tudo outra vez, questiono-lhe a meta, furo-lhe as fronteiras e aí vou, lançada na busca de outros fins, alternativos, sempre. No meio de tudo isto surgem peças acabadas, ideias que geram formas e deixam obra. Esses são os meus factos. Os pontos que vou deixando pelo caminho que traço e que nunca terá fim. O caminho é alternativo, os pontos são definitivos, marcas de um tempo que encontrou o seu fim antes de procurar um recomeço.

Sempre me disseram que o pensamento criativo era muito diferente do pensamento científico. O primeiro, subjetivo, portanto, sujeito aos desmandos do ser e do querer; o segundo, objetivo, obrigado a seguir os preceitos do que é ainda antes de se saber a razão pela qual o é assim.

Acho graça a esta nova corrente de pensamento que mistura os dois, o criativo e o científico, para criar aquilo a que chama de «factos alternativos». Como se estivéssemos a criar um mundo com regras e leis naturais que se subjugassem à vontade e aos caprichos do sujeito que o observa.

É um bocadinho como quando somos crianças e temos aquelas birras de fedelhos mimados, achando que tudo se resume ao nosso desejo e subjugando a vontade dos outros à força do grito.

Ou então um golpe de génio e a criação de uma nova corrente filosófica, que engloba também um novo método científico e que, portanto, celebra o pensamento filosófico-científico, sendo a máxima maior pela qual se rege a de que se eu quero, logo existe. A vontade é a prova científica na qual os factos alternativos se apoiam. Eu construo o mundo, o mundo não se constrói a si. Muito menos o mundo se constrói sem mim.

Pensemos pausadamente sobre isto, porque Deus sabe que os seguidores desta nova corrente nunca conseguirão fazê-lo. Comecemos pela análise da foto, lembrando Woody Guthrie, um cantor muito alternativo nos idos anos 1940 e que colou na sua guitarra o seguinte facto: «This machine kills fascists» («Esta máquina mata fascistas»). Acho que foi o que ouviu dizer no Canal Panda.

IN "NOTÍCIAS MAGAZINE"
05/03/17

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1165.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO  
"RECORD"

Portugal fechou 2016 no 2.º lugar do ranking 
da Federação Internacional

A Federação de Ginástica de Portugal (FGP) fechou o ano de 2016 no 2.º lugar do ranking da Federação Internacional de Ginástica (FIG). É melhor posição alguma vez alcançada por Portugal, que foi apenas batido pela Alemanha. China, Japão ou Grã-Bretanha, apesar de todo o seu historial na modalidade, ficaram para trás.
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O ranking da FIG mede parâmetros que vão desde a eficácia administrativa, à capacidade organizativa, passando pela vertente desportiva. "O 2.º lugar atribuído a Portugal no ranking da FIG em 2016 enche-nos naturalmente de satisfação e orgulho. É o reconhecimento do trabalho desenvolvido por toda a comunidade gímnica portuguesa desde os clubes e Associações Territoriais até aos treinadores, ginastas e juízes, sem esquecer as famílias dos ginastas", sublinhou João Paulo Rocha, presidente da FGP.

No ano de 2016 assistiu-se a um crescimento da ginástica em Portugal, registando-se um total de 17.600 filiados na época desportiva 2015/2016, sendo este o maior número de filiados de sempre. E as previsões são novo aumento: até ao final de 2017 o número de praticantes das oito disciplinas tuteladas pela FGP deverá rondar os 20 mil. Além disto, no ciclo olímpico 2013-2016 os ginastas portugueses conquistaram 159 medalhas, das quais 37 foram de ouro. Igualmente os melhores resultados de sempre.

"Sendo a melhor classificação de sempre alcançada neste ranking, constitui-se simultaneamente como um estímulo para continuarmos a desenvolver a ginástica no nosso país afirmando-a além-fronteiras, mas também um forte indicador de que estamos no caminho certo. É com convicção que afirmo que se todos os agentes gímnicos continuarem a emprestar a determinação e competência ao desenvolvimento da Ginástica tal como até agora, o futuro nos trará sempre alegrias e recompensas que nos motivarão a alcançarmos patamares de excelência", salientou João Paulo Rocha.

Melhores do Mundo em Portugal
O bronze alcançado pelo par português constituído por João Martins e Carolina Dias, na Taça do Mundo de Ginástica Acrobática que decorreu no passado fim de semana na Maia, foi um excelente começo para a nova época internacional.

Este ano, Portugal será ainda palco de mais cinco grandes competições: Taça do Mundo de Ginástica Rítmica (11 a 14 de maio, em Portimão); Taça do Mundo de Aeróbica (25 a 28 de maio, em Cantanhede); Torneio Internacional de Ginástica Artística Masculina e Feminina (15 a 18 de junho, em Guimarães); Taça do Mundo de Ginástica Acrobática (8 a 10 de setembro, em Lisboa); e Taça do Mundo de Trampolins (29 de setembro a 1 de outubro, em Loulé). Eventos que irão trazer os melhores do Mundo de cada disciplina ao nosso país.

Destaque ainda para a Festa Nacional de Ginástica, o maior evento desportivo realizado em Portugal, que reúne mais de 3.400 participantes e que este ano decorre entre 30 de junho e 2 de julho. A edição deste ano contará com a participação internacional da Rússia, Eslovénia e Letónia.

* Uma só palavra, CATEGORIA.

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Razões bem humoradas para 
mulher ter carro em Portugal



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1 - ARMAS ESTRANHAS


FONTE: CANAL HISTÓRIA

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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Cáritas de Lisboa justifica 
milhões em depósitos bancários

O presidente da Cáritas Diocesana de Lisboa, José Frias Gomes, admitiu esta quinta-feira que instituição tem uma reserva financeira, explicando que esta se destina a assegurar financiamentos quando os valores dos donativos não cheguem para as necessidades.

José Frias Gomes reagia desta forma à notícia divulgada esta quinta-feira pelo Público, segundo a qual a Cáritas Diocesana de Lisboa tem, pelo menos há 10 anos, mais de dois milhões de euros em depósitos bancários, aos quais acrescem cerca de 320 mil euros investidos em obrigações.
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Segundo o jornal, instituição tem ainda imóveis contabilizados em quase 1,4 milhões de euros e averbou um lucro líquido de 119 mil euros em 2014 (131.007 em 2013).

Em declarações à agência Lusa, José Frias Gomes afirmou que essa reserva existe, mas que é de "um valor inferior", que não especificou, remetendo para o último relatório e contas da instituição, de 2015.

"Temos alguma reserva para dar apoio ao financiamento de uma instituição que não é só de dádivas", presta também "muito serviço" à comunidade, através do centro local de apoio a imigrantes, de uma escola, creche, do atendimento social e da formação.

Segundo o Público, a instituição gastou na ajuda aos pobres, em 2014, 147 mil euros, dos quais apenas 11.314 correspondem a ajudas diretas, enquanto os donativos particulares recebidos rondaram os 325 mil euros.

Para José Frias Gomes, "as coisas não podem ser expostas de uma maneira tão linear".

"Quando as pessoas nos dão um cêntimo é evidente que esse cêntimo não pode ser só revertido numa doação. Esse cêntimo ajuda-nos a suportar os serviços que prestamos porque da contratualização que temos com o Estado, quer para a creche, quer para o lar, isso rondará 40% da nossa atividade", adiantou.

Há 60% que a instituição tem de angariar através do peditório e da consignação do IRS. Este financiamento "não vem de outro lado, é o que as pessoas nos derem. Se não nos dão nós não temos".
"Daí a preocupação de termos alguma margem financeira porque não sabemos o dia de amanhã e temos responsabilidades quer para aquelas pessoas que necessitam dos nossos serviços quer para os 50 trabalhadores", sublinhou.

José Frias Gomes salientou ainda que as contas da instituição são "absolutamente escrutinados" e estão expostas no site da instituição, através dos relatórios anuais e mensais.

"Estamos certificados pela qualidade de acordo com a norma europeia 9001 de 2008 para as valências principais, nomeadamente creches, lar e atendimento social", acrescentou.

Sobre as discrepâncias dos números divulgados pelo jornal, disse que podem estar relacionados "com a leitura das rubricas contabilísticas" que o jornalista "leu ou alguém lhe leu".

O jornal noticia ainda que o Ministério Público abriu um inquérito em janeiro na sequência de denúncias que apontam para a prática do crime de burla qualificada, entre outros.

José Frias Gomes disse que tomou conhecimento deste inquérito na quarta-feira, através do jornal, e que já pediu esclarecimentos junto da Procuradoria-Geral da República.

"Neste momento, o que posso dizer é que os nossos advogados contactaram as instâncias judiciais a perguntar se existe alguma coisa e se existe se podemos ter acesso ao processo", frisou.

Contactada pela Lusa, a Cáritas Portuguesa afirmou, numa resposta escrita, que as 20 Cáritas Diocesanas existentes no país têm "autonomia jurídica, canónica e financeira, estabelecendo as suas prioridades e agindo em função delas".

As Caritas Diocesanas dependem dos "respetivos bispos, e inúmeros grupos locais que atuam em proximidade, nas paróquias e comunidades", refere a instituição católica.

* As Cáritas Diocesanas cheiram a "bispo", é um esturrozinho com finesse.

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Vera Feu e FF

O Jogo Recomeça


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HOJE NO
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS  
DA MADEIRA"

Detenções na fronteira com o México
.caíram a pique no 1.º mês
.de Trump como Presidente

A Patrulha Fronteiriça dos EUA deteve em fevereiro, o primeiro mês completo com Donald Trump como Presidente, 18.762 imigrantes indocumentados no limite sul com o México, uma descida de 26% face ao período homólogo de 2016.
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O número - que traduz uma diminuição de 40% face a janeiro - figura ainda como o valor mensal mais baixo dos últimos cinco anos, segundo os dados facultados na quarta-feira pela Patrulha Fronteiriça dos Estados Unidos.

Das 18.762 detenções, 1.922 corresponderam a menores desacompanhados.

Em comunicado, o Departamento da Segurança Nacional (DHS) considerou a descida “especialmente significativa”, dado que historicamente a tendência de detenções entre janeiro e fevereiro é de aumento entre 10% e 20%.

O DHS, do qual depende a Patrulha Fronteiriça, afirmou ainda que os ‘coyotes’ (traficantes de seres humanos) aumentaram em 130% os valores que cobram (de 3.500 para 8.000 dólares) para fazer passar imigrantes do México para os Estados Unidos.

Além das detenções, a Patrulha Fronteiriça recusou a entrada no país em fevereiro 4.808 pessoas (incluindo a 266 menores desacompanhados) nos postos de entrada da fronteira sul com o México.
Essa valor traduz uma diminuição de 56% face a janeiro.

A queda do número de detenções tem lugar depois de meses com o registo do maior fluxo migratório dos últimos anos.

As 31.575 detenções de janeiro traduziram um aumento de 32% em termos anuais homólogos, enquanto em dezembro foram 43.254 os indocumentados detidos (mais 17%), em novembro 47.211 (mais 44%) e em outubro 46.182 (mais 41%).

Para gerir esse fluxo crescente, a Patrulha Fronteiriça destacou 150 agentes adicionais na região do vale do Rio Grande (Texas) e abriu duas esquadras em Donna e Tornillo, ambas no Texas, cada uma com capacidade para acolher meio milhar de pessoas.

Além disso, Donald Trump, que tomou posse como Presidente dos Estados Unidos a 20 de janeiro, prometeu contratar 5.000 novos agentes para a Patrulha Fronteiriça e renovou a promessa da campanha eleitoral de erguer um muro ao longo de toda a fronteira.

* Vergonhoso o que se passa na fronteira entre México e USA por ser uma atitude xenófoba.

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HOJE  NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

88% dos quase 10 mil milhões que
.escaparam ao fisco são do BES

As declarações de transferências para offshores cuja informação escapou aos serviços do fisco dizem respeito a pelo menos 14 bancos, mas 88% do valor é do BES/Novo Banco.

As vinte declarações bancárias sobre transferências para offshores que não foram devidamente fiscalizadas pelo fisco dizem respeito a 14 bancos, entre instituições grandes e pequenas. 
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A informação, apurada junto de uma fonte do fisco não identificada, é avançada pelo jornal electrónico Eco, que acrescenta que 88% dos 9.733 milhões de euros que escaparam ao controlo do fisco dizem respeito ao BES e ao Novo Banco.

Na semana passada, na comissão de orçamento e Finanças, o PS já tinha ligado 80% das operações sob suspeita ao Banco Espírito Santo.

Em causa estão informações submetidas em 2014, 2015 e 2018. Nas quatro operações em causa ficaram por ler, por erro informático, 8.581 milhões de euros, um valor que corresponde 11 mil operações.

O secretário de Estado da Administração Fiscal, Rocha Andrade, bem como o seu antecessor, Paulo Núncio, e a directora-geral da Autoridade Tributária, Helena Borges  apontaram para um "erro informático" que terá impedido a correcta leitura da informação enviada pelos bancos.

* Concluindo, o DDT não deixou de ser puro veneno, com capela particular e tudo, para as devidas abluções.

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CASCAIS

O DESPORTO COMEÇA NA ATITUDE



FONTE: CANAL CASCAIS

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HOJE  NO
  "DESTAK"

BE avança com projeto de resolução
 pela demissão do governador 
do Banco de Portugal

O BE vai apresentar um projeto de resolução pedindo ao Governo o afastamento do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, anunciou hoje a deputada bloquista Mariana Mortágua. 
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"É em nome da estabilidade do sistema financeiro e é também em nome do interesse dos contribuintes lesados pela inação ou pela má ação do governador do Banco de Portugal que o BE vai apresentar na Assembleia a República um projeto de resolução para recomendar ao Governo que retire Carlos Costa do Banco de Portugal, exigindo a sua demissão", anunciou Mariana Mortágua.

A deputada e dirigente bloquista fazia uma intervenção no encerramento de uma interpelação ao Governo, da iniciativa do CDS-PP, no parlamento. 

* O cargo de Governador do BdP não pode ser governamentalizado ou parlamentarizado mas o actual ocultou dados aos deputados da comissão de inquérito ao BES, se tivesse vergonha saía pelo próprio pézinho, o poder não pode ter lugares cativos, não é democrático.

** Visionar os 3 episódios de "ASSALTO AO CASTELO" EM 03,04,05 de Março, etiqueta "PEIDANALÍTICA"


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HOJE  NO 
"i"
Bruxelas. 
Decore este nome: 
Maria João Rodrigues

Eurodeputada portuguesa surge na oitava posição de uma lista elaborada pelo jornal Politico. Para a publicação, uma das mais influentes do meio, Maria João Rodrigues é uma das deputadas "que é preciso conhecer" em Bruxelas

Maria João Rodrigues, deputada socialista no Parlamento Europeu, é um dos 40 eurodeputados mais influentes para o jornal Politico, uma das publicações mais respeitadas em Bruxelas. Na lista a eurodeputada surge logo na oitava posição, ‘encaixada’  entre David Mcallister (da Alemanha, colocado em sétimo lugar) e Sylvie Goulard, eurodeputada francesa (que o Politico pôs na nona posição). É a única deputada portuguesa que o Politico diz ser “preciso conhecer” no Parlamento Europeu.
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“Recebi com satisfação este reconhecimento”, disse Maria João Rodrigues ao i e ao SOL. A eurodeputada, de 61 anos, é apresentada pelo Politico como uma espécie de “potência intelectual”, capaz de “flutuar” em torno dos principais pontos de poder no Parlamento Europeu.

Uma descrição que encaixa no discurso de Maria João Rodrigues em reação a esta distinção. “É preciso que os portugueses continuem a marcar a agenda Europeia, como tem acontecido em vários momentos chave da construção europeia”. Uma construção que, acredita a socialista, é um processo em aberto. “Estamos a lutar para que esta União volte a ter futuro, para nós portugueses e para todos os europeus! Chegou a hora de se fazer também política europeia", considera Maria João Rodrigues.

A socialista, ministra do Emprego durante o primeiro Governo de António Guterres, já foi conselheira especial da Comissão Europeia, Conselheira Especial do Primeiro-Ministro da Presidência da União Europeia e membro dos concelhos de administração de Notre Europe e do European Policy Centre. Os corredores de Bruxelas são-lhe, portanto, familiares – desde 1997 que trabalha no Parlamento Europeu.

A lista dos 40 a ter “debaixo de olho” – encabeçada pelo eurodeputado alemão Manfred Weber – pode ser consultada aqui.

* Maria João Rodrigues é uma senhora inteligente de personalidade vincada, discreta, não tem "rabos de palha", um exemplo.


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Para cozer os miolos/1



FONTE: FUTURE HD

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HOJE  NO 
"A  BOLA"


FIFA
Medidas de imigração de Tump 
põe em risco Campeonato do 
Mundo 2026 nos EUA

Segundo Gianni Infantino, presidente da FIFA, a candidatura dos EUA a anfitrião do Campeonato do Mundo 2026 está em risco devido às medidas anti-imigração de Donald Trump.

Os EUA, que se candidataram em conjunto com México e Canadá e que eram os favoritos a serem anfitriões, podem ver agora o sonho de serem anfitriões desaparecer.
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Em causa está o muro com o México, um dos co-anfitriões, planeado pela administração Trump, assim como a proibição de viajantes de seis nacionalidades entrarem nos EUA, e o encerramento do programa de refugiados dos EUA.

«É óbvio que em competições FIFA, todos os países tenham acesso a todas as competições. Não é um Campeonato do Mundo senão estiverem todos os países qualificados».

As candidaturas iniciam-se em 2018 e o anfitrião - ou co-anfitriões- será decidido em 2020.

* No futebol não pode acontecer a xenofobia, os que têm "pisado" o risco foram punidos, o mesmo terá de acontecer à "trumpa" da administração americana.

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Grupo para avaliação do impacto
 do Acordo Ortográfico define 
calendário de trabalho

O grupo de trabalho para a avaliação do impacto da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, constituído no âmbito da comissão parlamentar da Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, decidiu ouvir diferentes organizações e perspetiva realizar um colóquio.
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Na reunião de hoje foi decidido “proceder a uma série de audições, designadamente a Associação Portuguesa de Linguística, a Associação de Professores de Português e a Sociedade Portuguesa de Autores”, disse à Lusa fonte parlamentar.

No texto da “proposta de plano de atividades”, aprovada, o grupo propõe-se “fazer o ponto de situação da aplicação que tem vindo a ser feita do Acordo Ortográfico [de 1990], avaliar o grau de concretização dos objetivos que se propunha atingir, [e] proceder às recomendações que, em conformidade, entender justificarem-se”.

Quanto às audições, o grupo determina que “privilegiar-se-á a realização de audições que permitam identificar as principais questões que se colocam relativamente ao Acordo Ortográfico, numa perspetiva cronológica (de 1988, data do ‘Anteprojeto de Bases da Ortografia Unificada da Língua Portuguesa’, até 2017)”.
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O grupo prevê também “assegurar a audiência das entidades e individualidades que apresentem solicitações nesse sentido”.

Além das audições, “será solicitada a colaboração, através de contributos escritos, de entidades e individualidades que possam contribuir para a prossecução dos objetivos” do grupo de trabalho.

“Para além das audições, das audiências e das solicitações de contributos escritos, será disponibilizada uma plataforma digital aberta à participação dos cidadãos”, afirma o grupo no mesmo documento.

No futuro o grupo afirma que “poderá promover uma ou mais reuniões técnicas de enquadramento com vista à definição, mais pormenorizada, das estratégias de desenvolvimento dos trabalhos”, e também “poderá promover a realização dum colóquio”.
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O colóquio, a realizar entre finais de abril e começos de maio, deve partir “das questões colocadas pela aplicação do Acordo Ortográfico” e deverá enquadrar "os aspetos mais gerais de defesa e valorização da Língua Portuguesa, entendida como elemento essencial do património cultural e fundamento de identidade e soberania”.

O relatório do trabalho do grupo deverá ser apresentado até 30 de junho.

O grupo é coordenado pelo social-democrata José Carlos Barros e constituído também pelos deputados Margarida Mano (PSD), Diogo Leão (PS), Jorge Campos (BE), Teresa Caeiro (CDS-PP) e Ana Mesquita (PCP).

* Nós damos já a nossa opinião: "O impacto é brutal, o acidentado 'Acordo Ortográfico' parece a parte detrás de um desastre".

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