domingo, 5 de fevereiro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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6-INDISCRIÇÕES

  LEA SEYDOUX

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VI-PEDRAS QUE FALAM
3- MOVIMENTO DE MASSAS

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A RTP Madeira produziu um excelente documentário, numa série de 12 programas, sobra a temática dos recursos naturais com incidência nos recursos geológicos, a que denominou "Pedras que falam", de autoria do Engº Geólogo João Baptista Pereira Silva.
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5-INDISCRIÇÕES

LAURA DERN

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IX -ERA UMA VEZ O ESPAÇO


1- A CASSIOPEIA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4-INDISCRIÇÕES

  ELENA ANAYA

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Toy

O salvador da vila

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O Conta-me Tudo é um espetáculo ao vivo de storytelling, apresentado por David Cristina. Semanalmente pode ouvir histórias reais de pessoas especiais, porque as melhores histórias são as que são partilhadas.

FONTE: CANAL 'Q'

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3-INDISCRIÇÕES

 JESSICA PARKER KENNEDY
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MARIA JOÃO PIRES

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O país não precisa 
de mais conhecimento?

O que o país precisa não é de mais “conhecimento”, mas sim de utilizar o conhecimento que tem.
João Miguel Tavares, Público, 27.12.2016

É um pouco estranha a afirmação. Para efeitos desta discussão desviemo-nos por um instante (e confesso que o faço contrariada) da ideia de querermos ou não cidadãos formados, independentemente da utilidade próxima e profissional dessa formação, e foquemo-nos apenas na vantagem mais tangível que a formação pode ter na dimensão económica do próprio e do país.

Se olharmos para a nossa população ativa, usando para o efeito as estatísticas do Eurostat, a afirmação do João Miguel Tavares soa logo incompreensível. Portugal era em 2015 o país em que uma maior fracção da população ativa tinha mínimos de escolaridade. Quase metade da população ativa tinha no máximo o ensino básico.
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É verdade que Portugal tem progredido muitíssimo nos últimos anos tendo caído mais de 20 pontos (de 70% da população ativa com até ao ensino básico em 2006 para 48% em 2015), mas ainda assim não esperem milagres de produtividade e competitividade enquanto a fracção de mão-de-obra muito pouco qualificada for mais do dobro da média da Zona Euro.
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Se esperarmos apenas a renovação de gerações, a convergência com a Europa demorará ainda 15 a 20 anos. Ou seja, se é verdade que alcançamos, grosso modo, a convergência no segmento etário de 18 a 24 anos, estamos longe de conseguir levar essa convergência para o conjunto da população ativa. Uma opção pode ser a inércia, esperarmos sentados que o tempo resolva este défice de qualificações, mas existe a possibilidade de ter uma atitude mais inconformista,  pro-ativa e sensata que é tentar requalificar a nossa população ativa.

Tem razão João Miguel Tavares quando refere as fracas qualificações dos nossos empresários, mas é razoável concluir que isso se decorra do nosso défice global de qualificações. Presumindo que o João Miguel Tavares afasta a hipótese de o Estado retirar a estes empresários os meios de produção, não se percebe porque o JMT recusa por exemplo que a formação de adultos e a certificação de competências sejam ferramentas para atuar sobre as qualificações da população ativa. São instrumentos bem mais concretos que as vacuidades “mais iniciativa privada” e “mais sociedade civil” adiantadas na crónica em que, ironicamente, critica o nosso “grande défice de imaginação”.
Mas existe, pelo menos, uma outra dimensão de enorme relevância. Quando se fala em conhecimento e na sua repercussão económica, fala-se também de investigação, e também aí o défice português é flagrante. Não será coincidência que os países que mais gastam em I&D sejam também os mais desenvolvidos da Europa. Portugal gasta menos de metade que países como a Suécia, Áustria, Dinamarca ou Alemanha.
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Também neste item Portugal fez um progresso que foi revertido nos anos da crise. Se de 2006 a 2009, Portugal teve um período de convergência, desde a crise que a despesa em investigação tem caído lentamente contrariando a tendência europeia de aumento progressivo. Não só estamos distantes como estamos a afastar-nos.
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Dito isto, identificar um problema não é resolvê-lo, mas talvez pudesse ter havido um foco mais interessante para a crónica do JMT que negar algo tão bem documentado e que é tão facilmente demonstrável.

IN "GERINGONÇA"
06/01/17

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1133.UNIÃO



EUROPEIA



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2-INDISCRIÇÕES

 KIM CATTRALL

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IV-DESTINO EDUCAÇÃO


2- CHILE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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XVIII-VISITA GUIADA


Casas Pintadas/1


ÉVORA - PORTUGAL

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* Viagem extraordinária pelos tesouros da História de Portugal superiormente apresentados por Paula Moura Pinheiro.
Mais uma notável produção da RTP
* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1-INDISCRIÇÕES

ASHELY

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Simone Kermes, Vivica Genaux

Se mai più saro geloso

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Johann Adolph Hasse Duet
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ESTA SEMANA NO 
"DINHEIRO VIVO"

Empresas ainda sobreendividadas

Apesar de alguns sinais positivos de que o endividamento da economia e empresas começa a regredir, estamos ainda entre os mais endividados da Europa.

O elevado endividamento da economia nacional é um dos maiores dramas do país: famílias sobreendividadas, empresas sobreendividadas, Estado sobre-endividado. O ano de 2015 registou já alguns sinais de melhoria, com a descida do endividamento médio das empresas portuguesas, o que juntamente com a redução das taxas de juro de referência, levou a uma baixa do custo da dívida para mínimos desde 2006, tendo-se fixado nos 3,7%. 
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Contudo, os números de 2015 são ainda bastante elevados e claramente acima da média europeia. Segundo alerta o Boletim Económico do Banco de Portugal, as empresas não financeiras portuguesas, têm reduzido muito lentamente o seu rácio de endividamento, de apenas quatro pontos percentuais entre o final de 2012 e o final de 2015, ano em que as empresas permaneciam num nível de endividamento de 49%. “No contexto da crise financeira global de 2008, o endividamento excessivo das empresas não financeiras foi apontado como um dos principais desequilíbrios existentes na área do euro, com particular destaque para alguns dos seus países-membros, como Portugal e Espanha”, como pode ler-se no referido relatório.

No final de 2015, o endividamento das empresas portuguesas não financeiras ascendeu a 235,5 mil milhões de euros, sendo que deste montante, cerca de 156 mil milhões de euros correspondem a Pequenas e Médias Empresas (PME) e cerca de 79 mil milhões de euros referentes a grandes empresas. Já o endividamento das empresas do setor público ascendeu a 43,6 mil milhões de euros. Segundo dados consolidados do Banco de Portugal dos últimos anos o endividamento das grandes empresas foi o que mais cresceu na última década: as PME passaram de 155,8 mil milhões de endividamento em 2007 para 155,9 mil milhões em 2015, e as grandes empresas passaram cresceram de 64,7 para 79,5 milhões. 


O top 10 de endividamento em empresas de bens elaborado pela Ignios mostra claramente que a EDP está em destaque, sendo a única empresa do Top 100 presente neste ranking. Este destaque foi devido à enorme diferença no grau de absorção do EBITDAR, bem como uma tendência para o ganho de posições no ranking global das empresas mais endividadas. Já no que diz respeito às empresas de serviços, o destaque vai para o setor dos transportes, com três empresas presentes no Top 10. 

As mais endividadas na produção de bens 

A liderar a lista das mais endividadas na categoria de bens surge a Alstom Portugal, herdeira de várias empresas portugueses integradas no grupo Alstom ao longo dos anos, através de fusões e aquisições. Após a venda do seu negócio de energia à GE, em 2014, a Alstom, com presença física em Águeda e Lisboa, focou-se inteiramente no sector dos transportes. Com um volume de negócios de 37,2 milhões de euros são sobretudo os maus rácios de endividamento remunerado sobre o EBITDAR (-8,7%), e grau de absorção de EBITDAR (-8,8%) que determinam que a Alstom seja a empresa no topo do ranking de endividamento em Portugal. 

Segue-se a EDP – Energias de Portugal S.A, do grupo EDP, o maior operador energético da Península Ibérica e o terceiro maior produtor mundial de energia eólica. Além do sector elétrico – produção, distribuição e comercialização – a EDP tem também uma presença relevante no sector do gás da Península Ibérica. Porém, e apesar de registar um crescimento de 15% no volume de negócios, atingindo quase os 3 mil milhões de euros, a EDP tem um grau de absorção do EBITDAR de -3105%, o que, juntamente com um rácio de endividamento remunerado sobre o EBITDAR de -295%, a coloca em segundo lugar nesta lista. Na terceira posição surge a Iberwind, sedeada em Oeiras, especializada na operação e manutenção dos Parques Eólicos. Esta atua em Portugal através da promoção, desenvolvimento e operação de projetos de energias renováveis, permitindo a produção de energia limpa e renovável. Registou em 2015 um volume de negócios de 47,3 milhões de euros e um EBIDTAR de 38,2 milhões, o que lhe atribui em segundo lugar do endividamento, sobretudo devido ao seu rácio de endividamento remunerado sobre o investimento, de 77,40%. 

Nos serviços, destaca-se na primeira posição a Metro do Porto, detentora de uma das maiores redes de metropolitano ligeiro da Europa. Em 2015, a Metro do Porto, conseguiu um volume de negócios de aproximadamente de 43 milhões de euros e está nesta posição porque registou um grau de absorção do EBITDAR de -1465%, e rácios de endividamento remunerado por EBITDAR e investimento de, respetivamente, -447% e de 155%. 

No segundo lugar surge a CP – Comboios de Portugal, entidade pública detida integralmente pelo Estado que registou em, em 2015, cerca 242 milhões de euros de volume de negócios. Contudo, e em linha com outras empresas do setor, apresenta um índice de endividamento significativo, aparecendo nesta posição devido, sobretudo, a um elevado rácio de endividamento remunerado sobre o investimento, que ascende a 495%. 

 Por último, no top 3, encontra-se a SDSR, Sports Division, mais conhecida como a cadeia de lojas de marca Sport Zone, a maior cadeia de lojas de desporto em Portugal Em 2015, a SDSR. obteve um volume de negócios de 197 milhões de euros com uma fatia de quase 10% deste valor relativa a exportações. Ainda assim, a SDSR tem um mau grau de absorção de EBITDAR (-609%) e um rácio de endividamento remunerado sobre o investimento (-256%), aparecendo, consequentemente, na lista das mais endividadas.

* Esta notícia permite-nos aquilatar da "elevada"(?) qualidade(?) dos nossos gestores  públicos e privados na sua grande maioria.

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ESTE MÊS NA  
  "EXAME INFORMÁTICA"

Um tecido que guarda energia. E que
. ganha o prémio de startups do UPTEC

A Escola de Startups do UPTEC deu a conhecer 17 novos projetos de negócio. O tecido que armazena energia ganhou o concurso, mas os óculos para cirurgiões e uma agregador de feeds receberam menções honrosas.

WeStoreONTEX, um projeto que pretende desenvolver tecidos capazes de armazenar energia, ganhou o concurso Pitch Day da Escola de Startups do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC), que teve lugar ontem na Faculdade de Medicina do Porto.
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Rui Costa, Clara Pereira e André Pereira (da esq. para dir.), criadores do WEStoreOnTex, venceram o prémio Best Energy Business.

Durante o pitch, os três mentores do projeto que tem vindo a ser trabalhado nos laboratórios do UPTEC mostraram um protótipo de tecido que permitiu manter em funcionamento sensores de temperatura e humidade e ainda um painel de LED.

A oitava edição do Pitch Day da Escola de Startups do UPTEC levou ao “palco” 17 startups, que tinham apresentar as respetivas ideias de negócio em 180 segundos. O WeStoreONTEX ganhou o direito à incubação do respetivo negócio no UPTEC, bem como a consultoria jurícia e um tablet Surface Pro, da Microsoft.

Além do projeto vencedor foram atribuídas três menções honrosas para as áreas criativas, tecnológica e biotecnologia. A produtora audiovisual Frame ganhou a menção honrosa dedicada para a área criativa com uma proposta de realização de vídeos institucionais em formato de ficção; na área das tecnologias, a menção honrosa foi atribuída à Oko, um agregador de fontes de notícias que apresenta previsões de sucesso; e por fim, na biotecnologia, foi a SurgeonMate distinguida por ter desenvolvido uns óculos que estão aptos a registar atos cirúrgicos.

De registar ainda que o Vodafone Power Lab selecionou dois projetos para incubação: uma plataforma que facilita a gestão de festas e que dá pelo nome de Night Out; e ainda ferramenta Vaiivem que pretende facilitar a comunicação entre professores e pais crianças.

Ao longo de oito edições, mais de 150 projetos de negócio e 450 passaram pelos quatro meses de formação da Escola de Startups do UPTEC.

No auditório da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que albergou a apresentação das ideias de negócio, compareceram mais de 350 pessoas. Mais de 50 dos espetadores seriam investidores, mas Clara Gonçalves, diretora-executiva do UPTEC, recorda que, na maioria dos casos, o objetivo principal «não é tanto angariar investimentos, mas beta testers, que possam experimentar as soluções do ponto de vista tecnológico e de negócio».

A diretora executiva do UPTEC considera que, de edição para edição da Escola de Startups, tem havido uma melhoria da qualidade e do posicionamento dos projetos face ao mercado. Pelo que a própria Escola de Startups também deverá vir a registar uma evolução nos tempos mais próximos: «Queremos ter uma dimensão maior, que passa por ter mais parceiros e chegar a mais áreas científicas e tecnológicas. Queremos apostar também em mais projetos que estejam mais próximos da fase de investigação e desenvolvimento e da produção de conhecimento. E outro dos objetivos passa por dar uma dimensão cada vez mais internacional à Escola de Startups».

* Tecnologia admirável em Portugal.

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General James "Cachorro Louco" Mattis

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ESTA SEMANA NA
  "SÁBADO"

Qual a hora mais popular para fazer sexo?

O fim-de-semana é a altura escolhida pelos britânicos e, arriscamos dizer da maioria das pessoas que trabalham durante a semana, para se divertirem no quarto.
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Segundo um estudo, realizado pela marca de produtos de higiene e de beleza Superdrug, as horas mais populares para fazer sexo é domingo às 9h00, sábado, pelas 10h30 e sábado, pelas 11h30.

"As pessoas estão mais descontraídas, têm mais tempo, e um período de ronha matinal leva muitas vezes a sexo", disse a especialista britânica em sexologia Alix Fox. Mas há o perigo da rotina. "Há um risco dos casais fazerem sexo sempre no mesmo dia, da mesma forma e as coisas podem ficar aborrecidas em vez de apaixonadas."

Desta feita, os dias menos populares recaem na segunda-feira e terça-feira de manhã. O inquérito foi feito a 2.000 britânicos e determinou ainda que a maioria prefere sexo à noite do que de manhã.  

* Qualquer hora em qualquer dia é excelente para degustar a companhia, desde que a líbido esteja em cima.

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ESTA SEMANA  NA 
"VISÃO"

O romance improvável 
das eleições francesas

Emmanuel Macron pode vir a ser o próximo presidente francês. E a história da sua vida amorosa podia dar um filme

Ele é bonito, inteligente, jovem e um poderoso candidato à presidência de França. Ela é uma professora de francês aposentada, alta, loira, avó de sete netos. São casados um com o outro e a imprensa francesa não se capa de fazer capas com os dois, invariavelmente em poses cúmplices e apaixonadas.
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A história deste amor ainda não deu um filme. Mas pode vir a dar. Sobretudo se Emmanuel Macron, que foi ministro da Economia socialista, no Governo de François Hollande, vencer a temida candidata da extrema direita, Marine Le Pen.

Macron, que se apresenta como um independente, tem vindo a subir nas sondagens - está com 20 por cento -, atraindo cada vez mais eleitores para os seus comícios e captando apoiantes tanto à esquerda como à direita.

Aos 39 anos, Macron opõe-se veementemente às políticas anti-imigração de Trump, é um europeísta convicto e um homem com uma sólida formação em Economia, músico nas horas vagas e amante da cultura. Mas não será por isso, ou apenas por isso, que a revista francesa Paris Match lhe dedicou três capas nos últimos tempos, sempre ao lado da mulher e principal conselheira Brigitte Trogneux, adorada, e por vezes ridicularizada, pela imprensa do país.

A história de amor entre os dois já vem de há muitos anos. Desde o tempo em que Emmanuel era aluno do secundário e colega do colégio jesuíta de um dos três filhos de Brigitte, na altura professora de francês e de teatro. Emmanuel era um jovem precoce que tocava piano de forma exímia e convenceu Brigitte a ajudá-lo a escrever uma peça de teatro. Para isso, o casal encontravam-se todas as semanas, à sexta-feira. E terá sido aí que nasceu o amor. Emmanuel tinha 16 anos, Brigitte 41. "Escrever juntos aproximou-nos muito", revelou a professora reformada à Paris Match.

Assustados com a relação, os pais do atual candidato levaram-no a mudar-se de Amiens para Paris. Ele obedeceu, mas terá garantido a Brigitte que voltaria, para casar com ela. O casal manteve a ligação, em longas conversas telefónicas. Até que a mulher do candidato acabou por ceder: divorciou-se do pai dos três filhos e foi para Paris, dar aulas. "Na altura pensei: se não fizer isso, vou-me arrenpender para sempre", confessou.

Brigitte e Emmanuel casaram-se em 2007 e na cerimónica o ex-Ministro da Economia fez questão de agradecer aos filhos da mulher a compreensão e forma generosa como o aceitaram na família. A relação com os sete netos "emprestados" também parece ser bastante natural.

Murmura-se à boca pequena, e à boca grande também, que Emmanuel Macron será homossexual, logo o casamento não é mais do que uma fachada. O que o próprio já veio a público negar de forme veemente.

Romance à parte, é bom fixar este nome, e esta cara. Macron é a melhor hipótese de a França, e a Europa, se manter contra as assustadoras políticas xenófobas encabeçadas por Trump e Le Pen.

* Para bem da França.

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JAPÃO

CONCURSO TELEVISIVO 

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ESTA SEMANA NO 
"SOL"

EUA. 
Justiça rejeita recurso de Trump para
.repor veto nas entradas de cidadãos

A suspensão da ordem de Donald Trump mantém-se.

A justiça norte-americana rejeitou o recurso da administração de Trump que pedia a reposição do veto à entrada no país de cidadãos de sete países de maioria muçulmana.
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A administração Trump tem agora até segunda-feira para apresentar mais argumentos em defesa do recurso.

Recorde-se que o Presidente norte-americano apresentou um decreto que impedia que cidadãos de sete países de maioria muçulmana entrassem nos EUA. Decreto, esse, que foi bloqueado pela justiça norte-americana.

* A justiça americana a defender os valores humanitários da democracia.

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Pato Assado com Laranja

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De: Saborintenso
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HOJE NO 
"EXPRESSO"

Ministra sueca parodia Donald Trump

A ministra sueca Isabella Lövin twitou uma fotografia sua a assinar um decreto, com uma fileira de mulheres por trás. Sim, parece Donald Trump numa das suas dezenas de assinaturas de novas leis...

A ministra sueca para a Cooperação e o Desenvolvimento Internacional, Isabella Lovin, publicou uma fotografia sua a assinar uma lei sobre o clima, com uma fileira de mulheres por trás, na rede social Twitter.
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Tanto a escolha da rede social para publicação de comentários políticos como o "setting" da fotografia nos remetem de imediato para Donald Trump e as múltiplas fotografias na Casa Branca a assinar decretos-lei, com legiões masculinas por trás (e Kellyanne Conway, a autora dos "factos alternativos"). A Suécia é pioneira nas questões dos direitos da mulheres e da igualdade entre sexos, sendo praticamente paritários no mundo empresarial e político. "Somos um governo feminista, como mostra a fotografia", pode ler-se com a imagem. "No fim de contas, cabe ao observador interpretar a foto", escreve Lövin.

Na imagem, a ministra assina uma lei que coloca como objetivo à Suécia tornar as emissões de carbono neutras até 2045. Nos antípodas desta posição estão os EUA de Trump, que chamou "embuste" às alterações climáticas, que é favorável às energias do carvão, do petróleo e combustíveis fósseis, e que ameaçou abandonar o acordo de Paris de 2015.

"Existe uma exigência global para liderança em relação ao clima", alerta Isabella Lovin, "agora que os EUA já não estão lá para exercer esse papel", acrescentou. A ministra sueca incentiva desta forma os outros países da Europa a assumirem essa liderança a nível global.

* Grande senhora.

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NATUREZA
E ESPAÇO 
John Poppleton 













John Poppleton  usa uma fonte de luz UV invisível, uma luz negra e tintas UV reactivas para criar o efeito desejado.

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1149
Senso d'hoje
KEILA SIMPSON
TRAVESTI
PROSTITUTA
"Ninguém chora quando vê
uma travesti morta,
a não ser nós mesmas"

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FONTE: PENSADOR INDEPENDENTE

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ESCOLHAS DE DOMINGO

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COMPRE JORNAIS 

E REVISTAS









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PORQUE SOMOS

UMA GRAÇA

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