terça-feira, 24 de janeiro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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10-ULTRA FLEX
MUZAI
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GRANDES LIVROS/32

AUTORES DO MUNDO


2- O Senhor das Moscas

William Golding

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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 HOJE  NO
"OBSERVADOR"

Antigo tradutor do hebraico original diz
.que “a Bíblia não fala de Deus”

Mauro Biglino, antigo tradutor das Edizioni San Paolo (uma das mais importantes editoras católicas), traduziu durante anos escritos originais da Bíblia. Agora afirma que o livro não fala sobre Deus.

Mauro Biglino trabalhou durante anos no Vaticano como tradutor de hebraico antigo para as Edizioni San Paolo, uma das mais importantes editoras católicas do mundo, que edita a Bíblia e outros livros católicos em todo o mundo, incluindo em Portugal (Editora Paulus). Era responsável pela tradução dos escritos originais da Bíblia, em hebraico, para a publicação em italiano pela editora pertencente à Sociedade de São Paulo, congregação fundada em 1914 pelo Beato Giacomo Alberione. Trinta anos depois de ter começado o seu trabalho como tradutor, publicou “A Bíblia não é um Livro Sagrado” (Livros Horizonte), obra polémica em que assegura: “A Bíblia não é aquilo que habitualmente se diz. Conta uma outra história, não se ocupa de Deus”.
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Ao Observador, Biglino afirma que “não há qualquer referência a Deus nos textos da Bíblia. Há, sim, a um coletivo, chamado Elohim, e a um deles em particular, chamado Yaveh“. A dada altura, explica o autor, “as traduções foram sendo adulteradas e foram convertendo Yaveh num Deus único e todo poderoso”. E acrescenta: “Em hebraico nem sequer há nenhuma palavra que signifique Deus”. No seu livro, Mauro Biglino detalha o percurso das traduções oficiais da Bíblia, acusando a Igreja Católica de ter adulterado as traduções “para inventar o monoteísmo”.

Biglino, que nasceu em 1950 na cidade italiana de Turim, aprendeu hebraico na comunidade hebraica de Turim. Mais tarde, a editora do Vaticano apercebeu-se dos trabalhos de tradução de Biglino, reconheceu o seu rigor e convidou-o para colaborar. “Além disso, perceberam que eu também conhecia latim e grego, línguas essenciais para entender o contexto dos textos bíblicos”, acrescenta.
“Em 2010, comecei a escrever um livro em que denunciava algumas das contradições que estava a encontrar nas minhas traduções dos textos bíblicos, e desde esse momento, a colaboração foi interrompida, acabaram o meu contrato de trabalho”, lembra. Biglino acrescenta que compreende “perfeitamente” a decisão da editora, uma vez que se tornou “inviável” estar ao serviço da editora e obter conclusões tão distintas.

Quando deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo, Biglino publicou livros em que apresentou traduções literais, palavra por palavra, de vários textos bíblicos, que foram usados por historiadores para identificar imprecisões. Nesses livros, que mostravam lado a lado as palavras italianas e hebraicas, Biglino argumenta que a Bíblia contém diversas imprecisões facilmente demonstráveis. “É por isso que os críticos discordam das minhas conclusões mas não põem em causa o rigor das traduções”, sublinha.

“Quando eu digo que a Bíblia não fala de Deus, não digo que Deus não existe, porque não o sei. Digo apenas que a Bíblia não fala de Deus”, destaca, acrescentando que, no seu entender, “não se sabe nada sobre Deus”. Por isso, sublinha, “como Deus me é absolutamente desconhecido, não posso acreditar nele”. Mauro Biglino afirma ainda que não é o único a discordar das traduções oficiais da Bíblia, mas acrescenta que “não há muitos que tenham a coragem de divulgar as suas conclusões”.
Para o antigo tradutor, o seu trabalho pode mesmo ter influência nas futuras traduções da Bíblia, avançando que já se sentem alguns efeitos. “A profecia de Isaías, por exemplo, dizia que «a Virgem irá conceber e dará à luz um Filho», mas as bíblias alemãs, depois da aprovação da Conferência Episcopal, já não dizem isso. Já dizem que «a Virgem vai conceber», que é o que verdadeiramente lá está escrito”, destaca Mauro.

Contactada pelo Observador, a editora italiana confirmou que Mauro Biglino já deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo “há muitos anos”, pelo que recusou comentar o trabalho atual do tradutor.

* A bíblia é uma colectânea de fábulas de onde se retiram as as mais prodigiosas inverdades.

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VI-O ENCANTO DO
AZUL PROFUNDO


1 - América do Norte


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HOJE
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Crianças e adolescentes transexuais
 vão poder usar na escola nome 
que escolherem

As crianças e adolescentes transexuais vão poder escolher, para usar na escola, o nome com que se identificam, independentemente da mudança no Registo Civil só poder ser feita a partir dos 16 anos, disse hoje o ministro-Adjunto.

A medida faz parte da iniciativa legislativa do atual Governo de alteração à Lei de Identidade de Género, levada a cabo pelo gabinete do ministro-Adjunto, Eduardo Cabrita.
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A ser ouvido na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na Assembleia da República, o ministro Eduardo Cabrita adiantou que as alterações à Lei de Identidade de Género vão incluir medidas especificas para o período de vida das crianças até aos 16 anos, altura a partir da qual pode haver mudança de nome no Registo Civil.

De acordo com o ministro, vai estar previsto o "reconhecimento ao direito de identificação com um género diferente daquele que está no registo civil em contexto escolar", ou seja, vai ser permitido que as crianças ou adolescentes escolham e possam usar na escola o nome com o qual se identificam.

Eduardo Cabrita adiantou que será feito um trabalho com a comunidade educativa para que a opção da criança seja devidamente acompanhada e reconhecida, "mesmo quando não há alteração jurídica", mas há uma situação de transexualidade que é reconhecida pela família e pela criança ou adolescente em causa.

Por outro lado, Eduardo Cabrita revelou que passarão a ser proibidas à nascença as cirurgias de determinação de sexo, no caso em que os órgãos genitais externos ou internos não estão claramente definidos, intervenções que o ministro classificou de "atentatórias dos direitos fundamentais".

Disse, por outro lado, que serão criados protocolos médicos que permitam intervir e limitar a realização destas cirurgias apenas em circunstâncias "em que exista um bem fundamental que lhe sobreponha, designadamente a salvaguarda da vida do recém-nascido ou da criança intervencionada".
"Estabelecendo como padrão a impossibilidade de intervenção", sublinhou.

O ministro-Adjunto disse também que a iniciativa legislativa incluirá igualmente uma mudança nas regras que permitem a alteração no registo civil dos mecanismos de reconhecimento das situações de transexualidade.

Acrescentou que espera que durante o mês de fevereiro a iniciativa legislativa dê entrada na Assembleia da República.

* Mais humanidade, precisa-se.

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 III- VIAGENS
 DE DESCOBERTA
 2- REI DO GELO
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HOJE  NO
"RECORD"

Isinbayeva critica delatores que 
acusam atletas russos de se doparem

Yelena Isinbayeva, duas vezes campeã olímpica do salto com vara, criticou esta terça feira os atletas que participaram no novo documentário emitido pela televisão alemã, que denuncia a existência de um sistema de dopagem com apoio estatal no desporto russo.
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"Por que motivo os delatores não contactam as autoridades em vez de filmarem material com uma câmara oculta para depois venderem as imagens? Por que não se dirigem ao Ministério do Desporto ou à agência antidopagem para denunciar as violações [ao código antidopagem]?", escreveu a recordista mundial do salto com vara na sua conta no Instagram.

Isinbayeva, que preside ao conselho de supervisão da Agência Antidopagem da Rússia (RUSADA), questiona ainda o porquê de o desporto russo enfrentar novamente "acusações coletivas" sobre a sua limpeza, "sem qualquer prova".

"Estou contra a dopagem, contra aquelas pessoas que violam as regras antidopagem, mas também estou contra aqueles que sem provas ou motivo (...) põem em causa a existência de um desporto limpo e de desportistas limpos na Rússia", acrescentou.

A russa criticou ainda o facto de desportistas honestos serem denegridos "exatamente por aqueles atletas que fracassaram no desporto" e que pretendem ganhar dinheiro com denúncias infundadas.

Isinbayeva, que se viu privada de luta pela sua quarta medalha olímpica no Rio2016 (foi campeã olímpica em Atenas2004 e Pequim2008 e bronze em Londres2012) devido à exclusão da totalidade da equipa de atletismo dos Jogos Olímpicos, recordou que ela nunca recorreu a autorizações de uso terapêutico, ao contrário do que aconteceu com outros atletas 'ocidentais'.

"Para nós, a nossa saúde e a nossa reputação são mais importantes do que 'medalhas sujas'", concluiu.

No novo documentário, emitido pela televisão alemã no domingo, o desconhecido meio-fundista russo Andréi Dmitriev denuncia que muitos treinadores suspensos por estarem implicados no sistema de dopagem continuam a trabalhar secretamente com a federação russa.

Dmitriev revela ainda que entre 70 a 80 por cento dos atletas russos consomem substâncias proibidas.

A Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) prorrogou a 01 de dezembro a suspensão da federação russa por conivência com a dopagem, abrindo, no entanto, uma exceção para que os atletas russos possam competir como neutros.

* Não acreditamos que Isinbayeva não saiba que alguns dos delatores que apelida tentaram alertar as autoridades russas, só que foram ameaçados com uma viagem para um dos novos "goulagues" que putin instalou. Não percebemos porque é tão protegida pelo regime.

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ISABEL MOREIRA

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Assédio laboral 
– não é só direito de indemnização

O GPPS apresentou um projeto de lei (do qual sou primeira subscritora) que reforça o quadro legislativo para a prevenção da prática de assédio em contexto laboral no setor privado e na administração pública. A notícia do mesmo foi dada focando o facto de, nos termos do projeto, se clarificar que a prática de assédio confere à vítima o direito de indemnização. Se esse ponto é importante, não é seguramente esclarecedor das alterações fundamentais que se introduzem ao Código do Trabalho e à Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas.

Sabemos que a lei, por si só, não põe fim a um verdadeiro flagelo vivido por milhares de pessoas como uma tortura (e não estou a abusar das palavras).

A lei é um dos instrumentos fundamentais para combater o fenómeno, mas não dispensa as campanhas de sensibilização, a realização de colóquios nas empresas sobre assédio ou o papel de organizações não governamentais.

Se o assédio laboral é uma realidade presente em todos os países, os estudos permitem-nos concluir que o caso português é particularmente grave quando comparado com os indicadores referentes ao resto da Europa.

De acordo com o estudo promovido em 2014 pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) e desenvolvido em 2015 pelo Centro Interdisciplinar de Estudos de Género do ISCTE, baseado num inquérito nacional, sobre assédio no trabalho, feito a homens e mulheres, 16,5% da população ativa assumiu já ter sido vítima de assédio moral e 12,6% de assédio sexual no respetivo local de trabalho. Estamos perante uma multidão e se a legislação laboral, atualmente, responde com um quadro jurídico sancionatório é evidente que os resultados da mesma não são animadores face à perceção de persistência de casos que não são devidamente sancionados.

O legislador tem o dever de procurar aperfeiçoar a legislação a cada momento, como aconteceu na legislatura passada como a criminalização do assédio laboral (crime de perseguição).

É, no entanto, necessário ir mais longe. Se queremos apostar em gerar um maior conhecimento sobre esta realidade, por forma a criar formas eficientes de prevenir e combater este tipo de fenómenos, sabendo ser fundamental que quer as empresas, quer os organismos públicos, e os respetivos representantes dos trabalhadores atuem em conjunto para estabelecer, manter e proteger, por todos os meios à sua disposição, um ambiente de trabalho que respeite a dignidade e liberdade de todas as pessoas que aí trabalhem e também daquelas que a frequentam no âmbito de relações de trabalho ou de negócio, temos de deixar claro na legislação alguns aspetos incontornáveis.

Em primeiro lugar, o assédio laboral passa a constituir “contraordenação muito grave, sem prejuízo da eventual responsabilidade penal prevista na lei”.

Por outro lado, passa a ser obrigatório “adotar códigos de boa conduta para a prevenção e combate ao assédio no trabalho e instaurar procedimento disciplinar sempre que tiver conhecimento de alegadas situações de assédio no local de trabalho”.

Se a entidade empregadora não instaurar processo disciplinar sempre que tiver conhecimento de alegadas situações de assédio passa a incorrer em “contraordenação grave”, o que não acontecia.

Na área da administração pública, clarifica-se e reforça-se, na respetiva redação, que o regime de assédio do Código do Trabalho se aplica, por remissão do artigo 4.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, às trabalhadoras e trabalhadores das entidades públicas e propõe-se, mutatis mutandis, a inclusão no elenco de deveres do empregador público, previstos no artigo 71.º, os deveres de “adotar códigos de boa conduta de prevenção e combate ao assédio no trabalho e instaurar processo disciplinar sempre que tiver conhecimento de alegadas situações de assédio no local de trabalho”.

Determina-se, ainda, que as respetivas entidades fiscalizadoras – Autoridade para as Condições do Trabalho e Inspeção-Geral de Finanças – devem disponibilizar endereços eletrónicos próprios para receção de queixas de assédio em contexto laboral, e informação, nos respetivos sítios eletrónicos, sobre identificação de práticas de assédio e sobre medidas preventivas, de combate e de reação a situações de assédio e incluir no seu relatório anual os dados estatísticos referentes à atividade desenvolvida ao abrigo do presente regime.

Não podemos esquecer que informação é poder e uma das maiores queixas de que vamos tomando nota ao longo dos anos é, precisamente, a que se refere à fragilização dos trabalhadores pela via da não disponibilização de informação acerca do que é o assédio laboral e dos direitos de cada uma e de cada um.

Com estas alterações, certamente o assédio laboral não evapora. Mas são alterações justas que reforçam a defesa das trabalhadoras e dos trabalhadores alvo de um fenómeno com consequências devastadoras.

IN "EXPRESSO"
21/01/17

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1121.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Aumento do nível do mar poderá
ser mais rápido do que previsto

O aumento do nível do mar até ao final do século poderá ser mais rápido do que o previsto, adverte a agência Oceânica norte-americana, alertando para um risco acrescido de inundações devastadoras se acontecer um cenário extremo.

Tendo em conta os últimos estudos e observações, nomeadamente sobre o gelo da Antártida e a sua instabilidade, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) considera "plausível" um aumento do nível das águas "de 2 a 2,7 metros até 2100".
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Os autores do relatório da NOAA recomendam "rever em alta o cenário extremo da subida do nível médio do mar de 2,5 metros até 2100" previsto num relatório publicado em 2014.
Robert Kopp, professor na Universidade Rutgers, precisou em declarações à agência France Presse que uma subida daquela amplitude poderá acontecer com "o pior cenário em termos de emissões de gases com efeitos de estufa".
Ou seja, se nada for feito para os reduzir, o que poderá levar a um aumento das temperaturas de três a cinco graus Celsius em relação à era pré-industrial.
Os especialistas também reviram em alta a estimativa da subida mínima do nível do mar, de 0,1 a 0,3 metros até ao final do século, após terem analisado dados sobre a amplitude das marés e variações na altura em relação ao nível médio das águas do mar medidas por satélites durante 25 anos.
O relatório visa sobretudo determinar os possíveis riscos de inundação das zonas costeiras norte-americanas e ajudar as autoridades a prepararem-se.

* O homem tem os dias contados, torna-se "homosaurio".

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115-BEBERICANDO

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COMO FAZER "MILKSHAKE DE BOURBON"


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5-A EVOLUÇÃO DO SEXO

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Alemanha considera “opção realista”
.ataque químico no país

O gabinete federal de investigação criminal da Alemanha considera uma “opção realista” um ataque químico do grupo extremista Estado Islâmico no país, segundo um relatório interno divulgado hoje pelo diário alemão Bild na sua edição digital.
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O documento, baseado numa análise de riscos para a protecção da população, refere que alguns extremistas podem estar dispostos e também com disposição para fazer “grandes quantidades de produtos químicos e utilizá-los” num atentado.

Os peritos consideram possível um ataque químico à rede de abastecimento de água potável ou de alimentos, segundo o relatório.

O documento analisa também a possibilidade de ataques a instalações ou veículos da indústria química alemã.

O relatório conclui que “um grupo terrorista decidido e com suficiente conhecimento técnico estará em posição de aproveitar para os seus objectivos o potencial perigo químico à sua disposição”.

A Alemanha registou o ano passado cinco ataques terroristas, entre os quais se destaca o cometido a 20 de Dezembro num bazar de Natal no centro de Berlim, que provocou a morte a 12 pessoas.

* Nenhum país europeu está livre de um ataque químico.

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Francisca Valenzuela

Peces

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HOJE  NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Bruno de Carvalho vai ao Parlamento apresentar propostas contra a corrupção

O Sporting vai amanhã ao Parlamento apresentar propostas para reforçar o combate à corrupção no desporto. A comitiva sportinguista conta com o presidente Bruno de Carvalho e o “vice” Carlos Vieira.

O Sporting vai reunir-se com a bancada parlamentar do PS esta quarta-feira, às 18:00, na Assembleia da República, para apresentar e discutir um conjunto de propostas para combater a corrupção no desporto. A comitiva sportinguista será chefiada pelo presidente Bruno de Carvalho e contará ainda com o vice-presidente Carlos Vieira e com elementos do gabinete jurídico do clube.
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De acordo com fonte oficial do clube, o Sporting enviou, através de carta, as referidas propostas a todos os partidos com assento parlamentar. A missiva foi enviada em Novembro do ano passado e o PS foi o primeiro - e único - partido a manifestar interesse em ouvir as propostas dos leões. O presidente da bancada parlamentar do PS, Carlos César, e os deputados João Torres e António Cardoso vão compor a comitiva do PS.

Na carta, a que o Negócios teve acesso, o Sporting propõe o aditamento de diversos artigos ao Regime de Responsabilidade Penal por Comportamentos Antidesportivos. Essa lei, de 2007, já prevê sanções para casos de corrupção que resultem na manipulação da verdade desportiva. Mas os leões querem "colmatar um conjunto de importantes lacunas" na legislação que dizem ser "incompreensível" que ainda se verifiquem actualmente.

A título de exemplo, "não faz nem nunca fez sentido algum punir mais gravemente o agente corrompido que o agente corruptor", notam os leões na missiva.

O Sporting quer que a lei passe a punir as promessas de ofertas a árbitros ou agentes desportivos, mesmo que não tenham como objectivo levá-los a cometer actos ilícitos. É a chamada "corrupção para a prática de acto lícito", actualmente não prevista na legislação, e que os leões querem ver punida com uma pena de prisão até três anos ou com pena de multa. Este novo crime passará a abranger também os clubes que façam ofertas a outros clubes "com vista ao incentivo ou obtenção de resultado positivo".

Os leões também querem que a lei passe a tipificar o crime de "recebimento indevido de vantagem", e recuperam até o Código de Conduta aprovado pelo actual Governo, que proíbe os membros do Executivo e dirigentes da Administração Pública de receberem prendas superiores a 150 euros. O anterior Governo quis estabelecer um limite similar para todos os funcionários públicos, mas esse tecto acabou por não ir para a frente.

Funcionários das federações e Liga poderão ser punidos
"As funções que estão confiadas aos agentes em causa (árbitros desportivos e funcionários desportivos em geral) traduzem inequivocamente o exercício de poderes públicos", lê-se na proposta do Sporting, pelo que também eles devem estar abrangidos pelo mesmo tipo de "protecção e dignidade" que a lei dedica aos funcionários públicos. Este crime de "recebimento indevido de vantagem" passará a ser punido com prisão de um a três anos, ou multa.

O Sporting também quer criar uma nova categoria, "funcionários desportivos", a juntar aos "agentes desportivos", "árbitros desportivos" ou "dirigentes desportivos", que já são actualmente abrangidos pela lei. A ideia é colocar neste novo grupo os funcionários das federações desportivas ou ligas profissionais, passando também estes agentes a ser punidos caso cometam algum destes crimes.

A Federação Portuguesa de Futebol apresentou, em Outubro do ano passado, um conjunto de propostas para alterar esta mesma lei. Já o Parlamento aprovou, em Dezembro último, um conjunto de propostas que agravam as penas por viciação de resultados desportivos.

Recorde-se que foi Bruno de Carvalho que denunciou a oferta de camisolas e "vouchers" de refeições por parte do Benfica a todos os árbitros que vão ajuizar jogos ao Estádio da Luz.

* Uma grande imbecilidade do PS!

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HOJE  NO
"DESTAK"

Trump proíbe funcionários da Agência de
.Proteção Ambiental de dar informações

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proibiu hoje os funcionários da Agência de Proteção Ambiental de darem informações à imprensa e fazerem atualizações nas redes sociais, depois de ter congelado os seus contratos e subvenções.
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"A nova administração da Agência de Proteção Ambiental pediu que todos os contratos e subvenções sejam temporariamente suspensos com efeito imediato. Até recebermos mais esclarecimentos, isso incluiu ordens de trabalho e atribuição de trabalho", disse uma das diretoras da agência à imprensa.

Os funcionários foram proibidos de dar informações aos jornalistas e nas redes sociais.

* Democrática Trump(a)

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KAKUMA
Crianças refugiadas aprendem
a mudar o futuro 

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FONTE: EURONEWS

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HOJE  NO
"i"

Fernando Ocáriz é o novo 
responsável máximo do Opus Dei


Sucede a Javier Echevarría


Fernando Ocáriz foi ontem confirmado pelo Papa Francisco como prelado do Opus Dei, o cargo máximo da prelatura.

O novo superior, que sucede a Javier Echevarría, foi eleito ontem pelo congresso eletivo da Obra.
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De acordo com o site português da Prelatura do Opus Dei,  Fernando Ocáriz, que até agora era o vigário auxiliar.  Nasceu em 1944 em Paris, numa família espanhola exilada por causa da guerra civil. 

É licenciado em Ciências Físicas pela Universidade de Barcelona (1966) e em teologia pela Pontifícia Universidade Lateranense (1969). Obteve o doutoramento em Teologia em 1971 pela Universidade de Navarra. Nesse mesmo ano foi ordenado sacerdote. "Nos seus primeiros anos como presbítero dedicou-se especialmente à pastoral juvenil e universitária", adianta ainda o Opus Dei.


Próximo da Cúria e do Papa, é consultor da Congregação para a Doutrina da Fé (desde 1986) e de outros dois organismos: Congregação para o Clero (desde 2003) e o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização (desde 2011).

* Sucessão esperada na mais tenebrosa organização da igreja católica.

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HOJE  NO
  "A BOLA"

Ténis de mesa
Portugal confirma apuramento 
para o Europeu
Portugal conseguiu esta terça-feira apurar as equipas masculina e feminina para o Europeu de ténis de mesa que vai decorrer em setembro, no Luxemburgo.
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A Seleção masculina venceu a Ucrânia por 3-0, ao passo que a feminina apurou-se com um triunfo por 3-2 sobre a congénere da Turquia..
Resultados:

Masculinos: Portugal – Ucrânia, 3-0
João Geraldo – Viktor Yefimov, 3-1 (13-11, 10-12, 11-5, 11-6)
Diogo Carvalho – Yaroslav Zhmudenko, 3-0 (11-8, 12-10, 11-3)
Diogo Chen – Yevhen Pryshchepa, 3-1 (12-10, 11-7, 11-13, 11-8)

 
Femininos: Portugal-Turquia, 3-2
Leila Oliveira – Simay Kulakceken, 3-0 (11-6, 11-8, 11-8)
Cátia Martins – Melek Hu, 0-3 (7-11, 4-11, 9-11)
Yu Fu – Ipek Karahan, 3-0 (11-4, 11-5, 11-5)
Marta Santos –Melek Hu, 1-3 (12-10, 8-11, 8-11, 6-11)
Cátias Martins - Simay Kulakceken, 3-1 (10-12, 11-6, 11-6, 12-10)

* Estes atletas são um orgulho para Portugal

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BIOGRAFIA
INESPERADA

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FONTE: APAV

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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"


Israel aprova construção de 2500 casas
 na zona ocupada da Cisjordânia

Israel aprovou a construção de 2500 casas na zona ocupada da Cisjordânia, anunciaram as autoridades israelitas, cumprindo as promessas de expandir a construção de colonatos, agora com o conforto reforçado pela chegada de Donald Trump à Casa Branca.
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Benjamin Netanyahu
Os planos, aprovados pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e pelo ministro da Defesa Avigdor Lieberman, darão corpo ao maior colonato israelita construído dos últimos anos.

O ministro da Defesa israelita anunciou os planos através de um comunicado, que especifica que a maior parte das casas será construída dentro de blocos reservados a colonatos já existentes na Cisjordânia.

Cerca de 10.000 m2 de nova construção serão localizados no colonato de Beit E1, perto de Ramallah, especificou o ministério dirigido pelo líder da extrema-direita israelita.

Foi ainda aprovada a construção numa zona industrial palestiniana junto à cidade de Hebron, na Cisjordânia.

Netanyahu utilizou a rede social Twitter para dar nota da aprovação, sublinhando que o Governo “está a construir e vai continuar a construir”.

Um porta-voz do líder palestiniano, Mahmud Abbas, reagiu ao anúncio, considerando que os planos representam um novo golpe nas tentativas de um acordo de paz na região e irão promover o extremismo e o terrorismo, noticiou a agência France Presse.

Nabil Abu Rdeneh afirmou que a decisão ignora a oposição internacional aos colonatos, apelando à comunidade internacional para assumir uma “posição real e séria” contra Israel.

Donald Trump fez do apoio a Israel uma das notas mais sonantes da sua campanha e a direita israelita tem procurado tirar partido desse respaldo, com a extrema a apelar ao fim da ideia de um estado palestiniano.

Netanyahu tem dito até agora que apoia a solução dos dois estados, mas, de acordo com a comunicação social israelita no último domingo, terá dado instruções ao seu Governo para levantar todas as restrições à construção de colonatos nas zonas palestinianas ocupadas por Israel na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

O chefe do Governo israelita tem planos para expandir a construção de colonatos em vastos blocos na Cisjordânia e considera a hipótese de reclamar a soberania israelita sobre os mesmos, de acordo com os media locais.

* O colonialismo é uma forma de ditadura que a sociedade das nações tolera ou não conforme lhe convém. Inglaterra, França, Holanda entre outros, são ainda países colonialistas.

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