sábado, 14 de janeiro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XX-SEM VERGONHA


2 -MASTURBAÇÃO



ATÉ AO PRÓXIMO SÁBADO

A NOSSA FICÇÃO
A MÓNICA MOREIRA LIMA, jornalista de profissão não chegavam as notícias comezinhas do quotidiano, nem que fosse uma bomba de neutrões.
Pensou, pensou, engendrou equipa tão louca como ela, baratinou os maiorais da TV GUARÁ e "amadrinhou"o "SEM VERGONHA" programa despudorado tão ao nosso gosto, cheio de pimenta por todo o lado, sem qualquer grosseria e divertido.
Ela só pode ser inteligente e boa!

O QUE DIZ A AUTORA
O Sem Vergonha é o programa mais polémico e irreverente da TV brasileira. Já rendeu vídeos para os quadros Top Five do CQC e Passou na TV do Agora é Tarde, ambos da BAND. Foi tema de uma matéria de duas páginas na maior revista de circulação nacional, a VEJA. E culminou com uma entrevista antológica ao Rafinha Bastos, no Agora é Tarde. Todos os programas estão disponíveis no blog e no YouTube. Não recomendo sua exibição para menores de 18 (anos ou cm) para evitar traumas futuros. Falo de sexo sem pudor, sem frescuras, sem meias palavras, sem eufemismos e com muito bom humor. Advertimos que o Sem Vergonha pode provocar ereções involuntárias e uma vontade irreprimível de dar, sem restrições de orifícios.


FONTE: TV GUARÁ

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12-PEDRA PURA



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ODEIO BICHAS MODERNAS
O casamento



FONTE: PROGRAMA "ESTADO DE GRAÇA"  RTP/1

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11-PEDRA PURA



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6- INFARTO AGUDO
DO MIOCÁRDIO


TRATAMENTO II



Uma interessante série conduzida pelo  Dr. António Luiz da Silva Brasileiro, Mestre em Cardiologia pela UERJ, Chefe do Ambulatório de Adultos do Instituto Nacional de Cardiologia.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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10-PEDRA PURA



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ANO NOVO
2017 



FONTE: Nerdologia

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9-PEDRA PURA



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SANDRA MAXIMIANO

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Afirmar o Jornalismo (científico)

“Afirmar o jornalismo” é o mote do 4º Congresso dos Jornalistas que está a decorrer depois de um hiato de quase vinte anos. Afirmar o jornalismo não é tarefa fácil, sobretudo quando isso implica separar o jornalismo do entretenimento, a informação do espetáculo, a seriedade do sensacionalismo.

É certo que ser jornalista hoje é diferente do que era há vinte anos. A Internet, as redes socias e os dispositivos móveis são novas plataformas que permitem a produção e disseminação de conteúdos de uma forma mais instantânea mas também mais efémera. A informação circula a grande velocidade, é atualizada constantemente e é partilhada e transformada pelo público através dos seus comentários e opiniões. O jornalismo é hoje mais participativo. Não basta ter leitores, ouvintes, audiência. Há que fazer com que estes partilhem o que leem, o que ouvem, o que vêm. Os contratos publicitários, tão importantes para a sobrevivência dos meios de comunicação social, e dos jornais em particular, regem-se hoje também por estes novos parâmetros.

Desta forma, o jornalismo confronta-se com duas premissas muitas vezes opostas. Por um lado, a de afirmar a sua missão de sempre, a de interpretar, de informar e servir a sociedade, os leitores, os ouvintes, os telespetadores e os anunciantes. Por outro lado, a de influenciar a opinião pública, atrair mais “clientes” e contratos publicitários. Assim, tenta-se cada vez mais agradar o público, entretendo-o, dando-lhe matérias que lhe agradem e apresentando a informação de forma o mais apelativa possível. E quando a competição é grande, seja entre empresas de comunicação social, que pretendem manter-se de forma economicamente viável no mercado, ou entre jornalistas que visam defender os seus postos de trabalho, a tentação de usar ferramentas que delapidam a seriedade e a principal missão do jornalismo, é grande. Divulgam-se as notícias com meias verdades, com algumas mentiras, deturpam-se as estatísticas, selecionam-se a dedo as imagens, os sorrisos e os choros.

Os “marketers” há muito que reconhecem que as emoções vendem e que os media para sobreviverem têm que jogar este jogo, ou seja, driblar entre a informação séria e credível e o espetáculo. Os jornalistas e repórteres não apresentam somente factos irrefutáveis sobre o mundo que nos rodeia mas antes proporcionam-nos uma representação do que desejam que o público apreenda. O jornalismo consegue assim servir múltiplos propósitos, desde informar, entreter, fomentar debates e gerar uma certa opinião pública. Mais do que meramente comunicar a realidade, os jornalistas e repórteres conseguem criar outras realidades. Cada vez mais, esperamos de um jornalista a habilidade de um “showman” que consegue influenciar a sociedade mais pela emoção do que pela razão.

Ao mesmo tempo que observamos uma crescente espetacularização do jornalismo, observamos também um crescente interesse em publicar e divulgar informação científica nos media, o que por si só é bastante positivo. Contudo, estes dois fenómenos em conjunto criam problemas e desafios.

A verdade científica é diferente da verdade dos media
A verdade científica é relativa, está dependente de descobertas que são alvo de constante revisão e refutação. Muitas das novas teorias e descobertas conseguem ser validadas por dados e aplicações práticas, mas outras apenas abrem caminho para nova investigação. Existe um grande grau de incerteza, ou, por outras palavras, verdades que são probabilísticas. Mas como incertezas não dão grandes títulos os jornalistas tendem a transformar a verdade científica numa verdade absoluta. Deste modo, em vez de ajudar o público em geral a compreender os resultados científicos, cria-se uma nova realidade. Mais, a investigação científica que se sucede a uma dada descoberta, onde se retificam resultados e se refutam outros, raramente recebe a atenção dos media. Assim sendo, a informação errada que o público eventualmente recebe é raramente corrigida.

A crescente cobertura pelos media de descobertas científicas, médicas, tecnológicas aconteceu em paralelo com o crescente interesse do público por estes assuntos, sobretudo relacionados com a saúde. A constante divulgação de notícias com determinadas descobertas, por exemplo genéticas – “foi descoberto o gene do alcoolismo” ou “já se conhece o gene do autismo” –, cria no público falsas expectativas sobre a existência de cura para determinadas doenças, assim como pode influenciar a produção de conhecimento científico, nomeadamente a atribuição de mais fundos públicos para a investigação que tenha maior popularidade.

A competição por espaço e tempo nos media
O jornalismo científico compete por espaço e tempo com outras notícias. Para ganhar esta competição, é tentador ceder ao sensacionalismo, escolhendo divulgar determinados artigo científicos e apresentando dados e descobertas por forma a gerar no público semelhantes emoções quanto as causadas por notícias sobre catástrofes naturais, dramas familiares, ou crimes.

Por razões de sobrevivência, os meios de comunicação social têm poucos incentivos para alterar a forma como a informação é transmitida, nomeadamente a informação científica. E a verdade seja dita, muitos cientistas preferem que os seus estudos tenham alguma divulgação mediática, mesmo que sensacionalista. Mas, apesar de difícil, não é impossível estabelecer parâmetros de maior veracidade e qualidade no jornalismo científico, por exemplo através de comités científicos nos meios de comunicação social onde seja possível estabelecer relações de maior proximidade entre jornalistas e cientistas. No entanto, enquanto leitor, controle as emoções quando ler, por exemplo, que o chocolate cura o cancro ou que existe uma nova bactéria que pode matar em poucos dias.

* A AUTORA
Sou economista mas raramente escrevo sobre a dívida e o défice, conduzo antes experiências para analisar o comportamento dos agentes económicos. Tenho raízes no ISEG, onde me licenciei em Economia e fiz um mestrado. Fui Assistente na Universidade Católica de Lisboa. Tirei o doutoramento em Economia na Universidade de Amesterdão e, em 2007 rumo à Universidade de Chicago para um pós-doutoramento. Desde 2009, sou professora Assistente na Universidade de Purdue. Escrevi para o Diário de Notícias entre 2006-2007, saltei depois para a opinião do Negócios e desde 2015 que assino &conomia à Sexta, no Expresso. Escrever opinião é um modo de analisar de fora o que se passa cá dentro.


IN "EXPRESSO"
13/01/17

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1111.UNIÃO



EUROPEIA



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8-PEDRA PURA



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JESUS AMA-TE



FONTE: CICLISTASEMDEUS


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XI-VIDA SELVAGEM
3 - GIRAFA
A Gigante Africana


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7-PEDRA PURA


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RECORDANDO


Dalida

Je Suis Malade


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ESTA SEMANA
NA "GERINGONÇA"
INE: 
Volume de negócios aumenta 6,7%
.na Indústria e 7,6% nos Serviços

Os últimos dados do INE, referentes a novembro de 2016, confirmam uma aceleração da actividade económica ao longo do segundo semestre do ano.
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Face ao mesmo período de 2015, o volume de negócios na Indústria registou, em termos nominais, um aumento de 6,7%. Nesta componente, o índice de vendas para o mercado externo apresentou um crescimento homólogo de 8,9% em novembro, enquanto o índice de vendas relativo ao mercado nacional cresceu 4,9% face a novembro de 2015.

Já nos Serviços os números são ainda mais expressivos. Depois de em outubro ter apresentado uma taxa de variação homóloga de 5,5%, em novembro o índice de volume de negócios nos Serviços registou um crescimento de 7,6% face ao mesmo mês de 2015.

O INE refere ainda que todas as secções apresentaram variações homólogas positivas e superiores às observadas em outubro, sendo que os índices das secções de Comércio por grosso; reparação de veículos automóveis e motociclos e de Transportes e armazenagem deram os contributos mais relevantes para a variação agregada.

* E o diabo não veio carago, e os reis magos são republicanos e "geringonçam" carago, e Passos é um trouxa carago.

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HOJE 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

De turbante e unhas pintadas
 na Pediatria do IPO

As paredes do hospital de dia contam histórias "de pernas para o ar", como lhes chama a pintora. Ontem houve discursos (breves) e doutores palhaços para agradecer a quem ofereceu o valor das obras

Leonor, nove anos, não podia ser mais coquette. Com o seu turbante azul elétrico - tem muitos de outras cores - fala ao telemóvel numa atitude de diva. Sentada numa das 12 cadeiras de tratamentos do hospital de dia, ela espera mais uma sessão de quimioterapia por causa de um tumor renal. Antes, tem de ir um instante à sala do lado, para, com Beatriz, doze anos, oferecer pinturas - uma fada voadora e um barco de papel a navegar - a quem financiou os 100 mil euros de obras de renovação do pavilhão. Anabela Mota, a artista plástica que faz voluntariado há onze anos na casa, faz-lhes companhia.
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A conclusão da obra era o mote da pequena cerimónia, tornada grandiosa pelo Dr. Chocapic e pelo Dr. Felix Férias, profissionais da Operação Nariz Vermelho vão duas vezes por semana à Pediatria do IPO. Os quadros foram para Ana Garcia Martins, vinda do planeta (do blogue) A Pipoca Mais Doce, que angariou 51 700 euros numa maratona corrida (num tempo "miserável") em setembro de 2015, e também para Inês Oom, administradora do banco Santander Totta. Juntando donativos de particulares, os 100 mil euros foram atingidos.

Para Francisco Ramos, presidente do hospital, os donativos externos são muito importantes porque o conforto não é a primeira prioridade dos orçamentos oficiais. "Estamos sempre confrontados com a necessidade de mais um aparelho, mais um investimento. Ainda assim, nos últimos quatro anos modernizámos todos os espaços de internamento, e todos os quartos têm agora casa de banho - só havia duas por piso." A preparar a assinatura, na próxima segunda-feira, de um protocolo com a Câmara Municipal de Lisboa para a construção do novo edifício para os serviços de ambulatório no recinto do IPO - no valor de 30 milhões de euros - Francisco Ramos revela que as doações atingem anualmente 500 mil euros. Mas "o IPO gasta 120 milhões ..."

Filomena Pereira (ver entrevista ao lado), diretora do serviço de Pediatria, contracena com facilidade com os doutores palhaços, está habituada. Mas não deixa de realçar: "Precisamos sempre de mais". Na sala de tratamentos, sublinha, podem estar 50 pessoas - doze doentes, um ou dois familiares de cada um, o pessoal.

Inês Oom trouxe 30 mil euros, uma parte do qual (1800 euros) foi doada pelos trabalhadores do Santander. A venda de etiquetas para presentes de Natal com desenhos feitos por crianças do IPO ajudou a juntar estes valores.

Terminada a cerimónia, Leonor voltou para a sua cadeira na sala de tratamentos. Não se mostra incomodada, tem um cateter já colocado. Terminou ontem o quarto de onze ciclos - cada um dura quatro horas e prolonga-se por três dias. Alterna este com outro que implica três dias de internamento.

Ana Veloso, a mãe, e Arminda Monteiro, avó paterna, não escondem como a vida se complicou. "É um turbilhão", diz a avó. Mas estão confiantes porque, explica Ana, 38 anos, farmacêutica, "esta doença tem uma taxa de cura de 82 por cento". O tumor renal foi diagnosticado em setembro e atacado com quatro sessões de quimioterapia. Seguiu-se uma cirurgia que retirou o tumor e o rim direito, e radioterapia. "Sofre muito com os enjoos e nunca anda de cabeça descoberta, mesmo em casa, porque não quer que os irmãos - dois gémeos de seis anos - a vejam. Perder o cabelo e separar-se dos amigos são o que mais a perturba, segundo a mãe.

Leonor só de vez em quando pode ir às aulas do 4.º ano mas a mãe conta que o Colégio Valsassina, em Lisboa, tem estado muito envolvido: "Os amigos são muito protetores, estão a aprender a lidar com a diferença, com um grande trabalho da professora." Com apoio familiar, Ana consegue ir trabalhar mas tenta estar presente nos momentos mais delicados - ela ou o marido.

Beatriz tem as unhas pintadas de azul, rosa e vermelho. Quem pintou? "Fui eu". Não frequenta a escola - está no 5.º ano - porque tem o sistema imunitário enfraquecido. Foi-lhe diagnosticada em julho uma leucemia. "Apareceram-lhe umas manchas nas pernas e pensou-se que era uma alergia", conta Nuno Louro. Foi para a urgência pediátrica do Hospital de Évora porque os pais estranharam o excessivo fluxo menstrual. Fez lá os primeiros exames e foi transferida para o IPO, onde o diagnóstico foi revelado aos pais. "Tiraram-me o tapete de baixo dos pés naquele dia", diz o pai. A vida passou a ser um vai vem entre Montemor-o-Novo e Lisboa. 
Com a mãe, vai organizando o apoio à outra filha - gémea de Beatriz -, de modo a poder trabalhar num centro de inspeções de automóveis em Alcochete. A mãe está desempregada, garante a maior parte da presença em casa. Beatriz estava, na manhã de ontem, a cumprir o ritual: análises pela manhã, consulta à tarde e depois tratamento. "Parece-me que está a correr bem com o novo medicamento, depois de ter reagido mal a uma primeira tentativa", conta o pai. Na cadeira ao lado está a pequenina Vitória, de dois anos e um mês, a fazer o mesmo tratamento de Beatriz.

Anabela Mota é artista plástica, professora, e reserva as quintas-feiras para a Pediatria do IPO. É voluntária há onze anos e põe literalmente as crianças, os familiares e os enfermeiros a pintar. Desenha os contornos e distribui "trabalho. Não esquece Rafael. Anabela fez um desenho no quarto dele, em casa, mas o rapaz não conseguiu terminar o trabalho e então distribuiu tarefas pelos irmãos. A mãe convidou-a para ir ver a parede do quarto, já sem Rafael. "O que é que uma pessoa pode pedir mais? É uma bênção, uma graça!", diz a pintora. É duro? "Eu não aguento, todos os dias não aguento, e volto sempre".

E os doutores palhaços? Responde Felix Férias, ou Andreas Piper, alemão, 50 anos: "Quer saber com estamos ligados a eles? Já fomos convidados para assistir a funerais de alguns meninos. Pode haver uma ligação maior?".

* Crianças, porquê?

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Impressoras sem tinta
A próxima revolução 
no domínio da impressão



FONTE: EURONEWS


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HOJE 
"RECORD"

Afinal, Donald Trump já tem quem cante na cerimónia de tomada de posse

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, não vai contar com artistas internacionais durante a cerimónia de tomada de posse no próximo dia 20, mas estará rodeado de algumas estrelas nacionais da música country.
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Até sexta-feira, a cerimónia não contava com a presença de nenhum artista conhecido internacionalmente, mas a equipa de transição confirmou a presença no evento da estrela de música country Toby Keith, da cantora Jennifer Holliday e do ator Jon Voight.

Também vão estar na cerimónia a banda de rock 3 Doors Down, The Piano Guys, Lee Greenwood, Dj RaviDrums e The Frontmen of Country, com Tim Rushlow, Larry Stewart e Richie McDonald.

Desde que começaram os preparativos para a tomada de posse de Donald Trump, vários artistas recusaram participar na cerimónia, por estarem em desacordo com as política do futuro Presidente norte-americano.

* Há artistas menos famosos que não resistem aos "Trampdólares".

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Casal dá a volta ao mundo 
a gastar 10 euros por dia

Joana e Tiago conseguiram fazer os 19 mil quilómetros entre Painho, perto das Caldas da Rainha e Díli, em Timor-Leste, sem usar um único avião, viajando quase sempre à boleia e a gastarem menos de sete euros por dia para todas as suas despesas.
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JOANA E TIAGO
E se não fosse por algum receio de andar no mar - que Joana descobriu que tinha enquanto o casal saltitava de ilha em ilha, de ferry, entre Singapura, a Indonésia e Timor-Leste - no dia 22 de janeiro não teriam sequer que apanhar o primeiro voo, neste caso entre Díli e Darwin, no Norte da Austrália.

Esta viagem já os levou por 28 países e vai incluir 20 outros, sendo que além da ligação a Darwin só estão previstos mais 3 voos: entre a Austrália e a Nova Zelândia, daquele país para a América Latina e, finalmente, entre o Canadá e Lisboa, em agosto.

Quando partiram de Portugal, no início de março do ano passado, tinham como único objetivo percorrer o planeta unicamente à boleia, de mochila, sem pagar por dormidas ou restaurantes e com um mínimo de gastos possíveis. "Fizemos as contas e nos primeiros 10 meses de viagem gastámos 1.975 euros. Ou mais ou menos 7,5 euros por dia. Queríamos provar que não é preciso ser-se rico para fazer a volta ao mundo", conta Tiago Fidalgo à Lusa em Díli. "Tínhamos um plafond e os nossos gastos são todos públicos. Mostramos que se pode dar a volta ao mundo sem gastar mais de 10 euros por dia. Há dias em que não gastamos nada e outros em que gastamos muito, como 70 euros num dentista", sublinha Joana Oliveira.

Dormem em casas particulares - contactos que obtêm através de aplicações de partilha de espaços para dormir, como o 'couchsurfing' - comem em casa de quem os acolhe e aproveitam os mercados ou descontos nos supermercados.

Com mais tempo e menos receios de Joana o casal poderia ter feito toda a viagem sem usar uma única vez um avião, mas viagens longas no mar - fizeram deslocações em ferry, entre ilhas de 12 ou 16 horas - é algo que Joana prefere não fazer. Joana, 27 anos, e Tiago, 26, escolheram a aventura como uma prolongada lua-de-mel (casaram-se em setembro de 2015): 18 meses para percorrer o planeta antes de embarcar noutras aventuras, como filhos.

Eram praticamente vizinhos, andaram na mesma escola, na mesma faculdade, a de Motricidade Humana, mas só se conheceram no Brasil onde ambos participavam num programa de intercâmbio da sua faculdade, em 2011.

Da geração dos recibos verdes - ambos estavam em trabalhos temporários ou precários - o casal optou por largar o que estava a fazer e embarcar numa aventura que, admite, os marcará para sempre. Tiago, que completou o curso de Ciências do Desporto e depois um Mestrado em Educação Física), e Joana, que é licenciada em reabilitação psicomotora, admitem que no início alguns familiares e amigos os criticaram pela decisão de partir. "A maior parte da nossa geração não está a trabalhar e ainda houve quem nos recriminasse por largar o trabalho. Mas a verdade é que estávamos os dois a recibos verdes e queríamos fazer esta aventura antes de ter filhos", explica Joana.

Sempre à boleia, o casal atravessou a Europa, passou pela Ásia Central, atravessou a China - só numa deslocação à boleia neste país fizeram mais de 800 quilómetros - e depois viajou até à Singapura, onde teve que recorrer ao primeiro ferry, para a Indonésia. "Até agora nunca pagámos para dormir.

Temos uma tenda e mesmo em casos em que não temos casa onde ficar as pessoas deixam-nos montar as tendas. Noutras vezes ficamos ao lado de um posto da polícia ou de uma bomba de gasolina, especialmente se chegamos tarde", conta Tiago. E apesar de tanta gente e tantas viagens nunca viveram situações de perigo, tendo receio "um par de vezes" quando não confiaram muito nos condutores da boleia, ainda que tudo tenha corrido bem.

O futuro é, para já, completamente em aberto, ainda que tenham ficado "uns pozinhos" de possibilidade, como trabalhar na Ásia Central, a zona de que mais gostaram. Os favoritos acabam por ser países onde praticamente não há turistas, onde apesar da pobreza e do subdesenvolvimento, as pessoas os saudavam por serem dos únicos que ali passavam. De muitos deles levam souvenirs, mas sem nunca comprarem nada, e que vão enviando, pontualmente, para Portugal.

"Deram-nos todo tipo de coisas, toalhas, lençóis, chapéus, porta-chaves, hijabs, tudo. As pessoas recebem-nos e ainda ficam agradecidas por nos receber, por termos passado pelo seu caminho. Quando quem ficará gratos para sempre somos nós", confessa Joana

O casal relata a sua viagem na rede social Facebook. A página "O mundo na mão - hitchhiking world tour" conta os episódios e divulga as fotos da viagem.

* Mas que casal fantástico, mas que inveja temos.


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Ajustamento ao mapa judiciário



FONTE: GOVERNO DE PORTUGAL


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ESTA SEMANA NO  
"OJE/JORNAL ECONÓMICO"

Ligam-lhe de um número desconhecido?
.Saiba como descobrir quem é

Já toda a gente recebeu chamadas de números que não sabe quem são. Tanto pode ser aquele amigo que mudou de número e não nos avisou, como pode ser aquela empresa que insiste em ligar por muito que tenhamos dito 33 vezes que não estamos interessados. Se não quer atender ou ligar de volta sem antes saber quem está a ligar, saiba que há formas de descobrir. 
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No caso de se tratar de chamadas comerciais, a probabilidade de muitas outras pessoas terem tido a mesma questão é alta. E a probabilidade de querer ignorar também é grande. Para descobrir, existem uma série de plataformas nacionais e internacionais que funcionam com o contributo dos utilizadores que vão acrescentando números à base de dados. 

Em Portugal, existe o site Ligam-me, cuja base de dados inclui mais de quatro milhões de contactos. O Quem me liga? e o Tellows funcionam de forma semelhante. Tem ainda a opção de utilizar bases internacionais. Neste caso, tem o site WhoCallsMe ou o SyncMe, no qual pode selecionar o país. 
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Fazer uma pesquisa rápida diretamente no Google também uma ideia, mas pode não ser tão eficaz.

Em relação ao tema, o jornal espanhol Cinco Días alerta ainda para o risco dos serviços Trap. Serviços cujo objetivo não é que a pessoa atenda, mas sim que fique com uma chamada não atendida. O retorno da chamada acaba por resultar em custos elevados ou subscrição de serviços pagos. 

* Os serviços de comunicações à distância deviam servir apenas para facilitar a vida às pessoas,não para as vigarizar.

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HOJE  NO
"A BOLA"

Jéssica Augusto e Sporting sagram-se
.campeões nacionais de estrada

A atleta Jéssica Augusto, do Sporting, sagrou-se este sábado campeã nacional, depois de terminar em primeiro lugar os 10 quilómetros do Campeonato Nacional de Estrada com o tempo de 23 minutos e 13 segundos, dando assim ao seu clube mais um título de atletismo.
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Esta foi a primeira que o emblema de Alvalade se sagrou campeão nacional de estrada por equipas no setor feminino, pois, além do primeiro lugar de Jéssica Augusto, a também atleta leonina Susana Godinho alcançou a quarta posição, Ana Mafalda a quinta e Daniela Cunha a sétima.

Na sua conta de Twitter, o Sporting já fez questão de congratular Jéssica Augusto: «JÁ ESTÁ! Jéssica Augusto é campeã nacional de estrada! Parabéns, Leoa! Tempo de 23:13 para a nossa atleta, que não deu hipóteses à concorrência. Grande prova!».

Em segundo lugar ficou Catarina Ribeiro, correndo como individual, e em terceiro a atleta do Benfica Marta Pen Freitas.

* BRAVO JÉSSICA

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CHAKRAS

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1126
Senso d'hoje

CATARINA A. PEREIRA
JORNALISTA
JORNAL DE NEGÓCIOS
"Porque está em risco o acordo
de concertação social?"



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ESCOLHAS DE SÁBADO

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COMPRE JORNAIS








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BOM DIA


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7-TEATRO
FORA "D'ORAS"

X-A VERDADEIRA TRETA


ÚLTIMO EPISÓDIO
PRÓXIMO "FORA-DE-HORAS" A 18/01/17

* Para rever com alegria e saudade ANTÓNIO FEIO, para rever com redobrado prazer o ressuscitado JOSÉ PEDRO GOMES

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