segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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3-AS CATORZINHAS
DE MOÇAMBIQUE
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ÚLTIMO EPISÓDIO

* As "Catorzinhas de Moçambique" é uma ficção excelente que aborda a problemática da sedução de jovens adolescentes por adultos endinheirados que as compram com festas, prendas e dinheiro, valendo-se da precaridade em que as meninas vivem. A realidade da vida das jovens moçambicanas é preocupante.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 

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12-AN EVENING OF DANCE

University of California Television (UCTV)

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE  NO
"A BOLA"

SAD retira queixa contra Bettencourt 
e reduz pedido de indemnização
 a Godinho Lopes

O Sporting anunciou esta segunda-feira a desistência da ação judicial intentada contra a Direção presidida por José Eduardo Bettencourt, ao mesmo tempo que comunicou a redução do pedido de indemnização à Direção de Godinho Lopes para o valor de 31,6 milhões de euros.
Comunicado na íntegra:

Na sequência das audições aos antigos Presidentes do Sporting Clube de Portugal, a actual Administração da Sporting, SAD tomou as seguintes decisões:
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1 – Apresentar a desistência parcial da acção judicial em curso para responsabilização Cível do Dr. José Eduardo Bettencourt e respectivos membros da sua equipa directiva, por considerar que os argumentos apresentados em sede de audição foram credíveis, esclarecedores e permitem concluir pela não existência de qualquer ilícito nos actos de gestão practicados durante o seu mandato.

2 – As razões para esta decisão prendem-se com a constatação de que existiu total colaboração entre as partes para o esclarecimento e alcance da verdade, tendo ainda sido aceite por parte do Dr. José Eduardo Bettencourt colaborar em tudo o que venha a verificar-se necessário para a salvaguarda, a bem do Sporting Clube de Portugal, de todas as condições associadas a tudo o que esteja relacionado com o Pavilhão João Rocha.

3 – No que ao Sporting Clube de Portugal diz respeito, considera-se digna de referência a postura construtiva do Dr. José Eduardo Bettencourt em todo este processo, faltando agora a homologação por parte do tribunal para que a pretensão do Clube seja validada.

4 – Manter a acção intentada contra a Direcção do Engº. Godinho Lopes, sendo o único processo a correr termos, reduzindo o respectivo pedido de indemnização para o valor de 31,6 milhões de euros
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* Frouxamente....

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MINUTOS DE

CIÊNCIA/124

Você Consegue Resolver
o Problema das Flores

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 HOJE NO  
"AÇORIANO ORIENTAL"

Chamadas para a Linha Saúde Açores
.triplicaram em 2016

O número de chamadas efetuadas para a Linha Saúde Açores triplicou no ano passado face a 2015, informou hoje o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros, onde está centralizado este recurso.
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Segundo dados disponibilizados à agência Lusa, no ano passado foram feitas 1.151 chamadas para a Linha Saúde Açores, com o número 808 24 60 24, quando no ano anterior esse número foi de 391.
A maior ilha dos Açores, São Miguel, registou em 2016 o número mais elevado de chamadas – 750 -, seguindo-se a ilha Terceira, com 256 telefonemas.

A Proteção Civil esclarece que “a razão preponderante apresentada pelos utentes” que recorrem à Linha Saúde Açores “é o aconselhamento profissional dos enfermeiros”.

“Desse aconselhamento destaca-se, sobretudo, as situações de síndrome gripal, constipações, situações de hipertermia isolada, e cuidados a lactentes e idosos”, adianta.

A Linha Saúde Açores funciona em regime de 24 horas todos os dias do ano, sendo o local de atendimento a sala de gestão de emergências da Proteção Civil regional, sediada na ilha Terceira.
À agência Lusa, a diretora regional da Saúde dos Açores, Tânia Cortez, explicou que “o número de pessoas que recorrem à Linha Saúde Açores está a aumentar”, considerando que tal significa que “as pessoas estão a começar a perceber que este é um recurso que existe permanentemente e ao qual podem recorrer para esclarecer as suas dúvidas”.

Tânia Cortez admitiu, contudo, que a Linha Saúde Açores “tem sido pouco publicitada”, ressalvando que em casos como as situações relativas à gripe A ou do vírus Ébola e mesmo da gripe sazonal este serviço é procurado.

“Esta linha é um recurso muito útil em épocas nas quais há maior número de casos gripais, o que pode evitar a deslocação desnecessária aos centros de saúde ou hospitais”, adiantou a diretora regional.

A responsável salientou que “os profissionais que atendem as chamadas da Linha Saúde Açores questionam sobre os sintomas e analisam fatores de gravidade, aconselhando ao utente a melhor atuação, que pode ou não passar por uma deslocação ao centro de saúde ou hospital”.

A Linha Saúde Açores entrou em funcionamento em abril de 2009, inicialmente para dar resposta a eventuais casos de gripe suína, tendo depois o seu âmbito sido alargado.

* As linhas de apoio públicas tornaram-se um bem essencial.


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 V-MEGA MÁQUINAS

3 -Mack Trucks

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*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção da NG.

**  As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 

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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Elemento do INEM alvo de agressão 

Homem foi impedido de entrar na ambulância onde estava a mulher grávida. 
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Um elemento da tripulação do INEM foi vítima de agressões na noite de sábado, na rotunda da Anémona, em Matosinhos. Eram cerca das 23h40, quando o INEM foi acionado para um acidente, que feriu uma grávida. 

No local, colocaram a vítima dentro da ambulância, mas não terão deixado o marido entrar. O homem não acatou as ordens, arrombou a porta e agrediu um tripulante, que foi hospitalizado.

* Marido civilizado, como educará o filho?


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PEDRO MARQUES LOPES

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O melhor de nós todos

Não tinha esta crónica pronta. Os meus amigos e camaradas do jornal bem me tinham avisado para a escrever; a morte de Mário Soares era uma questão de dias e seria importante tê-la pensado com tempo e cuidado, pronta para este dia. Sentei-me mais de uma vez para a escrever mas fui incapaz: não conseguia imaginar o meu mundo sem ele. Desde que me conheço que ele fazia parte da minha vida. 
Lembro-me de o ver chegar a Portugal depois do 25 de Abril com a minha avó a bater palmas em frente ao televisor; de ir pela mão do meu pai à Fonte Luminosa, porque era nele e só nele que confiávamos para lutar contra outra ditadura; recordo-me do debate televisivo com Cunhal; tenho fresca a memória de ele ser primeiro-ministro na cerimónia de adesão à CEE; de gritar contra ele nas eleições em que enfrentou o meu candidato Freitas do Amaral; de me arrepender de não ter votado nele; de o perceber muito bem quando não apoiou Ramalho Eanes. Podia, claro, continuar por páginas e páginas, tantas foram as vezes em que ele esteve presente na minha vida e na de nós todos - pessoalmente, deu-me a maior honra que tive.

Comecei a admirá-lo profundamente já numa fase adiantada da minha vida. Não me lembro de ter votado nele, mas lembro-me de ele me ter irritado, de pensar que ele estava enganado. Enervava-me aquilo que me parecia uma certa displicência, a bonomia em excesso. Disse-lhe isso uma vez e ele respondeu-me que esperava que eu votasse nele nas eleições seguintes (tinha 90 anos) e que esperava que eu já não me levasse tão a sério: tinha razão.

Não o compreendi demasiadas vezes e, no entanto, na maioria das vezes, muito depois, percebi que ele tinha quase sempre razão. Talvez só tarde tenha percebido que há mesmo gente maior do que o mundo e que esses são sempre difíceis de entender na juventude, possivelmente porque nessa idade estamos muito presos a convicções ideológicas, porque vemos o mundo a preto e branco. E Mário Soares era tudo menos alguém unidimensional, não era um homem de trincheiras, era sim um homem que conseguia ver o ângulo contrário.

Por outro lado, como é que eu podia escrever antes de ele morrer se não conseguia imaginar que alguma coisa o pudesse derrotar definitivamente. Para mim, era eterno. Não derrotável. Uma batalha perdida servia apenas para lhe dar mais força para a seguinte.

Um homem contraditório, que se zangava com amigos de toda a vida e que fazia de adversários de ontem amigos de hoje, mas que nunca se referia a ninguém como inimigo. Consciente de que as alterações do mundo e das circunstâncias mudam as nossas ações e até, muitas vezes, a maneira como vemos os outros, princípios e convicções. Mas sempre como primeiro combatente dos grandes valores da democracia e da liberdade.

Não vou discorrer sobre o seu papel na história, nem repetir o que muitos melhor do que eu dirão dos seus contributos únicos para Portugal e para o mundo. Só lembro que é um dos nossos grandes, um homem que marca os séculos XX e XXI portugueses e que nenhum compêndio sobre a nossa história nos próximos mil anos pode deixar de ter em lugar cimeiro. É também o único português que tem um lugar de honra na história europeia. Não podia assim deixar de ser, era um homem do mundo.

Muita gente próxima de Mário Soares fala do seu profundo amor pela vida. Dizia muitas vezes que nunca tinha acordado maldisposto, que nunca tinha tido uma depressão, que sempre tinha tido uma enorme alegria no que fazia.

Recordo-me de ele confessar na sua biografia, por exemplo, o seu gosto pela política. Mas o que ele respirava era um profundo amor pela vida. Pelos seus prazeres, pela sua imprevisibilidade, pelos seus desafios. Só um homem que ama a vida como ele a amava consegue amar a liberdade. Só quem vive, como ele viveu, vivendo cada minuto com toda a intensidade, como se cada segundo fosse decisivo, percebe quão valiosa é a liberdade. E foi essa a sua batalha constante. Combatida com uma coragem física impressionante, com uma generosidade única, com a força que só o profundo amor a alguma coisa permite.

Quando alguém morre não choramos só por quem nos morre, choramos também por nós. Porque fica um buraco, um vazio que não pode ser preenchido por mais ninguém. É aquilo que não podemos recuperar, aquilo que não voltaremos a ter que, em grande parte, choramos.

Com a morte de Mário Soares, ficamos em muitos sentidos órfãos. Mas temos de admitir que ele merecia descansar. Teve uma vida cheia. Uma vida rica. Uma vida que valeu a pena ser vivida. E a sorte que tivemos que a tenha vivido connosco!

Quem não é esquecido não morre, e devemos demasiado a Mário Soares para alguma vez o esquecermos. Nós, os nossos filhos, os nossos netos. Soares é fixe, mas é sobretudo eterno. E deixa connosco a responsabilidade de levarmos mais longe o combate de uma existência: pela liberdade, pela democracia, pela cultura, pelo Portugal que tanto amou e a que ajudou a dar forma, e que ainda hoje exige de nós um compromisso pessoal sem hesitações.

Obrigado, Mário Soares.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
08/01/17

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1106.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE  NO  
"OBSERVADOR"

Da Medicina e da Igreja. 
Recordando Daniel Serrão

Um homem dividido entre a medicina e a religião: a grande mágoa foi o saneamento da Faculdade de Medicina em 75; a maior alegria ser escolhido por João Paulo II para a Academia Pontifícia para a Vida.

Daniel Serrão teve uma vida enformada pela medicina e pela religião. Como o médico que só sabe de medicina, nem de medicina sabe, como disse Abel Salazar (outro médico portuense), o professor de Anatomia Patológica foi muito mais do que médico – foi um pedagogo, foi um eticista, foi um homem comprometido com o catolicismo mas sempre com horizontes largos, foi um homem simples e próximo das pessoas. Para ele, “só o otimismo pode ser desmesurado”, como sublinhava na página que deixou na internet, danielserrão.com, uma forma, como ele dizia, de os netos e os tetranetos poderem vê-lo e ouvi-lo se e quando quiserem.
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Morreu num domingo de epifania, na festa católica dos Reis aos 88 anos, a menos de dois meses de completar 89. Em Outubro de 2014 tinha sido atropelado perto de casa, porque todos os dias fazia exercício – “ando pelo menos uma hora por dia”, dizia-me, quando nos encontrávamos. O que aconteceu muitas vezes porque morávamos bem perto. Nunca recuperou desse acidente.

Um homem alto, a sua presença começava por se notar fisicamente, mas rapidamente se alargava. Grande conversador, gostava de explanar as suas ideias e de procurar os melhores argumentos. Recordo-me que defendia a certa altura o cardeal francês Jean-Marie Lustiger para Papa, por ser um judeu converso e isso, segundo ele, permitiria à Igreja Católica abrir novos horizontes e resolver os problemas com o judaísmo.

Nascido em Vila Real, filho do meio de um engenheiro da então Junta Autónoma das Estradas e de uma dona de casa, concluiu o liceu em Aveiro, mas estabeleceu-se no Porto, onde viveu até ao final da vida e se dedicou à Faculdade de Medicina – de resto morou sempre perto do Hospital de S. João onde ela funciona (durante um tempo, Jorge Nuno Pinto da Costa morava no prédio em frente, bem antes de ser presidente do FC Porto). 

Doutorou-se com 19 valores, concorreu para professor de Anatomia Patológica, um cadeirão. Mobilizado para Angola, lá esteve entre 1967 e 1968. Já tinha os seis filhos e era impossível, com o vencimento de militar, prover às necessidades de uma família numerosa. A mulher, Maria do Rosário, professora de ginástica, queria acompanhá-lo e levaram assim apenas um dos filhos “por decisão dela”, escreveu, deixando os outros “à caridade dos padrinhos”. Quem os acompanhou foi Daniel Luís, que viria a morrer cedo, em 1994.

A grande mágoa foi o que chamou em livro “Um saneamento exemplar”, quando foi afastado, em 1975, da sua querida faculdade por acharem que não estava de acordo com os ideais da revolução. 

Foi reintegrado ao fim de um ano, por decisão do Conselho da Revolução com reposição integral de salários (“foi a única vez em que ganhei sem trabalhar”). Tinha que sustentar a família e montou em casa um laboratório de Anatomia Patológica e aparentemente ganhou bom dinheiro. Até porque os colegas começaram a recomendar a competência do professor e mesmo alguns que o tinham ajudado a sanear lhe mandavam doentes…

Estava sempre disponível para ir falar a qualquer conjunto de pessoas, grande ou pequeno, quase a qualquer hora do dia e da noite mesmo já depois de dobrados os 80 anos. E tinha uma grande facilidade em falar, em apresentar ideias – até há três anos tinha um espaço próprio de opinião no Porto Canal, que terminou com o acidente de 2014. Tinha as ideias claras, contava bem histórias, tocava nos pontos certos, não evitava os mais polémicos.

Assentou a sua vida em valores considerados de direita, mas sempre com uma grande sensibilidade social. Preocupava-se com as grávidas muito jovens, com os abortos sequentes, não tinha dúvidas em defender o preservativo em muitos casos, preferindo as razões médicas e sociais à razão da igreja. De resto, confessou que em jovem teve um curto período de “ateísmo militante”.

Daniel Serrão gostava de militar, gostava da luta, das suas trincheiras e dos argumentos.

“Eu agora já não sou o prof. Serrão, passei a ser o pai do Manel”, disse-me um dia, porque o filho lhe disputou, por via da televisão, a popularidade. O “Expresso” chegou a fazer uma bela reportagem, “Serrão e filho”, pegando num título de um programa humorístico da televisão. Mas também o irmão mais novo, Fernando, igualmente professor universitário (Química) foi subsecretário de Estado da Juventude e Desporto de Salazar, entre 1964 e 68. Uma família de peso político, religioso, social que ultrapassou momentos difíceis – esse irmão morreu com 52 anos em 1981 (era o padrinho do filho Manuel), uma das quatro filhas partiu ainda antes do pai.

Mas na verdade, Daniel dos Santos Pinto Serrão teve sempre um enorme reconhecimento público, até porque se dedicou a um campo novo, o da Bioética, numa altura em que se começaram a discutir as diferentes formas e possibilidades da procriação. Foi distinguido com lugares em Portugal e no estrangeiro – na Unesco e na Cúria, por exemplo – mas ter sido escolhido pelo Papa João Paulo II para membro da Academia Pontifícia para a Vida foi uma das grandes alegrias da sua vida.

* Um cidadão cheio de dignidade, um exemplo de humanidade a seguir.

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1-Legionários de Cristo

Escândalo no Vaticano

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FONTE: SIC NOTÍCIAS

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VI- O FUTURO EM 2111
1-ROBOTS DO FUTURO

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HOJE  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Presidente diz que homenagem dos
.portugueses é "muito impressionante"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje "muito impressionante" a homenagem que os portugueses estão a prestar a Mário Soares, que mostra "a gratidão do país" em relação ao antigo chefe de Estado.

Marcelo Rebelo de Sousa e o presidente da Assembleia da República regressaram hoje, cerca das 19:30, ao Mosteiro dos Jerónimos para prestar uma homenagem a Mário Soares, depois de terem recebido, ao início da tarde, o cortejo fúnebre do antigo chefe de Estado.
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À saída, cerca de 50 minutos depois, o Presidente da República foi questionado sobre a homenagem que os portugueses estão a prestar a Mário Soares, tendo sido curto nas palavras para dizer que é "muito impressionante" e mostra "realmente a gratidão do país em relação a Mário Soares".

Interrogado sobre se os portugueses estavam a responder ao pedido que o Presidente da República tinha feito, Marcelo respondeu apenas que "responderam ao apelo da história".

O chefe de Estado saiu dos Jerónimos acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Santos Silva, tendo o Governo estado igualmente representado ao início da noite nos Jerónimos pelo ministro da Agricultura, Capoulas Santos, da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, e do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques.

A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, e a secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

Também presentes estiveram os ex-ministros António Vitorino, Alberto Costa e Nuno Severiano Teixeira, bem como o ex-secretário de Estado José Magalhães e o ex-deputado Paulo Mota Pinto.
Mário Soares morreu no sábado, aos 92 anos, no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa.

O Governo português decretou três dias de luto nacional, até quarta-feira.

O corpo do antigo Presidente da República está em câmara ardente no Mosteiro dos Jerónimos desde as 13:10 de hoje, depois de ter sido saudado por milhares de pessoas à passagem do cortejo fúnebre pelas principais ruas da capital com escolta a cavalo da GNR.

O funeral realiza-se na terça-feira, pelas 15:30, no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, após passagem do cortejo fúnebre pelo Palácio de Belém, Assembleia da República, Fundação Mário Soares e sede do PS, no Largo do Rato.
Nascido a 07 de dezembro de 1924, em Lisboa, Mário Alberto Nobre Lopes Soares, advogado, combateu a ditadura do Estado Novo e foi fundador e primeiro líder do PS.

Após a revolução do 25 de Abril de 1974, regressou do exílio em França e foi ministro dos Negócios Estrangeiros e primeiro-ministro entre 1976 e 1978 e entre 1983 e 1985, tendo pedido a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1977, e assinado o respetivo tratado, em 1985.

Em 1986, ganhou as eleições presidenciais e foi Presidente da República durante dois mandatos, até 1996.

* Ontem prestámos a nossa modesta homenagem a Mário Soares com várias inserções a seu respeito. Já se disse tudo nos últimos três dias sobre o político e o homem, agora precisa de descansar.

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Marianne Faithfull

Working Class Hero

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HOJE  NO 
"RECORD"

Ronaldo vence The Best FIFA 2016
 com 34,54% dos votos

Consagrado esta segunda-feira como melhor jogador do Mundo na Gala The Best FIFA 2016, Cristiano Ronaldo recolheu 34,54% dos votos, segundo dados revelados pela FIFA. O português, que em 2016 se sagrou campeão europeu de clubes e seleções, deixou Lionel Messi a mais de 8% (26,42%), ao passo que Antoine Griezmann completou o pódio com 7,53%.
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Olhando para o passado, este foi o terceiro triunfo mais amplo do português sobre o argentino nesta sua batalha particular. Pior só mesmo em 2013, quando conquistou a Bola de Ouro (na altura ainda em conjunto com o 'L'Équipe') com 3,27% de avanço.

* Em 2016 só podia ser Cristiano Ronaldo, também felicitamos Fernando Santos não lhe ficaria mal o 1º lugar.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Construção 
Investimento público 
é o pior de três décadas

Apesar de o PIB ter crescido 69%, o investimento está ao nível da adesão à CEE.

As perspetivas otimistas da construção para 2016 goraram-se e o ano fica marcado por nova quebra na produção, o que acontece pelo 9.º ano consecutivo. 
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O investimento em construção deverá ter-se situado nos 13,1 mil milhões de euros e é preciso recuar três décadas, até 1986, para encontrar um valor mais baixo. 

Ou, como destaca a Associação dos Industriais da Construção e Obras Públicas, Portugal voltou a apresentar, em matéria de investimento e, em especial de investimento em construção, valores só comparáveis ao período de pré-adesão à União Europeia: "É um retrocesso inaceitável e que tem de ser revertido", lamenta o presidente da AICCOPN, Reis Campos.

* Quando se investiu demasiado no betão, quando se construíram estruturas para serem no futuro imediato elefantes brancos, não nos lembramos de nenhum construtor a recomendar moderação no despesismo no cimento armado.

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França
Trabalhadores ganham direito a estar offline

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FONTE: EURONEWS

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Parlamento venezuelano declara
.“abandono do cargo” 
do Presidente Nicolás Maduro

O parlamento venezuelano, onde a oposição detém a maioria, chegou hoje a um acordo para declarar o “abandono do cargo” do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e exigir uma saída eleitoral para a crise político-económicado país.

O acordo foi conseguido durante a sessão ordinária de hoje, com os votos a favor de 106 dos 167 deputados do parlamento, com o Polo Patriótico a acusar aquele organismo de “usurpar funções” para o qual não está habilitado e com o Supremo Tribunal de Justiça a insistir que a Assembleia Nacional não está habilitada para demitir o Chefe de Estado.

“[Aprova o parlamento] declarar que Nicolás Maduro Moros, invocando o cargo de Presidente da República, tem incorrido em ações e omissões que situam o seu desempenho completamente à margem do desenho e funções constitucionais da Presidência da República, em virtude da grave rutura da ordem constitucional e democrática, da violação de direitos humanos, da devastação das bases económicas e sociais da nação e dos atentados à integridade da República, que tem levado a cabo”, lê-se no texto do acordo.

Por outro lado, a Assembleia Nacional (AN) declara que, “em consequência e conformidade com a Constituição”, o Chefe de Estado “abandonou o seu cargo”, assim como “as funções constitucionais” que lhe são inerentes, “especialmente a obrigação de cumprir e fazer cumprir a ordem constitucional e as leis”.

Para a AN, “a única forma de resolver os graves problemas que afetam o país e de conter o desmantelamento das instituições republicanas é devolver o poder ao povo da Venezuela e, portanto, pela convocatória para realizar eleições livres e plurais”.

No documento, o parlamento ratifica o seu compromisso “com a restituição da ordem constitucional” que se produz “quando desde a Presidência da República se faz uso da autoridades civil e militar para minar a Constituição”.

Por outro lado, “reitera a decisão de acudir às instâncias internacionais competentes para denunciar as violações dos direitos humanos e de elementos essenciais da democracia que sofrem os venezuelanos, em cuja comissão Nicolás Maduro tem tido um papel protagónico”.

Segundo o órgão legislativo venezuelano, o chefe de Estado tem tentado impor o modelo castro-comunista no país, governa sob um estado de exceção sem aprovação do parlamento e ordena que sejam desacatados os pedidos de comparecência dos ministros a fim de declararem sob a gestão que realizam.

Considera ainda que a violação da liberdade de expressão e a não defesa do Ezequibo (território em reclamado perante a vizinha Guiana), são alguns dos motivos para declarar que o Presidente abandonou o cargo.

Por outro lado, responsabiliza o chefe de Estado pelas violações de direitos humanos, cometidas no contexto da repressão policial e da discriminação por razões políticas, por sentenças arbitrárias do Supremo Tribunal de Justiça e que se tem auto-facultado para aprovar contratos de interesse público com Estados e entidades estrangeiras.

Também por facilitar a corrupção e promover uma “ausência de separação de poderes” que “explica uma confabulação executivo-judicial constitutiva de um golpe de Estado” e que a falta de incumprimento das suas funções levou a uma inflação de mais de 500% em 2016, uma depressão da economia refletida na queda de 12% do PIB e numa grave escassez de alimentos e medicamentos, entre outros problemas.

* A Venezuela está  sem rei nem roque, o pior é que vivem no país centenas de milhares de portugueses.

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HOJE  NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Dados económicos apontam para forte
.recuperação na Zona Euro 

Os indicadores que têm sido divulgados neste arranque de ano apontam para uma forte recuperação do ritmo de crescimento da economia da Zona Euro no último trimestre de 2016.

Está em curso uma aceleração no crescimento da Zona Euro.

O desemprego no bloco da moeda única permaneceu em mínimos de mais de sete anos em Novembro, a Alemanha anunciou o segundo aumento consecutivo na produção industrial e a confiança dos empresários franceses voltou a subir. Dados económicos revelados esta segunda-feira que surgem depois de na semana passada terem sido divulgados indicadores que apontam para o crescimento da economia, no quarto trimestre, ao ritmo mais rápido desde 2011.   

Depois de meses de indefinição, está a ficar evidente que a Zona Euro embarcou finalmente no que o presidente do Banco Central Europeu classifica de "recuperação económica moderada mas firme". 
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O desemprego tem vindo a descer de forma contínua, enquanto o aumento da confiança na economia para o nível mais elevado em mais de cinco anos sinaliza que os consumidores e os empresários esperam que a recuperação continue num ano que deverá ser de incerteza politica.

"Não admira que a confiança dos consumidores esteja a aumentar, já que quase um milhão de pessoas saiu do desemprego na Zona Euro no último ano", comentou à Bloomberg Bert Colijn, economista do ING Bank. "Com as empresas a indicarem que as contratações deverão permanecer fortes nos próximos meses, parece que a criação de postos de trabalho vai continuar a favorecer a recuperação do crescimento económico".

A taxa de desemprego na Zona Euro fixou-se em 9,8% em Novembro, mantendo a mesma marca que tinha observado no mês anterior, relevam dados do Eurostat. Esta é a taxa mais baixa desde Julho de 2009 e saiu em linha com o esperado pelos economistas.

A Alemanha apresenta a taxa mais baixa da região (4,1%), enquanto em Espanha ascendeu a 19,2%.

O presidente do BCE, Mario Draghi, tem repetido apelos aos governos para implementar reformas que reduzam o nível estrutural do desemprego e aumentem o potencial de crescimento económico. Contudo, com os partidos que lideram os governos na Alemanha, França e Holanda a tentarem defender-se do crescimento dos movimentos populistas num ano em que decorrem eleições legislativas, a acção poderá ser limitada.

"A taxa de desemprego deverá continuar a descer nos próximos meses", afirma Holger Sandte, economista-chefe da Nordea para a Europa. Os indicadores de sentimento económico "parece decentes e a menos que a política se atravesse no caminho o cenário para o mercado de trabalho não parece mau".

Em Itália, a taxa de desemprego subiu inesperadamente para um máximo de 17 meses em 11,9% em Novembro, o mês anterior ao referendo que provocou a demissão do primeiro-ministro Matteo Renzi.

Já a economia francesa está a ganhar força. O índice de confiança na indústria aumentou para máximos de Maio de 2011, o que de acordo com o Banco de França aponta para um crescimento do PIB de 0,4% no quarto trimestre, o dobro do registado nos três meses anteriores.

Na Alemanha, a produção industrial aumentou 0,4% em Novembro e as exportações subiram 3,9% no mesmo mês. "A Alemanha está bem – a economia está a crescer a um ritmo suficientemente forte para impulsionar o emprego sem provocar pressões inflacionistas", afirmou Andreas Scheuerle, economista do Dekabank. "Se não fosse o resto do mundo, [a Alemanha] estaria numa forte posição".

* Devemos respeitar o saber dos economistas mas acautelarmo-nos com as suas psicoses eufórico/depressivas.

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 O QUE É TER UM PAI ÁRBITRO

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FONTE:AlexandreSantosComedy

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