sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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14-A ASCENÇÃO

 DO DINHEIRO

O que também grandes banqueiros
e prestigiados políticos não querem
que se saiba acerca do dinheiro

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* Veja também "O DINHEIRO COMO DÍVIDA" editado nas 5 semanas anteriores ao do início  desta série neste mesmo horário.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO
"A BOLA"

DIAP notifica Liga da suspensão de seis envolvidos no Processo Jogo Duplo

O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) notificou esta sexta-feira a Liga Portuguesa de Futebol Profissional da suspensão de profissão ou atividade de seis dos envolvidos no processo Jogo Duplo, desencadeado na última jornada da Liga 2 da época passada e que culminou com a constituição de 15 arguidos.
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A decisão partiu do Tribunal da Relação de Lisboa, a pedido do DIAP, que entendeu existir o perigo de continuação da atividade criminosa, pelo que determinou a suspensão dos envolvidos enquanto dura o inquérito.

Os nomes dos implicados nesta suspensão não foram ainda divulgados.

* Que apenas se faça justiça.

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O CRESCIMENTO ECONÓMICO
E A BANCA



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 30 de Novembro, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrivelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. António Nogueira Leite.

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HOJE  NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Turismo termal vai ter propostas de
.dinamização até 28 de fevereiro

O Governo criou um grupo de trabalho para identificar os constrangimentos do turismo termal, cuja missão é apresentar até ao final de fevereiro um plano para dinamizar esta atividade turística, revelou o Ministério da Economia.
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S.PEDRO DO SUL
 O grupo foi criado na passada terça-feira, por despacho do Governo, publicado em Diário da República, mas este mesmo diploma adiou em um mês a data limite de entrega do relatório final que vai ser elaborado pelo grupo de trabalho e que, 20 dias antes, também por despacho publicado, esteve agendado para 31 de janeiro.

Os dois despachos, de 09 e de 29 de novembro, são praticamente iguais, sendo as únicas diferenças o adiamento por quase um mês da data de entrega do referido relatório e a composição do grupo de trabalho.

No primeiro despacho, que acabou substituído pelo despacho de 29 de novembro, o Governo incluía apenas quatro representantes no grupo de trabalho: o Instituto de Turismo, a Ordem dos Médicos, a Associação Nacional de Municípios e a Associação das Termas Portugal.

No segundo despacho, o único atualmente em vigor, o Governo acrescentou um quinto representante ao grupo de trabalho, oriundo da Direção-Geral de Energia e Geologia, sendo por isso o secretário de Estado da Energia também chamado a assinar o despacho, além dos seus homólogos das pastas da Saúde, Comércio e Turismo.

No diploma, o Governo lembra que a implementação de programas de combate à sazonalidade, através da dinamização de produtos turísticos específicos, nomeadamente o turismo de saúde, é uma prioridade para o turismo, entre outras.

Em Portugal, apesar da ligeira melhoria nos resultados de 2015, o turismo termal tem registado indicadores decrescentes desde 2011.

“Para contrariar essa tendência, importa fazer uma avaliação do impacto económico da atividade termal e identificar constrangimentos e instrumentos que permitam dinamizar esta atividade”, justifica o executivo.

O Ministério da Economia, num comunicado distribuído hoje para divulgar a criação do grupo de trabalho, e no qual omite a alteração da sua composição e da data de entrega do relatório, afirma que existem neste momento 40 termas em funcionamento em Portugal, que foram responsáveis por cerca de 420 mil dias de tratamentos termais no ano passado e que empregam direta e indiretamente cerca de 3.500 pessoas.

* As Termas não fazem milagres mas dão maior qualidade de vida a quem as procura.

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1-PENICHE
O PORTO E OS HOMENS

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Há 35 anos, o porto de Peniche chegou a ter mais de 40 traineiras. Só 14 eram propriedade da União de Cooperativas de Peniche, uma das primeiras cooperativas de pesca do país. Dessas 40, resta no cais das traineiras... apenas uma.
Todas as outras foram abatidas ou vendidas para outros portos nacionais e estrangeiros. Peniche tem agora apenas seis embarcações a fazer a chamada pesca do cerco.
Já os estaleiros navais de Peniche, que começaram com uma rampa de reparação, constroem agora barcos de pesca para vários países africanos.
O programa "Perdidos e Achados", SIC,  regressa ao Porto de Peniche para saber que realidade vivem hoje os pescadores e armadores daquela região. Encontrámos o que resta das cooperativas/barco: uns estaleiros concessionados há 24 anos pelo Estado aos pescadores, armadores e empresas locais.

Reportagem SIC, emitida a 10.12.2011.
Jornalista: Dulce Salzedas
Imagem: Pedro Carpinteiro
Edição: João Nunes

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Provas de fraudes 
escondidas em parede falsa 

Contabilista, de 58 anos, escondeu milhares de documentos comprometedores em casa.

Milhares de documentos comprometedores estavam escondidos atrás de uma parede falsa em casa de Joaquim Sampaio Oliveira. O discreto técnico oficial de contas, de 58 anos, é um dos pilares em que assentava o esquema de fraude milionária à Segurança Social, liderado pelos irmãos e advogados Salgado, que foi desmontado na megaoperação Trapos Soltos, da PJ de Braga. 
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FAZ DE CONTAS
 O contabilista, com um modesto escritório – o FantasConta – no rés do chão de uma casa numa freguesia de Famalicão, é um dos oito arguidos no elaborado esquema de fraude, que terá lesado o Estado em 15 milhões de euros, em apenas cinco anos. Desde apoios do QREN, recebidos para empresas-fantasma, até faturação fictícia para ficar com o reembolso do IVA, o grupo, indiciado por associação criminosa, fazia de tudo para enganar o Estado. 

Na moradia em que Joaquim Sampaio Oliveira vive, na rua Francisco Brandão, em Sequeiró, Santo Tirso, os inspetores conseguiram perceber a existência de uma parede falsa que dava acesso a um quarto, onde o contabilista tinha arquivadas centenas de pastas com milhares de documentos que podem provar as burlas e que tiveram de ser transportados num camião para a Judiciária de Braga. Vão agora ser analisados. 

O contabilista está em liberdade, tal como os restantes comparsas, mas não pode exercer as funções. A procuradora alertou que se tem relacionado com uma pessoa no Brasil e, por isso, existe o perigo de fuga. 

* De colarinho branco e toga.

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NUNO CINTRA TORRES

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Internet e democracia: 
mudança fundacional

Tal como o tecido económico está em processo de transformação e adaptação à economia digital, também a democracia liberal precisa de ser refundada para sustentar com sucesso as instituições do Estado democrático na nova era da Internet.

“Agora, através do Facebook e Twitter (…) há permissão social para [dar a volta aos parâmetros do discurso aceitável]. Há a permissão social para esse tipo de discurso. Mais, através desses mesmos meios sociais pode encontrar-se pessoas que concordem consigo, que validam esses pensamentos e opiniões. Isto cria toda uma nova estrutura de permissão, um sentido de afirmação social para o que antes se considerava ser impensável. É uma mudança fundacional.”

Assim falou Barack Obama sobre as redes sociais na Internet numa série de conversas com David Remnick, da revista The New Yorker. O presidente dos EUA reafirma a sua capacidade de distanciamento e de análise fria dos acontecimentos e das pessoas – incluindo a apreciação que faz dele próprio. É um texto extraordinariamente interessante pelo que revela da capacidade de análise e de pensamento estruturado virado para o futuro. O momento em que as conversas decorreram é também extraordinário. Remnick acompanhou Obama em viagens de avião, autocarro e comícios durante os últimos dias da campanha eleitoral, quando ainda se admitia a vitória de Hillary Clinton, e nos primeiros dias depois da eleição de Donald Trump, designadamente na Sala Oval.

A primeira campanha de Obama em 2008 foi também a primeira a utilizar com eficácia o poder da Internet para mobilizar o eleitorado e captar donativos. Mas Obama diz que foi igualmente a última que decorreu num contexto informacional, em que os mass media tradicionais – imprensa, rádio e televisão – ainda dominavam. Destes, apenas a televisão ainda se pode considerar um meio de massas, embora em perda constante de audiência. É o único que ainda consegue congregar milhões de pessoas ao mesmo tempo, mas esse poder está cada vez mais concentrado num ou dois tipos de eventos e programas, novelas e desporto – e mesmo este em perda de audiência.

Poderá a Internet ser considerada um mass medium? Alguns dos seus conteúdos certamente alcançam milhões de pessoas, embora de modo disperso e não todos ao mesmo tempo. Mas a principal questão não reside apenas no alcance da Internet, que é ilimitado, mas sim nos conteúdos projetados sem a intervenção do mediador profissional: o jornalista. A Internet fomenta o desenvolvimento de tribos e de seitas, para além de facilitar a atividade maliciosa de ‘hackers’ e de propaladores de invenções. No Brasil verificou-se que notícias falsas sobre o processo contra Lula da Silva tinham tantos leitores como as notícias verdadeiras. Na Macedónia, uma empresa especializou-se em fabricar e divulgar mentiras pró-Trump e anti-Clinton.

Quando surgiu, a Internet foi saudada como instrumento de liberdade que anunciava o fim das fronteiras entre Estados. A Internet seria um supra-Estado. Hoje, quando perto de um quarto da humanidade utiliza o Facebook – instrumento de eleição para alimentar crises psicóticas, propalar conspirações e alimentar incontáveis tribos –, a Internet não se tornou um Estado com os instrumentos de governação próprios dos Estados. É antes um vasto território selvagem onde pontificam alguns potentados transnacionais incontroláveis e incapazes de conter quem os utiliza, como o Facebook, Google e Twitter, utilizados por hordas anarquistas, niilistas e de uma variedade de extremistas, islâmicos e outros. Esta semana, um estudo académico britânico revelou que, no mês seguinte ao assassinato de Jo Cox, deputada britânica apoiante do Remain, foram produzidos 53 mil tweets por, pelo menos, 25 mil indivíduos a celebrar o “heroico” assassino e a incitar mais ações “patrióticas” como aquela.

Na Internet dominam os que têm os meios para dominar e utilizar a tecnologia, e onde os media profissionais têm a custo vindo a conquistar terreno. A procura da verdade – a análise, a contextualização, o contraditório, a confirmação das fontes e dos factos – perdeu relevância sendo. Agora (de novo) o mensageiro é ele mesmo a própria mensagem. A tecnologia passou a ser vista com suspeição por muitos dos que defendem a liberdade. Um conhecido investidor de Nova Iorque disse a propósito da eleição americana que a Internet colocou a democracia em causa. O Facebook defende-se e diz que está a montar um sistema de verificação da idoneidade das informações para eliminar as “notícias” falsas. É uma atividade complexa que requer a intervenção de inteligência artificial e humana, mas, provavelmente, impossível de ser eficaz. É preciso verificar as fontes, uma a uma. E a partir desse momento Facebook tornar-se-á num publisher, atividade que Zuckerberg afirma não pretender mas que inevitavelmente irá ter que exercer.

A utilização do Twitter por Trump, amplificada e validada pelos media profissionais – entretidos pela novidade, entretendo a populaça e maximizando audiências, em particular a TV por cabo – revelou todo o poder da comunicação eletrónica, diretamente para os eleitores sem intermediação jornalística. Segundo Neil Munshi, do Financial Times, Trump virou do avesso o mundo político, a indústria das sondagens, os media, os mercados de previsões, os ‘establishments’ republicano e democrata e a totalidade da ordem geopolítica ao conseguir a mais improvável vitória na história dos EUA. Tal como conseguiu arrebatar a presidência a Clinton apesar desta ter tido mais de dois milhões de votos.

Importa perguntar qual é o impacto da pulverização informacional, não mediada, imbuída de coisas verdadeiras e outras falsas, no sentido de voto dos eleitores. Na prática, deixámos de saber o que pensam. Muitos eleitores americanos terão tido vergonha de dizer ao inquiridor que iriam votar Trump, ou seja, mentiram sobre qual seria o sentido do seu voto. Quando mais de 40% do eleitorado (branco) se comporta como se de uma minoria se tratasse e vota em massa em Trump, e isso não é detetado pelos ‘pollsters’ e pelos media – que viviam numa bolha artificial e autofágica –, parece-me certo que, como dizem alguns republicanos, o modo de funcionar dos ‘pollsters’ caducou.

A eleição americana, como antes o Brexit e agora as primárias republicanas em França, lançaram o descrédito sobre as empresas de estudos de opinião. O que irá passar-se nas eleições em França e na Alemanha e no referendo em Itália? A indústria de estudos de opinião, elemento essencial das democracias modernas, precisa de empreender a refundação que os media iniciaram. De facto, tal como o tecido económico está em processo de transformação e adaptação à economia digital, também a democracia liberal precisa de ser refundada para sustentar com sucesso as instituições do Estado democrático na nova era da Internet.

* Professor Universitário

IN "OJE-JORNAL ECONÓMICO"
29/11716

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1068.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO
   "OBSERVADOR"

Nova versão do Google Chrome: 
mais rápido e mais seguro

Já saiu a versão 55 do browser Google Chrome. É mais rápido, ocupa menos memória e, porque abandonou o Flash (por defeito), é mais seguro. A atualização estará disponível em todas as plataformas.

Saiu esta sexta-feira a versão 55 do Google Chrome, o browser mais utilizado no mundo. Esta atualização era esperada há muito, porque inclui três novidades técnicas importantes: ocupa até 50% menos memória RAM, o que permite, por exemplo, ter mais separadores abertos em simultâneo; consome menos energia, o que melhora a autonomia dos dispositivos portáteis; e é mais seguro, porque passa a assumir o código HTML5 por defeito, em vez do Flash.


Ainda existem milhões de páginas na Internet que utilizam o Flash para correr conteúdos multimédia – animações e vídeos. Contudo, a tecnologia Flash sempre foi um ponto sensível para a segurança, pelo que a indústria tem vindo a (tentar) abandonar o Flash em detrimento do HTML5, que é mais rápido e mais seguro.

A nova versão do Chrome bloqueia o acesso, por defeito, aos conteúdos em Flash, sempre que estiverem também disponíveis em HTML5. Os sites que apenas correm em Flash continuarão a ser carregados, mas esta atualização está a ser encarada como uma forma de pressão da Google para forçar a modernização tecnológica das páginas.

Pode antecipar a atualização automática do browser Chrome clicando em Preferências > Acerca de.
As respetivas atualizações para Android e iOS estarão disponíveis em breve.

* À atenção dos internautas.

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III-HISTÓRIA DO SÉC.XX
3- OS TOTALITARISMOS
DE 1933 a 1945
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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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2016 Amsterdam 
Boday Painting Festival Parade

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HOJE  NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Austrália aprova lei para alargar 
tempo de prisão de terroristas

Lei vai permitir manter na prisão os terroristas considerados de alto risco depois de terem cumprido a sua pena

O Parlamento australiano aprovou uma lei que vai permitir manter na prisão os terroristas considerados de alto risco depois de terem cumprido a sua pena.
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"O plano é uma resposta necessária perante a ameaça grave que representa o terrorismo para a Austrália e o seu povo", disse o ministro da Justiça, Michael Keenan, antes da aprovação da nova lei na noite de quinta-feira.

O regime de detenção contínua, que foi apoiado pela oposição trabalhista, tem um período de até dez anos.

A Austrália elevou a "alto" o seu alerta terrorista em setembro de 2014 e desde então reforçou a segurança e aprovou uma série de leis antiterroristas para evitar que se produzam atentados no seu solo, que tem sido cenário de ataques isolados.

O atual alerta "provável", vigente desde novembro de 2015, foi justificado com base na informação "credível" dos serviços secretos que indica que um grupo de pessoas tem intenção e capacidade de levar a cabo um ato terrorista na Austrália.

* Não há terrorista que possa ser libertado, consideramos que a prisão perpétua seria a sentença justa. Terrorista não se redime.

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The Voice Portugal 2016

Andrea Verdugo

Vocês Sabem Lá (Mª de Fátima Bravo)

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Gala

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HOJE  NO
"RECORD"

'World Soccer' 
elege Cristiano Ronaldo como 
o melhor de 2016

Cristiano Ronaldo arrebatou mais um troféu. O internacional português foi eleito como o melhor futebolista de 2016 pela revista britânica 'World Soccer', superando Lionel Messi na votação levada a cabo por 100 jornalistas.
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 Assim, o goleador da Seleção Nacional e do Real Madrid triunfou pela 4.ª vez (já vencera em 2008, 2013 e 2014), igualando o recorde do argentino (ganhou em 2009, 2011, 2012 e 2015).

No terceiro lugar surge o francês Antoine Griezmann, do Atlético Madrid, à frente de Luis Suárez, Gareth Bale e Neymar, confirmando o domínio da Liga espanhola, que colocou seis jogadores nas seis primeiras posições. O argelino Riyad Mahrez, do Leicester City, no 7.º posto, é o primeiro elemento de outro campeonato, neste caso da Premier League.

Numa lista que inclui 68 nomes, destaque para a presença de mais quatro portugueses: Pepe (12.º), Rui Patrício (26.º), João Mário (41.º) e Renato Sanches (44.º). O guardião do Sporting e da Seleção Nacional é o único a jogar em Portugal, depois de João Mário ter trocado os leões pelo Inter e Renato Sanches o Benfica pelo Bayern Munique no último verão.

Melhor Jogador de 2016
1.º Cristiano Ronaldo (Portugal/Real Madrid), 842
2.º Lionel Messi (Argentina/Barcelona), 712
3.º Antoine Griezmann (França/Atlético Madrid), 559
4.º Luis Suárez (Uruguai/Barcelona), 498
5.º Gareth Bale (País de Gales/Real Madrid), 497
6.º Neymar (Brasil/Barcelona), 405
7.º Riyad Mahrez (Argélia/Leicester City), 134
8.º Robert Lewandowski (Polónia/Bayern Munique), 117
9.º N’Golo Kante (França/Chelsea), 93
10.º Jamie Vardy (Inglaterra/Leicester City), 87
(...)
12.º Pepe (Portugal/Real Madrid), 73
26.º Rui Patrício (Portugal/Sporting), 32
41.º João Mário (Portugal/Inter), 8
44.º Renato Sanches (Portugal/Bayern Munique), 6

Últimos vencedores
2016 - Cristiano Ronaldo (Portugal/Real Madrid)
2015 - Lionel Messi (Argentina/Barcelona)
2014 - Cristiano Ronaldo (Portugal/Real Madrid)
2013 - Cristiano Ronaldo (Portugal/Real Madrid)
2012 - Lionel Messi (Argentina/Barcelona)
2011 - Lionel Messi (Argentina/Barcelona)
2010 - Xavi (Espanha/Barcelona)
2009 - Lionel Messi (Argentina/Barcelona)
2008 - Cristiano Ronaldo (Portugal/Manchester United)
2007 - Kaka (Brasil/Milan)
2006 - Fabio Cannavaro (Itália/Real Madrid)
2005 - Ronaldinho (Brasil/Barcelona)
2004 - Ronaldinho (Brasil/Barcelona)
2003 - Pavel Nedved (República Checa/Juventus)

2002 - Ronaldo (Brasil/Real Madrid)
2001 - Michael Owen (Inglaterra/Liverpool)
2000 - Luis Figo (Portugal/Real Madrid)

* Vencedor com mérito.

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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Apresentadora de TV 
enfrenta cancro em direto

Marta García González, apresentadora da estação espanhola 7TV, surpreendeu o público ao surgir em direto com a cabeça rapada, seis meses depois de se ter ausentado para lutar contra um cancro na mama.

Uma apresentadora e editora da estação 7TV da região de Múrcia, em Espanha, voltou esta quinta-feira ao trabalho ao fim de seis meses de baixa médica devido a um cancro da mama. Marta García González surpreendeu os espectadores ao surgir com a cabeça rapada na emissão em direto. "Que isto que eu faço hoje não seja notícia em dia nenhum", afirmou.
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A jornalista decidiu enfrentar, desta forma, a doença publicamente, depois de já ter sido submetida a tratamentos de quimioterapia. "Cada vez há mais gente com este tipo de cancro e, além disso, a idade diminuiu. Eu, por exemplo, acabo de cumprir 34 anos. É por isso que devemos normalizar esta situação, para que possamos voltar a trabalhar quando achamos melhor. Eu estive a editar e a apresentar até ao dia anterior à minha operação. Então, se agora me sinto novamente com forças, por que não haveria de regressar ao meu posto? Só porque não tenho cabelo? Não seria justo", defendeu.

Os colegas de Marta apoiaram-na e frisaram que o facto de ela regressar à televisão, numa altura em que ainda luta contra o cancro, é uma prova do seu empenho, determinação, e permite dar mais visibilidade a essa doença e aos mitos a ela associados.

* Tem a nossa admiração e respeito esta mulher corajosa.

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CÂMARA DOS COMUNS
Theresa May perde voto pelo "Brexit"

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FONTE:  EURONEWS

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 

DA MADEIRA"

Reeleição da Madeira como ‘melhor destino’ é “momento fantástico”

Eduardo Jesus sublinha que o prémio faz aumentar responsabilidade

“É com enorme alegria” que a reeleição da Região como ‘Melhor destino insular do Mundo’ é acolhida no Governo, com o secretário regional com a tutela do Turismo a garantir ao DIÁRIO que este “momento fantástico” faz crescer a notoriedade mas também responsabilidade.
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Num sector com vitalidade e a crescer de forma sustentada em número e em valor, Eduardo Jesus considera ser justo partilhar o prémio com todo o sector e com os profissionais de todos os serviços, aproveitando para deixar um reconhecimento público a todos os madeirenses que sabem receber bem.

Quanto ao prémio, sublinha que lança desafios, nomeadamente à requalificação do destino e à manutenção de tudo aquilo que gera riqueza. “Temos que continuar a trabalhar da forma como temos feito até agora para confirmar e manter o nível de qualidade e de atendimento que se faz nesta Região”, refere.

Esta confirmação da conquista de 2015 coloca a Madeira ao nível das Maldivas e das Maurícias que são os outros dois destinos insulares que conseguiram esta proeza de, em dois anos consecutivos, obterem tamanha distinção, a de serem o melhor destino insular do mundo.

* É mesmo fantástico ser a Madeira o melhor destino insular mundo

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

O que o PS disse no passado 
sobre Paulo Macedo

O Governo de António Costa escolheu Paulo Macedo para liderar a Caixa. Mas no passado, o ex-ministro da Saúde de Passos Coelho e antigo director-geral dos Impostos de Durão Barroso já foi alvo de críticas de socialistas. Mas não só. Também foi elogiado.

Paulo Macedo foi o nome escolhido pelo Governo para liderar a Caixa Geral de Depósitos (CGD). Antes, Macedo já foi ministro da Saúde de Passos Coelho e director-geral dos Impostos no governo de Durão Barroso, entre 2004 e 2007, tendo também passado pelo BCP. 

A opção para substituir Domingues recaiu sobre uma personalidade ligada ao PSD que no passado já foi criticada por vários socialistas, entre eles o actual primeiro-ministro, então na qualidade de apenas secretário-geral do PS. Mas Macedo conseguiu também arrancar elogios. Foi o que aconteceu quando deixou a direcção-geral dos Impostos, em 2007, quando Teixeira dos Santos era ministro das Finanças. O Negócios fez um levantamento de algumas frases para ver como o PS via Paulo Macedo no passado. 

28 de Maio de 2004
"O terceiro director-geral dos impostos foi recrutado num grupo económico privado e irá auferir uma remuneração de 23.340 euros, claramente superior àquela que é devida ao mais alto magistrado da Nação, àquele que representa todos os portugueses, S. Ex.ª o Presidente da República, violando nessa medida a lei que determina, mesmo quando há possibilidade de opção pelo vencimento de origem, a existência de um limite remuneratório do Presidente da República. Esta é a verdade da reforma da Administração Pública da maioria!"
   

Eduardo Cabrita, então deputado do PS, quando Paulo Macedo assumiu a liderança da Direcção-Geral de Impostos

1 de Março de 2007
"Sou o primeiro a reconhecer o mérito do trabalho do Dr. Paulo Macedo à frente da Direcção Geral dos Impostos (DGCI), mas o melhor tributo que lhe podemos prestar não é endeusá-lo nem transformá-lo num D. Sebastião do nosso sistema tributário, e sim reconhecer que ele mudou a Administração."

Fernando Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, quando Macedo saiu da Direcção-Geral de Impostos

26 de Agosto de 2013

"[Portugal não pode continuar a ter] um ministro das Finanças na Saúde, [precisando] de um ministro que cuide da saúde dos portugueses."

Álvaro Beleza, secretário nacional do PS para a área da saúde, quando Paulo Macedo era ministro da Saúde

8 de Janeiro de 2014
"Tem havido nestes últimos dois anos um conjunto de medidas de austeridade que afectaram decisivamente os cuidados de saúde dos portugueses."


Álvaro Beleza, secretário nacional do PS para a área da saúde

6 de Janeiro de 2015
"Gostaria de manifestar a minha preocupação com o facto de agora também o sector da saúde estar paralisado, tal como já tinha acontecido com a abertura do ano lectivo, com a avaliação dos professores e com o sistema informático da justiça. Uma paralisia por incapacidade da acção governativa."

António Costa, secretário-geral do PS, quando Paulo Macedo era ministro da Saúde

26 de Janeiro de 2015
"O desinvestimento do Governo na área da saúde faz com que esta chegue cada vez mais a menos pessoas e em piores condições, pelo que ficam criadas as condições para que os privados comecem a criar respostas no mesmo território. Eu acho que isso é muito perverso, com uma saúde para ricos e outra para pobres, e eu acho que esse é o verdadeiro intuito deste Governo."

Idália Serrão, deputada do PS

4 de Fevereiro de 2015
"Como é que o SNS, um dos melhores do mundo ate o senhor ministro chegar, chegou a este ponto? Agora os hospitais estão verdadeiramente na falência porque a função dos hospitais é tratar doentes, e quando não conseguem tratar doentes podemos dizer que faliram. Faliram porque não atendem os doentes e o senhor ministro falhou porque não foi capaz de manter um serviço de qualidade no SNS", acusou a parlamentar socialista.

Luísa Salgueiro, deputada do PS na comissão parlamentar de saúde

* Curiosamente.....

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BEIJOS NO VESTIÁRIO

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HOJE  NO
"DESTAK"
Espólio de José Saramago 
será doado à Biblioteca Nacional

O espólio do escritor português José Saramago vai ser doado no dia 10 à Biblioteca Nacional (BNP), cumprindo-se uma vontade do Nobel da Literatura, revelou à agência Lusa a Fundação José Saramago. 
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Em comunicado, a fundação refere que esta será uma doação "sem contrapartidas financeiras", ficando a BNP responsável pelo "tratamento, conservação e disponibilização para investigadores".

"Para aqueles a quem cabe continuar José Saramago, família e fundação, esta era a sua vontade e será respeitada", afirmou Pilar del Río, presidente da fundação, no comunicado enviado à Lusa.

* A bem da cultura portuguesa.

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