quinta-feira, 10 de novembro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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112-ACIDEZ
 

FEMININA


COMO DESCOBRIR SE É FIEL

Com DANI NOCE

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA


* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL


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Espelho
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Curta Metragem
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HOJE NO
  "CORREIO DA MANHÃ"
Marcelo Rebelo de Sousa apanhado
 a engraxar os sapatos na rua

Fernando Pinto, 52 anos e "cascaense de gema", ia a caminho do banco, na manhã desta quinta-feira, quando se deparou com uma cena pouco habitual no centro de Cascais.

 "Vi Marcelo Rebelo de Sousa, o nosso Presidente da República a engraxar os sapatos em plena rua. Estava com dois seguranças, que me deixaram fotografar sem problemas. O próprio Presidente, que estava ao telefone, acenou-me e sorriu", conta o dono do afamado restaurante 'O Pescador'. 
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A foto tirada por Fernando Pinto com o telemóvel foi partilhada por um amigo nas redes sociais. A imagem do Presidente da República a recorrer aos serviços de um engraxador, que lhe trata dos sapatos em plena rua rapidamente se tornou uma das mais partilhadas no Facebook e no Twitter.

* Positivamente desconcertante porque é bom manter hábitos.

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XLVII- O UNIVERSO

2- Nêmesis,

a gêmea maligna do Sol


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HOJE  NO 
 "OBSERVADOR"


Kubo-Robot. 
Os dinamarqueses que venceram 
a Web Summit em 2016

Mais de 200 startups concorreram ao Pitch, mas apenas uma levou para casa 100 mil euros da Portugal Ventu

Foi uma startup dinamarquesa a vencer o Pitch da edição de 2016 da Web Summit. A Kubo-Robot ganhou o prémio de empreendedorismo da conferência (que em 2014 foi ganho pelos portugueses da Codacy) e vai levar para casa 100 mil euros da Portugal Ventures. Mais de 200 empresas, entre as quais 31 portuguesas, concorreram aos Pitch que decorreram durante os três dias do evento. As três finalistas apresentaram as ideias ao fim da manhã desta quinta-feira a um júri composto por três investidores, e a vencedora foi anunciada ao fim da tarde.

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Depois de receberem o prémio, os responsáveis da empresa explicaram a sua ideia aos jornalistas. “Normalmente, quando pensamos no ensino da programação, pensamos nos jovens a partir do 9.º ano, utilizando computadores portáteis”, contou Tommy Otzen, o CEO da Kubo. A equipa decidiu que era necessário chegar aos mais novos, e, por isso, lembraram-se de “tirar a programação drag and drop [arrastar e largar] do ecrã e passá-la para a vida real”, como se fossem Legos.

Construíram um robô em forma de cubo que está dotado de um sistema de inteligência artificial, e que reconhece sinais básicos, como setas ou cores. Esse robô tem de percorrer um caminho em cima de um tabuleiro de jogo, que inclui um rio e uma ponte. A ideia é que a criança vá colocando ao longo do tabuleiro pequenos cartões com as ordens para o robô avançar pelo caminho certo. Com este sistema, defendem os criadores, as crianças aprendem a controlar o robô através da utilização das ordens certas, o que é a base da programação.

“Já estávamos a trabalhar neste projeto há dois anos. Agora, ganhar este prémio é um grande ponto de viragem“, sublinha Tommy Otzen, apesar de admitir que ainda não tem destino para o dinheiro. “Provavelmente será para a produção”, refere, já que a empresa planeia iniciar a produção de 5.000 robôs ainda este ano. “Queremos começar a vender em 2017”, sublinham. Para já, o Kubo está a ser usado em projetos experimentais na Dinamarca. O produto deverá custar perto de 200 euros, quando chegar ao público.

Para os criadores do Kubo, a Web Summit foi sobretudo uma oportunidade. “Já falámos com algumas empresas, com quem temos possibilidades de parceria, especialmente aqui na Web Summit”, garantem. O projeto já contou com 200 mil euros de investimento até aqui, mas Otzen e a equipa esperam que a vitória na Web Summit lhes traga ainda mais investimento. “Estamos orgulhosos, isto tem principalmente a ver com a solução que criámos”, concluem.

* A tecnologia que faz bem às pessoas sempre nos encantou.

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 II-HISTÓRIA 
DO TERRORISMO

4-OS ANOS DO PÓ
1970 A 1989

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Investigadores isolam microalga 
que pode produzir biodiesel

A microalga foi isolada a partir de águas costeiras do Algarve provenientes da Ria Formosa, e pode também ter aplicação no tratamento de águas residuais

Investigadores do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve (UAlg) isolaram uma microalga de águas da Ria Formosa que pode ser usada na indústria alimentar e na produção de biodiesel, informou esta quinta-feira um participante no projeto.
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João Varela é um dos três investigadores que fizeram este trabalho e explicou à agência Lusa que a microalga foi isolada em ambiente laboratorial, a partir de águas costeiras do Algarve provenientes da Ria Formosa, e pode também ter aplicação no tratamento de águas residuais.

O investigador do CCMAR contou que a microalga foi encontrada através da utilização de uma técnica normalmente utilizada na medicina e que "permite pesquisar milhares e milhares de células em questões de minutos por uma determinada característica", que neste caso foi a de ser "rica em bio-óleos, normalmente chamados de lípidos".

"Esta microalga mostrou, através de processos de microscopia, que produz realmente grandes quantidades de lípidos, sintetizámos também biodiesel e verificámos que a qualidade desse biodiesel é bastante superior ao da maioria das microalgas que atualmente são utilizadas comercialmente", afirmou João Varela.

O investigador da UAlg disse que as microalgas comerciais, "normalmente utilizadas na aquacultura", precisam de grandes quantidades de ácidos gordos polinsaturados, mas frisou que isso "não é bom para o biodiesel, porque o biodiesel não pode ser instável a nível de presença de oxigénio", fatores que causam maior probabilidade de oxidação.

"O biodiesel tem de ser estável e não pode ser oxidado na presença de ar", acrescentou, frisando que se procura neste caso microalgas "com menor probabilidade de sofrer oxidação" e a que foi isolada tem "uma estabilidade bastante superior às microalgas que existem atualmente na indústria".

O próximo passo é, adiantou João Varela, "tentar adaptá-la para uso industrial", num trabalho de parceria com a "recentemente inaugurada Unidade de Produção de Microalgas (Algafarm), considerada como o maior conjunto de fotobiorreatores em sistema fechado da Europa" e que surgiu de um investimento de 15 milhões de euros realizado pela cimenteira Secil, para "desenvolver tecnologias de mitigação do impacto da libertação de CO2, decorrente da sua atividade".

João Varela alertou, ainda, para o facto de atualmente "não existirem métodos de produção de microalgas que permitam competir com o petrodiesel" e, por isso, é importante encontrar outras aplicações distintas para a microalga isolada.

O investigador apontou "a produção de rações ou alimentos inovadores para consumo humano" como outras formas de valorizar a microalga isolada e deu como exemplos a aplicação que já é feita de outras microalgas "em bolos, pastéis de bacalhau ou, até, produtos como suplementos alimentares".
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O investigador revelou, ainda, que a microalga em causa já foi testada em efluentes de Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e revelou ter "robustez suficiente e necessária não só para crescer nessas condições, como para tratar águas residuais que, com os processos normais, não se conseguem tratar".

"A microalga não é sensível a antibióticos que, devido ao consumo humano, vão parar às águas residuais e matam as bactérias" normalmente utilizadas para fazer o tratamento desses efluentes, precisou.

* A ciência ao serviço da sociedade.

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NUNO GAROUPA

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A revolução dos “deplorables” 
e a derrota histórica 
do “establishment” boquiaberto

Um verdadeiro terramoto entre o movimento progressista norte-americano. Perdem a Presidência, não ganham a Câmara, falham a conquista do Senado.

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Donald Trump ganhou, Hillary Clinton perdeu (e portou-se mal ao não aceitar publicamente a derrota no final da noite). Um verdadeiro terramoto entre o movimento progressista norte-americano. Perdem a Presidência, não ganham a Câmara, falham a conquista do Senado e ficam inevitavelmente enterrados os planos para controlar o Supremo Tribunal (será agora uma escolha do Presidente Trump). Uma vitória de Trump e dos republicanos que apostaram no discurso populista contra Washington DC. Todos os poderes executivo, legislativo e judicial são agora dos republicanos. Mas não foi uma vitória da direita contra a esquerda, mas da mudança contra a continuidade. Há uma vaga de repúdio contra as instituições políticas que o establishment simplesmente não percebeu.


Mas há muitos derrotados. O establishment, claro está, que tudo fez para eleger Hillary Clinton. O Presidente Obama que, rompendo com a convenção de muitas décadas, decidiu meter-se a fundo na campanha (como vai agora engolir o que disse e trabalhar numa transição tranquila, veremos). Michelle Obama que, apesar de toda a simpatia e projeção mediática, simplesmente falhou na mobilização do eleitorado afro-americano. A comunicação social progressista que levou a candidata ao colo e patrocinou sistematicamente os ataques moralistas a Trump (aliás, inventaram os Republicans for Clinton, que evidentemente não existem eleitoralmente, mas esqueceram-se dos Trump Democrats que, sim, existem e muitos deles são latinos e mulheres), nomeadamente o NYT, a CNBC e a CNN. Todo o universo das sondagens e especialistas da estatística eleitoral que não perceberam o que estava a acontecer; o terramoto do mapa eleitoral passou-lhes ao lado. Os artistas e os intelectuais que prejudicaram a candidata com a arrogância do discurso dos americanos bons (minorias, mulheres, brancos com estudos) e dos americanos maus (brancos sem estudos). E o movimento feminista que evidentemente não soube compreender o voto feminino (“inesperadamente”, muito dele foi para Trump).

Dito isto, tudo se complica. Primeiro, os republicanos continuam divididos. Não adivinhamos como vai ser a liderança de Trump. Mas, sim, sabemos que o partido continua dividido de forma tensa entre a christian right e os fiscal conservatives (a ala esquerda do partido, os chamados Rockfeller Republicans, morreram há muito tempo). Segundo, as lideranças republicanas no Congresso não são propriamente próximas do novo Presidente. Veremos também onde serão recrutados os membros da nova administração. Provavelmente fora do Senado. Talvez de natureza mais tecnocrata. Mas é uma incógnita. Terceiro, há uma enorme expectativa sobre os primeiros passos da administração Trump. E o que vai fazer em relação ao FBI também adquire particular relevância agora (irá patrocinar uma investigação judicial ao casal Clinton?).

Do outro lado está a derrota mais pesada dos democratas desde 1979, talvez mais dura ainda por ser totalmente inesperada. A guerra civil dos republicanos fica adiada (o bálsamo do poder), mas o realinhamento dos democratas é agora inevitável. Haverá quem defenda uma colaboração com a nova administração, mas a ala mais socialista (e mais populista) terá agora um papel reforçado (Sanders e Warren afinal sempre tinham alguma razão). Assistiremos provavelmente a um período longo de profunda crise dentro do partido. A corrupção da Fundação Clinton, que foi empurrada para debaixo do tapete, será agora matéria de contencioso entre os democratas. Não deixa de ser curioso que Obama sai da Casa Branca com altas taxas de popularidade (estarão bem avaliadas?), mas com o seu partido destruído eleitoralmente e um novo Presidente que promete desfazer totalmente a sua legacy. A revolução dos deplorables chegou.

* Professor na Texas A&M University

IN "OBSERVADOR"
09/11/16

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1047.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE  NO
"RECORD"
 
Orçamento da Solidariedade Olímpica
. aumenta para 467 milhões de euros

O orçamento da Solidariedade Olímpica, que apoia atletas refugiados e comités olímpicos nacionais, vai aumentar 16%, para 467 milhões de euros, no período 2017-2020, decidiu esta quinta-feira o Comité Olímpico Internacional (COI).
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O orçamento, que no quadriénio anterior (2013-2016) foi de cerca de 402 milhões de euros, será sustentado pelos direitos televisivos gerados pelos Jogos Olímpicos de verão do Rio2016 e pelos Jogos Olímpicos de inverno de Pyeongchang2018.

"Este crescimento demonstra que os atletas se mantêm como eixo central da nossa atividade. O enorme sucesso dos Jogos do Rio significa também que o movimento olímpico continua a ter uma situação financeira sã, que nos permite distribuir mais de meio milhão de dólares [mais de 460 milhões de euros] pelos comités olímpicos nacionais ", sustenta o COI em comunicado.

A missão Solidariedade Olímpica dá assistência aos comités nacionais através de diferentes programas destinados ao desenvolvimento dos atletas, à formação de treinadores e de quadros desportivos.

No total, o fundo tem 21 programas, um dos quais destinado a identificar e apoiar atletas refugiados.

No Rio'2016, pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos, uma equipa de refugiados participou no evento.

* Boa notícia.

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DECLARAÇÃO UNIVERSAL

DOS DIREITOS HUMANOS

 30 ARTIGOS

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VI-CAÇADORES 

DE TEMPESTADES

2- TANQUE DE INTERCEPTAÇÃO

DE TORNADOS

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Governo vai avaliar se Força Aérea
 pode combater incêndios

O Governo vai avaliar a viabilidade de a Força Aérea Portuguesa passar a operar os meios aéreos do Estado e realizar missões de combate a incêndios florestais, segundo o Ministério da Administração Interna.

Numa resposta enviada à agência Lusa, o gabinete do secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, adianta que estão previstas alterações ao nível dos meios aéreos de combate a incêndios.
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Uma das alterações passa por avaliar a viabilidade da Força Aérea Portuguesa (FAP) em garantir a operação dos meios aéreos do Estado, sendo esta avaliação feita após a cessação dos atuais contratos com os operadores privados.

De acordo com o gabinete de Jorge Gomes, nas decisões de aquisição de aeronaves pela FAP vai pesar a capacidade de combate a incêndios florestais.

O gabinete do secretário de Estado da Administração Interna avança também que vai ser feito um estudo comparativo, incluindo análise custo-benefício, entre aquisição e locação de meios aéreos dedicados ao combate a incêndios florestais, a operar pela FAP, que discrimine os custos do período crítico dos incêndios.

Em 2006, o Estado português adquiriu dez meios aéreos -- seis helicópteros pesados Kamov e quatro helicópteros ligeiros B3-Ecureuil -, mas atualmente apenas estão operacionais três Kamov e três B3.
A frota começou a ficar mais pequena logo em 2007, quando um B3 se despenhou no Gerês e o piloto morreu.

Dos seis Kamov do Estado, apenas três estão atualmente aptos para voar, estando dois inoperacionais e outro acidentado, desde 2012. O Orçamento do Estado para 2017 tem uma verba prevista para a reparação dos dois helicópteros pesados inoperacionais.

Com a extinção da Empresa de Meios Aéreos, em outubro de 2014, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) ficou responsável pela gestão dos contratos de operação e manutenção dos meios aéreos próprios do Estado.

Em fevereiro de 2015, a empresa Everjets ganhou o concurso público internacional de operação e manutenção dos helicópteros Kamov do Estado para quatro anos, num valor superior a 46 milhões de euros.

Anteriormente era a Heliportugal a empresa responsável.
Durante o processo de transferência, verificou-se "uma série de não conformidades graves no estado das aeronaves", estando apenas operacionais, na altura, um dos seis helicópteros.

* Há muito que a FAP podia combater os incêndios, é apenas uma questão de meios e de adapatação dos muito bons pilotos que a Força Aérea tem.

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The Voice Portugal 2016

Alexandra Moita

I Will Always Love You

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Provas Cegas

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Câmara de Lobos volta a liderar
 nas bandeiras verdes

A autarquia de Câmara de Lobos apresenta amanhã uma cerimónia de hastear das 23 bandeiras verdes referentes às conquistas de a igual número de estabelecimentos de ensino daquele concelho.
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Numa nota emitida esta tarde, a Câmara de Pedro Coelho adianta que a cerimónia contará com a presença de dirigentes regionais em representação dos secretários do Ambiente e da Educação e recorda que “o município de Câmara de Lobos lidera, uma vez mais, ranking de Bandeiras Verdes na RAM e mantem posição cimeira a nível nacional, ao conseguir o pleno dos estabelecimentos de educação do concelho galardoados com a Bandeira Verde.”

“Dos 23 estabelecimentos de ensino existentes no concelho, todos foram novamente contemplados com a bandeira verde do programa Eco-Escolas. O município participa ininterruptamente neste programa desde o ano lectivo 2002/03 e actualmente todos os estabelecimentos de ensino e ensino do município desenvolvem este programa, o que faz com que Câmara de Lobos continue a liderar, consecutivamente, o ranking de Bandeiras Verdes na Região Autónoma da Madeira e mantenha numa posição cimeira a nível nacional.”

A autarquia recorda que “desde a primeira hora, apoia activamente a dinamização do projecto, nomeadamente disponibilizando materiais e recursos humanos com vista à concretização das iniciativas, envolvendo um investimento global anual na ordem dos 12.500 euros, onde se inclui a atribuição de um apoio monetário de 300,00 euros a cada escola galardoada com a Bandeira Verde para a aquisição de materiais didácticos e outros para a dinamização das acções no âmbito do projecto.”

Este ano foram galardoadas com Bandeira Verde os seguintes estabelecimentos de ensino: as escolas básicas de primeiro ciclo e pré-escolar de Câmara de Lobos, Fonte da Rocha, Ribeiro de Alforra, Lourencinha, Rancho, Garachico, Marinheira, Estreito de Câmara de Lobos, Vargem, Covão, Foro, Jardim da Serra e Quinta Grande, as Escolas Básicas 2+3 do Estreito de Câmara de Lobos, Torre, Escola B123 do Curral das Freiras, a Escola Secundária Dr. Maurílio da Silva Dantas, e os jardins-de-infância de Santa Cecília e Carmo. E ainda o Centro de Atividades Ocupacionais de Câmara de Lobos, a Fundação D. Jacinta de Ornelas, o Infantário Universo dos Traquinas, e o Infantário Golfinho.

Para além das bandeiras verdes, EB1/PE do Jardim da Serra conquistou o primeiro lugar no 1º escalão na categoria criar com estilo no concurso Nacional – Ilhas “Roupa Usada não está Acabada”, adianta ainda a mesma nota informativa.

* Fantástico, fazer o pleno de bandeiras verdes é uma proeza.

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 4- Before the flood 
(Seremos História)

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CONTINUA AMANHÃ 17H00

O documentário de Fisher Stevens traz o Mensageiro da Paz da ONU, Leonardo DiCaprio, que nos levará à linha de frente da batalha contra as mudanças climáticas. O ator conversa com algumas das pessoas mais proeminentes na causa como Barack Obama, o ex-presidente Bill Clinton, o Secretário de Estado John Kerry, o Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon e o Papa Francisco. Uma produção do National Geographic.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Trump quer contar com
 o "aconselhamento" de Obama 
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A seguir a Obama foi a vez de Trump falar com os jornalistas sobre o encontro desta tarde. O presidente eleito realçou ter gostado deste "primeiro encontro" com Obama, notando que nunca tinha conversado com o ainda presidente dos EUA.

Trump destacou também o facto da reunião ter durado muito mais do que o previsto, oportunidade para discutir "muitas situações diferentes", entre as quais "os grandes feitos" conseguidos pela actual administração. Afirmação inesperada tendo em conta as fortes críticas que Trump foi fazendo a Obama durante os últimos anos. 
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O futuro presidente afirmou ainda esperar voltar a conversar "muitas muitas vezes" com Obama, incluindo para receber "aconselhamento". "Foi uma grande honra ter estado  consigo, senhor presidente", concluiu Trump.

Obama já deu 
o primeiro conselho a Trump
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Segundo depois de o presidente eleito ter assumido que gostaria de contar com o "aconselhamento" de Obama, o ainda presidente não perdeu tempo.

Tinham terminado as breves explicações de ambos aos jornalistas presentes quando estes iniciaram a habitual sucessão de perguntas. "Digo-lhe uma boa regra: Não responda a perguntas quando eles (jornalistas) começam a gritar", atirou Obama. 

* Aos contestatários de todo o mundo lembramos que o acto eleitoral foi limpinho, limpinho. 
Quem perdeu foi a arrogância Clinton e já perdeu duas vezes, a primeira perdeu felizmente para Obama.

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OH! SOLIDARIEDADE

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O homem escapou sem ferimentos graves, mas o pior é que nenhum dos motoristas parou para ajudá-lo.


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HOJE  NO 
"DESTAK"
Ministério da Cultura retira 
Forte de Peniche da lista 
de monumentos a concessionar

O ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, anunciou hoje a retirada do Forte de Peniche da lista de monumentos históricos que deverão ser concessionados a privados, no âmbito de um programa anunciado pelo Governo.
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O ministro respondia a uma pergunta do deputado Jorge Campos, do Bloco de Esquerda, na audição conjunta das comissões parlamentares de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, e de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, no âmbito da apreciação na especialidade do Orçamento do Estado para 2017.

"Entendeu o Governo retirar o Forte de Peniche do plano Revive para reapreciação, porque entendemos que o que se fizer ali tem de respeitar, perpetuar, valorizar a memória da luta pela democracia", disse o ministro. 

* Quão importante é o bom senso!

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HOJE  NO 
"i"

Cartazes anti-Trump de Medina
 indignam PSD

Na madruga de ontem, Fernando Medina lançou uma campanha a pensar nos americanos que estão na Web Summit em Lisboa e que não terão gostado da vitória de Donaldo Trump.

A autarquia mandou fazer 25 muppis e três triptícos de três metros com uma mensagem em inglês: "Num mundo livre ainda pode encontrar uma cidade onde viver, investir e construir o seu futuro, construíndo pontes e não muros. Chamamos-lhe Lisboa". A ideia seria cativar os americanos que estão no Meo Arena, mas incendiou os ânimos na oposição camarária.
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O vereador do PSD António Prôa nem quer acreditar que Medina tenha desenhado a mensagem como uma crítica à eleição democrática do novo Presidente dos Estados Unidos da América.

“Prefiro pensar que se trata de interpretação abusiva e que a intenção de Medina não foi a de desrespeitar a escolha democrática do povo americano, que não foi uma demonstração de arrogância ideológica, que não foi uma precipitação oportunista em resultado do deslumbramento pela atenção internacional", escreveu Prôa no Facebook, defendo que o presidente da Câmara venha "esclarecer" a intenção dos cartazes.

Isto, porque Prôa diz que Lisboa tem de ser uma " cidade que respeita à democracia para além dos humores".

O vereador do CDS, João Goncalves Pereira, também não gostou da campanha E lamenta que sejam "os lisboetas a pagarem estas criancices de Medina".

"Medina cria uma polémica para tirar a atenção às inúmeras queixas contra todas estas obras - ao mesmo tempo - que ele inventa para a Cidade", defende Goncalves Pereira no Facebook, num post que não poupa sequer as falhas ortográficas dos cartazes.

"Entendo que criar gratuitamente conflitos diplomáticos é pura criancice.... e devia haver maior cuidado e rigor quando se escreve em inglês: "brigdes" não existe", avisa o vereador do CDS.

* A hipocrisia do vereador do CDS é um vómito. Era o que faltava que um candidato mesmo democraticamente eleito não pudesse ser criticado. Atão e as tirinhas de BD críticas de todos os políticos de todo o mundo eleitos democraticamente, são o quê? 
As paranóias são inibidoras do trabalho.

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