quarta-feira, 9 de novembro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 1-OURO SUJO 

NA SUIÇA

UM ESCÂNDALO TOLERADO POR TODOS

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* Excelente produção da SIC NOTÍCIAS programa "TODA A VERDADE"

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HOJE  NO 
 "OBSERVADOR"

Exportações aumentam 6,6% e importações sobem 1,9% em setembro

Dados fornecidos pelo INE revelam que as exportações subiram 6,6% e as importações 1,9% no mês de setembro deste ano em comparação ao mesmo período de 2015. 
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As exportações aumentaram 6,6% e as importações subiram 1,9% em setembro deste ano face ao mesmo mês de 2015, tendo o défice da balança comercial recuado 172 milhões, para 921 milhões de euros, informou, esta quarta-feira, o INE.

De acordo com os dados relativos ao comércio internacional de Portugal divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no terceiro trimestre de 2016 as exportações de bens cresceram 1,8% e as importações aumentaram 0,8%, em termos homólogos (-1,1% e -0,1%, respetivamente, no trimestre terminado em agosto de 2016).

Em agosto, as exportações e as importações de bens tinham registado subidas homólogas de 5,1% e de 9,8%, respetivamente.

Só em setembro, face ao mesmo mês de 2015, excluindo os combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 7,8% e as importações subiram 3,6% (respetivamente +7,2% e +13,1% em agosto de 2016).

* BOA NOTÍCIA!

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MIU MIU

FULL FASHION SHOW
INVERNO
2016/2017

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HOJE  NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Só os jovens nem-nem 
estragam dados do emprego

Taxa de desemprego atingiu o valor mais baixo desde 2011 e foram criados quase 90 mil novos postos de trabalho. Serviços foram um dos setores com maior subida de emprego

O desemprego voltou a cair no terceiro trimestre, recuando para 10,5%, a taxa mais baixa desde 2011 (a mais antiga que é comparável), refletindo o aumento da população ativa e a criação de quase 90 mil novos postos de trabalho. A explicação para a recuperação do mercado do trabalho, numa altura de crescimento económico muito anémico, poderá estar "na mudança do modelo económico e nas relações de trabalho".
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Só os jovens que não trabalham, não estudam e não estão em formação (os chamados "nem-nem") destoaram no conjunto de boas notícias - ultrapassaram a barreira dos 300 mil em setembro. É uma subida de 0,6 pontos percentuais em relação aos três meses anteriores. Ou seja, o grupo dos "nem--nem" soma agora mais 11 mil jovens entre os 15 e os 34 anos. Apesar de tudo são menos 0,5 pontos percentuais do que há um ano.

Portugal entrou em 2016 com uma taxa de desemprego a superar os 12%, avançou para o segundo trimestre com 10,8% e registou no terceiro trimestre uma nova descida. Contas feitas, o número de de-sempregados é agora de 549,5 mil. Do lado do emprego a tendência foi de crescimento, ainda que o ritmo tenha desacelerado.

Na evolução trimestral, o país viu o número de desempregados cair em 9,8 mil em relação ao segundo trimestre, ao mesmo tempo que o número de pessoas empregadas avançou em 59 mil. Na comparação homóloga, os dados dão conta de um recuo de 69,3 mil pessoas sem trabalho e de um acréscimo de 86,2 mil entre os que têm trabalho. O Instituto Nacional de Estatística (INE) reportou também uma descida dos inativos.

"Esta é, seguramente, a boa notícia que nos deve motivar e dar confiança no trabalho que temos vindo a fazer", considerou António Costa. O primeiro-ministro lembrou que o objetivo central do plano económico do governo foi "emprego, emprego e emprego", razão pela qual disse sentir-se "reconfortado" com os dados agora divulgados.

"A economia tem dinamismo", acrescentou Vieira da Silva. Numa recente entrevista ao DN, o ministro do Trabalho admitiu alguma estranheza pelo facto de o emprego estar a crescer a um ritmo mais elevado do que o PIB, mas admitiu que tal possa estar a ocorrer "porque a economia está a mudar".

Elísio Estanque, sociólogo e investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, também admite que a surpreendente melhoria do mercado do trabalho seja, pelo menos em parte, justificada por uma mudança no modelo económico e nas relações de trabalho.

"A flexibilização no emprego aumenta a precariedade, mas acaba por trazer novos postos de trabalho", afirma o investigador, juntando a isto o clima de empreendedorismo que tem enraizado nestes últimos tempos e que acaba também por dinamizar a economia e o emprego.

A isto soma-se o impacto da sazonalidade (os dados trimestrais não são ajustados deste efeito), sobretudo tendo em conta que 2016 foi um dos melhores anos de sempre do turismo. Elísio Estanque considera, no entanto, ser ainda relativamente cedo para se fazer as contas ao impacto no emprego por via da descida do IVA na restauração.

Os dados do INE indicam que o grande motor de crescimento do emprego neste terceiro trimestre foi o setor dos serviços, com algumas profissões a registar subidas homólogas na casa dos dois dígitos e trimestrais a superar os 6%. Foi o que se passou nas atividades financeiras, de seguros e imobiliárias ou ainda nos transportes e atividades de comunicação.

Os desempregados de longa duração também estão a diminuir, tendo caído 0,3% em cadeia e 1,4% na variação homóloga, mas são ainda mais de metade do total das pessoas sem trabalho. No final de setembro estavam 347,2 mil pessoas desempregadas há mais de 12 meses. Se deste total se isolarem os que procuram trabalho há mais de 25 meses, os números são menos favoráveis - sobem 0,1% .

Já Assunção Cristas, presidente do CDS-PP, atribuiu a diminuição do desemprego a políticas de flexibilidade laboral do anterior governo.

* Somos muito cépticos quanto aos números do desemprego, a flexibilidade laboral que a sra. Cristas fala potenciou a precariedade, um must. 
Porque não chamar aos jovens "nem nem" os "coça-coça", a micose.

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VI-EVOLUÇÃO


2- CIÊNCIA E RELIGIÃO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO
"RECORD"
Taça CTT dará vaga nas competições
 da UEFA a partir da próxima época

Pedro Proença acredita que, na próxima temporada, o vencedor da Taça CTT poderá ter uma vaga nas competições da UEFA. O presidente da Liga Portugal revelou, instantes antes do sorteio da prova, estarem a ser dado passos nesse sentido e que, em breve, poderão existir novidades.
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"Esse é o último passo que vamos dar, com a ajuda da Federação e dos clubes, a prova dar acesso a uma competição internacional àquele que for o 'campeão de inverno'. E isso acontecerá, esperemos, já a partir da próxima época. É um esforço conjunto que estamos a fazer, para colocar no nosso calendário esta como uma das grandes competições que temos em Portugal", revelou Pedro Proença, em declarações à 'Sport TV', insistindo que será a Taça da Liga a determinar, a partir de agora, o "campeão de inverno", em Portugal.

"A partir de agora, o nosso campeão de inverno será sempre encontrado na última semana de janeiro", defendeu o antigo árbitro nacional, resumindo o novo modelo em que a prova decorrerá - as meias-finais jogadas a 25 e 26 de janeiro e a final marcada para 3 dias depois no Estádio Algarve. "Será uma semana inteira de futebol", constata Pedro Proença, chamando a atenção para um último aspeto.

"Vamos ter um espetáculo único, com uma "final four" e tudo o que de melhor há em termos tecnológicos. É uma competição que está na vanguarda, como pretendemos que seja o futebol português", acrescentou o líder da Liga Portugal.

* Portugal é todo ele taça ou tacinha.

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A PORTEIRA

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Eu gosto do homem, 
não desfazendo

Ai caredo! Está tudo cá com uma cara de enterro hoje.... Estou a ver que o resultado das eleições lá na América afinal foi um grande galo. Olha, como aquele o pop ou pobre, ou lá o que é, que apita e dá luz. Por acaso, ontem fui lá ver e gostei muito. Parece uma árvore de Natal, só que em maior e em forma de galo. Eu já sigo o trabalho dessa artista há muito tempo, e gosto muito. É sempre assim tudo em grande, que para desgraças já basta a vida. Só ninguém me soube explicar se é para ficar ali para sempre ou é só até ao dia de Reis.

E por falar em desgraças, mal comparado, vá, estive aqui a ouvir a telefonia enquanto passava a ferro, que tenho o televisor escangalhado, e gostei muito de ouvir o discurso do senhor Trump. Achei bonito! Sabe o nome dos filhos todos de cor, e por idades. Falou muito bem. Não percebi nada, mas gostei de o ouvir. Eu acho que vai ser um bom presidente. Ora, a ver: já prometeu fazer lá aquele muro assim todo à volta. A gente lá na casa da terra também temos. Pois se aquilo é deles, já são muito simpáticos em deixar lá andar as outras pessoas. Desde que ponham um portão bem grande, para se entrar e sair, não vejo onde está o mal. O mal está é na cabeça de quem vê. Bonito é cada um governar a sua casa. E eu acho que ele não é não gostar de estrangeiros. O homem não deve é de falar a língua deles, de certeza. Porque o americano, disse-me a minha prima Belinha que mora lá, é um bicho que para falar línguas, tá quieto ó mau. Pois se ele até é casado com uma moça que é de não sei donde. É só mesmo vontade de falarem mal.

E mais: diz que é um homem de negócios, por isso, percebe de certeza dessas coisas do dinheiro. E é casinos, o que é uma coisa boa, porque se está habituado a mexer assim com quantidades grandes, e em moeda, que dá logo mais prática a contar. Também nisto não podia ser melhor.

E diz que vai acabar com certas e determinadas poucas vergonhas. Muito bem, que as plantas não são para se fumarem e o casamento é uma coisa muito séria, não é lá uns com os outros.

Até aqui, parece-me tudo perfeitinho. E pra mais, ouvi dizer que o que ajudou foi o voto rural e pessoas com pouca instrução. É natural, que as pessoas do campo é que a sabem toda, e quanto mais se estuda menos se aprende. Dá logo outra confiança. Mas não é só. Também já houve pessoas de posição a dizer que ficaram muito contentes, olha, por exemplos, o presidente da Rússia, e aquela senhora loira francesa muito simpática, a não sei quê, que eu pra nomes...

Bem sei que falaram muito daquelas ordinarices que ele diz das mulheres. Não é bonito, porque não é, mas parece que ele também é empreiteiro da construção civil, e já se sabe como é que é. O que há a fazer é não ligar. Mulher honrada não tem ouvidos.

E até deviam de agradecer por ele se ter metido nestas coisas da política. Diz que é muito rico e não precisa da política para se encher como certas e determinadas pessoas. O melhor é estar calada. Este, o Trump, é mesmo rico, que eu bem vi nas revistas a casa dele! Uma categoria de casa! Só para lavar vidros e puxar cera nos salões, há-de resolver o problema do desemprego na América.

Eles têm é a mania de quererem armar ao moderno. Que tinha de ser uma mulher presidenta, e mais não sei quê, mas como eu já disse outro dia, as mulheres não se deviam de meter nos trabalhos dos homens. Cada um no seu lugar.

Mas olha, não têm uma mulher presidenta, mas têm o segundo presidente de cor. Desta vez, cor de laranja, que também é bonito. E mais! Com um penteado muito jeitoso, que o meu marido já anda a copiar por via de disfarçar a maior.

E mesmo que eu esteja enganada, que eu cá de política não percebo nada, e que ele afinal seja mesmo esse tratante que dizem por aí, há-de servir bem a quem o escolheu, e que lhes faça bom proveito, que cada povo só tem é os políticos que merece, que é mesmo assim.

Isto é o que eu acho.

É como eu sempre digo: lavam a escada em dia de chuva e depois queixam-se que fica tudo patanhado de lama.

Com licença.

IN "SÁBADO"
09/11/16

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1046.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Casas e quartos em Fátima a preços
. milionários por causa do Papa

Visita de Francisco durante o centenário das aparições deverá esgotar capacidade hoteleira entre Aveiro e Lisboa. Preços disparam, apesar dos apelos à moderação.
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É a lei da oferta e da procura. A corrida aos quartos em Fátima e nas cidades mais próximas para os dias da grande peregrinação comemorativa do centenário das aparições, em maio de 2017, na qual é esperada a visita do Papa Francisco, fez disparar os preços, como já se esperava.

* A igreja católica é a mais antiga e a melhor empresa de marketing do mundo.

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CURDISTÃO


4-GAROTAS EM GUERRA
 
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 MARROCOS

AJUDA AOS AGRICULTORES AFRICANOS

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FONTE: EURONEWS

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Visto de Bruxelas, Portugal 
cresce menos e tem mais défices

A Comissão Europeia está mais pessimista do que o Governo quanto às perspetivas económicas e orçamentais de Portugal: espera menos crescimento em 2016 e em 2017 e mantém a projeção para o défice orçamental deste ano, de 2,7%.

As projeções económicas e orçamentais de outono hoje divulgadas pela Comissão Europeia, que consideram já a proposta orçamental do Governo para 2017, bem como a informação adicional solicitada pela Comissão a Portugal e remetida pelo ministério de Mário Centeno, não foram suficientes para aproximar a visão de Bruxelas à do executivo português.
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HEIL
O executivo comunitário atualizou as previsões económicas e orçamentais até 2018, ano em que estima que o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal cresça 1,4% e o défice orçamental seja de 2,4%.

Até lá, Bruxelas antecipa que a economia portuguesa cresça 0,9% este ano e 1,2% no próximo, revendo em baixa as previsões que fez em maio, e mantém que o défice português será de 2,7% em 2016, recuando para os 2,2% em 2017 (ligeiramente abaixo dos 2,3% esperados há seis meses).

Tanto na frente económica como na frente orçamental, a Comissão Europeia apresenta uma visão de Portugal que não coincide com a do Governo liderado pelo socialista António Costa, uma vez que espera menos crescimento económico e défices orçamentais mais elevados.

O Governo espera um crescimento de 1,2% este ano e de 1,5% no próximo, Bruxelas antecipa que o PIB português cresça 0,9% em 2016 e 1,2% em 2017. O Executivo português espera que o défice orçamental seja de 2,4% do PIB este ano e de 1,6% em 2017, Bruxelas antecipa défices de 2,7% em 2016 e de 2,4% em 2017.

Para justificar estas perspetivas económicas mais pessimistas, a Comissão aponta que a recuperação económica modesta está a ser liderada pelo consumo privado e “travada” por níveis baixos de investimento.

Admitindo que o consumo privado abrande nos próximos trimestres, em linha com uma estabilização do consumo de bens duradouros, o endividamento “ainda elevado” das famílias e um aumento dos preços do petróleo, Bruxelas prevê que o investimento “melhore marginalmente” na segunda metade do ano.

A conclusão do executivo comunitário é que a evolução do crescimento de Portugal está “dependente da recuperação no investimento”, que tem permanecido “frágil e sensível à materialização de qualquer choque negativo”.

No lado orçamental, Bruxelas refere que o défice de 2,7% projetado para este ano em Portugal fica a dever-se a uma arrecadação de receita “mais baixa”, que deverá “compensar amplamente a contenção de despesa, e acrescenta que o resultado é que “o saldo estrutural [que exclui o ciclo económico e as medidas temporárias] deverá manter-se amplamente inalterado em 2016”, ficando nos -2,4% este ano (contra os 2,2% antecipados há seis meses).

Para 2017, a previsão de Bruxelas aponta para um défice orçamental de 2,2% do PIB em Portugal, “sobretudo devido a uma operação ‘one-off’ [temporária]”, a recuperação da garantia concedida pelo Estado ao BPP, e à continuação de “uma recuperação económica moderada”.

A Comissão Juncker alertou ainda que o “impacto potencial” do apoio público ao setor bancário em Portugal é um risco negativo que pode penalizar o cumprimento dos objetivos orçamentais a que o país está obrigado.

Bruxelas considera que os riscos destas perspetivas orçamentais “estão inclinados para o lado negativo” e identifica três razões: “as incertezas em torno das perspetivas macroeconómicas”, “as possíveis derrapagens orçamentais” e “o impacto potencial no défice das medidas de apoio à banca”.

Em julho, numa recomendação da Comissão Europeia ao Conselho no âmbito do Procedimento dos Défices Excessivos (PDE) de Portugal, Bruxelas defendeu que o país deverá reduzir o défice orçamental para os 2,5% este ano e reiterou que esta meta exclui eventuais apoios à banca.

“Portugal deve encerrar a situação presente de défice excessivo em 2016” e “deve reduzir o défice público para 2,5% do PIB [Produto Interno Bruto] em 2016”, escreveu o executivo comunitário, acrescentando que esta nova meta “não inclui o impacto do efeito direto de um potencial apoio à banca”.

No mês seguinte, o Conselho confirmou esta recomendação: “Portugal deve reduzir o défice orçamental para os 2,5% do PIB em 2016. Este objetivo não inclui o impacto do efeito direto de um potencial apoio à banca”, lê-se na decisão.

Sobre a revisão em baixa pela Comissão Europeia das projeções de crescimento económico de Portugal, a líder do CDS-PP, Assunção Cristas, disse ver esses números com preocupação mas sem surpresa.

“Não posso dizer que tenha sido surpresa, porque nós não encontramos nas políticas públicas atuais estímulos, consistência e estabilidade no sentido de promover o efetivo crescimento económico”, afirmou.

“Veremos se estas informações se confirmam ou não, mas o CDS tem sido muito crítico da ação deste Governo precisamente porque apostou no cavalo errado ao querer apostar tudo em estímulos ao consumo, depois corrigiu o tiro no Orçamento, mas só na parte retórica, quando vem falar de investimento e exportações”, acrescentou.

Já o líder do PSD, Passos Coelho, considerou que a revisão em baixa das projeções de crescimento económico de Portugal feita por Bruxelas “não são boas notícias”, mas que não se distanciam de outras que apontam para “um crescimento medíocre” este ano.

“As perspetivas que foram hoje apresentadas são muito cruas e não se distanciam muito daquilo que outras previsões têm apontado, são previsões que apontam para um crescimento medíocre este ano, bastante pior do que o que o Governo espera, veremos se se confirmam ou não”, afirmou o presidente social-democrata, em declarações aos jornalistas no final de um encontro de duas horas com responsáveis da CGTP-IN, na sede da central sindical, em Lisboa.

O Ministério das Finanças, por seu lado, considerou que as previsões da Comissão Europeia confirmam que Portugal deverá deixar de ter défices excessivos em 2016 e manifestou estranheza relativamente a algumas das previsões.

“As previsões da Comissão Europeia (CE) apresentadas hoje apontam para o crescimento da economia portuguesa em 2016, 2017 e 2018. Estas previsões confirmam ainda que Portugal deverá sair do Procedimento por Défices Excessivos em 2016”, refere o Ministério num comunicado emitido ao fim da tarde.

O Ministério das Finanças “acolhe no entanto com estranheza parte das referidas previsões”.

“Fica por esclarecer a metodologia usada pela Comissão para que a previsão para o défice de 2016 se situe em 2,7% do PIB. Esta previsão é idêntica há seis meses, embora os dados sobre a execução orçamental, que são públicos e escrutináveis, apontem para que se atinja um défice na ordem dos 2,4% do PIB em 2016 -- o mais baixo dos últimos 40 anos”, salienta a nota de imprensa.

O Ministério refere ainda que a Comissão Europeia “reconhece a notável melhoria do mercado de trabalho em Portugal, com uma redução abrupta do desemprego”.

* Os comissários europeus com raras excepções dizem apenas o que Schauble  ou Merkel querem que se diga. As supostas previsões para Portugal não são boas porque são fabricadas e para os outros países????

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Miguel Ângelo
Canta David Bowie

Space Oddity

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Isabel dos Santos: 
estou a ser alvo de um 
"esquema de intrigas políticas"

Isabel dos Santos diz que a contestação à sua nomeação como presidente da Sonangol se deve a um "esquema de intrigas políticas" e considera que está a ser alvo de ataques difamatórios.

Isabel dos Santos considera que a contestação à sua nomeação para presidente do conselho de administração da Sonangol "prende-se, na sua essência, com um esquema de intrigas políticas num período pré-eleitoral".

"Lamento e repudio as tentativas de destabilização que têm sido levadas a cabo, nomeadamente com ataques difamatórios à minha vida privada", adianta Isabel dos Santos numa declaração enviada à imprensa esta quarta-feira, 9 de Novembro.
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A contestação à nomeação surgiu através de um conjunto de 12 advogados angolanos que, no dia de 10 de Junho, entregaram uma acção no Tribunal Supremo do país, questionando a legalidade do acto praticado pelo presidente da República, José Eduardo dos Santos, de nomeação da sua filha, Isabel dos Santos, com o fundamento de que existiu uma violação da Lei de Probidade Pública.


A 25 de Outubro, o Tribunal Supremo de Angola aceitou a providência cautelar e pediu a José Eduardo dos Santos e a Isabel dos Santos que respondessem à mesma no prazo de oito dias. O presidente angolano ainda não o fez e Isabel dos Santos emitiu agora esta declaração.

Nela, a empresa sustenta que questionar a sua "competência profissional para o exercício do cargo de PCA da Sonangol não tem qualquer fundamento". "O meu currículo fala por si. Sou licenciada em Engenharia Electrotécnica pela Universidade de Londres e conto mais de vinte anos de experiência profissional. Antes da minha nomeação para PCA da Sonangol, ocupei cargos de gestão de topo em empresas cujo universo engloba milhares de colaboradores; exerci cargos de administração em empresas de telecomunicações, instituições financeiras e empresas cotadas na bolsa europeia", sublinha.

"Acredito num sistema democrático e justo e no princípio da independência do sistema judicial e dos tribunais, fundamental e sagrado em todas as democracias. Como cidadã, tenho o dever de cumprir a lei e estou disponível para prestar os devidos esclarecimentos aos órgãos jurídicos angolanos" esclarece a empresária, garantido que está determinada "em conduzir com sucesso" a missão que lhe foi atribuída "e levar a Sonangol a bom porto".  

* Quase nos saltam as lágrimas por ver como a "zeduzita" é preseguida. Só o extremoso papá é que percebe as qualidades da "inginhera" e a "esti mula" para hemorragias petrolíferas.      

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 3- Before the flood 
(Seremos História)

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CONTINUA AMANHÃ 17H00

O documentário de Fisher Stevens traz o Mensageiro da Paz da ONU, Leonardo DiCaprio, que nos levará à linha de frente da batalha contra as mudanças climáticas. O ator conversa com algumas das pessoas mais proeminentes na causa como Barack Obama, o ex-presidente Bill Clinton, o Secretário de Estado John Kerry, o Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon e o Papa Francisco. Uma produção do National Geographic.

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HOJE  NO 
"DESTAK"

Capoulas quer dar preferência ao Estado
. na compra de terrenos de regadio

O ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas admitiu hoje vir a criar legislação para que o Estado possa exercer o direito de preferência na compra de terrenos beneficiados por perímetros de rega, para incorporar nos bancos de terra. 
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"Provavelmente vamos produzir legislação para criar direitos de preferência do Estado nos perímetros de rega", afirmou Luís Capoulas Santos, na Assembleia da República, durante a discussão do Orçamento do Estado para 2017.

"Quando alguém que teve essa mais-valia [regadio, financiado por fundos públicos] quer vender o terreno porque não há de o Estado ter preferência e poder comprar?", sugeriu o governante, explicando que esta é uma das ideias para ir renovando o banco de terras.

* O Banco de Terras deverá ser uma prioridade se for bem administrado.

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AO VOLANTE POR  ESSA EUROPA FORA
A
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HOJE  NO
"i"

Serei o presidente de todos os americanos


"You can't always get what you want. But if you try, sometimes you find you get what you need". A música dos Rolling Stones que tocou enquanto Donald Trump saía da sala depois de fazer o discurso de vitória contém ironia. Mas as palavras de improviso ditas por Trump foram mais conciliadoras do que se podia prever.
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O sucessor de Obama prometeu ser "o Presidente de todos os americanos" e disse ser tempo de "sarar as feridas abertas". Apesar do tom incendiário dos meses de campanha, Trump quer agora "unir o país". E não deixou sequer de felicitar a adversária Hillary Clinton pelo seu "trabalho árduo" durante a campanha eleitoral. "E estou a falar muito a sério", avisou.

Para o mundo, que já reagiu com nervosismo à sua eleição como se viu pela queda dos mercados da Ásia e do Pacífico, Trump também se mostrou mais conciliador do que seria de prever. "Quero dizer à comunidade mundial que apesar de pormos a América à frente vamos lidar com todos de forma justa", afirmou o novo Presidente dos Estados Unidos da América, com uma promessa. "Vamos à procura de parcerias, não de conflitos".

As palavras de Trump foram, contudo, ainda muito vagas sobre o que poderá ser o seu consulado na Casa Branca. Trump falou de improviso e dedicou parte do discurso para agradecer à sua família e à sua equipa. Mas além do tom conciliador, não houve verdadeiramente uma ideia sobre o que Trump poderá vir a fazer como Presidente.

Hillary  deu os parabéns a Trump

Donald Trump é o 45.º Presidente da História dos Estados Unidos. Hillary Clinton reconheceu-o quando faltavam poucos minutos para as oito da manhã em Portugal. A candidata democrata ainda não falou, mas já congratulou o adversário num telefonema que o próprio revelou no discurso de vitória na sua sede de campanha.

As dúvidas que ainda subsistem têm que ver com a contagem dos votos da Pennsylvania. Há órgãos de comunicação social que avançam estar em causa um sistema eletrónico que poderá ter sido alvo de ataques para distorcer o resultado. Mas é complicado proceder a uma nova contagem, uma vez que os votos são apenas digitais e não há nada em papel que permita fazê-lo.


* Não percebemos o choque e a surpresa, as sondagens dos últimos grandes acontecimentos internacionais falharam redondamente.
Basta lembrar que um em cada quatro americanos pensa que o sol gira à volta da terra, daí a votar-se num  xenófobo, vigarista e actor em  fraude fiscal é fácil.
Os democratas submeteram-se a Hillary, porta-bandeira do clã dos ricos, Trump, apesar de ser rico fez um discurso esquerdálho e assim ganhou. A Europa que se cuide, não com Trump, mas com ela própria.


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HOJE  NO 
"A BOLA"

Luís Figo em destaque no Web Summit

Luís Figo marcou presença no Web Summit onde apresentou a aplicação desenvolvida pela empresa «Dream Football», de que é fundador, salientou que o recurso à tecnologia pode «criar valor para os clubes, mas também oportunidades para jovens de todo o mundo».
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O antigo jogador abordou ainda vários temos da atualidade futebolística e deixou o desejo de ver o seu Sporting campeão. 

* O sucesso faz-se com muito trabalho.

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