domingo, 6 de novembro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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6-PINK BODY



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I-PEDRAS QUE FALAM
6-TERRAS COM NOME

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A RTP Madeira produziu um excelente documentário, numa série de 12 programas, sobra a temática dos recursos naturais com incidência nos recursos geológicos, a que denominou "Pedras que falam", de autoria do Engº Geólogo João Baptista Pereira Silva.


FONTE: NOEL SF
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5-PINK BODY



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   III -ERA UMA VEZ O ESPAÇO


2- O PLANETA VERDE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4-PINK BODY



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Sebastian Kraves


O teste de DNA pessoal chegou



Passando por melhorias na área de vacinação, modificação de cultivos ou resolução de crimes, a tecnologia do DNA vêm transformando o mundo em que vivemos. 
Pela primeira vez na história, qualquer pessoa pode realizar experimentos com DNA em casa, na sua cozinha, utilizando um aparelho menor do que uma caixa de sapatos. 
"Presenciamos hoje a revolução do DNA pessoal", afirma o empreendedor e biotecnologista Sebastian Kraves, onde segredos contidos no DNA podem ser desvendados por você mesmo.
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3-PINK BODY



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EDUARDO MONTEIRO

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Espaço Universidade
Recrutamento de jogadores 
- NBA Draft

Nos EUA e no Canadá, o “Draft” é um sistema de recrutamento de jogadores que, tendo em vista a sua contratação pelos clubes, tem por objetivo estabelecer o maior equilíbrio competitivo possível entre as equipas que participam no mesmo quadro competitivo.

A fim de conseguir tal desiderato é desencadeado um processo global de contratação de jogadores em que a prioridade de escolha de cada clube segue na ordem inversa da tabela classificativa da época anterior. Assim, relativamente aos jogadores disponíveis no mercado, o último clube classificado é o primeiro a escolher e assim, sucessivamente, de baixo para cima, sendo o clube campeão da época anterior o último a fazê-lo.

Este sistema é utilizado, com bons resultados, nas Ligas Profissionais fechadas, quer dizer, quando se trata de competições sem subidas nem descidas de divisão. Quando um clube escolhe um jogador, fica com direitos de exclusividade para assinar contrato com esse jogador e mais nenhum clube da mesma liga pode efectuar qualquer tipo de acordo com o referido jogador.

O “Draft” é desencadeado através da candidatura prévia dos jogadores, de acordo com as regras estabelecidas pela respectiva Liga Profissional. Para se poderem candidatar os jogadores devem ser praticantes do respetivo desporto nos liceus, universidades, ou até mesmo estrangeiros e, no caso de serem estudantes, terem tido aproveitamento escolar. No respeito pelas regras nacionais em vigor no sistema educativo, de forma a evitar o abandono escolar prematuro, cabe às Ligas Profissionais definirem a idade mínima dos jogadores candidatos a jogadores profissionais.

Este sistema de recrutamento de jogadores decorre fundamentalmente de as ligas americanas serem um negócio pelo que os seus proprietários procuram evitar a inflação dos contratos dos jogadores bem como todo o tipo de conflito externo à própria competição desportiva que desvalorizam o valor económico da respetiva liga bem como dos clubes que a compõem.
Podemos apontar alguns exemplos, fora dos USA e Canadá, onde o recrutamento de jogadores se processa pelo sistema do Draft:

- A Federação de Futebol da Austrália introduziu, em 1986, na sua principal competição, um sistema de Draft no recrutamento de jogadores para combater a inflação, que se estava a verificar, nas transferências e ordenados dos jogadores, assim como, na diminuição assustadora de público;

- A Associação de Basquetebol das Filipinas também adoptou o sistema de Draft, em 1985, realizado anualmente, mas dirigido exclusivamente aos jogadores nativos, de forma a haver uma distribuição dos novos valores por todos os clubes participantes na principal competição;

- As principais Ligas de Cricket da India e do Paquistão também utilizam sistemas semelhantes ao Draft, tendo em vista um equilíbrio competitivo das equipas e o respeito pelos tectos salariais consagrados na regulamentação;

- A Superliga Russa de Hóquei no Gelo que se tornou na Liga Continental da modalidade, estabeleceu um acordo colectivo celebrado entre a Liga e os jogadores que determinava a realização de um Draft anual para o recrutamento de jogadores, logo no primeiro ano das competições.

As Ligas Profissionais que aplicam regulamentação semelhante são as que, por força das dificuldades sentidas no passado, aquando da criação das suas estruturas organizativas e implementação dos seus campeonatos, enfrentaram problemas económicos e financeiros de sustentabilidade. No desporto profissional não se cativam espectadores, não se conseguem transmissões televisivas, nem se fazem receitas, se os jogos não forem aliciantes, competitivos, sem vencedores antecipados. Trata-se de conseguir uma incógnita permanente acerca do vencedor, de maneira a que o público se mantenha na bancada até aos derradeiros segundos do campeonato, tal qual acontece num filme de “suspense”. É a qualidade do espectáculo que enche de público os recintos desportivos e preenche os programas desportivos televisivos em qualquer lugar do planeta. Nos Estados Unidos, quase todas as Ligas Profissionais de desportos colectivos adoptaram o sistema de Draft no recrutamento de jogadores, diferindo na metodologia processual na medida em que os desportos envolvidos são bastante diferenciados: Basebol, Basquetebol, Futebol Americano, Hóquei no Gelo, Soccer (football association), etc., tendo sempre bem presente que, quanto mais niveladas forem as equipas participantes, haverá jogos mais equilibrados, mais competitivos serão os diferentes campeonatos e por conseguinte mais atraentes serão os espectáculos desportivos. Só com estas premissas asseguradas é que é possível a sustentabilidade financeira das equipas participantes e das Ligas Profissionais responsáveis pela organização dos quadros competitivos.

Neste modelo de organização podem surgir situações especiais de recrutamento:

Admissão de novos Clubes: – É uma situação em que a Liga Profissional resolveu aceitar a candidatura de novos clubes e, por conseguinte, a sua própria expansão, permitindo à nova equipa o recrutamento de 1 ou 2 jogadores de cada um dos outros clubes da liga. Neste caso, os clubes residentes têm o direito de bloquear a saída de um determinado número de jogadores, definido pela liga, para não ficarem prejudicados e manterem a estrutura base da sua equipa de competição;

Exclusão de Clubes: - Acontece quando um clube entrou em falência e, como tal, deixou de ter condições para fazer parte da Liga Profissional. Os jogadores com contrato em vigor devem ser resgatados pelos outros clubes (1 ou 2 por clube residente) de forma a manter os postos de trabalho e, assim, evitar a ocorrência de processos judiciais contra o clube ou a própria Liga, por força dos contratos colectivos de trabalho existentes entre a respectiva Liga e as Associações ou Sindicatos dos Jogadores Profissionais;

Acidentes graves de Clubes: - Quando ocorrem acidentes graves nas deslocações aéreas ou terrestres, havendo incapacidade física permanente ou mesmo morte de jogadores, existe um plano especial de contingência, uma acção conjunta de solidariedade para salvar o clube sinistrado, que permita o recrutamento de jogadores junto dos clubes residentes que, de igual modo, também têm o direito de protecção dos seus principais jogadores.

Fora dos Estados Unidos e Canadá, os clubes profissionais contratam os jovens talentos, através de transferências, nos clubes com menos poder económico. Nos últimos anos, os clubes começaram a criar as suas próprias Academias tendo em vista a formação e aperfeiçoamento dos jogadores mais novos, com o objectivo de, a médio prazo, integrarem a principal equipa do clube evitando, deste modo, o dispêndio de grandes verbas na aquisição de novos valores.

O “Draft” tem expressão máxima na National Basketball Association (NBA) por ser a modalidade desportiva em maior expansão à escala mundial e, igualmente, por ser a única que, também, tem uma liga feminina profissional (WNBA) com prestígio internacional. O Draft da NBA, que foi posto em prática desde o início da liga e que se realiza anualmente na pré-temporada (final de junho) é sempre antecedido, durante um determinado período (60 dias), para a apresentação das candidaturas dos jogadores interessados, de acordo com as normas estabelecidas pela NBA. As principais regras são as seguintes:

- Jogadores universitários que completaram 4 anos de universidade são considerados elegíveis;

- Jogadores universitários que não completaram os estudos universitários necessitam de declarar a sua candidatura e desistir da universidade para poderem ser declarados elegíveis, desde que tenham 19 anos de idade;

- Jogadores oriundos do High School (ensino secundário) já não podem candidatar-se directamente, o que acontecia antes de 2006. Para que a sua candidatura seja aceite terão que esperar um ano após o final do curso liceal;

- Jogadores norte-americanos com contrato profissional fora dos USA podem candidatar-se desde que tenham 19 anos de idade;

- Jogadores internacionais (não nascidos nos Estados Unidos) são considerados elegíveis desde que tenham a idade mínima de 22 anos.

No sentido de evitar que algumas equipas fizessem jogo sujo, perdendo jogos propositadamente para se classificarem na última posição, a fim de serem os primeiros a escolher um determinado talento que iria entrar no Draft seguinte, foi introduzido um sorteio entre as equipas pior classificadas que ao longo dos anos foi evoluindo até se chegar ao actual modelo, em que participam as 14 equipas que não foram apuradas para os playoffs. No actual sorteio, está regulamentado que as equipas mais mal classificadas têm sempre mais probabilidades, em termos percentuais, de serem selecionadas para fazer as três primeiras escolhas, já que a partir daí o que conta é a classificação obtida na época regular. Ao longo dos anos o sistema do sorteio tem decorrido sem problemas, até porque se têm introduzido, pontualmente, as alterações consideradas mais ajustadas. Também acontece, em períodos pré-determinados, a realização de trocas de jogadores entre as equipas e pode surgir, como moeda de troca, a cedência do direito de escolha no Draft por acordo entre os clubes envolvidos.

Nas semanas que antecedem, o Draft as equipas organizam Campos de Observação com os jogadores que lhes interessa recrutar, em função da sua posição de escolha, com o objectivo de os testar nos seus aspectos físicos e técnicos, tendo em vista uma melhor fundamentação das referidas escolhas.

O atleta universitário que pretenda testar as suas capacidades para integrar uma equipa profissional, antes da conclusão do seu curso, poderá fazê-lo e prestar provas nos referidos Campos de Observação. Caso não se considere ainda apto para “dar o salto” poderá desistir, sem qualquer problema, até 30 dias antes do Draft e regressar à sua universidade, desde que não tenha assinado, entretanto, nenhum acordo/contrato com um agente.

No Draft participam os representantes das 30 equipas que escolhem, em duas voltas, os jogadores que irão contratar para as épocas seguintes. São ao todo 60 novos jogadores escolhidos (dois por equipa) que irão ser integrados nos planteis das diferentes formações da NBA. Para estes jovens praticantes de basquetebol é uma espécie de “Sorte Grande”, que lhes saiu na lotaria, que terão de aproveitar com muito trabalho, humildade e perseverança porque esta oportunidade só está ao alcance dos grandes talentos deste desporto e acontece poucas vezes na vida.

O “Draft” é um dos pilares centrais do modelo de negócio das Ligas Profissionais do desporto americano que, enquanto espetáculo de superior qualidade se está a espalhar pelo mundo.

* Eduardo Monteiro é ex-treinador do SL Benfica e das Seleções Nacionais

IN "A BOLA"
30/10/16

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1043.UNIÃO


EUROPEIA



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I-DESTINO EDUCAÇÃO

4- DIFERENTES PAÍSES
DIFERENTES RESPOSTAS
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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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XIII-VISITA GUIADA


Sinagoga de Tomar/1

TOMAR-PORTUGAL

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* Viagem extraordinária pelos tesouros da História de Portugal superiormente apresentados por Paula Moura Pinheiro.
Mais uma notável produção da RTP

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Cristobel Soler

Exsultate Jubilate, KV 165

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W. A. Mozart

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ESTA SEMANA NA  

"DELAS"

A vida não está fácil 
para as feministas em Angola

Na sociedade e cultura angolana os homens são privilegiados e a violência contra as mulheres é vista como algo natural. Para combater o problema, Sizaltina Cutaia e Âurea Mouzinho criaram uma nova organização feminista, a Ondjango Feminista. Já são mais de 60 e todos os meses se juntam para debater vários assuntos ligados às mulheres num país onde ser feminista não é nada fácil.

“É uma contra cultura, um contra ideologia. É algo muito novo. Há pessoas completamente contrárias ao tema e não entendem qual é o conceito de feminista. Muitos têm essa ideia de que as feministas defendem coisas horríveis, que queremos abolir a cultura, destruir a família e que detestamos os homens”, explicou Âurea Mouzinho ao site Rede Angola.
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A DITA... DURA
Cerca de 38% do parlamento angolano é composto por mulheres. Um número significativo mas que, segundo estas duas feministas, não tem grande espaço para fazer mudanças.

Os índices de prostituição também têm aumentado em algumas cidades angolanas nos últimos anos, algo que os órgãos de comunicação social do país encaram como um aumento do “número de mulheres que querem vida fácil”.

“Onde é que a prostituição é vida fácil? Num país de terceiro mundo como este? Onde todos os fins de semana há carros da Polícia Nacional, carros do exército, das Forças Armadas que fazem arrastões, pegam nas trabalhadores de sexo e violam-nas, fazem tudo o que querem e depois colocam-nas na rua outra vez? Isto é vida fácil?”, referiu, indignada, Sizaltina Cutaia.

Foi para combater todos estes problemas que criaram a Ondjango Feministsa que, este sábado, organizou o 6.º Encontro do Ondjango Feminista – Construindo Pontes de Solidariedade.

“O espaço que o Ondjango se propõe a criar é um espaço de mulheres para mulheres, acreditamos que nada vai acontecer enquanto, como mulheres, não tomarmos consciência da situação de injustiça na qual nos encontramos”, acrescentou Sizaltina.

* Vai ser difícil as mulheres angolanas lutar pela igualdade de género quando um dos maiores agentes da ditadura angolana ser uma energúmena que dá pelo "petit nom" de "zeduzita".

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ESTA SEMANA NA  
"SÁBADO"

As queixas mais estranhas 
dos turistas em Lisboa

Turistas que dizem vir da Alemanha, mas que mais parecem ter chegado de Marte, compradores de drogas falhados, deficientes sem noção do espaço e do tempo... São muitos os casos que fazem da esquadra do Comando Metropolitano de Lisboa, sediada no Palácio Foz, na baixa da cidade, a mais peculiar da capital. 
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Vocacionada para receber - e resolver - as denúncias dos turistas, é comandada pela subcomissária Carina Sousa. A maioria das queixas lá apresentadas respeita a furtos por carteiristas e a roubos de oportunidade. Os números têm vindo a aumentar, mas, segundo Carina Sousa, "não são directamente proporcionais ao aumento de turistas". Estas são algumas das histórias mais estranhas com que a equipa hoje constituída por 44 agentes já teve de lidar.

A alemã de outra galáxia
O assunto era grave: uma turista alemã queixava-se do rapto das suas duas filhas menores. Os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) ouviram-na com atenção. Até que a conversa tomou um rumo transcendental, quando a queixosa decidiu fazer duas revelações-surpresa: 1) tinha sido inseminada artificialmente por Deus; 2) as suas crianças haviam sido "raptadas" por telepatia. Face a este cenário, os agentes seguiram o protocolo e facilitaram o contacto da turista com a Embaixada da Alemanha. E terá sido sem grande surpresa que receberam o telefonema do funcionário consular que a recebeu, informando-os de que, provavelmente, a cidadã teria problemas psíquicos. Outro alemão, este ano, entrou na esquadra para denunciar uma situação igualmente estranha: estava a ser seguido por antenas, radares e satélites. Depois de sair, ainda telefonou para acrescentar que "agora mesmo" se encontrava a ser perseguido pelo FBI americano.


O desaparecido da cadeira de rodas
Em Agosto, uma turista, que lhes confessou ter perdas de memória, não sabia onde estava o marido, que se deslocava em cadeira de rodas. Os agentes andaram às voltas com a mulher, cuja aflição aumentava a cada segundo, dada a iminência da partida do cruzeiro em que viajavam. Após buscas intensas, lá descobriram o turista e contactaram o comandante da embarcação, que acedeu a atrasar a partida e recebeu o casal. Já depois de os polícias virarem costas, os passageiros, informados da causa do atraso, vieram às varandas bater palmas aos agentes. A resposta foi um toque da sirene policial.

A operação Find iPhone
Duas turistas italianas dormiram com a janela aberta e acordaram sem o seu smartphone. Como tinham possibilidade de o localizar através da aplicação Find iPhone, pediram ajuda aos agentes para as ajudarem a resgatá-lo. Resultado: o aparelho foi recuperado e um suspeito foi detido na posse desse e de outros telemóveis e tablets que não lhe pertenciam.

O haxixe da farmácia
Há relatos estranhos, alguns respeitantes a burlas muito particulares. Uma delas: um conjunto de turistas tentou comprar haxixe e percebeu que, afinal, era louro prensado com graxa. A pergunta do agente era inevitável: "Quer mesmo queixar-se à polícia que tentou comprar droga?"

Perdidos na tradução
Há alguns anos, uma turista italiana foi levada no carro-patrulha para o Comando da PSP. Não parava de gritar com os agentes, e mesmo quando chegou à esquadra de turismo continuou a vociferar contra quem lhe aparecia à frente. É que, quando tinha abordado os polícias, a sua única preocupação era… encontrar uma casa de banho.

* Para sorrir ao domingo, também é preciso.

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CLIMA
Acordo de Paris entra em vigor

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FONTE: EURONEWS

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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Luz ‘verde’. E cara

Trinta anos depois da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, como se situa o nosso país face aos parceiros da UE? Com o apoio da Pordata, a VISÃO online apresenta ao longo desta semana um retrato da situação do País, comparando-o com o dos seus parceiros. Depois da população, da economia, do trabalho, do Estado Social, da ciência e turismo, concluímos com o ambiente: somos campeões das energias renováveis e pagamos como campeões


Se o vento, a água e o sol são oferecidos pela natureza, o que explica que Portugal – onde metade da energia elétrica é produzida a partir destas fontes renováveis – tenha a fatura da luz mais cara da Europa, em paridade de poder de compra? Há muitas justificações (como os impostos e as taxas), mas uma parte é o preço a pagar por sermos pioneiros – no início, qualquer tecnologia é cara.

 Outro campo onde nos portamos ambientalmente bem à escala europeia, e também parcialmente relacionado com as energias renováveis, é nas (reduzidas) emissões de dióxido de carbono. Mas aqui entra também o nosso parque automóvel: além de estarmos muito abaixo da média no número de veículos por mil habitantes, a nossa fiscalidade beneficia a compra de carros pequenos, que gastam menos combustível. Ou seja, os automóveis que circulam em Portugal emitem em média menos gases com efeito de estufa.

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O epíteto de exemplo a seguir acaba por aqui: somos o terceiro pior país da União Europeia no que diz respeito à reciclagem de lixo doméstico. Aparentemente, todas as campanhas que apelam à reciclagem não são tão fortes como os incentivos que há noutros países, que multam quem não separa o lixo...

* Portugal uma basófia confrangedora.

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ESTA SEMANA 
NO "SOL"

A altura em que pratica sexting 
diz muito sobre uma pessoa

Alguns casais trocam mensagens apenas para partilharem novidades do dia-a-dia, outros preferem enviar conteúdos de teor sexual. A verdade é que a altura em que se pratica o sexting (termo usado para denominar a troca de mensagens sexuais) diz muito sobre uma pessoa.
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De acordo com uma investigação publicada no Journal of Sex Research, o envio de mensagens sexuais para o parceiro por revelar uma ligação muito forte entre o casal ou uma tentativa de cativar o outro. E a altura em que enviamos a mensagem pode explicar qual destas razões se aplica em cada caso.

Um outro estudo realizado pela California State University envolveu 459 pessoas heterossexuais, com idades entre os 18 e os 25 anos. Todos responderam a um questionário online, no qual tiveram de responder a questões relacionadas com esta práticas os sentimentos vividos durante a troca de mensagens.

Cruzando as informações das duas investigações, foi possível traçar dois perfis das pessoas que enviam mensagens sexuais: as que não têm medo de se mostrar e vivem numa relação segura e as que têm uma baixa autoestima e tentam captar a atenção. E os timings do envio das mensagens dizem muito sobre as pessoas: se estas forem enviadas logo nos primeiros tempos da relação, tal indica que a pessoa que a enviou sente-se insegura e precisa da atenção e aprovação do outro; se a mensagem for enviada após vários anos num relação, esta revela apenas uma grande cumplicidade entre o homem e a mulher.

 “Enviar mensagens sexuais em relações recentes (ou antes de uma relação real se formar) pode ser um sinal de ansiedade relacional ou de que alguém não está interessado numa relação a longo prazo”, revela Rob Weusskirch, autor do estudo.

* O EROS é lindo.

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CORRENTES TORMENTOSAS

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Traineiras na entrada da barra do Rio Grey no momento de maior refluxo de maré causado por cheias extremas a montante da sua bacia hidrográfica.

A barra e porto de pesca localizam-se perto da cidade de Greymouth, na costa noroeste da ilha sul da Nova Zelândia, é notoriamente perigosa durante as fases de inundação, como este, principalmente para os navios de pesca forçado a lutar contra a água branca, a fim de alcançar o porto de Greymouth.
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HOJE NO
"EXPRESSO"

“É um disparate completo” 
a saída de Centeno

António Costa diz que é um disparate a notícia avançada este sábado pelo semanário “Sol” que dá conta da saída de Mário Centeno do Governo já em janeiro. O primeiro-ministro falava à entrada da comissão nacional PS

O secretário-geral do PS classificou este sábado como "disparate" a possibilidade de o ministro das Finanças, Mário Centeno, abandonar as suas funções no Governo em janeiro próximo, após a entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2017.
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António Costa falava aos jornalistas à entrada para a reunião da Comissão Nacional do PS, que tem como ponto único da ordem de trabalhos a análise à proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2017, que foi na sexta-feira aprovada na generalidade com os votos favoráveis da maioria parlamentar de esquerda.

"Obviamente é um disparate completo a ideia de que o ministro das Finanças está para sair do Governo", declarou o primeiro-ministro.

O semanário "Sol" noticiou na sua edição de hoje que os ministros das Finanças, Mário Centeno, da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, poderão abandonar o executivo em janeiro próximo.

* Não duvidamos de António Costa, por  enquanto.

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Pirão de peixe

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De: Chef Taico.
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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"

Crédito pessoal subiu 75% 
em apenas quatro anos

Até agosto, o valor e o número de créditos para consumo dispararam. Estratégia de marketing dos bancos regressou ao período pré-crise

A média mensal do montante dos novos créditos pessoais concedidos aos portugueses nos primeiros oito meses deste ano disparou 75% face a 2012, quando a troika já estava no país. 
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O PRINCÍPIO

Segundo o Banco de Portugal (BdP), a média mensal deste ano ronda os 471,1 milhões de euros, enquanto, que em 2012 era de 268,7 milhões de euros. Em termos de novos contratos, o número médio mensal aumentou 18% naquele mesmo período, passando de 97 037 (2012) para 114 485 (média mensal de oito meses de 2016). A associação de consumidores Deco alertou para o fenómeno atual da subida do crédito pessoal e, essencialmente, para o regresso em força da “publicidade feita pelas instituições bancárias para este tipo de produto”.

Nuno Rico, economista da Deco, entende que o aumento deste tipo de produto, “bem como o aparecimento de novas ofertas, explica-se pelo facto de ser um crédito cujo dinheiro é vendido a taxas de juro mais elevadas comparativamente aos empréstimos para a habitação, que tem estado a viver um período de taxas reduzidas, por exemplo”. 

Taxas elevadas 
Além disso, frisa, “com a política expansionista do Banco Central Europeu, os bancos têm muito dinheiro disponível e querem vender a taxas mais elevadas”. 

Nuno Rico explica ainda a subida da concessão de crédito pessoal, com a “recuperação da disponibilidade das famílias para voltarem a consumir, e naturalmente que estão a aproveitar este momento de muita oferta por parte das instituições financeiras para realizarem algumas compras ou até obras que foram adiando nos últimos anos”. O crédito pessoal sem finalidade específica deu, em agosto, um pulo de 23,2% face há um ano; e para Educação, Saúde e Energias Renováveis aumentou 58,5% . 

O economista salienta que “esta recuperação ainda não é sustentável e os dados do sobre endividamento são a prova disso mesmo. Os pedidos de apoio de sobre-endividados que chegam à Deco continuam com números estáveis. Só no primeiro semestre deste ano, o Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado recebeu um total de 17 300 pedidos de ajuda, com cada consumidor a apresentar, em média, cinco créditos ativos. Havendo apenas com uma realidade diferente: “surgem também pessoas empregadas que viram os seus rendimentos reduzidos e não têm como fazer face aos compromissos assumidos antes da crise e dos tempos de austeridade”. 

Além deste alerta, Nuno Rico mostra-se preocupado com “a vasta oferta e com as estratégias de marketing por parte das instituições financeiras para o crédito pessoal, que são iguais ao que assistimos nos períodos antes da crise, e conhecemos bem os resultados. Parece que não aprendemos nada com os erros do passado”. 

Análise 
Tendo em conta o aumento da oferta, bem como da procura de crédito pessoal, a Deco analisou as propostas desta solução apresentadas por 17 instituições financeiras a operar em Portugal. A solução do ActivoBank é a mais baixa do mercado, conclui. 

E, logo à cabeça, fazem uma advertência aos consumidores. “A TAEG é a variável que deve seguir de guia para comparar propostas de crédito, porque reflete todos os custos do empréstimo, nomeadamente comissões iniciais e periódicas, seguros associados e impostos”. 
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E O FIM

O mesmo estudo indica que existem propostas no mercado com uma taxa anual nominal (TAN) “atrativa, mas esconde uma TAEG mais elevada”. Nesse contexto, a Deco pede novamente que se olhe para a TAEG na altura de escolher o crédito. 

A outra questão que também levanta o estudo da Deco é a possibilidade de ter taxa fixa ou variável, sujeita às variações da Euribor. “A escolha depende sempre das possibilidades dos consumidores”, mas mais uma vez avisam: “na altura de escolher, olhe para o valor da TAEG, uma vez que esse é o custo real”.

* Uma notícia muito má, quem cria dívidas ficará na penúria, os bancos não brincam à caridadezinha.

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