domingo, 30 de outubro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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12-CAMISEIRO
 


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I-PEDRAS QUE FALAM
5-TERRAS COM NOME

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A RTP Madeira produziu um excelente documentário, numa série de 12 programas, sobra a temática dos recursos naturais com incidência nos recursos geológicos, a que denominou "Pedras que falam", de autoria do Engº Geólogo João Baptista Pereira Silva.


FONTE: NOEL SF
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11-CAMISEIRO



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   III -ERA UMA VEZ O ESPAÇO


1- O PLANETA VERDE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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10-CAMISEIRO
 


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Melissa Waker


  A arte pode curar

  as feridas

  do stresse pós-traumático


O trauma silencia suas vítimas, diz Melissa Walker, terapeuta de artes criativas, mas a arte pode auxiliar aqueles que sofrem de feridas psicológicas para se abrirem e se curarem. Nessa palestra inspiradora, Walker descreve como que a confecção de máscaras, em especial, permite que homens e mulheres militares afetados sejam capazes de revelar o que os perseguem e, finalmente, começarem a deixar acontecer. .





9-CAMISEIRO




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MARIA JOÃO PIRES

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Camilo, o contorcionista

Camilo Lourenço é o mais perfeito exemplo de algum comentarismo nacional e da sua dificuldade em lidar com a transição de governo.

Até aqui o défice seria sempre o valor supremo, naturalmente acompanhado dos costumeiros “não há dinheiro”, “não há alternativa”, “digam onde vão buscar o dinheiro”. Até aqui as agências de rating e o mercado da dívida davam a prova que faltava que o caminho seguido era o inevitável.

O drama de todos os comentadores que subscreviam a linha do anterior governo é que são confrontados com o que classificavam com uma impossibilidade. E enredam-se nos seus argumentários.

Agora o défice não é um valor inquestionável, pode esconder coisas ou pode ser irrelevante, se não houver crescimento, quando antes a precedência dos argumentos era a inversa. E agora, como se nota pelo exemplo abaixo, até as agência de rating podem não ser entidades divinas que avaliam sabiamente a situação económica e orçamental dos países com o seu crivo infalível.



IN "GERINGONÇA"
27/10716

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1036.UNIÃO


EUROPEIA







8-CAMISEIRO
 


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I-DESTINO EDUCAÇÃO

3- DIFERENTES PAÍSES
DIFERENTES RESPOSTAS

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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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XII-VISITA GUIADA


Sé do Funchal/2

MADEIRA

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* Viagem extraordinária pelos tesouros da História de Portugal superiormente apresentados por Paula Moura Pinheiro.
Mais uma notável produção da RTP

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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7-CAMISEIRO
 



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ESTA SEMANA NA  
"SÁBADO"
Os polícias 
que nunca esquecem uma cara

Ocupa uma pequena dependência na sede da Scotland Yard, em Londres, com um número afixado na porta: sala 901. Na unidade de elite da polícia britânica - conhecida por MET -, trabalham meia-dúzia de agentes com uma característica comum: são especialistas em reconhecer caras. 
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Numa cidade com milhares de câmaras de videovigilância espalhadas por ruas, espaços comerciais, transportes públicos e condomínios - "um olho amigo no céu", defendia o Governo, em 1994, quando começaram a ser instaladas - os agentes da sala 901 são os primeiros a procurar soluções quando há um crime sem pistas. Peritos em reconhecimento facial, passam horas a visionar as imagens de videovigilância até conseguirem uma identificação positiva.

Nos anos 90, mais de metade do orçamento para a prevenção do crime em Londres destinava-se à instalação e manutenção de câmaras de videovigilância. Embora o investimento tenha sido um fracasso - durante anos os números da criminalidade mantiveram-se estáveis -, os resultados começaram a aparecer com a criação desta unidade especial, a primeira do género no mundo.

Na semana passada, num quadro branco pendurado na parede da sala 901, o fundador e cérebro da unidade, Mick Neville, escreveu o número de identificações positivas dos últimos sete dias: 1.957.

O predador do autocarro
O homem aparecia nas imagens mas tinha o rosto praticamente escondido pela barba e cabelo comprido. Vestia uma parca escura. Sentado ao lado de uma menor, usou um jornal para esconder a mão com que lhe tocou na virilha. As imagens mostravam-no também a seguir a menor pela porta traseira. A miúda de 15 anos conseguiria fugir, mas não era a primeira vez que o predador atacava. Visionadas as imagens do autocarro e das ruas envolventes, a polícia divulgou um retrato do suspeito no seu boletim semanal intitulado Caught on Camera [apanhados na câmara, em tradução literal]. Nem uma pista. Nem um telefonema.

Eliot Porrit, 36 anos, na equipa desde 2015, ficou com o caso. Em miúdo gostava de ver filmes com o pai e era capaz de identificar os actores em papéis menores ou aparições de segundos noutros filmes. Tinha um talento especial: nunca esquecia uma cara. Com um mapa digital aberto num tablet, depois de estabelecer um padrão nas viagens de autocarro do suspeito, circunscreveu a zona Norte de Londres com três alfinetes e arrancou para o terreno com uma colega. Decidiu ver também as câmaras do metro da zona, nas instalações da empresa de transportes.

Quase por milagre, enquanto verificava as imagens de fraca qualidade, a colega foi à janela e viu um homem agarrar num jornal gratuito. A fisionomia correspondia ao retrato recuperado das primeiras imagens: era o suspeito. "Corremos como loucos", contou o agente à revista New Yorker.

 O homem, 56 anos, administrativo numa empresa, seria detido pouco depois, acusado de tentativa de violação. 

* Precisamos destes olheiros.

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ESTA SEMANA NA   
"VISÃO"

Os segredos da Opus Dei: 
Chicotadas e cilício para 
sofrer como Cristo

Na obra Opus Dei, Eles estão no meio de nós, o jornalista Rui Pedro Antunes recorre a "relatos impressionantes de quem conseguiu sair" para desvendar alguns mistérios d'A Obra 
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É com o mote "se não o podemos vencer, vamos, pelo menos, torná-lo mais visível" que Rui Pedro Antunes revela, em Opus Dei, Eles estão no meio de nós, da editora Matéria Prima, alguns mistérios da organização religiosa, desde as listas de filmes e livros proibidos – nomeadamente, de José Saramago e Eça de Queiroz –, os castigos, os locais onde vivem, e o poder de influência que têm na banca, na política e no ensino.

O autor, jornalista do Observador, passou antes pelo Diário de Notícias, onde fez parte do grupo fundador da equipa de Grande Investigação. Já publicou vários livros sobre sociedades secretas, entre eles, Os Planos de Bilberberg para Portugal e O Poder da Maçonaria em Portugal.
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Excerto do livro Opus Dei, Eles estão no meio de nós de Rui Pedro Antunes

“Bendita seja a dor. Bendita seja a dor, santificada seja a dor...
Glorificada seja a dor!”
Caminho: 208

No início, era a dor. João levantou-se, carregado de culpa, e depois de ter relações sexuais com a namorada, pegou nos seis bagos de milho que trazia num estojo de camurça. Colocou-os em forma de triângulo e ajoelhou-se sobre eles a rezar qualquer coisa parecida com uma ave-maria. A mortificação corporal tem várias formas –algumas mais ou menos violentas.

Ajoelhar-se sobre o milho não é a prática mais comum. E muito menos depois do sexo, até porque os numerários, as numerárias e os agregados são, obrigatoriamente, celibatários. Relações sexuais, nem pensar. Na obra, o sofrimento e as penitências são incentivados de forma a que os seus membros sofram como Jesus sofreu, sendo o ato entendido como uma dádiva a Deus.

Como é normal no Opus Dei, embora haja liberdade no tipo de mortificação que cada um aplica, há duas formas mais institucionalizadas, e também mais habituais, de os membros se autopenintenciarem: o uso de cilício e a chamada disciplina (chicotadas). Tudo autoflagelação, até porque como está bem explícito em Caminho, a “Bíblia” do Opus Dei:
“Nenhum ideal se torna realidade sem sacrifício.
– Nega-te a ti mesmo.
– É tão belo ser vítima!”

Sofrer para ser herói
“Serviam”. Após saltarem da cama com um piparote, sem ponta de moleza (“não sejas mole”, aconselhou Escrivá), é em latim – língua morta, mas a favorita da obra – que é dita a primeira palavra do dia dos numerários. Em português e em linguagem do Opus Dei significa: “Servirei!”

Na obra, chama-se a este ato “minuto heroico”, muitas vezes acompanhado por um beijo numa moldura, quando há na mesa de cabeceira uma foto do fundador Josemaría Escrivá de Balaguer.
Segue-se pelo menos meia-hora de reza ainda antes do pequeno-almoço, sendo a Consagração a Nossa Senhora uma oração tipicamente matinal, que começa precisamente com um: “Ó senhora minha, ó minha mãe, eu me ofereço todo a vós, e em prova da minha devoção para convosco vos consagro neste dia os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração...”

E se o pequeno-almoço também pode ter pequenas mortificações - como beber café sem açúcar ou comer pão sem manteiga –, antes disso ainda pode haver uma outra aproximação a Deus: o “duche frio”. “Somos incentivados a tomar o duche de água fria, mesmo que seja no inverno mais rigoroso”, conta um dos antigos membros.

Mas a prática (diária) mais violenta é mesmo o uso de cilício na coxa durante duas horas. “Torna-se tão habitual, que ao fim de uns tempos já nem dói, já nem pensamos, é quase tão normal como lavar os dentes”, diz o mesmo numerário. O cilício é uma corrente de metal, uma espécie de arame farpado soft, que se crava na pele e que tem como objetivo criar desconforto. Quando retirado o arame desconcertado, o sangue encarrega-se de tatuar a perna. A organização defende-se, dizendo que não é suposto fazer sangue, mas há relatos de que Escrivá de Balaguer se orgulhava de deixar as sanitas ensanguentadas sempre que se sentava nelas. Por norma (e é uma regra escrita), o cilício deve ser utilizado todos os dias, exceto ao domingo.

Mas há outros rituais igualmente violentos. Um deles é a “disciplina”, que deve ser aplicada uma vez por semana, e consiste em os membros massacrarem as nádegas com um pequeno chicote de cordas com nós cegos nas pontas. A organização deita água na fervura. O responsável pelo gabinete de comunicação do Opus Dei em Portugal, Pedro Gil, desvaloriza as penitências dizendo que “não são obrigatórias e nada têm a ver com as chicotadas relatadas no livro e no filme de Dan Brown”. Não desmente, no entanto, a existência destes rituais, embora garanta que “os membros certamente se riem quando ouvem essas descrições [de que existe muita dor e provoca sangue]”.

Um contabilista do Porto, João Pinto - que apitou (termo utilizado para definir o dia em que se aderiu ao Opus Dei) com 22 anos e foi agregado do Opus entre 1976 e 1992 –, aceitou dar a cara para dizer que praticava a mortificação corporal, que diz não ser “uma coisa do outro mundo”. Admite, no entanto, que as práticas eram incentivadas.

Um outro ex-membro, que não se quis identificar, explicou que saiu do Opus Dei por perceber que “o que era praticado dia a dia chocava com os direitos fundamentais da pessoa humana”.

No entanto, o antigo numerário considera que “quaisquer chicotadas ou cilícios não eram nada comparados com a violência psicológica a que os membros são sujeitos”.

E conclui: “Sentíamos que éramos um zero à esquerda com todas as obrigações que tínhamos e com a liberdade que não tínhamos». O mesmo ex-membro utiliza uma metáfora para explicar como são tratados os membros numerários nos centros: “São como os alimentos no supermercado que são colocados em câmaras com pouco oxigénio para se aguentarem mais.”

Paulo Andrade foi numerário dos 15 aos 33 anos, tendo abandonado a obra em 1993. Desde 2004 tem sido o seu principal crítico, pelo menos dos que não se escondem no anonimato. Diz que não tem mais a acrescentar ao que disse nos últimos anos. Em dezembro de 2007, confessou à revista Sábado como o clima era verdadeiramente controlador e sexista: “Toda a gente vigia toda a gente. Parti uma perna a jogar futebol e era a minha irmã que me levava à fisioterapia. Fizeram-me uma correção fraterna, porque não era bom um numerário entrar num carro com uma mulher.”

Os chicotes e os cilícios podem ser pedidos aos membros da obra ou comprados, por exemplo, no Convento de Santa Teresa, em Coimbra. A irmã Lúcia praticava este tipo de mortificações, que continuam a ser incentivadas entre as carmelitas coimbrãs. Há membros da obra que ali se dirigem para comprar estes instrumentos de dor que podem também ser adquiridos na internet e custam entre 31 e 101 euros.

A mortificação corporal não se fica, no entanto, pelo cilício e a disciplina. Há pequenas mortificações praticadas no dia a dia, como, por exemplo, beber o café sem açúcar, não comer entre as refeições ou não pôr manteiga no pão.

O próprio fundador tem vários escritos a incentivar aquilo que chama pôr “uma cruz em cada prato” e o próprio – quando era vivo – tentava espaçar o tempo em que bebia água ao longo do dia (para sentir sede) e às refeições servia-se mais do alimento de que menos gostava e menos do que mais gostava.

No Caminho que quis impor aos membros, tem naturalmente várias máximas dedicadas à mortificação; numa sobre o pequeno-almoço, dá mesmo o exemplo da manteiga:

O juiz conselheiro jubilado, Messias Bento, atual membro supranumerário, defende que a mortificação corporal “é um ato voluntário que cada um quer oferecer a Deus” e considera que “ninguém se devia impressionar com este tipo de práticas”. Embora pareçam atos medievais, o antigo juiz tenta até justificá-las com práticas da sociedade moderna: “Se ninguém se impressiona que se façam dietas e sacrifícios para que se fique elegante, porque se hão-de impressionar que se façam coisas similares como ofertas a Deus?”

Messias Bento dá ainda outros exemplos de mortificação que os membros podem oferecer a Deus: “Para um fumador, pode ser não fumar durante a manhã ou não beber vinho a uma das refeições”. O antigo juiz ressalva ainda que “as mortificações não são feitas por puro masoquismo, são uma oferta a Deus”.

Estas práticas de mortificação estão longe de ser consensuais na Igreja Católica e – mesmo no Opus Dei – nem todos as defendem. O antigo presidente da Assembleia da República João Bosco Mota Amaral confessa que, embora as compreenda, não é adepto deste tipo de práticas: “Sou mais pela alegria. Pela manhã do domingo de Páscoa.”

* O malabarismo do martírio, alguém  compra???

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URBAN RIGGER
As casas flutuantes low-cost 
para estudantes dinamarqueses

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FONTE: EURONEWS

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ESTA SEMANA 
NO "SOL"
Migrantes
Mais de 5200 mortos este ano

Este número representa um aumento de 20% face a igual período de 2015 e mostra que morreram por dia cerca de 13 migrantes.

Desde o início do ano morreram mais de 5200 migrantes e refugiados em todo o mundo, revela a Organização Internacional das Migrações (OIM).
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Este número representa um aumento de 20% face a igual período de 2015 e mostra que morreram por dia cerca de 13 migrantes.

De acordo com a agência da ONU, em 5238 mortes, 3930 pessoas morreram ao tentar atravessar o mar Mediterrâneo de barco, mais 170 do que no ano passado.

O Alto-Comissariado da ONU para os Refugiados tinha anunciado na quarta-feira um balanço diferente, com mais de 3.800 mortos no Mediterrâneo desde janeiro.

Só esta semana, mais de 280 migrantes morreram a bordo de duas embarcações que saíram da Líbia, revela a OIM.

* A tragédia contra a qual  viramos as costas  todos os dias  e achamos que somos seres humanos.

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HOJE NO
"EXPRESSO"
Internacional 
ONU rejeita Rússia no Conselho
 dos Direitos Humanos

O presidente da Assembleia-geral, Peter Thomson, qualificou como histórico o processo de seleção do nono secretário-geral

A Assembleia-Geral das Nações Unidas rejeitou a candidatura da Rússia ao Conselho dos Direitos Humanos, numa votação surpreendente em que os membros da organização preferiram a Croácia e a Hungria.

A Assembleia-Geral das Nações Unidas rejeitou a candidatura da Rússia ao Conselho dos Direitos Humanos, numa votação surpreendente em que os membros da organização preferiram a Croácia e a Hungria.

Em disputa estavam dois lugares no Conselho dos Direitos Humanos reservados para países da Europa de Leste. A votação - aberta aos 193 países membros da ONU - saldou-se em 144 votos para a Hungria, 114 votos para a Croácia e 112 votos para a Rússia.

A Rússia recandidatava-se a um segundo mandato de três anos. A candidatura russa tinha sido muito criticada por várias organizações de defesa dos direitos humanos, como a Human Rights Watch (HRW), especialmente devido às recentes ações militares russas na Síria (onde apoia o regime de Bashar al Assad).

Também muito criticada pelas organizações humanitárias, a Arábia Saudita foi eleita para o Conselho dos Direitos Humanos com 152 votos.

"Trata-se de um claro sinal de alarme para Moscovo", declarou à France Presse o diretor da Human Rights Watch em Genebra, John Fisher, apelando a que "a mensagem seja entendida".
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DIREITOS HUMANOS NA TURQUIA
Já a diretora-adjunta da HRW em Nova Iorque, Akshaya Kumar, considerou que "é difícil de acreditar que as pessoas que votaram hoje não tivessem na cabeça a situação de Alepo".

Trata-se da segunda vez que uma grande potência falha a eleição para o Conselho dos Direitos Humanos, depois dos Estados Unidos em 2001.

Eleitos na sexta-feira também foram os Estados Unidos, o Reino Unido, a China, o Egito, o Iraque, a África do Sul, Cuba, Brasil e Tunísia.

Assumem o mandato de três anos em janeiro de 2017.

O Conselho dos Direitos Humanos, criado em 2006, conta com 47 assentos, dos quais 14 foram renovados sexta-feira.

* Vamos  lá por partes e sem folclore;
- A Rússia não foi rejeitada para o HRW, foi apenas menos votada, rejeitar seria ter 0 votos.
- A "democrática" Arábia Saudita foi eleita com 152 votos
-  Que Conselho de Direitos Humanos é este que engloba países tão inumanos como China,  Iraque, Cuba e Egipto, só pode ser uma fantochada!

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REAFIRMANTE
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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"
Portugueses poupam menos e pior

Portugal situa-se em penúltimo lugar entre os países da OCDE que menos poupam, apenas acima da Grécia

Os portugueses estão a poupar menos e pior. Esta é uma das conclusões da Optimize, sociedade gestora de Fundos de Investimento, que traçou o Panorama Europeu da Poupança no ano de 2016. 

Outra conclusão é a de que é possível “estabelecer uma relação direta entre a descida constante da taxa de poupança com o fraco potencial de crescimento da economia portuguesa”. No Dia Mundial da Poupança – que se celebra na segunda-feira – perceber como poupar melhor pode ser uma boa forma de assinalar a data e aprender a mudar comportamentos já que – de acordo com o documento da Optimize “Despoupança e malpoupança” – “face ao resto da Europa o nosso país situa-se em penúltimo lugar entre os países da OCDE que menos poupam, apenas acima da Grécia, com uma taxa de poupança negativa de -4,1%”.
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A Suíça é o país da OCDE que mais poupa, 20,1%, e a média da zona euro é 5,8%. Dos países analisados, o Reino Unido apresenta uma taxa de poupança nula, seguindo-se por ordem decrescente os países com taxas de poupança negativas: Finlândia, Polónia, Nova Zelândia, Lituânia, Portugal e Grécia. Além disso, verifica-se que a taxa de poupança em França e na Alemanha mantém-se estável desde 2000 até 2015. Já Espanha teve algumas oscilações, aumentado a partir de 2009, ano em que a taxa de poupança em Portugal começou a descer e na Grécia registou uma queda abrupta.

Para os responsáveis pelo estudo, a explicação para a situação em Portugal e para o recente agravamento da poupança – em mínimos históricos nos últimos 12 meses – “pode ser entendido como um reflexo de recuperação do consumo pós-troïka”. Por outro lado, entre janeiro e março de 2016, a poupança em Portugal subiu ligeiramente, para começar depois a descer até julho. Em julho e agosto registou uma melhoria, mas em setembro voltou a cair. 

O documento dá conta de que a situação atual de despoupança em Portugal indica que “os portugueses já estão a recorrer às suas poupanças para efeito de consumo” – setembro é um exemplo disso, quando muitas famílias referem que usam as poupanças para comprar material escolar – situação que o estudo considera pôr em perigo o nível de vida dos cidadãos quando chegam à reforma: “Esta tendência é ainda mais preocupante dado que, em Portugal, as pensões estão condenadas a encolher devido às reformas sucessivas do sistema de pensões.” Em termos de vida ativa e tempos de poupança, a Optimize mostra que os portugueses começam a fazer as suas poupanças já próximo da idade da reforma. E durante a aposentação usam o valor amealhado para somar às pensões de reforma. 

O estudo revela ainda que “os portugueses escolhem os depósitos como a sua opção financeira de poupança preferida (43%), um dos níveis mais elevados na Europa”, o que, segundo a Optimize, resulta numa dupla ameaça: “Maior consumo e menor poupança; logo, um consequente enfraquecimento da economia.” Por outro lado, o facto de recorrerem às poupanças para efeitos de consumo, em detrimento de investir em produtos de longo prazo, como planos de poupança-reforma, “penaliza a solidez das empresas e dos bancos”. 

 A Optimize salienta que este é o momento para os portugueses alterarem os seus comportamentos de poupança.

* Mas em Portugal pode poupar-se com o salário mínimo de pouco mais de 500€?

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Bife com Molho de Pimenta

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De: Chefe Henrique Sá Pessoa.
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ESTE MÊS NA
"PCGUIA"
Microsoft Portugal inaugura
o Reactor para receber startups 
durante o Web Summit

Entre 7 e 11 de Novembro, as startups, nacionais e internacionais que estão presentes no Web Summit, podem aceder ao Reactor da Microsoft – um espaço tecnologicamente equipado para as micro-empresas trabalharem e desenvolverem continuamente a sua actividade, reunirem-se em privado com investidores ou simplesmente usufruírem de um momento de lazer com a ajuda da Xbox.
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O Reactor, que será inaugurado num evento a decorrer no próximo dia 7 de Novembro, situa-se em todo o piso zero das instalações da Microsoft Portugal, localizadas no Parque das Nações.

Através deste website da Microsoft Portugal, as startups poderão fazer a sua reserva, não só do espaço para reunir, como do meio de transporte a utilizar entre o Web Summit e o Reactor, com um serviço de tuk tuks ecológicos sempre disponível. As startups poderão ainda usufruir do serviço de catering disponível nas instalações da Microsoft Portugal.

Para o Reactor estão também marcadas algumas sessões com temas relevantes para esta audiência. Entre elas destacam-se a de Mark Rusinnovich, Chief Technology Officer do Microsoft Azure que estará em Portugal para o Web Summit, a apresentação do 4º Programa de Aceleração da Startup Braga e a sessão de Josh Holmes sobre ‘IoT – Trends and Futures’.

* WEB SUMMIT - LISBOA vai ser uma festa grandiosa de tecnologia e negócios.

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A TARA DAS SELFIES

Para impressionar os amigos pendurou-se num arranha céus 
e fotografou-se, também se lixou.


Tirou a última foto antes de esbarrar na traseira 
dum camião.


Selfie de mãe e filho, passageiros do voo da Malaysian Airlines, 
que partiu de Amsterdam e se despenhou na Ucrânia.


Já cá não está para contar, tirou uma selfie com uma arma 
apontada à cabeça, má sorte, fez dois clicks simultâneos, 
Pum.


Uma menina de treze anos quiz tirar uma selfie na margem
perigosa do rio El Tunal em Durango, México, caíu e afogou-se.


Um "artista" talvez de parkour decidiu subir ao topo
dum comboio em andamento para tirar arrojada selfie, 
morreu electrocutado.


Estas duas tontas durante um passeio de carro tiraram selfies
e filmaram-se a cantar karaoke enquanto uma conduzia, distraídas
que seguiam, só pararam na traseira dum carro. Quando conduzidas 
ao hospital para serem observadas tiraram esta selfie.


Portugal, Algarve, um casal polaco decidiu tirar a selfie
na escarpa da imagem, desiquilibraram-se e morreram
terminando as férias de sonho.





Estas duas beldades decidiram drogar até à morte um professor. 
No julgamento o promotor provou que os energúmenos tiravam 
selfies enquanto faziam sexo junto do cadáver do mestre.


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