quinta-feira, 29 de setembro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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106-ACIDEZ
 

FEMININA


ESTOU MENTRUADA



A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA


* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL


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Serra do Mar


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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Mais um sinal de preocupação 
com o Deutsche Bank

Notícias que dão conta de que há fundos a reduzirem a sua exposição ao Deutsche Bank estão a aumentar a preocupação dos investidores. As acções do banco afundam mais de 8% na praça americana e as bolsas dos EUA, contagiadas, já descem mais de 1%.

Vários fundos que recorrem ao Deutsche Bank para fazer a negociação de contratos derivados, usando-o como contraparte na garantia das transacções, estão a retirar operações e fundos que têm alocados no banco alemão, um sinal de receios crescentes, avança a Bloomberg.
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O fecho destas posições e o fim destes contratos surge como uma forma de estes fundos se protegerem de algum problema mais sério no maior banco da Europa.

A agência de informação americana revela que a grande maioria dos clientes de derivados não fizeram qualquer alteração, mas alguns fundos transferiram parte dos serviços de corretagem para outras empresas. A informação tem por base um documento interno a que a Bloomberg teve acesso.

A agência avança com alguns nomes: Millennium Partners, Capula Investment Management e Rokos Capital Management estão entre os cerca de 10 fundos que reduziram a sua exposição ao Deutsche Bank, segundo uma fonte próxima da situação, que pediu anonimato.

As acções do Deutsche Bank estão já a afundar mais de 8% no mercado americano, para 11,295 dólares, o que corresponde a um novo mínimo histórico.

E os receios em torno do maior banco da Europa estão a contagiar o mercado norte-americano. As bolsas dos EUA, que iniciaram a sessão com variações ligeiras, ainda que negativas, estão a deslizar mais de 1%, precisamente devido aos receios de que os problemas que envolvem o Deutsche Bank sejam de uma dimensão maior e que tenham um impacto significativo nos mercados.

O Deutsche Bank tem estado sob forte pressão devido aos receios sobre a solvabilidade financeira da instituição. Estes receios ganharam uma dimensão maior depois de o Departamento de Justiça dos EUA ter determinado uma coima de 14 mil milhões de dólares (12,5 mil milhões de euros). Um valor já considerado exagerado pelo banco, que revelou que vai recorrer, bem como pelas autoridades europeias.

Ainda esta quinta-feira, 29 de Setembro, Jeroen Dijsselbloem, líder do Eurogrupo, disse estar "genuinamente preocupado" com a situação que disse ser "prejudicial e arriscada para a estabilidade financeira" mundial.

* O desmoronar do  Deutsche Bank vai ser pior que a implosão do Lemon Brothers. A preocupação do sr. Jeroen Dijsselbloem pouco nos interessa, só gostávamos de saber quem ganha com a situação, não tenhamos dúvidas, ALGUÉM GANHA!

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XLV- O UNIVERSO

4-PLUTÃO DESTINO FINAL



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HOJE NO 
"DESTAK"

Viagens para Marte já a partir de 2022

Sonha conhecer o planeta vermelho? Pois saiba que o seu sonho pode vir a concretizar mais cedo do que se espera. Vai é custar caro.

Comece já a pensar em fazer as malas. É que, segundo as contas do empresário e cientista Elon Musk, os seres humanos poderão viajar para Marte já a partir de 2022, a bordo de uma nave capaz de transportar 100 a 200 pessoas a cada 26 meses. 
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E qualquer pessoa, «com uns dias de treino», poderá fazer parte desta aventura, numa viagem ao planeta vermelho que não é, no entanto, para todas as bolsas. Se lhe agrada a ideia, é melhor começar já a poupar, pois o seu custo estará entre 88.900 e 177.800 euros, afirmou o fundador da empresa de transporte aeroespacial SpaceX.

Quanto ao meio de transporte que irá levar os colonos, também tem que se lhe diga: um gigante de 122 metros de largura e 12.800 toneladas, feito à medida de uma jornada que irá durar cerca de 80 dias.

* Boa Viagem

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 I-HISTÓRIA 
DO TERRORISMO

2-OS ANOS DA LIBERTAÇÃO
1945 A 1970



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"i"
Ajuda: 
Ordem dos Arquitetos 
lamenta falta de concurso

Palácio com historial atribulado vai ser concluído ao fim de mais de dois séculos. Secção Sul da Ordem dos Arquitetos congratula-se, mas aponta falha no processo.



O remate da fachada poente do Palácio da Ajuda é uma boa notícia - mas o projeto devia ter sido sujeito a concurso. É este o sentimento expresso por um comunicado emitido esta quinta-feira pela Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS). Segundo o texto assinado pelo Conselho Directivo daquele órgão, «tendo em conta o elevado valor do investimento público, o enquadramento urbanístico numa área monumental sensível e patrimonialmente relevante, o concurso público de conceção representa o procedimento mais adequado para a promoção deste projeto».

Assinado pelo arquiteto João Carlos dos Santos (da DGPC) e com um custo estimado de 15 milhões de euros, o projeto foi apresentado na segunda-feira pelo ‘Estado-Maior’ do Governo, estando presentes o primeiro-ministro, o ministro da Cultura e o presidente da câmara. Prevê um novo espaço museológico, onde ficarão expostas as Joias da Coroa e peças de ourivesaria da Casa Real, uma cafetaria com vista para o Tejo e áreas de apoio, incluindo loja, casas de banho e bilheteiras.

Na cerimónia, Fernando Medina referiu que parte dos fundos vem das taxas aplicadas aos turistas que visitam Lisboa, enquanto outra parte é suportada pela indemnização paga ao Estado português em virtude do roubo do diamante do castão da bengala de D. José em Haia, capital da Holanda, em 2002. As obras serão iniciadas em julho do ano que vem e deverão estar concluídas em finais de 2018. Com este novo núcleo, desenha-se um novo eixo turístico entre o novo Museu dos Coches, o Palácio de Belém e o Palácio da Ajuda.

O presidente da Câmara, citado pelo semanário Expresso, justificou a falta de concurso alegando que «era importante não perder o momento e a oportunidade». Já o ministro da cultura também desvalorizou a questão da consulta pública.

Do terramoto ao incêndio
As origens do Palácio da Ajuda remontam à segunda metade do século XVIII. Após o terramoto de Lisboa, o Rei D. José recusou voltar a viver numa construção de pedra, mudando-se para um palácio de madeira edificado na Ajuda, uma das zonas mais poupadas pela catástrofe. Em 1794 um incêndio destruiu aquela que ficou conhecida por Real Barraca, subsistindo hoje apenas a Torre do Galo, parte da antiga capela.

O mesmo lugar foi o eleito para receber um novo palácio real. Com projeto de Manuel Caetano da Silva, começou a ser construído em 1796 - vindo a ser reformulado e adaptado poucos anos depois para um estilo mais consentâneo com o gosto dominante. A grande escadaria prevista pelo desenho original desapareceu e a decoração simplificou-se.

As invasões napoleónicas e a crónica falta de fundos levaram à interrupção das obras, retomadas escassas décadas depois.

Foi no Palácio da Ajuda, onde D. Miguel chegou a viver, que D. Pedro jurou a Carta Constitucional, em 1834. Foi também ali que a Família Real viveu a partir de 1862, reinado de D. Luís, e que nasceu o Rei D. Carlos. Nos seus salões realizaram-se bailes e banquetes - uma função que mantém, ocasionalmente, aquando de visitas oficiais de chefes de Estado.

Monumento aberto a todo o público desde 1968, a sumptuosidade e aparato de algumas salas contrastam com a aparência inacabada e decrépita do lado poente. Em 1974 um violento incêndio destruiu a Galeria de Pintura do Rei D. Luís, consumindo cinco centenas de obras, algumas muito valiosas.

Agora, refere o vídeo enviado à imprensa para apresentação do novo projeto, «a ferida do palácio vai finalmente sarar». Em 1987 já fora feita uma tentativa para rematar o palácio, mas o projeto de Gonçalo Byrne nunca se concretizou.

* Foi ajuste directo???

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HUGO SÉNECA

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 Twitter: 
140 carateres para 
evitar o desastre

O Twitter tem 313 milhões de utilizadores, mas os investidores não param de olhar para os 1,7 mil milhões de contas do Facebook. Conseguirá Jack Dorsey ser feliz duas vezes mesmo lugar?

No Twitter, há uma dúvida filosófica que não para de ganhar dimensão: como é que um portal dos 140 carateres pode acabar com a limitação dos 140 carateres sem que isso obrigue a deixar de ser… o portal dos 140 carateres? Quem souber a resposta pode poupar aos investidores do portal vários milhões de euros e ainda umas quantas noites mal dormidas a Jack Dorsey, o mítico CEO do Twitter, que se tornou menos mítico depois de um interregno e do regresso à companhia que lhe deu fama.

A própria idade do portal ajuda a compreender a encruzilhada que se perfila: o Twitter tem 10 anos de funcionamento. As borbulhas não tardarão; as hormonas e os sentimentos extremados também. As atitudes ridículas e os comportamentos de risco estão ao virar da esquina. Há dez anos, quando o site tinha a idade de um bebé, os 140 carateres poderiam ser o máximo. E do ponto de vista do marketing eram realmente o máximo – apesar de assentarem numa lógica pouco favorável para o consumidor, que tem como atrativo a limitação da oferta.

Hoje, as coisas não são bem assim, como o próprio Dorsey já terá confirmado ao assinar por baixo as mais recentes mudanças nas regras que permitem que as citações, fotos, animações GIF, ou inquéritos não vão valer para a contagem de carateres. O mundo não vai parar por causa desta mudança e o Twitter também não – mas não restam dúvidas de que o portal dos 140 carateres tem de deixar de ser cada vez mais o portal dos 140 carateres, se não quiser ter uma história de vida que pode ser descrita em apenas… 140 carateres.

As comparações são arrebatadoras: o Facebook, criado em 2004, nunca se deu ao luxo de limitar o ímpeto comunicacional dos utilizadores nem de fazer paralelismos com o número de carateres dos SMS ou dos telexes para enriquecer a mensagem publicitária. Dito de forma resumida e informal: a ideia sempre foi dar liberdade a cada utilizador para se expressar da forma que considere a mais adequada.

Com posts, fotos, vídeos em diferido e em direto, e textos que, por vezes, pecam pelo excesso de eloquência. Há limites, mas incidem sobre o teor das mensagens (pessoas nuas ou mensagens de ódio, entre outros exemplos) mas não de quantidade. Resultado: o Facebook conta com 12% do mercado de publicidade da Internet. Não é um valor que possa ameaçar os 30% da Google, mas pode deixar qualquer diretor do Twitter com complexos de inferioridade sempre que anuncia uma quota de mercado que não vai além de 1,4%.

Nos últimos dois anos, apenas o número de utilizadores continuou a aumentar no Twitter. Num meio de comunicação, o crescimento das audiências é importante – mas não a todo o custo: em quatro trimestres, a empresa perdeu 409 milhões de dólares em vendas. Tem 313 milhões de utilizadores, mas os investidores (e os internautas sempre que precisam de encontrar um amigo na Internet ou querem seguir uma celebridade) não param de olhar para os 1,7 mil milhões de contas do Facebook.
Na Wired, há quem recorde o óbvio: o Twitter que, em tempos, era sinónimo de sofisticação já vale menos que o Snapchat e o Pinterest. Se terá sido a desvalorização dos últimos tempos que pôs os rumores de venda a circular ou se foi pelos rumores de venda circularem que se chegou a esta desvalorização é uma questão que já pouco importa apurar nos tempos que correm. Uma coisa é certa: a cada segundo que passa a tentação de venda aumenta. E a venda, muitas vezes, é a antecâmara do fim de uma marca.

Num artigo publicado na Fox Business, Steve Tobak dá voz ao ímpeto impiedoso do mundo da gestão dos EUA. E sugere mesmo que se mande Dorsey embora: «Tecnicamente, o Twitter é aquilo a que chamamos, na consultoria de gestão de negócios, uma confusão escaldante. Claramente, manter-se o percurso com o CEO Dorsey em part-time (que também gere o sistema de pagamentos móveis Square) não é a solução».

Não restam muitas dúvidas: Jack Dorsey tem de voltar a ser o Jack Dorsey da década passada, que pôs milhões de internautas a acreditar nas virtudes de um serviço que tem numa limitação o principal atrativo, para deixar de ser o Jack Dorsey que Wall Street passou a não gostar. Pelo meio, o portal dos 140 carateres terá de prosseguir o exercício de contrição que o levou a colocar o número máximo de carateres num plano secundário.

Os tempos são diferentes hoje: a largura de banda aumentou; os telemóveis melhoraram; e ninguém quer aturar um tipo com manias de polícia sinaleiro que lhe diz: «não podes usar mais de 140 carateres».

O lançamento do Periscope já havia evidenciado uma mudança. O Twitter já não é só opiniões sucintas e reencaminhamentos para sites com notícias ou acontecimentos recentes. A transmissão em direto de jogos do campeonato de futebol americano (NFL) ajudou a confirmar o portal como um potencial concorrente do florescente negócio do streaming de vídeo. As já referidas exceções aos 140 carateres passaram discretamente, depois de um primeiro anúncio feito em Maio, mas já estão a ser aplicadas. Os posts sucintos tornaram o portal num importante recetáculo de tendências políticas, comerciais e sociais, mas não ajudam a aumentar o tempo que os utilizadores gastam no portal... E se não aumentar rapidamente o período médio de utilização, o Twitter arrisca-se a ficar a dançar sozinho à beira do precipício.


IN "EXAME INFORMÁTICA"
20/09/16

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1005.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO 
"A BOLA"
Rui Jorge saúda `promoção´
 de Gelson Martins

Rui Jorge, selecionador dos sub-21, congratulou-se com a estreia de Gelson Martins nas convocatórias da Seleção principal.

«Sabemos que o mister [Fernando Santos] tem vários jogadores sob observação. Entendeu chamar o Gelson desta vez e estamos muito satisfeitos. Vai o Gelson para cima e o [Daniel] Podence tem aqui o seu espaço. 
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Será mais um jogador para mostrar o seu valor», afirmou, em conferência de Imprensa, depois de divulgar a lista de convocados para os derradeiros compromissos de Portugal na fase de qualificação para o Europeu de 2017, com Hungria e Liechtenstein, a 6 e 11 de outubro.

Com o apuramento garantido, fruto de um golo do extremo do Sporting, na vitória (1-0) diante da Grécia, Rui Jorge aproveitou para promover diversas alterações na convocatória.

«Alguns regressam, outros estão cá pela primeira vez. Conquistámos o direito de estar no Europeu, estamos apurados. Vamos aproveitar para ver jogadores, achamos uma altura ótima para o fazer, não descurando a competição», salientou. 
* Rui Jorge um grande seleccionador!


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AFEGANISTÃO


COMO ESCOLHER?




FONTE: ONUBr

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IV-CAÇADORES 

DE TEMPESTADES

2- TENSÃO NO CAMINHO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO   
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"
Refugiadas em Portugal falam
 de experiências de vida 
em fotos exibidas em Lisboa

Um conjunto de fotografias de refugiadas, migrantes forçadas e estudantes vindas de cenários de guerra residentes em Portugal vai estar em exposição no Cinema São Jorge, em Lisboa, a partir de sexta-feira.
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A exposição "Olhares que nos Habitam" está inserida na programação do Festival Olhares do Mediterrâneo -- Cinema no feminino, e inaugura na sexta-feira, às 17:00, com a presença do Alto-comissário para as Migrações, Pedro Calado.

De acordo com a organização, a exposição conta com fotografias captadas por Alaa Al-Hariri, Amira Khallouf, Hind Shakir, Rwuaida Gorgees e Sagal Hagi Yussuf, tem curadoria de Cristina Santinho, Inês Ponte e Susana Martins.

As fotógrafas, com diversas origens e residentes em Portugal, foram desafiadas a abordar, em imagens, as suas experiências de vida como refugiadas, migrantes forçadas ou estudantes fugidas a cenários de guerra.

Amira Khallouf, é cofundadora da plataforma Syrian Social Innovators.

O festival Olhares do Mediterrâneo - Cinema no feminino, fundado em 2013, é um projeto do grupo Olhares do Mediterrâneo e do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA).

A inauguração da exposição decorrerá após a projeção do filme "Luoghi Comuni", inserido na secção Travessias do Festival, dedicada ao tema dos refugiados e migrações forçadas, e será seguida de um debate com a participação de Pedro Calado.

No domingo, às 15:00, está prevista a conferência "As Pessoas no Mediterrâneo", por Maria Cardeira da Silva e Joana Lucas, e às 16:30 a exibição de filmes e um debate com a presença da realizadora Malika Zairi, autora de "Mohamed, Le Prénom", com moderação de Antónia Pedroso Lima, antropóloga e fundadora Olhares do Mediterrâneo.

A exposição "Olhares que nos Habitam" vai estar patente até 02 de outubro, e tem entrada livre.

* Uma exposição a não perder.

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Três Cantos


Mudam-se os tempos,

mudam-se as vontades



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HOJE  NO  
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Clima económico estagna mas
. consumidores estão mais confiantes

Os inquéritos do INE aos empresários e consumidores revelam que o clima económico interrompeu a tendência de subida dos dois meses anteriores.
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Já o indicador de confiança dos Consumidores aumentou em Setembro, após ter diminuído nos três meses anteriores.

No mês de referência, o indicador de confiança estabilizou na Indústria Transformadora, verificando-se aumentos na Construção e Obras Públicas, no Comércio, e nos Serviços.

* Enquanto há vida, há esperança.

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Diretora de lar infantil acusada 
de abusos sexuais

Vânia Pereira, a antiga diretora do Lar Nossa Senhora de Fátima, em Reguengos de Monsaraz, vai começar a ser julgada na próxima segunda-feira no Tribunal de Évora. Além dos crimes de maus-tratos, sequestro agravado e peculato – por se ter apropriado de subsídios dos menores –, a arguida é ainda acusada de abuso sexual sobre menor dependente.
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Segundo a acusação, a que o CM teve acesso, Vânia Pereira "começou a desenvolver uma relação de maior proximidade" com um menor, de 14 anos, em 2009, "com o propósito de vir a manter um relacionamento sexual". "Dava-lhe dinheiro para que ele comprasse tabaco, oferecia-lhe telemóveis e artigos de vestuário, levava-o à praia e de férias e manteve um relacionamento íntimo com o mesmo, com um período de coabitação", lê-se na acusação, onde se explica que a impunidade deste menor, que "chegou a queimar outras crianças com cigarros", agravou os episódios de violência na instituição.

A diretora é ainda acusada de chamar às crianças "burros, parvos e deficientes". Dois dos episódios mais chocantes dizem respeito a um menor que foi agredido com bofetadas, fechado e algemado na despensa e a uma menina que foi amarrada e amordaçada com lençóis, para não gritar, e trancada à chave numa arrecadação.
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* Escabrosa.

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DURANTE OS ANÚNCIOS

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Duas freiras apaixonaram-se e casaram
. “Deus quer que as pessoas sejam felizes”

Federica e Isabel conheceram-se em trabalho de caridade e apaixonaram-se. Renunciaram à vida religiosa, casaram, mas a fé continua: "Deus quer que as pessoas vivam o amor à luz do dia, não na sombra".

Despiram o hábito, despiram-se de preconceitos, e decidiram casar. Federica e Isabel, freiras franciscanas, conheceram-se há três anos quando faziam trabalho de caridade num centro de reabilitação para toxicodependentes. Ficaram logo amigas e da amizade passaram à paixão.
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O amor por outra mulher tornou-se incompatível com o amor jurado única e exclusivamente a Deus e as duas mulheres optaram por viver o primeiro. Por isso, renunciaram à vida dedicada aos serviços religiosos e decidiram casar.

Este é a segunda união civil a acontecer em Pinerolo, uma pequena localidade em Turim (Itália), desde que foi aprovada a união civil entre casais homossexuais em maio. Itália era o último país da Europa Ocidental que não permitia a união de homossexuais, devido à influência da Igreja Católica. A união civil consagra menos direitos e deveres que o casamento: obriga à assistência moral e material recíproca e inscreve a possibilidade de adotar o nome do cônjuge, mas impede a adoção dos filhos naturais do cônjuge e não implica a obrigação de fidelidade entre os cônjuges.

Esta união foi celebrada pelo presidente de Pinerolo e a data teve de ser antecipada, visto que vários meios de comunicação social descobriram a história e acorreram à localidade para registar o casamento das ex-freiras. As duas mulheres garantem que continuam a ser fiéis à religião e que não sentem que a sua união vá contra a fé em que acreditam: “Deus quer que as pessoas sejam felizes, quer que as pessoas vivam o amor à luz do dia e do sol, não na sombra”, disse Isabel ao italiano La Stampa. Federica, de 44 anos, acrescentou: “Não vamos deixar a Igreja nem vamos largar a fé. Não faz sentido”.

* O Amor é bonito!!!

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Conselho de Estado saúda 
"candidatura exemplar" de Guterres

O Conselho de Estado sublinha que Guterres cumpriu "todas as etapas do processo"

O Conselho de Estado saudou hoje a candidatura de António Guterres a secretário-geral das Nações Unidas, considerando que é, "a todos os títulos, uma candidatura exemplar" e salientando que cumpriu "todas as etapas do processo".

Esta posição consta de uma nota de duas páginas - exclusivamente sobre a candidatura de Guterres às Nações Unidas - distribuída aos jornalistas no Palácio de Belém, em Lisboa, após cinco horas de reunião do Conselho de Estado, que teve início pelas 15:15 e terminou pelas 20:15.
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A GALINHA BÚLGARA
O antigo primeiro-ministro António Guterres é conselheiro de Estado, nomeado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e participou nesta reunião.

A seguir a esta reunião, o Presidente da República tinha um jantar com o rei da Malásia, país que é um dos atuais membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Segundo o comunicado do Conselho de Estado, a escolha do próximo secretário-geral das Nações Unidas foi analisada na reunião de hoje por ser "um dos desafios das próximas semanas".

O tema genérico desta reunião do órgão político de consulta do Presidente da República era "a situação política, económica e financeira internacional e seus reflexos em Portugal, num quadro de curto, médio e longo prazo".

Na nota divulgada aos jornalistas, o Conselho de Estado "saúda o engenheiro António Guterres e regista com particular satisfação os resultados concludentes que a sua candidatura obteve neste primeiro ciclo de votações realizado nas Nações Unidas", em que ficou sempre em primeiro lugar.
Segundo o Conselho de Estado, a candidatura de Guterres é "exemplar pelos méritos do candidato", entre os quais "a experiência, a visão estratégica, a capacidade de diálogo".

Um dia depois de ter surgido uma nova candidata à liderança das Nações Unidas, a búlgara Kristalina Georgieva, o Conselho de Estado considera que a candidatura de Guterres é exemplar também pelo tempo e pela forma da sua apresentação.

"O engenheiro António Guterres cumpriu com empenho todas as etapas do processo, nomeadamente as audições e debates, credibilizando, assim, os novos procedimentos estabelecidos pelo Conselho de Segurança, valorizando o estatuto das Nações Unidas e o papel da Assembleia Geral", lê-se na nota divulgada.

O Conselho de Estado "deseja as maiores felicidades" a Guterres no novo ciclo de votações, "na convicção de que a sua desejada eleição será a vitória de todos os membros das Nações Unidas, em prol de uma ordem internacional marcada por menos tensões, conflitos e dramas humanitários e mais fundada na paz e na segurança, na defesa dos direitos humanos, no reforço do ideal do desenvolvimento".

*Guterres é sem dúvida um homem de Humanidades.

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DEMOLIÇÕES
CORRERAM MUITO MAL





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HOJE NO
"RECORD"

Portugal presente no reforço 
da integridade no desporto

O Comité Olímpico de Portugal (COP) vai integrar a 16 e 17 de novembro, em Lausanne, na Suíça, um grupo de trabalho promovido pelo Comité Olímpico Internacional (COI) que visa reforçar a integridade no desporto.
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João Paulo Almeida, diretor-geral do COP e especialista na área, é o representante luso nos trabalhos que juntam representantes de governos, entidades internacionais, elementos do movimento desportivo e operadores e reguladores do mercado de apostas.

O trabalho visa preparar a agenda e as recomendações a emanar do 'Fórum Internacional para a Integridade no Desporto (IFSI)', que se realiza em fevereiro de 2017.

Um primeiro encontro sobre o tema decorreu em abril de 2015, presidido pelo líder do COI, Thomas Bach, e juntou, entre outros, representantes de governos de todo o Mundo, do Conselho da Europa, da União Europeia, da INTERPOL, da Europol, de agências das Nações Unidas, de operadores de apostas desportivas e de membros do Movimento Olímpico.

Conforme enfatizado na Agenda Olímpica 2020, o roteiro estratégico do COI para o futuro do Movimento Olímpico recomenda a adoção de programas educativos robustos para a proteção de atletas íntegros.

* Integridade é que faz falta, o que faz falta é integridade na malta.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

A mulher que cozinha a cabeça 
dos terroristas do Estado Islâmico

Wahida Mohamed, mais conhecida como Um Hanadi, é a líder de um grupo de soldados composto por 70 homens, que combatem o autoproclamado Estado Islâmico na zona de Shirgat, a cerca de 80 quilómetros de Mosul, no Iraque.

Ela e os seus soldados, que integram uma milícia tribal, ajudaram recentemente as forças governamentais a expulsarem os combatentes extremistas da cidade.
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Num universo em que são os homens a dominar os exercícios militares, Wahida não só é uma exceção, mas um caso que merece a admiração de todos

"Comecei a combater os terroristas em 2004, trabalhando com as forças de segurança do Iraque e da coligação", disse a mulher citada pela CNN. "Luto contra eles, cozinho as suas cabeças e queimo os corpos", refere a mulher.

Por outro lado, e como consequência das suas atividades, é um alvo a abater pelos alguns grupos armados na região.

"Recebo ameaças dos principais líderes do EI, incluindo o próprio Abu Bakr", conta Wahida, que acrescenta com orgulho: "Estou no topo da lista dos mais procurados, mesmo à frente do Primeiro-Ministro".

Em três anos, 2006, 2009 e 2010, os terroristas plantaram carros bombas à porta de sua casa. Apesar de ter sobrevivo a estas tentativas de morte, a sua família não teve a mesma sorte.

Perdeu o primeiro marido e depois de casar pela segunda vez, voltou a ficar viúva. Os soldados do EI também são responsáveis pela morte dos seus três irmãos, das ovelhas, dos cães e dos seus pássaros.

* Numa terra em que o ódio deve ser a principal riqueza, a vingança não tem direito a ser tão sórdida.
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46- JARDINAGEM E

HORTICULTURA


Arranjo fácil de cactos


e outras plantas carnudas 




FONTE: Carol Costa

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1019
Senso d'hoje

NADIA MURAD
REFUGIADA YAZIDI
"CONTRA O TERRORISMO"



“Se decapitações, escravização sexual, estupro de crianças e o deslocamento de milhões de pessoas não fazem vocês tomarem uma atitude, quando vocês tomarão uma atitude? A vida não foi criada somente para vocês e suas famílias. Nós também queremos a vida e merecemos vivê-la.”

A fala acima é de Nadia Murad Basee Taha, jovem da comunidade yazidi vítima do tráfico de pessoas promovido pelo Estado Islâmico do Iraque e Al-Sham (ISIL). Ela nasceu e cresceu na tranquila aldeia agrícola de Kocho, no Iraque, onde cristãos e muçulmanos viviam harmoniosamente como vizinhos. Até a chegada do ISIL, em agosto de 2014, iniciando uma campanha genocida contra seu povo.

Candidata ao Prêmio Nobel da Paz, Nadia foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade para a Dignidade dos Sobreviventes do Tráfico Humano do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).


FONTE: ONUBr

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS













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