quinta-feira, 8 de setembro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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103-ACIDEZ
 

FEMININA


ESTÁ PROÍBIDO

SER DONA DE CASA 

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA


* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL


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 A invenção 

do deserto
 
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Um filme de THIBAULT LE TEXIER


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HOJE NO 
"A BOLA"

Ligas europeias contra reformas 
nas competições da UEFA

O Conselho de Administração da Associação de Ligas Europeias (EPFL) reuniu-se, esta quinta-feira, em Amesterdão, para discutir a reforma anunciada nas competições da UEFA entre clubes.

Em comunicado, a EPFL considera que a reforma foi feita sem o apoio e o consenso dos organizadores das ligas nacionais de futebol na Europa, acreditando que a UEFA tenha violado o Memorando de Entendimento entre as duas organizações.

«No caso da EPFL terminar com o Memorando de Entendimento, como resultado de tal violação, isso daria a todos os Campeonatos Europeus total liberdade para agendar os seus jogos como entenderem - incluindo nos mesmos dias e às mesmas horas do começo dos jogos das Competições da UEFA», pode ler-se no comunicado.

Ainda assim, a EPFL fez questão de apelar ao novo presidente da UEFA, que será eleito na próxima semana, a reconsiderar as alterações já anunciadas, nomeadamente na Liga dos Campeões.

* Há muito dinheiro em jogo e  todos querem alvíssaras.

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XLV- O UNIVERSO

1-PLUTÃO DESTINO FINAL

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Cláudia Monteiro de Aguiar traz 
Comissão das Pescas à Madeira

A Eurodeputada do PSD, Cláudia Monteiro de Aguiar, vê aprovada a sua proposta de proporcionar uma Missão oficial do Parlamento Europeu, com os Eurodeputados de vários partidos políticos e de várias nacionalidades, membros da Comissão de Pescas e Assuntos Marítimos, à Região Autónoma da Madeira durante o ano de 2017. 
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Esta será a primeira visita oficial de Eurodeputados à Madeira no presente mandato do Parlamento Europeu. "Esta Missão está enquadrada no âmbito do relatório “A gestão das frotas de pesca registadas nas Regiões Ultraperiféricas” do qual Cláudia Monteiro de Aguiar é responsável, em nome do Partido Popular Europeu. A visita irá realizar-se durante o ano de 2017 sendo a Eurodeputada do PSD a responsável pela organização de todo o evento na Madeira", lê-se na nota de imprensa.

A Eurodeputada destaca a importância desta matéria: “Esta aprovação é extremamente positiva para a Região Autónoma da Madeira. Há aqui a possibilidade de dar a conhecer in loco, aos decisores políticos de várias nacionalidades, os constrangimentos que a pesca artesanal atravessa ao longo do ano, discutir com os pescadores novas medidas de apoio à pesca costeira e conhecer casos de sucesso na área da indústria pesqueira. A Economia do Mar tem de ser discutida, mas acima de tudo percebida com este tipo de missões parlamentares.” A Comissão das Pescas e Assuntos Marítimos do Parlamento Europeu é composta por 49 Eurodeputados de 16 países da União Europeia sendo responsável por toda a produção legislativa que afecta a generalidade do sector das Pescas da União Europeia.

O financiamento directo aos pescadores e os vários acordos comerciais que permitem o acesso dos barcos Europeus a águas dos países Africanos, da América Latina ou da Noruega estão à responsabilidade desta Comissão. São ainda os Eurodeputados desta comissão parlamentar que analisam a adaptação da lei europeia a contextos específicos das Regiões Ultraperiféricas por forma a proteger as práticas habituais. Segundo o Presidente desta Comissão Parlamentar, o Francês Alain Cadec “a missão da Comissão das Pescas à Madeira irá permitir que percebamos as especificidades do sector das Pescas nas Regiões Ultraperiféricas da União Europeia. Esta é uma das preocupações da Política Comum das Pescas”. Já Cláudia Monteiro de Aguiar salientou que “acresce ainda o objectivo, nesta missão, de sensibilizar os colegas para a importância de salvaguardar as tradições locais, auscultar os constrangimentos da proibição do “Peixe-Gata” de Câmara de Lobos, analisar novas vias de financiamento para a renovação dos barcos pesqueiros, conhecer empresas ligadas ao sector e discutir a sustentabilidade dos mares da Região. Estes são assuntos que temos vindo a discutir no Parlamento Europeu e que agora terei oportunidade de apresentar pessoalmente”.

Durante a visita à Região Autónoma da Madeira será ainda realizada uma primeira discussão sobre a possível reestruturação e modernização do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP) que é o fundo da UE para o período de 2014 a 2020. Com um orçamento de 5,8 mil milhões de Euros, Portugal recebe aproximadamente 400 milhões de Euros para ajudar os pescadores na transição para uma pesca sustentável, financiar projetos que criem novos postos de trabalho e melhorar a qualidade de vida das populações costeiras. A Eurodeputada do PSD referiu ainda que irá trabalhar em conjunto com a Secretaria Regional das Pescas num programa que permita uma forte interação com os pescadores, troca de pontos de vista com empresários e novas formas de potenciar a Economia do Mar, na Madeira.

* As deputadas da RAM são notícia pelo trabalho que desenvolvem, bravo.

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8-CONSPIRAÇÃO ILLUMINATI


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OUTRA VERSÃO DE "BILDEBERG"!

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Lesados do Banif avançam 
contra a TVI em tribunal

"Com as conclusões da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) apresentadas publicamente, julgamos estarem reunidas as condições para avançar com uma ação de responsabilidade civil efetiva contra a TVI em nome de todos os lesados inscritos na ALBOA e daqueles que se vierem a inscrever", afirmou o presidente da ALBOA, Jacinto Silva, em conferência de imprensa, em Lisboa, citada pela Lusa.

No projecto definitivo, que o Económico teve acesso, é dito que "não é pretensão da ERC apurar ou sequer discutir a eventual existência de uma relação de causa e efeito entre as informações inicialmente veiculadas pelo serviço de programas TVI 24 durante a emissão do programa «CN - Campeonato Nacional», em 13 de Dezembro último[1], e os factos subsequentes relativos ou associados ao Banif que, no todo ou em parte, possam, ou não, ter resultado das mesmas[2], e, por essa via, proceder-se à imputação das responsabilidades de índole civil e/ou criminal que daí porventura derivem. Essa é tarefa que, consabidamente, compete a outras entidades".

Remete por isso para outras entidades a apreciação de matéria e índole civil e criminal resultante do facto de a notícia ter provocado a Resolução do Banif.

Diz a ERC que sua decisão que "as informações então divulgadas pela TVI24 traduziram uma prática jornalística desconforme aos ditames que integram o exercício desta profissão, tal como previstos no Estatuto do Jornalista e no Código Deontológico desta classe profissional, uma vez que: a TVI não assegurou ao Banif (nem, aparentemente, outras entidades interessadas) a possibilidade real de se pronunciar em momento prévio à divulgação das informações identificadas; a TVI não fez qualquer referência às fontes de onde proveio a informação que entendeu divulgar, nem informou da necessidade de garantir a confidencialidades das fontes de informação a que recorreu; a TVI assumiu, no caso, uma decisão editorial criticável à luz das mais elementares boas práticas jornalísticas, dado ser manifesto que não existia inteira segurança quanto à fiabilidade dos elementos então sucessivamente divulgados e rectificados, nem se descortinar premência que porventura justificasse tal divulgação, nessas condições".

Diz ainda a ERC que a conduta adoptada pela TVI é tanto mais reprovável quanto é certo que: "a matéria noticiosa possuía relevante interesse público e jornalístico, e passível de provocar considerável impacto na vida de muitas pessoas e nos destinos da própria sociedade portuguesa, pelo que, também por esse motivo, se justificavam cuidados redobrados na confirmação da veracidade da informação obtida e sua divulgação; a própria Direção de Informação da TVI assumiu que a informação divulgada sobre o Banif resultou de uma decisão «devidamente ponderada» nesse sentido".

Na deliberação a ERC é peremptória que "o operador TVI não assegurou a possibilidade real de o Banif (nem, aparentemente, outras entidades interessadas) se pronunciar – o que implicaria conceder um tempo razoável de resposta -, em momento prévio à difusão das informações identificadas, omissão esta que consubstancia inobservância do dever de auscultação prévia das partes com interesses atendíveis na matéria noticiada, tal como configurado no artigo 14.º, n.º 1, alínea e), 2.ª parte, do Estatuto do Jornalista, e no ponto 1 do Código Deontológico do Jornalista".

Perante estas conclusões da ERC, o presidente da associação que representa os clientes lesados do Banif questionou: "Será possível o senhor jornalista Sérgio Figueiredo não se ter demitido ainda?".
Em Junho, a ALBOA apresentou uma queixa-crime junto do Ministério Público, cujo inquérito está a decorrer, por considerar que foi a notícia da TVI que conduziu ao levantamento dos depósitos no dia seguinte à sua divulgação e que precipitou a resolução que levou à venda do Banif.

Conforme a Lusa noticiou no início desta semana, os clientes lesados do Banif vão realizar uma manifestação nacional em Lisboa, no dia 16 de setembro, pela salvaguarda dos seus direitos depois da falência do banco.

A ALBOA foi criada há seis meses na sequência de manifestações espontâneas dos lesados do Banif, levadas a cabo sobretudo nas regiões autónomas da Madeira e Açores, onde o banco detinha uma quota de mercado significativa, antes de ser vendido ao Santander Totta por 150 milhões de euros.

A associação representa 3.500 obrigacionistas subordinados que perderam 263 milhões de euros no processo de venda do banco, bem como 4.000 obrigacionistas Rentipar ('holding' através da qual as filhas do fundador do Banif, Horácio Roque, detinham a sua participação), que investiram 65 milhões de euros, e ainda 40 mil accionistas, dos quais cerca de 25 mil são oriundos da Madeira.

* "Um voo cego a nada" (REINALDO FERREIRA)

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MANUELA ARCANJO

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Elevada qualificação 
e baixo salário

Os actores políticos - governos e oposição - referem frequentemente que Portugal nunca teve uma geração tão qualificada, isto é, com formação superior (licenciatura, mestrado e doutoramento). Assim é, de facto. 

De acordo com a informação disponível, Portugal registou entre 2008-2015, e no quadro da UE19, o maior aumento da população empregada com formação académica: de 15% para 25% da população empregada, respectivamente. É certo que ainda estamos longe da maioria dos nossos parceiros (em 2015, a Espanha e a França registavam valores na ordem dos 41% e 39%), mas este ganho de qualificação tornava-se imperioso num país que entrou no regime democrático com uma elevada taxa de analfabetismo e um mercado de trabalho caracterizado pelas muito reduzidas (ou inexistentes) qualificações, que sempre justificaram os salários de miséria.

Mas impõe-se uma pergunta: como é que o país aproveitou as gerações mais qualificadas? Fruto do período de ajustamento financeiro e das políticas públicas prosseguidas, todos temos bem presente o fortíssimo fluxo migratório e a elevada percentagem de desemprego jovem. Mas outros indicadores podem ser usados para caracterizar, de forma muito sintética, o nosso mercado de trabalho.

Consideremos, em primeiro lugar, a proporção de trabalhadores por conta de outrem auferindo o salário mínimo nacional (apenas para o Continente): passámos de 7,4% em 2008 para 22% em 2015. Esta evolução não pode deixar de traduzir um fenómeno de forte intensidade na economia portuguesa: a contratação de trabalhadores qualificados com uma remuneração que, na sua essência, visava defender uma potencial exploração dos trabalhadores não qualificados.

Em segundo lugar, consideremos a evolução da remuneração base média entre 2008 e 2014 (último ano disponível): de 843,2 euros em 2008 para 909,5 euros em 2014. Donde, um aumento de apenas 7,8%. Sendo inteiramente defensável, em nome da justiça social e da defesa de direitos, a actualização efectuada nos últimos anos do salário mínimo, não deixa de ser pertinente registar um efeito de achamento das remunerações.

Por último, consideremos a proporção dos trabalhadores por conta de outrem com contrato temporário: em 2015, Portugal registou o valor mais elevado (22%) da EU19, com excepção de Espanha.

Nenhum destes indicadores constitui uma novidade: somos mais qualificados mas a fraca criação de emprego que se tem registado traduz-se num recurso indevido ao pagamento do salário mínimo numa situação de precariedade. Para esta situação têm contribuído quer o Estado quer o sector privado. No primeiro temos tido o exemplo dos hospitais públicos com estatuto de empresas públicas que à contratação de médicos e enfermeiros preferiram o recurso a tarefeiros mal remunerados e temporários. Opção que tem sido seguida no sector privado: basta consultar a oferta de empregos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) ou das muitas agências de emprego temporário.

Se as opções anteriores são legítimas, embora criticáveis, o mesmo não se pode afirmar da fraude recentemente noticiada nos programas Estágio-Emprego, fortemente comparticipados pelo IEFP. Aqui coloco duas questões: o IEFP tinha recebido, ou não, denúncias desde 2014? Quando será possível constituir uma lista negra de empresas que cometendo ilícitos com financiamento público sejam impedidas de usufruir posteriormente de benefícios fiscais e parafiscais?
 
* Professora universitária (ISEG) e investigadora. Economista.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
05/09/16

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984.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Jornalista barrica-se 
e ameaça com faca no Porto
 Mulher de 50 anos 
invadiu o Centro de Emprego.

Uma jornalista invadiu o Centro de Emprego do Porto, na quarta-feira à tarde, a reclamar do valor do subsídio de desemprego. Manuela Teixeira, de 50 anos, provocou desacatos no interior da instituição e ameaçou os funcionários com uma faca, barricando-se em seguida sozinha numa sala onde se tentou mutilar. 
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A PSP foi chamada ao centro localizado na Baixa do Porto e manietou a jornalista que estava visivelmente perturbada. Foi detida e transportada para o serviço de psiquiatria do hospital de São João, no Porto. A jornalista estará desempregada há três anos e a passar por dificuldades económicas.

* Quando o desespero atinge a desumanidade, não a julgamos.

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Os versículos mais polémicos do Alcorão

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FONTE: Khadija Kafir

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III-CAÇADORES 

DE TEMPESTADES

3- MONSTRO DE FUMAÇA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
  "OBSERVADOR"

Ministro suspende
 todos os cursos de Comandos
Menos este

Azeredo Lopes, anunciou que estão suspensos os cursos de Comandos até à conclusão de um inquérito sobre as condições em que decorre a formação dos Comandos. Mas o Exército diz que o atual continua.

Esta manhã, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, admitiu vir a intervir na polémica sobre a morte de um militar num curso de Comandos, mas apenas após a conclusão das duas investigações que decorrem sobre o assunto. Horas depois, anunciou que afinal ia intervir já, anunciando que estavam suspensos todos os cursos até à conclusão de um inquérito técnico sobre a forma como eles decorrem.
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À tarde, o Exército decidiu esclarecer o que tinha sido pelo ministro: afinal, estão suspensos todos os cursos futuros, mas não o atual. O 127.º curso dos Comandos vai manter-se de forma “controlada e adaptada”.

O porta-voz do Exército, tenente-coronel Vicente Pereira, explicou à Lusa que “o despacho do Chefe de Estado-maior do Exército foi para a suspensão dos próximos cursos de Comandos, ou seja, a intenção do Exército é que este curso, o 127º, termine de forma controlada e adaptada como tem sido feito até agora”.

Segundo o porta-voz, os próximos cursos estão suspensos já que o Chefe de Estado-maior do Exército pretende “aguardar as conclusões dos inquéritos que estão a decorrer, analisá-las e verificar se há necessidade de proceder a alguma alteração nos próximos”. “Só depois da análise feita é que se determinará o passo seguinte a dar”, sublinhou.

O 127.º curso de Comandos tem a duração de 12 semanas, que decorrem em setembro, outubro e novembro, tendo começado com 67 formandos, dos quais três oficiais, 10 sargentos e 57 soldados.
Segundo Vicente Pereira, a inspeção técnica extraordinária anunciada esta quinta-feira pelo ministro da Defesa é um processo interno do Exército conduzido pela Inspeção-geral do Exército.

Na sequência de um treino dos Comandos, um militar morreu devido a “um golpe de calor” e diversos outros receberam assistência hospitalar, estando ainda internados cinco: um no Curry Cabral, três no Hospital das Forças Armadas e outro no Hospital da Cruz Vermelha.

Além do inquérito instaurado pelo chefe do Estado-Maior do Exército, a Procuradoria-Geral da República também abriu uma investigação.

* Uma medida adequada.


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Ariana Grande

Dangerous Woman

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Assédio sexual. 
Ex-pivô da Fox News recebe 20 milhões

Dois meses depois de ter acusado o antigo CEO da Fox News de assédio sexual, Gretchen Carlson chega a acordo com a estação

A Fox News conseguiu chegar a acordo com a jornalista Gretchen Carlson, que em julho acusou o ex-CEO Roger Ailes de assédio sexual. A ex-pivô, que alega ter sido despedida, em junho, por ter resistido aos avanços do empresário, vai receber 20 milhões de dólares (17,7 milhões de euros), um pedido de desculpas e, em troca, retirará as denúncias, colocando um ponto final a este caso.
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Num comunicado emitido esta semana, a 21st Century Fox, empresa que detém a Fox News, elogiou o "profissionalismo" de Carlson durante o tempo que esteve na emissora e apresentou "sinceras desculpas" pelo sucedido.

"A Gretchen criou uma audiência leal e era uma fonte diária de informação para muitos norte-americanos. Estamos orgulhosos por ela ter sido parte da equipa da Fox News. Arrependemo-nos sinceramente e pedirmos desculpa pelo facto de a Gretchen não ter sido tratada com o respeito e dignidade que ela e todos os nossos colegas merecem", lê-se.

A jornalista de 50 anos também reagiu ao acordo estabelecido, assegurando que está "pronta para seguir em frente para o próximo capítulo" da sua vida. "Vou redobrar os meus esforços para dar mais força às mulheres no local de trabalho. Quero agradecer a todas as mulheres corajosas que se chegaram à frente para contar as suas histórias e às muitas pessoas espalhadas pelo país que me apoiaram". E concluiu: "Todas as mulheres merecem um local de trabalho digno e respeitoso, no qual o talento e a lealdade sejam reconhecidos, venerados e recompensados".

Recorde-se que Roger Ailes se afastou do cargo pouco depois de terem sido levantadas as suspeitas. Segundo o The New York Times, este terá recebido 40 milhões de dólares (35,5 milhões de euros) da Fox, como resultado da negociação da sua saída.

Depois de Carlson se ter feito ouvir, pelo menos 20 mulheres alegaram ter sido, também, vítimas de assédio sexual por parte de Ailes. A publicação nova-iorquina avança ainda que, com este desfecho, pelo menos duas dessas ex-funcionárias também estabeleceram um acordo com a Fox.

* O patronato é tramado. Valente Gretchen. Acontece que a maior parte das mulheres não têm força para resistir aos assédios, baixos salários e precaridade laboral favorecem a boçalidade.

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HOJE NO 
"RECORD"

Ryan Lochte proibido 
de competir durante 10 meses

O nadador norte-americano Ryan Lochte, 12 vezes medalhista olímpico, vai estar dez meses sem poder competir pelo escândalo que protagonizou nos Jogos do Rio de Janeiro, quando inventou ter sido vítima de um assalto, informou esta quinta-feira a imprensa local.

A sanção, imposta pelo Comité Olímpico dos Estados Unidos (USOC, na sigla em inglês) e pela federação de natação USA Swimming, vai impedir Lochte de competir no Campeonato Mundial de Natação que vão decorrer em Budapeste em julho de 2017.
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Segundo o jornal 'USA Today', os outros nadadores norte-americanos envolvidos no incidente do Rio, James Feigen, Gunnar Bentz e Jack Conger, também vão ter sanções, mas menores do que a aplicada a Lochte.


Segundo o portal TMZ.com, que avançou a notícia, as sanções para Feigen, Bentz e Conger não vão exceder os quatro meses fora das piscinas.

Ao regressarem de uma festa a 14 de agosto, Ryan Lochte e três colegas da equipa de natação danificaram um posto de abastecimento de combustível no Rio de Janeiro e envolveram-se numa confusão com os seguranças do espaço.

Após o incidente, os nadadores informaram a polícia de que tinham sido vítimas de um assalto, mas, mais tarde, as autoridades desmontaram essa versão na sequência de investigações.

Ryan Lochte, que soma 12 medalhas olímpicas, pediu desculpas por ter "exagerado algumas partes da história", disse que se esqueceu de "alguns detalhes" e assumiu que ainda estava embriagado quando revelou o incidente.

Depois do ocorrido, Ryan Lochte voltou aos Estados Unidos, enquanto Gunnar Bentz, Jack Conger e Jimmy Feigen permaneceram no Brasil.

Após ser ouvido pelas autoridades judiciais brasileiras, o nadador James Feigen foi autorizado a deixar o Brasil mediante o pagamento de um donativo a uma instituição, na ordem dos 11.000 dólares (9.700 euros).

A polícia também devolveu os passaportes dos nadadores Gunnar Bentz e Jack Conger, que deixaram o país.

Como consequência, o Comité Olímpico Internacional (COI) anunciou a abertura de um inquérito disciplinar aos quatro nadadores.

Lochte ganhou uma medalha de ouro na prova 4x200 metros livre e ficou em quinto lugar nos 200 metros estilos no Rio'2016. Bentz e Conger participaram nas eliminatórias de estilo livre nos 4x200 metros e Feigen nos 4x100 metros.

* É justo.

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Quer o ET falar connosco?

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FONTE: EURONEWS


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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"


Realizadora portuguesa de 16 anos
. conquista distinção nos EUA

A realizadora portuguesa Sara Eustáquio, de 16 anos, ganhou a primeira distinção internacional com a sua segunda curta-metragem, "Mirror", numa competição em Los Angeles, depois de ter recebido mais um galardão com o multipremiado filme de estreia, "4242". 

A adolescente de Torres Vedras anunciou que a curta-metragem 'Mirror' recebeu o prémio de mérito, na categoria profissional, do Accolade Global Film Competition, em Los Angeles.
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Segundo a realizadora, esta micro curta, de apenas três minutos, é "um pequeno 'thriller' psicólogo sem diálogos" e foi filmado em Nova Iorque como projeto final do curso intensivo de realização" que frequentou este verão na New York Film Academy.

"Mirror é uma ficção, um 'thriller' e conta a história de uma rapariga que, sob efeitos de uma substância, acaba por ficar com a sua imagem presa no espelho e refletida na sua vida, por isso tudo o que acontece na ficção acontece também na realidade", disse à Lusa Sara Eustáquio, que se estreou no cinema em abril.

Na mesma competição, a sua curta de estreia, '4242', também recebeu um prémio na categoria de Jovem Cineasta, abaixo dos 17 anos, alcançando as 15 distinções internacionais.

O mesmo trabalho, protagonizado pela atriz moldova Cristina Caldararu, arrecadara, na semana passada, outro prémio internacional, com o prémio para Melhor Jovem Cineasta abaixo dos 18 anos no Barnes Film Festival, no Reino Unido.

Segundo a cineasta, '4242' segue para o British Film Institute, onde vai ser igualmente exibido.
"4242" é inspirado na experiência da protagonista, a aluna romena Cristina Caldararu, de 18 anos, da mesma escola de Eustáquio, a Secundária Henriques Nogueira, em Torres Vedras.

Residente em Portugal desde 2015, longe da família, para terminar o ensino secundário, com a expectativa de assim poder entrar mais facilmente numa universidade, Cristina Caldararu teve de aprender português em tempo recorde, adaptar-se ao país e criar novos laços.

Colega de turma da Sara Eustáquio, Caldararu escreveu sobre a sua experiência, para um trabalho escolar, e esse texto depressa se tornou no ponto de partida da curta-metragem.

* No mundo difícil do cinema uma menina de 16 anos é uma fúria da natureza, leva dois prémios.

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HOJE NO  
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

A ministra das Finanças que bateu
 a campeã mundial de xadrez

Diz que o xadrez lhe moldou a vida e que todas as pessoas deviam conhecer o jogo. Agora, Dana Reizniece-Ozola, além do cargo executivo que detém no Governo de Riga, pode acrescentar ao seu palmarés pessoal uma vitória de peso.

Dana Reizniece-Ozola, 34 anos, mãe de quatro filhos, venceu na segunda-feira a campeã do mundo da modalidade, Yifán Hou, na Olímpiada de Xadrez que se realiza no Azerbaijão.

Este, que foi o seu melhor resultado individual da sua carreira, ganha um interesse reforçado quando se percebe que, além de xadrezista de prestígio – foi bi-campeã europeia sub-18 e quatro vezes campeã nacional - Dana é também, desde 2014, a ministra das Finanças da Letónia.
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Conta o El País que o facto de viajar muito enquanto jogadora de alta competição a levou a ter de se superar para recuperar o atraso na matéria nas aulas. O xadrez ensinou-a a "aproveitar o tempo ao máximo e a trabalhar duramente." É aliás o contrapeso para a sua actividade ministerial, permitindo-lhe "recarregar as baterias" para a actividade "esgotante" da política.

Desde segunda-feira que, diz o jornal espanhol, se tornou numa "heroína nacional". O site oficial da organização das Olímpiadas salienta que, mesmo com um Eurogrupo à porta – a reunião dos ministros das Finanças do euro acontece esta sexta-feira -, Reizniece-Ozola arranjou tempo para a competição.

"No xadrez não podes enganar-te nem enganar os outros: as tua jogadas indicam a tua força", afirma, dizendo que o facto de ser uma xadrezista a ajuda a reforçar a sua posição em dois mundos – o do xadrez e o da política – predominantemente masculinos.

"Colocam-me automaticamente a etiqueta de ‘mulher inteligente’, o que é muito útil – ainda que seja apenas uma imagem," afirma ao El País.

Além do xadrez e da política - onde também foi deputada -, Dana conta no seu currículo com treino em gestão aeroespacial na NASA e um cargo de gestão no cluster aerospacial letão.

* Inteligente, valente e bonita.

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 FONTE: REFÚGIO MENTAL

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HOJE NO
"DESTAK"

CGD põe Joe Berardo em tribunal 
para executar 2,9ME

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) entrou com uma ação de execução contra o empresário José Manuel Berardo, segundo a informação publicada no portal de Justiça Citius, exigindo cerca de 2,9 milhões de euros. 

De acordo com a informação disponível, a processo deu entrada a 30 de agosto na Comarca do Funchal e o banco público pede que seja executado um valor de 2,87 milhões de euros.

A notícia desta ação na Justiça a pedir a execução do empresário madeirense conhecido por Joe Berardo foi hoje dada pelo Diário de Notícias da Madeira e terá que ver com dinheiro emprestado pelo banco público há cerca de dez anos para aquele comprar ações do BCP, no âmbito da 'guerra' acionista que houve no banco. 

* Tardava julgar este cambalacho pulhítico.

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