terça-feira, 19 de julho de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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HO RYON LEE
EROTISMO EM MOVIMENTO SOBRE TELA























HO RYON LEE, artista plástico sul coreano, conjuga a fotografia e pintura nos seus trabalhos. Nesta exposição da qual divulgamos algumas obras começou por tirar fotografias sensuais a modelos, que posteriormente sobrepôs em laboratório e depois transporta para a tela o resultado obtido.
Aproveitando a beleza e sensualidade das belas modelos com quem trabalha, o artista apresenta imagens de  efeito surpreendente.
A sua pintura é muito apreciada no círculo londrino da arte, no seu país e nos EUA.


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GRANDES LIVROS/25

AUTORES DO MUNDO


3- A LENDA DO REI ARTHUR


GEOFREY ASHE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"RECORD"
Federação reclama distinção presidencial
.a Tiago Ferreira

A Federação Portuguesa de Ciclismo reclama do Presidente da República a condecoração de um atleta medalhado este ano em competições internacionais, conforme a nota esta terça-feira divulgada nas redes sociais.
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O organismo que tutela a velocipedia em Portugal recorda, na sua página oficial no Facebook, que os seus praticantes conquistaram, em 2016, cinco medalhas em europeus e mundiais, tendo alertado, "pelo canal institucionalmente adequado, a Presidência da República" quanto à "discriminação que constitui o facto de, entre todas as homenagens e distinções, o ciclista Tiago Ferreira estar a ser esquecido".

Segundo a mesma nota, a Presidência respondeu, dizendo que, em momento oportuno, o atleta seria distinguido pela medalha de prata no Campeonato da Europa de maratona BTT e a medalha de ouro no Campeonato do Mundo da mesma disciplina.

Porém, "verificamos que, com justiça, o reconhecimento em tempo oportuno continua a ser dado aos feitos de outros atletas de outras modalidades, enquanto 44 dias após tornar-se vice-campeão europeu e 23 dias depois de sagrar-se campeão mundial, competição em que bateu mais de cem adversários oriundos de todos os continentes, Tiago Ferreira continua sem ver reconhecida pela Presidência da República a relevância dos feitos desportivos que alcançou".

Já na passada semana, em carta conjunta, a Federação Portuguesa de Natação e o Sporting também se dirigiram a Marcelo Rebelo de Sousa para solicitar "a sua reflexão e o reconhecimento" de Alexis Santos, que conquistou, em maio, a medalha de bronze nos 200 metros estilos nos Europeus da modalidade.

Na missiva é reclamado o "mesmo grau de distinção, a bem da sua motivação e da necessária igualdade de tratamento de casos semelhantes", alegando até que "não terá sido agradável para Alexis Santos ter estado na cerimónia de receção aos atletas olímpicos e perceber que a modalidade tinha um tratamento inferior ao atletismo, naquilo que é o reconhecimento dos êxitos pelo mais alto dignatário, (leia-se dignitário), da Nação".

* Pelos vistos há filhos, jogadores de futebol, enteados de primeira, hoquistas, enteados de segunda, ciclistas de BTT no desporto português, tínhamo-nos indignado no domingo por causa do hóquei, agora mais esta informação.
** Alguém que ensine português ao escriturário da notícia.
***Dignitário (do latim dignitas, -atis + -ário) é uma pessoa que exerce uma dignidade ou um alto cargo, no sentido civil ou eclesiástico.

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 11- A BELEZA


DOS DIAGRAMAS

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Violada na rua paga taxa de justiça 
mas agredida pelo marido não

Uma mulher alvo de violência doméstica por parte do marido que pretenda intervir contra ele num processo criminal já não tem de pagar custas para o fazer.
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É o Estado que o garante. O mesmo Estado que diz que se tiver sido violada por um desconhecido ou alvo de uma tentativa de homicídio, fora do contexto conjugal, só o pode fazer se pagar taxas de justiça. E há muitas que desistem porque não têm dinheiro.

* Legisladores extraordinários.

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IX-CIDADES
PERDIDAS


2- HERAKLEION

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* Depois de "CIDADES OCULTAS" iniciamos neste horário e etiqueta "PEIDA URBANA"  a série "CIDADES PERDIDAS", histórias fabulosas que vai gostar de ver e ouvir. Obrigado por nos visitar.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Este autocarro é o primeiro a andar sozinho

Amesterdão estreou, durante um primeiro percurso de quase 20 quilómetros, aquele que a Mercedes diz ser o primeiro autocarro autónomo do mundo. 

A alemã Daimler (dona da Mercedes) produziu o primeiro modelo de autocarro urbano que funciona de forma autónoma, dispensando a condução humana. A estreia ocorreu nas estradas da capital holandesa, Amesterdão, levando a viatura a percorrer quase 20 quilómetros na zona do aeroporto de Schipol, anunciou a empresa.

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O Mercedes-Benz Future Bus está equipado com o sistema CityPilot e pode alcançar velocidades de até 70 quilómetros por hora, estando preparado para recolher passageiros em paragens predeterminadas. Para isso o veículo está ligado a um sistema de transporte coordenado para ambientes urbanos, a que se juntam ainda uma dezena de câmaras e radares instalados a bordo e que monitorizam a estrada em permanência.

Baseado no camião Mercedes-Benz Actros, apresentado há dois anos, o autocarro reconhece semáforos e comunica com eles, identifica obstáculos – incluindo peões na estrada – e pára autonomamente, além de funcionar dentro de túneis.

Para isso, basta que o condutor carregue numa tecla azul colocada na porta do veículo e liberte o travão, o acelerador e o volante. A luz "Pilot" acende-se  e o autocarro inicia o percurso no modo automático. O condutor pode intervir a qualquer momento e recuperar o comando. Só precisa de estar ao volante nos locais onde houver trânsito em sentido contrário que o justifique.

Para já, o autocarro faz a sua estreia na linha 300, que liga o centro de Amesterdão ao aeroporto de Schiphol na capital holandesa e à cidade de Haarlem. Da extensão de 37,8 quilómetros, o veículo percorre com a tecnologia CityPilot os 19 quilómetros entre Schiphol e Haarlem. É um percurso que demora cerca de 30 minutos a percorrer e com 11 paragens, tendo de passar por 22 semáforos e três túneis.

A empresa espera investir 200 milhões de euros até 2020 para reforçar o seu leque de autocarros urbanos.

* É disto que o mundo precisa, não de armas sofisticadas.

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JOÃO MADEIRA

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Goldman Sachs. 
O banco que domina o mundo

Instituição financeira para onde Barroso vai trabalhar existe há 147 anos, repletos de polémica. Da ocultação de dívida na Grécia à crise do subprime, os casos sucedem-se.

Há meia dúzia de anos, uma frase do presidente do Goldman Sachs durante uma entrevista tornou-se célebre. “Eu faço o trabalho de Deus”, assumiu Lloyd Blankfein, o poderoso chairman do banco norte-americano que acaba de contratar Durão Barroso. A ideia não era para levar à letra - o gestor referia-se ao facto de os banqueiros terem um papel social determinante - mas ali ficou cunhada a imagem do maior banco de investimento do mundo, que se notabiliza por negócios e contratações polémicas.

Com quase 150 anos de história, o banco norte-americano tem escritórios em dezenas de países e mais de 35 mil empregados à escala mundial. No ano passado, lucrou “apenas” 5,6 mil milhões de dólares - um valor mais alto que o PIB de alguns países de África. A queda dos lucros deveu-se ao pagamento de multas depois de um acordo com as autoridades norte-americanas, num litígio que se arrastava desde o eclodir da crise imobiliária no país em 2008.

O banco foi posto em causa pela venda, entre 2005 e 2007, de uma carteira de empréstimos para aquisição de habitação financeiros que provocaram perdas aos compradores e que contribuíram para a crise do subprime.

Não se chega ao topo sem polémica e os negócios do Goldman são prova disso. “O Goldman está em todo o lado: a falência do banco Lehman Brothers, a crise grega, a queda do euro, a resistência da finança a toda a regulação, o financiamento dos défices e até a maré negra do golfo do México”, escreveu Marc Roche no livro “O Banco”, um dos documentos mais aprofundados sobre os negócios do banco norte-americano.

Além do envolvimento na crise financeira global de há quase dez anos, o Goldman teve um papel determinante no começo da crise da Zona Euro a partir de 2010 - um dos motivos que levam Durão Barroso a estar sob fogo cerrado.

A história foi resumida pelo antigo secretário de Estado do Trabalho americano Robert Reich, num artigo da Nation. “Em 2001, a Grécia buscava maneiras de mascarar os seus crescentes problemas financeiros. O Tratado de Maastricht exigia que todos os membros da zona do euro mostrassem melhoras nas suas contas públicas, mas a Grécia ia na direção oposta. Então o Goldman Sachs veio em seu socorro, oferecendo um empréstimo secreto de 2,8 bilhões de euros, disfarçado de swap cambial não contabilizado - uma operação complicada, em que a dívida da Grécia em moeda estrangeira foi convertida em obrigações em moeda local, utilizando uma taxa de câmbio fictícia.

Como resultado, cerca de 2% da dívida da Grécia magicamente desapareceram das contas nacionais”.
A ocultação de dívida com produtos financeiros complexos do Goldman continuou até 2009 e o resto é conhecido. Quando se descobriu aquele buraco monumental nas contas do país, os mercados entraram em queda livre.

O presidente do BCE não escapou a esta polémica. Tal como muitos outros dirigentes europeus, Mario Draghi passou pelo Goldman Sachs e o envolvimento no caso de ocultação grega foi questionado no Parlamento Europeu. Draghi negou e nunca foram indicadas provas de que havia feito algo de errado, mas a dúvida ficou.

Um artigo do “New York Times” de outubro de 2011 cita um ex-banqueiro do Goldman Sachs a afirmar que Draghi foi encarregado de vender em toda a Europa os “swaps” que dissimulavam a dívida soberana. E o caso mostrou à lupa a rede de contactos do banco norte-americano. “Ao contrário dos seus concorrentes, o banco não está interessado nem nos diplomatas na reforma, nem nos altos funcionários nacionais ou internacionais e ainda menos nos antigos primeiros-ministros ou ministros das Finanças. O Goldman visa prioritariamente os responsáveis de bancos centrais ou os ex-comissários europeus”, explica Marc Roche.

Alessio Rastanim, um trader da bolsa que se tornou uma celebridade nas redes sociais numa entrevista à “BBC”, resumiu o que é o sistema financeiro. “Este não é o momento para pensar que os governos irão resolver as coisas. Os governos não mandam no mundo, o Goldman Sachs manda no mundo”.

Nos Estados Unidos, o Goldman é um dos bancos mais contestados pelo envolvimento em empréstimos agressivos que causaram perdas a consumidores. Há anos, nos protestos “Ocuppy Wall Street”, o Goldman foi o principal visado.

As relações com o poder são contestadas. Na crise do subprime, o Tesouro norte-americano fez um resgate à banca. Paulson, então o secretário de Estado do Tesouro, era um antigo funcionário do banco. “Estava em contacto muito frequente com Lloyd C. Blankfein, presidente-executivo do Goldman”, segundo documentação obtida pelo “New York Times”. Chegavam a falar por telefone 12 vezes por dia.

“O Goldman Sachs e os outros bancos gigantes de Wall Street são extremamente hábeis para vender operações complexas, exagerando os seus lucros e minimizando os custos e riscos. É assim que abocanham taxas gigantescas. Quando um cliente tem problemas - seja este cliente um investidor americano, uma cidade dos EUA, ou a Grécia - o Goldman esquiva-se e esconde-se por trás de formalidades legais e dos interesses dos acionistas”, escreve Robert Reich.

Lloyd Blankfein sabe que não é a pessoa mais amada do planeta, e tem vindo a defender o papel dos grandes bancos. “Somos muito importantes. Ajudamos as empresas a crescer, ajudando-os a levantar capital. Estas empresas crescem e criam riqueza. Isto, por sua vez, permite que as pessoas tenham empregos que criam mais crescimento e mais riqueza. Temos um propósito social”, disse, na mesma entrevista em que assumiu que banqueiros apenas fazem o “trabalho de Deus”. Deus atua de maneiras misteriosas.

IN "SOL"
18/07/16

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933.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"DESTAK"

Tribunal Constitucional confirma 
coima da Sport TV e fecha 
processo da Concorrência

O presidente da Autoridade da Concorrência (AdC) afirmou hoje que o Tribunal Constitucional confirmou a coima à Sport TV por "abuso de posição dominante", encerrando o caso. 

A decisão aplicada pela AdC "foi confirmada pelo Tribunal Constitucional", depois seguiu "recurso para a conferência do Tribunal Constitucional que agora também nos deu razão", afirmou aos jornalistas António Ferreira Gomes, no final de uma audição parlamentar.

A coima é de 2,7 milhões de euros. 

* Quem vai pagar são os patarecos que sustentam  aquela inutilidade.


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89-BEBERICANDO

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  Caipirinha Gabriela com Cravo e Canela


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X- PÁTRIA JURÁSSICA

2- O NANOTIRANO

EXISTIU

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HOJE NO  
"i"

Mulheres despem-se contra Trump

Cerca de 100 mulheres despiram-se como forma de protesto contra a “retórica opressiva de ódio” do candidato à Casa Branca Donald Trump. A ideia para esta instalação foi do fotógrafo norte-americano Spencer Tunick.


Spencer Tunick fotografou 100 mulheres nuas segurando espelhos nas mãos no domingo, 17 de Julho, véspera da convenção republicana, em Cleveland, no estado norte-americano do Ohio. O objectivo desta instalação era a demonstração da raiva feminina para com a retórica de Donald Trump.

Este projecto fotográfico vai fazer parte da instalação artística de Spencer Tunick intitulada “Everything She Says Means Everything”, referiu a revista Esquire.

O fotógrafo nova-iorquino já planeava este projecto desde 2013, altura em que Donald Trump ainda não era candidato à Casa Branca.

* Corajosas

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Elton John

Sacrifice


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HOJE NO
"A BOLA"

FPF
Divulgada numeração da seleção olímpica
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A Federação Portuguesa de Futebol divulgou, esta terça-feira, a numeração dos jogadores que vão representar Portugal nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Às 18 opções iniciais, juntam-se quatro jogadores de reserva que poderão ser utilizados por Rui Jorge durante a competição.

Numeração:
1 - Bruno Varela
2 - Ricardo Esgaio
3- Tiago Ilori
4 -Tobias Figueiredo
5 - Edgar Ié
6 - Tomás Podstawski
7 - André Martins
8 - Sérgio Oliveira
9 - Gonçalo Paciência
10 - Bruno Fernandes
11- Salvador Agra
12 - Joel Pereira
13- Pité
14- Paulo Henrique
15- Fábio Sturgeon
16 - Francisco Ramos
17- Carlos Mané
18 - Tiago Silva

Jogadores de reserva:
19 - Frederico Venâncio
20 - Leandro Silva
21 - Ivo Rodrigues
22 - João Virgínia

* A FPF  e os clubes atraiçoaram Rui Jorge.

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 PAI EM ACÇÃO

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 HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Cerca de 2,5 milhões de pessoas
 são anualmente infetadas com VIH

Cerca de 2,5 milhões de pessoas são anualmente infetadas com o VIH, número que tem diminuído pouco nos últimos dez anos, ao contrário do número de mortes, que tem caído progressivamente desde 2015, revela um estudo.

Divulgado hoje pela revista Lancet HIV para coincidir com a Conferência Internacional sobre SIDA, a decorrer em Durban, África do Sul, o estudo revela que o número de novos casos de infeção por VIH caiu apenas 0,7% por ano entre 2005 e 2015, quando no período entre 1997 e 2005 a queda era de 2,7% anuais.
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O relatório revela "uma imagem preocupante do lento progresso na redução das novas infeções por VIH", disse o principal autor do estudo, Haidong Wang, do Instituto para a Métrica e a Avaliação da Saúde (IHME, na sigla em inglês), da Universidade de Washington, em Seattle.

O pico do número anual de novas infeções foi em 1997, quando se registaram 3,3 milhões de novos casos da infeção pelo vírus, que desde os anos 1980 matou mais de 30 milhões de pessoas.

Segundo o estudo, 38,8 milhões de pessoas vivem hoje com o VIH, um importante aumento face aos 27,96 milhões de 2000, que se deve ao aparecimento das terapias antirretrovirais em 1997.

Estas terapias contribuíram também para reduzir o número anual de mortes associadas ao vírus de 1,8 milhões em 2005 para 1,2 milhões em 2015.

A proporção de pessoas com VIH a receber terapias antirretrovirais aumentou de 6,4% em 2005 para 38,6% em 2015, nos homens, e de 3,3% para 42,4% nas mulheres.

Ainda assim, a maioria dos países ainda está longe de alcançar a meta da ONUSIDA de cobrir 81% das pessoas infetadas até 2020.

Para o diretor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Peter Piot, que é também fundador e diretor executivo da ONUSIDA, o número de novas infeções por VIH no mundo é "provavelmente o fator mais perturbador anunciado na conferência de Durban".
"Significa que a sida não acabou", disse.

O problema poderá agravar-se com as reduções no financiamento dos programas e medicamentos de combate à doença, alertam os autores do estudo.
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"Em 2015, [o financiamento] caiu abaixo do nível de 2014 e em muitos países de baixo rendimento os recursos são escassos e estima-se que aumentem devagar, se aumentarem", avisou Wang numa conferência de imprensa em Durban.
"Temos de reduzir as taxas de novas infeções", acrescentou.

O diretor do IHME, Christopher Murray, disse em comunicado que os países e as agências internacionais precisam de aumentar em muito os seus esforços se quiserem alcançar os 36 mil milhões de dólares (33 mil milhões de euros) necessários para alcançar o objetivo de acabar com a sida até 2030.
Nos últimos 15 anos, os países dedicaram 110 mil milhões de dólares em "ajuda ao desenvolvimento" para programas de combate ao VIH/Sida.

Até hoje, não existe uma cura ou uma vacina para a sida e as terapias antirretrovirais apenas suprimem o vírus, permitindo às pessoas viverem mais anos, mas os medicamentos são caros e têm efeitos secundários.

Outro fator que ajudou a reduzir a taxa de mortalidade associada à doença foi a sensibilização e os medicamentos que previnem a transmissão do vírus de mulheres grávidas para os fetos.

O estudo baseia-se em dados recolhidos desde 1980 e até 2015 em 195 países.

* A cultura da indiferença determina agravamento de doenças evitáveis.

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MODA MASCULINA
PROPOSTAS URBANAS













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 HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"
Tribunal da UE diz que países não têm
 de impor perdas a credores 
nos resgates bancários

O Tribunal de Justiça europeu considera que um Estado-membro não é obrigado a impor perdas aos credores subordinados antes de injectar capital num banco em risco de falência, ainda que possa depois ser penalizado pela Comissão Europeia.

"Quanto às medidas de conversão ou de redução do valor da dívida subordinada, o Tribunal de Justiça entende que um Estado-membro não é obrigado a impor aos bancos em dificuldades que, previamente à concessão de qualquer auxílio estatal, convertam a dívida subordinada em capital ou reduzam o seu valor, nem que assegurem que essa dívida contribua plenamente para a absorção das perdas", lê-se na decisão hoje divulgada em comunicado pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (UE).

O Tribunal de Justiça da UE considera que um Estado-membro não é obrigado a impor perdas aos credores subordinados antes de injectar capital num banco em risco de falência, ainda que possa depois ser penalizado pela Comissão Europeia.

Ainda assim, refere o tribunal europeu, o país tem de assumir o risco de que, nesse caso, haja uma futura “decisão da Comissão [Europeia] que declare esse auxílio incompatível com o mercado interno”, considerando uma ajuda de Estado.

O parecer do Tribunal de Justiça da União Europeia foi pedido pelo Tribunal Constitucional da Eslovénia, depois de, em 2007, o banco central deste país ter aprovado a intervenção pública em bancos mas impondo perdas aos acionistas e aos detentores de dívida subordinada (os obrigacionistas menos protegidos, o que motivou dúvidas de constitucionalidade.

Este acórdão do Tribunal diz que a Comissão Europeia pode estabelecer critérios para “avaliar a compatibilidade, com o mercado interno, de medidas de auxílio projetadas pelos Estados-membros”, pelo que se um Estado-membro notifica a Bruxelas um auxílio esta deve autorizar essa operação.
No entanto, refere, os Estados-membros mantêm a possibilidade de notificar à Comissão projetos de auxílios estatais que não satisfaçam os critérios previstos.

Quanto à situação específica da Eslovénia e aos encargos sobre acionistas e credores subordinados, considera o tribunal que essas medidas, ao limitarem o volume do auxílio estatal concedido, evitam “distorções na concorrência”.

Refere o comunicado hoje do Tribunal de Justiça, que “o facto de, nas primeiras fases da crise financeira internacional, os credores subordinados não terem sido chamados a contribuir para o resgate das instituições de crédito não permite aos credores invocar o princípio da proteção da confiança legítima”.

Isto é válido também para os acionistas, até porque sendo estes “responsáveis pelas dívidas do banco até ao montante do capital social deste, não se pode considerar que afeta o seu direito de propriedade exigir que, para superar o défice de capital de um banco, esses acionistas contribuam, previamente à concessão de um auxílio estatal, para absorver as perdas sofridas pelo banco na mesma medida que se não tivesse sido concedido esse auxílio estatal”.

* Ficamos esclarecidos, uma coisa é a lei outra a ditadura dos eurocratas que se estão nas tintas para a lei. 

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