quarta-feira, 13 de julho de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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I.O QUE NÓS

"NÃO TEMEMOS"!



5-CHARGES SANGRENTAS

DE MAOMÉ 

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ÚLTIMO EPISÓDIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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SAÚDE


QUE CONSENSOS? 


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Conferência Sindical Preparatória do 11.º Congresso Nacional da Federação nacional dos Médicos (FNAM) . Realizada no dia 18/6/2016 no Hotel Roma em Lisboa , Antecedendo o Conselho Nacional da FNAM realizado no mesmo dia .

Intervenção da Dra. Raquel Varela Historiadora e Docente Universitária de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e Coordenadora do Projecto de Evolução de Custos do SNS


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HOJE NO
"i"
Daesh. 
“Ataques desesperados” 
ocultam perdas no califado

Perdas consecutivas no califado geram aumento de ataques no exterior. África é aposta de sobrevivência

Foi o mais mortífero ataque registado ao longo dos 13 anos de violência a que o Iraque está sujeito desde a invasão liderada por George W. Bush em 2003. 
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Uma carrinha repleta de explosivos rebentou junto ao mercado de Karada, em Bagdade, na madrugada de dia 3, quando famílias inteiras estavam no local a «vingar-se» de um dos últimos dias de jejum do Ramadão 2016. 
 
A última atualização do Ministério da Saúde iraquiano dava conta da existência de 292 vítimas mortais. Horas antes desse ataque, na capital do Bangladesh, 20 civis e dois polícias também acabaram mortos depois de um tiroteio seguido de sequestro num restaurante de Daca. Isto poucos dias depois de três bombistas suicidas terem espalhado o caos no aeroporto internacional de Istambul, Turquia.

Todos os ataques acabaram reivindicados pelo Estado Islâmico, o grupo de radicais sunitas que em 2014 espantou o mundo ao autoproclamar um califado no vasto território da Síria e do Iraque, que tinha passado a controlar face à anarquia instalada por guerras sectárias intermináveis.

“Ataques desesperados” 
“Assiste-se ao declínio do número de combatentes estrangeiros nas fileiras do EI. Do ponto de vista deles, estes são ataques desesperados. Mas são ataques que cumprem o seu objetivo o que indica que podemos esperar mais”, disse ao “USA Today” Daniel Byman, especialista da Brookings Institution para o Médio Oriente.

E cumprir o objetivo, neste caso, significa não só conseguir infligir baixas ao inimigo – algo que passou a ter dificuldades em fazer no conflito militar no Médio Oriente, principalmente desde o início dos bombardeamentos da coligação internacional liderada pelos EUA – como principalmente no mediatismo que atraem, que por sua vez é fundamental para o grupo continuar a ter capacidade de atrair novos membros.

“Os ataques terroristas têm uma finalidade quase única que é o mediatismo – quanto mais melhor”, confirma ao i Gustavo Plácido dos Santos, investigador no Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança (IPRIS) .

“No Médio Oriente estão encurralados, com a Síria a ganhar terreno, o Iraque a ganhar terreno, o Irão a ajudar em grande”, constata o especialista antes de recordar outro dado importante na balança de poderes na região – “estão também a perder protagonismo para a Al-Qaeda”, lembra em referência a um reaparecimento do grupo do falecido Osama Bin Laden, que há dias levou Barack Obama a anunciar que deixará mais militares no Afeganistão do que inicialmente previsto.
E a alternativa que o grupo sunita está a explorar é a África Ocidental, que é visto como “local privilegiado para voltar a ganhar preponderância e algum financiamento”.

Isto depois de tentarem ocupar o lugar da Al-Qaeda no corno de África, apesar das juras de fidelidade da milícia local Al-Shabbab à Al-Qaeda. “Sabe-se que o Daesh fomentou um grupo dissidente do Al-Shabbab, que jurou fidelidade ao EI, mas esse grupo não está a conseguir apelar às populações. Aliás já foram perseguidos pelo Al-Shabbab e muitos foram chacinados”, relata o investigador especializado em temas de segurança no continente africano.

Sobra África Ocidental, porta de entrada para um Sahel que “é uma região onde podem ter alguma vantagem”. Plácido dos Santos lembra que a “Al-Qaeda enfrenta ameaças na região, com a presença da França no Mali, ou a coligação contra o Boko Haram que conta com Chade, Nigéria e Camarões”.
 
E aí contam com o apoio do principal grupo terrorista da região, precisamente o Boko Haram. O EI prepara-se então para disputar com uma enfraquecida a al-Qaeda o controlo de “fontes de financiamento derivadas do tráfico ilegal, seja de armas, drogas, tabaco, o que seja”. Porém, o investigador português alerta que “África nunca será o eixo do califado, pois as escrituras religiosas não falam da região como eixo”. E mesmo que se imponha como uma região importante para o financiamento do grupo, o objetivo será sempre usar esses fundos para dar capacidade ao grupo no Médio Oriente.

Inspirar jihadistas 
Enquanto não recupera a forma de voltar a ter capacidade para gerir o território ‘sagrado’, o grupo vai sobrevivendo no mapa mediático graças aos ataques que a sua ideologia vai espalhando por todo o mundo.

Ideologia porque muitos dos terroristas que acabam a jurar aliança ao EI antes, durante ou depois dos seus ataques, nunca terão recebido qualquer orientação direta do grupo. Foi essa a crença manifestada pelas autoridades norte-americanas quando, a 12 de junho, um norte-americano de ascendência afegã matou 49 pessoas e feriu outras 53 num ataque a uma discoteca gay da cidade de Orlando.

“Fomos incapazes de descobrir alguma ligação”, disse o líder da CIA sobre a suposta filiação de Omar Mateen ao Estado Islâmico, proclamada pelo próprio em chamada para a Polícia durante as horas em que manteve como reféns dezenas de clientes do bar.

O mesmo John Brennan, líder da principal agência de segurança dos EUA, afirmou na semana passada que a CIA conhece a existência de “milhares de indivíduos apoiantes do EI espalhados não só no Médio Oriente, como na África Ocidental, Sudeste asiático e outros locais”.

Foi essa rede que permitiu ao grupo reivindicar os ataques no Bangladesh – que espantaram as autoridades locais devido ao perfil dos atacantes, na sua maioria jovens licenciados e até o filho de um dirigente do Governo – e na Turquia, onde o ataque ao aeroporto foi apenas o último de uma lista que se alarga de semana a semana.

Apoios que não surgem apenas pela simpatia pela causa, pois não são raros os apelos dos líderes do EI a este tipo de ataques. Em abril, o porta-voz do EI Abu Muhammad al-Adnani, divulgou na internet um discurso de 31 minutos, dirigindo-se aos apoiantes do EI espalhados pelo mundo: “A mais pequena ação que conseguirem fazer no coração da terra deles é mais importante para nós do que qualquer coisa que façamos aqui. Não há inocentes no coração da terra dos cruzados”.

* É boa notícia a perspectiva do daesh ser aniquilado mas os milhares de vidas, de torturas que isso vai custar deixa-nos arrasados.

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BRADELIS

LINGERIE LUXURY SHOW
NEW YORK
2016
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HOJE NO
"A BOLA"

Hóquei em patins
Portugal goleia Áustria (14-1) e
 defronta Inglaterra nos quartos de final
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Portugal fez o pleno de vitórias no Grupo B do Europeu de hóquei em patins, ao golear a Áustria, por expressivos 14-1, e marcou encontro com Inglaterra nos quartos de final da competição que decorre em Oliveira de Azeméis.

Gonçalo Alves, com quatro golos, Rafa, com três, Reinaldo Ventura, João Rodrigues e Ricardo Barreiros, todos com dois, e Diogo Rafael, com um, foram os marcadores de serviço da equipa das quinas.

Luís Sénica, selecionador de Portugal, destacou o «brio» dos jogadores que orienta no encontro com a Áustria.

«Não queríamos descer do patamar da humidade e respeito por nós próprios, fizemos um jogo tranquilo e cumprimos mais uma etapa. Inglaterra? É um adversário diferente na abordagem ao jogo e na forma como se defende, mas cá estarmos para ganhar e passar às meias-finais», afiançou.

A seleção inglesa, que esta quarta-feira perdeu com a Alemanha (1-3), terminou o Grupo A no último lugar, só com derrotas.

Programa dos quartos de final (quinta-feira)

Itália - Áustria, 16 Horas
França - Suíça, 18 horas
Alemanha - Espanha, 20 horas
Inglaterra - Portugal, 22 horas

* Valentes jogadores!

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II-EVOLUÇÃO


3- EXTINÇÃO

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Adubos de Portugal e General Electric
. constituidas arguidas

A empresa Adubos de Portugal e a multinacional General Electric foram constituídas arguidas no âmbito do caso da legionella em Vila Franca de Xira, que provocou a morte a 12 pessoas, disse à Lusa fonte ligada à investigação.
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Contactada pela Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apenas disse que o inquérito se encontra "em investigação e envolve recolha e análise de prova que se tem vindo a revelar como muito complexa e exames periciais igualmente de grande complexidade, alguns deles complementares a outros já realizados mas essenciais para a descoberta da verdade".
A agência Lusa questionou a PGR sobre quantos arguidos tinha até ao momento este caso, mas não obteve resposta em tempo útil.
A Lusa contactou ainda o advogado da Adubos de Portugal, José Eduardo Martins, que apenas afirmou não ter declarações a fazer, tal como a assessoria de imprensa da empresa. 
"Não confirmo nem desminto. Não tenho qualquer declaração a fazer por parte do meu cliente", afirmou o advogado. 
Também a General Electric foi contactada pela Lusa, mas até ao momento não respondeu.
O caso remonta a 2014, quando um surto de legionella em Vila Franca de Xira causou 12 mortes e infetou 375 pessoas com a bactéria.
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De acordo com o balanço feito na altura, as vítimas mortais tinham entre 43 e 89 anos e eram nove são homens e três mulheres. A taxa de letalidade do surto foi de 3,2%.
O surto, o terceiro com mais casos em todo o mundo, teve inicio a 07 de novembro e foi controlado em duas semanas. Na altura, o então ministro da Saúde, Paulo Macedo, realçou a resposta dos hospitais, que "trataram mais de 300 pneumonias".
Numa resposta enviada à agência Lusa em novembro do ano passado, quando fez um ano sobre o caso, fonte do Ministério Público (MP) adiantou que deram entrada 211 queixas de lesados diretos e de familiares das vítimas.
A doença do legionário, provocada pela bactéria 'legionella pneumophila', contrai-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada (aerossóis) de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.

*O país tem andado numa vaga de irresponsabilidade, é importante reverter esta maneira de estar.

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MANUEL ALEGRE

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Kutuzof e o Engenheiro

Ninguém me diga mal do Engenheiro, avisou-me por telefone o meu filho Francisco, ele é o nosso Kutuzof. 

Lembram-se, com certeza, pelo menos os que leram “Guerra e Paz” ou viram uma das várias versões do filme. Foi o grande chefe militar russo que derrotou as tropas napoleónicas. Como o Engenheiro Fernando Santos, também ele irritava os generais, jornalistas e teóricos da guerra.Todos queriam atacar. Ele dizia. “Deixem-nos entrar”. E só contra atacou no momento propício e decisivo. 

Eu também por vezes me irritei com as escolhas e o sistema de jogo do Engenheiro. Mas tenho de lhe agradecer. Ele fez da selecção uma equipa e uma família. E acabou por criar um momento único de comunhão entre os portugueses, a que o PR soube dar uma expressão adequada: contra o árbitro, contra tudo e contra todos.

O Engenheiro sabia que o nosso combate era desigual e que, na UEFA, tal como na actual União Europeia, as regras não são iguais para todos. Sabia que na nossa amada e doce França, os campeonatos de futebol por ela organizados são, em princípio, para a sua selecção ganhar. Talvez não contasse com a tentativa de liquidação de Ronaldo por Payet a quem a UEFA atribuiu o prémio de melhor jogador do Europeu. Mas o espírito guerreiro ou guerrilheiro estava criado. Nani soltou um grito de revolta e mobilizou os companheiros. E Ronaldo, lesionado, com lágrimas nos olhos e fora das quatro linhas, teve uma das mais extraordinárias actuações da sua vida. 

Talvez por intuição poética, eu dizia para a minha mulher: Ele tem que meter o Eder. Creio que o Engenheiro me ouviu. Eder entrou, marcou e eu, como milhões de portugueses que teimam em ser patriotas, não me contive e chorei. 

Tenho, como o Engenheiro, a convicção de que as nações não se dissolvem. Aliás, este Europeu mostrou uma vez mais que a riqueza da Europa está na diversidade das identidades culturais das suas nações. 

As várias tribos encheram os estádios com as suas bandeiras e os seus símbolos, a Europa não se fará nunca contra as suas nações, por muito que isso custe aos eurocratas e aos políticos que não sabem História. 

Kutuzof acreditava na santa Rússia. De Gaulle, quando Churchill lhe perguntou o que é que ele representava, respondeu: A França. Se fizerem essa pergunta ao Engenheiro, ele responderá: Portugal. Foi isso que os jogadores e todos nós sentimos. Aquela selecção bateu-se por Portugal e por todos nós. É esse o grande segredo do Engenheiro. E ao ganhar contra tudo e contra todos, a nossa selecção venceu também por outra Europa, uma Europa de iguais, sem ameaças nem sanções.


IN "UMA OUTRA MEMÓRIA"
11/07/16

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927.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO  
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Concorrência condenada pelo Supremo por não investigar queixa contra Galp

A Autoridade da Concorrência (AdC) voltou a ser condenada, agora pelo Supremo Tribunal de Justiça, por ter recusado investigar uma queixa de práticas restritivas de concorrência dos combustíveis contra a Galp, apresentada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP).
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Em comunicado, o ACP informa que o Supremo Tribunal de Justiça considerou que "os indícios de práticas restritivas de concorrência, que sustentaram a queixa apresentada em 2010, deveriam ter sido investigados, pois 'à AdC não era permitido ter outra atuação que não fosse de proceder à abertura de inquérito'”.

A AdC já tinha sido condenada pelo Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, tendo entretanto apresentado recurso que lhe foi desfavorável.

A Lusa contactou a AdC, que não quis fazer quaisquer comentários à decisão do Supremo Tribunal de Justiça, divulgada hoje.

Segundo o Automóvel Club de Portugal, "o acórdão do Supremo Tribunal considerou que a AdC tinha o dever legal de investigar a queixa que lhe foi apresentada pelo ACP em 2010 e que não poderia ter arquivado a mesma sem ter previamente efetuado qualquer diligência sobre um conjunto de práticas e comportamentos da Galp que indiciavam a existência de práticas restritivas do setor dos combustíveis líquidos".

"A AdC, então presidida por Manuel Sebastião, violou a lei ao recusar liminarmente apreciar os factos apresentados pelo ACP, explicitados e fundamentados na queixa", acrescenta a associação na mesma nota.

A queixa do ACP teve origem na abertura pela Galp de um posto de combustíveis 'low-cost' (de baixo custo) em Setúbal, em frente a um outro posto regular da mesma marca, demonstrando que o preço do combustível podia baixar a nível nacional e não apenas em locais onde os postos regulares – por via de entrada de hipermercados ou 'low-cost' - têm grande concorrência.

* Temos uma AdC que "inconsegue" regular o sector.

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II.A ERA DOS JOGOS EM VÍDEO


3-O ROSTO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1-A DESIGUALDADE
O QUE É DESIGUALDADE?

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FONTE: HIDRA - CABEÇAS PENSANTES

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HOJE NO    
"CORREIO DA MANHÃ"
Biblioteca Pública
 mostra livro com cinco séculos

 Entre os mais de 500 mil volumes que esta biblioteca possui 54 são incunábulos. 

A Biblioteca Pública de Braga inicia hoje, pelas 16h30, a celebração do 175º aniversário, que decorre até meados do próximo ano. A primeira iniciativa tem lugar por volta das 16h30 e consta da exibição de um livro com mais de 500 anos. 
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Trata-se do incunábulo ‘Hortus Sanitatis’, de 1496, um dos primeiros livros ilustrados impressos sobre medicina e história natural. A par da exposição desta raridade, poderão observar-se fotografias literárias de Ana Carneiro e uma mostra evocativa do escritor David Mourão Ferreira, quando passam vinte anos sobre o seu falecimento. 

A biblioteca, criada por decreto de Almeida Garrett e várias vezes visitada por Alexandre Herculano, vai assinalar a efeméride com diversos eventos, como conferências, exposições, concertos, visitas e vários projetos editoriais. "São 175 anos de preservação da memória e de promoção da cultura e do conhecimento. 

Queremos reforçar a vitalidade desta biblioteca e sensibilizar a sociedade para o que a diferencia, como um espólio de 500 mil volumes, que inclui preciosas raridades", diz o diretor, Elídio Araújo. A Biblioteca Pública de Braga tem 54 obras das origens da imprensa, como a que vai ser hoje exposta no átrio da Reitoria da Universidade do Minho, a ‘Hortus Sanitatis’. 

Produzido em Estrasburgo, o incunábulo tem mais de mil entradas sobre plantas, animais, pedras e fármacos. Já no átrio da biblioteca, David Mourão Ferreira é homenageado com uma mostra de mais de 50 obras do autor, como ‘As Lições do Fogo’ ou ‘Um Amor Feliz’. 

* Verdadeiros tesouros, toca a conhecê-los.

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JAZZLAND


OJM* + CHRIS CHEEK

Does It Matter


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*Orquestra Jazz de Matosinhos
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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

PSD acusa Ricardo Valente de deslealdade
. e Rui Moreira de comprar apoios

Num comunicado duro, o PSD Porto acusa Ricardo Valente de "deslealdade" por aceitar convite de Rui Moreira para vereador. Ao Observador, Valente critica "nível" de palavras usadas e promete resposta.

O PSD Porto acusa o executivo de Rui Moreira de se estar a transformar num “albergue”, ao ter convidado Ricardo Valente, da coligação PSD/PPM/MPT, para ser vereador da Economia na Câmara Municipal do Porto.
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Apelida Ricardo Valente de “cristão-novo” por ter aceitado e critica-o por se juntar a uma amálgama de “oportunismos” que são “o negócio da compra e venda de apoios políticos“. Ricardo Valente diz ao Observador que o tom do comunicado não dignifica o PSD.

O comunicado foi enviado aos jornalistas na sequência da notícia de terça-feira de que o presidente da câmara do Porto delegou em Ricardo Valente o pelouro da Economia, que mantinha na sua posse desde o início do mandato, a 22 de outubro de 2013. O PSD Porto diz estar surpreendido “pela decisão tão categórica e tão entusiasmada” com que o novo vereador aceitou o convite. “Tendo embora toda a legitimidade pessoal para o fazer, não deixa de ser uma deslealdade para quem o elegeu“.

As críticas sobem de tom quando Miguel Seabra, presidente da comissão política da concelhia do PSD Porto, que assina o comunicado, recorda que Ricardo Valente “quase sempre se referiu em tom de crítica contundente ao trabalho do atual executivo camarário, no que às contas municipais diz respeito e, de forma no mínimo irónica, em relação a alguns dos seus, agora, colegas de vereação. Esta postura torna-se, pois, elucidativa sobre o grau de convicção com se norteou“.

Ricardo Valente foi eleito como independente pela coligação “Porto Forte”, liderada pelo PSD e com o apoio do PPM e do MPT. Apoiou Luís Filipe Menezes para a presidência da Câmara. Até agora, o gestor e docente universitário era vereador não executivo. O Orçamento da Câmara do Porto para 2016 teve o seu voto favorável.

“A decisão de entregar competências a Ricardo Valente faz com que o executivo de Rui Moreira passe a ter elementos com pelouro eleitos por três candidaturas diferentes: cinco da lista independente ‘Rui Moreira: Porto o Nosso Partido’ (Rui Moreira, Guilhermina Rego, Filipe Araújo, Cristina Pimentel e Manuel Aranha), dois eleitos pelo PS (Manuel Pizarro e Manuel Correia Fernandes) e um eleito pela coligação ‘Porto Forte’, que incluía o PSD (Ricardo Valente)”, pode ler-se no comunicado enviado ontem pela câmara do Porto.

“Percebemos o jogo político pouco ético do presidente da Câmara Municipal do Porto”, escreve o PSD, que acusa o autarca de estar, com este convite, a fazer um “negócio da ‘compra e venda’ de apoios políticos”. Rui Moreira já anunciou que se vai recandidatar em 2017 como independente, embora todos os partidos que o quiserem apoiar sejam “bem-vindos”. Manuel Pizarro já deu a entender que o PS vai apoiar o atual presidente. Pelo PSD ainda não há candidato anunciado.

O comunicado do PSD termina com a demarcação da decisão do vereador: “Entre o caráter e lealdade de processos ou um vereador, o PSD/Cidade do Porto prefere ficar com o caráter e com a lealdade”, e a concelhia promete estar agora atenta “à mudança do chip político e, consequentemente, à adoção de novas convicções, princípios e narrativas do mais recente apoiante de Rui Moreira”.

“As palavras ficam com quem as escreve”
Contactado pelo Observador, Ricardo Valente remete uma declaração para a próxima reunião do executivo, na terça-feira, mas lamenta “o teor e o nível” das palavras assinadas por Miguel Seabra, que, salienta, “ficam com quem as escreve.
Tenho a certeza de que há uma grande maioria de pessoas no PSD — e algumas já me contactaram — que não se revê minimamente no nível em que é escrito o comunicado. Não dignifica em nada um partido politico da dimensão do PSD.”
Recordando que não é militante do PSD e que só está na coligação porque foi convidado por Luís Filipe Menezes, esclarece que, antes de a decisão ser anunciada, falou com os colegas de vereação e também com Miguel Seabra, não a “pedir autorização”, mas sim para comunicar que seria o novo vereador da Economia.

* E nós a pensarmos que para o PSD o importante era a cidade do Porto, mas não admira,  também para o PSD é mais importante haver sanções da Comissão Europeia contra Portugal por causa défice mal resolvido do seu próprio governo. É a pulhítica.

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HULA HOOP

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HOJE NO 
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Tribunal obriga João Rendeiro 
a pagar um milhão de euros

Tribunal Relação de Lisboa considera que ex-presidente do BPP estava a tentar arrastar um processo até à prescrição (em outubro). Por isso, decidiu só analisar nulidades invocadas depois do pagamento da coima

Primeiro paga. Depois analisam-se as nulidades. É este, em síntese, o espírito de um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, que obriga João Rendeiro, ex-presidente do Banco Privado Português (BPP), a pagar uma multa de um milhão de euros antes que um processo relativo a uma coima da Comissão de Mercados e Valores Mobiliários (CMVM) prescreva, algo que acontecerá em outubro. 
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Para isto, os juízes desembargadores Vasco Freitas e Rui Gonçalves ordenaram que as multas em causa sejam executadas e só posteriormente apreciarão as questões jurídicas levantadas pela defesa do antigo banqueiro.

Na decisão de 7 de julho, os juízes detalham os vários passos do processo da CMVM, dizendo que o antigo banqueiro e outros responsáveis do BPP começaram por ser condenados pela CMVM a pagar multas. Numa fase posterior, o Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão confirmou, no caso de Rendeiro, a multa de um milhão de euros. Feito o recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa, este, a 2 de março deste ano, confirmou a sanção.

A partir daquele momento, a defesa de João Rendeiro iniciou uma autêntica avalanche de novos requerimentos: a 24 de março alegou que o acórdão da Relação continha diversas nulidades e violava algumas disposições constitucionais. Ora, a 20 de abril, os juízes desembargadores decidiram rejeitar os argumentos da defesa, considerando que nenhuma das questões levantada afetava o "núcleo essencial do direito de defesa".

A 13 de maio, novo requerimento de João Rendeiro: desta vez alegou-se, além de inconstitucionalidades, a omissão de pronúncia sobre um pedido de realização de audiência. Na resposta, a 8 de junho, os desembargadores garantiram já terem tomado posição sobre isso.

No final do mês de junho, dia 29, a defesa de João Rendeiro insistiu nas inconstitucionalidades e na omissão de pronúncia. É na sequência deste último requerimento que os juízes Vasco Freitas e Rui Gonçalves decidem colocar um ponto final na sucessão de incidentes.

"Cremos que é manifesto que o arguido, através dos requerimentos efetuados e sabendo que o processo não admite recurso para o Supremo Tribunal de Justiça e não se conformando com a decisão proferida por esta Relação, procurará socorrer-se de todos os meios ao seu dispor para evitar o trânsito em julgado desta", começam por dizer os desembargadores, referindo-se ao facto de Rendeiro ter já apresentado um recurso para o Tribunal Constitucional, mas este estar pendente até à resolução dos incidentes por si levantados.

Os juízes dizem ainda que a defesa de João Rendeiro não é alheia ao facto "de a prescrição do procedimento contraordenacional" ocorrer em outubro de 2016. Por isso, Vasco Freitas e Rui Gonçalves decidiram "lançar mão" de uma norma prevista no Código do Processo Civil que, no fundo, tentar travar a sucessão de incidentes anómalos.

O artigo em causa diz: "Se ao relator parecer manifesto que a parte pretende, com determinado requerimento, obstar ao cumprimento do julgado ou à baixa do processo ou à sua remessa para o tribunal competente, leva o requerimento à conferência, podendo esta ordenar, sem prejuízo do disposto no artigo 542.º, que o respetivo incidente se processe em separado".

Daí que, os desembargadores tenham ordenado a baixa do processo à primeira instância para execução da multas, ao mesmo tempo que a decisão sobre as nulidades aguarda o cumprimento da cobrança.

Além da multa de um milhão de euros, no processo da CMVM João Rendeiro teve como sanção acessória a inibição do exercício de funções na banca por um período de 5 anos; Paulo Guichard (ex-administrador do BPP) foi condenado a uma coima de 700 mil euros e sanção acessória de inibição do exercício de funções na banca por um período de 5 anos; Salvador Fezas Vital (ex-administrador do BPP) foi punido com uma coima de 400.000 euros e sanção acessória de inibição do exercício de cargos no setor por 5 anos; Fernando Lima, também ex-administrador do BPP, com coima de 200.000 euros (com execução suspensa durante 4 anos) com período de inibição do exercício de cargos na banca durante 2 anos e Paulo Lopes, ex-director do BPP, foi condenado a uma coima de 375.000 euros (com execução suspensa durante cinco anos) com inibição do exercício de cargos na banca durante 3 anos.

* Finalmente os srs. Juízes, pessoas por quem temos muito respeito, começaram a perceber que com banqueiros todo o cuidado é pouco, logo que podem, "ingrominam"


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TANTO PARA CHEIRAR

COMO

COZINHAR




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HOJE NO 
"RECORD".
'France Football' compara 
Portugal à Itália de 1982

A 'France Footbal' analisa de forma profunda o título europeu de Portugal na sua edição mais recente. A conceituada revista francesa destacou o trajeto da Seleção Nacional e avaliou os jogadores um a um. 
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À vista salta a comparação entre a equipa das quinas e a Itália de 1982 (que apenas empatou na fase de grupos e que depois chegou ao título mundial), assim como o Paraguai de 2011, finalista da Copa América sem ganhar qualquer encontro (apenas empates e triunfos nos desempates por penáltis).

"A primeira nação da Europa emancipou-se da sua obsessão em jogar bem para ganhar. (...) Uma filosofia divergente que corresponde à chegada de Fernando Santos", pode ler-se num dos artigos da revista, onde se frisa que o selecionador nacional "tirou complexos a Portugal" quanto ao seu estilo de jogo e que "o fim justifica os meios" para o técnico.

Cristiano Ronaldo também merece naturalmente uma palavra. A 'France Football' lembra que o CR7 conseguiu finalmente um título pela seleção do seu país para "ser considerado, em definitivo, o melhor jogador português de todos os tempos", sublinhando-se que fez melhor do que as gerações de Eusébio e a de Ouro.

De resto, também muitos elogios para Rui Patrício, "que se apresentou nos momentos decisivos". "Vem na linha de sucessão a Vítor Baía, menos exuberante mas eficaz", pode ler-se. Já Pepe foi considerado um "monstro" e o melhor defesa do Europeu.

* Concordamos na generalidade com esta análise, chamamos a atenção dos srs. visitadores para o texto de Manuel Alegre que editamos hoje às 20h00, imperdível.

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PÃO, PÃO,
QUEIJO, QUEIJO.

"O CHARCUTEIRO"

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 FONTE: Canal "Q" - Programa "INFERNO"



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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Computadores do Estado Islâmico
 são "80% pornografia"

Um antigo responsável pelos serviços militares de informação dos EUA revelou que 80% do conteúdo dos computadores apreendidos é pornografia.

A revelação foi feita ao jornal alemão "Bild" pelo General Michael Flyyn, um antigo diretor da Agência de Informações de Defesa dos EUA, agora apontado como possível eleito para ser vice-presidente de Donald Trump, nas eleições deste ano. No jornal, o militar tem publicado em fascículos um livro sobre a luta contra o Islão radical.
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Sobre a estratégia para combater os terroristas do Estado Islâmico, Flynn afirma que a recolha de informações e a interceção das comunicações são fundamentais.

Nesse esforço de conter os terroristas, foram muitos os computadores apreendidos em operações militares. Neles, o material encontrado variava entre vídeos de execuções, violações, pedofilia e outras atrocidades, bem como imagens de pornografia.

"A certa altura, determinamos que que o material encontrados nos portáteis era 80% pornografia", revela o britânico "Dailymail", que cita um excerto do texto publicado no "Bild".

Já em 2011, os EUA revelaram que foi encontrado um esconderijo com pornografia na casa onde Bin Laden foi morto por forças especiais norte-americanas.

* Alá não aprova este fundamentalismo depravado numa religião castrante.


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