sexta-feira, 1 de julho de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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34.O QUE NÓS
  
"APRENDEMOS"!


BOXE

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9-De onde nasceu


o Dinheiro?


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* Estamos num mundo onde 1% da população mundial detém mais de 40% da riqueza, o dinheiro é a mais tenebrosa das religiões!

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Mãe de estudante 
que morreu após praxe foi absolvida

Maria de Fátima Macedo, a mãe de Diogo, que morreu aos 22 anos depois de uma praxe num ensaio da Tuna da Universidade Lusíada de Famalicão, foi absolvida pelo Tribunal da Maia.

Estava acusada de quatro crimes de difamação.

Olavo Almeida, elemento da tuna e que chegou a ser arguido no processo-crime da morte de Diogo, intentou o processo por considerar que nas entrevistas que Maria de Fátima deu em 2014, ofendeu a sua honra e o difamou. Pedia 120 mil euros de indemnização.
 
VALENTES

A juíza do Tribunal da Maia considerou que não houve difamação já que as declarações da mãe de Diogo devem ser enquadradas, e foram proferidas mediante uma convicção pessoal que formou com os elementos que constam dos processos no âmbito da morte do filho. Diogo Macedo, estudante de arquitetura na Lusíada de Famalicão morreu em 2001 vítima de agressões num ensaio da tuna. Os autores nunca foram encontrados mas a mãe nunca se conformou,
Maria de Fátima foi dispensada da leitura da sentença devido à sua debilidade.

* Valentes mãe e advogada que estragaram o negócio. Valentes mãe e advogada que se indignaram até ao  fim. Fez-se Justiça

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8-NAICA


A Caverna dos Cristais 


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Governo protesta junto de Berlim 
contra declarações de Schäuble

Ao Expresso, o ministro Santos Silva, que considera como "injustas e inamistosas" as afirmações feitas por Schäuble, revelou que o Governo português já fez chegar a Berlim uma declaração de "desagrado" face ao ocorrido.

O Governo português protestou junto do Executivo alemão contra as afirmações feitas esta semana pelo ministro germânico das Finanças, Wolfgang Schäuble, quando disse que Portugal teria de recorrer a um novo programa de assistência financeira se não assegurar o cumprimento dos objectivos orçamentais acordados com Bruxelas.
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Em entrevista concedida ao jornal Expresso, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, revela que o Executivo português fez chegar a Berlim, "pelos canais diplomáticos habituais, o seu o desagrado, quer quanto à primeira, quer quanto à segunda versão" das declarações atribuídas a Schäuble.

O chefe da diplomacia portuguesa classifica de "injustas e inamistosas" as palavras proferidas pelo ministro alemão numa conferência de imprensa realizada na passada quarta-feira, em Berlim. Santos Silva vai mais longe ao considerar que as declarações do governante germânico são não apenas "injustificadas" como decorrem daquilo a que chama "padrão" das intervenções de Wolfgang Schäuble.

A entrevista só será publicada este sábado, na versão semanal do Expresso, mas o jornal adianta ainda que Santos Silva considera que a intervenção de Schäuble tem um natural "efeito negativo" no que concerne ao "mercado, taxas de juro e clima de confiança". E, citado pela Lusa, o ministro português, que esta sexta-feira participou numa conferência, em Lisboa, organizada pela Confederação Empresarial de Portugal (CIP) lamenta a oportunidade das afirmações do ministro alemão, especialmente tendo em conta que "não há nada na situação económica e orçamental portuguesa que possa justificar essas declarações".

Ainda assim dá o "incidente" como "encerrado" e ressalva que "Portugal e a Alemanha são países muito amigos, o canal diplomático funciona em ambos os sentidos e consideramos que a resposta alemã é muito satisfatória".

Antes de Santos Silva outros socialistas já se tinham pronunciando sobre o tema, mostrando um desagrado ainda maior do que o ministro que está, naturalmente, preso a um tipo de linguagem de perfil diplomático. Carlos César, presidente do PS, criticou a "arrogância persistente e insensata" do alemão, enquanto o deputado e porta-voz socialista, João Galamba,  se referiu a Schäuble chamando-o "incendiário".

Antes ainda tinha tomado posição o Ministério das Finanças, assegurando que não está em preparação nenhum novo resgate e reiterando que "o Governo continua e continuará focado no cumprimento das metas estabelecidas para retirar Portugal do Procedimento por Défices Excessivos. O mais recente sinal disso são os dados da execução orçamental conhecidos até ao momento". Já o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, preferiu relativizar o teor das declarações do responsável alemão. 

*Se fosse o governo anterior e perante a arrogância do Wolfang, tinha-se agachado e ficado mudo.


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HOJE NO
"DESTAK"
Centro Hospitalar do Porto 
aumenta "vertiginosamente" cirurgias 
a cancro de pâncreas

O Centro Hospitalar do Porto está em condições de ultrapassar as 50 cirurgias potencialmente curativas por ano a doentes com cancro do pâncreas, disse hoje a coordenadora da unidade de cirurgia hepatobiliopancreática, que classificou o aumento de vertiginoso. 
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"As pessoas ficam em pânico quando ouvem falar de cancro do pâncreas. A grande arma curativa é a cirurgia. E nesse campo temos feito muitos avanços. Tem aumentado vertiginosamente o número de pessoas que temos conseguido operar", afirmou à Lusa a coordenadora da unidade de cirurgia hepatobiliopancreática, Donzília Silva.

Neste sentido, o serviço tem efetuado cerca de 50 cirurgias potencialmente curativas por ano, que representam cerca de 50% dos doentes, e que, "associadas a novos esquemas de quimioterapia têm permitido uma nova chama de esperança em termos de cura" da doença, muitas vezes apelidada de "assassino silencioso". 

* Que vertiginosamente se curem!

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EURICO BRILHANTE DIAS

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A União Europeia: 
resgatar a nossa melhor criação

Ser europeísta tem significado. É ser democrata, tolerante face às diferenças e um defensor intransigente da convergência económica e social. Na linha da frente do combate por uma Europa para todos.

A Europa viveu sempre em guerra. A paz dos vencedores sempre gerou novos conflitos. Ao reler Keynes, e as suas críticas ao resultado das negociações pós-Tratado de Versalhes, percebe-se como o esbulho dos vencedores pode alimentar rancores, ódios e desconfiança que na pobreza encontram o lastro único para proliferar. A CECA, a CEE e a União Europeia foram criações numa nova arquitetura política do pós-guerra, onde a vida - a experiência de vida - mostrou que o caminho se faz de partilha, convergência e segurança comum. Que o conhecimento e a interação castram os preconceitos e que o desenvolvimento alimenta a harmonia e a paz.

Hoje, perante a globalização das comunicações e das trocas, a Europa continua a ser o espaço político onde mais se defende o direito do trabalho, da participação cívica e política, da defesa do ambiente e da sustentabilidade. A força política das sociedades civis da União Europeia continua a ser o motor de melhor legislação e de um escrutínio democrático único no globo. Não encontramos outra sociedade no mundo onde um tratado de investimento e comércio, como é o caso do TTIP, seja tão escrutinado ou mesmo questionado como na União Europeia.

A União Europeia é a melhor criação que a política alguma vez concretizou na Europa. A União Europeia é um património político único. Tem a genética certa: paz e tolerância em democracia. Querer abandonar não resolve problemas. Cria mais problemas, reacende velhas questiúnculas autárquicas e faz do preconceito um alimentador da demagogia. Quem combateu a União Europeia nunca - sublinho nunca - esteve do lado certo da democracia e da prosperidade dos povos europeus. Quem esteve contra a União Europeia combateu sempre o socialismo democrático e a democracia-cristã. Foi isso que sempre combateu a extrema-direita nacionalista, tradicionalista, conservadora e fascista; e foi isso que sempre combateu a extrema-esquerda antissistema, anticapitalista e antiglobalização.

Ser europeísta tem significado. É ser democrata, tolerante face às diferenças e um defensor intransigente da convergência económica e social. Na linha da frente do combate por uma Europa para todos.

Mas ser europeísta hoje não é ser, ao mesmo tempo, acrítico face às iniciativas políticas que geram divergência, que alimentam preconceitos, e aplicam "castigos moralizadores" aos países do Sul, dando voz e secundando, por mero interesse de circunstância, os argumentos mais xenófobos e etnocêntricos. Cameron quis ganhar eleições, não combateu os argumentos anti-Europa, e ofereceu a "cabeça" da participação no projeto europeu numa "bandeja". Não é caso único.

No PPE - Partido Popular Europeu, dos outrora democratas-cristãos - surgem antieuropeístas, xenófobos, com discursos capturados por argumentos de extrema-direita, que há 20 anos estavam nas margens da sociedade não representada nos parlamentos. E o S&D, o grupo socialista, vive uma rutura profunda por não conseguir que a sua agenda seja vencedora encostando-se ora mais à direita, ora mais esquerda; mas quase sempre "colonizado" ideologicamente e sem iniciativa própria. É urgente regressar à política europeia para os europeus. É preciso resgatar a nossa agenda - dos socialistas e democratas-cristãos - da economia social de mercado. É agora ou (talvez) nunca.

Deputado do Partido Socialista

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
29/06/16

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915.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO  
"i"
Violência doméstica
Homens vão ter primeira casa-abrigo

A partir de setembro

O governo vai criar, a partir de setembro, uma casa-abrigo para homens vítimas de violência doméstica.

Trata-se de uma experiência-piloto para dar resposta ao fenómeno que representa já cerca de 15% do total de casos, segundo dados do Relatório Anual de Segurança Interna.

Projeto-piloto arrancará no Algarve.


* Protecção para todos os géneros.

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2-PROJECTO VÉNUS
 2016
A ESCOLHA É NOSSA

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As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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6.A GUERRA DA
DEMOCRACIA

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DENÚNCIA DE COMO SOB A MÁSCARA DA DEMOCRACIA SE EXERCE A ESCRAVATURA MODERNA

* Na nossa procura sobre o tema, só encontrámos esta série subtitulada em espanhol.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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ONTEM NO
  "A BOLA"
Ténis
Carlos Ramos distinguido em Wimbledon
 
O árbitro português Carlos Ramos foi distinguido em Wimbledon, pelos 25 anos de participação no torneio britânico do «Grand Slam».
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O árbitro português, um dos 25 de um grupo restrito, é o primeiro estrangeiro a receber a distinção.

Carlos Ramos dirigiu duas finais em singulares, uma em masculinos (2007) e outra em femininos (2008), entrando agora num lote restrito de 25 árbitros, o primeiro estrangeiro a ser distinguido no All England Club.

* Um dos grandes árbitros do mundo.

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Michael Jackson

Smooth Criminal

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HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"
Proibição do uso de redes de arrasto abaixo 
dos 800 metros visa Madeira e Açores

O Conselho da União Europeia (UE) e o Parlamento Europeu chegaram hoje, em Bruxelas, a acordo sobre proteção dos peixes de águas profundas, nomeadamente nos Açores e Madeira, proibindo, nomeadamente redes de arrasto abaixo dos 800 metros.

Segundo o texto do acordo, os pescadores apenas poderão capturar estas espécies em áreas onde já o tenham feito antes (a chamada pegada da pesca), de modo a evitar a pesca em ecossistemas intocados.

O uso de redes de arrasto passa a ser proibido abaixo dos 800 metros em todas as águas da UE e a pesca profunda será proibida abaixo dos 400 metros nos ecossistemas marinhos mais vulneráveis.
Os pescadores têm ainda que notificar quantas esponjas e corais de águas profundas capturaram e mudar de local assim que for atingido um certo número máximo.

Prevê-se ainda, para um maior controlo, que sejam designados portos específicos para o desembarque das pescarias de águas profundas e também a cassação das licenças de pesca em caso de incumprimento das novas regras.

O peixe-espada-preto e o goraz são espécies de profundidade de grande valor para os pescadores, enquanto a maruca azul e os granadeiros têm um valor médio.

Algumas unidades populacionais de profundidade estão depauperadas -- é o caso do olho-de-vidro laranja e dos tubarões de águas profundas.

Para outras (maruca-azul, lagartixa-da-rocha), a pesca é possível, desde que realizada de uma forma adequada do ponto de vista ambiental (por exemplo, evitando as capturas acessórias desnecessárias).

A pesca de profundidade no Atlântico Nordeste é exercida nas águas da UE, incluindo das regiões ultraperiféricas de Espanha e de Portugal, e nas águas internacionais regidas por medidas de conservação adotadas no âmbito da Comissão de Pescas do Atlântico Nordeste (NEAFC), em que a UE participa, juntamente com outros países que pescam na zona.

As espécies de profundidade são capturadas nas águas profundas do Atlântico (em profundidades até 4.000 metros), fora dos principais pesqueiros da plataforma continental.

Os seus habitats e ecossistemas são em grande parte desconhecidos, mas sabe-se que acolhem recifes de coral que podem ter até 8.500 anos, bem como antigas espécies ainda pouco exploradas.

É um meio frágil - uma vez danificado, a sua recuperação é improvável. Altamente vulneráveis à pesca, as unidades populacionais de peixes de profundidade entram rapidamente em rutura e, dada a sua baixa taxa de reprodução, a recuperação é lenta. 

* Limitar as pescas é proteger a vida, desde que todos cumpram.


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TESTE DE SEGURANÇA

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HOJE NO  
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Martin Ford: 
Robots vão provocar níveis de
. desemprego sem precedentes

“O ponto de partida do livro é o avanço da tecnologia. Os robôs incluem programas de computador que vão ter um grande impacto em várias áreas profissionais, incluindo aqueles grupos de pessoas com mais formação académica”, disse à Lusa Martin Ford, em entrevista telefónica à Lusa.

O empresário norte-americano Martin Ford, autor do livro “Robôs – A Ameaça de um Futuro sem Emprego”, disse hoje à Lusa que os efeitos da tecnologia nas sociedades podem provocar situações de desemprego sem precedentes.

“O ponto de partida do livro é o avanço da tecnologia. Os robôs incluem programas de computador que vão ter um grande impacto em várias áreas profissionais, incluindo aqueles grupos de pessoas com mais formação académica”, disse à Lusa Martin Ford, em entrevista telefónica.

No livro, que acaba de ser publicado em Portugal, Martin Ford alerta para os perigos do mau uso da tecnologia e da automatização aplicada “com uma rapidez” sem precedentes.

O empresário norte-americano de software explicou que as máquinas estão "a roubar” os empregos aos cidadãos e sublinhou que, nos Estados Unidos e em economias avançadas, a maior “disrupção” vai verificar-se no setor dos serviços.

Para Martin Ford, esta tendência é já evidente em áreas como as das caixas de levantamento automático de dinheiro e pagamento automático nos supermercados, mas, acrescentou, a próxima década vai assistir a uma explosão de novas formas de automatização no setor dos serviços, pondo potencialmente em risco milhões de postos de trabalho com salários relativamente baixos.

“O candidato republicano Donald Trump, aqui nos Estados Unidos, fala muito sobre a situação económica, quando, na verdade, as pessoas também estão a ser afetadas pela tecnologia. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, as pessoas não vêm aumentar os seus rendimentos por causa da tecnologia e depois responsabilizam a emigração. Em parte, é a tecnologia que está a criar desemprego e os estados de ansiedade na sociedade”, argumentou Martin Ford, a partir de Silicon Valley, na Califórnia.

Além dos serviços, o autor refere-se também aos “robôs trabalhadores altamente versáteis” que são utilizados em grande escala em unidades industriais, substituindo as funções que até agora requeriam a utilização de trabalhadores assalariados.

“Tomemos também por exemplo os automóveis não tripulados que estão a ser desenvolvidos neste momento. Milhões de empregos podem ser postos em risco caso se verifique a implementação deste tipo de veículos. Até ao momento, os camionistas pertencem a um grupo profissional importante. Imaginemos o impacto que os veículos não tripulados podem provocar no ramo dos transportes”, exemplificou.
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Ford manifestou a convicção de que a questão vai transformar-se a médio prazo num assunto político, porque, “cada vez mais”, as máquinas vão desempenhar mais funções para prejuízo dos trabalhadores, sendo que o advento dos projetos 'start up' nas áreas da informática pode deteriorar ainda mais a situação.

“Para pessoas que querem começar negócios, é evidente que as ‘strat ups’ são uma saída, mas, na verdade estas, empresas não contratam muita gente e é evidente também que a tecnologia que passam a desenvolver em determinado local vai acabar com empregos noutros sítios”, lamentou o autor do livro.
Segundo a análise de Ford sobre o aumento da robotização, a criação de nova legislação ou regulação não resolve o problema, porque ao nível tecnológico as restrições impostas num determinado ponto podem ser permitidas noutro lugar algures no mundo, facto que pode tornar as coisas ainda mais difíceis ao nível da competitividade.

“Além do mais, não se pode parar o progresso”, acrescentou, sugerindo como possível solução a aplicação da tecnologia em áreas de apoio social ou no setor da saúde e que não afetem o mercado de trabalho.

“Se a economia for afetada pelo desemprego ninguém vai ter dinheiro para gastar, como é o caso com a crise financeira em Portugal. As coisas podem piorar por causa da tecnologia", referiu.

O livro “ Robôs – A ameaça de um futuro sem emprego” (Bertrand Editora, 407 páginas), de Martin Ford, é lançado hoje em Portugal.

* "Já fomos"!

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DIVIRTA-SE JOGANDO


Concentre-se e use a sua memória para encontrar todos os pares.

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HOJE NO  
"CORREIO DA MANHÃ"
Bastonário dos médicos 
admite imortalidade 

Acredita que a ciência pode vir a descobrir o segredo da vida eterna. 

O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, rejeitou esta quinta-feira no Parlamento a aprovação da eutanásia e defendeu mesmo que a ciência poderá descobrir em breve o segredo da imortalidade. "Não me parece que a eutanásia seja uma inevitabilidade e, pelo conhecimento científico atual, não é absurdo pensar que daqui a não muitos anos possamos ser imortais. 
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A evolução da ciência é tão rápida que eu não digo que a morte seja inevitável daqui a alguns anos", afirmou, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, que debate uma petição pública com 8400 assinaturas a favor da morte assistida. 

O bastonário acrescentou que poderá ser possível "com uma injeção de células estaminais rejuvenescermos os nossos órgãos". José Manuel Silva garantiu que, como médico, nunca praticará a eutanásia. "Se for aprovada, serei objetor de consciência", disse, lembrando que "o código deontológico" e o "juramento de Hipócrates" proíbem a prática.

O clínico sublinhou que, noutros países, "a aprovação da eutanásia levou à eutanásia involuntária", com "milhares de pessoas a serem eutanasiadas sem respeito pela liberdade invidual". E afirmou ainda que o médico deve respeitar a vontade do doente quando este não quer ser tratado: "Muitas vezes os doentes não querem prolongar o sofrimento numa luta contra a morte que é inevitável e a vontade é sempre respeitada. O médico incorria em crime se tratasse". José Manuel Silva garantiu desconhecer "práticas aceleradoras da morte no Serviço Nacional de Saúde". 

* Um médico esotérico, vamos de mal a pior.

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O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva,  considera “normal” a publicação na Revista da Ordem de um artigo de opinião que trata os homossexuais como “doentes”, “defeituosos”, “anormais”, “portadores de taras”, com “condutas repugnantes”, “higiene degradante” e que requerem “correcção”, considerando tratar-se de um direito que não pode ser censurado em democracia.
Repugnante é um artigo destes ser publicado numa revista de médicos, logo aqueles que  conhecem o corpo humano e o seu funcionamento e por isso muito mais bem habilitados para dar uma explicação cientifica para a homossexualidade e não publicar opiniões perfeitamente ofensivas e desligadas da realidade. Anormal é que o Bastonário o considere como normal a sua publicação, por considerar isso como um direito que não pode censurar.
In "wehavekaosinthegarden.wordpress.com"
 
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SIC
(SERVIÇO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL)

TORTURA JOVEM

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Nafis teve de fugir da Al Qaeda
.por fotografar homossexuais

Nafis entrou na comunidade de homossexuais no Bangladesh para mostrar o quotidiano dos preconceitos na Ásia. Foi ameaçado por terroristas e viu amigos morrerem. Mas continua a lutar pela igualdade.

As fotografias da homossexualidade no Bangladesh, esse canto asiático quase engolido pela Índia, só podiam ser a preto e branco. Homens que gostam de homens e mulheres que gostam de mulheres são obrigados a viver na sombra do Oriente, porque embora a lei os proteja na teoria, não o faz na prática. 
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É uma comunidade “extremamente oprimida” no seio de uma sociedade onde a palavra sexo ainda choca, ainda é proibida. E foi na tentativa de contribuir para “um mundo onde há igualdade, tolerância, aceitação e reconhecimento” que o fotógrafo Gazi Nafis Ahmed decidiu documentar a realidade desses homossexuais. Fá-lo há oito anos. Nem sempre foi fácil.

Em entrevista ao Observador, Nafis conta que se mudou para Espanha em 2015 a fim de continuar os estudos em Belas Artes, mas que chegou a receber chamadas anónimas e mensagens ameaçadoras quando o seu trabalho começou a ser divulgado. “A mais recente aconteceu em maio, dias depois da morte do meu amigo próximo Xulhaz Mannan, que foi morto por seis militantes fundamentalistas junto com o amigo dele”, conta-nos Nafis. Esses fundamentalistas fazem alegadamente parte de um ramo da Al Qaeda que luta contra a liberdade sexual no país e que já matou um professor e uma blogger que se pronunciaram enquanto defensores dos direitos dos homossexuais. Xulhaz Mannan já estaria na mira: era um dos fundadores da revista Roopba, a única revista do Bangladesh que abordava assuntos da comunidade LGBT e que se assumia como “promotora da tolerância e da aceitação da diversidade”.
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Em Espanha, a vida é diferente. “Os espanhóis são as pessoas mais encantadoras com quem já me cruzei”, admite Nafis. Nunca conheceu Portugal nem tem exibições previstas para o nosso país, mas “ficaria muito feliz em contribuir para o país com o meu trabalho”. Não chega ser fotógrafo, alerta. “Qualquer um pode ser um bom fotógrafo e hoje normalmente são apanhados com aquela arte pretensiosa teatral. Muitos dos fotógrafos não entendem o pensamento crítico, a complexidade e o poder deste meio”, diz-nos Nafis.

* Luta desigual contra a prepotência do fundamentalismo religioso.

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APRENDAMOS...













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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Polémica na Madeira. 
Marcelo confrontado com 
bandeira do estado islâmico

José Manuel Coelho causou profundo mal-estar na sessão comemorativa dos 40 anos da autonomia da Madeira

Perante o Presidente da República, em "protesto contra os fundamentalismos" dos tribunais madeirenses, o polémico deputado do Partido Trabalhista Português, José Manuel Coelho, desfraldou uma bandeira do auto proclamado estado islâmico, de natureza terrorista, na sessão solene que decorre na assembleia regional da Madeira.
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Um burburinho de mal-estar instalou-se na sala e Marcelo Rebelo de Sousa não escondeu o incómodo. José Manuel Coelho alega que os magistrados e juízes que chegam à Madeira acabam por "ser capturados pela oligarquia laranja do poder político, deixando de estar ao serviço do povo". Desfraldando a bandeira negra do estado islâmico justificou esse gesto como um "alerta" em relação ao "estado calamitoso" da justiça na Região Autónoma.

Mais tarde, confrontado pelos jornalistas com o incidente, Marcelo Rebelo de Sousa fez a defesa da Constituição, dizendo que esta permite a "criatividade" manifestada pelo deputado madeirense.

Em 2008 este deputado, na altura pelo Partido da Nova Democracia, exibiu numa sessão parlamentar uma bandeira com a cruz suástica, enquanto chamava "nazis" e "fascistas" aos deputados do PSD e alegando ter sido ameaçado de morte por ordem do então presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim.

Marcelo Rebelo de Sousa está na Madeira para participar nas comemorações dos 40 anos da autonomia. Esta manhã passou revista à Guarda de Honra e cantou o hino nacional com os militares dos três ramos das Forças Armadas.

* Infelizmente em Portugal não é proíbido aos idiotas serem deputados.

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O VIDRO JÁ LÁ ESTAVA!

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