quarta-feira, 8 de junho de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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III.O QUE NÓS

"REPUDIAMOS"!


4-A PROSTITUIÇÃO NO

MUNDO MUÇULMANO


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ÚLTIMO EPISÓDIO

HISTÓRIAS DE SOFRIMENTO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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CONTAS PÚBLICAS

COMO ESTAMOS

COMO ESTAREMOS




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 31 de Maio, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrivelmente claro e polémico.
. Fique atento às declarações do Prof. João Cesar Neves.

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO" 

Chef Vítor Sobral investe 1,7 milhões em
. dois novos espaços de restauração

O grupo do ‘chef’ Vítor Sobral investiu 1,7 milhões de euros na abertura de dois novos espaços, uma padaria em São Paulo (Brasil) e um balcão no Mercado da Ribeira, em Lisboa, anunciou a empresa.

O espaço em São Paulo absorveu a maior fatia do investimento (1,5 milhões de euros) e apresenta uma decoração inspirada nas antigas padarias portuguesas dos bairros lisboetas, com pães e bolos tradicionais expostos nas vitrines.
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A padaria tem data prevista de abertura em Julho e vem juntar-se a outros três restaurantes que o grupo de Vítor Sobral já explora no Brasil: dois em São Paulo e um no Rio de Janeiro.
A inauguração do novo espaço de restauração de Vítor Sobral no Mercado da Ribeira está prevista para a segunda quinzena de Junho.

Vítor Sobral investiu 200 mil euros neste novo conceito, onde dará destaque ao bacalhau, “um dos produtos mais procurados pelo público internacional”, segundo um comunicado da empresa.
O ‘chef’ português é dono de outros dois restaurantes em Lisboa.

* Conhecemos Vítor Sobral desde o tempo em que dirigia a cozinha do defunto "Clube de golfe da Bela Vista", a sua cozinha é de excelência, procure-a em Campo de Ourique.

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ALBERTA


FERRETTI

FULL FASHION SHOW
PRIMAVERA/VERÃO
2016
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ" 

Juiz diz que vídeos de advogada 
são legais

Há indícios suficientes para que a mulher seja julgada.

A defesa de Fernanda Salomé Oliveira requereu a abertura da instrução alegando que os vídeos, onde aquela surge a encomendar as três mortes a dois seguranças, não podem ser considerados legais. Em causa estava o facto de a mulher não ter dado o consentimento para as filmagens.

O juiz do Tribunal de Instrução Criminal do Porto não deu razão à arguida e considerou que os vídeos são legais e podem ser usados como prova na fase do julgamento. "É consensual que entre os valores com protecção legal e constitucional, a vida seja mais valorizada que o direito à reserva da vida privada, à imagem e à palavra", considerou o magistrado na decisão, que acrescentou ainda que a vida do advogado António Quintas estava claramente em perigo.

O juiz diz ainda na decisão que os indícios até agora recolhidos são mais do que suficientes para que a mulher seja julgada.

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* Simulação: "- V. Exa. permite que filme esta cena de a senhora encomendar a morte do seu marido?"

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I-EVOLUÇÃO


2- GRANDES MUTAÇÕES

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HOJE NO
"OBSERVADOR" 

Médicos choraram quando o bebé nasceu

Médicos falam em situação "inédita" e emocionante. O bebé está, para já, de perfeita saúde e teria nascido mesmo que a família não quisesse pois o Ministério Público assim o tinha decidido.

Uma “situação inédita”, um “fenómeno da vida”, “uma história de contrastes”. Cada um usou uma expressão diferente, mas todos os médicos — das equipas que acompanharam a gravidez da mulher que estava em morte cerebral desde fevereiro, no Hospital de S. José –, partilharam, esta manhã, em conferência de imprensa, o mesmo sentimento, e atribuíram méritos aos intensivistas que garantiram que a mãe pudesse ser uma “incubadora viva” do próprio filho que nasceu na terça-feira.

A equipa de cuidados intensivos fez um trabalho extraordinário. Esta mulher foi uma incubadora viva que doou o corpo ao seu filho”, ilustrou Gonçalo Ferreira, presidente da Comissão de Ética.

E foi essa comissão que optou por uma “decisão pró-vida” do feto, decidindo pelo prosseguimento da gravidez, na medida em que tudo indicava que aquele bebé era viável. E para garantirem que o mesmo nasceria, até porque “a mãe tinha reiteradamente” expressado essa vontade e porque já tinha sido ultrapassado o tempo legal para interrupção voluntária da gravidez, estes especialistas contactaram o Ministério Público que, “de uma forma inédita (…), aceitou tutelar autonomamente esta vida fetal, caso houvesse contradições”.
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Em resumo, mesmo que o pai da criança não quisesse que a gravidez prosseguisse ou rejeitasse a criança, o Ministério Público garantiria a vida e a proteção dessa criança porque “os pais não são donos dos filhos”, explicou Gonçalo Ferreira. Esta criança era o segundo filho daquela mulher e o primeiro do homem.

A verdade é que não foi precisa a intervenção do Ministério Público pois, como qualificou o diretor clínico do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC), Sousa Guerreiro, a família foi “impecável” e participou em todo o processo desde o primeiro momento, assistindo ao desenrolar da gravidez — com o que isso pressupõe como o crescer da barriga — com a mulher ligada às máquinas. O filho que a mulher de 37 anos já tinha de outra relação chegou a ir despedir-se da mãe à unidade.

Já a presidente do conselho de administração, Ana Escoval, dedicou umas palavras a toda a equipa: “Gostava de agradecer aos profissionais a sua elevada disponibilidade, profissionalismo, competência, amor, dedicação e emoção com que ao longo destas mais de 15 semanas foram fazendo acontecer este fenómeno da vida. É com muito orgulho que estou à frente deste centro hospitalar e que lidero estas equipas.”

 “E foi interessante ver que as pessoas que estão habituadas a todos os dias cuidarem, ver nos seus rostos a emoção, a lágrima, quando aconteceu o nascimento”, rematou a administradora.

Susana Afonso, que estava a representar a unidade de cuidados intensivos de neurocríticos, confirmou que “do ponto de vista emocional é impossível não ficar afetado” com uma história como esta e contou que “no início havia muita apreensão”, mas que “ao longo do tempo” se foram sentido mais reconfortados.

Isto apesar das “muitas complicações” que foram surgindo durante estes quase quatro meses. “Surgiram muitas complicações e dificuldades que passaram por questões infecciosas e que foram sendo diagnosticadas precocemente e sendo tratadas”, descreveu.

Bebé está “de perfeita saúde” e, se tudo correr bem, terá alta daqui a três semanas

O bebé, de sexo masculino, que nasceu no bloco operatório da unidade de cuidados intensivos de neurocríticos do Hospital de S. José, foi, ainda ontem, transferido para a unidade de cuidados intensivos de neonatais da Maternidade Alfredo da Costa.

Ana Escoval garantiu que “o bebé nascido há quase 24 horas está de perfeita saúde”, o que foi confirmado mais à frente por Teresa Tomé, diretora da unidade de neonatologia da MAC: “Já fez ecografia e até ao momento não revela sequelas importantes”.

Contudo, a médica da MAC fez questão de não dar garantias em relação ao futuro. “O bebé nem tem ainda 24 horas. Não nos podemos comprometer com o desenvolvimento futuro do bebé. Mas os exames feitos até agora não revelam lesões. Só com 40 ou 42 semanas fará uma ressonância magnética cerebral que vai precisar o grau eventual de lesão cerebral.”

Teresa Tomé sublinhou porém que 32 semanas é “uma idade gestacional com uma sobrevivência muito elevada”.

Confrontada pelos jornalistas com o peso deste bebé prematuro — 2,350 quilos — a médica respondeu que ainda não sabem explicar o porquê de ser bastante superior ao que é habitual em prematuros. “A mãe foi mantida artificialmente com todos os níveis hormonais e analíticos dentro de um padrão médio”, garantiu a médica, acrescentando que “provavelmente foram dadas hormonas à mãe para estabilizar o seu nível hormonal, em relação ao que sabemos que está dependente do crescimento fetal, mas felizmente o bebé ainda não manifestou, até ao momento, qualquer tipo de alteração que nos leve a ficar apreensivos.”

Já em relação à utilização de fármacos durante a gravidez, isso aconteceu “já depois da fase da embriogénese (que é a fase inicial de desenvolvimento dos órgãos) e portanto já foi numa fase bastante protetora em relação a uma patologia malformativa”, além de que “os fármacos foram usados para manter os níveis normais”, esclareceu Teresa Tomé. Também Ana Campos, obstetra da MAC, já tinha dito que “os fármacos utilizados foram aqueles que os nossos órgãos produzem quando estamos com as funções vitais intactas”.

Este caso é inédito em Portugal e a nível mundial, segundo a médica Susana Afonso, um estudo de 2010 apontava para um período de 107 dias como o máximo que uma grávida em morte cerebral tinha sido mantida artificialmente até o bebé nascer. Neste caso foram também 107 dias. E, em média, nos casos conhecidos a nível mundial, os bebés tinham 22 semanas de gestação quando a morte cerebral da mãe foi declarada, neste caso o bebé tinha 17 semanas. Já as cesarianas ocorreram, em média, às 29 semanas e meia. Este bebé nasceu às 32 semanas.

* Não é milagre da ciência, é ciência pura, o milagre está no coração de todos os que trabalharam para que este bébé nascesse.

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MARINE ANTUNES

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Obrigada, ciência! 
Mas nunca me teria safado 
sem as minhas duas irmãs


A verdade é que, mesmo de forma tão diferente, as minhas duas irmãs não permitiram que o cancro fosse só meu

Esta semana celebrou-se o Dia dos Irmãos e isso fez-me relembrar uma das máximas da minha vida: nunca me teria safado neste mundo sem as minhas duas irmãs. Precisei delas antes, durante e depois do cancro, e vou precisar sempre que estiver aflita, sempre que estiver feliz e a querer estar mais feliz ainda, e sempre que bater com o carro (para elas me encobrirem). Adoro os meus pais, adoro-os mesmo, mas nunca os teria aturado sem estas duas.

Ter o cancro sem as minhas irmãs significaria não ter achado graça a nada e é sempre melhor quando sabemos que vamos fazer falta a muita gente – ou quando simplesmente não queremos que fiquem com as nossas roupas. As minhas irmãs reagiram de diferentes maneiras quando souberam que a mais nova tinha cancro. A irmã mais velha (tem mais oito anos do que eu) decidiu agir como uma segunda mãe.

Tratou de mim com ainda mais cuidado, auxiliou a nossa mãe em tudo, dormiu no hospital comigo, fez o jantar à outra (que, por acaso, cozinha melhor do que ela), comprou-me as minhas boinas, ralhou-me quando tinha de ralhar ou só quando lhe apetecia. Já a irmã do meio tratou de manter a normalidade dos meus dias. Garantiu que continuávamos idiotas, a brincar e a guerrear pelas mesmas coisas e transformou o meu cancro numa festa, desvalorizando as dificuldades e exaltando a boa vida de um doente oncológico (ela fazia-me acreditar que tinha inveja de não dormir num quarto tão cool como o meu, com campainha à disposição para qualquer capricho e enfermeiros giros a desfilarem no corredor).

A verdade é que, mesmo de forma tão diferente, as minhas duas irmãs não permitiram que o cancro fosse só meu (ou talvez sejam só umas invejosas, porque quando uma de nós tem uma coisa, as outras também querem) e tornaram aquela fase da minha vida na nossa fase. Decidimos, apesar de nunca ter sido falado ou acordado porque aconteceu naturalmente, passarmos as três juntas por isto, com risos, gritos, lágrimas, como equipa que sempre fomos. Elas foram de tal forma intrometidas que o dia mais feliz da minha vida, aliás, das nossas vidas, foi vivido no aniversário da do meio. E eis a história mais fantástica e inacreditável da minha vida.

Ela fazia uns gloriosos 18 anos de idade e nós queríamos festejar esse marco, mas nesse mesmo dia fui fazer o exame mais importante de sempre (mais especificamente, uma tomografia por emissão de positrões – PET). Com este exame iríamos saber se entrava finalmente em remissão da doença ou se ainda não estava livre do cancro.

23 de julho. Fui fazer o exame na companhia da minha mãe e o nosso plano era despacharmos aquilo, ouvirmos a boa notícia e irmos para casa apagar as velas e cantar os parabéns, em três tons diferentes. Fui para o hospital com a convicção inabalável de que estava bem. Não era apenas vontade de estar bem, eu sabia que estava bem. Sabem quando temos a certeza de algo, mesmo que nos digam o contrário? Era esse o meu sentimento.

Mas a médica, depois de realizar a PET, veio com aquela cara de médica dizer-me que teriam de analisar melhor o meu exame porque me tinham descoberto algo na bexiga. Nem a ouvi até ao fim e pirei-me dali. Corri, corri, corri até chegar ao meu transporte, a ambulância que me levaria para casa, e só me lembro de já lá estar dentro, com a minha mãe, a chorar que nem uma perdida e a ralhar ao meu Deus por permitir que me estivessem a dizer uma merda daquelas. Como poderia permitir que me dissessem uma mentira tão grande? Como poderia ser negada a minha certeza? Com a minha assertividade de sempre, disse à minha mãe, do alto dos meus 14 anos, que aquilo simplesmente estava errado. Eu estava bem. E a minha mãe concordou comigo.

Foi então que concordámos fazer algo aparentemente impossível que só pode ser sugerido por uma mãe que ama muito as três filhas:

“Quando chegarmos a casa, vamos dizer que os resultados ainda não saíram. Não contamos nada destas novas suspeitas. Hoje há um aniversário em casa, lembras-te? E nós vamos festejá-lo. Amanhã logo se vê.” Limpámos as lágrimas, ignorámos o medo e cantámos os parabéns com maior convicção ainda, porque tínhamos decidido que aquele seria um dia de festa.

No meio do bolo, o telefone de casa tocou. E eu corri a atender porque sabia que aquela chamada era para mim: “Marine, daqui fala a tua médica. Saíste tão transtornada daqui que fui imediatamente rever o teu exame com outros colegas. Desculpa ter-te assustado, afinal, aquilo que tinhas na tua bexiga era apenas urina. Está tudo bem. Estás em remissão, Marine, estás curad...”

Não a ouvi, novamente, até ao fim. Caí no chão a chorar. Estava bem. Estava limpa. Estava sem cancro. A minha mãe chorava, agarrada a mim, as outras choravam por solidariedade e por nervos, mas ainda sem entenderem por que raio estávamos todos a chorar. Chorámos todos com histerismos e emoção, chorámos de alívio e de tremenda gratidão, e eu só conseguia dizer, “já acabou, já acabou, já acabou”.

Ninguém dormiu nessa noite. Brincámos, rimos, telefonámos a meio mundo – no dia 23 de julho, celebrámos a vida duas vezes, a minha e a da minha irmã do meio. Anos mais tarde, a nossa mais velha fez questão de casar nesse mesmo dia. E assim, as três juntas temos um dia que é tão nosso, só nosso, porque somos uma equipa para sempre.

Blogger

IN "i"
02/06/16

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894.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
"Tino de Rans" vai ter um partido. 
O nome é o povo quem decide

"Povo Acordado" ou a "Partido Ânimo"? O nome será escolhido pelo votos depositados num carrinho de mão

O candidato das últimas eleições presidenciais Vitorino Silva, conhecido por "Tino de Rans", vai formar um partido político e referendar o seu nome numa viagem de 24 horas pelo país no próximo dia 10 de junho.
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A sigla do partido será sempre PA, relativa a "Povo Acordado" ou a "Partido Ânimo", uma escolha que o antigo candidato à presidência da República vai deixar a quem deposite um voto numa urna que vai levar - num carrinho de mão - do Algarve a Trás-os-Montes em pleno Dia de Portugal e das Comunidades.

"Vou percorrer 18 distritos num só dia", garantiu Vitorino Silva à agência Lusa, lamentando que se resumam a Portugal continental, mas ressalvando que a votação poderá ser feita também na internet.
"Não se pode esquecer que eu tive votos que davam para encher os estádios do Dragão, de Alvalade e da Luz, porque foram 150 e tal mil", lembrou o político natural de Rans, explicando que decidiu formar um novo partido no rescaldo das últimas presidenciais, quando "as pessoas começaram a perguntar - ?então e agora?'"

Vitorino Silva recordou que ao longo da campanha teve "sempre o objetivo de tirar o monopólio ao partidos", que diz só incluírem representantes deles mesmos, pelo que decidiu "entrar no mesmo jogo" com um partido que represente "o povo humilde".

"Quando há 50 por cento de pessoas que não votam, porque é que os lugares estão todos ocupados por membros dos partidos?", questionou, considerando que "é preciso alguém de fora dos partidos para fazer uma nova força política".

O líder deste projeto de novo partido vai arrancar com a digressão de um só dia no Algarve, "à meia-noite e um", partindo de Albufeira, passando "pelo interior, onde as pessoas vivem isoladas, lares de terceira idade, hospitais", realizando um retrato da "realidade do país" em 24 horas.
Parte do objetivo de Vitorino Silva é também incentivar à participação democrática, sublinhando que "se não vai o povo às urnas, então tem de ir a urna ao povo".

"Às onze da noite do dia de Portugal, vamos contar os votos às claras, debaixo de um candeeiro", frisou o político, esclarecendo que quer também perceber se a abstenção "está à esquerda ou à direita".

* A grande diferença política entre o sr. Paulo Portas e o sr. "Tino  de Rans", é que o segundo  é autêntico, cómico e faz  sorrir, no primeiro é tudo a fingir.

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I.A ERA DOS JOGOS EM VÍDEO


2-O POLEGAR

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5-A GUERRA QUE NÃO VÊS

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A intriga, os interesses económicos, a orgia do poder, os falsos argumentos....

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HOJE NO  
"RECORD"
Liga aprova multas a comentadores
. televisivos ligados aos clubes

O presidente da Assembleia-Geral (AG) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Mário Costa, anunciou esta quarta-feira "multas mais pesadas, sobretudo para os comentadores televisivos ligados aos clubes".
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"Discutiu-se o caso dos comentadores televisivos ligados aos clubes que, às vezes, têm comportamentos menos corretos perante os outros clubes, o que será penalizado, nomeadamente a pedido dos patrocinadores da Liga", referiu o dirigente, à saída da AG, que decorreu na sede do organismo, no Porto.

Segundo Mário Costa, pretende-se "alguma contenção para que, de uma vez por todas, acabe este clima de suspeição no futebol português".

"Quem puser em causa o nome da Liga ou dos seus dirigentes e dos atletas, isso será punido de uma forma muito severa", sublinhou, a propósito das alterações hoje aprovadas em termos de Regulamento de Disciplina.

Quanto ao Regulamento de Arbitragem, outro ponto em foco na AG, Mário Costa afirmou que foi aprovada a adequação do mesmo ao da Federação Portuguesa de Futebol, para que esta os possa ratificar.

Em causa estava a introdução de tecnologias e do número de árbitros, de modo a que se controlem melhor os orçamentos.

* É inútil tapar o sol com a peneira, o clima de suspeição no  futebol português não vem de comentários de pessoas afectas a  clubes, o clima não é sequer de suspeição, a corrupção no futebol português   é uma  realidade e o  sr. Mário não tem nenhum  elixir que  perfume as vigarices dos dirigentes desportivos.

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JAZZLAND


Mario Principato e
Cuban Jazz Quintet

Night in Tunisia

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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Prostituem-se por dois euros 
para sobreviver na Grécia

Fylis é o grande centro da prostituição de Atenas, onde se encontram cada vez mais homens sírios e afegãos a venderem serviços sexuais para conseguirem alimentar-se.
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A investigação da rede de correspondentes "Global Post" dá conta de centenas de homens refugiados que acabam a prostituir-se nas ruas da Grécia depois de conseguirem chegar a terra. Muitos deles são ainda adolescentes.

Sem conseguirem continuar o caminho da fuga até à Europa do Norte, presos na fronteira, estes homens, que chegam do Afeganistão, Síria ou Paquistão, acabam nas ruas a prestar serviços sexuais de forma ilegal. Na Grécia, o trabalho sexual é apenas considerado legal se for realizado dentro de bordéis devidamente registados. O comércio sexual masculino está, de acordo com a notícia publicada, a crescer de forma exponencial.

Entre os homens refugiados entrevistados, cujos nomes foram alterados por proteção, está Abdullah. Relata que teve sexo por dinheiro duas semanas depois de ter chegado à Grécia : "Os meus amigos disseram-me que se tivesse relações sexuais com os homens que me procuravam eles me davam dinheiro".

O homem retrata uma situação dramática que parece ser comum para muitos dos refugiados : "Eu não tenho nenhum dinheiro. Podemos vender drogas, ou serviços sexuais, ou acabar a trabalhar para os contrabandistas arranjando-lhes clientes. Não há outro caminho".

As notícias sobre situações de prostituição em que acabam muitos refugiados têm sido constantes, tendo já levado a ONU a lançar diversos apelos sobre "a pior crise humanitária da nossa época".

* Quem acha que o pastor alemão do dinheiro está preocupado com esta crise humanitária?

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UM DIA DE SALTO-ALTO

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Bolsa nacional no vermelho 
penalizada pelo BCP e Nos

A praça lisboeta encerrou a sessão terreno negativo pela primeira vez em três dias. O BCP e a Nos foram as cotadas que mais penalizaram. Entre as restantes praças europeias, o sentimento é também de perdas.

Pela primeira vez esta semana, a bolsa de Lisboa encerrou em terreno negativo. O PSI-20 encerrou a cair 0,65% para 4.825,88 pontos, com a maioria das empresas em queda: 12 terminaram o dia a desvalorizar e seis em alta. Entre as restantes praças europeias, o sentimento negativo é também dominante, com o sector bancário a ser o que mais pressiona.
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Esta evolução das acções europeias tem lugar depois de o Banco Mundial ter revisto em baixa as projecções de crescimento global em 2016. O Banco Mundial estima que o crescimento global este ano seja de 2,4%, uma percentagem inferior aos 2,9% projectados no seu anterior relatório semestral. "O crescimento económico é o principal motor da redução da pobreza e, por isso, estamos muito preocupados por o crescimento estar a diminuir de forma aguda nos mercados emergentes exportadores de matérias-primas devido aos baixos preços", escreve o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, no relatório divulgado esta terça-feira.

Michael Hewson, analista de mercado na CMC Markets, em Londres, em declarações à Bloomberg, apontou que "os mercados estão, no geral, a lutar para encontrarem uma direcção numa altura em que os dados económicos não são maus mas também não são fantásticos".

A marcar o dia nos mercados está também o facto de o Banco Central Europeu (BCE) ter já dado inicio ao programa de compra de dívida de empresas anunciado em Março. E começou pelo sector das "utilities" e das telecomunicações.

Por cá, destaque para as acções do BCP e da Nos. As acções do banco liderado por Nuno Amado encerraram a cair 8,24% para 2,34 cêntimos. Durante esta quarta-feira, os títulos chegaram a valorizar 7,84% para 2,75 cêntimos.

Ainda no sector financeiro, o BPI fechou a sessão a subir 0,17% para 1,153 euros.

A Nos recuou 1% para 6,333 euros.

A retalhista Jerónimo Martins terminou o dia a perder 0,68% para 14,515 euros. A Sonae desceu 0,44% para 91,3 cêntimos.

No sector energético, não se verificou uma tendência definida no fecho da sessão. A Galp Energia encerrou a subir 1,09% para 12,04 euros, num dia em que os preços do petróleo estão a subir nos mercados internacionais. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações europeias, sobe 1,21% para 52,06 dólares por barril.

No verde fechou também a EDP, que somou 0,67% para 3,015 euros. Por outro lado, a EDP Renováveis desceu 0,57% para 6,94 euros. A REN cedeu 0,15% para 2,636 euros.

No sector da pasta e do papel, a Semapa subiu 0,80% para 10,75 euros. A Navigator apreciou 0,48% para 2,906 euros. A Altri, por outro lado, desceu 0,62% para3,207 euros.

*  Uma praça financeira que quando as grandes bolsas se constipam a lusitana agarra uma peneumonia.

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TANTO PARA AMAR
COMO PARA...

SABOREAR


















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