terça-feira, 31 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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2.Crush List
As 99 mulheres que os homens mais desejam

Todos os anos a revista britânica AskMen pergunta aos homens de todo o mundo quais são as mulheres que eles mais desejam. A lista dos amores proibidos foi publicada recentemente: nasceu a Crush List 2016, com as 99 senhoras que andam a partir os corações do mundo masculino. Elas conquistam porque têm um rosto belíssimo, porque eles não resistem aos seus corpos atléticos ou então simplesmente porque são muito boas. Leia-se, muito boas no que fazem, porque nesta lista fica evidente que o interior interessa mesmo: eles gostam de mulheres bem-sucedidas.
Da 85 à 72 apresentamos 12 das escolhidas


  85 - Brooklyn Decker,
29 anos, modelo, Estados Unidos da América.




84 - Ana Ivanovic,
28 anos, tenista, Sérvia.


 83 - Alexis Ren,
18 anos, modelo, Estados Unidos da América


 80 - Alana Blanchard,
  26 anos, surfista, Estados Unidos da América.


79 - Syd Wilder, 
24 anos, atriz, Estados Unidos da América.


 78 - Samantha Hoopes,
24 anos, modelo, Estados Unidos da América


77-Rashida Jones, 40 anos, atriz,
Estados Unidos da América.



76-Anastasia Ashley, 29 anos, surfista,
 Estados Unidos da América.



75-Lily Collins,
27 anos, atriz, Reino Unido.


74 - Ellie Goulding,
29 anos, cantora, Reino Unido.


73 - Rosie Huntington-Whiteley,
29 anos, supermodelo, Reino Unido.


72 - Julianne Moore, 55 anos, 
atriz, Estados Unidos da América.



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GRANDES LIVROS/23

AUTORES DO MUNDO


4- OS MISERÁVEIS

VICTOR HUGO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Azeitoneira portuguesa esconde
. os caroços e ganha prémio mundial

Uma azeitoneira portuguesa chamada Oli, que funciona simultaneamente como taça de servir azeitonas e depósito de caroços, deu ao seu inventor, o designer Miguel Pinto Félix, o mais prestigiado prémio internacional na área do design.
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No próximo dia 8 de Junho, em Como, Itália, o designer português Miguel Pinto Félix vai ser galardoado com o mais prestigiado prémio anual que premeia os melhores projectos na área do design a nível mundial.

Félix será distinguido com o grau "Platina" no A’Design Award & Competition, numa gala em que participam os vencedores de 88 países que participaram em 94 disciplinas diferentes, graças ao seu projecto Oli, uma azeitoneira que funciona, ao mesmo, tempo, como taça de servir azeitonas e recipiente para colocar os caroços. O autor justifica a criação desta peça numa perspectiva utilitária.

"Com um objecto visual minimalista que transmite graciosidade e leveza, alegria e sonoridade, de leitura universal, Miguel Pinto Félix marcou a diferença na vertente 'Bakeware, Tableware, Drinkware and Cookware Design' do prestigiado concurso A'Design Award", realça a empresa promotora da imagem do autor, em comunicado.

A Oli é um objecto  em porcelana pintado de preto no exterior, completamente vidrado e dividido na horizontal em duas partes iguais, que pesa aproximadamente 430 gramas. A base é uma taça para servir as azeitonas e a parte superior é um depósito para os caroços, os quais são retirados através de uma tampa amovível que permite a limpeza da peça.
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"O objectivo era criar uma azeitoneira que permitisse valorizar a azeitona, que neste caso é a forma por si só e, simultaneamente, evitar que os caroços perturbassem a aparência estética da peça", conta Miguel Pinto Félix, designer que vinca "a forma como se concilia a estética e a função, contendo simultaneamente as azeitonas e os caroços".

"Esta peça foi pensada por mim e para mim enquanto cliente, pois sempre achei que os caroços incomodavam quem gosta de comer azeitonas. É algo que pode ser escondido", considera o designer.

A Oli é comercializado por um preço que oscila entre 35 e 37 euros.

Miguel Pinto Félix é director de arte do estúdio MPFX design, instalado no Porto desde 1994.

* Os inteligentes investigam, criam, educam, trabalham bem, os espertos dedicam-se à governação.

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 4- A BELEZA


DOS DIAGRAMAS


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HOJE NO
"DESTAK"

Dinamarca vai retirar transexualidade
 da lista de doenças mentais

A comissão dos assuntos de saúde do parlamento da Dinamarca decidiu hoje por unanimidade retirar a transexualidade da lista de doenças mentais divulgada pela Direção-geral de Saúde daquele país.
A medida entrará em vigor a 01 de janeiro de 2017. 
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"Os transexuais na Dinamarca sentem como um estigma o facto de estarem ligados a um diagnóstico de doença mental dentro dos distúrbios de comportamento", declarou o porta-voz para os assuntos de saúde do Partido Social-democrata dinamarquês, Flemming Møller Mortensen. 

* A Dinamarca extorque dinheiro aos refugiados sírios, trata os transexuais como mentalmente doentes até 2017, tudo no século XXI, agora digam que é um país civilizado.

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VII-CIDADES
PERDIDAS


3- ATLÂNTIDA

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* Depois de "CIDADES OCULTAS" iniciamos neste horário e etiqueta "PEIDA URBANA"  a série "CIDADES PERDIDAS", histórias fabulosas que vai gostar de ver e ouvir. Obrigado por nos visitar.

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HOJE NO
"i"

Sabe quanto custa 
um maço de tabaco na Austrália?

Em Portugal, os fumadores têm perdido direitos nos últimos anos: deixaram de poder fumar na maioria dos restaurantes e locais de trabalho, enquanto os maços de tabaco passaram a exibir mensagens dissuasoras. Em breve, começarão a circular os primeiros maços com fotografias chocantes das consequências do tabagismo.
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O preço do vício também tem subido em flecha: em 2001 um maço de Marlboro custava dois euros; hoje custa 4,70€. Mas se acha este valor elevado, veja isto: na Austrália, um dos países com leis mais restritivas em relação ao tabaco, um maço custa a módica quantia de 26,5 dólares australianos, ou seja, 16,75€. E a embalagem já traz as imagens de pessoas doentes que incomodam os fumadores.

Mas não é tudo: uma nova medida lançada pelo governo australiano prevê que o imposto sobre o tabaco suba 12,5% ao ano, estando previsto que cada maço atinja o preço de 26 euros em 2020.
Tendo em conta que cada cigarro tem menos de um grama de tabaco (0,7 gr.), o preço por grama fica próximo dos dois euros. Ou seja, o tabaco, na Austrália, custará quatro vezes mais do que a prata (0,46€/gr.)
 
A subida vertiginosa do imposto será, no entanto, apenas uma das medidas para travar o consumo do tabaco. Em meados de maio, o presidente de uma influente ONG australiana que pretende combater o tabagismo propôs a proibição da venda de cigarros a qualquer pessoa nascida depois de 2001. «Isso quereria dizer que os jovens que têm hoje 15 anos jamais teriam o direito a fumar», disse Jeff Dunn. O governo australiano prometeu ponderar esta hipótese.


* O tabaco mata não há dúvida, o pior é que mata demasiado lento e por isso dói  muito mais no físico e  no espírito da agonia  demorada.
Suprema hipocrisia é a dos Estados que plantam, industrializam,  promovem e vendem com receitas fiscais impressionantes, para logo a seguir diabolizar o tabagista, a democracia é o menor dos males.
SABE QUAL É O SALÁRIO MÉDIO NA AUSTRÁLIA?

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CONCEIÇÃO LINO

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ESeFosseConsigo
  
Conceição Lino escreve sobre a polémica com o vídeo de Catarina Martins

Depois de a SIC, e posteriormente o Expresso, ter divulgado um vídeo do programa “E Se Fosse Consigo?” em que Catarina Martins intervém numa discussão violenta entre namorados (que na verdade são atores), há quem tenha levantado dúvidas sobre a espontaneidade da situação. Indo direto ao assunto: há quem tenha escrito que foi tudo combinado, que não foi por acaso que Catarina Martins ali estava. Há quem ainda tenha defendido que a parte em que aparece a líder do BE não devia ter ido para o ar. Conceição Lino, responsável pelo programa, explica o que aconteceu e as decisões tomadas. E levanta uma questão: “As vozes que criaram ‘o caso Catarina Martins’ estão preocupadas com a realidade da violência no namoro? Não reparei”

E se fosse consigo o “caso Catarina”?
O programa “E Se Fosse Consigo?” estreou a 18 de abril mas esta semana foi criado o “caso Catarina Martins” em notícias e nas redes sociais. Porquê? Porque a coordenadora do Bloco de Esquerda foi uma das pessoas que intervieram para parar uma situação de violência entre namorados.

No Jardim da Estrela, em Lisboa, um rapaz trata a namorada com insultos e agressividade à vista de quem passa. São dois atores mas a situação poderia ser real. O objetivo é registar a reação de qualquer cidadão quando os limites são ultrapassados. Durante as gravações, no local, surgiu por acaso Catarina Martins. O que decidiu fazer está registado na cena divulgada no programa. Dirigiu-se ao rapaz e, perante a continuação do comportamento agressivo, decidiu chamar a polícia. Não foi a única. Outras pessoas ligaram para o 112, outras decidiram intervir. Todas as que não foram indiferentes cumpriram o dever de cidadãos, preocupados com o que acontece aos outros e com o que pode ser a sua contribuição positiva.

Tal como os restantes que se viram envolvidos naquela cena, Catarina Martins foi entrevistada a seguir e foi-lhe explicada a razão por que a situação tinha sido montada. Aceitou que as gravações fossem utilizadas num trabalho sobre violência no namoro.

Após a emissão do programa, o quinto, levantaram-se vozes e fizeram-se notícias. Por causa de Catarina Martins. Entre os comentários, de todos os géneros, chega a pôr-se a hipótese absurda de a coincidência ter sido também encenada. Há quem, à direita, aproveite para acusar a SIC de privilegiar a esquerda, há quem, à esquerda, se vanglorie pela “lição exemplar” que deu à direita.

Num programa que aborda questões graves de discriminação, violência e preconceito, não faria sentido excluir a reação de Catarina Martins pelo lugar de visibilidade que tem na sociedade portuguesa. Foi na qualidade de cidadã que decidiu intervir. Não sabia que havia câmaras apontadas para ela.

E se fosse um político de direita? E se fosse o Presidente da República? E se fosse Barack Obama? E se fosse o Papa? E se fosse consigo? Antes de mais, importaria sempre a forma como reagiria à situação. De forma ativa ou de forma passiva.

Quem viu o programa ficou a saber que a violência no namoro é um problema grave que ultrapassa os números que se conhecem. E os últimos números das autoridades dizem que mais de 1600 queixas de namorados e ex-namorados foram apresentadas no ano passado. Na cena ficcionada do programa, o jovem exige que a namorada lhe dê o telemóvel a pretexto de ciúme e desconfiança, porque ela não lhe mostra as mensagens que tinha acabado de trocar com uma amiga. O mais recente estudo revela que cerca de um terço (34%) considera que mexer no telemóvel do parceiro e ver chamadas e mensagens é aceitável. Um terço (33%) acha que sair ou ver os amigos é aceitável. Mais de um terço (37%) dos inquiridos acham que impedir de vestir determinadas peças de roupa é aceitável. Ou seja, um em cada três jovens entre os 12 anos e os 18 anos tem ideias erradas sobre o que é violência e considera normal dominar o outro. A esmagadora maioria das vítimas são as raparigas. O estudo da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) foi levado a cabo em Braga, no Porto e em Coimbra.

Todos os que trabalham na área da violência falam da importância da prevenção, da educação. O programa “E Se Fosse Consigo?” sobre violência no namoro questionou especialistas, ouviu testemunhos de jovens que foram agredidas, ameaçadas e privadas de liberdade. Tal como os anteriores, permitiu que famílias pudessem discutir o assunto, que escolas pudessem abordar o assunto, que jovens falassem sobre o assunto.
As vozes que criaram “o caso Catarina Martins” estão preocupadas com a realidade da violência no namoro? Não reparei.
Preocupante teria sido se qualquer político com responsabilidades, à esquerda e à direita, tivesse visto uma jovem a ser ameaçada, humilhada e insultada pelo namorado e continuasse o caminho a fingir que não via. E isso sim seria notícia.

E os velhos, alguém quer saber?
Já agora, a violência no namoro é um problema de todos. Dos políticos também. Todos os outros assuntos abordados no programa dizem respeito a estas mesmas pessoas. O próximo é sobre a forma como os idosos são tratados e considerados na sociedade portuguesa. Também inclui uma situação encenada por atores. Uma mulher responsável por cuidar de um idoso grita-lhe, tem atitudes violentas, chama-lhe “velho”, nega-lhe água, diz que não está para o aturar. Os jornalistas estão lá a observar e a registar a reação dos que passam, que têm total liberdade de agir de acordo com a circunstância e a consciência. A cena só não é realidade porque são dois atores mas a realidade é muito pior. Quem é que se interessa?

IN "EXPRESSO"
20/05/16

* Temos por regra não comentar artigos de opinião, mas a questiúncula ao redor do programa fez-nos saltar a tampa.
A idoneidade de CONCEIÇÃO LINO é inquestionável e também a de CATARINA MARTINS, nenhuma delas se prestaria jamais a fantochadas próprias de gente menor,  frustrada e deseducada.

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886.UNIÃO


EUROPEIA



AINDA SE LEMBRA
DO NOME DE QUEM NOS LIXA?



E DA CARA?


CLIQUE NAS IMAGENS PARA VER MELHOR

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HOJE NO
"A BOLA"

Campanha `Mergulho Seguro´ 
junta Santa Casa e Federação
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A Cidade do Futebol abriu esta terça-feira portas a campanha da Santa Casa da Misericórdia em conjunto com a Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia que visa alertar, sobretudo os jovens, para o facto de «um mergulho mal calculado» nem sempre poder acabar bem provocando traumatismos vertebro-medulares e consequências trágicas irreversíveis.

Fernando Gomes, presidente da FPF, Fernando Santos, Pedro Santana Lopes (provedor da Santa Casa), Manuel Delgado, secretário de Estado da Saúde, e Jorge Mineiro, da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia, falaram para plateia de juventude onde também se encontrava o lateral esquerdo da Seleção principal, Raphael Guerreiro, os campeões europeus de sub-17 José Gomes, Luís Silva, Rúben e Gedson- acompanhados do treinador Hélio Sousa-, Pedro Cary (futsal), as jogadoras da Seleção Ana Borges e Cláudia Neto e o selecionador feminino, Francisco Neto.
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Fernando Santos, que recebeu t-shirt da campanha retribuindo Pedro Santana Lopes com cachecol personalizado de Portugal, contou a história.

«Com 12, 13 anos, nas piscinas do Areeiro, numa brincadeira de miúdos, de nos empurrarmos para a água, fui dos primeiros a cair e levei sete pontos na cabeça em São José. Deixo aqui o apelo, eu que sou pai e avô: as nossas desatenções contribuem para que acidentes destes aconteçam», lembrou o selecionador nacional, sensibilizado com a presença de Salvador, jovem de cadeira de rodas, que num momento de infortúnio, sofreu lesão que lhe fica para a vida.

* Cuidado, para não se chorar toda a vida.


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82-BEBERICANDO

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Caipirinha de Gin com Tangerina


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VIII- PÁTRIA JURÁSSICA
3- ENTELODONTE
(PREDADORES)

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO  
"AÇORIANO ORIENTAL"

Açores são a primeira região do país 
a garantir 99% da qualidade 
da água canalizada

Os Açores são a primeira região do país a garantir 99% de qualidade de água da rede pública, revelam os resultados de mais de 23 mil análises efetuadas em 2015 aos 19 concelhos da região.
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Os números foram divulgados na noite de segunda-feira, na ilha do Faial, pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos dos Açores (ERSARA), durante uma cerimónia de atribuição de "selos de qualidade" a vários municípios do arquipélago, realizada na Biblioteca Pública e Arquivo da Horta.

"A melhoria nas análises verificada em 2015 faz com que os Açores sejam a primeira região do país a atingir os 99% da qualidade da água, que é a meta imposta pela União Europeia para a qualidade da água", revelou Hugo Pacheco, presidente da Administração da ERSARA.

Para premiar a melhoria gradual da qualidade da água da rede pública no arquipélago, a entidade reguladora decidiu atribuir, pela primeira vez este ano, "selos de qualidade" procurando incentivar também os concelhos que não apresentam os melhores parâmetros de qualidade.

"Estes certificados vêm premiar as câmaras municipais e os serviços municipalizados que se distinguiram pela excelência da qualidade colocada à disposição dos consumidores", realçou Hugo Pacheco, adiantando que o prémio representa também um incentivo para as autarquias que ainda não atingiram os patamares mais elevados.

Lajes (ilha das Flores), Madalena e São Roque (ilha do Pico), Velas (ilha de São Jorge), Angra do Heroísmo (ilha Terceira) e Ribeira Grande, Lagoa e Nordeste (ilha de São Miguel), foram os concelhos premiados pela ERSARA pela qualidade de água fornecida ao público durante 2015.
Apesar desta melhoria na qualidade da água nos Açores, que aumentou de 96% em 2010 (ano em que foi criada a ERSARA), para 99% em 2015, alguns municípios queixam-se da falta de financiamento na rede de abastecimento de água.

José Leonardo Silva, em representação da Associação de Municípios dos Açores (AMRAA), lamentou que Programa Operacional 2020 (através do qual são atribuídos fundos comunitários às autarquias) não seja "amigo da água".

Segundo explicou, os investimentos na melhoria da rede pública de água, que no seu entender deviam ser constantes, já não constituem uma prioridade em matéria de comparticipação comunitária, tal como não são também prioritários os investimentos na rede viária municipal.

* Que belíssima notícia.

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Chayanne

Y Tú Te Vas

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HOJE NO  
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Autoridade da Concorrência condena Antalis por cartel na fixação de preços

Empresa foi condenada por práticas anti concorrenciais no sector de consumíveis para escritório. Coima ascende a 440 mil euros, apesar de aplicação de regime de clemência.

A Autoridade da Concorrência (AdC) condenou a Antalis Portugalao pagamento de uma coima no valor de 440 mil euros por práticas restritivas da concorrência no sector de consumíveis para escritório, no âmbito de processo contra-ordenacional contra cinco empresas por suspeita de prática concertada de natureza horizontal (cartel), na forma de fixação de preços e repartição de mercados.

Em comunicado, a AdC dá conta que a conclusão antecipada do processo relativamente à Antalis Portugal foi possível dada a colaboração prestada por esta empresa, através do recurso ao regime de dispensa e redução de coima (conhecido como regime de clemência) e ao procedimento de transacção.
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O recurso a estes dois instrumentos, segundo a entidade liderada por António Ferreira Gomes, revelou-se “essencial”, por um lado, para a detecção, prova e punição eficaz das práticas anti concorrenciais em causa e, por outro lado, para a simplificação e celeridade processual.

No procedimento de transacção, as empresas abdicam da litigância judicial, beneficiando, por isso, de uma redução no total da coima aplicada.

Relativamente às quatro restantes empresas investigadas, contra as quais foi adoptada pela AdC uma Nota de Ilicitude (comunicação de acusações) em 29 de Setembro de 2015, o processo prossegue.

“O combate aos cartéis continua a merecer a prioridade máxima da actuação da AdC, atendendo aos prejuízos que invariavelmente causam aos cidadãos e às empresas, forçando-os a pagar preços mais elevados e reduzindo a qualidade e diversidade dos bens e serviços à sua disposição”, realça a AdC.

E deixa o alerta de que a violação das regras de concorrência não só reduz o bem-estar dos consumidores, como prejudica a competitividade das empresas, penalizando a economia como um todo.

* Esta acção da AdC revela quão "empreendedora" é a classe empresarial portuguesa, da banca, aos combustíveis até ao papel, tudo serve para trambiquiçes.

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 ONDE ESTÁ O GARFO?

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Portugal não votou nem votará 
contra acordos da Grécia 
Garantia de Augusto Santos Silva. 

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, garantiu esta terça-feira que Portugal não votou o último nem votará contra o próximo acordo com a Grécia, insistindo que a consolidação orçamental estrutural deve ocorrer em contexto de crescimento económico. 
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"Desejamos para a Grécia o que desejamos para todos os Estados-membros da união económica e monetária: as condições necessárias para que possam compatibilizar políticas de estabilidade, que são absolutamente cruciais, com políticas de crescimento, que são também cruciais", disse esta terça-feira o chefe da diplomacia portuguesa, durante uma audição na comissão parlamentar de Assuntos Europeus, em resposta a acusações do PSD de "falta de transparência" e "incoerência". 

O Governo português defende que "a consolidação orçamental estrutural faz-se em contexto de crescimento económico e não atacando o crescimento económico", referiu o ministro. "Portugal não é obstáculo à conclusão de acordos entre as autoridades gregas e os restantes Estados-membros da união económica e monetária e/ou entre as autoridades gregas, a Comissão Europeia ou o Banco Central Europeu que as autoridades gregas consideram ser acordos que são positivos, isto é, que permitem resolver problemas", considerou Santos Silva, que garantiu: "Portanto, não votámos contra o anterior acordo como não votaremos contra o próximo acordo". 

A deputada do PSD Inês Domingos questionara o ministro sobre a posição do Governo português face ao terceiro resgate financeiro da Grécia, acusando o executivo liderado por António Costa de "fazer algum malabarismo político e tentar agradar a todos" e de ter "uma grande falta de transparência, com discursos diferentes em países diferentes". Sobre outras matérias que dizem respeito à União Europeia, o Bloco de Esquerda perguntou sobre consequências do referendo, a realizar no próximo dia 23 de junho, sobre a possibilidade de o Reino Unido sair dos 28 ('Brexit'), com a secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Margarida Marques, a afirmar que, seja qual for a decisão do povo britânico, "há um desafio enorme para a União Europeia". 

Questionado pelo deputado António Costa Silva, do PSD, sobre o chamado 'plano Juncker' (Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos), o ministro afirmou que este instrumento "favorece as parcerias público-privadas". "Por razões que não vale a pena aprofundar, esse não é um instrumento que, nas atuais circunstâncias políticas, Portugal possa usar com a largueza com que outros países o podem fazer", disse, referindo que Lisboa está a preparar três candidaturas, nos domínios das infraestruturas rodoviárias, ambiental e agrícola - projetos que, desde 2014, se resumiam "a uma lista"

* O anterior ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal era imbatível em política de subserviência, a diferença para o actual é bem nítida.

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