quinta-feira, 26 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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PARALAXE



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92-ACIDEZ
 

FEMININA


PROTESTAR PELADO


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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA



* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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Escucha mi silencio

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HOJE NO  
"A BOLA"

Hóquei em patins
Espanha, Suíça e Áustria no caminho
 de Portugal no Europeu
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O Comité Europeu de Hóquei em Patins (CERH) anunciou, esta quinta-feira, que a Seleção portuguesa de hóquei em patins terá no seu caminho as seleções de Espanha, Suíça e Áustria no grupo B da primeira fase do Europeu da modalidade, que decorrerá em Oliveira de Azeméis.

Já o grupo A junta as seleções da atual campeã Itália, Alemanha, França e Inglaterra.

O Europeu disputa-se entre os dias 11 e 16 de julho.

Calendário:

Grupo A:- 11 julho:
Alemanha -- França, 15 horas
Inglaterra -- Itália, 19.30 horas
- 12 julho:
França -- Inglaterra, 15 horas
Itália -- Alemanha, 19 horas
- 13 julho:
Alemanha -- Inglaterra, 15 horas
Itália -- França, 19 horas

 
Grupo B:- 11 julho:
Áustria -- Espanha, 19.30 horas
Portugal -- Suíça, 21.30 horas
- 12 julho:
Suíça -- Áustria, 17 horas
Espanha -- Portugal, 21 horas
- 13 julho:
Espanha -- Suíça, 17 horas
Portugal -- Áustria, 21 horas


Quartos de final:
14 julho

Meias-finais:
15 de julho

Final: 16 de julho

* VIVA PORTUGAL

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XLII- O UNIVERSO


3-CATÁSTROFES QUE

MUDARAM OS PLANETAS

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As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Liliana Rodrigues questiona
 Banco Central Europeu sobre 
lesados do Banif e do BES

As perguntas da delegação socialista portuguesa no Parlamento Europeu à Comissão e ao Banco Central Europeu incluem duas questões colocadas por iniciativa da eurodeputada Liliana Rodrigues. 
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A madeirense faz quetão de saber dos processos que envolvem os lesados do Banif e do BES.
"Considera o BCE que seria necessária/útil uma solução de nível europeu, pelo menos nesta fase de transição, que minimize o impacto sistémico de casos de "misselling" ou sobre produtos vendidos anteriormente à aplicação das atuais regras de 'bail-in'?", pergunta Liliana Rodrigues. E prossegue: "Considera o BCE que o espírito da "união bancária" requer um tratamento articulado a nível europeu dos activos não rentáveis e dos créditos de cobrança duvidosa?".

O conjunto de perguntas enviado pelos eurodeputados do PS questiona ainda a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu sobre o processo de resolução e venda do Banif, "nomeadamente as eventuais alternativas à oferta do banco espanhol Santander", explica o gabinete da eurodeputada madeirense. A comissária europeia para a Concorrência, Margrethe Vestager, acrescenta a mesma nota, "é questionada especificamente sobre o reconhecimento pelo BCE da existência “'de outras ofertas pelo Banif, que de acordo com a Comissão não respeitam as regras de União Europeia das ajudas de Estado”.

O Partido Socialista quer ainda que Bruxelas indique “as razões por que a DG Concorrência terá rejeitado a possibilidade de se recorrer a um ‘banco de transição’ no processo de resolução do Banif”.
Os deputados socialistas ao PE "colocam a Bruxelas mais de 30 questões sobre o progresso da situação do Banif, recuando a Novembro de 2012, altura em que o relatório do Citi 'Project Centauro' refere que o banco não seria capaz de gerar capital suficiente para reembolsar os fundos públicos até ao final do ano passado".

Especificamente ao Banco Central Europeu, os deputados perguntam pelos motivos que o levaram a considerar "que apenas o Banco Santander reunia as condições para ser o único concorrente seleccionável para comprar o Banif, em se confirmando notícias publicadas em Portugal."
De acordo com a mesma nota, os eurodeputados pretendem ver justificada a suspensão do “estatuto de contraparte do BCE ao Banif” e pedem ainda confirmação no sentido de saber se a instituição “tomou essa decisão sob proposta do Banco de Portugal”.

"Os eurodeputados querem ainda que o BCE esclareça porque não foi autorizado um banco de transição, como aconteceu no processo de resolução do BES."

* Liliana Rodrigues sempre a intervir com acutilância. A União Europeia isto é, os burocratas da mesma, estão a demolir a essência da sua criação.

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 5-O IMPÉRIO INVISÍVEL

A NOVA ORDEM MUNDIAL
FACTOS OCULTOS
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JÁ OUVIU FALAR DE "BILDEBERG"?


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"
Protecção Civil penhorada 
em 2,2 milhões por dívidas à Heliportugal

O caso remonta a fevereiro deste ano, altura em que o Tribunal Arbitral decidiu condenar a Autoridade Nacional de Protecção Civil a pagar mas a decisão não foi cumprida. Agora a justiça ordenou a penhora, revelou uma investigação da TVI.

A Proteção Civil foi penhorada em 2,2 milhões por dívidas à empresa Heliportugal que nunca foram pagas. A notícia foi avançada pelo Ministério da Administração Interna, citado pela TVI, que garante que a actividade da Protecção Civil não está em risco.

O caso remonta a Fevereiro deste ano, altura em que o Tribunal Arbitral decidiu condenar a Autoridade Nacional de Protecção Civil a pagar 2,7 milhões de euros à empresa Heliportugal, mas a decisão não foi cumprida. Agora a justiça ordenou a penhora de 2,2 milhões.

Os documentos consultados pela TVI comprovam que a penhora já foi executada. Há 2,2 milhões de euros que estavam numa conta da Protecção Civil, junto da tesouraria do Estado, e que foram depositados numa outra conta bancária criada especificamente para o efeito.
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O diferendo entre a empresa e a Autoridade Nacional de Protecção Civil tem anos mas a situação agravou-se a partir do momento em que a Heliportugal perdeu o contrato de manutenção dos helicópteros Kamov. Há cerca de um ano, a Protecção Civil dizia que, no processo de transferência para a Everjets, a empresa que ganhou o novo concurso, foram detectados problemas graves nas aeronaves, que impediam os helicópteros de estarem operacionais.

Fonte do Ministério da Administração Interna, citada pela TVI, assume que a Protecção Civil está, nesta altura, a ponderar seriamente processar a Heliportugal por quebra de compromissos contratuais, e que em causa estão cerca de cinco milhões de euros.

Sobre a penhora agora executada, o ministério confirma, mas esclarece que ainda decorre, nesta altura, o prazo legal para contestar. E garante que a actividade operacional da Protecção Civil não está em causa. O pagamento de salários não está em risco o combate a incêndios tem financiamento garantido.

* Este governo está a apanhar  com o lixo da negligência provavelmente intencional do anterior governo, não esquecer que este sensível sector esteve sob a tutela de Miguel Macedo.

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ANTÓNIO BARRETO

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A destruição de um país

Ninguém poderá dizer o que será a Venezuela dentro de um par de anos. Tudo pode acontecer. Assiste-se a uma destruição sistemática das instituições de um país e dos seus equilíbrios básicos. Mais de 75% da população vive em estado de pobreza e destituição. O produto nacional reduziu-se mais de 5% no ano passado e vai diminuir 8% em 2016. A inflação está a quase 200% e será de 400% até Dezembro. As organizações internacionais prevêem que atinja os 700% já para o ano.

Os funcionários públicos são obrigados a trabalhar apenas dois dias por semana. Sem medicamentos, os hospitais fecham e os equipamentos degradam-se. As autoridades alteraram a hora legal a fim de não gastar energia. Sem gestão competente, as barragens, entre as quais uma das maiores do mundo, estão secas ou próximas dos níveis de catástrofe. No país que possui uma das grandes reservas de petróleo do mundo, a energia está racionada. Como racionados estão quase todos os produtos alimentares, o que de nada serve, pois a maior parte dos géneros desapareceu dos mercados. As principais fábricas vão fechando por falta de matéria-prima e de energia. Maduro manda fazer manobras militares e ameaça nacionalizar quem não tiver matéria-prima ou energia!

Na rua, sucedem-se as manifestações, as pilhagens, os raptos, as cargas policiais, os espancamentos, os motins de toda a espécie e as investidas da Guarda Bolivariana. Há presos políticos às centenas, ninguém sabe bem quantos. Com o dinheiro do petróleo, enquanto houve, gastou-se tudo, compraram-se amigos, pagaram-se milícias, organizaram-se forças armadas fiéis. E distribuíram-se benefícios sociais. O dinheiro diminuiu, mas não se pense que acabou. Com o petróleo a metade do preço, há muito dinheiro para pagar a amigos e seguidores. Espere-se pois o pior. Ainda não houve bancarrota porque a China decidiu financiar a Venezuela com milhares de milhões de dólares. Em troca de petróleo barato, já se percebeu.

Maduro decretou o estado de emergência por 60 dias e diz que vai acabar com a assembleia nacional. A revolução bolivariana criou uma das mais elevadas criminalidades do mundo. Nos últimos três meses, foram assassinadas 4800 pessoas. No ano passado, 17 700 tiveram a mesma sorte. Na Venezuela, hoje, mata-se mais do que no Afeganistão! As comunidades de origem estrangeira residentes na Venezuela vivem aflições. Mas muitos, há mais de uma geração, não têm sequer para onde ir.

Apesar da pobreza, da desigualdade e dos barrios miseráveis, piores do que favelas, a Venezuela é uma das nações mais ricas da América Latina. Esta sistemática destruição de um país deve--se à demagogia populista, à corrupção e ao desperdício. Segundo Maduro, a crise deve-se à queda dos preços do petróleo, à seca, ao El Niño, a Barack Obama, aos americanos, aos fascistas, ao patronato, à burguesia venezuelana e à Colômbia.

Este desastre venezuelano poderia passar despercebido em Portugal. A Síria, a nossa crise e a da Europa são suficientes. A verdade todavia é que a Venezuela não nos é assim tão estranha. Vivem lá mais de meio milhão de portugueses. Tem havido, desde os anos 70, relações estreitas entre governos. Já houve mesmo, nos anos 1970, ajudas financeiras a partidos portugueses. Sem falar das amizades intensas do presidente Chávez com os governantes portugueses, em particular José Sócrates.

Sejam quais forem os antecedentes, por que razões as esquerdas portuguesas pouco ou nada dizem sobre o despautério venezuelano? Será que o consideram de esquerda e solidário?

E as autoridades? Existe algum programa oficial de acompanhamento? Há planos de assistência? O que acontecerá às comunidades portuguesas da Venezuela? O que está Portugal pronto a fazer para ajudar? Era bom não assobiar para o lado...

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
22/05/16

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881.UNIÃO


EUROPEIA


NÃO SOMOS DE INTRIGAS!


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HOJE NO   
"CORREIO DA MANHÃ"

Gravações implicam 
presidente do Senado 

Conversas foram gravadas por Sérgio Machado, suspeito na megafraude.

Gravações divulgadas ontem pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’ provocaram grande constrangimento ao presidente do Senado, Renan Calheiros, apanhado a defender a proibição de suspeitos presos fazerem acordos de colaboração com a justiça. 
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As chamadas "delações premiadas" são a espinha dorsal da operação Lava Jato, que investiga dezenas de executivos e políticos, entre eles Renan, por desvios milionários na petrolífera Petrobras. Nas conversas, gravadas por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, empresa ligada à Petrobras, e também ele suspeito na megafraude, Renan Calheiros afirma ser essencial impedir que uma pessoa presa faça acordo de colaboração acusando outras em troca de benefícios. 

No entanto, foi precisamente essa estratégia que permitiu à justiça chegar tão perto de poderosos como Renan, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, já afastado, ministros dos governos de Dilma Rousseff e até de Michel Temer e do ex-presidente Lula da Silva. A estratégia passa por oferecer diversos benefícios, como prisão domiciliar e substancial redução de pena, a executivos e políticos já presos, em troca de contarem tudo aquilo que sabem. 

A assessoria de Renan rebateu que nas gravações não há nada de ilegal, pois o presidente do Senado apenas repete o apoio que já deu publicamente a projetos que tramitam no Congresso para limitar esse tipo de acordos, e frisou ainda que em nenhum momento ele sugere uma tentativa para prejudicar as investigações. 

Outra gravação, divulgada também pela ‘Folha’ na segunda-feira, provocou a queda do ministro do Planeamento, Romero Jucá, captado a defender que, após o afastamento de Dilma Rousseff, se deveria "estancar a sangria" provocada nos meios políticos pela operação Lava Jato. 

* O Brasil a precisar de uma desinfestação.

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OS NEGÓCIOS

DA ZÉDUZITA


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FONTE: KLUBE-K - ANGOLA

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VIII-AMBIENTE FEROZ

2-FOGO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

“Slut” e “whore”. Há muitas mulheres a chamarem estes nomes a outras mulheres

Foram três semanas a analisar tweets. Metade dos insultos e ataques misóginos com as palavras "cabra" e "vaca" dirigidos a mulheres foram feitos por mulheres. O abuso é perpetuado pelos 2 géneros. 
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Os insultos contra as mulheres e as declarações misóginas nas redes sociais não são um exclusivo feito pelos homens. Assim o comprova um estudo feito pelo centro de estatística britânico Demos, divulgado esta quinta-feira e citado pelo Telegraph. Nele, conclui-se que as mulheres são responsáveis por 50% dos tweets com as palavras “slut” e “whore” (qualquer coisa como ‘cabra’ e ‘puta’) dirigidos a outras mulheres, com um tom agressivo.

No estudo foi analisado o Twitter no Reino Unido durante três semanas. Foram identificados 6500 utilizadores únicos, responsáveis ao todo por 10 mil tweets misóginos e agressivos. 50% dos agressores eram mulheres. Mas isto foi só no Reino Unido. Segundo o mesmo estudo, os números disparam a nível global: mais de 200 mil tweets de conteúdo machista foram enviados por 80 mil pessoas, nas mesmas três semanas.

Para assegurar que a contagem era feita de forma rigorosa, foi usado um algoritmo de linguagem que permitia identificar os casos em que “cabra” e “vaca” eram usados de forma agressiva e misógina e aquelas em que eram usados em “tom de conversa” tranquila ou de identificação de outras coisas, escreve o Telegraph. As conclusões para os primeiros casos não são boas.

“Este estudo dá uma nova perspetiva sobre o que pode ser uma experiência muito traumática para as mulheres” — ou seja, os ataques online. A declaração é de Alex Krasodomski-Jones, um dos investigadores do estudo. “Isto é uma chamada de atenção para o facto de não sermos tão bons cidadãos online como somos offline“, acrescentou. À luz deste estudo, os ataques misóginos são, assim, tão perpetuados pelas mulheres como são pelos homens.

* O feminino delicado.

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Neil Young

Old Man e Heart Of Gold

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HOJE NO   
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Justiça tem de pagar rendas de 12 anos 
se quiser sair do Campus

Estado comprometeu-se a pagar todas as rendas até 2028, o que implica uma despesa de 170 milhões. Ex-secretário de Estado deixou projeto para construção de novo tribunal

Se o Estado quiser retirar os tribunais e outros organismos do Campus da Justiça vai ter de pagar uma pesada fatura. Segundo fontes contactadas pelo DN, o vínculo assinado em 2008 pelo então governo de José Sócrates e o fundo imobiliário proprietário dos edifícios que estão no Parque das Nações (Lisboa), prevê o pagamento de todas as rendas até ao final do contrato em caso de saída antecipada do inquilino. Como o acordo tem um prazo de 20 anos e a renda mensal situa-se nos 1,2 milhões de euros, a fatura a pagar rondaria os 170 milhões de euros.
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Na terça-feira, à saída da comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, a ministra da Justiça, Francisca van Dunem, deixou em aberto a hipótese de o governo retirar os tribunais e os outros serviços do Campus de Justiça - nos 11 edifícios que o constituem estão, por exemplo, o Departamento de Investigação e Ação Penal, os tribunais de instrução criminal, de família e menores, de execução depenas, do comércio, marítimo, tributário e o tribunal administrativo. Neste espaço estão ainda os juízos criminais de Lisboa, tal como vários serviços ligados aos registos prediais e de automóvel.

"O ministério da Justiça está a avaliar a situação do Campus de Justiça, tal como outros, porque são situações em que há contratos de arrendamento que vão ter um termo, e, portanto, considerando o encargo financeiro que implica, nós precisamos aí, tal como noutros sítios, de fazer análises financeiras e ver se há alternativas mais amigáveis do ponto de vista financeiro." Imediatamente, as palavras da ministra foram lidas como se o governo estivesse a ponderar uma decisão para o curto-médio prazo. Porém, ontem, fonte do seu gabinete disse ao DN que Francisca van Dunem se referiu a uma eventual não renovação do contrato de arrendamento no final do atual. Isto porque, segundo a própria ministra, "o encargo financeiro é, de facto, superior a um milhão de euros, é uma brutalidade".

A "brutalidade" do contrato está ainda a ser investigado no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, num inquérito aberto em 2011. Ao que o DN apurou, podem estar em causa suspeitas de participação económica em negócio, mas a investigação ainda não está fechada. A assinatura do contrato de arrendamento dos imóveis do Campus de Justiça, em 2008, acabou por salvar o fundo imobiliário que os detinha, já que até então não tinha conseguido arrendar os prédios, correspondendo a uma área de 182 mil m2. 
Na altura, o fundo era participado pela Caixa Geral de Depósitos, o fundo de estabilização financeira da Segurança Social, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Fundo de Pensões do Banco de Portugal (que posteriormente vendeu a sua posição). Já este ano, o fundo Office Park Expo alienou este espaço por cerca de 223 milhões de euros a outro fundo internacional.

Uma das soluções neste caso poderia passar pela construção de um edifício junto ao atual Palácio da Justiça, no centro de Lisboa. O Ministério da Justiça é proprietário de um lote de terrenos situado nas traseiras do antigo tribunal de polícia. Segundo apurou o DN, o antigo secretário de Estado da Administração Patrimonial da Justiça Fernando Santo já equacionava na última legislatura a construção de um edifício, o qual serviria para instalar a área penal dos tribunais do Campus de Justiça, sobretudo os tribunais de julgamento dos processos-crime, libertando no Campus de Justiça mais espaço para os tribunais administrativos e tributários, já que o cíveis se encontram instalados no Palácio da Justiça.

Construção de um edifício
Na comissão parlamentar, a ministra da Justiça anunciou também a reabertura de 19 dos tribunais encerrados na última reforma do mapa judiciário, na sua maioria instalados "no interior rural e envelhecido" (ver caixa).

A reativação destes 19 tribunais, quatro na comarca de Vila Real, constou de um documento entregue por Francisca van Dunem aos deputados da comissão parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. A intenção do Ministério da Justiça é aproximar a justiça dos cidadãos, passando a ser praticados obrigatoriamente atos judiciais nas atuais 27 secções de proximidade. Outra forma de aproximar a justiça dos cidadãos é "através do desdobramento de secções de Família e Menores e da diminuição das respetivas áreas de competência territorial, com a atribuição dessa competência a algumas das instâncias locais", lê-se no documento.

* Esta brutalidade de dinheiro dá cá um cheiro a alvíssaras.

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PATINAGEM SINCRONIZADA

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EQUIPA CANADIANA
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HOJE NO 
"RECORD"

Federação Russa inclui Maria Sharapova
. na seleção olímpica

A Federação Russa de Ténis incluiu na seleção olímpica para os Jogos Rio'2016 Maria Sharapova, suspensa preventivamente por ter acusado a substância dopante meldonium, anunciou esta quinta-feira o presidente do organismo.
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À agência russa R--Sport, Shamil Tarpishev estimou que "até final da semana" esteja definida a participação de Sharapova nos Jogos Olímpicos.

Sharapova, medalha de prata nos Jogos Londres'2012, encontra-se suspensa preventivamente desde 12 de março pela Federação Internacional de Ténis.

A russa foi controlada a 26 de janeiro no Open da Austrália, num teste que revelou a presença do produto, proibido desde o início do ano.

Em abril, a Agência Mundial Antidopagem (AMA) suavizou as sanções por consumo do fármaco cardiovascular Meldonium, o que 'aliviou' cerca de 150 desportistas que acusaram positivo desde a sua proibição, a 1 de janeiro.

"Os casos em que a prova de dopagem contenha menos de uma micrograma de Meldonium, e que tenha sido tomado antes de 1 de março, serão equiparados aos ocorridos com esse fármaco antes de 01 de janeiro", informou a AMA em comunicado.

Nesses casos, esclarece, "admite-se que o atleta não consumiu o fármaco de maneira consciente depois da sua proibição".

No inverso, a investigação a um atleta prosseguirá se este reconhecer a sua ação, se existirem evidências de que consumiu Meldonium depois de 1 de janeiro ou se "a concentração da substância chegue aos 15 microgramas por mililitro de sangue, o que confirma um consumo recente".

O mesmo acontecerá se "a concentração se encontrar entre um e 15 microgramas por mililitro e o teste ter sido efetuado a partir de 1 de março", acrescenta a nota.

Assim, os atletas que acusaram testes positivos são considerados inocentes, serão amnistiados e poderão competir nos Jogos Olímpicos Rio'2016, notícia que foi saudada pelo Ministério do Desporto da Rússia, onde 40 atletas se encontravam suspensos, entre eles a tenista Maria Sharapova.

* Dada a qualidade do seu jogo, a presença da tenista valorizaria  a prova.

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MENSAGENS À FLOR DA PELE













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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

"Regresso às Aulas" 
arranca e volta a premiar 15 alunos

O "Jornal de Notícias", em parceria com a Staples, vai continuar a oferecer vales de 500 euros em compras a crianças e jovens com rendimento escolar de excelência e que vivem em situação de carência económica
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A iniciativa "Regresso às Aulas", uma parceria do "Jornal de Notícias" e da Staples, está de volta com a quarta edição a fim de premiar, novamente, 15 crianças, dos 7 aos 11 anos, que frequentaram o 1.º e 2.º ciclos no ano letivo de 2015/16 com elevado desempenho escolar e que vivem em situação de insuficiência económica. Aos vencedores será oferecido um vale de 500 euros em compras na Staples.

Ao longo dos últimos três anos, esta ação tem sido a prova cabal de que o sucesso no ensino não está diretamente ligado ao dinheiro, mas à vontade que cada jovem tem em aprender. Comum a todos os 35 vencedores é também o facto de terem encarregados de educação atentos e exigentes, cientes de que o êxito nos estudos pode resultar num futuro mais risonho para os filhos.

Ainda é cedo para saber se Maria Inês Martins, Ana Beatriz Vieira, Maria Rocha, Martim Caseiro, Luciana Leite, Juliana Silva, Rosana Sousa, Maria Surreira Albino, Evandro Lopes, Ana Rita Almeida, Luís Coelho, Catarina Cunha, Laura Macedo, Luísa Ribeiro e Maria Ribeiro, Tânia Neves, Alberto Almeida, Ekumby Travessa, Adriana Gonçalves, Ana Rita Pinto, Inês Cunha, Ricardo Ribeiro, Marta Teixeira, Bárbara Ferreira e Abel Piedade, Tiago Oliveira, Nicole Dias, Inês Nunes, Carolina Mendes, Luís Cunha, Sofia Braga, Duarte Azenhas, João Paulo Dias e Raquel Pires, os vencedores das edições anteriores, vão ter as profissões com que sonham, mas, pelo menos, já lhes foi dada a oportunidade de terem um arranque do ano letivo bem mais colorido e com as mochilas recheadas de todo o material necessário para manterem o elevado desempenho que lhes valeu o prémio.

E é essa experiência que o JN e a Staples querem voltar a proporcionar no próximo ano escolar. Por isso, os encarregados de educação têm até 15 de julho para se habilitarem a um dos vales, sendo que nesta edição há novas regras.

Para além do atestado de insuficiência económica e do comprovativo do rendimento escolar do aluno, o processo de candidatura terá, obrigatoriamente, de incluir os dados do encarregado de educação (nome, idade, morada completa e contacto telefónico), fotocópias dos cartões de cidadão, e uma carta a explicar as razões pelas quais concorre. Todos estes documentos devem ser enviados para a morada Edifício Jornal de Notícias, Direção de Marketing, Rua de Gonçalo Cristóvão, 195, 4049-011 Porto; ou para o endereço de email marketing.jn@jn.pt. A divulgação dos 15 premiados será feita a 24 de julho.

* Apesar de esta notícia ter patrocínio publicitário merece-nos toda a atenção, premiar crianças num país onde não são muito bem tratadas é digno de destaque. Não temos pruridos em afirmar que a Staples investe  numa acção bem solidária.

** REGULAMENTO
1. A "Global Notícias, Publicações, S.A.", através da sua publicação Jornal de Notícias, organiza uma iniciativa denominada "REGRESSO ÀS AULAS".

2. Esta iniciativa destina-se a promover e premiar o sucesso escolar de crianças com idades entre os 7 e os 11 anos, devendo a candidatura ser realizada pelos pais ou encarregado de educação.

3. A iniciativa "REGRESSO ÀS AULAS" é promovida pelo "Jornal de Notícias" e visa a atribuição de 15 vales de 500euro oferecidos pela Staples.

4. Esta iniciativa terá os seguintes prazos:

a. Envio das candidaturas até 15 de julho de 2016;

b. Seleção das candidaturas de 18 a 22 de julho 2016;

c. Os 15 premiados serão divulgados dia 24 de julho de 2016;

d. Acompanhamento trimestral das crianças selecionadas (até ao final do ano letivo 2016/2017).

5. A participação nesta ação pressupõe o envio do atestado de insuficiência económica emitido pela Junta de Freguesia à qual pertencem os participantes, o comprovativo de rendimento escolar das crianças emitido pelo estabelecimento de ensino com as respetivas notas de avaliação, os dados pessoais (BI, NIF, morada e contacto telefónico) e as razões da candidatura, devendo os filhos dos participantes frequentar o 1.º ou o 2.º ciclos (1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 5.º e 6.º anos) relativo ao ano letivo 2015/2016. Os elementos referidos devem ser enviados para: Edifício Jornal de Notícias, Direção de Marketing, Rua Gonçalo Cristóvão, 195, 4049-011 Porto ou para o endereço de email marketing.jn@jn.pt, conforme indicado no anúncio da presente ação que será publicada no JN, DN, O JOGO, quer em papel quer on-line e na TSF - rádio e online.

6. A escolha das 15 crianças premiadas será feita por um júri composto por elementos da Staples e Jornal de Notícias, visando premiar os alunos com as melhores notas inseridos em agregados familiares que apresentem uma situação de insuficiência económica.

7. Os vales da Staples têm que ser utilizados numa única compra de valor igual ou superior ao valor nominal do vale (500euro). Podem ser utilizados na compra de quaisquer produtos comercializados nas lojas Staples (à exceção de cheques-brinde) e não são convertíveis em dinheiro. A ida à loja para desconto do vale será agendada pela Global Notícias e a respetiva reportagem publicada no Jornal de Notícias ou em qualquer outra publicação da Global Notícias, Publicações S.A., quer em papel, quer online, bem como nas respetivas redes sociais.

8. A Global Notícias, Publicações S.A. reserva-se o direito de publicar o nome, sobrenome, idade e cidade em legenda às fotografias e vídeos das crianças vencedoras para efeitos de conteúdo editorial ou promocional relacionado com a presente iniciativa, sem que por isso tenham direito a qualquer compensação.

9. A Global Notícias, Publicações S.A. reserva-se o direito de acompanhar trimestralmente o desenvolvimento académico dos alunos selecionados, que consiste na publicação das notas trimestrais ou evolução de cada criança promovendo e encorajando o seu mérito e empenho, a título de exemplo para todas as crianças.

10. Os pais ou encarregado de educação das crianças vencedoras serão contactados pela direção de marketing do Jornal de Notícias, de forma a agendar local e hora para entrega dos vales e acompanhamento das compras efetuadas. Para o levantamento dos vales deverá ser apresentado o original do bilhete de identidade. Sem a apresentação deste não se procederá à entrega dos referidos prémios.

11. A impossibilidade de receber os prémios dentro do prazo fixado no presente regulamento não confere aos vencedores o direito a qualquer compensação.

12. No caso de os prémios não serem atribuídos a algum dos 15 vencedores, por motivo não imputável à Global Notícias, Publicações S.A., consideram-se vencedores os participantes classificados nos lugares imediatamente seguintes, por ordem de classificação.

13. É vedada a participação nesta iniciativa "REGRESSO ÀS AULAS" a administradores ou trabalhadores da Global Notícias e da Staples, ou de outras entidades que com elas se encontrem em relação de grupo, bem como de administradores ou trabalhadores dos operadores que prestem serviços no âmbito da presente iniciativa. Não é ainda permitida a participação de todos aqueles que se encontrem objetivamente em condições de beneficiarem ilegitimamente de informação privilegiada e não pública, relacionada com esta ação. Também não poderão participar nesta iniciativa os premiados em edições anteriores.

14. Os prémios correspondentes ao passatempo objeto do presente regulamento não poderão ser convertidos em outros prémios ou dinheiro. Os prémios serão atribuídos em data a combinar com os premiados até 9 de setembro de 2016.

15. A Global Notícias, Publicações, S.A. reserva-se o direito de alterar o presente regulamento, sem necessidade de aviso prévio, passando as novas regras a vigorar logo a partir da respectiva divulgação.

16. Quaisquer dúvidas relativamente ao passatempo e respectivas regras poderão ser esclarecidas através do telefone 222 096 289, disponível nos dias úteis das 9h às 12h e das 14h30 às 18h ou através do e-mail marketing.jn@jn.pt

17. A participação nesta iniciativa pressupõe o conhecimento e a aceitação sem reserva das regras estabelecidas no presente regulamento.


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