terça-feira, 24 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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1.Crush List
As 99 mulheres que os homens mais desejam

Todos os anos a revista britânica AskMen pergunta aos homens de todo o mundo quais são as mulheres que eles mais desejam. A lista dos amores proibidos foi publicada recentemente: nasceu a Crush List 2016, com as 99 senhoras que andam a partir os corações do mundo masculino. Elas conquistam porque têm um rosto belíssimo, porque eles não resistem aos seus corpos atléticos ou então simplesmente porque são muito boas. Leia-se, muito boas no que fazem, porque nesta lista fica evidente que o interior interessa mesmo: eles gostam de mulheres bem-sucedidas.
Começamos com 12 a contar do fim.


99-Olivia Wilde, 32 anos, atriz,
Estados Unidos da América


98-Krysten Ritter, 34 anos, atriz,
 Estados Unidos da América.



97-Michelle Jenneke, 22 anos, 
atleta, Austrália.



96-Jessica Lucas, 30 anos, 
atriz, Canadá.



95-Allison Stokke, 27 anos, atleta, 
Estados Unidos da América.




94-Arika Sato, 27 anos, personalidade de televisão, 
Estados Unidos da América.



93-Victoria Beckham, 42 anos, designer de moda, 
Reino Unido.




91-Tatiana Maslany, 30 anos, atriz, 
Canadá.


90-Tia Blanco, 19 anos, surfista, 
Nicarágua.



89-Sydney Leroux, 26 anos, futebolista, 
Canadá.


88-Rita Ora, 25 anos, cantora, 
Kosovo.

87-Elizabeth Olsen, 27 anos, atriz, 
Estados Unidos da América.


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GRANDES LIVROS/23

AUTORES DO MUNDO


3- OS MISERÁVEIS

VICTOR HUGO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Direcção do Instituto da Segurança Social
. afastada sem direito a indemnização

"Os actuais membros do conselho directivo do ISS encontravam-se nomeados, desde Julho de 2015, por despachos do anterior membro de Governo da tutela e foram hoje ouvidos, em sede de prévia audiência, sobre os fundamentos da projectada dissolução do conselho directivo, a produzir efeitos ao próximo dia 29 de Maio", disse o Ministério da Segurança Social em comunicado.
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Ana Clara Birrento, Jorge Manuel de Almeida Campino, Luís Monteiro e Paulo Ferreira que compunham o conselho directivo do Instituto da Segurança Social são demitidos de funções e exonerados, pelo que não terão direito a qualquer indemnização já que estão em funções há menos de um ano, segundo esclareceu fundo do Governo ao Económico.

A justificação para esta demissão é a "na necessidade de imprimir nova orientação à gestão", refere ainda o comunicado do ministério tutelado por Vieira da Silva.

Este Governo já afastou mais de 80 dirigentes do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e do ISS.

"Um dos principais eixos estratégicos do actual Governo consiste na promoção de 'Mais Coesão, Menos Desigualdades', assumindo-se claramente a prioridade de defender e reforçar o Estado Social, de prosseguir uma estratégia de combate à pobreza e à exclusão social, de garantir a sustentabilidade da segurança social e a reposição dos mínimos sociais. Para cumprir tais prioridades é necessária uma profunda mudança de estratégia nas políticas públicas que têm vindo a ser desenvolvidas, protegendo e reforçando as políticas sociais, com os objectivos de aumentar a estabilidade de vida dos trabalhadores, desempregados e pensionistas, reduzir a pobreza e as desigualdades sociais, bem como promover a natalidade. O Instituto de Segurança Social, I.P. ocupa um papel primordial na operacionalização da referida mudança estratégica e na prossecução, designadamente, dos objectivos consagrados no mencionado Programa", diz o ministério em comunicado.

O Económico apurou que a nova equipa de gestão do Instituto da Segurança Social deverá ser nomeada nos próximos dias.

Segundo o Ministério da Segurança Social caberá caberá à nova gestão do Instituto traçar uma nova abordagem "no desempenho das suas atribuições e competências, com a adopção de novas práticas na gestão dos recursos ao seu dispor, quer humanos, quer materiais, e do desejável aumento da capacidade de resposta direccionada aos novos e exigentes desafios que se colocam ao país em geral, e à área da segurança social, em particular. Tal mudança de estratégia apenas será possível de concretizar imprimindo uma nova orientação à gestão do Instituto da Segurança Social, a qual passa, incontornavelmente, pela alteração da composição do conselho directivo, de forma a conferir uma nova dinâmica à prossecução das prioridades e objectivos ora delineados para esta área de actuação."

* Era uma direcção nomeada em final de mandato pelo sr. Mota da Lambreta. Desejamos que a próxima direcção não seja um  acolhimento de boys e girls do largo do Rato.

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 3- A BELEZA


DOS DIAGRAMAS


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Donos de cão que atacou menina
 pagam 45 mil euros 

Ataque ocorreu na tarde do dia 9 de novembro de 2005. 

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) condenou os donos de um 'rottweiler' a pagar solidariamente com uma seguradora 45 mil euros de indemnização a uma sobrinha que foi atacada pelo animal, quando tinha cinco anos. 
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O caso ocorreu na tarde do dia 9 de novembro de 2005, quando a menina estava a brincar com uma prima, de 15 anos, no pátio da casa dos réus, na Quinta do Conde, em Sesimbra. A determinada altura o cão, que tinha sido deixado solto e sem açaime, atacou a menor e só a largou quando uma vizinha lançou uma mangueira para o quintal, conseguindo distrair o animal. 

Na sequência deste episódio, a menina sofreu vários ferimentos numa das coxas, nos braços e na cabeça, tendo ficado com cicatrizes permanentes, medo persistente de animais e vergonha de mostrar o seu corpo perante terceiros. 

O Ministério Público de Sesimbra decidiu arquivar o inquérito por considerar insuficientes os indícios para acusar o dono do cão de ofensas à integridade física por negligência. No entanto, os pais da menor avançaram com uma ação cível contra os donos do 'rottweiler' e a seguradora a reclamar o pagamento de uma indemnização de 60 mil euros por danos não patrimoniais. 

Na primeira instância, os réus foram condenados a pagar solidariamente 45 mil euros à vítima, mas a Relação de Évora entendeu que como o valor da indemnização era inferior ao do capital seguro, devia ser apenas a seguradora a suportar o seu pagamento. 

O caso chegou ao STJ que num acórdão, datado de 3 de maio, revogou a decisão da Relação e confirmou o acórdão da primeira instância, concluindo que a lesada pode exigir o cumprimento a qualquer dos devedores, sendo que a seguradora apenas responderá até ao limite do seguro. 

No acórdão, os juízes conselheiros lembram que o acidente ocorreu num espaço privado a que o animal estava habituado e perante pessoas com quem estava familiarizado, pelo que "não seria exigível que o cão fosse mantido permanentemente preso e limitado ao seu alojamento". 

"É certo que o réu, entretanto, se ausentou da casa, deixando o cão solto no logradouro, fora do seu controle. Por isso, é, sem qualquer dúvida, responsável pelo que veio a suceder, como foi reconhecido", lê-se no acórdão.

* É uma Justiça reduzida quando se levam quase 11 anos para resolver um caso destes, Portugal com esta "velocidade" perde em qualidade democrática.

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VII-CIDADES
PERDIDAS


2- ATLÂNTIDA

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* Depois de "CIDADES OCULTAS" iniciamos neste horário e etiqueta "PEIDA URBANA"  a série "CIDADES PERDIDAS", histórias fabulosas que vai gostar de ver e ouvir. Obrigado por nos visitar.

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HOJE NO
"OBSERVADOR"
Capacetes azuis: 
rede corrupta desvia alimentos

O jornal espanhol El País conta que foi montada uma rede corrupta dentro do destacamento de capacetes azuis no Líbano. O esquema consiste em vender as sobras da comida enviada às tropas da ONU aos mercados locais. Os alimentos são vendidos mais baratos aos comerciantes, uma vez que não têm taxas, e permitem aos capacetes azuis arrecadar lucros que podem chegar aos 4 milhões de euros anuais. Estes valores são divididos entre os soldados das Nações Unidas envolvidos nesta rede e os condutores libaneses que distribuem os produtos, e dizem respeito a apenas cinco dos 21 postos de distribuição de comida da ONU no Líbano.

A denúncia foi feita pelos consumidores, que detetaram os produtos nos mercados locais, uma vez que ainda tinham os rótulos que diziam que os produtos eram para uso exclusivo das tropas e que não deviam ser vendidos. Tanto as Forças Interinas das Nações Unidas no Líbano (Unifil, na sigla em inglês) como o Ministério da Economia Libanês têm investigações em curso, mas até agora nenhum soldado foi sancionado.
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Esta é uma situação que se arrasta há uma década e aos olhos de todos. Os alimentos destinados às Forças da Paz chegam às prateleiras dos supermercados ainda com os rótulos, que dizem que aqueles produtos se destinam exclusivamente à Unifil e que a sua venda é proibida. Um trabalhador da subsidiária libanesa, que trata da distribuição, garante que o esquema esteve operacional entre 2010 e 2015. Há, no entanto, relatos de fraude já em 2006.

Um relatório da ONU divulgado pela Wikileaks mostra que o negócio serve os capacetes azuis que lucram com o excedente de comida, os condutores libaneses que vêm o seu salário duplicado ou triplicado e os comerciantes locais que compram produtos de qualidade, por metade do preço de mercado e isento de taxas. De entre os cinco destacamentos que atuam no Líbano, os que mais lucram com esta rede são o do Gana e o de Itália.

Auditorias feitas pela ONU já tinham detetado que a quantidade de comida enviada às Forças da Paz é excessiva, no entanto, um trabalhador da Unifil contou ao jornal espanhol que o destacamento ganês queixou-se à ONU de que passavam fome, dias depois de terem recebido comida. O batalhão ganês esteve sob investigação pela revenda de noodles. A mesma fonte conta que os excedentes do destacamento malaio eram movimentados pelo batalhão ganês, uma vez que este tem contactos no mercado.

A Unifil está a levar esta situação a sério e está a fazer uma auditoria interna exaustiva, que até foi adiantada seis meses em relação à data prevista.

Os capacetes azuis da ONU atuam no Líbano há 38 anos e velam pela paz na fronteira entre o país e Israel e tentam controlar a ação da milícia do Hezbollah.

* Na história do homem há sempre alguém que lucra com o sofrimento alheio!
Que grande vergonha para os militares da ONU.

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RUI TAVARES

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A batalha do nosso tempo

É impossível saber, à hora a que escrevo, quem ganhou as eleições presidenciais na Áustria. Os dois candidatos rivais estão tão empatados que vai ser necessário esperar até amanhã pela contagem dos votos por correspondência. Necessário — e importante. [Nesta segunda-feira, soube-se que venceu o candidato ecologista].

Muita gente ouviu falar destas eleições porque o candidato da extrema-direita, Norbert Hofer, um político anti-imigração e anti-refugiados que faz gala de transportar consigo uma pistola Glock, ganhou a primeira volta das eleições. Mas isso foi só metade da história. A outra metade estava relacionada com a total implosão dos partidos clássicos do centro, tanto democratas-cristãos como sociais-democratas.

Houve quem desvalorizasse esta eleição porque o cargo de Presidente da República na Áustria tem uma dimensão sobretudo simbólica. Creio que essa desvalorização é um erro. É precisamente pela sua dimensão simbólica que esta eleição deve merecer toda a atenção: saber se há um país em que mais de metade dos eleitores preferem ter por representante da nação um semifascista é decisivo, não só para a Áustria, mas para toda a Europa. E também nessa desvalorização se sentiu a implosão dos partidos tradicionais: não só falharam em ter candidatos que passassem à segunda volta como evitaram ter uma posição clara de oposição ao candidato da extrema-direita, o que não deixa de ser sintomático de uma erosão de valores democráticos análoga ao dos anos 30, quando as democracias europeias se escusaram a apoiar a República espanhola contra o franquismo.

Pouco se falou, pois, do outro candidato que passou à segunda volta, Alexander Van der Bellen, um político dos Verdes austríacos, pró-imigração e ele próprio filho de refugiados russos (o apelido é holandês porque os seus antepassados mais remotos emigraram da Holanda para a Rússia).

A grande batalha política nestes tempos de crise dos direitos humanos, globalização assimétrica e desorientação europeia já não é apenas entre esquerda e direita. Ela conta com pelo menos três outras dimensões.

Em primeiro lugar, ela é uma batalha entre autoritários e libertários. Nos EUA, os cientistas políticos têm encontrado uma maior correlação entre a preferência pelo autoritarismo e o voto em Trump do que entre quaisquer outros fatores descritivos do eleitorado como a classe, a idade ou o rendimento.

Em segundo lugar, trata-se de uma batalha entre comunitarismo e cosmopolitismo, ou seja, entre quem acha que a política deve servir apenas para proteger “os nossos” e quem entende que a política deve sobretudo servir para concretizar a universalidade dos direitos humanos. Van der Bellen em nenhum momento aceitou recuar nas suas posições de apoio aos refugiados e de construção de uma solução europeia para a crise presente, por muito impopulares que essas posições sejam hoje. Merece parabéns pela coerência.

Em terceiro lugar, esta batalha opõe quem leva a sério os limites do planeta e o respeito pela natureza e quem acha que essa preocupação não passa de conversa fiada.

É por isso relevante, e até decisivo, que pela primeira vez um candidato de esquerda ecológica, libertária e cosmopolita possa ganhar eleições presidenciais na Europa. Fico a torcer por ele.

IN "PÚBLICO"
23/05/16

NR: Ganhou VAN DER BELLEN, uf, uf!

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879.UNIÃO


EUROPEIA


PARABÉNS SR. PRESIDENTE


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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Russos tentaram infiltrar-se no 
Instituto dos Registos e do Notariado

Os russos têm estado ativos nos países aliados da Nato. No início do mês foi apanhado e expulso um da Lituânia

Portugal tem estado na mira da estratégia de espionagem russa, tal como outros países que fazem parte da Aliança Atlântica.

No ano passado, a revista Sábado deu conta de uma operação de contraespionagem do SIS, levada a cabo em 2013, que detetou uma tentativa de intrusão das secretas russas no Instituto dos Registo e do Notariado (IRN).
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Os agentes queriam aceder à informação civil e empresarial guardada no IRN através de um funcionário da instituição. A Sábado contou que foram expulsos dois funcionários/espiões da Embaixada da Rússia.

Ao contrário do que aconteceu no presente caso do espião português, Júlio Pereira nada terá comunicado ao Ministério Público para que as suspeitas fossem investigadas. Esta notícia, contudo, serviu de álibi às secretas para justificar um varrimento eletrónico (para detetar escutas) no gabinete do presidente do IRN, António Figueiredo, quando este estava a ser investigado pela PJ no âmbito do inquérito dos vistos gold. Um dos elementos do SIS que estava na equipa de varrimento era o próprio diretor do SIS, Horácio Pinto, amigo de António Figueiredo. Foi tudo observado e filmado pelos inspetores da PJ que estavam a vigiar Figueiredo. A Sábado contou que as duas operações, a de contraespionagem e a dos vistos gold, acabaram por se cruzar. Nos interrogatórios, António Figueiredo referiu ao juiz Carlos Alexandre essa situação, quando questionado sobre o varrimento. O juiz tinha dúvidas sobre se aquela medida de despistagem de escutas teria sido para detetar os russos ou uma tentativa de António Figueiredo saber se estava a ser controlado pela PJ.

No início do mês, a Lituânia anunciou a detenção de um russo acusando-o de espionagem a favor de Moscovo. Segundo a Procuradoria-Geral de Vilnius, tratava-se de um agente das secretas russas que "tentou infiltrar-se nas instituições governamentais, forças da ordem e serviços de informações lituanos", para influenciar a tomada de decisões.

Em 2008, houve outro caso, desta vez na Estónia, a envolver a detenção de outro espião russo. Este com uma particularidade que o liga a Portugal: era portador de um passaporte português. Na altura, o Expresso revelou que "Jesus", como era conhecido nos meios diplomáticos de Tallinn, foi o protagonista de "um dos maiores escândalos de espionagem do pós-Guerra Fria". Era o agente de ligação entre o chefe do departamento de segurança do Ministério da Defesa da Estónia e a secreta russa. 

Durante cerca de uma década o russo com nacionalidade portuguesa passou informações a Moscovo, entre as quais matérias classificadas da Nato e da União Europeia. Herman Simm, 61 anos, atuava em equipa com a sua mulher, Heete, advogada na sede nacional da polícia estónia. O Times sugeria que o espião tenha passado durante duas décadas detalhes sobre mísseis de defesa e armas estratégicas de nova geração.

* Filhos de Putin!

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81-BEBERICANDO

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Como fazer Apple Vodka
com Rodrigo Cáceres - Zacarias Cover


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VIII- PÁTRIA JURÁSSICA
2- ENTELODONTE
(PREDADORES)

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HOJE NO
"RECORD"

Vicente Lucas teve alta médica

O Belenenses informou esta terça-feira que Vicente Lucas, antiga glória do clube, já teve alta médica após ter sido submetido a uma cirurgia para amputação.
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O antigo jogador dos azuis e da Seleção Nacional, de 80 anos, deixou o Hospital de São Francisco Xavier e vai agora receber cuidados numa casa de repouso.

O clube do Restelo aproveitou para agradecer as mensagens de apoio e solidariedade para com Vicente Lucas.

* Vicente Lucas foi um excelente médio, jogou na mítica selecção de 1966 onde a sua principal tarefa foi travar Pélé no jogo com o Brasil, secou-o.
Desejamos as melhoras.

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Bob Dylan

Hotline Bling

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HOJE NO    
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Catástrofe pode afetar 
500 milhões de pessoas

A revista científica "Science Advances" publicou um estudo como sinal de alerta para mais de 500 milhões de pessoas que vivem nos deltas dos grandes rios.

Geofísicos anunciaram que uma catástrofe pode afetar mais de 500 milhões de pessoas estabelecidas em zonas próximas a deltas fluviais - acidente geográfico formado pela acumulação de sedimentos fluviais. 

A investigação foi publicada a semana passada, na revista científica "Sciente Advances".
A equipa de cientistas britânicos e norte-americanos recreou em condições de laboratório uma inundação provocada pelo aquecimento global. As cheias de grandes rios como o Nilo, o Amazonas, o Ganges ou o Mississippi provocariam graves inundações nos vastos territórios dos seus deltas. 
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A experiência dos geofísicos demonstrou que o alcance de uma catástrofe semelhante chegaria a mais de 500 milhões de pessoas.

A equipa partiu do princípio de semelhança hidrodinâmica e criou um modelo de inundação para analisar o seu mecanismo e os fatores que a provocam. O aumento do nível das águas do mar, juntamente com as tempestades e a intervenção humana provocam a erosão do aluvião, depósito de matérias orgânicas e inorgânicas deixado pelas águas.

De acordo com os cientistas, o estudo ajudará a tomar as medidas necessárias para reduzir as consequências dos desastres naturais e salvar milhões de vidas.

* Quem ouve os cientistas?

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VITIMA ERRADA

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Caldeira Cabral:
 "Não nos resignamos à ideia 
de haver património histórico a cair"

O ministro da Economia não quer ver monumentos fechados ou "ao abandono". O turismo poderia aproveitá-lo para se dinamizar e crescer, ao abrigo de uma nova estratégia que está a ser definida para a próxima década.
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O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, defendeu esta terça-feira, 24 de Maio, a necessidade de aproveitar o património histórico existente para a dinamização do sector do turismo.

"Não nos resignamos à ideia de haver património histórico a cair e ao abandono", posicionou durante a apresentação da estratégia para o sector na próxima década.

No Convento de Cristo, em Tomar, o político deu como exemplo a realização de congressos para esta valorização. "Portugal tem demasiado património fechado", lamentou.

Caldeira Cabral acrescentou que é necessário "acentuar a relação de parceria e não de antítese" entre os espaços e os agentes do sector.

Para o ministro da Economia, Portugal tem de se adaptar a novos públicos como China e Estados Unidos da América. "Temos de nos preparar para dar melhor resposta a estas diferenças culturais", acentuou.

O político reconheceu ainda, no seu discurso, que a oferta nacional está a crescer em número e qualidade, muito devido aos trabalhadores, "o nosso melhor recurso".

"Num momento em que se batem recordes", Caldeira Cabral considerou que é a altura certa para definir uma estratégia a longo prazo para o sector. "Os próximos meses são também para ouvir", lembrou.

A nova estratégia – que define 10 desafios para o sector até 2027 – avança agora para debate público nos próximos meses, envolvendo agentes de dentro e fora do sector. O documento enquadrará o novo quadro comunitário de apoio 2021-2027.

O sector do turismo representa 15,3% das exportações nacionais e representa 8,2% do emprego em Portugal.

Para dinamizar o sector, o Governo já lançou linhas de investimento no valor global de 110 milhões de euros com vista à qualificação da oferta e aposta na inovação e empreendedorismo.

A redução da taxa do IVA, o lançamento de um programa de captação de novas rotas aéreas ou as medidas previstas no Simplex+, com vista à desburocratização e simplificação dos licenciamentos dos empreendimentos turísticos, são outros exemplos.

* A grande diferença entre este governo  e o anterior é que o actual tem um número considerável de ministros a dizer coisas sensatas, no de Coelho/Portas abundavam as baboseiras.

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