segunda-feira, 23 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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2.Mongólia

Selvagem


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7-OUT OF CONTEST

FOR PINA BAUSCH

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BALLET MODERNO NUMA DAS SUAS MAIS BELAS EXPRESSÕES




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

CP confirma venda de 
“Locomotiva Histórica” 

Locomotiva estava na estação do Tua. 

A CP confirmou esta segunda-feira que vendeu a "Locomotiva Histórica" estacionada na estação do Tua a um interessado estrangeiro, sem referir a nacionalidade. "Quando a CP tem material [ferroviário] circulante que já está retirado do seu serviço comercial e para o qual não prevê futuras oportunidades de utilização no contexto da sua atividade, são avaliadas várias possibilidades, nomeadamente, o potencial interesse histórico e/ou museológico, avaliado pela Fundação do Museu Nacional Ferroviário", explicou hoje à Lusa a empresa ferroviária nacional. 


No caso da "Locomotiva Histórica" estacionada na estação do Tua, a CP assinala que foram seguidos estes procedimentos e refere que, na sequência das avaliações feitas, aquele material circulante foi efetivamente vendido a um comprador estrangeiro, que já havia manifestado interesse no negócio. 

Segundo a CP, há interesse em "preservar" o espólio, apontando a alternativa de encontrar "potenciais interessados" na sua aquisição para eventual futura utilização. 

No dia 11 de março, o presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, distrito de Bragança, pediu ao Governo que exigisse a reversão do processo de venda de "locomotiva histórica" que esteve estacionada na estação do Tua. 

A autarquia atribuía o negócio à Infraestruturas de Portugal (IP) que já se demarcou do processo, enviando uma nota à agência Lusa onde informa que a venda/alienação de material circulante ferroviário não é da sua competência. O Bloco de Esquerda (BE) havia anunciado na altura que questionou o Governo sobre as condições do processo de venda da "locomotiva histórica. Para o BE, o desmantelamento do património histórico da ferrovia configura uma decisão "atentatória do património histórico-cultural da região e, em particular, da própria CP". 

* A venda não configura crime mas é uma barbaridade cometida contra o património.

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 MINUTOS DE

CIÊNCIA/102


2-TRUQUE


ADIVINHAR UM DIA NUM 
CALENDÁRIO COM QUADRADOS

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HOJE NO
"OBSERVADOR"
O espião “certinho” que foi apanhado
 a vender segredos à Rússia

O espião português detido no sábado passado, em Itália, por suspeitas de estar a vender informações a um funcionário dos serviços secretos russos, mudou radicalmente de perfil pessoal a meio do seu percurso na agência de espionagem interna portuguesa, apurou o Observador junto de antigos funcionários do Serviço de Informações e Segurança (SIS) que trabalharam com ele. 
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Frederico Carvalhão Gil, licenciado em Filosofia, é um homem “intelectualmente superior”, diz um antigo colega. Quando entrou para os serviços de intelligence chegava a ser gozado pelos colegas pela sua correção considerada excessiva, incapaz sequer de dizer um palavrão (dos mais ligeiros).

Um divórcio complicado terá desencadeado um processo de desestruturação da sua vida pessoal. Habituado a vê-lo como intelectual e “certinho”, um colega que passou algum tempo no estrangeiro surpreendeu-se quando o viu de rabo-de-cavalo e a fazer vida noturna. Passou de um extremo para o outro e “mudou a personalidade”, explica a mesma fonte. Entretanto, começou a relacionar-se com uma cidadã georgiana, a mulher de leste referida pelo Expresso, que terá levantado suspeitas a um serviço de informações estrangeiro por o ter acompanhado a um curso internacional.

Fonte ligada ao processo confirmou ao Observador que Carvalhão Gil é suspeito de vender informações a um espião russo do SVR, também ele detido. Segundo esta mesma fonte, o espião português e o espião russo não foram detidos em flagrante delito, mas no comunicado da Policia Judiciária (PJ) é referido que existem provas “com relevante valor”.

O espião detido exerceu cargos de direção intermédia nos serviços. Ao que apurou o Observador, terá sido diretor de pesquisa do Contraterrorismo em finais dos anos 90 e início dos anos 2000. Era uma responsabilidade operacional, refere outra fonte ligada aos serviços. Os responsáveis pela pesquisa, nesta época, tinham a seu cargo a gestão das fontes — os chamados “agentes”, que passam a informação aos funcionários da agência secreta. Recentemente, Carvalhão Gil não tinha funções desta natureza e estaria mais afastado do fluxo de informações sensíveis do SIS.

O seu percurso pessoal e profissional também se terá ressentido de um “gravíssimo problema de coração” que o fez correr perigo de vida, recorda o mesmo ex-colega. Este antigo funcionário dos serviços de informações faz um paralelo com o caso do piloto alemão que fez despenhar um avião nos Alpes, e sobre o qual havia numeroso indícios de instabilidade psicológica. “No fundo, agora até acaba por não ser uma notícia inesperada, tendo em conta este perfil que mudou profundamente”.

O espião português terá viajado até Itália com o propósito de vender informações reservadas e chegou a receber o dinheiro da transação efetuada com o funcionário dos serviços de informações russos. A detenção dos dois suspeitos terá ocorrido em separado e após terminada esta alegada transação.

“Apanhar uma toupeira é a coisa mais difícil para um serviço de informações”, diz ao Observador um antigo dirigente dos serviços, que admite estar “em choque” com esta notícia, assim como está a geração que esteve na fase inicial dos serviços com o funcionário agora detido. “É um ato de coragem do atual diretor-geral do SIS, a quem tiro o chapéu”, afirma o antigo espião. “As coisas têm de ser vistas com realismo: apesar de ser um momento triste, esta é uma grande vitória dos serviços de informações portugueses, porque é muito difícil fazer este tipo de operações”.

Todo o mundo da intelligence tem uma espécie de código: é tão importante apanhar um espião estrangeiro hostil, como um agente do próprio serviço que trabalhe para outros serviços. Tão importante quanto saber o que os outros sabem, é fundamental “saber o que os outros sabem de nós”. Daí que este antigo dirigente das secretas realce a importância desta ação. “Isto quer dizer que a nossa contra-intelligence é eficaz. O problema agora é perceber há quanto tempo é que ele estava a passar informações e quais é que passou”.

A conta de Facebook em nome de Frederico Carvalhão Gil exibe uma série de posts alusivos à Geórgia, a temas relacionados com a Rússia, e também com a maçonaria, à qual o espião pertenceria.

As informações oficiais da PJ e da PGR
Em comunicado, a PJ apenas refere “a existência de suspeitas da prática de um crime de espionagem, por parte de um funcionário, a favor de um serviço de informações estrangeiro”.

A Procuradoria-Geral da República, num comunicado emitido após o texto da PJ, confirma que estão a ser investigadas “suspeitas de transmissão de informações, a troco de dinheiro, por parte de um funcionário português a um cidadão estrangeiro supostamente ligado a um serviço de informações estrangeiro”.

Foi o próprio SIRP — Serviço de Informações da República Portuguesa que detetou “a toupeira” — termo usado para definir um agente secreto que passa informações a outro serviço de informações — e fez a respetiva participação criminal no Ministério Público (MP) por suspeitas do crime de espionagem e violação do segredo de Estado. A partir daqui, o MP e a Judiciária tomaram conta do caso.

Segundo o comunicado da PJ, foi desencadeada “uma complexa e sensível operação, que decorreu desde o final da passada semana e findou ontem, na sequência da qual foi possível esclarecer factos referentes à prática dos crimes de espionagem, corrupção e violação de segredo de Estado”.
Fruto da excelente articulação entre o Ministério Público, a Polícia Judiciária e o Serviço de Informações de Segurança, bem como ao nível da cooperação internacional com as autoridades italianas, foram detidas duas pessoas, em Roma, pela presumível prática dos crimes de espionagem, corrupção e violação de segredo de Estado”, lê-se no texto da PJ
O comunicado revela ainda que já foi iniciado o processo de extradição:
Os dois detidos, a quem foram apreendidos elementos com relevante valor probatório, foram presentes à Autoridades Judiciárias italianas competentes, tendo sido determinado que aguardem a extradição em prisão preventiva.
Apesar de o segundo detido ser de outra nacionalidade, pode dar-se o caso de vir a ser extraditado para Portugal, uma vez que a operação foi feita recorrendo a mandados de detenção europeus.

Buscas domiciliárias em Portugal
No comunicado da Procuradoria-Geral da República sobre a operação “Top Secret”, assim se chama, acrescenta-se que, ao mesmo tempo que em Roma eram detidos os dois homens, “foram realizadas, igualmente, buscas domiciliárias em Portugal”.

Os suspeitos estão detidos em Itália.

As autoridades portuguesas fizeram deslocar funcionários a Itália, sendo que a operação contou com o apoio das autoridades italianas, da Interpol e do Eurojust. O MP é apoiado nesta investigação pela Unidade Nacional de Combate ao Terrorismo da PJ.

* Uma história de faca e alguidar.

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III-TERRA SÚOR

E TRABALHO

5-GADO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

JS quer drogas leves a financiar
. Orçamento do Estado

O texto, cujo primeiro subscritor é o líder da organização (e deputado) João Torres, lê-se que o Estado deve "garantir um controlo efetivo sobre todas as fases do processo, desde a produção, até à venda ao consumidor final, que fica, assim, verdadeiramente protegido".

A ideia é cobrar impostos a partir da venda: "Não nos parece apropriado menosprezar o importante contributo que a legalização da comercialização da canábis traria para o financiamento do Estado".
 
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Porque "de facto, através de impostos indiretos, como o IVA, mas também através de um imposto especial sobre o consumo, que, como é sabido, existe, por exemplo, no caso do tabaco, será possível tributar muita da riqueza gerada por um vasto mercado paralelo, afetando-a aos bens públicos e sociais, nomeadamente, à prevenção e tratamento de pessoas em situação de dependência, bem como para os gastos gerais com o Serviço Nacional de Saúde e a Educação".
Na parte propositiva da moção defende-se que"o Partido Socialista deverá promover a discussão, interna e aberta à sociedade civil, no que concerne à legalização e regulação das drogas leves em Portugal" e "deverá apresentar, por via do seu grupo parlamentar na Assembleia da República, um projeto de lei que vise, nomeadamente, a legalização do consumo recreativo da canábis".
Os jovens socialistas foram buscar números ao mais recente Relatório Anual sobre a Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependências, datado de 2014, e concluíram que "a canábis, enquanto 'droga leve', representa, atualmente, 84% dos processos de contraordenação por consumo de drogas, e é reconhecida como a droga com a maior prevalência de consumo em Portugal por todos os estudos epidemiológicos nacionais realizados ao longo dos anos".
Mas - prosseguem - "não é, de forma alguma, uma substância que contribua significativamente para a promoção de padrões de consumo de risco elevado, nem para o universo de mortes relacionadas com o consumo de drogas".

* NÃO HÁ DROGAS LEVES!
Deixem de ser ignorantes, a factura de qualquer droga é bem pesada. Esta intenção serôdia é semelhante  a uma hipótese de despenalizar a condução automóvel sob o efeito de álcool por ingestão de cerveja, só vinho e destilados estariam sujeitos acoimas.

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CLARA SOARES

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5 Frases que envenenam
 a relação a dois... 
e como sair do inferno

Ninguém gosta de ser tratado como um objeto mas acaba por permiti-lo e, pior ainda, dar por si a fazer o mesmo. Como evitar fazer figuras tristes e cultivar a conjugalidade consciente

São comentários singelos, daqueles que se fazem todos os dias e só estranha quem é turista, de tal modo estão infiltrados na cultural popular e se cultivam na vida privada, entre pessoas que se conhecem bem e se amam, costuma dizer-se até.

Cinco exemplos clássicos...
... Que podem ser confundidos com 'mimos' ou estilos de comunicação que são normais na intimidade e que, a médio prazo, desgastam e conduzem a desfechos indesejados, com efeitos colaterais que se transportam para ligações futuras.

Cena 1: "Vais sair comigo assim?! Não tens mesmo mais nada que possas vestir em vez disso?"
Isto é um sinal de atenção ou... uma desqualificação? Regra geral, observações como esta são feitas – ou interpretadas como instruções a seguir – sem pensar. O problema é mesmo esse: o estatuto de estranha normalidade, que de inócuo nada tem e se interioriza como código, regra, padrão. Uma vez instalado o programa, ele atualiza-se com o passar dos dias: o tom crítico dá lugar à autocensura.

Cena 2: "És tão bom, tão bom... para os outros. Comigo, não vales nada."
Isto é um ataque? Uma indireta face à qual se deve ripostar? Quanto mais se trata alguém como se fosse um objeto com defeito, uma funcionalidade garantida e, até, uma espécie de estação de tratamento para reciclar frustrações, curar feridas e preencher necessidades pessoais (e não só), pior se fica e, mais da vezes, sem sequer perceber porquê.

Cena 3: Uma mulher nos seus 'entas' diz "bom dia" ao homem que partilha consigo o mesmo teto há vários anos; ele replica, com ar de enfado: "Já começas?"
A sequência de interações mortíferas prolonga-se dia fora, sem que tal faça mossa aos cônjuges, habituados que estão a estes 'mimos', capazes de (conta)minar o clima de uma dupla que até poderia ser feliz. Aguentam-se. Aturam-se. Fazem de conta que são duas pessoas de bem, que se respeitam, ou seja, se aceitam sem julgamentos.

Cena 4: "Não vale a pena tanto esforço. Vocês são todas(os) iguais"
Desabafar é humano. Não é para levar a mal. Ou é? Também conhecida por "neurose do destino", a estratégia da vitimização costuma funcionar, pois induz no outro a necessidade de diferenciar-se do todo, mais não seja para defender a sua "honra" (respeito próprio) e, ao mesmo tempo agradar ao que se sente desiludido. Porquê? Para obter a aprovação dele, da depende para se sentir gente.

Cena 5: "Sabes perfeitamente que a culpa disso não é minha, fiz tudo pelos dois e nem devia."
Perfeitamente? Fiz tudo? A mensagem está no implícito, na acusação de luva branca, já que pressupõe uma falha (desatenção, erro) pela qual alguém deve sentir-se mal e remendar seja lá o que for que esteja em débito. Ambos disputam o pódio na esgrima de argumentos para provar quem tem menos culpas no cartório, com um dispêndio de energia tal que se torna insustentável.

"Tudo isto é triste...". Ou não. Começam a evidenciar-se, aqui e além, os sinais de desconforto face às manobras de manipulação e dramatização "da praxe". No início, no meio ou no final de um relacionamento, há formas mais inteligentes e gratificantes de estar na vida, que é curta, afinal.

Conjugalidade consciente
Desde que a prática do divórcio se banalizou, começaram, aos poucos, a ser vistas com bons olhos as separações amigáveis, bem como as histórias de ex que se mantiveram (ou finalmente se tornaram) amigos. O assunto ganha maior relevo no caso das figuras públicas, pela exposição a que estão sujeitas em momentos de vulnerabilidade e perdas afetivas. Quando o Gwyneth Paltrow e Chris Martin (ela estrela de cinema e ele vocalista da banda Coldplay) decidiram separar-se após uma década de casamento, ela anunciou à imprensa que ambos apenas estavam a praticar o "concious uncoupling", ou seja, a desapegar-se da relação de casal sem as tais cenas tristes do costume (do digladiar-se e lavar roupa suja na praça pública ao manter as aparências à custa de ressentimentos e cinismo).

A expressão "Conscious Uncoupling" - ou "descasar consciente" - passou a figurar no léxico da cultura popular.Alguns meses depois, o jornal britânico The Telegraph deu a conhecer ao mundo a pessoa que tinha cunhado este termo (que veio a ser o titulo do seu livro). Katherine Woodward Thomas não estava preparada para o fim do seu relacionamento, mas a última coisa que queria era passar pelo tumulto e animosidade que marcou o divórcio dos pais. A sua meta foi passar por isso com serenidade e conseguiu-o. Daí até ao tema ser discutido nos meios académicos foi um passo.

Agora o foco de atenção começa a ser a Conjugalidade Consciente. Por não o serem, na maioria das vezes, as razões pelas quais nos apaixonamos. Por as escolhas amorosas estarem ligadas ao encantamento por características do outro que, para o melhor e o pior, reconhecem como familiares. Só mais tarde essas escolhas se tornam mais claras: os gestos irresistíveis de ontem são os pomos da discórdia amanhã.

Dito isto, o que se pode fazer para, desde início, ter uma conjugalidade (ou união) consciente, ou seja, à prova de cenas tristes? De acordo com os estudos sobre os fatores que promovem a satisfação e longevidade dos casai, aqui ficam cinco pistas:

Só os Eus completos permitem 'bons' Nós: A fórmula 1 + 1 = 3 pressupões que a relação a dois é mais do que a soma das partes. Se os valores e amor próprio das partes estiver em débito e cada parte se desresponsabilizar por si (talentos e fragilidades), o outro não fará milagres.

Indagar-escutar-aceitar: A forma mais democrática e paritária de conduzir um barco a dois passa pela arte de fazer perguntas objetivas e trocar informação relevante para a dupla se entender, sem interromper, criticar (atenção ao tom!) ou impor. Sim, é difícil. É todo um treino a fazer.

Aferir os níveis de controlo: Se um não quer, dois não dançam. Alterar registos tóxicos requer uma dieta que exclua o excesso de aditivos (posse disfarçada afeto; chantagem que passa por sedução; acusação e queixa seguidas de reconciliação, etc).

Enigmas, não obrigada(o): Fechar os olhos a contradições, não ditos e atitudes paradoxais é como brincar aos blind dates. Pode até ser fascinante no começo, mas a probabilidade de acabar em desilusão e o ressentimento é grande.

Medir o pulso: O "faro", ou a intuição, (permite captar micro expressões e comportamentos não verbais) é algo a seguir sempre que experimentar um sentimento inespecífico e persistente de mal-estar, sinalizando que alguma coisa está errada ou a merecer atenção extra.

*Jornalista e Psicóloga

IN "VISÃO"
18/05/16

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878.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"RECORD"

Kyrgios irritado com Carlos Ramos

A primeira jornada de Roland Garros ficou ontem marcada pela chuva e por um pequeno incidente envolvendo o árbitro português Carlos Ramos e o australiano Nick Kyrgios.
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Apenas dez encontros foram concluídos no primeiro dia, o que levou à reformulação do calendário para hoje, devido à forte chuva que obrigou ao adiamento da maioria dos encontros. A meio da tarde e perante as previsões meteorológicas, a organização cancelou a jornada. Mesmo assim, no primeiro encontro, o australiano Nick Kyrgios foi notícia ao receber uma advertência do árbitro português Carlos Ramos, considerado um dos melhores do Mundo.

Kyrgios terá falado de uma maneira mais agressiva com um apanha-bolas para que este lhe levasse uma toalha. Carlos Ramos não apreciou o gesto e a linguagem do australiano, dando-lhe uma advertência por má conduta. "Quando as coisas não correm bem falamos um pouco mais alto, mas não estava furioso. Levantei apenas a voz", comentou Kyrgios, nº 19 na lista ATP. 

O australiano aproveitou para mostrar o seu descontentamento e disse que com outros jogadores o árbitro português teria procedido de maneira diferente. "Quando Djokovic contesta uma decisão de um árbitro não lhe acontece nada. Isso está certo? Não fiz nada de errado", disse Kyrgios no meio do campo. Mais calmo, o australiano retomou o encontro, que ganharia por 7-6 (6), 7-6 (6) e 6-4.

* Por alguma coisa  Carlos Ramos é considerado um dos melhores árbitros do mundo, não se impressiona com vedetas.

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3-OS PRISIONEIROS
 DA MAGREZA


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ANOREXIA E BULIMIA EM DESTAQUE



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1-SICKO

SOS SAÚDE

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O drama da assitência social nos E.U.A.

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HOJE NO   
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Mãe de aluno morto após praxe
 julgada por identificar suspeitos

A mãe de um aluno morto numa praxe da tuna da Universidade Lusíada de Famalicão começou esta segunda-feira a ser julgada por nomear, em órgãos de comunicação, os suspeitos da morte do filho.

"O meu objetivo não era difamar ninguém, nem ofender a honra fosse de quem fosse, falei naqueles nomes porque eram os que constavam do processo-crime [que foi arquivado] e o que pretendia ao dar as entrevistas era não deixar cair o assunto no esquecimento e saber quem matou o meu filho", explicou à magistrada do Tribunal da Maia, no distrito do Porto.

A arguida, de 62 anos, está acusada de quatro crimes de difamação, tendo o assistente - que foi arguido no processo-crime do homicídio do filho - pedido uma indemnização de 120 mil euros por, numa das entrevistas, o apelidar de "assassino".
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Em 2001, o filho da arguida, aluno da Universidade Lusíada de Famalicão, morreu na sequência de uma praxe, tendo o tribunal considerado provado, apenas em 2009, que a causa da morte foi uma pancada na nuca com uma revista e condenado a universidade a pagar à mãe uma indemnização de 90 mil euros.

Contudo, os culpados diretos nunca foram encontrados e o processo-crime foi arquivado por falta de provas em 2004.

A arguida explicou que deu as entrevistas em 2014, na sequência da Tragédia do Meco (onde faleceram seis estudantes alegadamente vítimas de praxes violentas) e a pedido dos diferentes órgãos de comunicação com o objetivo de não "deixar cair no esquecimento" a história do filho.

"Tive acesso ao processo-crime onde constavam os nomes de dois tunos [membros da tuna] como suspeitos da morte do meu filho, por isso, o que disse foi com base no que li", explicou.


Além disto, a arguida acrescentou que, mais do que uma vez, deixaram o filho nu e seminu longe de casa, tendo confidenciado à irmã que era "muito humilhado".

Na noite do crime, a arguida explicou que o filho estava a jantar quando recebeu uma chamada telefónica e, antes de sair de casa, disse ao pai que "ia só resolver" a vida dele na tuna, voltando já.
O assistente no processo, tuno de 39 anos, explicou que decidiu avançar com uma queixa por estar "saturado" de o seu nome ser "sistematicamente" falado na comunicação social sempre que acontecem episódios trágicos nas praxes académicas.

"Nos dias da primeira reportagem, em 2004, onde eu testemunhei, estive semanas e meses sem sair de casa por era apontado na rua", frisou.

Acrescentando ter tido "problemas académicos, pessoais e profissionais" por a arguido o ter chamado de "assassino", em entrevistas em 2014.

"Sou acusado de coisas que não fiz, agora até uso barba e cabelo mais curto para não ser reconhecido", vincou.

Confirmando a existência de praxes, nomeadamente a realização de flexões, o tuno ressalvou que ele também havia passado por isso enquanto caloiro.

A advogada de defesa, Sónia Carneiro, salientou que a mulher, como mãe, continua à procura da verdade e da justiça, não sendo a sua intenção de lesar a honra das pessoas em concreto, mas descobrir os culpados pela morte do filho.

Já o advogado do tuno, Eduardo Magalhães, ressalvou que a vida dele tem sido um "inferno" porque tem sido perseguido por algo que nunca fez.

* Estamos confrangidos de pena do tuno, que vai receber alvíssaras sacadas a uma mãe angustiada. Se o aluno falecido fosse nosso filho não haveria tuno com gorjas, fiéis às boas práticas da Justiça

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Joni Mitchell

Coyote

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Teixeira dos Santos deve ser 
líder executivo do BIC

O ex-ministro das Finanças foi convidado para “chairman” do BIC Português, mas deverá acabar por ser líder executivo do banco para acelerar a nomeação da nova administração. O presidente não executivo será Diogo Barrote, revelou Fernando Teles, accionista, à Lusa.
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Fernando Teixeira dos Santos, antigo ministro das Finanças, vai assumir a liderança executiva do BIC Português, revelou Fernando Teles, segundo maior accionista da instituição, à Lusa. O também ex-presidente da CMVM terá começado por ser convidado para "chairman", mas a necessidade de encontrar uma solução rápida para a gestão do banco terá levado à alteração de funções.

O lugar de presidente não executivo será assumido por Diogo Barrote, actual administrador executivo do BIC Português, avançou Fernando Teles à Lusa. O segundo maior accionista do banco é, actualmente, o seu "chairman" e foi reeleito na assembleia-geral de 18 de Fevereiro. No entanto, o Banco de Portugal recusou registar a idoneidade deste gestor depois de terem sido detectadas 55 fragilidades na gestão do BIC Português, numa acção de supervisão realizada em 2015.


Pelo mesmo motivo, a entidade liderada por Carlos Costa recusou também registar a idoneidade de Jaime Pereira, actual administrador financeiro do banco e que tinha sido eleito presidente executivo na reunião de accionistas de Fevereiro. Face à dificuldade em encontrar uma solução para este cargo que merecesse o aval do Banco de Portugal, Teixeira dos Santos acabou por ser indicado para este lugar.

* Foi um inequívoco exemplo do "Princípio de Peter" enquanto ministro, em Portugal a sorte é benfazeja para a incompetência.

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INVENÇÕES

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Como fazer um aspirador usando uma garrafa

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HOJE NO 
"DESTAK"


Contratos para pesquisa e exploração
 de petróleo de Moreira da Silva 
não cumprem a lei

O Ministério da Economia afirmou hoje que os contratos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo assinados pelo ex-ministro Moreira da Silva não apresentavam todos os elementos exigidos legalmente. 
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"Há que referir de forma muito clara que os contratos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo assinados pelo ex-ministro Moreira da Silva são os únicos que, como têm referido os serviços, não apresentavam todos os elementos exigidos legalmente", esclareceu hoje a secretaria de Estado da Energia, numa nota sobre o artigo de opinião do antigo ministro da Energia publicado hoje no Diário da Notícias "Uma campanha poluída de mentiras sobre a prospeção de petróleo no Algarve".

Na passada quarta-feira, o presidente da Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC), Paulo Carmona, admitiu a existência de "situações difíceis de aceitar" na concessão com a Portfuel, referindo "atrasos sucessivos" na entrega de documentos pela empresa de Sousa Cintra. 

* Este sr. Silva faz-nos lembrar o "Peninha" da família Donald.

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 IM PER FEI ÇÕES














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