quarta-feira, 18 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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III.O QUE NÓS

"REPUDIAMOS"!


1-A PROSTITUIÇÃO NO

MUNDO MUÇULMANO





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Conferência de Paris

sobre o Clima


Adaptando-se a um clima em transformação

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HOJE NO
"RECORD"

Sharapova foi ouvida em Londres 
em local... secreto

Maria Sharapova, suspensa preventivamente desde março após ter acusado positivo à substânica de Meldonium, durante o Open da Austrália, enfrentou esta quarta-feira em Londres o início da sua audiência perante a Federação Internacional de Ténis (ITF), em local e hora… totalmente incógnitos. 
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Os pormenores da sua audiência foram mantidos em total segredo e essa situação não mudou sequer durante esta quarta-feira, sabendo-se apenas ter decorrido na capital britânica.

A audiência deve terminar esta quinta-feira e a decisão sobre a duração da suspensão/banição deverá ser revelada apenas no início de junho, pelo que caso esta seja curta (ou inexistente) Sharapova já poderá participar no torneio de Wimbledon e, claro nos Jogos Olímpicos do Rio’2016.

O maior trunfo da defesa de Maria Sharapova é tentar provar que a russa tomou Meldonium sempre por receita do seu médico de família e devido a problemas de saúde.

* Lamentamos que Sharapova esteja suspensa, o desporto ténis incluído, está cheio de vigarices financeiras e doping, tudo tem de ser escrutinado, para a corrupção não atingir as camadas mais jovens.

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I-LINGERIE

 FASHION SHOW LUXURY
1-FRUIT DE LA PASSION
PRIMAVERA/VERÃO
2016



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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
PSD quer que executivo se preocupe
. "mais em governar"

O PSD manifestou, esta quarta-feira, "satisfação" pela ausência de sanções a Portugal pela Comissão Europeia, desejando que "os portugueses não sejam obrigados a pagar a irresponsabilidade" deste executivo", que se deve "preocupar mais em Governar e menos em sobreviver".

"O PSD olha com satisfação para a circunstância de não ter sido aplicada nenhuma sanção a Portugal, que considerávamos que era absolutamente desadequado e injusto", disse o líder da bancada parlamentar do PSD, Luís Montenegro, à entrada para uma reunião com a Confederação Nacional do Turismo, quando questionado sobre as decisões hoje conhecidas da Comissão Europeia em relação ao défice.
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Sobre o primeiro-ministro ter recusado já hoje que sejam necessárias "medidas adicionais" para cumprir o défice abaixo dos 3%, Luís Montenegro destacou que António Costa "já disse tudo e o seu contrário sobre as medidas adicionais" e por isso não valoriza aquilo que tem sido as suas intervenções.

"Aquilo que eu desejo é que os portugueses não sejam obrigados a pagar a irresponsabilidade das decisões deste Governo com mais impostos, com uma carga de restrição maior", apelou, considerando que "está mais do que na altura deste Governo afirmar a sua política, de se preocupar mais em Governar e menos em sobreviver".

Em Bruxelas, o comissário europeu para os Assuntos Económicos, o francês Pierre Moscovici, anunciou que a Comissão Europeia decidiu propor "mais um ano, e apenas mais um ano" a Portugal para colocar o seu défice abaixo dos 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

O colégio de comissários manteve o país sob Procedimento por Défice Excessivo (PDE), recomendando ao Governo que avance com uma correção duradoura do défice até 2017 e prometendo voltar a olhar para a situação do país em julho.

O líder da bancada parlamentar social-democrata apelidou ainda o atual de Governo de "felizardo" por ter herdado um défice de 3%, desejando ao país e aos portugueses que o executivo "possa ser diligente no sentido de manter uma trajetória positiva de se ter em Portugal reformas estruturais que sustentam o crescimento da economia e que sustentam a consolidação das contas públicas".

"Os portugueses não querem e não merecem pagar com mais impostos, mais dívida e mais despesa excessiva eventuais erros de governação. Isso deve ser evitado e é esse o desafio que está diante deste Governo, com as dúvidas que são suscitadas, mas nós não desejamos o mal os portugueses. Nós queremos mesmo que o país seja capaz de cumprir essas metas, apesar das dúvidas que temos", insistiu.

Para Luís Montenegro, "a perspetiva do primeiro-ministro tem sido tão errática" que não "parece ter muita credibilidade", considerando que é preciso "aguardar pela execução do orçamento".
"Já sabemos que o senhor primeiro-ministro se vai adaptar às circunstâncias que tem em cada momento. É assim que ele tem feito, mais ou menos como nas 35 horas [de trabalho semanal]", atirou ainda.

O líder do PSD destacou também o "esforço notável para diminuir o défice" que os portugueses fizeram nos últimos anos, um "esforço coletivo que não teria nenhuma justificação de ser suscetível da aplicação de qualquer sanção que pudesse discriminar negativamente o nosso país".

"Nós entendemos que está na mãos do Governo poder responder aquilo que é a perspetiva de concretização dos objetivos e das metas que estão traçados", responsabilizou, evidenciando as várias dúvidas, incertezas e riscos acerca da estratégia do Governo que tem sido anotadas por diferentes entidades.

* Não entendemos a dialética. Este governo, não votámos nele, confronta Bruxelas várias vezes, recupera na medida do possível  poder de compra, dá mais igualdade a cidadãos, baixa impostos sobre rendimento, aguenta com as distorções do anterior governo, que se agachou tanto com a troika que se viram os fundilhos manchados da trampa que fez.

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VI-GENOMA HUMANO


4-0 MAPA DO

ENVELHECIMENTO

E DA MORTE




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO  
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

João Salgueiro compara banca a ex-colónias e diz que factura pode demorar décadas a pagar

O ex-ministro das Finanças sublinhou a necessidade de antecipar problemas e de se encontrarem soluções "a tempo" para os problemas dos bancos nacionais, evitando a intervenção das instâncias europeias. 

O ex-ministro das Finanças João Salgueiro comparou esta quarta-feira, 18 de Maio, a gestão dos problemas da banca nacional com os da descolonização, para alertar que há decisões que o país pode ter de pagar durante décadas.

O antigo vice-governador do Banco de Portugal, ex-ministro das Finanças, ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e ex-presidente da Associação Portuguesa de Bancos foi hoje recebido em audiência pelo Presidente da República, em representação de um grupo de economistas e gestores, promotores do manifesto Reconfiguração da Banca em Portugal - Desafios e Linhas Vermelhas.

João Salgueiro enalteceu a necessidade de serem tomadas "a tempo" soluções para os problemas dos bancos nacionais, defendendo que essa tomada de decisão "tem de ser feita antes de entregar em mão" às instâncias europeias essa solução, e criticando nomeadamente a solução encontrada para o Banif.

"Porque o custo de entregar [às instâncias europeias] é muito grande", disse, precisando: "Podemos imaginar vários tipos de problemas que existem [na banca] que têm de ser resolvidos a tempo. É uma situação muito semelhante à da descolonização. Se não se encontram as soluções a tempo, vamos pagar o custo durante décadas".

Quanto à audiência com o Presidente da República, João Salgueiro considerou que Marcelo Rebelo de Sousa "está muito bem informado do que se passa".

Sobre o caso Banif, salientou ser "realmente importante" que os portugueses tomem consciência do que se está a passar e lembrou que a solução encontrada para o banco foi "pouco" explicada.

Para antigo ministro, Banco de Portugal, Governo e instâncias europeias têm posições "diferentes" sobre a solução encontrada para o Banif, o que considerou "estranho".

"Também os custos dizem que foram aqueles, mas podiam não ter sido. E a transparência não foi muito grande", acrescentou.

Quando questionado sobre a razão por que estes problemas acontecem em Portugal, João Salgueiro respondeu: "Porque nós somos distraídos", acrescentando ainda que a "opinião pública tem 80% de interesse pelo que se passa no futebol, 10% pelo resto do desporto e restam 10% para o resto dos problemas" do país.

* Há vincadas diferenças entre vigarices de banqueiros e políticos e mortes e deficiência permanente de jovens que não queriam ir para a guerra. O problema não foi a descolonização, foi o colonialismo.

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PAULO TRIGO PEREIRA

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Sistema político:
a  oportunidade 
de uma reforma

Um dos méritos da coligação de esquerda actual é a sua maior motivação para lidar com a reforma do sistema político, fazendo-o depender cada vez menos do poder económico.
A realidade política após as últimas legislativas constituiu uma viragem no modus operandi da política nacional. Não iremos ter previsivelmente maiorias absolutas de um só partido, dado o voto útil ser menos “rentável”, pelo que para assegurar a estabilidade política terá de haver uma coligação à esquerda, um bloco central ou uma coligação à direita. Cada coligação terá as suas prioridades à luz de diferentes critérios: desempenho económico-financeiro; desempenho social (combate às desigualdades, direitos civis e sociais, etc.) e reforma institucional para a melhoria do funcionamento da democracia.

Um dos méritos da coligação de esquerda actual é a sua maior motivação para lidar com a reforma do sistema político, fazendo-o depender cada vez menos do poder económico. Vem isto a propósito da criação de uma Comissão Eventual para o Reforço da Transparência no Exercício das Funções Públicas. O leque de assuntos sobre os quais esta Comissão se poderá debruçar é imenso: regimes de incompatibilidades e impedimentos de titulares de cargos públicos e políticos, enriquecimento injustificado, estatuto dos deputados (e.g. eventual exclusividade, código de conduta), imunidades dos deputados, regulação da actividade de lóbi, medidas de combate à corrupção, entre outros.

A criação de uma Comissão com estas funções é, à partida, um bom sinal pois permite analisar legislação dispersa. É, contudo após a conclusão dos trabalhos que se verá se a Comissão foi eficaz em contribuir para a melhoria a qualidade da nossa democracia, ou se serviu apenas para identificar os problemas sem consequências práticas e progressos visíveis. Para que tal não aconteça é necessário ter uma ideia clara para onde se quer chegar, delimitar o âmbito de atuação legislativa e focalizar em questões concretas. Uma delas é a questão da exclusividade e incompatibilidades dos deputados, que devem ser lidas a par da não limitação (constitucional) de mandatos.

Tenho para mim, que ser deputado não é nem deve ser uma profissão (daí que, embora, não esteja sobre a mesa, apoio a limitação de mandatos legislativos). Ser deputado deve ser um serviço temporário à República. Por outro lado, a Assembleia da República deve ser representativa da pluralidade de formações e situações profissionais da sociedade.

Os principais argumentos favoráveis à exclusividade são vários: a função de deputado é uma tarefa muito exigente do ponto de vista de trabalho e dedicação. A exclusividade evita conflitos de interesse com interesses privados e a interferência direta destes no poder político. O principal argumento desfavorável é que a exclusividade, sem medidas adicionais, levaria a aumentar o peso dos que têm situações profissionais para onde podem regressar, após o término do mandato (funcionários públicos ou os trabalhadores em funções públicas com estabilidade laboral), em detrimento de trabalhadores por conta de outrem (TPCO), ou profissionais liberais (PL) em que tal não sucede. Caso fosse possível, através de legislação ou regulamentação, facilitar o regresso a atividades anteriores dos TPCO ou PL, o argumento para a exclusividade tornar-se-ia muito mais forte e nem seria necessário pensar em incompatibilidades. Porém, não sendo possível, só parece haver um caminho, reforçar as incompatibilidades, em particular as associadas a conflitos de interesse, e tornar muito mais atrativa a dedicação exclusiva com incentivos pecuniários (diferenciação salarial mais acentuada) e não pecuniários.

Outra questão importante é o enriquecimento injustificado de titulares de cargos políticos ou públicos. Para o economista este tema é simples: só há stocks (riqueza) e fluxos (rendimentos e despesas). Se a riqueza no momento t+1, é muito superior à riqueza no momento t e não há rendimento declarado que justifique este acréscimo patrimonial, estamos na presença de enriquecimento injustificado ou ilícito. A prova é aritmética. Aparentemente o jurista necessita mais, necessita da prova do comportamento que deu origem a esse acréscimo. A abordagem deste tema não é simples, mas também aqui os cidadãos esperam que haja progressos significativos e sobretudo clareza na argumentação que fundamente as decisões que vierem a ser tomadas.

Há, nesta legislatura, a oportunidade de avançar na transparência e dignificação do exercício de cargos políticos e públicos. Não a desperdicemos.

Nota: As opiniões expressas pelo autor, só o veiculam a ele e não a nenhuma instituição, académica, política ou outra, a que está associado.


IN "OBSERVADOR"
17/05/16

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873.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO 
"DESTAK"


'Kit' para refugiados e Agenda de Cidadão
. são duas medidas do programa

O programa Simplex 2016, que hoje é lançado num evento com a presença do primeiro-ministro, inclui um 'kit' de acolhimento para refugiados e uma Agenda de Cidadão entre as 255 medidas, disse à Lusa fonte governamental. 
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MINISTRA E SECRETÁRIA DE ESTADO, O MESMO EMPENHO
O 'Refugee welcome kit' [guia de acolhimento a refugiados] tem como objetivo apoiar o primeiro contacto dos refugiados com o país de acolhimento, contendo um conjunto de informações que se encontram atualmente dispersas.

Este 'kit' inclui um guia de acolhimento da pessoa refugiada, disponível na sua própria língua, com mensagens de boas-vindas, explicações sobre Portugal, hábitos e cultura, referência aos direitos básicos dos cidadãos e das pessoas refugiadas (vacinação, cuidados de saúde, direitos das mulheres, educação, entre outros), informações práticas sobre proteção social, linhas de telefone úteis, entre outros.

* 'Refugee welcome kit' uma ideia cheia de humanidade.


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 8.LIXO EXTRAORDINÁRIO



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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2-A GUERRA QUE NÃO VÊS



A intriga, os interesses económicos, a orgia do poder, os falsos argumentos....

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HOJE NO
"i"
Moeda com Eusébio 
só pode ser usada em Portugal


Desenhada por André Carrilho, tem 33 mm de diâmetro.

A moeda com Eusébio entra em circulação na próxima segunda-feira. No valor de 7,5 euros vai ter uma emissão limitada a 100 mil exemplares, mas só pode ser usada em Portugal.
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A moeda, produzida em cuproníquel, apresenta numa das faces a figura de Eusébio em movimento de remate, e na outra a representação do busto do antigo futebolista, orlada com as legendas laterais Eusébio e Portugal 2016.

A distribuição da moeda ao público será efetuada através das Instituições de Crédito e das Tesourarias do Banco de Portugal.

Desenhada por André Carrilho, tem 33 mm de diâmetro. No entanto, pode ainda contar com uma emissão especial de até cinco mil moedas em prata e até 2500 em ouro.

* Homenagear Eusébio nunca é demais, não percebemos  que outros cidadãos não sejam devidamente respeitados pelas autoridades. Porque José Afonso não está no Panteão Nacional, ele que foi o exemplo maior de coerência e dignidade?

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JAZZLAND


Bouncelab

D'Bug




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HOJE NO 
"A BOLA"

Natação
Alexis Santos 
conquista bronze em Londres

O português Alexis Santos conquistou esta quarta-feira a medalha de bronze no Europeus de natação de Londres, ao terminar em terceiro a final dos 200 metros estilos.
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Alexis Santos, que conquista a segunda medalha de sempre para Portugal em Europeus de piscina longa, só ficou atrás do grego Adreas Vazaios (1.58,18 minutos) e do israelita Gal Nevo (1.59,69), terminando com o tempo de 1.59,76.

Nesta final inédita com dois portugueses a discutirem a vitória na mesma prova, Diogo Carvalho foi quinto com 2.00,29 minutos.

Alexandre Yokochi foi o primeiro português a ganhar uma medalha (prata) num Europeu de piscina longa, ao terminar em segundo a prova de 200 metros bruços que decorreu em Sófia, na Bulgária, em 1985. 
 
* Valente nadador, como também valente é Diogo Carvalho, o 5º melhor europeu!

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Nikolett Királyvári


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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"
Oposição venezuelana entregou documento que denuncia impedimentos para realizar referendo

O presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, Luís Emílio Rondón, recebeu de líderes da oposição um documento em que se denunciam alegadas violações para a convocação de um referendo para revogar o mandato do Presidente Nicolás Maduro.
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"Estamos hoje (aqui), em representação do Conselho Nacional Eleitoral, para fazer a receção formal do documento", disse Luís Emílio Rondón aos jornalistas, após o encontro com o ex-candidato presidencial da oposição Henrique Capriles Radonski e o presidente do parlamento, Henry Ramos Allup, no final de uma marcha convocada pela oposição.

Na mesma ocasião, Henrique Capriles Radonski disse que Luís Emílio Rondón "tem sido o único (presidente da CNE) que respeita as normas (legais) e a Constituição" da Venezuela.

Segundo Henrique Capriles Radonski, o documento entregue integra um pedido para a realização do referendo e várias denúncias de alegadas "violações" no procedimento do mesmo.

Radonski aproveitou ainda para criticar a forte presença policial e militar nas ruas, devido à marcha da oposição, marcada pela colocação de tanques militares da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) nas ruas da capital.

"Quanto te roubam em Caracas, não encontras um polícia. Hoje estão todos (os polícias) na rua, devido ao medo de (Nicolás) Maduro", disse, criticando ainda o fato da administração do metro ter decidido encerrar pelo menos dez estações, "como uma forma de limitar o acesso à cidade".

A oposição acusa o CNE de estar a prolongar excessivamente o processo de realização do referendo, considerando que já devia estar a ser feita a verificação das assinaturas entregues para desencadear a iniciativa, que, insiste, deve realizar-se ainda este ano.

Terça-feira o Presidente Nicolás Maduro disse, num ato no palácio presidencial de Miraflores que "todos os referendos são uma opção, não uma obrigação".

"Não estamos obrigados a fazer um referendo no país. São uma opção e têm os seus mecanismos legais para serem ativados. Eu repito isso. Os referendos, de qualquer tipo, na Venezuela, são uma bonita opção, mas para que se convertam em realidade necessitam cumprir a lei e os requerimentos", frisou.

Militantes do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, o partido do Governo) têm insistido publicamente que o referendo revogatório não se realizará em 2016.

* Nicolas Maduro, quase pôdre, não passa de  um bandido manhoso.

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 TANTO PARA AMAR
COMO

REIVINDICAR
















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HOJE NO  
"DIÁRIO ECONÓMICO"

França vai usar tecnologia anti-drone
 no Euro 2016

As autoridades francesas estão a implementar uma tecnologia anti-drone, que pretendem usar durante o Campeonato Europeu de Futebol, não só para garantir a segurança dos espectadores – um drone pode estar munido de vários apetrechos, nomeadamente de produtos químicos tóxicos, por exemplo – mas também para inviabilizar a eventual captação de imagens não autorizadas dos desafios.
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Perante a existência de lacunas que balizem o uso destes aparelhos, as autoridades francesas pretendem dar um passo em frente e prover-se de capacidade tecnológica para combater esta verdadeira epidemia que está a tomar conta dos espaços públicos.

Em entrevista à agência Associated Press, o chefe de Segurança do Euro 2016, Ziad Khoury, disse que os dez estádios onde a prova se vai realizar e os campos de treino das 24 equipas serão declarados zonas de exclusão aérea. “Para a maioria das partidas serão tomadas medidas anti-drone, que são bastante inovadoras: irão interferir com os drones e assumir o seu controlo”.

As autoridades francesas ficaram alarmado com as dezenas de voos de drones que se têm verificado em zonas sensíveis – instalações nucleares na sua maioria, mas também instalações militares e até mesmo o palácio presidencial. Em resposta, o governo está a financiar investigação sobre tecnologia que poderá interferir ou bloquear os sinais que controlam os drones, ou mesmo destruí-los.

* De quem é a responsabilidade das lacunas na lei que permite aos donos dos drones  operar? Dos deputados!

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HERESIA

Por CARL SAGAN





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

"Vice" de Marinho e Pinto suspeito
 de raptar empresário

Foram sete pessoas detidas na megaoperação da Polícia Judiciária, por suspeitas de envolvimento no rapto e homicídio do empresário de 42 anos, João Paulo Fernandes, que foi raptado no dia 11 de março, em Braga. 
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Entre os detidos está o advogado Pedro Grancho Bourbon, secretário-geral do Partido Democrático e Republicano (PDR), liderado por Marinho e Pinto. Também o irmão do advogado, Manuel Grancho Bourbon, foi detido. Pedro Grancho Bourbón é um grande amigo de Marinho e Pinto. Num dos mandatos de Marinho e Pinto como bastonário, Bourbón integrou a Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados. O advogado foi ainda cabeça de lista em Braga nas últimas eleições legislativas.

Segundo avança a PJ, o empresário terá sido assassinado pelos suspeitos, que são advogados e empresários com idades entre os 27 e os 41 anos. As detenções foram feitas na zona do Porto e em Braga, onde a Polícia Judiciária fez 15 buscas. A Polícia Judiciária investiga a tese de homicídio e acredita que o empresário tenha sido morto poucas horas depois de ter sido raptado. O cadáver ainda não foi encontrado.

João Paulo Fernandes, de 42 anos, foi raptado no dia 11 de março, em Braga. O empresário foi levado à força por dois homens encapuzados e armados com caçadeiras, quando entrava na garagem do prédio onde tem um apartamento, em Lamaçães. Estava acompanhado da filha de 8 anos, única testemunha do rapto. A menina pediu ajuda na farmácia do edifício e contou que o pai tinha sido agredido e forçado a entrar num Mercedes. 

O rapto aconteceu há um mês e até agora nem raptores nem vítima estabeleceram qualquer contacto com a família. Ajuste de contas A Polícia Judiciária do Porto, que desde a altura do crime lidera a investigação, mantinha todos os cenários em aberto. A PJ admitia a possibilidade de João Paulo Fernandes ter sido raptado num ajuste de contas relacionado com cobrança de dívidas. Os inspetores centraram a investigação nos negócios do empresário de 42 anos, que trabalhava em Bordéus, França, há cerca de dois anos, e que deixou dívidas de 3,6 milhões de euros após a falência da empresa de climatização que administrava, em Braga. 

Os negócios do pai, um empreiteiro bracarense também falido, foram igualmente passados a pente fino. Em 2011, depois de várias ameaças e episódios de agressões, toda a família de João Paulo Fernandes refugiou-se na Madeira. Os pais, assim como os irmãos do empresário têm colaborado com a investigação.

* É muita falta de dignidade associar o nome de Marinho e Pinto à notícia, não é jornalismo.


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 CACIQUE




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HOJE NO  
"OBSERVADOR"

Tiago Brandão Rodrigues acusado 
de burla com bolsas de estudo

O ex-orientador de doutoramento do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, acusa-o de se ter apropriado ilegalmente de quase 18 mil euros que lhe foram atribuídos pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).
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A informação é avançada esta quarta-feira pela Sábado, que faz eco das acusações de Rui Carvalho, ex-orientador de doutoramento do agora ministro na Universidade de Coimbra. Na entrevista à revista — que vai ser publicada na íntegra esta quinta-feira –, Rui Carvalho é perentório: “Tiago Brandão Rodrigues cometeu um crime”.

O caso remonta a 2001. Nessa época, Tiago Brandão Rodrigues pediu uma bolsa para pagar as propinas na Universidade do Texas (no Southwestern Medical Center). O objetivo era fazer um estágio no âmbito do seu projeto de doutoramento. Acontece que, e ainda de acordo com Rui Carvalho, a Universidade do Texas não cobrava propinas aos alunos que se encontravam no mesmo regime que Tiago Brandão Rodrigues.

Orientador e orientando acabariam por entrar em rutura. O professor queria desvincular-se da orientação do doutoramento e foi assim que descobriu a alegada fraude: “Assim que dei o nome do candidato à senhora do departamento de bolsas, nem precisei de lhe dar a referência da bolsa. A senhora disse-me: ‘Ó senhor doutor, é uma grande coincidência estar a ligar-me porque nos últimos seis meses andamos a tentar contactar esse aluno para lhe pedir o recibo do pagamento de propinas em Dallas e não conseguimos’”, conta Rui Carvalho à Sábado.

Na posse desta informação, Rui Carvalho terá entrado em contacto com Tiago Brandão Rodrigues para que este devolvesse imediatamente os cerca de 18 mil euros que recebera da FCT — o que acabaria por acontecer um ano depois, em setembro de 2002, por iniciativa do próprio Tiago Brandão Rodrigues.

A documentação a que a Sábado teve acesso parece confirmar uma falha do ministro: uma carta enviada pela FCT a Tiago Brandão Rodrigues, onde se explica detalhadamente as quantias que o aluno recebeu “indevidamente” e, ainda, a cópia do cheque emitido pelo agora ministro a saldar as dívidas.

Confrontado com o caso pela Sábado, Tiago Brandão Rodrigues reagiu contra o antigo orientador: “[Rui Carvalho] faz acusações cegas e ofensivas”. O ministro da Educação garantiu à Sábado que foi ele quem tomou pessoalmente a iniciativa de restituir a FCT, antes ainda de o professor ter apresentado formalmente queixa à Fundação.

* A calúnia é sórdida, esperemos que o ministro processe o caluniador.

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BULLYING

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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
As 5 recomendações de Bruxelas 

A Comissão Europeia adiou para julho a decisão sobre sanções a Portugal por défice excessivo, mas deixou algumas recomendações

1. Assegurar a correção do défice excessivo em 2016, para 2,3% do PIB, através de medidas estruturais e tirando partido de receitas excecionais para acelerar a redução do défice e da dívida. Isto é consistente com a melhoria do saldo estrutural em 0,25% do PIB em 2016. No Programa de Estabilidade, no entanto, o Governo estabeleceu a meta de 2,2% para o défice no final deste ano, segundo se lê no Programa de Estabilidade. 
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Assim, a autorização da Comissão Europeia para uma correção do défice para 2,3% deixa uma folga de 0,1%, ou cerca de 180 milhões de euros. Alcançar um ajustamento orçamental de pelo menos 0,6% do PIB em 2017. Conduzir, até fevereiro de 2017, uma revisão aprofundada de toda a despesa na Administração Pública e fortalecer o controlo da despesa, a rentabilidade e uma adequada orçamentação. Assegurar sustentabilidade de longo prazo no setor da Saúde, sem comprometer o acesso aos cuidados primários. Reduzir a dependência do sistema de pensões nas transferências orçamentais. Até final de 2016, reorientar os planos de reestruturação que estão em curso nas empresas públicas.

2. Em consulta com os parceiros sociais, assegurar que o salário mínimo é consistente com os objetivos de promover o emprego e a competitividade nas diferentes indústrias.

3. Assegurar uma efetiva ativação dos desempregados de longa duração e melhorar a coordenação entre emprego e serviços sociais. Fortalecer os incentivos às empresas para que contratem através de contratos permanentes.

4. Tomar medidas até outubro de 2016 para facilitar a melhoria dos balanços dos bancos e lidar com o alto nível de crédito malparado.

5. Aumentar a transparência e eficiência nas parcerias público-privadas. No final de 2016, melhorar e acelerar os procedimentos administrativos e de licenciamento, acelerar a resolução de litígios fiscais e reduzir as barreiras regulatórias. Incentivar a cooperações entre universidades e os negócios.

* A ditadura recomenda...

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