sexta-feira, 6 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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DRAMA NA 2ª CIRCULAR
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26.O QUE NÓS  


"APRENDEMOS"!





TRIATLO



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Na etiqueta "PEIDA E DESPORTO" estamos a apresentar regras de várias modalidades desportivas e olímpicas desde 13 de Novembro de 2015. .
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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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1-De onde nasceu


o Dinheiro?


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* Estamos num mundo onde 1% da população mundial detém mais de 40% da riqueza, o dinheiro é a mais tenebrosa das religiões!

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HOJE NO
"DESTAK"

Núcleo de apoio aos sem-abrigo de
. Arroios dá hoje a última refeição

O Núcleo de Apoio Local aos sem-abrigo em Arroios, na cidade de Lisboa, vai fechar portas, devido à falta de condições financeiras, afirmou o responsável Pedro Cardoso, referindo que o espaço encerra hoje depois de ser distribuído o jantar. 
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Segundo o responsável pela gestão do Núcleo de Apoio Local (NAL), Pedro Cardoso, a Câmara de Lisboa "mudou a estratégia" em relação ao modelo de funcionamento do espaço de apoio aos sem-abrigo, reduzindo o financiamento de 77 mil euros para 15 mil euros.

Localizado no Largo de Santa Bárbara, na freguesia de Arroios, o espaço do NAL foi inaugurado em setembro de 2013 com o objetivo de apoiar pessoas sem-abrigo, disponibilizando refeições de pequeno-almoço, almoço e jantar, bem como "todo o acompanhamento social e inserção no mercado de trabalho", através de uma equipa de técnicos a trabalhar todos os dias, entre as 09:00 e as 22:00.

* Se não houver alternativa já estruturada É MUITO GRAVE

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8-QUANTO VALE

A TERRA?

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ÚLTIMO EPISÓDIO

Formada há mais de 4,6 milhões de anos, a Terra acumula grandes riquezas, desde a madeira ao gado, passando pelo ouro. Em conjunto, esses recursos construíram nossas grandes civilizações.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"i"

Propostas do CDS para a natalidade
. chumbadas por partidos de esquerda

PS, BE, PCP e PEV chumbaram ontem 16 das 25 propostas do CDS para o incentivo à natalidade.
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As restantes 9 desceram à especialidade sem votação por uma questão meramente formal, por estarem sujeitas a 30 dias de discussão pública, já que envolvem alterações ao Código do Trabalho. Mas dificilmente serão aprovadas.

* Uma leitora do "i" teceu o comentário seguinte:
Cristas e o CDS deviam ter vergonha na cara - que é coisa que aliás nunca tiveram! Depois de ter participado alegremente no desenho do programa (duro!)de austeridade-agravado-pela-agenda-ideológica-da-direita, o CDS (sem PP) faz de conta que durante 4 anos não atirou para a miséria milhares de reformados e pensionistas, que não desprotegeu a infância (mais de 220 mil crianças portuguesas vivem abaixo do limiar da pobreza), nem as famílias (com a lei de arrendamento mais vil de que há memoria!) e vem agora, pela mão da toda lampeira Cristas, propor medidas de defesa da natalidade!!! Descaramento não lhe falta!Com as famílias numerosas e socialmente desprotegidas a penar, sem dinheiro para manter um mínimo de qualidade de vida, a si aos filhos esta proposta de Cristas tresanda a oportunismo rasteiro e põe a nú o calibre cínico e sacana que comanda a estratégia de poder no largo do Caldas.

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COMO OS GOVERNOS

EMBURRECEM AS PESSOAS


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HOJE NO
"A BOLA"
«Ficar no Sporting?
 Isso está mais que falado» - Jorge Jesus

O jogo de amanhã, frente ao Vitória de Setúbal, marca a despedida do Sporting do Estádio José Alvalade esta temporada, naquela que será também a última partida de Jorge Jesus, este ano, perante a massa associativa que tantos elogios lhe tem merecido.
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Na conferência de antevisão da partida de amanhã, questionado sobre a sua continuidade no comando técnico dos leões, Jorge Jesus foi sucinto:

«Ficar no Sporting? Isso está mais que falado. Toda a gente sabe que tenho mais dois anos de contrato. Não vamos falar de possíveis cenários que não estou interessado», afirmou o treinador, que aceitou também o repto sobre o jogo em Alvalade que mais o marcou esta temporada:

«Ao longo destes meses o Sporting tem partilhado com a sua massa associativa uma equipa muito forte. Todos juntos, em sintonia. Os nossos adeptos muitas vezes empurraram-nos para a vitória em alguns jogos difíceis.. O jogo que nunca mais vou esquecer foi aqui, com o SC Braga, quando saímos para o intervalo a perder por 0-2 e tivemos uma receção dos adeptos como se estivéssemos a ganhar por 2-0. Isso mexeu com todo o grupo e fez com que voltássemos do balneário mais confiantes para dar a volta e vencer o jogo por 3-2.» 

* A comunicação social desportiva precisa de vender por isso a abundância de especulações.

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RAFAEL BARBOSA

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Os afetos dos militares

Marcelo Rebelo de Sousa tem de se pôr a pau. Ou, como se diz na tropa, tem de se pôr em sentido. É que o presidente da República é, por inerência, chefe supremo das Forças Armadas. Ora, como ficou provado por estes dias, a propósito da polémica à volta do Colégio Militar, o Exército não aprecia sentimentalismos. Ou seja, os militares não apreciam os afetos e até os proíbem no regulamento.

E é precisamente aqui, na apalavra afeto, que tudo isto deixa de ser uma questiúncula à volta do Colégio Militar, para passar a ser uma questão de Estado. Não foi Marcelo, ainda em campanha, quem prometeu que seria o presidente dos afetos? Prometeu e cumpriu, distribuindo-os diariamente, cá dentro e além-fronteiras. Veja-se o último exemplo: a Comissão Europeia aparece carrancuda a zurzir no Governo, porque o défice, no final deste ano, será de 2,7%, em vez de 2,2% do PIB, e o que faz Marcelo? Ralha com o Governo? Puxa as orelhas aos comissários? Nada disso. Assinala, com bonomia, que 2,7% ficam abaixo de 3% e que isso é bom para toda a gente. Distribui afetos.

Ora, e voltando ao princípio, isso não é permitido pelos regulamentos militares e portanto não é um comportamento adequado ao chefe supremo das Forças Armadas. Repare-se no que disse, no Parlamento, o major-general Coias Ferreira, diretor de Educação e Doutrina do Exército [é verdade, na tropa até há uma espécie de ministro da Educação, o que talvez explique porque há tantos generais]: para que os alunos possam viver no Colégio Militar como irmãos, "é bom que não haja afetos".

Julgava eu, e também o presidente Marcelo, que afeto era uma coisa boa. Fui até confirmar ao dicionário e apareceram-me as palavras ternura, carinho, estima e afeição. Um engano, segundo o major-general. Segundo o regulamento militar em vigor, afeto é sinónimo de coação sexual. Assim, não são permitidos namoricos, nem paixonetas, nem adolescentes de mão dada na parada (numa instituição militar, não há recreio). Não havendo afetos, não haverá coação sexual, que no léxico militar são palavras com o mesmo significado.

É tudo portanto uma questão de semântica [precisamente, o ramo da linguística que estuda o significado das palavras], como argumenta, e bem, o "ministro" da educação militar. Ou isso, ou se prova que os militares são melhores a manusear a G3 do que a língua portuguesa.

PS: Enquanto os deputados da nação são entretidos com a semântica dos afetos militares, fica por discutir para que serve o Colégio Militar. É verdade que os pais dos alunos pagam propinas, mas não é menos que o Colégio custa vários milhões de euros por ano ao Estado, ou seja, ao bolso dos contribuintes. Para formar militares, pelos vistos não serve, tão poucos são os alunos que optam por seguir a carreira militar.

*EDITOR-EXECUTIVO

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
05/05/16

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861.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Inspetores do Trabalho detetam 
várias irregularidades em 
grandes superfícies comerciais

A Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) anunciou que realizou 175 ações inspetivas em grandes superfícies comerciais para regularização dos tempos de trabalho e verificação da segurança e saúde dos trabalhadores, detetando várias irregularidades.
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As ações da ACT, que decorreram na semana passada, abrangeram um total de cerca de 4.500 trabalhadores em Portugal continental.

“As irregularidades detetadas foram essencialmente no âmbito da elaboração de horários de trabalho, registos do tempo de trabalho, intervalos de descanso e trabalho por turnos”, refere a autoridade em comunicado.

Os inspetores do trabalho detetaram também várias irregularidades no domínio da segurança e saúde dos trabalhadores, acrescenta.

Em resultado destas ações foram adotados mais de 100 procedimentos inspetivos, “estando a ACT a acompanhar todas as situações irregulares até que as mesmas se encontrem dentro da legalidade”, afirma ainda.

* Há patos bravos no comércio.

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7-O CANCRO


DA EUROPA

CATASTROIKA

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* Enterrado o papão da Guerra Fria que funcionava como "regulador" nas relações entre Ocidente e Leste, foi "confeccionado" um instrumento novo com maior abrangência, exterior à soberania dos países, que os manietasse para sempre a uma nova ordem mundial, dá pelo nome de DÍVIDA.

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5-NÃO MATARÁS

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CONTRA OS TESTES EM ANIMAIS

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"

CGD usou dados obtidos 
com corrupção no Fisco

A Caixa Geral de Depósitos terá utilizado informação confidencial sobre centenas de contribuintes obtida através de uma rede de corrupção nas Finanças.
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QUEM É CORRUPTO AQUI?

Uma funcionária do Fisco terá facultado informação reservada sobre centenas de contribuintes a uma colaboradora da Caixa. A entrega de informação terá chegado a acontecer na própria repartição de Finanças.
Segundo o Jornal de Notícias, que consultou o processo, dados sobre a situação patrimonial de vários clientes foram solicitados pela CGD a uma colaboradora paga para o efeito, mas essa informação foi conseguida através de uma rede de corrupção centrada nas instalações das Finanças 1 em Lisboa.

A rede de corrupção vendia também dados pessoais a Pereira Cristóvão, bem como a advogados, solicitadores, técnicos de contas, empresas de contabilidade, avança o JN.

O processo, que implica 12 arguidos entre eles vários funcionários da repartição de finanças, surge na sequência de escutas telefónicas.

* Esta acção configura crime, quem foram os dirigentes da CGD coniventes neste processo? É a CGD uma entidade confiável?

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Madredeus e

A Banda Cósmica

Estrada da Montanha

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Aranhas também fazem sexo oral

As aranhas são conhecidas pelo comportamento sexual peculiar: dançam para atrair os machos da espécie, atam-nos com teias e até os comem depois da cópula. 

Agora, cientistas eslovenos concluíram que na espécie Caerostris darwini o macho pratica sexo oral na fêmea. 
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LAMBI, LAMBI
A espécia, nativa da ilha de Madagáscar, era até então conhecida por produzir a teia mais resistente de todas. Investigadores da Academia Eslovena de Artes e Ciências observaram que o macho, antes de iniciar a procriação, saliva nos genitais na fêmea, comportamento muito raro entre os animais (que não o ser humano) e ainda mais entre invertebrados. 

"Nesta espécie de aranha, o macho crava as presas nos órgãos genitais da fêmea e saliva para dentro deles. Por vezes repete o comportamento antes, entre cópulas e no fim, até 100 vezes", explica Matjaž Gregoric, líder do estudo, que no entanto não apurou exatamente as razões do curioso comportamento. 

As teorias dão 3 razões: para acalmar a fêmea durante o sexo, para ‘publicitar’ a qualidade do macho entre fêmeas e para dar uma vantagem química ao esperma do macho caso a fêmea acasale com vários da mesma espécie. 

No mundo dos invertebrados a prática de sexo oral só está documentada, em situações pontuais, na mosca da fruta e na viúva-negra. Já quanto a mamíferos não-humanos, os lémures, as hienas e os leões também fazem sexo oral mas, ao contrário da aranha Caerostris darwini, quem recebe é sempre o macho.

* Acrescentamos que o nosso "primo" mais próximo o chimpanzé "ensinou"  tudo  aos humanos.

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El Gammas

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UM TRIBUTO À MÃE NATUREZA
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HOJE NO
"OBSERVADOR"
UNICEF apela para que sejam tomadas medidas 
urgentes para proteger as crianças refugiadas

Em 2015, cerca de 95 mil crianças não acompanhadas requereram asilo na Europa. A UNICEF apelou para que fossem tomadas medidas para evitar que corram riscos de abusos, tráfico, e exploração. 
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Em 2015, cerca de 95 mil crianças não acompanhadas requereram asilo na Europa. A UNICEF apelou para que fossem tomadas medidas para evitar que corram riscos de abusos, tráfico, e exploração.

Estima-se que uma em cada nove crianças refugiadas e migrantes, não acompanhadas, não estão contabilizadas, segundo indica a Interpol. Na Eslovénia, cerca de 80% das crianças sem acompanhamento desapareceram dos centros de acolhimento e na Suécia perde-se o rasto de 10 crianças por semana.

Marie Pierre Poirier, Coordenadora Especial da UNICEF para a crise de refugiados e migrantes na Europa, afirmou: “As crianças não acompanhadas estão a escapar por entre as lacunas existentes. Muitas pura e simplesmente fogem dos centros de receção para se juntarem às suas famílias alargadas enquanto esperam, ou porque não lhes foi concedida a possibilidade de serem devidamente ouvidas, a fim de determinar o seu interesse superior, ou porque não lhes foram explicados os seus direitos”.
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A UNICEF destaca também a importância de tratar este tema de uma forma rápida e eficaz, lembrando que atualmente as crianças têm de esperar 11 meses, desde que fazem o registo, até à transferência para o país que as vai receber.

No ano passado, 96.500 crianças não acompanhadas requereram asilo na Europa, sendo que a maior parte tinha menos de 14 anos e viajaram sozinhas e sem qualquer proteção de familiares ou adultos responsáveis.

Os Estados-Membros da União Europeia estão a trabalhar num sistema de apoio aos migrantes e refugiados que seja mais justo.

* Existem países na UE que também aterrorizam  os refugiados.


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RESOLVA


O PUZZLE


Dog playing



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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
"John Doe"
 divulgou os Papéis do Panamá. 
Agora quebra o silêncio e explica porquê

Num longo manifesto enviado ao jornal alemão com que fez o primeiro contacto, a fonte da fuga de informação explica os seus motivos
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A primeira mensagem era apelativa, mas vaga. "Olá, querem informação?" Foi assim que o autointitulado John Doe - nome frequentemente usado pelos anglófonos para falar de uma pessoa não identificada - se dirigiu ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung. Na sua posse tinha os milhões de documentos que viriam a ser partilhados e analisados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, e cuja reportagem resultaria no escândalo mundial dos Papéis do Panamá, ou Panama Papers.

Mas a fonte dos documentos nunca se identificou, e é só agora, um mês após as primeiras revelações que puseram chefes de Estado em cheque e geraram discussão mundial sobre a legalidade e moralidade dos paraísos fiscais, que John Doe explica porque escolheu divulgar os documentos.

Num documento novamente enviado ao Süddeutsche Zeitung, e optando por manter ainda a sua identidade secreta, John Doe afirma não ter nenhuma ligação profissional a governos nem às secretas de nenhum país. "O meu ponto de vista é apenas meu", escreve, louvando o "novo e encorajador debate global" acerca da legalidade dos offshores e das empresas de fachada, e acerca daquilo que se pode, secretamente, fazer usando esses meios. "Aquilo que é legal é escandaloso", escreve. "E tem de mudar".

John Doe afirma que decidiu divulgar os documentos devido à "escala das injustiças" que estes revelavam, acrescentando: "A desigualdade de rendimentos é um dos assuntos que definirá os nossos tempos". A fonte diz ainda estar disposta a colaborar com investigações criminais "dentro dos possíveis".

Os documentos divulgados por John Doe tinham como origem uma fuga de informação da firma de advogados Mossack Fonseca, que ajudava os seus clientes a criar empresas aparentemente de fachada em paraísos fiscais. Mas a fonte da fuga de informação sublinha: a Mossack Fonseca "não existia num vácuo. Apesar de inúmeras multas e violações das regulamentações que estão documentadas, continuava a encontrar aliados e clientes em firmas de advogados de grande dimensão em quase todo o mundo".

O jornal britânico The Guardian sublinha que a carta escrita por John Doe ao Süddeutsche Zeitung termina com "uma nota otimista". Numa época em que o armazenamento digital é ilimitado e as ligações Internet transcendem as fronteiras nacionais, "a próxima revolução vai ser digital. Ou talvez já tenha começado".

* A contra-revolução (reacção) digital é mais poderosa que a revolução, porque tem o mundo da finança a apoiá-la.

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RIO 2016

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HOJE NO
"RECORD"

Mendes e Fraga nas meias-finais 
de 'double scull' nos Europeus

Os portugueses Pedro Fraga e Nuno Mendes garantiram esta sexta-feira, na repescagem, a qualificação para as meias-finais de 'double scull' dos Europeus de remo, que se estão a disputar em Brandenburgo, na Alemanha.
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A dupla portuguesa, quinta nos Jogos Olímpicos Londres2012, foi quinta e última na primeira eliminatória, com um tempo de 7.08,450 minutos, numa corrida ganha pelos noruegueses Kristoffer Brun e Are Strandli (6.41,810).

Na repescagem, Mendes e Fraga garantiram a terceira e última vaga de acesso às meias-finais, com um tempo de 7.00,960 minutos, a 4,310 segundos dos checos Jan Vetsenik e Martin Slavik.

No próximo sábado, os portugueses disputam as meias-finais, frente a equipas da República Checa, Polónia, Irlanda, Alemanha e Suíça, com os três primeiros a apurarem-se para a final A e os restantes para a B.

* Têm tarefa difícil mas não impossível para alcançarem  afinal A.

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ANGOLA










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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

"Abraço às escolas" 
pela sobrevivência dos colégios
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Dezenas de colégios privados organizaram, esta sexta-feira, um "abraço às escolas", que junta milhares de pessoas, dispersas por várias zonas do país, num cordão humano em protesto contra uma eventual redução do financiamento do Estado aos contratos de associação.

* O Estado tem rede de escolas públicas e só deverá recorrer ao sistema privado em locais onde não haja rede oficial em condições. A liberdade de escolha é um direito em todos os sectores  de actividade, ensino, saúde, direito, etc. mas quem escolher áreas privadas de prestação de serviços tem de  pagar, a excepção existe para carências das redes públicas em determinadas localizações.
O ministro da educação afirmou hoje que serão respeitado os contratos vigentes bem com a frequência até final de ciclo. Casos de excepção serão também avaliados.
Esta chinfrineira das administrações dos colégios existe porque percebem que a mama do Estado vai ficar mais  pequena, é a vida, quem é empresário tem apenas de contar com o seu investimento para o negócio  evoluir, viver à custa do contribuinte não, já nos basta a chuliçe da banca privada.

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GORDUCHO MAS ÁGIL

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Parlamento censura BCE por ocultar
. informação sobre BES e Banif

O voto de protesto, apresentado pelo PCP na Assembleia da República contra a ocultação de informações essenciais no âmbito da comissão parlamentar de inquérito ao BES e Banif, foi aprovado por unanimidade.
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A Assembleia da República exprimiu hoje, por unanimidade, o seu protesto pela ocultação por parte do Banco Central Europeu de informações essenciais para o parlamento exercer as suas competências soberanas relativas à avaliação dos mecanismos de supervisão bancária.

"[A Assembleia da República] exprime o seu protesto pelo comportamento do Banco Central Europeu de recusar a informação necessária ao esclarecimento das decisões tomadas no âmbito do BES e do Banif e, nomeadamente, de ocultar à Assembleia da República informações essenciais para o exercício das suas competências soberanas relativas à avaliação dos mecanismos de supervisão bancária", lê-se no ponto número 1 do voto de protesto apresentado pelo PCP e que mereceu o voto favorável de todas as bancadas parlamentares.

No ponto número dois do texto, que também foi aprovado apesar do voto contra do PSD, o parlamento exprime ainda "a sua preocupação relativamente ao potencial conflito de interesses existente entre a supervisão e a política monetária".

Nesse ponto, a Assembleia da República considera também "necessário garantir o controlo democrático, pelos Estados e os seus órgãos de soberania, das autoridades de supervisão bancária".

No voto recorda-se que está a decorrer uma comissão parlamentar de inquérito ao processo que conduziu à resolução e venda do Banco Internacional do Funchal (Banif) e que, nos termos constitucionais, estas comissões "dispõem dos poderes de investigação das autoridades judiciais".

Porém, é referido, a comissão parlamentar de inquérito ao Banif tem vindo a deparar-se com a atitude do Banco Central Europeu (BCE) de recusar o acesso a elementos sobre o sistema financeiro português, bem como sobre a actuação dos supervisores.

"É sabido que a centralização dos mecanismos de supervisão e de resolução, gerada pela consolidação e avanço da União Bancária, corresponde a um afastamento da capacidade de decisão das autoridades nacionais e à sua concentração em instituições imunes a qualquer escrutínio por parte dos cidadãos, mas nada justifica que a informação relativa a processos que implicam avultados recursos do Estado português seja negada às Comissões de Inquérito Parlamentar, privando um órgão de soberania da República do exercício dos seus poderes constitucionais", lê-se ainda no voto.

O texto lembra também que, quando questionado por deputados ao Parlamento Europeu relativamente a decisões tomadas no âmbito das resoluções do BES e do Banif, "o BCE recusou-se igualmente a prestar os esclarecimentos e a facultar as informações que lhe foram solicitadas".

Esta semana, uma carta que o vice-presidente do BCE escreveu ao parlamento já tinha gerado polémica. Na missiva, Vítor Constância explica a rejeição em participar na comissão de inquérito à resolução do Banif, justificando que iria contra as regras de funcionamento da União Europeia.

No período regimental de votações, foi ainda aprovado, com os votos contra do PSD, o ponto numero dois de outro voto apresentado pelo PCP, relativo à "rejeição da denominada Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP).

"[A Assembleia da República] considera indispensável a divulgação do conteúdo, da natureza e dos objectivos do TTIP e requer ao Governo a informação sobre a sua posição no andamento das respectivas negociações", nesse no ponto aprovado pela maioria dos deputados.

*  Valeu!

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