quinta-feira, 5 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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A mulher comenta com o marido:
-Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe....

O marido responde:

-Maldito relógio. Sempre atrasado....
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89-ACIDEZ
 

FEMININA


CASAMENTO NÃO É 
  
SONHO, É DECISÃO


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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA

* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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Bem vinda
Maria Flor


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HOJE NO
"i"

Língua. 
Presidente da Academia das Ciências diz
. que acordo foi “ato ditatorial” de Sócrates

Marcelo reabriu o tema do Acordo Ortográfico e o presidente da Academia das Ciências aproveita para afirmar que a resolução aprovada não tem eficácia jurídica.
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Há cada vez mais desacordo em torno do Acordo Ortográfico. Marcelo reabriu a discussão quando lembrou que o facto de Angola e Moçambique não o terem ratificado abre a porta a que seja reequacionado. O Governo nem quer ouvir falar nisso. Mas o debate está longe de morrer e o presidente da Academia das Ciências diz mesmo que a resolução que o adotou em 2010 pode afinal ser nula.

“Há juristas na Academia das Ciências que entendem que a resolução da Assembleia da República que determinou a entrada em vigor do Acordo Ortográfico não tem eficácia jurídica”, revela ao i o presidente da Academia das Ciências, Artur Anselmo, lembrando que a lei obrigaria que o órgão a que preside tivesse sido consultado antes. “Somos um órgão de consulta do governo e até hoje nunca fomos ouvidos para nada”, queixa-se.

Marcelo Rebelo de Sousa foi o primeiro a tomar a iniciativa de ouvir a Academia. Artur Anselmo foi a Belém juntamente com os representantes das Academias de História e de Belas Artes e o assunto da nova ortografia esteve em cima da mesa.

Artur Anselmo aproveitou para pôr o Presidente ao corrente do tema, explicando-lhe que na Academia a que preside é dada “liberdade aos académicos” de usar ou não as novas regras ortográficas, porque continua a haver quem entenda que o Acordo não está afinal em vigor.

Marcelo ouviu, sem tomar posição. “A prudência é boa conselheira”, observa o académico. Mas o presidente da Academia das Ciências acha que esta pode ser uma boa altura para relançar o debate. “Nunca é tarde”, sublinha o linguista, que gostaria de ver “respeitadas as ortografias nacionais”, dando margem a formas diferentes de escrever dentro da lusofonia, à semelhança do que acontece nos países anglo-saxónicos “sem que que daí venha mal ao mundo”.
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Anselmo espera, por isso, que o governo de António Costa venha resolver o problema iniciado no governo de José Sócrates. “A forma como foi forçada a aplicação do Acordo foi o ato ditatorial”, qualifica Artur Anselmo, que critica o facto de os académicos não terem sido consultados no processo.

Agora, a Academia das Ciências tem tudo preparado para iniciar reuniões com o Executivo e encontrar formas de melhorar um Acordo que tantas vezes induz em erro. “Basta dar o exemplo de legendas ou não se entende a diferença entre ‘para’ do verbo ‘parar’ e ‘para’”, ilustra.

Assunto encerrado 
Se em Belém Marcelo continua a dar sinais de querer ver o debate reaberto, em São Bento o tema é dado como fechado. O ministro dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva veio dar nota disso mesmo ao lembrar que o Acordo “é uma convenção internacional adotada pelos países da CPLP” e que Portugal “aguarda serenamente” a conclusão do processo nos países – como Angola e Moçambique – nos quais ainda não vigora.

Ao i, fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro dá mesmo o assunto por encerrado: “O número dois do governo falou. Não há nada a acrescentar”.

Depois das declarações que vieram relançar a discussão, em Belém procura-se evitar qualquer declaração que soe a guerra com o governo. “O Presidente da República não é um militante anti-acordo”, sublinha ao i o conselheiro cultural da Presidência, Pedro Mexia, esclarecendo que não haverá por parte de Marcelo qualquer iniciativa sobre um tema que está dentro da esfera de competência do governo. .
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ARTUR ANSELMO
Mexia, um dos detratores do Acordo Ortográfico de 1991, admite que chega a Belém “muita correspondência” de pessoas que gostariam de reabrir o debate político em torno da nova ortografia. Mas o assessor do Presidente recorda que a bola está do lado do Executivo e frisa que “não há nenhuma iniciativa do Presidente em marcha”.

Ontem, porém, Marcelo, ainda em Moçambique, aproveitava para voltar ao tema. “Nós estamos à espera que Moçambique decida sim ou não ao Acordo Ortográfico. Se decidir que não, mais Angola, é uma oportunidade para repensar essa matéria”, afirmou, lembrando que “o Presidente da República, nos documentos oficiais, tem de seguir o Acordo Ortográfico”, mas admitindo que “o cidadão Marcelo Rebelo de Sousa escrevia tal como escrevem os moçambicanos, que não é de acordo com o Acordo Ortográfico”.

Uma coisa é certa: o tema já voltou à agenda política e foi pela mão de Marcelo – que continua a disponibilizar os seus discursos com a antiga ortografia – que o Acordo voltou a ser notícia.

* Nós nem queremos saber do acordo ortográfico.

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XLI- O UNIVERSO

4-OUTRO PLANETA

TERRA

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As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"A BOLA"
Ténis
João Sousa confiante 
para embate com Nadal

João Sousa não escondeu o regozijo com o nível que exibiu no encontro com o norte-americano Jack Sock e revelou confiança para o duelo com Rafael Nadal nos quartos de final do Masters 1000 de Madrid.
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«Foi um encontro quase perfeito, saiu tudo bem. Estou muito contente por ter alcançado os quartos de final do Masters 1000 (...), com esta vitória e com o nível a que joguei. Há já algum tempo que não o conseguia fazer. Todo o trabalho que tenho vindo a fazer, tanto a nível mental como físico, foi recompensado esta semana», salientou o tenista português, citado pela sua assessoria de Imprensa.

«Joguei a um altíssimo nível, consegui estar muito focado mentalmente naquilo que tinha delineado taticamente», acrescentou.

Segue-se, na sexta-feira, o confronto com Rafael Nadal, aos olhos de João Sousa «o melhor jogador de todos os tempos em terra batida».

«Quero dar o meu melhor, continuar a jogar a este nível tão alto e sem dúvida tentar vencer», afiançou.

* Nadal é um fora de série, não é invencível mas....para já parabéns a João Sousa.

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 2-O IMPÉRIO INVISÍVEL

A NOVA ORDEM MUNDIAL
FACTOS OCULTOS
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JÁ OUVIU FALAR DE "BILDEBERG"?


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"
Marcelo em Moçambique diz 
que teve "agradáveis surpresas"
. relacionadas com a paz

O Presidente português disse hoje ter tido nos últimos dias "agradáveis surpresas" de preocupação com a paz em Moçambique e aproximação entre o Governo da Frelimo e a oposição da Renamo, mas ressalvou que "é cedo" para tirar conclusões.
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Marcelo Rebelo de Sousa transmitiu esta posição aos jornalistas na residência do embaixador português em Maputo, após uma reunião com uma delegação parlamentar da Renamo, na qual o Governo português também esteve representado, através da secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro.

Questionado se estava mais otimista do que quando iniciou a sua visita oficial a Moçambique, respondeu: "Eu não direi otimista, porque não gosto de pôr o carro à frente dos bois. O que eu digo é que tive agradáveis surpresas nos últimos dias".

"Agradáveis surpresas na preocupação com a paz, na preocupação com a situação económica, financeira e social, agradáveis surpresas quanto à urgência de haver uma aproximação de pontos de vista e agradáveis surpresas quanto à vontade de haver essa aproximação. Agora, estamos neste momento nesta situação. Se souber mais alguma coisa, eu digo", acrescentou.

* OXALÁ!

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RITA GARCIA PEREIRA

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Um (nada) admirável 
mundo novo...

Inicio a minha colaboração com o Económico esta semana, após mais uma torrente de notícias sobre o sector da banca. De todas, resolvi destacar o que se alega ser a situação dos trabalhadores do Novo Banco, em especial aqueles que, há cerca de um mês, aguardam a sua sorte.

Voltemos ao início da história: uma vez convertida o que se afirmou ser a parte boa do BES no Novo Banco, os seus trabalhadores foram instados a aplicarem-se e a darem o seu melhor, estando implícito no discurso que lhes era dirigido que o seu posto de trabalho poderia depender do desempenho de todos e cada um. Talvez movidos por este impulso, seguramente também na defesa da sua própria honra, o que é certo é que estas pessoas se mantiveram a exercer funções, debaixo de uma enorme pressão, muitas vezes com risco da sua própria integridade física, por serem a cara de um banco que, como agora se sabe, prejudicou milhares de cidadãos. 

Cerca de um ano e meio após, é a história recente que desmente a meritocracia que parecia resultar do que lhes fora afiançado: sem quaisquer explicações adicionais ou até fundamentação bastante, mais de trezentos trabalhadores foram convocados por email para uma reunião individual, no âmbito da qual lhes foi comunicado que, ou aceitavam a quantia que lhes era indicada, ou seriam objecto de um despedimento colectivo em piores condições. Aos que não aceitaram de imediato, foi-lhes enviado um outro email, dispensando-os do dever de comparência, isto é, em suma, mandando-os para casa, para “pensarem melhor”. Enquanto isso, nalguns casos, os seus postos de trabalho foram desactivados, tendo desaparecido a documentação, a secretária e até a cadeira onde se sentavam. No caso de não terem aceite as ditas condições, à hora que este artigo estiver a ser publicado, terão de se apresentar mas dificilmente saberão onde.

Pretende-se chamar a todo este processo uma alegada “negociação”, feita ainda para mais numa sociedade cujo único accionista é o Estado. Para um cidadão normal, a audição na Assembleia da República de Sua Exa. o Senhor Presidente do Conselho de Administração do Novo Banco assumiu contornos surrealistas, só ultrapassados pelas declarações de grande parte dos deputados ouvidos, que iam manifestando o que eles próprios entendiam ser ilegalidades, sem que daí tenham extraído qualquer conclusão útil. Afinal, o enorme êxito que iria ser o Novo Banco não se concretizou porque, agora, “as pessoas vão menos aos balcões” (sic!), o que determinou que este conjunto de trabalhadores, alguns dos quais afectos aos serviços centrais, tenha de ser dispensado, até por força da “imposição externa de redução de custos”.

Em todo este processo há algo que me faz recordar a Parvalorem e as centenas de trabalhadores que também ali foram “acantonados”, numa longa agonia, a gastarem dias sentados entre caixotes de papéis sem destino.

Dito de outra forma, o Estado que legisla sobre o assédio moral é o mesmo que cria e permite que subsistam os comportamentos que o integram. E, mais estranho mais, tudo isto sucede perante uma, pelo menos aparente, impassividade das instituições que os deviam defender, isto é, os sindicatos para os quais foram descontando ao longo da carreira.

No fundo, percebo a falta de critérios na selecção dos visados. A serem aplicados juízos de competência, tendo presente as parcas justificações que foram dadas para este procedimento, os primeiros destinatários dos ditos emails não poderiam deixar de ser os responsáveis últimos pelo seu envio.

Advogada

IN " DIÁRIO ECONÓMICO"
03/05/16

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860.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO    
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Metade dos administradores de empresas
. não estão prontos para enfrentar crise

Que empresas têm uma visão clara da crise e quais as que estão prontas para lidar com isso? Mais de 300 membros do conselho de administração compartilharam pontos de vista de todo o mundo. Pesquisa global da Deloitte aponta que 76% dos entrevistados acreditam que suas empresas responderiam efectivamente a uma eventual crise, mas menos de 49% têm-se preparado.
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Mais de três quartos dos membros dos conselhos de administração das empresas em todo o mundo confiam, assim, na capacidade das suas organizações em lidar com situações de crise, mas não sentem que eles e as suas empresas estejam completamente preparados para esses momentos, conclui um estudo promovido pela Deloitte e realizado pela Forbes Insights “Uma crise de confiança”.

Segundo este estudo, menos de metade (49%) dos executivos inquiridos referem que as suas organizações dispõem dos recursos e processos para lidar, da melhor forma, com uma crise.
“A maioria das empresas irá enfrentar uma crise a certa altura do seu percurso. É uma questão de “quando” e não “se”, refere Nuno Belo, partner de consultoria da Deloitte.

Segundo este responsável, “os membros dos conselhos de administração devem articular-se com as suas equipas de gestão para garantir que existe um entendimento comum dos riscos que a organização apresenta maior nível de vulnerabilidade a eventuais crises”. Nuno Belo considera ainda que é igualmente importante assegurar que esse alinhamento resulta no reforço efectivo dos processos e sistemas utilizados para detectar e prevenir situações adversas.

Entre as principais conclusões do estudo da Deloitte destaca-se a diferença entre “sentir-se preparado” e “estar preparado”: Mais de três quartos dos inquiridos (76%) acreditam que as suas empresas responderiam de forma eficaz caso amanhã surgisse uma crise.

Contudo, apenas 49% dos membros dos conselhos de administração afirmam que as suas empresas recorrem à monitorização ou a planos de comunicação interna para prever possíveis problemas. Igual percentagem afirma que as suas empresas possuem guias de resposta a cenários de crise. Um número ainda menor (32%) confirma que as suas organizações participam em simulações de crise ou em acções de formação sobre o tema.

Danos na reputação corporativa no topo das vulnerabilidades
O estudo da Deloitte conclui ainda que danos na reputação corporativa estão no topo da lista de maiores vulnerabilidades, seguido pelo crime informático, ou cibercrime.

De acordo com os inquiridos, as áreas de crise que os fazem sentir mais vulneráveis são a reputação corporativa (73%) e o cibercrime (70%). Dois terços (66%) também identificam como vulneráveis as áreas relacionadas com a cadeia de abastecimento, com aspectos regulatórios e associados a desastres naturais.

Quando questionados sobre áreas específicas de crise, os membros dos conselhos de administração estavam mais propensos a reconhecer a sua vulnerabilidade, do que quando mencionaram que tinham um plano para enfrentá-la. Por exemplo, 73% indicaram a reputação como uma vulnerabilidade, mas apenas 39% referiram que tinham um plano definido para abordá-la.

A Deloitte conclui ainda no estudo que existe uma reduzida articulação entre os elementos da administração e a equipa de gestão. Menos de metade dos inquiridos (49%) indica que se articularam com as equipas de gestão para compreender como a organização se tem preparado para a crise. Apenas metade revela que os administradores e a equipa de gestão têm conversas regulares e específicas sobre a prevenção de crise.

Também menos de um terço (30%) dos membros dos conselhos de administração das organizações que enfrenta crises afirma que a reputação foi recuperada em menos de um ano. Cerca de 60% refere que demoraram quatro anos ou mais a recuperar. As crises financeiras e operacionais exigem também um longo período de recuperação.

“É evidente que a preparação e a resistência à crise tem de ser um assunto mais predominante nas agendas das reuniões de administração. Embora a abordagem possa variar de empresa para empresa, administradores e gestores não devem subestimar o desafio que é preparar uma organização para uma crise”, segundo Nuno Belo.

O estudo global realizado pela Forbes Insights, em parceria com a Deloitte, foi conduzido com o objectivo de avaliar o nível de preparação das grandes organizações para responder a uma crise. Desta análise fizeram parte mais de 300 membros dos conselhos de administração de empresas que representam as principais indústrias e regiões geográficas, a nível mundial.

* Em resumo, 51% dos administradores de grandes empresas atingiram o patamar da incompetência, pois quem navega só com bom tempo não é marinheiro.


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 Chamar-lhes drogas legais 
é um erro enorme

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FONTE: EURONEWS

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VII-AMBIENTE FEROZ

3-TSUNAMIS

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HOJE NO    
"CORREIO DA MANHÃ"
Polícia Marítima resgatou 2.952 migrantes
. em sete meses de missão 

Das 2.952 pessoas resgatadas, 806 eram bebés e crianças e 637 mulheres. A equipa da Polícia Marítima (PM) portuguesa, que se encontra na ilha grega de Lesbos, informou esta quinta-feira ter resgatado em segurança e transportado para terra 2.952 imigrantes/refugiados, entre 1 de outubro de 2015 e 5 de maio. 
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Das 2.952 pessoas resgatadas, 806 eram bebés e crianças e 637 mulheres, refere a polícia em comunicado. Há ainda a registar cinco pessoas recuperadas já mortas e cinco facilitadores detidos. Integrada na missão da agência Frontex Poseidon Rapid Intervention, a colaborar no controlo de fronteiras da União Europeia, a equipa da PM realizou, em igual período, 71 missões de busca e salvamento, contabilizando 1.305 horas de navegação e 7.200 milhas náuticas efetuadas. 

Durante o mesmo período, prestou apoio a 200 embarcações, assim como a mais de 10 mil imigrantes/refugiados. Segundo a PM, a equipa portuguesa encontrou, na maioria das vezes, cenários de grande stress, botes e embarcações sobrelotadas, sem condições de navegabilidade e em perigo iminente de naufrágio. "As pessoas resgatadas procuravam desesperadamente chegar à Grécia, mesmo sem quaisquer condições de segurança, muitas delas sem coletes salva-vidas, totalmente molhadas e correndo sérios riscos de entrada em hipotermia. 

Os casos mais graves são dos bebés e crianças cuja resistência ao frio é muito menor e a quem, a PM deu especial atenção", relata. Entretanto, desde 28 de março encontra-se a operar em Molivos, uma Viatura de Vigilância Costeira (VVC), com o objetivo de reforçar a capacidade operacional da PM, ao garantir a vigilância costeira da área de operações em simultâneo e em coordenação com as embarcações Tejo e Arade. A VVC efetuou já 225 horas de missão e controlou mais de 380 alvos. Este reforço, diz a PM, em muito tem contribuído para o sucesso no controlo da fronteira da União Europeia na zona da sua responsabilidade, constituindo-se como um elemento dissuasor para facilitadores que operam na área. A equipa é composta por 11 agentes da PM, um técnico para o apoio e a manutenção das embarcações e um técnico para a manutenção da componente elétrica e eletrónica da VVC. 

A PM portuguesa vai o seu apoio à guarda-costeira grega, com a finalidade de cooperar no controlo e vigilância das fronteiras marítimas gregas e no combate ao crime transfronteiriço, integrada na missão da Frontex, até 30 de setembro de 2016. 

* Os elementos deste corpo são verdadeiros heróis!

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Rodrigo Leão

As Ilhas dos Açores


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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Khalid Malik: 
“Temos de pôr as pessoas 
à frente da economia”

O economista Khalid Malik, que coordena o Relatório do Desenvolvimento Humano da ONU, afirma que as desigualdades se estão a agravar dentro dos países e que cortar no orçamento não é o caminho.

Khalid Malik tem uma visão prática das escolhas a fazer em economia: “Temos de pôr as pessoas primeiro e só depois pensar nas políticas para equilibrar os orçamentos”. Esta é a mensagem deste economista, que dirige o Relatório do Desenvolvimento Humano da ONU, para a Europa e para países como Portugal, que nos últimos anos têm cortado no investimento público em detrimento do crescimento, o que acaba por prejudicar a criação de emprego e agravar as desigualdades dentro do próprio país.
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Em Portugal a convite das Conferências de Lisboa, Khalid Malik falou ao Observador e disse que hoje “as desigualdades entre países têm descido, mas dentro dos próprios países têm aumentado”. O economista paquistanês afirma que as desigualdades, especialmente a diferença nos rendimentos das pessoas estão “no centro” dos problemas do desenvolvimento global, mas que se deve ter atenção a indicadores como a educação: “A educação influencia o futuro das próximas gerações e está ligada também ao aumento dos rendimentos“.

Sobre as desigualdades que afetam os países mais desenvolvidos, nomeadamente países como Portugal sob fortes medidas de austeridade, o economista considera que a visão tem de ser mais equilibrada. “Há quem acredite que esta obsessão com equilibrar o orçamento é uma ideia terrível quando falamos sobre uma moeda como o euro. Ao mesmo tempo, acredito que é possível gerir qualquer nível de dívida. Mas, se cortarmos [o orçamento], o crescimento vai descer e vai ser preciso cortar mais. Ao mesmo tempo, o desemprego aumenta e acabamos por influenciar a economia durante um longo período de tempo”, conclui Khalid Malik.

Trabalhando de forma muito próxima com as Nações Unidas, o economista paquistanês diz que esta organização tem de se adaptar à realidade porque “o mundo está a mudar rapidamente”. E é preciso “estar à frente das tendências e não segui-las”. “A ONU é antiquada em termos institucionais e de burocracia. Tem de ser mais pró-ativa e tentar resolver os problemas, em vez de ser encarada pelos Estados como uma solução de último recurso“, explica ao Observador. Um fator decisivo neste sistema é, segundo Malik, a liderança. “A liderança importa. Uma instituição com uma boa liderança tem um melhor desempenho“, diz Khalid Malik que já ocupou várias posições nesta organização dentro do Programa para o Desenvolvimento.

Sobre a corrida à liderança da ONU, Malik considera-se amigo de Guterres e deseja-lhe “muita sorte” no processo de seleção para o secretário-geral. Lembra, no entanto, que apesar de haver mais transparência na escolha a nível da Assembleia-geral — através das audições públicas e das candidaturas serem mais escrutinadas –, a escolha vai ficar a cargo do Conselho de Segurança.

* Vivemos na economia da desumanidade!

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PARA NÃO ESBARRAR

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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Ministra abre conflito com oficiais
 de comando da GNR

Constança Urbano de Sousa propõe promover a general coronéis com apenas dois anos de curso de oficial, em vez dos cinco obrigatórios da Academia Militar, caso único na UE

Uma onda de choque atingiu o Comando-Geral da GNR quando os oficiais de topo leram a proposta de estatuto que a ministra da Administração Interna lhes enviou. Promover a general coronéis que fizeram um curso de formação de oficiais (CFO) de apenas dois anos em vez dos cinco da licenciatura da Academia Militar, limitar a 3 anos a permanência dos altos quadros do Exército e condicionar a sua saída até 2020, são os rastilhos para incendiar um conflito latente.
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FIRME SEM MEDO
Com estas medidas, Constança Urbano de Sousa abriu uma frente de batalha contra 75% dos oficiais da GNR - os formados pela Academia Militar - e com a cúpula dos generais do Exército, uma vez que ignorou as propostas, sobre estes temas, que lhe tinham sido remetidas pelo comandante-geral, tenente general Manuel da Silva Couto. O cenário é visto com enorme apreensão ao mais alto nível naquela que é a maior força de segurança do país.

O DN ouviu vários oficiais formados na Academia, generais do comando-geral (do Exército) e coronéis e é notória a clivagem de argumentos. A ministra desvaloriza a tensão e diz que se trata de "uma mera proposta de disposição transitória, proposta esta que ainda não está consolidada". Constança Urbano de Sousa sublinha que "o objetivo é apenas permitir que possam ser nomeados para o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) oficiais do posto de coronel que sejam titulares do grau de mestre ou licenciatura pré-Bolonha e preencham as restantes condições gerais e especiais de promoção. Trata-se apenas de uma possibilidade. Ou seja, da proposta em causa não resulta que o CFO seja condição suficiente ou necessária para a nomeação para o CPOG, nem, consequentemente, para a promoção, pelo que não se vislumbra qualquer razão objetiva de incompatibilidade com os oficiais da Academia Militar".

A governante afirma ainda que mesmo no "atual Estatuto Militar das Forças Armadas se permite também que um oficial cujo mestrado ou licenciatura que não seja da Academia Militar possa ascender ao corpo de Oficial General". O DN confirmou, porém, junto a fontes do Instituto de Estudos Superiores Militares, onde são ministrados os cursos para os generais, que estas exceções só foram aceites para a promoção de médicos, engenheiros da Força Aérea e capelães das Forças Armadas.

Oficialmente a primeira contestação vem da Associação Nacional dos Oficiais da Guarda (ANOG), que representa estes quadros. "Em sede própria, quando formos ouvidos, iremos apresentar os nossos argumentos. Eles são de total discordância em relação à promoção dos coronéis. Vai provocar um desagrado muito grande. Não se percebe esta fobia e pressa de promover estes coronéis", afiança António Bogas, um tenente-coronel do 1º curso da Academia e que, caso a proposta de estatuto vigore, poderá ver goradas as expectativas, ao fim de 25 anos de carreira, de ocupar um lugar de general.

Sob anonimato, uma vez que estes oficiais estão no ativo, foram várias as preocupações transmitidas ao DN. "Vamos ser o único país da Europa e do mundo civilizado com generais sem formação superior em ciências militares", assinala um. "O MAI lançou uma bomba atómica. Vai causar enorme instabilidade. É uma desconsideração total com os generais do Exército", assevera outro. "Está a ser criada uma cisão interna entre todas as origens se oficiais a servir a Guarda", acrescenta outro oficial da Academia. "Cria um corpo de oficiais generais impreparado e fragilizado que jamais será reconhecido pelos seus pares, quer a nível nacional, quer internacional. A consequência será o desprestígio da instituição, colocando em causa a própria condição militar, a formação na Academia Militar e a existência da própria GNR, ou sejam todo o sistema", conclui ainda.

Invocam a solução encontrada pela PSP, quando colocou civis na Direção Nacional, em 2002. Só os oficiais formados no Instituto Superior de Ciências Policiais e e Segurança Interna poderiam chegar ao topo. Os oficiais de carreira base (com percurso idêntico ao dos coronéis) só podem ser promovidos até ao posto de intendente (equiparado a coronel).

Um dos coronéis que mais tem lutado pelo direito a estes oficiais poderem chegar a generais, foi Albano Pereira, atualmente na reforma. Foi o único destes oficiais que falou ao DN e, na sua perspetiva, esta proposta de lei "não é sequer uma vitória" para os coronéis que fizeram o Curso de Formação de Oficiais, em Águeda. "Há várias matérias que não estão bem claras e podem dar abertura a que aconteça como no passado: que a lei não seja cumprida e a expectativa criada não se concretize. 

Apesar de se permitir aos coronéis a promoção a brigadeiro-general, nada se diz sobre os postos acima". Quanto ao mal-estar dos oficiais da Academia Militar, Albano Pereira, que chefiou a Investigação Criminal da GNR, tem uma sugestão: "leiam a Constituição da República Portuguesa, no que diz respeito à igualdade de oportunidades e à não discriminação".

* A verdade é que o  generalato oriundo da Academia Militar está com medo de perder o tacho que são os postos de comando da GNR e que há muito deviam ser pertença de oficiais daquela corporação. A GNR nem sequer oscila com a saída daqueles oficiais, mas o Exército está obeso de estrelas.


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COSPLAY
ARREDONDOSAS















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