quarta-feira, 4 de maio de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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CONGEMINANDO












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"O QUE NÓS

REPUDIAMOS"!



4- KIM JONG-UN 

 COREIA DO NORTE



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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AS PREVISÕES

DA

COMISSÃO EUROPEIA



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 03 de Maio, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrivelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. António Nogueira Leite

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HOJE NO
"A BOLA"

Composição da lista de Fernando Gomes

Fernando Gomes entregou esta quarta-feira a lista que lidera às eleições na Federação Portuguesa de Futebol, marcadas para 4 de Junho.

Pedro Proença, presidente da Liga em exercício, é, conforme os estatutos, por inerência vice-presidente da FPF.

Lista candidata aos Órgãos Sociais da FPF:

DIREÇÃO
Fernando Soares Gomes da Silva (presidente)
Presidente LPFP (vice-presidente)

Membros da Direção (por ordem alfabética)
Carlos Alberto da Costa Coutada
Elísio Amorim Carneiro
Hermínio José Sobral de Loureiro Gonçalves
Humberto Manuel Jesus Coelho
João Manuel Vieira Pinto
Mónica Susana Carvalho Jorge
Pedro Miguel Carreiro Resendes
Pedro Miguel Pereira Dias
Rui Manuel Carreira Manhoso
Rui Rodrigues Olim Marote (suplente)
José Júlio de Carvalho Peyroteo Martins Couceiro (suplente)
Joaquim Manuel Evangelista da Silva (suplente)
José Pereira de Oliveira (suplente)
Amadeu Garcia de Andrade Poço (suplente)
Eduardo Humberto Silveira Pereira (suplente)

ASSEMBLEIA GERAL
José Luís Fazenda Arnaut Duarte (presidente)
Carlos Alberto Veiga Moura Alves (vice-presidente)
José Bento Freire Pinto (secretário)
Carlos Fernando Alves Pires de Almeida Farinha (suplente)
Hugo Ricardo Gonçalves Alves (suplente)

CONSELHO FISCAL
Ernesto Ferreira da Silva (presidente)
João Correia de Oliveira
Horácio Manuel Piriquito Casimiro
José António Matias Araújo (suplente)
Paulo Jorge Fonseca de Oliveira (suplente)

CONSELHO DE ARBITRAGEM
José Manuel Teixeira Fontelas Gomes (presidente)

Secção Profissional
João Francisco Lopes Ferreira (vice-presidente)
Bertino da Cunha Miranda (vogal)
Ricardo António Gomes Duarte (vogal)
Luís Alberto Duarte Ferreira (suplente)
Carlos Jorge da Silva Amado (suplente)

Secção Não Profissional
Paulo Manuel Gomes da Costa (vice-presidente)
Jorge Manuel Farinha Nunes (vogal)
Ana Raquel Morais Pinto Brochado Maia (vogal)
João Manuel Simões da Rocha (vogal)
José Manuel Martins Albino (suplente)
Hélder Herculano Pimentel Medeiros (suplente)

Secção de Classificações
Aurélio Dias Pinto Afonso (vice-presidente)
Lucílio Cardoso Cortez Baptista (vogal)
Albano Rocha Fialho (vogal)
Pedro Miguel da Costa Nunes Portugal (suplente)
Luís Manuel Almeida Martins Pais (suplente)

CONSELHO DE DISCIPLINA
José Manuel Martins Meirim da Silva (presidente)

Secção Profissional
João Manuel Belchior
Maria José Carvalho de Almeida
Isabel Alexandra Duarte Perfeito Lestra Gonçalves
Ricardo Jorge Rodrigues Pereira
Fernando Licínio Lopes Martins
Eduardo Augusto Alves Vera-Cruz Pinto
Orlando Filipe da Silva Mendes (suplente)
José Maria Coutinho de Almeida (suplente)
Fernanda Filomena Peralta dos Santos (suplente)

Secção Não profissional:
Álvaro Manuel Reis Baptista
Vítor Manuel Pereira Carvalho
Leonel Santos Gonçalves
Jorge Manuel da Cruz Amaral
Tito Jorge Quintela Crespo
Alice Coelho Rodrigues Castro
Francisco António Grade Dias Neves (suplente)
Daniel Herlânder Rodrigues Felizardo (suplente)
António Belo Salvado Pratas (suplente)

CONSELHO DE JUSTIÇA:
Manuel Fernando dos Santos Serra (presidente)
Fernando Manuel Azevedo Moreira
Jorge Manuel Lopes de Sousa
António Bento São Pedro
José Joaquim Monteiro Sampaio e Nora
Vítor Guilherme de Matos Filipe
António Sérgio Coelho de Matos
Francisco António Vasconcelos Pimenta do Vale (suplente)
José António de Freitas de Carvalho (suplente)
José Alberto Guedes Poças Falcão (suplente)
José Alberto Ferreira Nunes Barata (suplente)

* E assim "xuta" o futebol....
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VIVIENNE


WESTWOOD

FULL FASHION SHOW
PRIMAVERA/VERÃO
2016




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HOJE NO     
"AÇORIANO ORIENTAL"

Cuidados Intensivos da Felicidade ajudaram 
1400 pessoas a viver mais felizes

A Unidade de Cuidados Intensivos da Felicidade abriu portas há um ano e já ajudou 1400 pessoas, entre as quais crianças doentes e jovens institucionalizados, a viverem mais felizes e a ultrapassarem os obstáculos da vida.
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Localizada em frente ao Hospital Egas Moniz, na Rua da Junqueira, em Lisboa, a Unidade de Cuidados Intensivos da Felicidade (UCIF) foi criada pela associação Terra dos Sonhos para apoiar crianças com doenças crónicas e em estado grave e jovens institucionalizados, mas também está aberta ao público em geral.

Um ano depois da entrada em funcionamento da primeira unidade de saúde emocional em Portugal, Andreia Martins, ‘hapinesse maker’ e responsável pela UCIF faz um “balanço muito positivo” deste novo modelo de intervenção.

“Apesar de ter sido pensado inicialmente num outro contexto, o balanço foi muito positivo, porque o facto de ter arrancado numa sede própria possibilitou chegar a um maior número de pessoas dentro e fora no nosso público-alvo inicial, o que nos pareceu uma mais-valia muito interessante”, disse à agência Lusa Andreia Martins.

A Casa dos Sonhos pretende ter impacto na qualidade de vida das pessoas que por lá passam, capacitando-as para viverem vidas mais felizes, independentemente das suas circunstâncias e limitações físicas, emocionais e psicológicas.

Nos programas de intervenção, que têm um mínimo de seis sessões, trabalha-se, sobretudo, "a autoestima, a gestão das emoções, a forma como os miúdos comunicam e como recebem esta comunicação e a aceitação das mudanças que a vida lhes vai impondo”, contou Andreia Martins.
O objetivo é que “os miúdos consigam de uma forma mais continuada e mais consistente gerir as circunstâncias que a vida lhes vai impondo”, “aceitando o que têm e aceitando como são”.
“Aquilo que acreditamos é que trabalhando estas competências (…) as crianças conseguirão ser agentes da sua própria felicidade”, sublinhou a ‘hapiness maker’.

A participação na UCIF é gratuita para as crianças com doenças crónicas e jovens em risco institucionalizados, que são sinalizados pelos hospitais e instituições sociais.

“Agora começamos já a receber pedidos de pais que querem vir fazer dinâmicas connosco, perceber melhor o que é a UCIF e o que são as suas atividades”, contou.

Ao longo do último ano, a Casa dos Sonhos recebeu visitas de escolas em que os alunos foram desafiados a fazer uma viagem “pelas emoções e pelos pensamentos” e entenderam a missão da Terra dos Sonhos, que já concretizou 603 sonhos de meninos muito doentes.

“Estes meninos que vêm fazer estas visitas estão a contribuir para que a Terra dos Sonhos possa continuar a sua missão”, diz Andreia Martins, contando que aconteceu “um fenómeno curioso”.
As crianças mobilizaram-se nas suas escolas para angariar dinheiro e realizar sonhos de crianças, o que acabou por acontecer, contou.

Os desafios da associação passam agora por aplicar o projeto em diferentes contextos, como hospitais e nas escolas, e “pôr na rua” este ano um rastreio de saúde emocional.

* Quando as pessoas querem fazem coisas espantosas!

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VI-GENOMA HUMANO


2-0 MAPA DO

ENVELHECIMENTO

E DA MORTE




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO    
"DIÁRIO ECONÓMICO"

ACT esteve hoje no Novo Banco 
após queixas de funcionários 
impedidos de trabalhar

A Autoridade das Condições de Trabalho (ACT) foi já hoje ao Novo Banco, depois de ontem o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) ter solicitado a sua intervenção, por a instituição estar a violar a lei ao proibir trabalhadores de ocuparem o seu posto de trabalho. A intervenção da ACT é confirmada ao Económico pelo presidente do SBSI e surge depois de notícias que deram conta que a administração do banco continua a vedar acesso de uma centena de funcionários às instalações e ao sistema informático.

Segundo o presidente do SBSI, Rui Riso, numa queixa apresentada à ACT ontem, dia 3 de Maio, o sindicato, à semelhança de outras queixas, pediu à inspecção para pôr fim à situação a que o Novo Banco está a sujeitar os trabalhadores que não aceitaram a proposta de rescisão do contrato de trabalho.

“O Novo Banco teve um comportamento enviesado e o nosso departamento jurídico fez queixa à ACT. A partir daqui, dado que são processos com carácter judicial, não posso avançar mais nada e caberá à ACT fazer o seu trabalho e aplicar coimas por este tipo de comportamentos”, afirmou ao Económico Rui Riso.

A ACT deslocou-se hoje mesmo, dia 4 de Maio, ao Novo Banco, embora o Sindicato não disponha ainda de mais informação.

Ontem, o inspector-geral do Trabalho, Pedro Pimenta Braz, tinha sinalizado que a ACT estava a acompanhar o processo que, segundo o jornal Público, envolve pelo menos uma centena de trabalhadores que recusaram a rescisão por mútuo acordo proposta pela administração do banco, e que na semana passada receberam uma carta a dispensá-los de se apresentarem ao serviço até 30 de Maio. Esta foi a terceira vez que receberam uma notificação desta natureza, mas até esta segunda-feira nunca foram impedidos de continuar a trabalhar.

Fonte oficial do Novo Banco limitou-se a referir, na segunda-feira, que “os trabalhadores que não aceitaram a rescisão tinham informação por escrito de que seriam dispensados no âmbito do processo de redução de trabalhadores que o banco está obrigado a cumprir”. Fonte do banco adiantou ao Económico que "o universo que não aceitou rescisões é inferior a 100 pessoas".
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STOP AO STOCK
A rescisão voluntária foi proposta a 500 colaboradores do Novo Banco (que resultou da intervenção no BES) e o número de recusas chegou a atingir as 150, mas tem vindo a diminuir por receios de serem integrados num despedimento colectivo, admitido pelo presidente do banco, Stock da Cunha, e que deverá ser anunciado nos próximos dias. O Jornal de Negócios avançou hoje que o Novo Banco vai avançar com o despedimento de menos de 100 trabalhadores, a concluir até ao fim do mês. Em causa estão os bancários que não aceitaram a rescisão amigável.

Carta à ACT
Na missiva enviada ontem, o SBSI explica que "no âmbito de um alegado processo de reestruturação que o Novo Banco tem em curso, não tendo, no entanto, dado início a qualquer procedimento de despedimento colectivo, este está a impedir os trabalhadores que considera abrangidos por aquele alegado processo de acederem ao local de trabalho e, consequentemente, de exercerem funções".
E acrescenta: "Os trabalhadores, por terem sido desactivados os correspondentes cartões de acesso, não conseguem aceder às instalações, o que configura uma clara ilegalidade perpetrada pelo referido banco."

Assim, e face à gravidade da situação, o SBSI solicitou a "intervenção urgente" da Autoridade para as Condições de Trabalho.

Exigência à administração
O Sindicato dirigiu-se igualmente à administração do NB, exigindo a alteração imediata da situação, de forma a que seja permitido aos trabalhadores o livre acesso ao seu local de trabalho.

Frisando que os trabalhadores que não aceitam a rescisão estão "no seu legítimo direito", o SBSI imputa tal situação à administração, que "configura violação, grave e culposa, das garantias dos trabalhadores, no que respeita ao acesso ao local de trabalho e ao exercício de funções".

O SBSI recorda à administração que o banco admite a situação ao considerar, nas comunicações aos trabalhadores, "que não é conveniente a continuação do exercício de funções" – ou seja, "existe o reconhecimento expresso das funções dos visados".

* Quando foi detectado o crime da família "espírito beato" foram os funcionários do ex-BES que aguentaram e deram a cara pela nova denominação, a prepotente administração da qual não se dá conta que "vista a camisola" arrasa com o futuro de muitas famílias, o sr. Carlos Costa tirou o cavalinho da chuva.

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LÚCIO MIGUEL CORREIA

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Lacuna regulamentar 
ou a ditadura  das
 transmissões televisivas?

O campeonato nacional da mais importante competição desportiva do futebol profissional em Portugal (LIGA NOS) está ao rubro, quando apenas faltam duas jornadas para o seu fim.

Ditou a competência e qualidade desportiva demonstrada pelos eternos rivais de Lisboa ao longo da prova (SL Benfica SAD e Sporting Clube de Portugal SAD), que apenas um dos dois, obterá o mais importante e almejado troféu nacional de futebol profissional cá do burgo.

É facto indesmentível e do mais simples senso comum que, as duas próximas jornadas, serão decisivas sobre quem vai ser o próximo campeão nacional, pelo que - não tenhamos dúvidas - esta incerteza de âmbito desportivo aumentará o interesse nacional e internacional sobre a competição, quer a nível do público em geral, quer a nível de potenciais sponsors e agentes financeiros com capacidade de investimento no futebol português.

As competições desportivas em geral, em especial no futebol – veja-se o recente exemplo do Leicester na milionária Liga inglesa de futebol profissional - necessitam de vencedores imprevistos ou de múltiplos potenciais vencedores até à última jornada. É a emoção que faz o Desporto e a vida terem uma magia inolvidável.

Competições desportivas com vencedores antecipados fazem perder interesse público, provocando enormes quebras de audiências e de receitas aos clubes numa fase crucial da época.

Assim, há medida que a nossa principal competição profissional de futebol avança para o seu epílogo final, aliado ao número reduzido de potenciais vencedores, os motivos de interesse sobre quem vai ser o próximo campeão nacional de futebol profissional português aumenta, o que não deixa de ser, um apanágio interessante numa competição pautada pelo evidente desequilíbrio financeiro, desportivo e competitivo dos seus participantes.

Todavia, o Comunicado Oficial nº 352 do passado 29 de Abril do presente ano da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, determinou que os próximos jogos de Sporting SAD e SL Benfica SAD, referentes à 33º jornada do campeonato, sejam disputados por estas equipas, em dias e horários distintos.

Assim, a Sporting SAD disputará o seu jogo com a Vitória FC SAD no próximo dia 7 de maio (Sábado), pelas 20.45h, com honras de transmissão televisiva pela Sporttv, enquanto que, a SL Benfica SAD disputará o seu jogo no próximo dia 8 de Maio (Domingo) pelas 20.30h contra a Maritimo SAD, também com transmissão televisiva assegurada pelo mesmo canal.

Dispõe o art. 44º nº5 al. k) do Regulamento de Competições da LPFP que: “sem prejuízo de casos de força maior, os jogos correspondentes à última jornada de qualquer competição oficial a disputar por pontos devem ser realizados no mesmo dia e à mesma hora.

Prevê o art. 44º nº6 do Regulamento de Competições da LPFP que: Excetua-se do disposto na alínea k) do número anterior o caso dos jogos, devidamente autorizados pela Liga, cujos resultados não tenham interferência direta ou indireta na tabela classificativa, em matéria de promoções e despromoções, de obtenção do primeiro lugar, de lugares de posicionamento nas fases da Taça da Liga e de lugares de acesso às competições da UEFA.

Acrescentando o nº 7 da mesma disposição que: “Relativamente aos jogos a disputar na última jornada, a Liga, com vista a permitir a transmissão televisiva direta de jogos, pode autorizar as alterações em bloco de jogos que envolvam todos os clubes que disputem a obtenção de um mesmo objetivo, desde que o resultado desses jogos não possa ter, relativamente a terceiros clubes participantes na mesma competição, qualquer influência nos aspetos classificativos relevantes discriminados no número anterior, devendo esses jogos alterados ser realizados simultaneamente.”

Face ao exposto, o referido comunicado oficial da LPFP, não viola as mencionadas disposições regulamentares. No entanto, também não beneficia a credibilidade e integralidade da competição desportiva em causa.

Lá diz o velho ditado: “À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta.”

Note-se e realce-se o agendamento dos restantes campeonatos europeus de futebol (Alemanha, França e Holanda), e mais concretamente em Espanha, onde os três grandes emblemas de “nuestros hermanos” (FC Barcelona, Atlético de Madrid e Real Madrid) se encontram separados por apenas um ponto a duas jornadas do fim, disputarão o título de futebol profissional até ao último segundo.

As Ligas alemã, francesa e holandesa e mais uma vez, em particular a espanhola - ao invés da nacional - para não prejudicarem ou beneficiarem nenhuma equipa, mas sobretudo, por razões de transparência, defesa da imagem e credulidade da competição, apesar da importante e incontornável questão dos direitos de transmissão televisiva, determinaram que na próxima jornada (a penúltima tal como em Portugal), todos os clubes jogarão ao mesmo tempo e à mesma hora, não dando azo a qualquer tipo comentário ou consideração indevida.

Ainda que atualmente se desconheça ou não esteja cientificamente comprovado, que o facto de uma determinada equipa jogar antes ou depois do rival direto, se traduza na obtenção de uma vantagem ou desvantagem desportiva relevante para o desfecho final de uma competição e para a sua classificação final, a verdade é que o agendamento de jogos decisivos para a obtenção do título de campeão nacional na penúltima jornada, em dias e horas completamente distintos, permite um conjunto generalizado de especulações e desconfianças que bem poderiam ser evitadas.

Da mesma maneira e sob o mesmo entendimento, tendo em conta os mesmos valores ético-desportivos supra identificados, estará em causa, nos jogos das equipas que pretendem assegurar um lugar numa competição europeia da próxima época (SC Braga, Arouca, Paços de Ferreira, Rio Ave e Estoril) bem como, nas equipas que ainda lutam pela permanência na Liga NOS (Vitória de Setúbal, União da Madeira, Académica de Coimbra e Tondela).

Tudo isto, já para não falar da ainda mais complexa e ultra competitiva Ledman Liga Pro onde as dúvidas sobre as equipas que ascenderão à Liga NOS e aquelas que poderão descer ao campeonato de futebol não profissional ainda são bem maiores, em que se justificaria ainda mais, que todos os clubes deveriam jogar ao mesmo tempo e à mesma hora a partir da penúltima jornada.

É sabido por todos, da dependência das principais instituições intervenientes do futebol nacional, relativamente às operadoras e aos direitos de transmissão televisiva das SADs de futebol, e não tenhamos a menor dúvida que este, foi um fator importante na elaboração e aprovação das referidas normas do Regulamento de Competições da LPFP, inexistindo qualquer lacuna regulamentar nesta matéria, mas sim, uma infeliz derrogação da famigerada e tão propalada “verdade desportiva”.

A denominada “ditadura” dos direitos de transmissão televisiva das competições de futebol, não é uma síndrome de característica nacional exclusiva.

Todavia, a importância e os interesses económicos dos aludidos e mencionados direitos de transmissão televisiva, jamais deverão ser superiores aos interesses da integralidade das competições desportivas em que se inserem.
Fica o alerta para quem de Direito.


Advogado na MGRA Soc. Advogados (lmc@mgra.pt) e Docente Direito do Desporto Universidade Lusíada de Lisboa

IN "SOL"
03/05/16

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859.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO   
"CORREIO DA MANHÃ"
Mulher enfrenta 300 neonazis 
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Ativista negra desafia grupo durante marcha. 

Tess Asplund é uma mulher de coragem. A ativista negra enfrentou uma marcha neonazi, com cerca de 300 participantes, em Borlänge, na Suécia. Tudo se passou a 1 de maio, Dia do Trabalhador. 
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A imagem deste momento, captada pelo fotógrafo David Lagerlöf, já foi partilhada milhares de vezes. Nela, Tess, de 42 anos, surge de punho erguido frente aos neonazis do movimento de resistência nórdico. 

"Foi um impulso. Estava tão irritada por os ver ali que fui para a frente da marcha sozinha", afirmou ao The Guardian. 

A coragem de Tess foi elogiada por muitos utilizadores das redes sociais. J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter, foi uma das personalidades que chamou a atenção para a força da ativista: "Olhem para o que esta mulher fez. Tess Asplund és magnífica". 

* Magnífica é apelido. Será que o sr. Pedro Arroja teria "tomates" para fazer o mesmo?

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 6.LIXO EXTRAORDINÁRIO



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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12-UTOPIA E BARBÁRIE

HORRORES DE GUERRA


ÚLTIMO EPISÓDIO

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Oposição interna a Catarina Martins
 pede mais democracia no Bloco

O Bloco é agora um partido bem mais unido do que em 2014. Mas a oposição interna, residual, exige mudanças: mais democracia interna no partido, alianças nas autárquicas e caldos de galinha com o PS.

Catarina Martins chega à 10ª Convenção do Bloco de Esquerda numa posição confortável: as principais tendências e fações do partido parecem estar alinhadas em torno da estratégia escolhida. 
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O que não significa, no entanto, que a coordenadora bloquista vá enfrentar o conclave sem oposição interna. Além da moção patrocinada por Catarina Martins vão a jogo outros três documentos estratégicos.

1 - Um ataque aos “tendenciosos”
Um deles é protagonizado pelos bloquistas Paulo Teles e por Américo Campos. Na Moção C, intitulada “Bloco +“, os proponentes reconheçam o momento positivo que o partido atravessa — e elogiam o desempenho de Catarina Martins, Mariana Mortágua e Marisa Matias. Ainda assim, os proponentes desta moção avisam: “Os tendenciosos precisam delas, porque elas garantem todos os cargos que eles conseguiram e que eles nunca seriam capazes sozinhos. (…) À mais pequena crise, os tendenciosos voltarão a evidenciar o seu objetivo estratégico, que foi, é e será sempre o mesmo: tomar conta do Bloco de Esquerda”.
Os promotores desta iniciativa denunciam a “vontade de protagonismo, evidenciada por vários dirigentes”, como “um entrave ao desenvolvimento” do Bloco de Esquerda. E continuam:
Não podemos tolerar graves desvios democráticos, como fraudes eleitorais, compra de votos, uso indevido do voto por correspondência”.
A última crítica aos “tendenciosos”, que nunca são nomeados, chega sob forma de aviso:
Embora os aderentes sem tendência sejam maioritários acabam por ser subalternizados pelos carreiristas das tendências. Cada vez fica mais insuportável para nós, aderentes sem tendência, sermos tratados como aderentes de segunda. A injustiça é óbvia porque nós somos 100% bloquistas, ao contrário dos tendenciosos que só prestam fidelidade à sua tendência”.
Sobre as eleições autárquicas, os proponentes desta moção defendem que o Bloco deve tentar, “sempre que possível”, fazer “alianças eleitorais com outras candidaturas.
Não podemos correr o risco de sermos considerados responsáveis pela eleição de um executivo autárquico de direita por causa do nosso sectarismo. No dia em que a população de um concelho perceber que a Direita ganhou as eleições autárquicas por nossa causa, nesse dia, é melhor fecharmos as portas e desistirmos de fazer política nesse concelho”.
Sobre a aliança com o PS, outro recado:
Neste momento tudo nos corre bem (…) Chegará o dia em que a finança internacional, sustentada pelos partidos burgueses, voltará a impor as agruras austeritárias, deixando de haver espaço para acomodar no Orçamento as propostas da Esquerda. Nesse dia, poderemos ser forçados a retirar o nosso apoio ao governo do PS, restando-nos a esperança que a perceção popular acolha favoravelmente essa decisão”.

2 - “Política do PS é insuficiente”
Noutra moção apresentada, a Moção R – “Crescer pela Raiz – A radicalidade de reinventar a política”, patrocinadas por João Carlos Louçã e Nuno Moniz, que já antes se tinham oposto à atual liderança de Catarina Martins, os proponentes traçam o cenário: “Sem renegociação da dívida externa e mantendo-se dentro dos estreitos limites do Tratado Orçamental, acabará por chocar com a realidade e terá de escolher o seu campo: ou a austeridade light ou o campo dos direitos sociais”.
Os autores deste documento estratégico acreditam que o PS vai acabar por escolher o “caminho de rendição ao capital” e, por isso, propõem:
Bloco, atento às lições do esmagamento da possibilidade de uma política alternativa na Grécia, não deixará de escolher o campo dos direitos sociais, desobedecendo às cúpulas das instituições europeias, afrontando o capitalismo financeiro e saindo do euro, se assim for necessário”.
Tal como na moção apresentada por Catarina Martins, também nesta a questão da renegociação da dívida e do controlo público da banca são vistas como questões prioritárias. No entanto, e ao contrário do que defende a atual liderança, esta tendência minoritária do partido está disposta a desenhar coligações eleições para as autárquicas.
O projeto do BE para as eleições autárquicas será o de favorecer listas unitárias que representem as forças que em cada local, cidade e região saibam enfrentar a direita com um programa claro de esquerda (…) Só juntando forças é que o BE cumprirá o objetivo de disputar o poder local e mudar a relação de forças nas autarquias. Onde tal não seja possível, o BE concorrerá em listas próprias”.
A terminar, também nesta moção se faz uma crítica à forma como o Bloco de Esquerda se organiza.
A melhor forma de construir o Bloco para dentro e para fora é a organização coletiva a todos os níveis, da base à direção. Não nos resignamos a pertencer ao partido das fugas de informação. Recusamos os cultos da personalidade e as direções omniscientes, e acreditamos que a democratização radical é mobilizadora”.

3 - Contra os acordos leoninos entre tendências
Também na Moção B – “Mais Bloco para enfrentar Tempos Novos”, os proponentes pedem uma reorganização interna do partido. Falam em aparelho partidário e apontam problemas à democracia interna.
A disputa em torno do controlo do aparelho, numa lógica de perpetuação da influência partilhada e exclusiva das grandes tendências, empobrece a capacidade de intervenção, marginaliza competências de muitos aderentes e mina a democracia interna. Não pactuaremos com essa lógica. Os acordos leoninos entre tendências, plataformas e grupos não podem ser fracionais, discriminatórios ou asfixiantes da vida interna do Bloco”.
Os proponentes deste documento estratégico, na sua maioria bloquistas da zona de Setúbal e Leiria, defendem ainda uma posição de sobreaviso do Bloco em relação ao PS.
Levaremos este acordo de incidência parlamentar tão longe quanto possível (…) [Mas,] em caso de quebra ou descaminho do atual quadro governativo não serviremos de muleta de apoio a nenhuma solução de governo que desenvolva intentos contrários à defesa do Trabalho, à promoção do rendimento e dos direitos das classes trabalhadoras, à dignidade e à proteção aos idosos, aos pobres e aos excluídos.
Ao contrário do que aconteceu em 2014, a moção patrocinada por Catarina Martins conta agora com o apoio de ala mais afeta à UDP, composta por Pedro Filipe Soares, Joana Mortágua ou Mariana Aiveca, e da tendência minoritária de Adelino Fortunato, Paulino Ascensão e Helena Figueiredo. O partido parece estar, por isso, mais unido do que nunca, pelo que oposição interna que resta não deverá ter grande expressão. Mas vai fazer-se ouvir a 26 e 27 de junho.

* O país precisa de um BE bem coeso.

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JAZZLAND

José Peixoto e

António Quintino


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Mais de 250 personalidades unem-se 
pela libertação dos ativistas angolanos

Ana Gomes, João Semedo, Pacheco Pereira, José Eduardo Agualusa, Pilar del Río, Ricardo Araújo Pereira e Sérgio Godinho entre os promotores da sessão pública contra a repressão em Angola

"É contra esta violência política que nos mobilizamos de forma tão representativa e plural. (...) Não me recordo nos últimos anos de uma manifestação desta natureza tão expressiva." É desta forma que o médico e ex-coordenador do Bloco de Esquerda (BE) João Semedo se refere, em declarações ao DN, à sessão pública "Em defesa dos direitos políticos e pela libertação dos 17 ativistas angolanos", que terá esta quinta-feira lugar no Fórum Lisboa e que foi convocada por mais de 250 personalidades.
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"Mais de 250 políticos, jornalistas, artistas e intelectuais juntaram-se para prestar solidariedade aos 17 jovens angolanos perseguidos e detidos pelas autoridades angolanas e reclamarem a sua absolvição e libertação", prossegue Semedo, um dos membros da comissão organizadora do evento, da qual fazem também parte, entre outros, as eurodeputadas Ana Gomes, Edite Estrela (ambas do PS) e Marisa Matias (BE), o historiador social-democrata José Pacheco Pereira, os deputados Jorge Costa (BE), Sónia Fertuzinhos e Isabel Moreira (ambas PS), os escritores José Eduardo Agualusa, Lídia Jorge e Dulce Maria Cardoso, o músico Sérgio Godinho, o humorista Ricardo Araújo Pereira ou a jornalista Pilar del Río.

Mas a lista de participantes contra a decisão da Justiça angolana de condenar o luso-angolano Luaty Beirão e os restantes 16 ativistas a penas de prisão efetiva entre dois e oito anos é bem mais extensa. 

E chega de quase todos os setores. Ana Zanatti, Anselmo Borges, António Arnaut, António Pedro Vasconcelos, António Sampaio da Nóvoa, Catarina Martins, Capicua, Eduardo Lourenço, Francisco Louçã, Gonçalo M. Tavares, João Galamba, João Salaviza, João Soares, José Diogo Quintela, José Tolentino Mendonça, Manuel Carvalho da Silva, Marçal Grilo, Maria do Céu Guerra, Mário de Carvalho, Miguel Esteves Cardoso, Miguel Sousa Tavares, Raquel Vaz Pinto, Rita Ferro Rodrigues, Rosário Gama, Rui Reininho, Rui Vieira Nery, Rui Zink, Sérgio Tréfaut, Teresa Villaverde ou Valter Hugo Mãe são apenas alguns dos exemplos.

Questionado sobre o facto de a iniciativa poder surgir como resposta ao facto de o Parlamento português ter chumbado dois votos de condenação pela repressão do regime de José Eduardo dos Santos, João Semedo responde que "inconformismo, sim, mas perante a violação de direitos políticos fundamentais em Angola". "O problema não está no nosso Parlamento por muito lamentável que tenha sido a posição dos deputados da direita e do PCP", completa o ex-deputado.

E, de imediato, torna mais duras as críticas ao realçar que "é uma evidência que [em Angola] não estão garantidos os direitos e as liberdades que fazem um regime e uma sociedade serem uma democracia". "E não é difícil identificar outros elementos próprios das ditaduras como, por exemplo, a permanência de José Eduardo dos Santos na Presidência da República vai para 38 anos", atira ainda Semedo.

Às críticas tecidas ao regime de Luanda, Semedo acrescenta um remoque ao Governo português: "Cumpriu os mínimos democráticos. Julgo que seria justificada uma atitude mais empenhada e clara. Houve diplomacia a mais e coragem política a menos."

Já quanto ao PCP, que ficou ao lado do PSD e do CDS nas votações na Assembleia da República - as três bancadas posicionaram-se contra -, e que já tinha merecido uma farpa no Twitter por parte da líder bloquista, Catarina Martins, Semedo não demonstra não estar surpreendido. E é duro.

"O PCP é demasiado previsível para me surpreender. Gostava mas não acreditava que tivesse outra posição. Há muito que o PCP faz sua a voz oficial da ditadura angolana. É incompreensível vindo de um partido que tanto apelou e usufruiu da solidariedade internacional contra a tortura e as longas penas de prisão a que a ditadura fascista sujeitou tantos dos seus dirigentes e militantes", afirma o médico, antes de utilizar o habitual argumentário comunista para apontar o dedo ao partido liderado por Jerónimo de Sousa: "Felizmente, nesse tempo houve quem, fora de Portugal, tivesse tido a lucidez e a coragem necessárias para se "imiscuir nos assuntos internos" do regime de Salazar e Caetano.

A convocatória, essa, recorda os motivos das "pesadas penas de prisão" aplicadas aos 17 ativistas, acusados dos crimes de atores preparatórios de rebelião e associação de malfeitores por terem lido o livro "Da ditadura à democracia", de Gene Sharp.

* A atitude do PCP enoja-nos tanto quanto a ditadura angolana.

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DEPRESSA E BEM


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HOJE NO  
"RECORD"

Miguel Oliveira:
 «Necessito de pontuar»

O piloto português Miguel Oliveira expressou esta quarta-feira confiança num bom resultado no Grande Prémio de Le Mans, França, a quinta prova do Mundial de Moto2, salientando a aprendizagem da última corrida, em que 'rodou' no sexto posto.

"Em Jerez, senti-me bem e confortável com a moto, tanto na qualificação como na corrida. Rodei de forma muito consistente e sinto que estou no bom caminho. Sinto-me cada vez mais à vontade com as travagens e acelerações e, apesar da queda, sinto que dei um passo importante na minha curva de aprendizagem", referiu o piloto de Almada, citado pela sua assessoria de imprensa, sobre o abandono da prova espanhola a seis voltas do fim.
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Mesmo valorizando a prestação e a evolução em época de estreia no Moto2, o piloto da Kalex valorizou a necessidade de pontuar: "Necessito de pontuar, porque, mesmo que os resultados destas últimas corridas tenham sido bons, não tenho conseguido terminar. Espero que neste fim-de-semana consiga pontuar e dar também um bocadinho de ânimo à equipa".

Miguel Oliveira, em 19.º, com cinco pontos, na categoria de Moto2 do Mundial de motociclismo de velocidade, explicou as caraterísticas do circuito francês: "Le Mans tem curvas muito lentas, travagens fortes, ligeiramente a descer. É um circuito muito estreito e vai ser interessante ver como me adapto às condições de uma pista 'stop and go'".

A primeira sessão de treinos livres está marcada para sexta-feira, com a prova a realizar-se no domingo.

* É a primeira época na Moto2, precisa de traquejo.

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