terça-feira, 26 de abril de 2016

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Sara Sampaio

Extraordinária beleza 

















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GRANDES LIVROS/22

AUTORES DO MUNDO

3-CRIME E CASTIGO
  
FIÓDOR DOSTOIÉVSKI


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"RECORD"

Liga abre inquérito a cânticos racistas
. contra Renato Sanches

A Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga deverá abrir um inquérito disciplinar por causa dos alegados cânticos racistas dirigidos a Renato Sanches por adeptos do Rio Ave no encontro com o Benfica do passado sábado.
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Record sabe que o incidente não foi registado nos relatórios do árbitro Artur Soares Dias nem nos relatórios dos delegados da Liga, mas o vídeo feito pelo nosso jornalista Eugénio Queirós, onde se vê o próprio Renato Sanches a responder com um gesto a imitar um macaco, leva a CII a agir.

Caso fique provado que os adeptos do Rio Ave tiveram atitudes racistas em relação a Renato Sanches, os vila-condenses arriscam-se a ser castigados com até três jogos à porta fechada.

* Punir com três jogos à porta fechada manifestações xenófobas não passa dum carinho, a Liga devia ter vergonha de punição tão reles.

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X-OLHO DE 
HÓRUS


2- PHILAE

O PRINCÍPIO FEMININO
  
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O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.
 
Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Colégio Militar não alcança
 "patamar de excelência"

O Colégio Militar não está a atingir um ensino de "excelência", o principal argumento usado para justificar a sua existência.

Perante esta situação, com reflexo nos resultados escolares, há já propostas para a intervenção do Ministério da Educação neste estabelecimento de ensino a cargo do Exército. O alerta consta de um relatório oficial a que o JN teve acesso sobre a reorganização dos Estabelecimentos Militares de Ensino (EME), que integram o Colégio Militar e o Instituto Pupilos do Exército.
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O documento, "6.º Relatório de Atividades (janeiro de 2015/setembro 2015)", foi elaborado em setembro do ano passado, pela Comissão Técnica de Acompanhamento da Reestruturação dos Estabelecimentos Militares de Ensino Não Superior, e constitui o último elemento de trabalho para avaliação do Colégio e dos Pupilos.

A avaliação faz críticas ao Colégio Militar, com a Comissão Técnica a considerar necessário "solicitar ao Ministério da Educação uma avaliação externa a desenvolver no ano letivo 2016-2017, que permitirá um olhar externo sobre a realidade educativa do colégio, designadamente sobre a prestação do serviço educativo e sobre os resultados escolares". E esta necessidade foi sentida na sequência de queixas dos pais dos alunos.

O relatório admite ser necessário "algum tempo de adaptação" à reestruturação necessária, mas destaca que "é de toda a importância atuar na melhoria dos resultados, de forma a transportar o Colégio Militar para os patamares de excelência esperados".

O presidente da Associação de Antigos Alunos do Colégio Militar, José Cordeiro de Araújo, vê "de forma positiva a intervenção de uma entidade externa, neste caso do Ministério da Educação. Até porque o Colégio Militar é um estabelecimento de ensino normal, não é, por exemplo, a Academia Militar, embora tenha enquadramento do Exército".

O Ministério da Educação surge então como "a melhor instituição para avaliar o porquê da falha nos resultados escolares. Tem o "know how" para isso", sustenta Cordeiro de Araújo, que foi até agosto do ano passado presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação, fase em que teve de lidar diretamente com o problema dos resultados escolares.

"A necessidade de melhorar os resultados escolares une as associações dos Antigos Alunos e dos Pais e Encarregados de Educação. Queremos o melhor para o colégio, mas queremos também que a instituição volte ao topo dos rankings. E é preciso não esquecer que o Colégio Militar é um projeto educacional. Queremos também a melhor educação para os jovens que o frequentam".

O atual presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação, João Quadros, manifesta opinião idêntica e destaca a necessidade de agir rapidamente: "A avaliação já podia ter sido este ano".

A pressa dos pais em ultrapassar os maus resultados não tem correspondência no Exército, para quem o Ministério da Defesa remeteu explicações sobre o assunto. O "Colégio e os Pupilos têm um projeto educativo por períodos de cinco anos, ao fim dos quais, se assim for tido como conveniente, ocorrerá uma atividade inspetiva ou avaliadora por uma entidade externa. Tal facto não invalida, porém, que o Exército promova e execute, anualmente, as avaliações que permitam a aferição das melhores condições pedagógicas e escolares a proporcionar aos alunos".

E quanto à data de 2016/2017 para uma avaliação externa, o Exército responde que uma vez que o Colégio e o Instituto estão na "fase de projeto educativo penta anual, o qual terminará em 2017, só nessa data o mecanismo avaliativo por uma entidade externa poderá ocorrer".

* Entretanto anda um sub-director da instituição preocupado com a orientação sexual de alguns alunos. Aguardamos que a "nata" dos oficiais que vociferaram contra o ministro, se pronunciem sobre a falta de qualidade de ensino no Colégio Militar.


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VI-CIDADES 
PERDIDAS

3- POMPEIA

À SOMBRA DO VESÚVIO


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* Depois de "CIDADES OCULTAS" iniciamos neste horário e etiqueta "PEIDA URBANA"  a série "CIDADES PERDIDAS", histórias fabulosas que vai gostar de ver e ouvir. Obrigado por nos visitar.

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Teodora Cardoso responde a críticos:
 "tenho a ideologia da 
racionalidade económica"

A presidente do Conselho de Finanças Publicas mantém que o Governo é optimista no cenário macroeconómico, mas vê melhorias no programa face à estratégia inscrita no Orçamento do Estado.
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 "Sobre a ideologia há uma ideologia que tenho: o respeito pela racionalidade económica" afirmou Teodora Cardoso, no Parlamento, respondendo aos que criticam o seu Conselho das Finanças Públicas de promover análises enviesadas do ponto de vista ideológico. Na Comissão de Orçamento e Finanças, que visitou terça-feira de manhã, a economista foi confrontada com a defesa de cortes de despesa pública e de ajustamento orçamentais fortes. Na semana passada, o PS, através do deputado João Galamba, acusou mesmo o CFP de basear as análises em "determinada doutrina económica e orçamental".

A presidente do CFP não gostou, refutou, e foi mais longe: "há um elemento que favoreço que é o de fazermos políticas de oferta face a políticas de procura", ou seja, Portugal precisa de reformas estruturais que aumentem a competitividade, precisa de reduzir a dívida publica para não arriscar crises de financiamento, e não precisa de alicerçar a estratégia económica em estímulos ao consumo e à procura interna. "Se é ideologia eu assumo que é ideologia" continuou, gerando o único momento de sobressalto numa audição de resto calma, reforçando que, independentemente de opiniões e análises diferentes, "acima de tudo está a racionalidade económica que tem de ser aceite".

Para Teodora Cardoso, as políticas do lado da procura falharam no passado, sendo uma resposta desadequada ao desafio competitivo que o país enfrenta e que se colocou em larga escala com a abertura da concorrência aos países do Leste europeu. Antes já tinha recordado os três princípios que o CFP defende que devem governar os processos de ajustamento orçamental em países muito endividados: devem ser "fortes" pois "ajustamentos orçamentais por pequenos passos não resultam"; devem ser assentes "sobretudo na despesa"; e "esse ajustamento do lado da despesa deve incidir em ganhos de eficiência, sobretudo em despesas mais rígidas".

A presidente do CFP atirou assim aos que acusam o CFP de ser parcial nas análises, uma crítica que chegou em primeiro lugar do PS que, na semana passada, após o parecer do Conselho ao cenário macroeconómico do Programa de Estabilidade, onde considerou que o governo continua a ser optimista, acusou a instituição de favorecer políticas de austeridade, lembrando – como já havia feito em Janeiro – que o CFP elogiou os cortes de Vítor Gaspar em 2012.

O deputado socialista não estava presente na audição, mas esta é uma crítica que se ouve à esquerda. O Bloco de Esquerda defendeu que as prescrições do Conselho, nas finanças públicas e nas reformas estruturais, seguindo de perto as da Comissão Europeia, implicam "cortar na despesa do Estado, desregular o mercado de trabalho e privatizar a segurança social", afirmou Paulino Ascenção.

Programa de Estabilidade melhor que Orçamento mantém optimismo
Na audição na Comissão de Orçamento Finanças e Modernização Administrativa, a Presidente do CFP defendeu que o Programa de Estabilidade (PE) deveria ser mais prudente nas previsões de crescimento e das exportações, e deveria também articular melhor as prioridades orçamentais com as políticas económicas, avisos que já faziam parte da análise ao cenário macroeconómico publicada há uma semana. Novidade é que a presidente da instituição fiscalizadora das contas públicas também vê uma evolução positiva face ao Orçamento: o Governo espera que o investimento e as exportações sejam os motores do crescimento, enquanto no Orçamento era dada prioridade ao consumo e à procura interna.

"Houve uma melhoria muito importante entre o que foi o cenário subjacente ao Orçamento e o subjacente ao Programa de Estabilidade e essa melhoria diz respeito aos motores do crescimento. No cenário orçamental olhava-se muito mais para a procura interna (…). Isso foi alterado no programa de estabilidade onde se dá muito mais realce às exportações e investimento", afirmou no Parlamento, avisando no entanto que a falta de prudência nas previsões macroeconómicas, em particular na estimativa da procura externa, é um risco que deveria ter sido acautelado, pois pode afectar a confiança dos investidores e pode implicar surpresas desagradáveis no futuro". O CFP defende ainda uma melhor articulação entre o Plano Nacional de Reformas e o Programa de Estabilidade, que amanhã estarão em discussão no parlamento.

"Para haver essa ênfase no investimento e nas exportações [como definido no Programa de Estabilidade] são necessárias medidas estruturais que em princípio os dois documentos poderiam referir. Pareceu-nos que havia uma falha na articulação entre a política e a política económica", afirmou, acautelando que a análise final do CFP ao Programa de Estabilidade e ao Plano Nacional de Reformas só será publicada daqui a uns dias, e que até lá ainda farão muito trabalho de análise.

Os reparos foram acompanhados pela oposição, com Cecília Meireles do CDS a querer também saber como é que o governo conseguirá o ajustamento na despesa a que se propõe até 2020, e a questionar Teodora Cardoso sobre a eventual necessidade de um plano B de ajustamento este ano. Margarida Balseiro Lopes, do PSD, além das previsões de crescimento, mostrou-se preocupada com os riscos na execução orçamental deste ano, apontando desvios nas receitas fiscais e nas receitas de contribuições sociais.

A presidente do CFP sublinhou que boa parte das advertências que faz sobre optimismo nas projecções existiram também com outros governos e programas de estabilidade, e considerou que "ainda é cedo" para se perceber o que está a acontecer com a execução orçamental deste ano.

Do lado do PS, Paulo Trigo Pereira defendeu as contas do Governo, lembrando que é o CFP, e não o Governo, que neste momento tem a previsão de maior crescimento de consumo privado, e argumentando que os principais destinos de exportações nacionais – Espanha, Alemanha, França e Reino Unido – estão com um cenário económico a "correr relativamente bem". Na resposta Teodora Cardoso reafirmou que gostaria de ver mais prudência pois "há incertezas em todos os casos e as incertezas vão na mesma direcção, a de poderem ser piores do que está previso".

* Temos um grande respeito pela presidente do CFP mas lembramo-nos muito bem da "simpatia" com que este organismo tratou o governo anterior em 2012.

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PEDRO MARQUES LOPES

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Quartel-general
em Abrantes

O nosso governo fingirá que se propõe cumprir aquilo que sabe que nunca conseguirá cumprir

1-Alguém ficará surpreendido se não forem atingidos os limites ao défice e à dívida propostos no Programa de Estabilidade (PE), nesta semana apresentado? Claro que não. E poderá a oposição reclamar pelo não cumprimento desses objetivos? Poder pode, mas cairá no ridículo. O anterior governo não cumpriu nenhum dos objetivos de dívida e défice a que se propôs, apesar de acreditar piamente nas políticas prosseguidas.
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Eis aquela que foi enunciada agora como a magna questão: será possível baixar significativamente o défice nos próximos anos, sabendo que o crescimento económico será reduzido? Parece que não. Por muito que o atual governo afirme que sim, não acredito que António Costa e Mário Centeno pensem que será possível. Basta atentarmos nos sinais que vêm da economia internacional. Sabemos, no entanto, que há uma forma de não só não baixarmos o défice e reduzir a dívida, como de destruirmos ainda mais o país: tentar cumprir religiosamente as fórmulas que nos impuseram e ainda tentam impor desde Bruxelas, ou seja, fazer o que o governo PAF fazia convicto e até com vontade de ir para além delas.

As receitas deste Programa de Estabilidade pouco ou nada farão para reverter o caminho da morte lenta que tristemente percorremos. É bem verdade que a reposição de salários e pensões, a eliminação da sobretaxa, um complemento salarial para trabalhadores de baixos salários são boas notícias, mas são apenas um restabelecer do mínimo dos mínimos sociais, aspirinas para uma comunidade que sofre da doença do legionário. Continuamos a anos-luz de políticas que permitam baixar os impostos que esmagam as famílias e as empresas e de níveis sólidos de investimento privado e público que permitam crescimentos robustos.

Mesmo que a maioria das medidas propostas no Programa Nacional de Reformas tentem corrigir problemas há muito tempo identificados, sejam bem-intencionadas e aparentemente bem planeadas, as imposições políticas europeias, a manterem-se, depressa as dinamitarão.
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Continuaremos neste estertor. O nosso governo fingirá que se propõe cumprir aquilo que sabe que nunca conseguirá cumprir - e a Comissão Europeia fingirá que acredita. Por si mesmo, é o melhor que se pode arranjar.
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Claro que a consolidação orçamental é importante. Mas não pode pôr em causa os equilíbrios sociais e o modo de vida que definimos, sendo também já de um óbvio ululante que as políticas que foram seguidas não garantem o equilíbrio das contas.
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Se nós e outros países continuarmos a ir pelo caminho que se tomou depois da grande crise financeira de 2008 - a tal que foi provocada por vivermos acima das nossas possibilidades -, destruímos ainda mais o nosso país, damos cabo do projeto europeu e, muito provavelmente, de muitas democracias na Europa.
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Enquanto a política europeia for aquilo que ainda é, nada de substancial mudará.
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2-A prova de que nada de muito relevante e de mudança de políticas sai do Programa de Estabilidade foi a reação do PSD, que nem a votação do documento, no Parlamento, solicitou. A contestação do principal partido da oposição foi tão ténue que o PS se virou - mal e a mostrar que não lida bem com entidades independentes - contra o Conselho de Finanças Públicas, que se limitou a fazer aquilo para que existe: notar os riscos e as evidentes previsões para lá de otimistas do documento.
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Já o CDS mostrou que tem uma linha alternativa pensada e quer mostrá-la, pedindo a votação do PE e, com certeza, apresentando as suas ideias. Temos que, assim sendo, o PSD só vai votar contra porque o CDS quer discutir o dito programa e falar das ideias para o país dos democratas cristãos.
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Fingir de morto, em política, pode resultar se não houver gente a tentar ocupar o mesmo espaço político-ideológico. Havendo, é muito perigoso.
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Passos Coelho ascendeu a líder do PSD, em larga medida, porque foi subestimado. Esta oferta de iniciativa ao CDS parece indicar que o ex-primeiro-ministro está a cair no mesmo erro que os seus adversários cometeram.
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3-Chega a ser insultuoso ouvir o constante repetir que foram feitas reformas estruturais no último ciclo governativo. Mas afinal o que mudou na nossa economia ou no desenho do nosso Estado? Rigorosamente nada. Nada foi alterado no sistema produtivo, nada foi feito para alterar os nossos bloqueios económicos endémicos (produtividade, escassez de capital), nada foi feito para qualificar a mão-de-obra, nada se fez para que muitos dos nossos empresários deixem de ser os responsáveis pela baixa produtividade, a nossa justiça continua lenta, o nosso sistema financeiro tornou-se um problema ainda maior, a nova legislação das rendas saldou-se num enorme flop e, claro, não houve a mais pequena intenção de mexer no Estado - a não ser que aquela vergonha que Paulo Portas apresentou fosse para levar a sério.
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Algumas importantes modificações aconteceram, não há dúvida: destruiu-se parte importante do elevador social, a nossa pobre classe média ficou bem mais pobre e correu-se com mais de meio milhão de jovens portugueses.
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Podem dizer agora que não havia alternativa, mas, por favor, não insultem a inteligência das pessoas.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
24/04/16

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851.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO  
"DESTAK"
Governo moçambicano reconhece
 dívida de 1,4 mil milhões de dólares 
fora das contas públicas

O Governo moçambicano reconheceu hoje a existência de uma dívida fora das contas públicas de 1,4 mil milhões de dólares (1,25 mil milhões de euros), justificando razões de segurança de infraestruturas estratégicas do país. 
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CIDADÃ FORA DAS CONTAS PÚBLICAS
O porta-voz do Conselho de Ministros, Mouzinho Saíde, confirmou hoje à imprensa a existência de garantias prestadas pelo Governo a empréstimos concedidos à Proindicus, em 2013 no valor de 622 milhões de dólares (553 milhões de euros), e à Mozambique Asset Management, no ano seguinte, de 535 milhões de dólares (476 milhões de euros), a que se soma um terceiro crédito envolvendo o Ministério do Interior. 

Trata-se de um crédito bilateral de 221 milhões de dólares (196 milhões de euros), contraído a favor do Ministério do Interior, entre 2009 e 2014, segundo o porta-voz do Conselho de Ministro, sem mais detalhes. 

* Uma dívida "offchoras" cheia de alvíssaras para os políticos.

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77-BEBERICANDO
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Como fazer 
"7x1 com PUROSSO"


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VII- PÁTRIA JURÁSSICA
2-AVES DO TERROR
(PREDADORES)

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"i"

Eutanásia. 
Petição chegou hoje ao parlamento
 com 8300 assinatura

Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, recebeu hoje depois de almoço a petição pública assinada até ontem por mais de 8300 pessoas

Hoje, pelas 15h30, o presidente da AR, Eduardo Ferro Rodrigues recebeu a petição pública assinada por mais de 8300 pessoas pela despenalização da morte assistida. 
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Cumpriu-se assim a ideia inicial de forçar a discussão no parlamento, objetivo que os proponentes do manifesto do movimento Direito a Morrer com Dignidade - que lançou a petição - nunca esconderam. 

“Claro que se desencadeámos este processo foi para tentar que ele desembocasse num final feliz”, considera ao i Laura Ferreira dos Santos, uma das promotoras da iniciativa. E o fim feliz é, neste caso, o início da discussão em São Bento.

Já para João Semedo, outro dos promotores, a entrega das assinaturas na AR é “um convite aos deputados, aos grupos parlamentares e aos partidos para tomarem a iniciativa e apresentarem os seus projetos de lei que conduzam à despenalização da morte assistida”. O médico e antigo dirigente do Bloco de Esquerda tem sido um dos maiores animadores da demanda, e espera agora que a “discussão da petição no plenário seja esclarecedora quanto à necessidade de a Assembleia cumprir a sua função legislativa e não continuar a adiar um problema que, mais cedo ou mais tarde, surge na vida de todos nós”. João Semedo considera que “é verdade que até agora ainda nada mudou”, mas também argumenta que nunca, até agora, a sociedade tinha “ido tão longe na afirmação tão forte, tão plural e tão representativa desta vontade de admitir a eutanásia”.

Para Laura Ferreira dos Santos, a chegada das assinaturas à Assembleia tem um significado ainda mais pessoal. “Durante muitos anos, lutei sozinha por isto.”

Treze anos depois de se ter debruçado sobre estas questões e mais de 700 páginas escritas sobre o tema distribuídas por dois livros - “Ajudas-me a Morrer” e “A Morte Assistida e Outras Questões de Fim-de-Vida” -, Laura Ferreira dos Santos diz ter a sensação “de dever cumprido”.

Embora afastada dos debates públicos por incapacidade física, decorrente das metástases ósseas que a assombram desde 2011 [foi, aliás, a meio de uma sessão de fisioterapia que nos falou], tem seguido de perto os passos dados pelo movimento que lançou. “Finalmente há um grupo de cidadãos que mostra decididamente que está interessado em discutir a questão e que isto lhes interessa muito.”

Processo moroso 
Sobre o que se vai passar após 26 de abril, Laura Ferreira dos Santos não tem dúvidas de que se tratará de um processo moroso, mas que já não estará nas suas mãos.
 “Independentemente do que irá acontecer, é uma primeira vitória. Pelo menos estamos a dar voz a pessoas que não a tinham, e isso, só por si, é algo bom”, considera. “Nós fizemos a nossa parte, as pessoas fizeram a sua parte ao subscrever a petição, agora depende dos deputados darem a última palavra.” 

Desde que o movimento que pede a despenalização da morte assistida foi lançado, em novembro passado, que a fundadora Laura Ferreira dos Santos começou a receber na sua caixa de correio eletrónico pedidos de ajuda, alguns de pessoas verdadeiramente desesperadas. “Recebo emails de pessoas doentes que estão num sofrimento atroz e não sabem com quem falar, sentem-se sozinhas”, conta. “Tento sempre dar uma palavra de conforto, dizer aquilo que posso dizer e que não vai contra a lei.” 

Para a fundadora do Direito a Morrer com Dignidade, podiam “evitar-se muitos casos até de tentativa de suicídio se os médicos pudessem falar abertamente sobre estas questões e, claro, se houvesse uma despenalização”, considera.

Os suicídios de pacientes que não aguentam a pressão de um novo tratamento também não são uma realidade desconhecida para Laura Ferreira dos Santos - que, aliás, já falou publicamente sobre a hipótese de cometer suicídio à revista “Visão”.

* Temos de respeitar quem é doente sem solução.

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UHF

A Morte saiu à Rua

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HOJE NO 
"A BOLA"

«João Sousa é uma honra para Portugal»
 - Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República enalteceu esta terça-feira o contributo de João Sousa, o melhor tenista português de sempre do 'ranking' mundial, para o prestígio de Portugal além-fronteiras.
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«Chegou onde ninguém tinha chegado em termos mundiais e penso que pode chegar ainda mais alto. É uma honra para o País. Numa modalidade que conheço muito bem, porque sou apreciador há muito tempo, como Presidente da República aprecio muito o que tem feito para prestigiar o nome de Portugal», afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, durante uma curta visita ao Estoril Open.

Fã confesso de ténis, o Presidente da República admitiu ter «saudades» do tempo em que dava aulas da modalidade.

«Sim, tenho saudades, mas foi outro tempo, e até de ter mais disponibilidade de vir ao Estoril Open. Vim a correr agora, no meio de audição de partidos, e tenho pena de não poder vir mais vezes e cá estar no fim de semana», lamentou.

João Sousa, número 34 do mundo, estreia-se na edição deste ano do Estoril Open frente ao espanhol Nicolas Almagro. 
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* O sr. Presidente atento aos portugueses que prestigiam o país.

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TECNOLOGIA AO SEU DISPOR

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Assistente de atrelado da Volkswagen
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Sistema de Alerta Rápido da UE
 com 2.072 notificações de 
produtos perigosos em 2015

A Comissão Europeia divulgou hoje que foram notificados, no ano passado, 2.072 alertas de produtos não alimentares perigosos e 2.745 medidas de seguimento no Sistema de Alerta Rápido da União Europeia (UE).
 
Segundo o executivo comunitário, há uma tendência de crescimento de produtos comprados 'online' em países fora da UE, o que é considerado “um problema importante”: mais de 65% dos europeus compraram produtos em linha e, entre 2006 e 2015, o número destes consumidores aumentou 27%. Em 2015, as duas principais categorias de produtos que tiveram de ser objeto de medidas corretivas foram os brinquedos (27%) e o vestuário, os têxteis e os artigos de moda (17%), à semelhança do que já tinha acontecido no ano anterior. Quanto aos riscos, os mais notificados em 2015 (25% das notificações totais) foram o risco químico, seguido do risco de lesões (22%).
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Os riscos químicos mais notificados em 2015 referiam-se a produtos como as joias de fantasia que contêm metais pesados nocivos, como o níquel e o chumbo, e os brinquedos que contêm ftalatos (amaciadores de plástico que podem provocar problemas de fertilidade). Espanha (12%, 239 notificações, Hungria (11%, 238 notificações), Alemanha (10% 208 notificações), Reino Unido (8%, 162 notificações) e Bulgária (7%, 151 notificações) foram os países onde se registaram mais notificações. Em Portugal houve 43 notificações.

A China, o país que mais importa para a UE, continua a ser o principal país de origem identificado no sistema de alerta, com 62% dos produtos perigosos assinalados. Até à data, a China deu seguimento a 11.540 notificações e tomou medidas corretivas em 3.748 casos.

Em junho, a comissária europeia com a pasta dos Consumidores, Vera Jourova, desloca-se à China para debater a segurança dos produtos.

* Os verdadeiros ricos são tão ambiciosos que não entendem que envenenar o planeta vai trazer-lhes prejuízos.

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