sábado, 16 de abril de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 III-SEM VERGONHA

1 - SEXO CRISTÃO

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ATÉ AO PRÓXIMO SÁBADO

A NOSSA FICÇÃO
A MÓNICA MOREIRA LIMA, jornalista de profissão não chegavam as notícias comezinhas do quotidiano, nem que fosse uma bomba de neutrões.
Pensou, pensou, engendrou equipa tão louca como ela, baratinou os maiorais da TV GUARÁ e "amadrinhou"o "SEM VERGONHA" programa despudorado tão ao nosso gosto, cheio de pimenta por todo o lado, sem qualquer grosseria e divertido.
Ela só pode ser inteligente e boa!

O QUE DIZ A AUTORA
O Sem Vergonha é o programa mais polémico e irreverente da TV brasileira. Já rendeu vídeos para os quadros Top Five do CQC e Passou na TV do Agora é Tarde, ambos da BAND. Foi tema de uma matéria de duas páginas na maior revista de circulação nacional, a VEJA. E culminou com uma entrevista antológica ao Rafinha Bastos, no Agora é Tarde. Todos os programas estão disponíveis no blog e no YouTube. Não recomendo sua exibição para menores de 18 (anos ou cm) para evitar traumas futuros. Falo de sexo sem pudor, sem frescuras, sem meias palavras, sem eufemismos e com muito bom humor. Advertimos que o Sem Vergonha pode provocar ereções involuntárias e uma vontade irreprimível de dar, sem restrições de orifícios.


FONTE: TV GUARÁ

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6-XO
 



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OS TUNEZA
O BÊBADO
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* Do melhor humor angolano 



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6-ANTICONCEPÇÃO


SEM ESTROGÉNIO


MULHERES COM

HIPERTENSÃO ARTERIAL

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Uma interessante série conduzida pela Professora CÉLIA REGINA DA SILVA, Mestre em Ginecologia FCMSCMSP, Coordenadora do Planeamento Familiar.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"

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5-QUEM SOMOS  NÓS?

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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RODRIGO GONÇALVES

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Lisboa e o “fraco” 
Índice de Progresso Social

Os dados mais recentes da Comissão Europeia colocam Lisboa como uma das piores regiões quando avaliamos o seu progresso social. Lisboa está hoje no 173.º lugar em 272 regiões onde a Comissão Europeia avalia o Índice de Progresso Social (IPS).

Este índice agrega indicadores sociais e ambientais que capturam três dimensões do progresso social: as Necessidades Humanas Básicas, os Fundamentos de Bem-Estar e as Oportunidades. Ao contrário do que acontecia até aqui, o IPS passou a medir o progresso social utilizando estritamente indicadores de resultados, e não o esforço que uma cidade, região ou país realiza para alcançá-los.

Desta forma, reformulada a metodologia, a Comissão Europeia passa agora a avaliar o Índice de Progresso Social com base em 50 indicadores retirados, maioritariamente, do Eurostat – o gabinete europeu de estatísticas. Esses 50 indicadores são enquadrados em 12 componentes temáticas do IPS que mostram os resultados alcançados em diversas áreas, entre as quais se incluem o acesso aos cuidados de saúde e alimentação, a qualidade e acessibilidade a uma habitação, a segurança pessoal dos indivíduos, o acesso ao ensino, os níveis de poluição, saneamento básico e qualidade da água, os direitos pessoais dos cidadãos e os níveis de inclusão.

Em 75% das componentes temáticas, Lisboa tem uma avaliação “Fraca”, sendo que nas restantes 25% a região nem sequer se distingue por estar em terreno positivo, ficando com a avaliação “Neutra”, o que revela a sua fraca prestação quanto aos indicadores de progresso social.

Com a alteração das variáveis e dos indicadores na construção do novo IPS, a Comissão Europeia deixou de atender apenas ao Produto Interno Bruto (PIB) por habitante e à taxa de desemprego, como acontecia até aqui. Esta alteração torna secundário o maior argumento invocado pelos autarcas de Lisboa que têm utilizado os indicadores de riqueza que a região consegue contabilizar anualmente e o PIB “per capita” para ir mascarando uma realidade que agora se torna ainda mais evidente. Lisboa tem um Índice de Progresso Social “Fraco”!

Quando o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, continua a afirmar diariamente para a comunicação social que Lisboa é um exemplo a seguir não tem em conta a real posição em termos de progresso social da capital e da região. O que só pode ser interpretado como desconhecimento da realidade ou por um alheamento cínico e premeditado.

Importa saber, a título comparativo, que relativamente ao progresso social a região de Lisboa está ao nível de Bratislava (Eslováquia), Macedónia Central (Macedónia Grega), Creta (Grécia), Bucareste Ilfov (Roménia), Calábria, Sardenha e Sicília (Itália), Guiana (França), Ceuta e Ilhas Baleares (Espanha), Lubúsquia (Polónia), Severoiztochen (Bulgária) e Jihozápad (República Checa).
Para que possamos refletir sobre esta situação, e a sua gravidade, refira-se ainda que Lisboa tem menos progresso social do que Castilla-La Mancha, Galiza e Múrcia (Espanha), Praga (República Checa), Liège (Bélgica), West Yorkshire e Kent (Reino Unido), Düsseldorf e Hannover (Alemanha), Guadalupe e Martinica (França) ou Estíria e Tirol (Áustria).

Ou seja, a Lisboa que algumas vozes querem apresentar e “vender” como um grande exemplo e um oásis bem-sucedido faz, afinal, parte da 2.ª divisão da Europa desenvolvida, o que é preocupante. Mas mais preocupante ainda é a abordagem que tanto o Governo como as autarquias (a de Lisboa e várias outras) têm ao nível do desenvolvimento social.

Com base nestes dados da Comissão Europeia sobre o IPS talvez os responsáveis políticos possam definir uma estratégia integrada que permita garantir um progresso social real e sustentado, que coloque Lisboa mais próximo das melhores regiões da Europa – algo que hoje, sem a “cosmética” e demagogia dos responsáveis políticos, é evidentemente uma mentira.

Uma coisa é certa: partindo dos novos critérios de avaliação do progresso social – agora menos dependentes dos indicadores de progresso económico – será cada vez mais difícil aos responsáveis políticos esconder a realidade social das suas localidades e regiões, tanto das autoridades europeias como, sobretudo, dos seus cidadãos.
 
Mestre em Ciência Política


IN "OJE"
15/04/16

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841.UNIÃO



EUROPEIA



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UNICEF
MUSTAFA SAI PARA

UMA CAMINHADA

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I- VIDA SELVAGEM
4- O terrível crorcodilo
de água salgada

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1-XO
 



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RECORDANDO


LINA DEMOEL

MARIAS DE PORTUGAL

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Ela foi a maior vedeta do teatro ligeiro em Portugal nas décadas de 1920 e 1930, sendo disputada pelos principais teatros da capital, onde criou alguns dos mais belos temas musicais de maior sucesso popular no nosso país que ainda hoje trauteamos sem memória da sua origem.
Em 1926, um prestigiado jornalista escrevia assim: «Lina Demoel é uma artista que está sempre em foco. Depois do inverno, onde cantou como ninguém a primavera linda e encantadora das Rosas de Portugal, criação magnífica que é uma verdadeira página de beleza, ela – que é hoje a estrela mais brilhante, cheia de fulgor e de elegância, de distinção e de sorriso, que pisa o nosso teatro ligeiro – foi para o Brasil conquistar para o seu nome novas glórias, outros triunfos, aplausos vibrantes”.

in 'Jornal da Saudade'
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HOJE NO 
"GERINGONÇA"

Esquerda alarga maioria 
e afasta-se da direita

Na mais mais recente sondagem divulgada pela Eurosondagem para a SIC e para o Expresso, o PS recolheria 34,3% dos votos enquanto o PSD se ficaria pelos 32%.

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O Bloco de Esquerda continua a surgir como a terceira força mais votada, seguida da CDU com 8,3% dos votos e o CDS/PP com 7,7%.


Se analisarmos o somatório das forças de esquerda, observamos que PS, BE e PCP recolhem 52,3%, o valor mais alto desde dezembro. A direita, PSD + CDS/PP, recolhe apenas 39,7% das preferências. 

A diferença entre os dois campos passou de 10 pontos percentuais, em dezembro, para 12,6  pontos em abril.

* A diferença ainda não  é muita, basta um vento ligeiro.

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VALORES QUE FICARAM

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HOJE NO  
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Generais do Exército 
podem acelerar a saída da GNR  

O governo está a preparar o novo estatuto desta força e segurança e quer evitar conflitos entre os oficiais da Guarda e os das Forças Armadas e entre os oficiais da própria GNR

A saída dos generais do Exército do comando da GNR - o que aconteceria pela primeira vez na história centenária desta força de segurança - pode ser acelerada, permitindo que oficiais do quadro da Guarda possam chegar ao topo da hierarquia em menos de quatro anos. Na proposta de estatuto que o comandante-geral, tenente-general Manuel Silva Couto enviou ao ministério da Administração Interna (MAI) o ano de 2020 será aquele em que os primeiros oficiais da GNR podem ser promovidos a brigadeiros generais (um novo posto criado) de uma estrela, mas o DN sabe que esta data pode ser antecipada através de "medidas transitórias extraordinárias".
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As conversações nesse sentido têm sido mantidas no mais absoluto sigilo, mas esta possibilidade foi admitida ao DN por uma fonte próxima dos generais que atualmente constituem o corpo de comando da Guarda. Recorde-se que a GNR é, na Europa, a única polícia de natureza militar que ainda continua liderada por militares das Forças Armadas. Em forças congéneres, como a Gendarmerie francesa, a Guardia Civil espanhola ou os Carabinieri italianos, há vários anos que são os oficiais do seu quadro a comandar.

São 11 os generais do Exército que estão atualmente na liderança da GNR - de maior dimensão (22 mil) do que o próprio Exército (18 mil) -, todos promovidos para preencher esses lugares, quando existem na Guarda mais de uma centena de coronéis que podiam ter ocupado essas posições. Mas essa é mais uma das guerras que a ministra da Administração Interna também terá de evitar na Guarda.

Isto porque, na mesma proposta de estatuto do comando-geral, apesar de se admitir passar o poder de liderança a oficiais do quadro da GNR, apenas cauciona que estes sejam os que foram formados na Academia Militar, o que não acontece com os coronéis. Estes são os oficiais mais antigos da guarda, mas quando se formaram não era obrigatória a licenciatura em ciências militares da Academia.

Ocupam hoje altos cargos, desde comandantes de comandos distritais, de unidades nacionais. Três deles representam até a GNR no gabinete do primeiro-ministro, no MAI e na representação portuguesa em Bruxelas. A sua influência é reconhecida ao mais alto nível, mas com pouca ou nenhuma força de contestação objetiva. Em 2012 começou a formar-se um movimento de coronéis, liderado por Albano Pereira, mas as pressões dos generais, com processos disciplinares, rapidamente o abafaram.

O MAI remete-se ao silêncio sobre a sua decisão, protelando para "depois de ouvir todas as partes" a sua sentença. A Ministra Constança Urbano de Sousa acendeu o rastilho quando admitiu que era intenção do governo iniciar o processo para tirar os oficiais das Forças Armadas da GNR. Se seguir o caminho agora apontado pelos generais, deixa, pelo menos, apaziguados os oficiais da Academia Militar, que já chegaram a tenentes coronéis e se forem promovidos podem chegar, na pior das hipóteses, a Brigadeiros dentro de quatro anos. Mas terá de compensar os coronéis e evitar a "discriminação" e "violação de direitos fundamentais", invocada por estes. Ou terá um barril de pólvora no Carmo.

* Há muito que o generalato do exército devia ter saído do comando da GNR. Para o cidadão comum entende-se melhor o papel  de GNR do que o do exército onde existem mais generais que índios.

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 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

Ontem foi publicado o nº77 da edição impressa, ALEXANDRA, voz poderosa e  bonita abre a página, uma narrativa bem pormenorizada.

4 Jacks and a Jill, continuação da história deste simpático grupoiniciada no nº75 da "ONDA POP", quem não leu a primeira parte pode fazê-lo.

ANTÓNIO LUÍS RAFAEL, uma das melhores vozes das rádios portuguesas de sempre, homem de grande cultura e sobriedade, pivot de inúmeros programas e também com grande trabalho realizado na RTP.
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O concurso "SCHWEPPS" tem duas perguntas difíceis, os "popistas" não querem oferecer laranjadas..

Os blues pelos "CANNEAD HEAT", conjunto americano de 1965,também cantaram rock e country
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O "nacional cançonetismo" espanhol interpretado por "LOS MISMOS",faz parte da história.
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Cantem com a "ONDA POP", "DIANA ROSS" e  "BADFINGER".
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A "ONDA POP" continua cheia de informação verdadeira, bem elaborada e metódica, sem folclores, mantém a coerência da sua génese. Na net e em português tem o condão de informar e trazer ao presente um passado glorioso de música como ninguém faz. Apresenta música variada de escolha criteriosa, temos o orgulho de dizer que os autores são nossos amigos mas não é por isso que estão na "PEIDA", é pelo valor e inteligência que demonstram.
 
Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
OBRIGATÓRIO IR VER!!!
ABJEIAÇOS

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HOJE NO
"RECORD"
Eurobasket:
 FIBA exclui Espanha e avisa Lituânia

A FIBA Europa terá excluído oito seleções do próximo Eurobasket, que terá lugar em 2017, entre as quais se encontra a de Espanha, campeã em título - enquanto a da Lituânia, finalista na última edição (2015), recebeu um aviso, a par de outras cinco -, ameçando ainda pressionar para que sejam afastadas da particpação nos Jogos Olímpicos'2016, que terão lugar no Rio de Janeiro.
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A decisão do ramo europeu da FIBA surge na sequência de clubes oriundos das federações dos países visados se terem recusado a participar nas competições internacionais por si organizadas, optando por continuar na Euroliga, prova organizada pela rival ULEB, e foi conhecida devido a uma carta enviada à federação eslovena, que foi tornada pública por sites da especialidade.

Além de Espanha, estão excluídas Eslovénia, Croácia, Sérvia, Montenegro, Macedónia, Rússia, Bósnia e Herzegovina. As que receberam avisos foram as de Lituânia, Itália, Grécia, Israel, Polónia e Turquia.

* A ULEB dá mais dinheiro! O basquetebol há muito que não é desporto.

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BENTLEY
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Trezentos mais um. A velocidade do Bentayga não será o ponto principal para os clientes da Bentley, que pela primeira vez têm um SUV na gama, mas é um facto. Para trás fica até o Porsche Cayenne Turbo S.


FONTE:EURONEWS


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HOJE NO    
"CORREIO DA MANHÃ"
Ministro surpreendido 
com coimas a instituições 

Vieira da Silva explicou que esta é uma lei recente. 

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, admitiu este sábado ter ficado surpreendido com algumas notícias que dão conta da aplicação de coimas a instituições de solidariedade por "exercerem funções para além do previsto".
- "Devo dizer que fiquei um pouco surpreendido com algumas notícias recentes acerca de coimas que são aplicadas a instituições de solidariedade, algumas de pequena dimensão, por estarem a exercer funções para além daquilo que seria previsto", alegou. 
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Durante a cerimónia de comemoração do 497º aniversário da Santa Casa da Misericórdia de Lamego, que decorreu no Teatro Ribeiro Conceição, Vieira da silva sublinhou que não põe em causa o trabalho realizado pela fiscalização. "Se identificarem uma situação irregular têm de agir conforme a lei impõe. Poderei por em causa e fá-lo-ei, a existência de uma lei que não tem um passo prévio de trabalho, em conjunto com as instituições, para resolver esses problemas e, quase de imediato, passa para a atribuição de coimas", referiu. 

O responsável do Governo explicou que esta é uma lei recente e que não é "adepto de mudar leis recentes", no entanto, por vezes torna-se necessário que tal aconteça. "Quando as instituições vão um pouco para além daquilo a que estão autorizados a fazer na prática da solidariedade, a resposta do Estado tem de ser outra, tem de ser mais equilibrada", acrescentou. Vieira da Silva deixou o compromisso de "trabalhar para rever as condições que têm permitido que, aqui ou acolá, apareçam notícias que surpreendem um pouco a todos". "Deixo aqui expresso o meu compromisso de trabalhar para que se mantenha uma prática de exigência, porque estamos a servir concidadãos que normalmente se encontram em situação de fragilidade, mas que essa exigência seja ponderada pelos critérios do bom senso e da proporcionalidade", frisou. 

Já na sua intervenção, o presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, tinha considerado que a delegação de competências nas instituições de solidariedade nem sempre se pauta por critérios de justiça e equidade.

* É com a  práctica que se pode corrigir legislação pouco adequada, esteve bem o ministro.

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A EVOLUÇÃO DO HOMEM












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ESTA SEMANA NO
"OJE"

Portugal não é amigo
 do empreendedorismo

Portugal continua a ser uma sociedade pouco favorável ao empreendedorismo. Num grupo de 44 países, pior mesmo só a Bulgária.

Apesar desta opinião, que prevalece como principal conclusão do  Estudo Global de Empreendedorismo da Amway 2015, mais de metade dos inquiridos (57%) tem uma atitude positiva perante o empreendedorismo e 39% imaginam-se mesmo a iniciar um negócio próprio. A nível mundial a percentagem é ligeiramente superior, com a média de 43% dos participantes a assumir que se imagina a criar o próprio negócio.
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Que razões levam os portugueses a querer criar um negócio? As motivações mantêm-se idênticas às do ano passado: ser o próprio chefe (45%), regresso ao mercado de trabalho e auto-realização (ambas com 30%), obtenção de uma segunda fonte de rendimento (15%) e conciliação entre trabalho e família (13%).

Analisando as respostas dos outros países, a primeira posição é praticamente a mesma: ser chefe de si próprio, mas quanto ao segundo – regresso ao mercado de trabalho – Portugal foi o único país a indicar este motivo em 2º lugar.

O medo de fracassar continua a ser a razão para não se avançar com a criação de um negócio, com 70% dos participantes inquiridos a confirmarem este receio, um valor equiparado à média europeia e global. E este receio de falhar surge por diversas razões. Em Portugal, 46% dos participantes consideram a crise económico-financeira como o principal fator (46%), seguido dos encargos financeiros para lançar um negócio (38%) e ainda o medo de ficar desempregado, caso o negócio não tenha sucesso (25%).

* Tem lógica o termo empreendedorismo não ser simpático para os portugueses, basta olhar para os nomes dos empreendedores que mais se destacam na comunicação social, Ricardo Salgado, Duarte Lima, Manuel Godinho, Isabel dos Santos, Miguel Relvas, José Veiga entre outros.
Os bons exemplos de jovens empresários portugueses são alvo de notícia no dia em que o rei faz anos, bem como os notáveis jovens investigadores nacionais, só o futebol é excepção ao nível dos jogadores e técnicos, porque quando a dirigismo Rui Pedro Soares é um bom exemplo de como não se deve ser.

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