sexta-feira, 15 de abril de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


BIJOUTERIE

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23.O QUE NÓS  


"APRENDEMOS"!




HÓQUEI EM CAMPO





Na etiqueta "PEIDA E DESPORTO" estamos a apresentar regras de várias modalidades desportivas e olímpicas desde 13 de Novembro de 2015. .
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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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6.O NOVO MUNDO


DOCUMENTÁRIO DO

LIVRO DE MÓRMON





* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO  
"AÇORIANO ORIENTAL"

Parlamento chumba proposta para 
tornar gratuitos manuais do 1º ano

Os deputados do PS e PSD no parlamento dos Açores rejeitaram uma proposta do PCP que visava tornar gratuitos os manuais escolares no 1.º ano e o seu alargamento progressivo até ao 12.º ano.
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O projeto de resolução, apresentado pelo deputado comunista, Aníbal Pires, teve ainda os votos favoráveis do PPM e Bloco de Esquerda, e a abstenção do CDS-PP.

Na discussão do projeto de resolução, no plenário que decorre na Horta, ilha do Faial, Aníbal Pires começou por questionar se "as crianças açorianas merecem ou não ter os mesmos direitos e condições que as restantes crianças portuguesas na sua frequência escolar".
 
"Independentemente da opinião de cada um sobre a gratuitidade dos manuais escolares ou sobre a saúde financeira do negócio editorial, trata-se aqui de uma questão de igualdade, de justiça", defendeu Aníbal Pires, sustentando que o sistema de empréstimo de manuais em vigor na região "não é sempre universal, por vezes cobrindo apenas as famílias com rendimentos extremamente baixos", mas deixando de fora outras que "também têm rendimentos que não são elevados e passam por muitas dificuldades".

Destacando que se for calculado "um valor médio de 48 euros por aluno" o custo desta medida é de "169.824 euros para o próximo ano letivo", um valor "irrisório para o Orçamento da Região, em especial se comparado com tantos desperdícios e gastos inúteis", Aníbal Pires entende que "fará uma grande diferença nos orçamentos familiares".

Em resposta, Nuno Meneses (PS) referiu que "em termos de custos previstos, só com manuais escolares e face ao número de alunos matriculados", os Açores teriam "uma despesa anual superior a 3,7 milhões de euros, no limite, quando a gratuitidade dos mesmos abrangesse toda a escolaridade obrigatória".

"Aquilo que o diploma propõe acaba por ser redundante no que diz respeito ao empréstimo de manuais escolares existentes na região e que já é complementar ao sistema de Ação Social Escolar em vigor", adiantou Nuno Meneses.

Já Judite Parreira (PSD) afirmou que "tratar as pessoas com justiça e equidade" não é dar a todas a mesma coisa, declarando que "a bondade desta medida é apenas aparente", pois "a única virtude que tem é uniformizar os critérios daquilo que se passa no continente e nos Açores".

Sobre os custos da medida anunciados pelo PCP, Zuraida Soares (BE) referiu que o Governo dos Açores gastou "mais do que isso numa 'rave' nas Sete Cidades", sublinhando que "a igualdade de oportunidades é a verdadeira razão de ser da escola pública".

Para Artur Lima (CDS-PP), o PS "está a coartar os direitos que todas as crianças do continente têm", enquanto Paulo Estêvão (PPM) considerou que "o que está em causa é uma corrida partidária" e dentro de quatro meses os socialistas vão estar a aprovar a medida.

O secretário regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, garantiu que a posição do executivo açoriano "não é de birra", mas de "convicção".

"Se acedêssemos à pretensão do sr. deputado Aníbal Pires, o impacto financeiro seria relativamente residual no próximo ano letivo, cerca de 30 mil euros", reconheceu Avelino Meneses, acrescentando que "a prazo, a continuidade e o alargamento da prática da gratuitidade seriam gravosos".

* Já se sabe que os políticos são "inginheiros de números" a notícia vale pela disparidade das cifras argumentadas.

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5-QUANTO VALE

A TERRA?



Formada há mais de 4,6 milhões de anos, a Terra acumula grandes riquezas, desde a madeira ao gado, passando pelo ouro. Em conjunto, esses recursos construíram nossas grandes civilizações.


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO   
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Bagagem perdida com os dias contados

O detector bluetooth Eddystone Ephemeral Identifiers da Google vai equipar a mala Track&Go, que depois implica o registo pelo proprietário na app Travlr by Samsonite - lançada em Setembro de 2015 para localizar voos, lembretes de viagens e dicas -, que será gratuita. 
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Em caso de desaparecimento da mala, o proprietário deve registá-la como perdida  e, a app, usa a base de utilizadores para ajudar a encontra-la. E como? Da seguinte forma: quando um dos utilizadores passar a menos de 70 metros da mala perdida é captado um sinal que desencadeia uma notificação com os detalhes da localização da bagagem e a hora para o proprietário.

A mala com o dispositivo deverá ser lançada no mercado europeu no final de 2016 e, posteriormente, para outros destinos internacionais. O Track&Go deverá ser também alargado a mais gama de sacos de viagem e artigos de negócio em 2017.

“A Samsonite é conhecida pelas suas malas e sacos inovadores e fiáveis […], por isso, quisemos encontrar uma forma de tornar este problema uma coisa do passado”, explicou CEO da Samsonite, Ramesh Tainwala. Mais de 24 milhões de malas em todo o mundo estiveram extraviadas em 2014.

Deste número, 85% foram devolvidas aos proprietários, em 48 horas e 5,5% nunca foram encontradas. Para os proprietários de uma Track&Go, este dispositivo promete reduzir a preocupação com o extravio da bagagem.

* A Samsonite também é conhecida  pelos preços "módicos" dos produtos que comercializa.

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E SE FOSSE EU?


Se tivessem de abandonar o seu país só com uma mochila às costas, o que é que as crianças portuguesas levariam? 
Veja o vídeo da campanha que já chegou às escolas portuguesas!

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HOJE NO   
"CORREIO DA MANHÃ"

Gestora arrasada por incompetência
. ganha 10 mil/mês

Lígia Fonseca foi nomeada pelo governo de Passos Coelho. 

A gestora da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) Lígia Fonseca, nomeada em 2014 pelo Governo de Passos Coelho, em regime de substituição para o, na altura, INAC, apesar do parecer com "reservas" da Cresap (comissão que avalia os dirigentes para cargos públicos), ganha quase dez mil euros por mês. 
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QUEM FOI O PADRINHO?
A administradora, de 35 anos, foi considerada pela Cresap "sem competências para o cargo", com "problemas de independência e estabilidade" e "total desconhecimento" de regulação económica. O parecer, divulgado ontem pelo ‘Negócios’, foi entregue ao então ministro Pires de Lima, mas nunca foi tornado público por se tratar de uma substituição e não de uma nomeação. Segundo apurou o CM, Lígia Fonseca poderá estar de saída, já que a sua situação será ilegal: não passou pelo crivo da Cresap nem do Parlamento como os restantes gestores. 

Para já, o Governo está a analisar o caso e a gestora ainda não terá manifestado interesse em sair do cargo. A polémica estará, no entanto, a condicionar algumas decisões da ANAC pelo receio de poderem ser anuladas no futuro.

* Não é surpresa, um governo de incompetentes só pode apadrinhar mais incompetentes, ainda falam da situação do amigo de António Costa, com desempenho competente.

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SOLUCIONANDO O ENIGMA



Resposta 1

Encha o galão C até a boca com a água do galão A.
Despeje o conteúdo do galão C no galão B.
Encha novamente o galão C com a água do galão A.
Com o galão C, encha até onde for possível o galão B.
Agora, você tem 2 litros no galão A, 5 litros no galão B e 1 litro no galão C.
Despeje o conteúdo do galão B no galão A.
Despeje a água do galão C no galão B.
Agora o galão A está com 7 litros e o galão B está com 1 litro.
Preencha o conteúdo do galão C com água do galão A.
Finalmente, despeje os 3 litros do galão C no galão B.


Agora você tem 4 litros tanto no galão A como no galão B.


Resposta 2

Encha o galão B com a água do galão A.
Agora encha o galão C com o galão B.
Coloque o conteúdo do galão C de volta no galão A.
Agora você tem 6 litros no galão A, e 2 litros no galão B.
Despeje os 2 litros que estão no galão B no galão C.
Encha o galão B com o conteúdo do galão A.
Agora, devem restar 1 litro no galão A, 5 litros no galão B e 2 litros no galão C.
Complete o galão C com água do galão B.
Despeje o conteúdo do galão C no galão A.


Agora você tem 4 litros tanto no galão A como no galão B.

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ANA RITA GUERRA

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O que pode mudar 
no Facebook esta semana

O que veremos esta semana será o plano ultra-ambicioso de Mark Zuckerberg para o futuro. O seu império já não é só o Facebook.

Vê-se Alcatraz e Sausalito da marina onde hoje e amanhã vai decorrer o evento anual do Facebook, F8, com milhares de programadores e muitos executivos da empresa – incluindo o fundador e CEO, Mark Zuckerberg. Será o primeiro evento oficial do Facebook em que estarei presente, depois de algumas iniciativas informais e uma visita à sede em Menlo Park. E o que é que se espera? 
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Zuckerberg é conhecido por gostar de mexer periodicamente na rede social que domina o mercado (e as nossas vidas). Os utilizadores revoltam-se, prometem resistência, mas cedo ou tarde toda a gente aceita as mudanças, quer seja na ordem cronológica das publicações, no aspecto da cronologia ou nas aplicações móveis.

Desta vez, as novidades deverão ser ao nível de produtos. Inteligência artificial no Messenger, streaming ao vivo, app de pagamentos móveis, conteúdos em realidade virtual e muitas sessões com as várias empresas-chave que o Facebook comprou nos últimos anos – WhatsApp, Instagram e Oculus.

A inteligência artificial é, de longe, a que tem mais potencial mediático e influência na utilização diária da rede. Mark Zuckerberg disse, no final do ano passado, que está a trabalhar pessoalmente na criação de um “mordomo” pessoal através do Messenger, a quem se possa fazer todo o tipo de pedidos. 
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Na semana passada, a Microsoft revelou que irá apostar nos “chatbots” para Skype – robôs virtuais alimentados por inteligência artificial com quem será possível comunicar em linguagem natural e capazes de compreender contextos e tomar ações. Aqui é mais ou menos a mesma coisa. Imaginemos, por exemplo, poder abrir uma janela de Messenger para reservar um carro, pedir um serviço ou suporte a uma empresa. 
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Em teoria, digitar “Ambrósio, apetece-me algo” será suficiente para encomendar uma caixa de Ferrero Rocher. O outro foco será o vídeo ao vivo. Já devem ter reparado que muitos amigos começaram a encher o Feed de Notícias com transmissões de vídeo ao vivo, ao estilo Periscope, e nas próximas semanas várias novidades chegarão aos utilizadores. Por exemplo, a possibilidade de transmitir vídeos só para um grupo, ou para os convidados de um evento. Zuckerberg disse, no Mobile World Congress em Barcelona, que o vídeo é o futuro e a grande aposta do Facebook. O sucesso da Periscope do Twitter certamente forneceu notas úteis à gigante de Silicon Valley.

Acima de tudo, o que veremos esta semana será o plano ultra-ambicioso de Mark Zuckerberg para o futuro. O seu império já não é só o Facebook. Muitos vaticinaram a queda da rede social devido ao êxodo de jovens para outras redes sociais, como o Instagram… mas isso já não é um problema, pois não? Com 1,6 mil milhões de utilizadores e dono da principal rede de mensagens instantâneas, rede social de fotos e empresa de realidade virtual, o domínio mundial de Zuck está quase completo.

IN "DINHEIRO VIVO"
12/04/16

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840.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO  
"OBSERVADOR"

Pedidos de empréstimo 
para consumo sobem 16%

Em fevereiro a concessão de novos créditos aos consumo cresceu em 16%, de acordo com os números divulgados esta sexta-feira pelo Banco de Portugal. Ao todo, foram emprestados 447.954 milhões de euros aos portugueses durante o mês de fevereiro, sobretudo em créditos pessoais sem finalidade específica.
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Os aumentos verificaram-se em todos os tipos de contrato de crédito, mas com maior ênfase nos “créditos pessoais sem finalidade específica” (lar, consolidado e outras finalidades), que cresceram 23,9% em relação ao mês de janeiro, atingindo os 200 milhões de euros. Ou seja, quase metade (cerca de 44%) do total de crédito concedido em fevereiro.

Os empréstimos para compra de carro estão na segunda categoria onde maior aumento se registou no segundo mês do ano, tendo sido concedidos empréstimos que totalizaram 156 milhões de euros, mais 11% do que no primeiro mês do ano. E dentro destes empréstimos, foi a reserva de propriedade de carros novos que mais cresceu, em mais de 22%, com o volume de dinheiro emprestado nesta categoria a ultrapassar os 36 milhões de euros. Nos carros usados, os créditos também aumentaram, embora numa medida menor: 9,5%.

Em cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, os empréstimos concedidos em fevereiro aumentaram em 10%, o que representou uma movimentação de mais de 87 milhões de euros.

* A quem recorre ao crédito para consumir aconselhamos a ingestão de "615 forte", mata mais depressa e com menos sofrimento!

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4-O CANCRO


DA EUROPA

CATASTROIKA


* Enterrado o papão da Guerra Fria que funcionava como "regulador" nas relações entre Ocidente e Leste, foi "confeccionado" um instrumento novo com maior abrangência, exterior à soberania dos países, que os manietasse para sempre a uma nova ordem mundial, dá pelo nome de DÍVIDA.

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2-NÃO MATARÁS

CONTRA OS TESTES EM ANIMAIS


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Tem QuickTime no seu PC? Desinstale-o,
. recomenda o governo dos EUA

Recomendação vem diretamente do governo americano, após a Apple se ter recusado a resolver duas vulnerabilidades do programa de leitura de vídeo
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O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos recomendou esta sexta-feira a todos os utilizadores de computadores Windows que tenham instalado o programa QuickTime, da Apple, que o removam dos seus PC por questões de segurança.

Em causa estão duas vulnerabilidades que a empresa especializada em segurança informática Trend Micro descobriu no popular software de leitura de vídeo, que pode ser explorado para lançar ataques a computadores.

Segundo este departamento do governo americano, a Apple não tem planos para atualizar o software, uma vez que este está em "fim de vida". "A única forma de mitigar o problema é desinstalar o QuickTime para Windows", segundo o alerta do Departamento de Segurança Interna dos EUA citado pela Reuters.

Não há casos de ataques conhecidos que explorem estas vulnerabilidades, que são exclusivas para a versão Windows do programa, mas elas existem.

Se ainda utiliza o QuickTime para ver alguns vídeos, pode sempre mudar definitivamente para o VLC, um programa gratuito, desenvolvido em freeware, que descodifica praticamente todos os formatos de vídeo existentes.

* As vigaro/contradições da Apple, impinge o programa com defeito.

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Roses Gabor

Stars


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HOJE NO 
"RECORD"

Todos os jogos da Liga 
serão transmitidos na TV

A partir da próxima época, todos os jogos da 1.ª Liga serão transmitidos em direto na televisão. A notícia foi adiantada por Miguel de Sousa, presidente da Mesa da AG do Nacional, em entrevista ao 'DN Madeira', revelando uma informação que lhe terá sido transmitida por Pedro Proença, presidente da Liga.

A intenção é que haja jogos à sexta e à segunda-feira, com início às 20 horas, enquanto durante o fim de semana serão às 11h30, 16h00, 18h00 e 20h00. "Cada jornada da Liga compreende 9 jogos, pelo que isso abre espaço para a transmissão de um jogo da 2.ª Liga", referiu o o dirigente.
A Liga não confirmou oficialmente esta informação.

* Se o que a notícia descreve acontecer, vão haver mais pategos a subscrever os canais próprios do futebol com aumento da publicidade, um negócio que poderá render bastantes alvíssaras à Liga.


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The USMC Silent Drill Team


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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Costa não alinha 
no pedido de demissão do governador

O primeiro-ministro rejeitou, esta sexta-feira, alinhar com a exigência de demissão do governador do Banco de Portugal, alegando que recusa antecipar conclusões da comissão de inquérito sobre o Banif.
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António Costa falava aos jornalistas no final do debate quinzenal na Assembleia da República, depois de confrontado com declarações do secretário de Estado Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix, que considerou que o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, teve uma falha "grave" de responsabilidade na resolução do caso Banif.

"Temos de aprender a trabalhar com as instituições com normalidade e o relacionamento que o Governo tem tido, quer com o parlamento, quer com os presidentes da República (o anterior e o atual), é um bom exemplo de como deve ser a normalidade das relações institucionais - e também com o Banco de Portugal. O senhor governador [Carlos Costa] tem um mandato de cinco anos que lhe foi conferido pelo anterior Governo [PSD/CDS-PP] e é uma função inamovível salvo no quadro legal", respondeu António Costa.

* Esta notícia revela a enorme inteligência de António Costa, as suas afirmações abriram a cerimónia de um prolongado velório do Governador do BdP ou, em alternativa, poder  Carlos Costa assinar a sua certidão de óbito.

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ENIGMAS PARA RESOLVER


Os três galões


Use corretamente os galões para deixá-los com a quantidade de água pedida.

Você tem 3 galões – A, B e C.

O galão A possui 8 litros de capacidade e está completamente cheio de água.
O galão B possui 5 litros de capacidade e está vazio.
O galão C possui 3 litros de capacidade e também está vazio.

Sem deitar água fora, consegue fazer com que, no fim, fiquem exatamente 4 litros de água no galão A e exatamente 4 litros de água no galão B?

Observação: Os galões não possuem marcações de medida.

Nota da Redacção: A resposta será publicada às 20:15

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Bruxelas reconhece
 Troika subestimou problemas da banca

Chefe de divisão da Comissão Europeia defende que os problemas na banca portuguesa foram subestimados em 2011. O país está agora a pagar o preço, com colapsos do BES, Banif e muito mal parado que penaliza lucros. Banco mau será difícil.
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A VERDADEIRA BANDEIRA
O alto técnico da Comissão Europeia com responsabilidade sobre os sistemas financeiros nacionais reconheceu em Lisboa que os problemas na banca portuguesa foram subestimados no programa de ajustamento implementado entre 2011 e 2014. O erro da troika e das autoridades nacionais está a custar caro ao país: BES e Banif rebentaram de forma surpreendente exigindo quantidades enormes de dinheiro público já após o conclusão do programa, a economia sofre com níveis ainda crescentes de crédito mal-parado, e o governo enfrenta agora regras europeias mais complexas para criação de bancos maus que ajudem à reestruturação da banca.

O reconhecimento de erros no desenho dos programas de ajustamento por instituições da troika não é frequente, em particular pelo BCE e pela Comissão Europeia. Mas foi o que aconteceu em Lisboa, na sexta-feira, dia 15 de Março, numa conferência organizada pela Representação Portuguesa da Comissão Europeia, que analisou os programas de ajustamento em quatro países: Irlanda, Espanha, Portugal e Letónia. Filip Keereman, chefe de divisão da Direcção-geral Estabilidade Financeira, com responsabilidade sobre os sistemas financeiros nacionais, partilhou com a audiência as lições que tira da experiência dos últimos anos. Uma das principais conclusões é que Portugal está a ficar para trás nesta frente e tal deve-se, em parte, ao facto das autoridades terem subestimado os problemas na banca.

"Provavelmente deveríamos ter prestado mais atenção ao sector financeiro em Portugal", afirmou no início da sua apresentação, continuando: "um sector financeiro relativamente pequeno [à escala da UE], e uma subestimação dos problemas levou a um envelope financeiro dedicado ao sector relativamente pequeno em Portugal, tanto em percentagem do PIB, como em percentagem do envelope total", avaliou.

O programa de ajustamento português inclui 78 mil milhões de euros de financiamento para o período 2011 a 2014, dos quais 12 mil milhões ficaram reservados à banca. Concluído o programa e saída limpa em Junho de 2014 sobraram 6,4 mil milhões de euros do dinheiro da banca. Só que sobraram também muitos problemas: deste então rebentaram o BES e o Banif que já exigiram ao Estado mais do esse montante, o mal parado continua a crescer, e os níveis de confiança no sector financeiro são mais baixos que noutros países.

"Os desenvolvimentos iniciais foram muito promissores, e só foram usados 5,6 mil milhões de euros, mas depois tivemos várias surpresas negativas e necessidades de recapitalização acrescidas com Banif, BES e desenvolvimentos posteriores no BPN. Tudo somado e o valor ultrapassa o envelope inicial previsto [de 12 mil milhões de euros]", afirmou o especialista da Comissão.

Agora, com a vantagem da experiência, Keereman considera que Portugal deveria ter feito testes de stress à banca e avaliações de activos "mais rigorosas" logo em 2011, à semelhança do que aconteceu por exemplo em Espanha e Irlanda. "Talvez assim se tivesse evitado o caso BES, que surgiu um pouco como uma surpresa", diz.

O país deveria também de ter recebido mais que os 12 mil milhões de euros destinados à reestruturação do sector; e avançado com um veículo para reestruturação de crédito mal parado, como fizeram a Irlanda e Espanha "com sucesso". "Uma das lições da crise é que, tal como nas contas públicas, as medidas no sector financeiro devem ser concentradas no início dos ajustamentos", comentou.

Portugal a ficar para trás
"A confiança recuperou em todos os países com programas – com a excepção da Grécia. Em Portugal a confiança também regressou, mas ainda não recuperou a posição prévia à crise e não faz companhia a Espanha, Irlanda ou Letónia. Está mais na companhia de Chipre ou da Roménia", avaliou o especialista, no início de uma análise a vários indicadores sobre a saúde do sistema financeiro que ajudam a perceber a fragilidade nacional.

Os rácios de capital na banca melhoraram "mas menos que na Irlanda ou Letónia"; a rendibilidade dos bancos é baixa e permanece pressionada pelas contribuições que terão de fazer para o fundo de resolução e pelas possíveis perdas com o Novo Banco; a concessão de crédito à economia ainda está a contrair; e o "crédito mal-parado tem estado a recuar noutras economias, mas não em Portugal", analisou. Em suma: muito foi conseguido, "mas Portugal está a ficar para trás da Irlanda, Espanha e Letónia", afirmou perante a audiência que contava com representantes e economistas dos quatro países.

O desafio colocado pelos elevados níveis de mal parado, um tema que tem merecido atenção em Portugal na última semana após a sugestão de António Costa de criação de um banco mau, gera apreensão também em Bruxelas. 

"O crédito mal parado continua a subir e este é um facto chave a prejudicar a rendibilidade e a concessão de crédito à economia" avaliou Keereman, destacando uma evolução preocupante no balanço dos bancos: "a criação de provisões em percentagem do mal parado está a recuar (...) o que resulta de buffers de capital estreitos e de rendibilidades que não são muito elevadas", disse, deixando ainda o que pode ser lido como um aviso ao governo: não será fácil avançar com um banco banco mau em Portugal para lidar com o crédito problemático. Em parte a dificuldade resulta do país chegar tarde a esse debate.

Banco mau agora será mais difícil
"A criação de um empresa de gestão de activos como fizeram com sucesso a Irlanda ou a Espanha não é óbvia", começou por dizer. É que um banco mau exige um "contas públicas em ordem, e níveis mínimos de rating", o que falta em Portugal, mesmo comparando com o momento em que estes veículos foram criados em Espanha e na Irlanda. "Não é óbvio que pudesse funcionar em Portugal", reforçou.

A dificultar mais este caminho estão as novas regras de resolução bancária, que prevêem perdas para depositantes antes da entrada de dinheiro público, um desenvolvimento complexo do ponto de vista político: "os contribuintes são eleitores, mas os depositantes também são", lembrou. "As empresas de gestão de activo foram muito bem sucedidas na Irlanda e em Espanha, não são uma receita fácil para outros países, dado o estado das finanças públicas e as novas regras de bail-in", resumiu no final da sua intervenção.

O especialista mencionou o caminho que está a ser seguido em Itália - com a criação de um sistema de garantias públicas a créditos titularizados e um banco mau com capital privado - mas não se alongou em considerações. Por entanto ninguém arrisca vaticinar qual será o sucesso da iniciativa italiana. Por cá, Teodora Cardoso, já partilhou o seu cepticismo em relação à aplicabilidade dessa solução em Portugal: nem o Estado nem os bancos têm dinheiro para financiar esse banco mau, defendeu.

* Sem querer ser um elogio consideramos que a Comissão Europeia conseguiu funcionar pior que o governo de Passos e Portas.

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Central solar flutuante produz eletricidade 
para estação de tratamento de água



FONTE: EURONEWS

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 HOJE NO
"DESTAK"

Rui Chafes sente-se feliz e honrado 
com Prémio Pessoa embora 
não saiba se o merece

O escultor Rui Chafes, que recebeu hoje o Prémio Pessoa, disse não saber se merece o galardão, mas afirmou "sentir-se feliz, extremamente honrado e emocionado", por o galardão lhe ter sido atribuído. 
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"Não sei se mereço este prémio, provavelmente nunca o saberei, provavelmente nunca ninguém o saberá, olhando para a lista de personalidades premiadas, investigadores, criadores, pensadores das várias áreas das ciências e das humanidades. E olhando para a notável lista de pessoas que constituem o júri, não tenho a certeza de estar à altura das pessoas que me antecedem, nem das expectativas que o meu trabalho continuará a criar", começou por dizer o homenageado, que discursou durante cerca de 20 minutos.

A cerimónia de entrega contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do presidente executivo do Grupo Impresa, Francisco Pedro Balsemão, em representação do seu pai, Francisco Pinto Balsemão, que preside ao júri, mas que se encontra com "uma forte gripe", explicou, e ainda de Álvaro Nascimento, presidente do conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos, que copatrocina o Prémio Pessoa. 

* Quando a discrição e a serenidade também são arte, o prémio  foi muito bem atribuído.

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IMPOSSÍVEL












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HOJE NO 
"i"
Duarte Lima. 
Acusação do DCIAP dá força tese
 de homicídio de Rosalina Ribeiro


Duarte Lima foi acusado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal por abuso de confiança e apropriação indevida de mais de cinco milhões de euros de Rosalina Ribeiro, ex-companheira de Lúcio Feteira. O dinheiro que o Ministério Público do Brasil sempre defendeu ser o móbil do crime, que aconteceu em dezembro de 2009.
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No total, serão 5.240.868,05 euros que a vítima terá transferido para o seu advogado com vista a evitar que as suas contas fossem arrestadas, nunca os tendo recuperado. No Brasil, a investigação acredita que foi uma ameaça de Rosalina – de que entregaria Lima ao tribunal – que esteve na origem do homicídio.

A investigação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) começou quando, em 2014, o Brasil enviou uma carta rogatória para que Duarte Lima fosse inquirido. Presente a juiz, o ex-deputado refutou a tese do Ministério Público brasileiro, dizendo que os cinco milhões que Rosalina lhe transferira eram honorários adiantado.

As autoridades brasileiras, porém, sempre defenderam que a vítima tinha transferido a quantia para o advogado português para evitar que as suas contas fossem arrestadas, mas que quando lhe pediu a devolução o ex-líder da bancada parlamentar do PSD recusou.

Perante as declarações de Duarte Lima na inquirição pedida pelo Brasil, o Ministério Público português considerou que era necessário abrir esta investigação em Portugal. Isto porque, mesmo que fosse verdade que o dinheiro era o pagamento de honorários adiantados (versão de Lima) este nunca tinha pago impostos sobre tal rendimento.

Após mais de um ano desta investigação, a tese das autoridades brasileiras foi agora confirmada pelo DCIAP: "Na posse de tal montante, Duarte Lima utilizou-o em proveito próprio, apropriando-se do mesmo, sem nunca o ter restituído a Rosalina Ribeiro".

O advogado já emitiu uma nota onde diz que não fará comentários públicos sobre esta acusação: “Irei defender-me no âmbito do processo e junto da instância competente”.


DCIAP.
 Ex-assessor de Rockefeller decidiu 
abrir o jogo sobre relação 
de Rosalina com Duarte Lima
 
Higino Thomas Roiz é um nome pouco conhecido em Portugal, mas que tem ocupado um lugar central em processos que envolvem Duarte Lima. À investigação brasileira poupou detalhes sobre Rosalina que poderiam comprometer Duarte Lima, este ano ofereceu-se para abrir o jogo ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal. O i revela tudo o que o gestor de fortunas holandês quis contar no processo em que Duarte Lima foi acusado por abuso de confiança e apropriação indevida de mais de cinco milhões da sua cliente Rosalina Ribeiro.

A acusação foi tornada pública durante o dia de hoje, mas ao que o i apurou já desde março que a procuradora do DCIAP Patrícia Barão considerava que o caso estava prestes a merecer despacho final.

O antigo conselheiro do banqueiro David Rockefeller, com quem Lúcio Thomé Feteira fez diversos negócios, apresentou-se no segundo dia de janeiro ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) de forma voluntária. O pedido inesperado de Higino Thomas Roiz era justificado pelo facto de ser amigo próximo e gestor de algumas contas de Rosalina Ribeiro, assassinada em 2009 a cem quilómetros do Rio de Janeiro. Em causa estavam contas no banco americano Chase Manattan.
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Na apresentação que fez à procuradora responsável pelo caso, o holandês terá dito que a vítima sempre lhe transmitiu informações relevantes sobre a sua vida e a relação que tinha com os seus advogados portugueses, Duarte Lima e Valentim Rodrigues, e com os brasileiros, Clovis Sahione e Normando Marques. Este último entretanto falecido.
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O que mais chamou a atenção da procuradora foi o facto de o ex-assessor de Rockfeller ter referido saber quanto é que Rosalina pagava a cada um dos seus advogados e o facto de ser conhecedor das contas que o milionário Lúcio Feteira tinha nos Estados Unidos, em Singapura e em Inglaterra.
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A procuradora Patrícia Barão não hesitou: quatro dias depois mandou intimar o homem, questionando se tinha conhecimento das transferências efetuadas por Rosalina para Domingos Duarte Lima.

As contradições de Higino Roiz 
As informações que constam no processo do DCIAP - e a que o i teve acesso - contrastam porém com as informações que Higino passou em fevereiro de 2011 à polícia brasileira, no âmbito da investigação ao assassinato de Rosalina Ribeiro.

Segundo documentos consultados pelo i, o homem admitiu na altura conhecer Rosalina, mas disse que nos últimos 12 anos só tinha mantido “três ou quatro contactos”. Alegando ainda que tais encontros “eram essencialmente sociais, e não se relacionavam com nenhum tipo de prestação de serviços ou consultoria”.

Aos investigadores da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o ex-assessor de David Rockefeller disse nunca ter trabalhado no banco UBS, mas sim no Chase Manhattan Bank, “que era propriedade do senhor David Rockefeller”.

No Brasil disse desconhecer Duarte Lima 
Uma das contradições mais evidentes foi o desconhecimento sobre Duarte Lima. Presente à Divisão de Homicídios, Roiz disse lembrar-se que há cerca de 13 anos “quando almoçava com dona Rosalina em Lisboa, ali chegou uma pessoa que [lhe] foi apresentada como sendo o advogado Duarte Lima”. Adiantou ainda que anteriormente não o conhecia o português e que depois disso só teriam estado uma vez.

Nas suas declarações nunca foram referidos os detalhes que agora decidiu contar ao DCIAP, bem pelo contrário. Disse que além dos raros contactos que mantivera com Rosalina nos anos que antecederam o seu assassinato, esta “nunca comentou [consigo] em quais bancos possuía contas bancárias” e que “não conhecia as suas amigas”.

* Canalhadas

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