terça-feira, 12 de abril de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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1.A DESPORTIVA NUDEZ













A revista ESPN convidou desportistas de nível mundial para uma sessão de fotografia de nudez plena posando na modalidade em que são especialistas, um belo efeito.

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GRANDES LIVROS/22

AUTORES DO MUNDO


1-CRIME E CASTIGO
  
FIÓDOR DOSTOIÉVSKI

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Morreu Francisco Nicholson, 
um inovador na revista e na televisão

O ator, dramaturgo e argumentista Francisco Nicholson morreu esta segunda-feira, disse à agência Lusa fonte da família. Nome fundamental do teatro e da televisão portuguesas, construiu carreira também entre o cinema e a música. Morreu em casa, aos 77 anos.

Francisco Nicholson começou a fazer teatro aos 14 anos, no antigo Liceu Camões, sob direção do encenador e poeta António Manuel Couto Viana, a convite do qual veio a pertencer ao Grupo da Mocidade, que integrou com, entre outros, Rui Mendes, Morais e Castro, Catarina Avelar e Mário Pereira.
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Até aos 21 anos esteve entre os palcos, os estudos e a marinha mercante. Só depois se dedicou ao teatro de corpo inteiro. Recordou esses tempos em entrevista à revista Sábado, em 2014: “Naquela altura ninguém queria. Os meus pais exigiram que eu tirasse um curso. Quando tivesse 21 anos podia seguir o que quisesse. De maneira que fui para a Marinha Mercante, tirei o curso de pilotagem e embarquei. Aos 19 anos, era oficial e dava ordens aos marinheiros barbudos, mas não podia ter autoridade sobre mim.”

Estudou em Paris, frequentando a Academia Charles Dullin, do Théatre Nacional Populaire, privando com grandes nomes do teatro francês, como Jean Vilar, Georges Wilson, Gerard Philipe. Regressou a Portugal em 1960 e passou pelo Conservatório mas só durante três meses — abandonou depois de um desentendimento com uma colega. Estreou-se como profissional no Teatro Gerifalto, com a peça “Misterioso até Mais Não”, um espetáculo infantil que o próprio Nicholson escreveu.

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A Companhia Nacional de Teatro e o Teatro Estúdio de Lisboa foram alguns dos palcos por onde passou e onde interpretou obras de Strindberg, Kleist ou Bernard Shaw. Foi ainda um dos atores que inaugurou o Teatro Villaret, fundado por Raul Solnado. “O Inspector Geral”, de Nicolau Gogol, esteve no Villaret em 1965 e tinha Nicholson como um dos nomes do elenco.

Entre a revista e a TV
A revista foi uma das principais áreas de trabalho de Francisco Nicholson, com o ABC, no Parque Mayer, como palco privilegiado das suas interpretações e criações. Em “Bikini” teve o espaço que precisava para se mostrar enquanto artista que ocupava todos os lugares: autor, encenador e ator. Contracenou com Ivone Silva, Irene Cruz, Manuela Maria ou João Maria Tudela. “É o Fim da Macacada”, “Tudo a Nu” (a revista que tinha em cena no 25 de abril de 1974) ou “Não Batam Mais no Zezinho” (escrita com Henrique Santana, Mário Zambujal, Rogério Bracinha e Augusto Fraga) foram outras das peças que levou ao Parque Mayer e que mais sucesso lhe deram.

Foi um dos responsáveis pela cooperativa teatral Teatro Adoque, a mesma onde trabalhou a bailarina Magda Cardoso, que seria mulher de Nicholson. Pelo Adoque passou gente como José Raposo, Maria Vieira, Virgílio Castelo, Ana Bola, Henrique Viana e também António Feio. “Vai de Em@il a Pior” (2011), revista que escreveu para o Teatro Maria Vitória, com produção de Hélder Costa, e foi um dos seus últimos trabalhos.
COM MAGDA CARDOSO
Foi também figura importante das primeiras décadas da televisão portuguesa. Em 1964 fez parte de “Riso e Ritmo”, enquanto ator mas também assinando a autoria e cumprindo as funções de produtor. Neste programa trabalhou em conjunto com Armando Cortez e Luis Andrade, num formato inovador para o humor televisivo da época.

Já no “Canto Alegre”, outra série de humor transmitida em 1988, contracenou com Marina Mota, António Montez, Magda Cardoso, Vera Mónica, Fernando Mendes, Vieira de Almeida, Carlos Ivo, José Raposo e Maria João Abreu, entre outros.

O papel de diretor em televisão desempenhou-o em diferentes ocasiões mas ficaria também na história como autor de novelas, especialmente a primeira do género produzida em Portugal, “Vila Faia”, em 1982, que criou em conjunto com o colega de profissão e amigo Nicolau Breyner, Thilo Krassman e Nuno Teixeira. Outras novelas, como “Origens”, “Cinzas”, “Os Lobos” ou “O Olhar da Serpente” contaram também com a assinatura de Nicholson.

“Homem de talentos”
Em declarações à RTP, o ator e encenador Rui Mendes, lamentou a morte “Chico Nicholson”. “Conheci-o talvez com os meus 12, 13 ou catorze anos no Liceu Camões, onde começámos a fazer teatro”, recorda. “Depois fomos para o teatro do Gerifalto com o António Manuel Couto Viana, que foi o nosso primeiro diretor e encenador. E aí o Nicholson já começava a escrever. Escreveu duas ou três peças de teatro infantil.”
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COM A FILHA SOFIA
Rui Mendes descreveu-o como “um homem com imensos talentos, que escreveu as melhores novelas que se fizeram neste país”. Referiu-se ainda a “O Olhar da Serpente”, da SIC (2002-2003), como “uma excelente novela”.

“O Nicholson com o Mário Alberto e outros atores foram responsáveis pela renovação da revista portuguesa no ABC e depois no Teatro Adoque, a partir de 1974, 75”, lembrou Rui Mendes: “Era um homem de imenso talento. E tenho dito que ele era melhor argumentista do que ator. Foi das pessoas que melhor escreveu revista, melhor escreveu telenovela neste país, enquanto foi vivo, enquanto pôde, enquanto teve saúde. É com muita tristeza que eu recebo a notícia da morte de mais um irmão para se juntar ao Nicolau, ao Henrique Viana, ao Solnado e a tantos outros.”

“A minha memória do Francisco Nicholson é muito forte e muito particular”, confessou esta terça-feira Virgílio Castelo, também à RTP. “Estreei-me com ele. E tive a sorte de encontrar um homem que era muito completo, representava, dirigia, escrevia poemas de canções, fazia programas de rádio.”Era um homem muito eclético”, disse o ator, que ainda classificou Francisco Nicholson como “artista completo, um homem que fazia tudo e grande parte das coisas fazia muito”.

Virgílio Castelo aponta também a revista como uma das “grandes paixões” de Nicholson. Lembra-o como “inovador, sobretudo a partir de 72-73”, também aproveitando “alguma abertura de Marcelo Caetano” em relação aos textos. “A seguir ao 25 de abril, ele e o Mário Alberto, que era um grande cenógrafo e artista plástico, inventaram uma companhia de teatro de revista [Adoque] completamente independente do sistema, onde eu me estreei.” Recorda dias num teatro “sem qualidade física”, um verdadeiro “barracão, como nós lhe chamávamos”. Castelo recordou que era “o miúdo da companhia”: “Fiquei com o Francisco e passei três anos a viver com ele, praticamente. A beber dele grande parte daquilo que aprendi.”

Sobre Nicholson enquanto escritor, Virgílio Castelo diz que Nicholson era “brilhante”: “A dirigir e a escrever tinha uma eficácia muito maior do que a representar.” Acrescentou, na mesma declaração: “Acho que ele nunca foi dirigido. Como tinha aquela autoridade toda e com o prestígio que tinha, talvez nunca tenha sido dirigido por ninguém suficiente forte que pudesse extrair dele o que ele tinha lá dentro, como ator.”
NICHOLSON ENCENADOR, SARA BARRADAS E JOSÉ RAPOSO EM "ISTO É QUE ME DÓI"
À agência Lusa, o escritor Mário Zambujal recordou Francisco Nicholson como “uma pessoa rara, de uma grande educação, de um talento enorme, com muito sentido de humor e muita graça”. Afirmou ainda tratar-se de um homem “cheio de talento”, que fez coisas “muito interessantes também no teatro musical” e que era “muito respeitado” por todos com quem trabalhou.

A escrita e as canções
Ainda entre os palcos e a televisão, foi um dos autores do tema “Oração”, com que António Calvário ganhou a primeira edição do Grande Prémio TV da Canção. A música foi, aliás, outra das suas áreas de trabalho, muitas vezes participando em concursos e festivais, com o da Figueira da Foz, que ganhou em duas ocasiões, e até nas Marchas de Lisboa, onde foi distinguido como autor em três edições.

Em 2014 estreou-se nos romances, ao lançar Os Mortos não dão Autógrafos (Esfera dos Livros). Dizia nessa altura, na mesma entrevista à Sábado: “É uma aventura que me rejuvenesce. Agora só me faltava ganhar o prémio revelação. Há 50 anos já tinha amigos poetas a dizerem-me para fazer um romance.”

Nasceu a 26 de junho de 1938. O pai, inglês (John Francis Quintela Nicholson), foi um dos responsáveis pela Automática Elétrica Portuguesa. A mãe (Maria Alice de Vasconcelos Marques) foi doméstica até começar a trabalhar também no teatro, depois da morte do pai de Francisco Nicholson — foi nessa altura que trabalhou em guarda-roupas, nos bastidores.

Adepto do Belenenses, Nicholson vivia em Brejos de Azeitão, onde escreveu o seu livro. Foi distinguido com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa e com o Prémio Beatriz Costa. Pai da atriz Sofia Nicholson, o ator era casado com a bailarina e também atriz Magda Cardoso.

Nos últimos anos, o estado de saúde de Francisco Nicholson, doente hepático, agravou-se. Fez dois transplantes de fígado, o último em 2011. Recentemente voltou a piorar e esteve novamente internado no hospital Curry Cabral.

As cerimónias fúnebres do ator e encenador começam quarta-feira, na Basílica da Estrela. O funeral parte no dia seguinte, pelas 10h00, para o Crematório do Cemitério do Alto São João.

* A cultura portuguesa enviuvou.

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IX-OLHO DE 
HÓRUS


3- KOM OMBO

O PORTAL DA

LIBERDADE

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O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.
 
Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Fotografaram o efeito do LSD 
no cérebro humano

Um grupo de cientistas conseguiu pela primeira vez observar como a famosa droga sintética afeta o cérebro humano

Um grupo de cientistas do Imperial College de Londres conseguiu pela primeira vez observar como o LSD afeta o cérebro humano, noticia o site especializado Science Daily.
Credit: Image courtesy of Imperial College London
Através de uma série de experiências, os investigadores obtiveram um vislumbre de como o composto psicadélico afeta a atividade cerebral. A equipa administrou LSD (dietilamida do ácido lisérgico) em 20 voluntários saudáveis num centro de pesquisa especializado e usaram várias técnicas para observar como o LSD altera a forma como o cérebro funciona.

Os resultados do estudo revelam o que acontece no cérebro quando as pessoas experienciam as alucinações visuais complexas associadas ao composto e o efeito que a luz pode ter quando o indivíduo se encontra sobre o efeito do alucinogénico.

Sob condições normais, a informação dos olhos é processada numa parte do cérebro situado na parte de trás da cabeça (córtex visual) no entanto, quando os voluntários tomaram LSD muitas outras áreas cerebrais adicionais contribuíram para o processamento visual. Além disso, também foi possível observar o que acontece no cérebro quando as pessoas relatam uma mudança fundamental na qualidade da sua consciência sob LSD.

O líder do projeto, Robin Carhart-Harris, do Departamento de Medicina do Imperial College e líder da pesquisa, foram observadas "mudanças cerebrais sob o efeito do LSD que sugeriam que os nosso voluntários estavam a ver com os olhos fechados e apesar de estarem a ver coisas da sua imaginação em vez do mundo real, muito mais áreas do cérebro estavam a contribuir para o processamento visual sob LSD".

O doutor salientou ainda que "os nossos cérebros tornam-se mais restritos e compartimentados à medida que nos desenvolvemos desde a infância até à idade adultas podem tornar-se mais focados e rígidos no que diz respeito ao pensamento à medida que amadurecemos. Em certa forma, o cérebro sob o efeito deste alucinogénico assemelha-se ao estado dos nossos cérebros quando éramos crianças.

Além destas descobertas os cientistas observaram numa outra pesquisa que ouvir música quando se está a tomar LSD desencadeia mudanças interessantes na sinalização do cérebro associadas às visões de olhos fechados e faz com que uma parte do cérebro receba mais informações do que as outras.

O programa de investigação de Beckley espera que estes resultados abram caminhos para que estes compostos possam ser utilizados um dia para tratar distúrbios psiquiátricos.

* A ciência é imprescindível.

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VI-CIDADES 
PERDIDAS

1- POMPEIA

À SOMBRA DO VESÚVIO

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* Depois de "CIDADES OCULTAS" iniciamos neste horário e etiqueta "PEIDA URBANA"  a série "CIDADES PERDIDAS", histórias fabulosas que vai gostar de ver e ouvir. Obrigado por nos visitar.

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HOJE NO
"RECORD".
Zidane: «Cristiano Ronaldo 
é um jogador especial»

Zinedine Zidane, treinador do Real Madrid, mostrou-se esta terça-feira naturalmente rendido à qualidade de Cristiano Ronaldo, autor dos três golos que valeram a qualificação merengue para as meias-finais da Liga dos Campeões.
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"O Cristiano é um jogador especial. Sabemos que todos fizeram um jogo fenomenal, mas ele faz a diferença. Marca três golos quando a equipa precisa e por isso é especial", admitiu o técnico dos blancos.

O francês explicou ainda a razão pela qual não fez substituições até ao minuto 83. "Não é fácil fazer substituições num jogo em que estás a fazer quase tudo bem. Estou muito orgulhooso de tudo o que fizeram e daquilo que jogaram".

* Ronaldo um portento, desejamos que o Benfica elimine o Bayern.

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"O Doutor " - NUNO RAMOS DE ALMEIDA

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Em defesa das minorias: 
os milionários

Ao longo da história, só houve um grupo tão perseguido como os ricos o são hoje em dia: os judeus na Alemanha nazi. Por coincidência, também estes eram perseguidos pelo esquerdalho do Hitler, apenas por serem ricos.

Imagine que decidiu criar cãezinhos machos, digamos rottweilers, como profissão. Arranjou uma moradia com um jardim de perder a vista e 12 irmãos rottweilers vivem aí felizes. Certo dia, entra um senhor pelo seu jardim adentro que diz que é da milícia urbana e informa que, dos 12 rottweilers que possui, seis têm de ser distribuídos indiscriminadamente pelos vizinhos. É a lei. Não deve ser fácil para si. Aqueles bichinhos adoráveis foram criados, alimentados e acarinhados por si. Fazem parte de uma família unida e que não deve ser separada. Para onde irão? Será que vão colocá-los em apartamentos, sem quaisquer condições de vida? Vivemos num país dominado pela esquerdalhada, será que vão ser comidos como é habitual no país modelo da esquerda, a Coreia do Norte? Vai deixar partir de bom grado algo que lhe deu tanto trabalho a construir?

Imagine agora que, sabendo que a qualquer momento vai entrar o senhor da milícia urbana pelo seu jardim adentro, se consegue precaver. Ouviu falar de um refúgio onde pode esconder os cãezinhos, para que metade deles não lhe sejam sonegados. Em princípio, ouviu falar dessa hipótese por outro amigo que, por acaso, cria cadelinhas rottweiler e está disposto a emprestar--lhas, de modo a que consiga continuar a multiplicar a sua família canina. Em princípio, se for boa pessoa, recorrerá a este refúgio.

Os problemas não terminam por aqui. O refúgio ainda está perto de sua casa e os cães, que têm uma moralidade baixa e um âmago pecaminoso altíssimo, reproduzem-se como coelhos, ao ponto de o refúgio começar a ficar infestado de cachorrinhos. A clandestinidade do refúgio começa a ser posta em causa. Não pode voltar com eles para casa porque o monstro da milícia quer roubar-lhe metade. E é aqui que tem de recorrer a um especialista em salvamentos caninos. Uma espécie de Dr. César Millan, mas em mais humano. Ele vai aconselhá-lo a ganhar coragem, a ter muita força e a despachar a família de cãezinhos para outro país onde não existam milícias maldosas. É o paraíso dos cachorros, um país que podemos designar com o diminutivo de Pan.

O que lhe parece? Se os cãezinhos fossem seus, não faria tudo por tudo para que ficassem a salvo, fosse onde fosse? Ou teria estômago para se despedir de metade deles e perder-lhes o rasto, sob pena de se tornarem refugiados ou algo pior? Não prefere uma história que termine com a união de uma família, ao som da Dra. Céline Dion em versão pan pipes? Não tenho dúvidas que sim.
Isto é precisamente o que está a acontecer com os Panama Papers. Não é mais do que um caso de discriminação contra a maior minoria do mundo: os ricos. E é, acima de tudo, um caso que assenta as suas bases num pecado mortal: a inveja.

A diferença é que, no caso dos Panama Papers, não estamos a falar de cachorrinhos. Estamos a falar de algo mais precioso: o dinheiro. É muito fácil criticar os ricos por não pagarem impostos.

A questão é que os ricos trabalharam não só para ganharem esse dinheiro, mas também para pagar sistemas que lhes permitam salvaguardar esse dinheiro. Vamos mesmo tratar os elementos mais valiosos da nossa sociedade, pelo que produzem e pela riqueza que criam, como se fossem marginais e fazê-los sentirem-se mal pelo seu sucesso? Quem nunca teve um milhão de euros na conta não sabe a angústia que é pensar que uma boa parte deles vão ser desperdiçados por um Estado despesista que prefere ajudar parasitas em vez de acarinhar quem trabalha. É terrível para um rico passar por uma pastelaria cheia de subsidiodependentes a tomarem o pequeno-almoço, sabendo que é o dinheiro do trabalho dele que está a pagar aqueles croissants e aquelas meias-de-leite. É desumano.

Ao longo da história, só houve um grupo tão perseguido como os ricos o são hoje em dia: os judeus na Alemanha nazi. Por coincidência, também estes eram perseguidos pelo esquerdalho do Hitler, apenas por serem ricos. Não deixemos que a história se repita. Não deixemos que os fatos Hugo Boss sejam a nova Estrela de David.

O melhor comentador da atualidade 

IN "i"
11/04/16


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837.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ministra defende que animais 
deixem de ser "coisas"

A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, defendeu esta terça-feira a mudança da qualificação jurídica dos animais, considerados "coisas" no Código Civil para uma definição intermédia "entre a coisa e o ser humano".

Francisca Van Dunem falava aos jornalistas à margem da conferência sobre a lei da criminalização de maus tratos a animais, organizada pelo partido PAN - Pessoas, Animais, Natureza e que decorre na Assembleia da República.
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Para a ministra, que reconheceu alguma oportunidade na mudança de algumas questões na lei que entrou em vigor há 18 meses, o mais premente seria uma mudança ao nível do Código Civil, nomeadamente no que diz respeito à qualificação jurídica dos animais.

Segundo Francisca Van Dunem, o caminho passa por os animais deixarem de ser uma coisa, obtendo-se uma classificação "entre uma coisa e um ser humano, que é onde se situam os animais".

Já em relação a mudanças no Código Penal, a ministra disse ser preferível um amadurecimento do mesmo, já que "é relativamente recente".

Durante a sua intervenção, a qual abriu os trabalhos da conferência, a ministra afirmou que "o regime jurídico atualmente em vigor consente aperfeiçoamentos e amplitudes que, uma vez consensualizadas, podem implicar alterações legislativas, não só ao nível da tutela penal, mas também do próprio regime civil substantivo".

Sublinhando que, apesar do ainda muito curto período de vigência desta criminalização, foram já registados 1.498 inquéritos em 2015, no que diz respeito a crimes contra animais de companhia, Francisca Van Dunem reconheceu que a taxa de acusação é ainda relativamente insuficiente: 6,9 por cento, quando a média de taxa de acusação costuma situar-se entre os 12 e os 13 por cento.

Na conferência, o deputado André Silva (PAN) anunciou que ainda durante esta semana darão entrada no parlamento três projetos de lei.

A alteração do estatuto jurídico do animal, no sentido de deixar de ser considerado uma "coisa" no Código Civil e mudanças no Código Penal em relação à criminalização dos maus tratos são duas das propostas a apresentar.

O PAN pretende ainda que os animais de companhia possam entrar em estabelecimentos comerciais.
Sobre estas propostas, a ministra da Justiça começou por dizer aos jornalistas que "a lei precisaria de um maior amadurecimento, ao nível da sua aplicação", mas afirmou que se o parlamento entender avançar com alterações, o Ministério da Justiça pronunciar-se-á, se a isso for chamado.

"É comum reconhecermos que muitos animais são dotados de uma vida mental consciente. Sentem prazer e sentem dor. Têm diversos tipos de experiências sensoriais, são capazes de sentir medo, ter fúria ou alegria, agem segundo memória, desejos e intenções", disse ainda Francisca Van Dunem na conferência.

A ministra terminou com uma citação do filósofo moral e do direito Jeremy Bentham: "Não importa se [os animais] são incapazes ou não de pensar, o que importa é que são efetivamente capazes de sofrer".

* Temos um respeito enorme pela senhora ministra da Justiça, concordamos com o que disse apesar de sabermos que neste país ainda há pessoas que são tratadas como "coisas", apesar de o anterior governo ter exportado portugueses como se  fossem tremoços, apesar de um ex-ministro do seu governo ter tratado a Democracia como uma coisa que se pode esbofetear.
"Animal" é quando a nós o correcto termo jurídico, embora existam animais muito melhores que pessoas. 
Repetimos, admiramos a ministra da Justiça de Portugal.

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75-BEBERICANDO

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Como fazer 
"CERVEJA VERDE NO  ST. PATRICK'S DAY"


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VI- PÁTRIA JURÁSSICA
4- O BAGRE
DEVORADOR DE GENTE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO  
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Investidores estão a pedir 8% 
para voltar a emprestar à Argentina

Quinze anos depois, Buenos Aires voltou aos mercados e já recebeu as primeiras manifestações de interesse. Juro reclamado pelos investidores rondará os 8%. 

Depois de ter estado década e meia arredada dos mercados obrigacionistas, a Argentina recebeu nesta semana as primeiras demonstrações de interesse em ordens de compra de títulos de dívida emitidos pelo seu Tesouro. A "yield", ou taxa de rendibilidade, reclamada pelos investidores oscilará entre 8% e 8,25% nas obrigações com maturidade a dez anos, noticia o Financial Times.
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INVESTIDORES E ARGENTINA
O apetite dos investidores está a ser testado pelo ministro das Finanças Luis Caputo no âmbito de um "roadshow" por praças norte-americanas, preparado por três dos maiores bancos do mundo: o Deutsche Bank (cuja sede na Argentina foi dirigida pelo próprio Caputo), o HSBC, o JPMorgan e o Santander.

A ronda pelos investidores norte-americanos terminará nesta sexta-feira e, ainda segundo o FT, as demonstrações de interesse tenderão a superar os 12,5 mil milhões de dólares que Buenos Aires quer levantar nos mercados para pagar dívidas do passado que levaram as autoridades do país a optar por declarar "default", ou incumprimento.

Em 2001, a Argentina deixou por pagar mais de 80 mil milhões de dólares, o maior "calote" soberano registado até então. O governo do recém-eleito presidente Mauricio Macri (na foto) quer agora tentar fechar acordos com vários grupos de detentores de obrigações argentinas. Em Fevereiro, chegou a entendimento com um grupo de "hedge funds" (fundos especializados em aplicações de maior risco) liderado pela Elliott Management, o que abriu caminho para o retorno do país aos mercados internacionais de dívida. No termos desse entendimento, a Argentina pagará aos credores 4,65 mil milhões de dólares até esta quinta-feira, 14 de Abril – prazo que dificilmente cumprirá. Um novo encontro entre as partes está marcado para esta quarta-feira,13 de Abril, Nova York.

Mauricio Macri foi eleito presidente da Argentina no final de Novembro de 2015. E a sua eleição colocou um ponto final a 12 anos de presidência do clã Kirchner e uma viragem radical na condução do país. A 31 de Março, o Senado argentino deu luz verde ao pagamento aos credores estrangeiros. As leis que o impediam vigoravam há 15 anos.

* Argentina prepara-se para ser imolada, a páscoa já passou mas é páscoa sempre que os abutres quiserem.

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