sábado, 9 de abril de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 II-SEM VERGONHA

4 - TAMANHO DE ROLA

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ATÉ AO PRÓXIMO SÁBADO

A NOSSA FICÇÃO
A MÓNICA MOREIRA LIMA, jornalista de profissão não chegavam as notícias comezinhas do quotidiano, nem que fosse uma bomba de neutrões.
Pensou, pensou, engendrou equipa tão louca como ela, baratinou os maiorais da TV GUARÁ e "amadrinhou"o "SEM VERGONHA" programa despudorado tão ao nosso gosto, cheio de pimenta por todo o lado, sem qualquer grosseria e divertido.
Ela só pode ser inteligente e boa!

O QUE DIZ A AUTORA
O Sem Vergonha é o programa mais polémico e irreverente da TV brasileira. Já rendeu vídeos para os quadros Top Five do CQC e Passou na TV do Agora é Tarde, ambos da BAND. Foi tema de uma matéria de duas páginas na maior revista de circulação nacional, a VEJA. E culminou com uma entrevista antológica ao Rafinha Bastos, no Agora é Tarde. Todos os programas estão disponíveis no blog e no YouTube. Não recomendo sua exibição para menores de 18 (anos ou cm) para evitar traumas futuros. Falo de sexo sem pudor, sem frescuras, sem meias palavras, sem eufemismos e com muito bom humor. Advertimos que o Sem Vergonha pode provocar ereções involuntárias e uma vontade irreprimível de dar, sem restrições de orifícios.


FONTE: TV GUARÁ

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6-ELÁSTICAS



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OS TUNEZA
O DIA DOS NAMORADOS

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* Do melhor humor angolano

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5-ELÁSTICAS



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5-ANTICONCEPÇÃO


SEM ESTROGÉNIO


MULHERES ACIMA

DOS 4O ANOS

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Uma interessante série conduzida pela Professora CÉLIA REGINA DA SILVA, Mestre em Ginecologia FCMSCMSP, Coordenadora do Planeamento Familiar.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"

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4-ELÁSTICAS



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4-QUEM SOMOS  NÓS?

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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3-ELÁSTICAS



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MARIANA MORTÁGUA

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O Panamá é o mundo 
dentro do Mundo

Foi preciso uma enorme fuga de informação e uma notável investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação para expor um outro mundo ao Mundo. É muito mais que uma exceção à regra. O mundo offshore é um sistema paralelo, construído à vista de todos, com o único propósito: a fuga.
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A fuga partiu de uma poderosa firma de advogados - Mossack Fonseca - sediada no Panamá. Em tempos idos, também o Grupo Espírito Santo usou a sua filial ES Bank Panama para ocultar operações financeiras. Pois bem, os documentos mostram centenas de milhares de operações criadas por centenas de escritórios de advogados e vários bancos bem conhecidos para servir milhares de clientes, entre eles a oligarquia russa, o presidente da China, o jogador Messi, e pelo menos 29 multimilionários da revista "Forbes". Estão juntos por um interesse comum.
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Messi quer fugir aos impostos, há bancos - como o BES - que querem fugir ao regulador, traficantes que querem fugir à lei, políticos que querem ocultar pagamentos de corrupção. Todos querem fugir, e todos querem sigilo absoluto. É disso mesmo que vive esta complexa teia, que não começa nem acaba no Panamá. Conforme o grau de beneficio fiscal, proteção e descrição que se procura, poder-se--á escolher entre Bahamas, a Suíça, o Luxemburgo ou mesmo a Madeira.
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É um sistema paralelo "legal" em que se oferece a possibilidade de fugir aos impostos ou branquear capitais. Este sistema não só lava o dinheiro do Mundo, como permite que, em nome da "competitividade fiscal", as regras nos outros países vão mudando, ficando cada vez menos apertadas, cada vez mais facilitadoras.
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Ao mundo dos offshore só acedem os mais ricos. Para os outros, os que trabalham e ganham o salário mínimo, ou o médio, fica o peso de uma administração tributária implacável, e a responsabilidade de, com os seus impostos, financiar os estados.
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Só resta esperar que o choque do Panamá faça aprovar as propostas que o Bloco já tantas vezes apresentou para limitar o acesso a este sistema paralelo. Se assim não for, saberemos que não passa, mais uma vez, da mesma hipocrisia que alimenta os offshore de quem ninguém gosta, mas que ninguém quer eliminar.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
05/04/16

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834.UNIÃO


EUROPEIA


DAVID CAMERON E PANAMA PAPERS


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2-ELÁSTICAS



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Pelo fim da detenção 
de crianças migrantes

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"Um conto de duas crianças"é um vídeo que conta a história de um menino e uma menina que são forçados a deixar seus países em busca de proteção, mas em vez disso acabam detidos.

As coisas, no entanto, não podem funcionar desta forma. O vídeo mostra alguns exemplos de alternativas à detenção migratória adequadas a meninos, meninas e adolescentes.

Saiba como pedir o fim da detenção de crianças migrantes: http://goo.gl/Zd63en; acompanhe o tema em www.acnur.org.br e https://nacoesunidas.org/tema/refugiados


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I- VIDA SELVAGEM
3- O terrível crorcodilo
de água salgada

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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1-ELÁSTICAS



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RECORDANDO


Nicolau Breyner

e Maria Dulce

Maleitas de Amor

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Tradições militares colidem 
com o poder político

Ex-alunos do Colégio Militar elogiam ex-chefe do Exército e direção da escola, que assumiu exclusão de alunos homossexuais
 
A demissão do comandante do Exército parece traduzir o diferente entendimento que poder político e altas patentes militares têm sobre a Constituição, a lei e o quadro de valores da sociedade onde se inserem.
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Na base da decisão, embora não assumida pelo general Carlos Jerónimo na mensagem aos subordinados a que o DN teve ontem acesso, terá estado a forma como o Chefe do Estado - ao aceitar a demissão horas depois do pedido - e o governo, por um lado, e o Exército, por outro, geriram o assumir da exclusão de alunos homossexuais pelo subdiretor do Colégio Militar (CM) em declarações ao Observador.
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Segundo fontes ouvidas pelo DN, sob anonimato por não estarem autorizadas a falar, houve contactos informais prévios entre os gabinetes do ministro Azeredo Lopes e do então chefe do Estado--Maior do Exército (CEME) sobre a interpretação do ocorrido e quanto ao que fazer para corrigir a situação.
. Perante a ausência de respostas concretas, Azeredo Lopes enviou na terça-feira um ofício em que pedia formalmente esclarecimentos e medidas para evitar a discriminação no CM por questões de orientação sexual dos alunos - a qual é constitucional e legalmente proibida.
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No dia seguinte, quando o DN noticiou o pedido da tutela, o Exército respondeu ao ministro - que qualificara o caso como "absolutamente inaceitável" - num tom entendido como contemporizador e sem dizer que medidas concretas iriam ser tomadas para evitar aquelas situações de discriminação.
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O Exército escusou-se a dizer qual o esclarecimento dado à tutela e não respondeu ao DN quando questionado sobre se houve ou existirão mudanças na direção do CM.
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O ministério limitou-se a dizer que o esclarecimento do Exército "está a ser analisado e só poderá ser divulgado após essa apreciação e decisão sobre matéria em apreço", sendo "difícil prever um prazo" após a demissão do ex-CEME - o terceiro a fazê-lo nas últimas três décadas, depois de Loureiro dos Santos (1993) e Silva Viegas (2003).
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Reações e antecedentes
O ex-CEME, na mensagem aos subordinados no dia da demissão (invocando "motivos pessoais"), escreveu: "Os homens e mulheres que servem Portugal no Exército continuam a ser formados e a acreditar nos valores que distinguem a profissão militar", pelo que o seu chefe máximo "deve assumir, como é sua obrigação, a defesa intransigente desses valores e dos deveres que lhes estão associados".
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Do lado político contrapõe-se com o haver "tradições para tudo", como as da mutilação genital ou dos costumes vigentes no Estado Islâmico, alvo de crescente condenação pública nas democracias ocidentais onde Portugal se insere.
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No plano das reações, a Associação dos Antigos Alunos do CM louvou a direção do colégio, cuja ação "é digna de nota e não será maculada pelo esdrúxulo aproveitamento de uma certa comunicação social, que [...] parece esquecer que, face à especificidade do ambiente formativo, se exige especial atenção na gestão do tema dos afetos".
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A nível político, a cautela e a crítica de PS, PSD, CDS, PCP e BE às declarações do subdiretor do CM foram a nota dominante.
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A Associação de Oficiais das Forças Armadas qualificou as declarações do tenente-coronel António Grilo como "uma infelicidade (...) estranha e incompreensível" quando os militares são "guardiões da Constituição".
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Note-se que, no fim dos anos 1990 e em 2013, ocorreram dois casos que ajudam a contextualizar o desta semana: o da demissão do ex-ministro Veiga Simão e a extinção do Instituto de Odivelas.
. No primeiro caso, a divulgação dos nomes de vários espiões constantes da lista entregue pelo gabinete do ministro ao Parlamento levou à demissão do governante. Porém, o general que era seu chefe de gabinete (e que enviou o documento) acabou a ser promovido a três estrelas - levando o presidente da República Jorge Sampaio e o primeiro-ministro António Guterres a recusarem pronunciar-se sobre a proposta em pleno Conselho Superior de Defesa Nacional.
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Em 2013, em pleno processo de integração de meninas no CM, o coronel que então dirigia o Instituto de Odivelas disse estar impedido de inscrever novas alunas devido à decisão política de extinguir a escola - e garantiu que ela "continuará a perdurar no tempo [...] e no mosteiro que D. Dinis mandou erigir e acolher o seu túmulo".
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O Exército resolveu o caso, de aparente crítica à opção política do ex-ministro Aguiar-Branco em encerrar o IO, nomeando o diretor para adido militar em Madrid - colocação que o governo apenas fez adiar por algumas semanas.
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Ontem, um ex-chefe do Exército, o general Pinto Ramalho, disse à Renascença que o assunto que levou à demissão de Carlos Jerónimo deveria ter sido resolvido "no íntimo e na discrição dos gabinetes" - o que, na prática, evitaria que o Exército assumisse pública e oficialmente que entendimento tem sobre casos de discriminação de homossexuais nas suas unidades.

 * Constitucionalmente o poder militar está subordinado ao poder político, se o actual governo contemporizar com a homofobia do subdirector do CM, restará como "corno manso" das Forças Armadas.
Quanto às tradições e história militares convém lembrar que na antiguidade os generais romanos tinham um séquito de mancebos para sodomizar.

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 DISTRAÍDOS

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HOJE NO
"RECORD"

João Pereira 
foi 15.º na segunda etapa do Mundial

O triatleta português João Pereira terminou este sábado em 15.º lugar a segunda etapa do Mundial, na Gold Coast, na Austrália, uma prova não concluída por Miguel Arraiolos.
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João Pereira, que venceu a Taça do mundo em Antalya, na Turquia, em outubro de 2015, concluiu sábado a prova masculina na Gold Coast australiana com o tempo de 01:48:16 horas.

A segunda etapa do Mundial de triatlo, na Austrália, que inclui 1.500 metros de natação, 40 km de bicicleta e 10 km de corrida, foi ganha pelo espanhol Mario Mola, em 01:46:27 horas.

Em segundo e terceiro lugares ficaram o espanhol Fernando Alarza e o britânico Jonathan Brownlee, com os tempos de 01:46:54 e 01:47:08.

A competição foi concluída por 46 triatletas. O português Miguel Arraiolos consta entre os nomes dos que não terminaram a prova.

 Melanie Santos 
foi 11.ª na segunda etapa do Mundial

A portuguesa Melanie Santos terminou este sábado em 11.º lugar a segunda etapa do Mundial, na Gold Coast, na Austrália.
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Melanie Santos, triatleta de 20 anos, do Alhandra Sporting Clube, 3.ª classificada no Campeonato Europeu e Mundial de triatlo sub-23, em 2015, gastou 01:59:12 horas nos 1.500 metros de natação, 40 km de bicicleta e 10 km de corrida, numa prova que foi ganha pela britânica Helen Jenkins, com o tempo de 01:56:02 horas.

Completaram o pódio feminino a norte-americana Gwen Jorgensen, com 01:56:43 horas, e a nova-zelandesa Andrea Hewitt, com 01:56:44.

* Desejamos a todos os atletas do Triatlo os maiores sucessos.

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TURISMO
EXPECTATIVA E

REALIDADE

















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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Cabo esconde fortuna da droga
 a chefe da PJ 

Militar de Torres Vedras é peça-chave em todo o esquema.

O cabo-chefe José da Silva, da GNR, seria um testa de ferro de Ricardo Macedo, tratando de esconder a fortuna ilícita do inspetor-chefe da Judiciária, obtida num esquema de corrupção que passava por favorecer traficantes de droga. O militar fazia a ponte com as redes de tráfico, a quem levava as informações preciosas que Macedo lhe dava sobre a atuação, ou falta dela, da PJ – e pagava as despesas de luxo do homem que coordenava uma das principais secções de combate ao tráfico. 
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Em causa, uma vida que não era nada compatível com pouco mais de 2000 euros de ordenado líquido de um inspetor-chefe da PJ, apesar dos mais de 30 anos de serviço. E que passava por viagens de luxo para destinos como o Brasil, que eram pagas pelo amigo da GNR de Torres Vedras, por património e dinheiro no banco, tudo em nome do militar, que fazia o trabalho sujo de Macedo e ia funcionando como o tesoureiro. 

Era o militar quem passava diretamente aos traficantes as informações que ia recebendo do amigo Macedo – sobre a forma de as redes de tráfico fazerem circular a sua droga em Portugal sem serem incomodadas pela PJ –, recebendo em troca milhares de euros pelos serviços prestados. Depois distribuía dinheiro por Ricardo Macedo e Dias Santos – coordenador da PJ já reformado e que seria o cérebro do esquema de corrupção, pelas ligações a velhos traficantes desde os seus tempos de serviço. Mas, no caso de Macedo, por ainda estar no ativo e não poder apresentar sinais exteriores de riqueza em seu nome, era o cabo da GNR José da Silva quem lhe guardava o dinheiro pago por traficantes.

 Dias Santos, reformado e com mobilidade, menos exposto – mesmo sabendo que o seu nome era alvo de denúncias por corrupção há anos –, não se coibia de exibir sinais de riqueza. Tudo foi passado a pente fino pela Unidade de Combate à Corrupção e enquadrado, por exemplo, com escutas telefónicas. 

* Mais uma vez honra à  Polícia Judiciária que levou a cabo investigação interna durante 3 anos sem que os visados desconfiassem.

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5 MANEIRAS DE ENGATAR


ENSINA JOHNNY BRAVO


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ESTA SEMANA NO  
"OJE"

Panama Papers. 
Empresários, ex-ministros e políticos
. portugueses envolvidos.

O Expresso e a TVI, os dois parceiros do Consórcio Internacional de Jornalistas que leva a cabo a maior investigação da história, avançam alguns nomes portugueses envolvidos no escândalo "Papéis do Panamá". 

LUÍS PORTELA
“Os empresários Luís Portela, Manuel Vilarinho e Ilídio Pinho entre os envolvidos nos Panamá Papers”, revela o jornal Expresso, este sábado, 9 de abril.

Este semanário, parceiro do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação que leva a cabo a maior investigação da história, revela igualmente que “o Panamá ajudou a esconder saco azul do Espírito Santo durante 21 anos. Pela ES Entreprises terão passado mais de 300 milhões de euros. Gestor de fortunas admite contactos com representante de Isabel dos Santos. Ex-ministros portugueses também fazem parte da sua lista de clientes”.

O chamado “saco azul” do grupo Espírito Santo, que integra os documentos investigados, assentaria em 300 “offshores” criadas pela sociedade de advogados do Panamá Mossack Fonseca. O saco terá sido escondido durante 21 anos, através da Espírito santo Enterprise, usada em pagamentos fora dos circuitos oficiais. Por esta empresa terão passado, segundo a investigação mais de 300 milhões de euros.
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MANUEL VILARINHO
Segundo o Expresso há cerca de 100 documentos a falar da ES Esterprise, que foi bastante referida na comissão de inquérito ao BES.

A ES Entreprise criada em 1993 através da Trident Trust Company, operadora de “offshores” das Ilhas Virgens Britânicas, passou a ter gestão fiduciária da Mossack Fonseca em 2007.

Ontem no Jornal Nacional, a TVI, que que também é parceira da Consórcio de Jornalistas, avançou que ex-ministros e políticos representados por um português, Jorge Humberto Cunha Ferreira, gestor de fortunas do Banco Internacional do Luxemburgo (BIL) constam dos Panama Papers.

“Alguns dos clientes do nosso contacto em Portugal são ex-ministros e ou políticos, portanto, irão aparecer como Pessoas Politicamente Expostas nos processos de devida diligência”, referem os documentos citados pela TVI.

O português representará também um “Presidente”, mas não é clara a nacionalidade do chefe de Estado, que desejava investir em “10 a 15 empresas panamianas com contas bancárias no Panamá”, noticia a TVI.

A TVI remete mais informações sobre o assunto para sábado.

Na terça-feira, o jornal Irish Times noticiou que o envolvimento de Portugal no escândalo está quantificado, por enquanto, em 34 pessoas.
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ILÍDIO PINHO
Este meio irlandês especificou que, a par destes beneficiários do esquema de fuga ao fisco, existem 244 empresas, com 255 acionistas.

Uma investigação realizada por uma centena de jornais em todo o mundo sobre 11,5 milhões de documentos revelou bens em paraísos fiscais de 140 responsáveis políticos ou personalidades públicas.

O conjunto de documentos, denominados “Papéis do Panamá”, provém da empresa de advogados panamiana Mossack Fonseca.

Segundo o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que reuniu para este trabalho 370 jornalistas de mais de 70 países, mais de 214 mil entidades ‘offshore’ estão envolvidas em operações financeiras em mais de 200 países e territórios em todo o mundo.

* O nome de muitos mais vigaralhos "sincope de 'vigaristas do' com..." será anunciado.

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 BATE NO FUNDO


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HOJE NO 
"A BOLA"
Brasil
«Na atualidade só há 
três grandes jogadores» - Pelé
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Pelé, nome incontornável da história do futebol mundial, não esconde o desencanto com a escassez de jogadores marcantes no panorama atual do desporto-rei.

«Na atualidade há apenas três grandes jogadores a nível mundial: Messi, Ronaldo e talvez Neymar. No meu tempo havia muitos», sublinhou o brasileiro, em declarações ao London Daily Telegraph.

«Antigamente, os jogadores ficavam por muitos anos nos clubes de origem, nos países onde nasceram, e cresciam lá. Agora, são propriedade dos empresários», notou Pelé.

* Pelé tem razão.

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