terça-feira, 5 de abril de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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É muita areia
para a camioneta














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GRANDES LIVROS/21

AUTORES DO MUNDO


4-O DISCURSO


DE GALILEU
  
GALILEU GALILEI

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"DESTAK"

Educar os pais para lidar com
 'epidemia' de filhos ditadores

É preciso educar os filhos, mas também os pais para lidar com a ‘epidemia’ de filhos ditadores e agressores.

Os dados da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima não deixam dúvidas: está a aumentar o número de pais agredidos pelos filhos. Situação que o psicólogo espanhol Xavier Urra conhece bem e que serve de tema a dois livros da sua autoria, um dos quais (O Pequeno Ditador Cresceu) lançado recentemente. E que é preciso prevenir. E, aqui, a prevenção chama-se, garante ao Destak, «educar», não só os filhos mas também os pais. 
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Em Espanha, tal como por cá, as denúncias dispararam. «São cada vez mais os pais que nos contactam sem saber o que fazer com os filhos. E estamos a falar de crianças de seis anos. E se não conseguem controlar uma criança de seis anos, quando tiver 16 já teremos um problema.»

As doenças mentais podem justificar comportamentos, mas não mais de 20%. «O resto já não é sanitário, é educativo», garante. E acontece porque se criou uma criança que é egoísta e cujo princípio é primeiro eu e depois eu.»

O especialista recusa falar em culpa, mas atribui responsabilidades aos pais, que «estão muito ocupados com o trabalho, têm muita angústia. E os filhos acabam por ser educados pela comunicação social, pela escola». Esta é, diz, uma sociedade «em que a autoridade foi diluída». E se «é claro que os pais devem ser amigos dos filhos», também é que «a família não é uma democracia. Tem que haver respeito. E essa é a vacina contra crianças que são ditadoras». 

* Filhos ditadores só em famílias balduchas! Um pano encharcado na tromba nas p.t.s das criancinhas.

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IX-OLHO DE 
HÓRUS


2- KOM OMBO

O PORTAL DA

LIBERDADE

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O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.
 
Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.

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HOJE NO
"i"
Tabaco. 
Imagens chocantes chegam 
aos maços já em maio

Diretor-geral da Saúde garante que a linha de cessação tabágica, que já teve várias datas previstas para o arranque, também vai começar no mesmo dia

Doentes de cancro em fase terminal e caixões de crianças são alguns dos exemplos das imagens que vão passar a estar nos maços de tabaco já a partir do dia 20 de maio. No mesmo dia me que arranca ainda a linha telefónica para apoiar todos aqueles que pretendam deixar de fumar.

Além das imagens, os maços passam a ter também várias frases de alerta, entre as quais “fumar provoca nove em cada dez cancros do pulmão”, “fumar provoca cancro da boca e da garganta”, “fumar provoca acidentes vasculares cerebrais e incapacidades”, “fumar agrava o risco de cegueira” e “os filhos de fumadores têm maior propensão para fumar”.

A data foi avançada ontem por Francisco George, diretor-geral da Saúde, mais de um ano depois de ter sido anunciada a primeira data para o arranque da linha que pretende ajudar a deixar de fumar. “No dia 20 de maio vamos pôr em funcionamento a linha de cessação tabágica, de acordo com a diretiva europeia que já foi transposta para a lei nacional, e vamos adotar medidas que possam ser acedidas pelos portugueses”, esclareceu.

Além das imagens chocantes, os fumadoares vão encontrar nos maços de tabaco o número da linha da cessação tabágica, mas não só. Passa a ser obrigatório que as embalagens tenham ainda duas advertências: “Fumar mata — deixe já” e “O fumo do tabaco contém mais de 70 substâncias causadoras de cancro”.

De acordo com o diretor-geral da Saúde, os novos maços começam a estar à venda a partir do dia 20 de maio, mas haverá um período de um ano para escoar todas as embalagens mais antigas.

Aumento do imposto 
Em fevereiro deste ano foi anunciado que a proposta de Orçamento do Estado para 2016 (OE2016) previa um aumento de 3% nos impostos aplicados à compra ao tabaco, à cerveja e às bebidas espirituosas. No caso do tabaco, uma das componentes do imposto que forma o preço final, o chamado “elementos específico”, tinha um aumento previsto de 88,2 euros para 90,85.

Esta subida da carga fiscal sobre o tabaco fez com que a Imperial Tobacco alertasse para um aumento do comércio ilícito.

A garantia foi dada, no início  de março ao i, por um porta-voz da Imperial Tobacco Portugal, uma das maiores operadoras no comércio de tabaco no país, que lembra que os aumentos dos impostos não têm levado a uma subida da receita fiscal, pelo menos nos últimos quatro anos. “De 2011 a 2015 temos assistido a uma diminuição da receita na ordem dos 200 milhões de euros, uma queda de 14%. Isso revela que aumentar de forma elevada o imposto não representou, nos últimos quatro anos, um aumento da receita fiscal”, salienta fonte da empresa.

Comércio ilícito  
A verdade é que os números falam por si. Em janeiro, a Unidade de Ação Fiscal (UAF) da GNR, em coordenação com a Autoridade Tributária e Aduaneira, fez a maior apreensão de tabaco ilegal de sempre na Europa, em que foram apreendidas mais de 182 toneladas de tabaco e tabaco moído. “Esta apreensão constitui uma fuga ao pagamento de impostos ao Estado num valor superior a 30 milhões de euros em imposto especial sobre o consumo”, referiu a GNR na altura em que foi feita esta apreensão.

Para a Imperial Tobacco, se o governo pretende subir a carga fiscal nestes produtos, deveria fazê-lo de forma “mais progressiva, gradual e bem distribuída por todos os produtos existentes no mercado”. Já em relação a este ano, a empresa defende uma estabilização. “O executivo devia guardar para mais tarde um novo aumento. O que se está a fazer é subir a carga fiscal a meio do ano, não faz sentido”, explicou.

* Quando é que os fumadores percebem que fumar mata.

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V-CIDADES 
PERDIDAS

3- PALENQUE


A METRÓPOLE DOS MAIAS

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* Depois de "CIDADES OCULTAS" iniciamos neste horário e etiqueta "PEIDA URBANA"  a série "CIDADES PERDIDAS", histórias fabulosas que vai gostar de ver e ouvir. Obrigado por nos visitar.

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HOJE NO  
"A BOLA"

FIFA
Grécia pode ser suspensa de todas
 as competições internacionais
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A FIFA ameaçou banir a Grécia de todas as competições internacionais de futebol se não forem retomados os jogos da Taça, depois de o governo grego ter decretado a suspensão da competição alegando risco de violência.

O cancelamento definitivo da Taça da Grécia foi decretado no passado dia 3 de março, após os incidentes com adeptos na meia-final entre o PAOK e o Olympiakos de Marco Silva. A equipa orientada pelo treinador português vencia por 2-1 quando o relvado foi invadido por adeptos e foram lançadas dezenas de tochas e bombas de fumo.

Cerca de uma semana depois dos incidentes, a federação grega recorreu para o Supremo Tribunal da Grécia para reverter a decisão governamental, que classificou de «inconstitucional e ilegal».

* A violência deve ser combatida drasticamente.


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LUCY PEPPER

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O turismo 
está a estragar Lisboa

Com o boom turístico, Lisboa está a tornar-se uma paródia dela própria, uma caricatura de sardinhas, corvos, azulejos e pastéis de nata. Um dia, toda a cidade será uma extensão da Rua Augusta.

Foi no Porto, durante uma visita na Semana Santa, que me ocorreu que Lisboa está a ceder ao apodrecimento turístico. A maior parte do Porto ainda parece resistir, a sua beleza decadente recusa a plastificação em curso em Lisboa, embora haja ocorrências. Um exemplo disso é o restaurante em que jantámos no último dia da visita. Quando lá fomos pela primeira vez, há uns anos, era muito bom. Entretanto, parece ter caído na mediocridade. A comida era desesperada, pré-confeccionada, reaquecida por encomenda, e a sua clientela, para além de nós, estava resumida a turistas (espanhóis, sendo Páscoa). O apodrecimento turístico já começou.

Cá em baixo, em Lisboa, existiam antigamente uns poucos sítios dedicados exclusivamente aos turistas: os restaurantes da Baixa, com as suas ementas fotografadas, uns cafés à volta do Castelo, e umas poucas lojas de lembranças pirosas.

Desde então, o crescimento de novas empresas dirigidas ao turismo tem sido exponencial e imparável. Há lojas de lembranças a cada esquina, ameaçando afundar a cidade em imanes de azulejos e sardinhas cerâmicas. Os tuktuks e o eléctrico turístico tentam atropelar-nos a cada segundo, e há hotéis e hostels que chegariam para alojar a população inteira do Luxemburgo.

E depois há os restaurantes e café novos. Alguns deles são tipicamente portugueses, outros são invenções de cenas portuguesas (como aquela coisa do pastel de bacalhau com queijo da serra …). Há muitos restaurantes sushi, na maior parte sushi “fusão” horrendo (quem fará o favor de lhes dizer que sushi não vai com queijo em creme, nem com aquele nojo que é o molho doce de vinagre balsâmico?), italianos, mexicanos… Outros são simplesmente a expressão de alguém com uma ideia absurda e dinheiro a mais.

Os novos restaurantes vão aparecendo e desaparecendo, dependentes da sorte, do sítio, dos investidores e da moda, mas os piores entre eles já estão a marcar Lisboa. Já há mesmo sinais preocupantes de que restaurantes e cafés bem estabelecidos há muitos anos começam a tentar competir com os sítios novos e turísticos. Estão-se a remodelar e a pôr cartazes e quadros-negros decorados com giz, escritos em inglês, para aliciar os turistas. Inevitavelmente, aqueles que conseguem uma clientela turística irão começar a reestruturar as suas ementas ao gosto dos visitantes. E uma vez que o objectivo é satisfazer os desejos dos visitantes, não vão precisar de ser autênticos, uma vez que a maior parte dos turistas não percebem a diferença entre uma bela posta de bacalhau e uma má fatia de queijo.

Os restaurantes dedicados ao turismo nem precisam de apostar no regresso do cliente (o modelo de negócio do costume), porque haverá sempre novos turistas a entrar. O que importa é dar ao turista o que quer ou foi levado a querer, de modo a que o restaurante receba uma boa crítica no Trip Advisor, que é a única coisa que significa qualquer coisa hoje em dia.

Embora o turista pense que sabe o que quer e o que é bom, a verdade é que o turista não sabe o que é bom nem autêntico, nem precisa de saber ou de dar importância a isso. Logo que um restaurante opta pelo mais fácil, que é apelar ao turista, esse restaurante está perdido. Cada vez que um restaurante ou um café opta pelas ementas com fotografias, traduzidas para inglês, francês, alemão ou italiano, ou quando opta por abrir mais uma esplanada espalhada por um passeio já cheio, ou quando começa a oferecer “full English breakfast!” ou “authentic cod experience” ou “experimente esta coisa típica que inventamos esta manhã” (ouvi esta semana que já existe algures um pastel de nata com bacalhau) – cada vez que isso acontece, Lisboa perde mais um bocadinho dela própria, e arrisca-se a acabar por ser uma mera extensão da Rua Augusta.

É inteiramente compreensível que um dono de restaurante tente apanhar o euro do turista, mas a longo prazo, é uma opção desesperada que vai descaracterizar a Lisboa que amamos e que, ironicamente, é a razão que trouxe os turistas até cá.

A bela teimosia portuguesa está a ceder ao medo, e Lisboa, como estava destinado a acontecer desde que o boom turístico começou, está-se tornar uma paródia dela própria, uma caricatura de sardinhas, corvos, azulejos e pastéis de nata e/ou bacalhau, tal como previ há um par de anos. Estamos a testemunhar a terrível e rápida queda de uma cidade, e enquanto muitos de nós podemos até estar a ganhar com isso, no fim, acabaremos por perder Lisboa.

Tem cuidado, Lisboa.

IN "OBSERVADOR"
03/04/16

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830.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Apresentação do 'Fado in Madeira' no
. Design Centre Nini Andrade Silva 
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O Design Center Nini Andrade Silva, no Funchal, acolhe amanhã, pelas 18 horas, a Cerimónia de apresentação oficial do projecto “FADO IN MADEIRA”, uma iniciativa que, segundo a Secretaria da Economia, Turismo e Cultura, vem reforçar a oferta cultural e turística regional e que, depois de Lisboa e Porto, nasce agora no Funchal.

* Fado é património português e da humanidade.


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74-BEBERICANDO

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Como fazer o drink "MC BIN LADEN"



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VI- PÁTRIA JURÁSSICA
3- O BAGRE
DEVORADOR DE GENTE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO  
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Drogas ilícitas
Cidadãos europeus gastam
 24 mil milhões/ano

Os cidadãos europeus gastam, no mínimo, 24 mil milhões de euros por ano em drogas ilícitas, segundo estimativa do relatório deste ano sobre os mercados de estupefacientes na União Europeia, publicado hoje pelo Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT) e pela Europol. Em causa está um comércio que representa "uma das principais actividades lucrativas da criminalidade organizada" em solo europeu.
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O documento procede a uma profunda análise à situação do mercado, evolução ao longo da cadeia de abastecimento, incluindo produção e tráfico, comercialização, distribuição e consumo, mas também se debruça sobre os custos dessa actividade no plano social e nos impactos exercidos sobre empresas, instituições governamentais, vizinhanças, famílias, indivíduos e meio ambiente.

O Comissário europeu responsável pela Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos, explicou durante a apresentação do documento: "Os criminosos envolvidos no negócio da droga conseguem muito rapidamente tirar partido e prejudicar os fluxos globais de transporte, mercadorias e pessoas, representando simultaneamente uma ameaça para a saúde pública. Utilizam as novas tecnologias e a Internet, o crescimento do comércio mundial e as infra-estruturas comerciais para movimentar rapidamente os produtos ilícitos através das fronteiras internacionais. Além disso, a instabilidade nas regiões vizinhas da UE poderá ter profundas repercussões no mercado da droga na Europa. Este valioso relatório aborda as ligações a outras actividades criminosas e a forma como as receitas ilícitas do tráfico de droga podem financiar o tráfico de migrantes e o terrorismo e comprometer os esforços internacionais de desenvolvimento."

O director do OEDT, Alexis Goosdeel, acrescentou: "O mercado da droga na UE é impulsionado por dois objectivos - lucro e poder. A compreensão desta realidade, bem como das repercussões mais vastas dos mercados da droga na sociedade, é crucial se quisermos reduzir os danos relacionados com a droga. Essa compreensão é essencial para o desenvolvimento de novas estratégias para combater o crime e proteger a saúde, a segurança e a prosperidade dos nossos cidadãos."

Por fim, Rob Wainwright, director da Europol, disse: "Produção e tráfico de drogas ilícitas continuam a representar um dos maiores e mais inovadores mercados criminosos na Europa. Este mercado, que se está a tornar cada vez mais complexo e interligado com outras formas de criminalidade, e até mesmo com o terrorismo, representa uma importante ameaça para a segurança interna da UE. Uma cooperação policial transfronteiras concertada é fundamental para reduzir a dimensão e o impacto desta ameaça; esse objectivo pode ser alcançado recorrendo às capacidades operacionais únicas da Europol e de outros.

* O Crime compensa? Tão não!


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António Chainho

Marta Dias

Fadinho Simples

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HOJE NO  
"CORREIO DA MANHÃ"

Há 34 portugueses envolvidos 
no esquema de fuga ao fisco 

Revelação feita pelo jornal Irish Times.

O envolvimento de Portugal no escândalo designado "Papéis do Panamá" está quantificado, por enquanto, em 34 pessoas, segundo informação divulgada no sítio na internet do jornal Irish Times. 
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Este meio irlandês especificou que, a par destes beneficiários do esquema de fuga ao fisco, existem 244 empresas, com 255 acionistas. Uma investigação realizada por uma centena de jornais em todo o mundo sobre 11,5 milhões de documentos revelou bens em paraísos fiscais de 140 responsáveis políticos ou personalidades públicas. 

O conjunto de documentos, denominados "Papéis do Panamá", provém da empresa de advogados panamiana Mossack Fonseca. Segundo o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que reuniu para este trabalho 370 jornalistas de mais de 70 países, mais de 214.000 entidades 'offshore' estão envolvidas em operações financeiras em mais de 200 países e territórios em todo o mundo.

* Existirão muitos mais portugueses, o cortejo começou agora.

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BIC BIC BIC BIC

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

Adeus, cartão de cidadão vitalício
Não há condições técnicas

A ministra da Modernização Administrativa confirmou esta terça-feira que não há condições técnicas e de segurança para emissão de cartões de cidadão vitalícios para maiores de 65 anos.

O cartão de cidadão vitalício para maiores de 65 anos foi definitivamente arrumado na gaveta. Esta terça-feira, no Parlamento, a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, confirmou não existirem condições técnicas e de segurança para emitir um cartão vitalício para cidadãos seniores.
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A ÚNICA VITALÍCIA
A nova modalidade do cartão de cidadão tinha sido aprovada pelo anterior Governo, ainda em 2015. No entanto, e já depois de existirem 25 mil pedidos deste “B.I.” vitalício, o Instituto dos Registo e do Notariado (IRN) veio dizer não existirem condições de segurança para emissão destes cartões. Em causa estão constrangimentos de natureza tecnológica, de segurança e regulamentares como voltou a explicar esta terça-feira Maria Manuel Leitão Marques.

O Governo socialista, no entanto, está a preparar medidas para atenuar os efeitos do fim da medida, como o alargamento do prazo de validade do cartão de cidadão de cinco para dez anos para todos os cidadãos com mais de 25 anos.

Esta seria uma forma de ultrapassar, em parte, o problema e de reduzir o custo das renovações obrigatórias – em média, e ao longo da vida, um cidadão está obrigado a renovar “por seis vezes” o seu documento de identificação, o que “tem um custo médio de 90 euros”, estimou a ministra. De acordo com os dados avançados por Maria Manuel Leitão Marques, o alargamento deste prazo – de cinco para dez anos – vai resultar numa perda de receita para os serviços de 24 milhões de euros a partir de 2024.

O cartão de cidadão vitalício para maiores de 65 anos foi pensado para atender às eventuais dificuldades de deslocação dos cidadãos seniores. Perante dificuldades técnicas e de segurança, e para contornar esta situação, o Governo está a estudar, entre outras coisas, a possibilidade do pedido e recolha dos dados biométricos destes cidadãos com mobilidade reduzida ser feita através de serviço ao domicílio.

O Executivo socialista planeia também reduzir as deslocações necessárias para a renovação do cartão de cidadão – sobretudo a pensar em quem vive fora do país. De acordo com a ministra, o problema seria ultrapassado de uma ou de outra forma: ou o cidadão deslocava-se ao serviço para fazer o registo dos dados biométricos e, depois, o cartão de cidadão seria enviado para a morada registada; ou então, mediante o pedido de renovação, seriam utilizados os dados biométricos anteriores e o cidadão só tinha de se deslocar aos serviços para levantar o documento de identificação. Seria sempre obrigatória uma deslocação por razões de segurança.

Outro dado novo: em caso de perda ou dano, será possível pedir a emissão de uma segunda via do cartão através de um pedido efetuado através da internet ou do balcão de cidadão.

A terminar, a ministra revelou que o Governo está a estudar a hipótese de acabar com os “dois milhões de BI em circulação” por razões de segurança. O diploma do Governo socialista vai ser apresentado dentro de 60 dias no Parlamento.

Quais são os constrangimentos do cartão de cidadão vitalício para maiores de 65 anos? 
Por partes. Primeiro, os constrangimentos tecnológicos. O prazo de garantia do chip incorporado no cartão é, atualmente, apenas de seis anos. Além disso, a validade dos certificados eletrónicos é de cinco anos e, para evitar “potenciais situações de falsificação” de identidade, não deve exceder os dez anos.

Paralelamente, há a impossibilidade técnica de novos certificados eletrónicos serem recarregados nos cartões de cidadão. Ao mesmo tempo, explicou Leitão Marques, assegurar um cartão de cidadão vitalício para maiores de 65 obrigaria a manter um suporte de tecnologia que pode tornar-se obsoleto em poucos anos.

Segundo, os constrangimentos de segurança. Mais uma vez, a questão da validade dos certificados eletrónicos, mas também tudo que envolve os mecanismos utilizados no design e na impressão dos cartões de cidadão – como as marcas de água e os hologramas. Se não forem renovados, explicou a ministra, os documentos de identificação são passíveis de serem falsificados.
A ministra ainda lançou um outro argumento para a liça: a renovação do cartão de cidadão possibilita o contacto periódico dos cidadãos com os serviços públicos responsáveis pelo registo civil e pela emissão do documento de identificação – o que servia de garante de identidade.

A terminar, um último constrangimento: a faixa MRZ inscrita no cartão deve conter obrigatoriamente uma data em formato numérico. E, se em vez de números, existirem letras, como era o caso, a função do cartão de cidadão como documento de viagem, dentro dos países da União Europeia e/ou do espaço Schengen, ficaria comprometida. Além disso, a validade máxima recomendada para documentos de viagem é de dez anos.

A lei que criou o cartão de cidadão vitalício para maiores de 65 foi proposta pelo PCP e foi aprovada por unanimidade. Ainda assim, desde outubro que não é possível pedir este novo cartão. Todas as pessoas que pediram a emissão deste documento de identificação – que entretanto foi descontinuado – não serão obrigadas a pagar o novo cartão de cidadão.

* O cartão de cidadão vitalício é um falso problema. Num século a que assistimos ao desencadear de piratarias informáticas, seria um presente para o cybercrime a existência de  documento de identificação imutável. O que custa de cinco em cinco anos renovar o cartão? Vitalício só a morte!
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 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

Ontem foi publicado o nº76 da edição impressa, abrindo com LUÍSA NOBRE, voz muito bonita à época mas a sua paixão era a arte decorativa.

ROGER WHITAKER, nascido no Quénia em 1936, vive no sul de França, tem mais de 60 milhões de discos vendidos e uma das filhas, JESSICA, é pivot no canal VH1.

RIKA ZARAI, judia teve o seu primeiro estrondos sucesso com "HAVA NAGILA", leia a história.É mulher de coragem, cantou com JACQUES BREL, GILBERT BECAUD, cantou para a raínha de Inglaterra, vendeu mais de 30 milhões de discos e em 2008 sofre um AVC. Apesar de os médicos a considerarem para sempre incapacitada faz das tripas coração,recupera na totalidade e regressa aos palcos em 2013.

Os BATS escreveram à ONDA POP.
O concurso "SCHWEPPS" tem mais Ku-ltura.

"MARMALADE" conjunto de renome, têm história curiosa.
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A seguir vidas de gente que viveu em Moçambique, Eugénia Maria e Berta Laurentino as meninas em destaque.
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Cantem com a "ONDA POP", "MALCOM ROBERTS "B.J. THOMAS" e os "MARMALADE".
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A "ONDA POP" continua cheia de informação verdadeira, bem elaborada e metódica, sem folclores, mantém a coerência da sua génese. Na net e em português tem o condão de informar e trazer ao presente um passado glorioso de música como ninguém faz. Apresenta música variada de escolha criteriosa, temos o orgulho de dizer que os autores são nossos amigos mas não é por isso que estão na "PEIDA", é pelo valor e inteligência que demonstram.
 
Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
OBRIGATÓRIO IR VER!!!
ABJEIAÇOS

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