sábado, 5 de março de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 I-SEM VERGONHA

 3 - SWING OU SURUBA

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ATÉ AO PRÓXIMO SÁBADO

A NOSSA FICÇÃO
A MÓNICA MOREIRA LIMA, jornalista de profissão não chegavam as notícias comezinhas do quotidiano, nem que fosse uma bomba de neutrões.
Pensou, pensou, engendrou equipa tão louca como ela, baratinou os maiorais da TV GUARÁ e "amadrinhou"o "SEM VERGONHA" programa despudorado tão ao nosso gosto, cheio de pimenta por todo o lado, sem qualquer grosseria e divertido.
Ela só pode ser inteligente e boa!

O QUE DIZ A AUTORA
O Sem Vergonha é o programa mais polémico e irreverente da TV brasileira. Já rendeu vídeos para os quadros Top Five do CQC e Passou na TV do Agora é Tarde, ambos da BAND. Foi tema de uma matéria de duas páginas na maior revista de circulação nacional, a VEJA. E culminou com uma entrevista antológica ao Rafinha Bastos, no Agora é Tarde. Todos os programas estão disponíveis no blog e no YouTube. Não recomendo sua exibição para menores de 18 (anos ou cm) para evitar traumas futuros. Falo de sexo sem pudor, sem frescuras, sem meias palavras, sem eufemismos e com muito bom humor. Advertimos que o Sem Vergonha pode provocar ereções involuntárias e uma vontade irreprimível de dar, sem restrições de orifícios.


FONTE: TV GUARÁ

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6-DIÁFANAS




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OS TUNEZA

A FUNÇÃO PÚBLICA
É ATÉ ÀS 15 HORAS

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* Do melhor humor angolano

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5-DIÁFANAS



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11-TUBERCULOSE


6-TRATAMENTO


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Uma interessante série conduzida pelo Professora Dra. Margareth P. Dalcolmo, Directora do Centro de Referência Hélio Fraga.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"



** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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4-DIÁFANAS


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4-OS INCRÉDULOS

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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3-DIÁFANAS


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PAULO FERREIRA

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Maria Luís pode 
mas não deve

A porta giratória entre altos cargos públicos e interesses privados é um assunto que tem que ser resolvido. A questão é definir quanto é que estamos dispostos a pagar para termos um país mais decente.

Quantos anos de democracia são necessários para que consigamos chegar a entendimentos alargados e duradouros sobre questões de transparência, prevenção de conflitos de interesses e práticas éticas que defendam o interesse público?

É que volta e meia damos por nós a discutir mais um caso destes, como se a democracia tivesse sido inaugurada na semana passada. Pior: como se a democracia e as boas práticas tivessem sido descobertas nos últimos dias algures num qualquer país.

Só os ingénuos poderiam pensar que a contratação de Maria Luís Albuquerque por uma empresa financeira britânica que gere activos em Portugal e comprou créditos ao Banif não abriria polémica e seria motivo de briga partidária.

Só podia. Maria Luís Albuquerque deixou de ser ministra das Finanças há três meses, é actualmente deputada do PSD e agora vai aconselhar uma empresa que, de uma forma ou de outra, teve relações financeiras com o Estado português.

Pode fazê-lo? Pode. A actual lei de incompatibilidades não o impede.
Mas a pergunta certa a ser feita é se deve ou não fazê-lo. E a resposta é não, porque não passou tempo nenhum desde que deixou as funções de ministra das Finanças mas também por se manter deputada enquanto colabora com essa empresa. O que nos leva a nova pergunta: se não deve, pelas suspeitas que pode levantar, então porque não o impede a lei? Porque os senhores deputados assim o determinaram quando aprovaram o regime actualmente em vigor.

A questão das incompatibilidades, registos de interesses e, já agora, declaração e controlo de rendimentos de titulares e ex-titulares de cargos públicos são temas que temos permanentemente mal resolvidos mas que são determinantes para a qualidade da democracia. A estes outros se podem juntar: regras de financiamento partidário e controlo de gastos e receitas em campanhas eleitorais.

Arrisco dizer que estas questões são sempre mantidas sob um conveniente manto de nevoeiro porque os legisladores – governantes e deputados – assim o preferem, já que são eles e os partidos a que pertencem os principais beneficiários de regimes de transparência e controlo que têm mais de farsa do que de eficácia. E quanto maior for a ambiguidade mais vasto é o pântano que a chicana partidária cria quando tem à mão um destes casos – repare-se na hipocrisia com que o PS abordou este caso, criticando e suspeitando da decisão de Maria Luís Albuquerque mas logo a seguir recusando promover qualquer alteração à lei em vigor que, no futuro, pudesse prevenir casos semelhantes.

Sem hipocrisias, a porta giratória entre altos cargos públicos e interesses privados é um assunto que tem que ser resolvido. O maior problema pode nem estar na passagem para cargos nos órgãos sociais de empresas, fenómeno com maior visibilidade. Basta olhar para as transições entre a política e sociedades de advogados, que cada vez mais são empresas de consultoria e plataformas de negócios do que gabinetes de juristas que vão a tribunal ajudar a fazer justiça e defender os mais indefesos e oprimidos, para perceber a extensão do problema.

A questão é, como sempre, pesar vantagens e inconvenientes e definir quanto é que estamos dispostos a pagar para termos um país mais decente. Sim, porque a democracia é um sistema caro. E uma democracia de qualidade é um sistema muito caro.

Primeiro é preciso ter noção que os altos cargos do país são mal pagos. É uma evidência que só por demagogia e populismo se pode negar. Por isso, ao longo das últimas décadas esses mesmos políticos mal pagos foram encontrando formas de se compensarem fora da folha de ordenado: subvenções vitalícias, direito a pensão com poucos anos de serviço e outras sinecuras. Não é mais transparente e lógico que se pague muito melhor o próprio exercício de funções, até para haver maior capacidade de recrutamento de gente competente?

Depois, temos que decidir se queremos na política gente com uma vida própria, uma carreira, competências e mundo em várias áreas do conhecimento ou se preferimos ter no Parlamento, no Governo e nas autarquias sobretudo o produto do alfobre das jotas partidárias, carreiristas políticos que não ambicionam mais do que isso. Os primeiros são mais caros e podem trazer consigo conflitos de interesses no momento da entrada e da saída de funções públicas. Os segundos são mais baratos mas, em média, terão menos qualidade e consistência no exercício dos cargos públicos.

Como se resolve o problema da saída de funções públicas? Com períodos de nojo alargados, preferencialmente pagos, como já temos para alguns cargos de regulação. E aqui regressa a questão da factura que estamos ou não dispostos a pagar.

Temos, sobretudo, de acabar com esta prática que nos diz que muito melhor do que ser governante é ser ex-governante e que a melhor forma de dar impulso a uma carreira de advogado ou consultor é fazer um estágio como deputado.

IN  "OBSERVADOR"
04/03/16

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800.UNIÃO


EUROPEIA



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2-DIÁFANAS
 


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Biden critica no México 
retórica anti-mexicana de Trump

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FONTE: AFPBR

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 I-A ASCENÇÃO DOS ANIMAIS

8.TRIUNFO DOS VERTEBRADOS

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1-DIÁFANAS



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RECORDANDO

Ercilia Costa

Fado De Lisboa

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

Mãos pequenas, pénis pequeno? 
Claro que não

Quando o tema se coloca entre republicanos candidatos à presidência dos EUA, está na hora de consultar os especialistas. Dois sexólogos comentam os mitos associados ao tamanho do órgão masculino.

Coube a Donald Trump incluir a temática da anatomia pessoal num debate político. O candidato à nomeação republicana — a propósito da corrida à Casa Branca — quis aproveitar o tempo de antena para responder a uma acusação do rival Marco Rubio, que num discurso recente referiu-se às “mãos pequenas” de Trump. Foi precisamente num debate transmitido esta quinta-feira que o magnata contrariou o mito que relaciona o tamanho das mãos com o tamanho do pénis:
[Marco Rubio] atacou as minhas mãos. Nunca ninguém atacou as minhas mãos, nunca ouvi tal coisa. Olhem para estas mãos, são mãos pequenas? E referiu-se às minhas mãos dizendo que se as mãos são pequenas, outra coisa também deve ser pequena. Garanto-vos que não há qualquer problema, garanto-vos.”
Caso viva debaixo de uma rocha, sublinhemos: pés, mãos e narizes pequenos não se traduzem em pénis pequenos — a mesma lógica aplica-se considerando pés, mãos e narizes… grandes. E não, o facto de um homem ter muitos pelos espalhados pelo corpo também não implica uma relação direta com o tamanho do seu órgão sexual, mesmo que tal esteja associado a doses consideráveis de testosterona. Preto no branco, pouco (ou nada) importa o tamanho das mãos de Donald Trump (e de tudo o resto, acrescente-se).
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“Em termos gerais, as pessoas pensam que ter determinadas proporções do corpo maiores do que o normal implica que a outra parte também seja grande”, admite o sexólogo Fernando Mesquita ao Observador, recordando ainda o mito que atesta que os homens negros são mais avantajados (embora alguns estudos o sugiram, isso não implica que seja uma regra geral). Mas que não haja dúvidas: Mesquita explica que as extremidades do corpo — as tão comentadas mãos incluídas — são influenciadas pela hormona do crescimento, enquanto o tamanho do pénis está associado à genética.
Sandra Vilarinho, psicóloga clínica e terapeuta sexual, também entra na conversa, defendendo que os mitos são uma forma que as pessoas encontraram para tentar explicar determinados fenómenos sexuais. E isto apenas acontece devido à falta de informação no que à sexualidade diz respeito.
Os portugueses conhecem muito pouco sobre a sexualidade, vejo-o em consultas, sobretudo com jovens. Confesso que, às vezes, fico muito admirada com o que oiço.”

Os homens medem-se… aos palmos?
Ter um pénis pequeno não é necessariamente um problema, garante Sandra Vilarinho. O argumento de defesa tem que ver com fisiologia pura: a irrigação do pénis é mais fácil nos órgãos sexuais masculinos de menores dimensões, o que faz com que a ereção se prolongue durante mais tempo. “Se um homem se convencer disso, tal pode traduzir-se numa maior confiança sexual. E a confiança é mesmo o ponto chave no desempenho sexual”, esclarece a também membro da direção da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica.

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Há sensivelmente um ano, o Observador dava conta de uma revisão sistemática de 20 estudos sobre o tamanho do pénis que vinha, então, dar uma novidade tanto aos homens como à comunidade científica: afinal, o tamanho médio não era 15 centímetros, mas sim 13: 13,2 centímetros em comprimento quando ereto e 9,16 quando flácido. A revisão científica que teve por base 17 estudos sobre o tema (além de 15 mil pénis de todo o mundo) apresentou números mais realistas que, segundo os autores do estudo, podem ajudar a “tranquilizar a grande maioria dos homens de que o tamanho do seu pénis está dentro da faixa normal”.

De facto, tranquilização é precisa. É que se as mulheres rivalizam em termos de imagem estética — considerando cabelos, maquilhagem e roupa –, os homens fazem-no em relação ao tamanho do pénis. Não é propriamente difícil de perceber porquê: se por um lado o pénis consiste num órgão sexual exposto, o que permite a sua comparação em determinados ambientes sociais (como os balneários de um ginásio), por outro, o seu tamanho é continuamente associado à virilidade e masculinidade.

“É como se a capacidade de um homem ser homem se medisse pelo pénis”, atira o sexólogo Fernando Mesquita, não sem antes argumentar que não é propriamente o tamanho do pénis que mais seduz a ala feminina. “As mulheres valorizam mais a largura do que o tamanho, já os homens valorizam o tamanho por uma questão de masculinidade”, acrescenta.
A mulher tende a valorizar o facto de o homem estar atento e disponível, o facto de olhar para o seu corpo como um todo, o ser envolvente e viril (entenda-se carismático). É tão fácil seduzir uma mulher… não sei porque é que os homens se preocupam tanto com o pénis“, questiona Sandra Vilarinho.
Mesquita põe ainda a tónica na questão dos filmes pornográficos que, em alguns casos, acabam por servir de formação sexual a muitos homens. Escusado será dizer que estes são representações irrealistas da sexualidade: não só porque os atores são escolhidos consoante a sua anatomia — e não propriamente pelo jeito inato para a representação –, mas também porque os ângulos utilizados nas filmagens são estrategicamente estudados de modo a fazer parecer maior o que provavelmente não o é.
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Mas se o tamanho é eternamente discutido entre homens, a função do pénis também. “Alguns homens chegam a acreditar que têm de estar eretos durante uma hora”, diz Sandra Vilarinho. Entrando na questão do tempo associado ao desempenho sexual, a terapeuta faz um esclarecimento: “Há grandes variações, mas mais do que um minuto e menos do que 30 minutos será o mais usual.” Os valores apresentados são propositadamente vagos porque, ao contrário do que acontece num balneário masculino, Vilarinho quer evitar comparações. Já bastam discussões sobre tamanho.

* Como o "Trumpénis" suscita uma notícia, fantástico, Hillary não tem esse problema.

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BRINCADEIRAS DE PAPEL

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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Lista de Montenegro critica PSD por aceitar 
17 militantes com a mesma morada

Candidatura do líder da bancada acusa estrutura nacional de "branqueamento". Hoje é dia de diretas e guerra distrital ganhou dimensão

A reeleição tranquila de Passos Coelho está a tornar-se uma guerra interna no PSD, que vai passando de regional a nacional. Hoje é dia de diretas, mas também de eleições em três distritais, e a de Aveiro está a dar problemas. A candidatura de Ulisses Pereira - cujo mandatário é o líder parlamentar Luís Montenegro - está a acusar órgãos nacionais com a confiança do líder (como é o caso do Conselho de Jurisdição Nacional) de "branqueamento" de "práticas irregulares" que "lesam a imagem do PSD".
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Em comunicado, a candidatura deixa também farpas à secretaria--geral (liderada por Matos Rosa, também um cargo da confiança de Passos) dizendo que só recebeu os cadernos eleitorais "no dia 2 de março, ao final da tarde (...) quando o regulamento eleitoral dispõe que devem estar disponíveis até ao sétimo dia anterior à eleição".

A situação está a gerar desconforto junto a direção de Passos, que vê estas acusações como uma afronta do líder parlamentar ao líder do partido. Na base de tudo isto estão as eleições no PSD-Aveiro, a suspeita de irregularidades e a decisão do Conselho de Jurisdição Nacional (CJN), tomada no dia 1 de março e assinada pelo presidente deste órgão, Calvão da Silva.

Em dois meses do último verão (junho e julho) foram inscritos 418 militantes na secção de Ovar (à qual pertence Salvador Malheiro, o candidato que enfrenta Ulisses Pereira), dos quais 271 pertencem à freguesia de Esmoriz e 80 tinham residência na Rua dos Pescadores. Além disso, 17 tinham a mesma morada e haviam 121 novos inscritos que partilham três números de telemóvel: 77 com o mesmo número, 33 com outro e 11 com outro.

Ora o CJN decidiu considerar regulares estas situações. Na deliberação, à qual o DN teve acesso, é relatada uma reunião entre Calvão da Silva e o presidente da concelhia de Ovar, Pedro Coelho, onde "foram entregues, em mão, as certidões passadas pela Junta de Freguesia de Esmoriz relativamente aos 17 militantes inscritos na Avenida Infante D. Henrique, n.º 79, e aos dez militantes inscritos na Rua dos Pescadores, n.º 379".

Além disto, explica a deliberação, os esclarecimentos foram "coadjuvados por um vídeo relativo à "morada coletiva" [que demonstra] que o número de polícia das moradas em causa serve um conjunto de residências autónomas em que habitavam as pessoas indicadas, com a mesma e única entrada comum".

O mesmo documento diz que "no tocante aos números de "telefone coletivo" o presidente do PSD--Ovar entregou os números individuais das pessoas que têm telefone próprio". Ora, após tudo isto, "o CJN é de parecer não haver razões para anulação da convocatória para a eleição dos órgãos distritais de Aveiro". Ou seja, os militantes que moravam na mesma casa e tinham o mesmo telemóvel podem votar. Não só para a distrital de Aveiro como no próprio líder do partido.

A deliberação levou à ira com um comunicado da candidatura, cujo mandatário é Luís Montenegro, acusando o CJN de ter analisado "apenas 27 [fichas] em 418", estranhando que não tenha ouvido "nenhum dos militantes em causa".

O comunicado é assinado pelo gabinete de comunicação da candidatura, pelo que não é o próprio Ulisses Pereira, vinculando mais ainda o mandatário Luís Montenegro. A situação junta-se a outras que os mais próximos de Passos veem como marcação de território do líder parlamentar e como uma afronta a Passos que já tem sido evidente em algumas declarações, bem como em decisões na gestão da bancada, que foram tomadas sem a aprovação prévia do líder do PSD.

* Esta pequena guerrilha parece um "pum" engarrafado, pressente-se o nauseabundo cheiro que vai determinar a queda de Passos Coelho a seu tempo, entrou em pré-coma.

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TÃO SOLTAS

E OCUPADAS NEM

VÊEM OS CUSCAS















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HOJE NO
"RECORD"

Leões chegam ao top-5 no número 
de sócios a nível Mundial

Sporting tem 136389 associados, a 20611 do Benfica

O Sporting chegou ao top-5 no número de sócios a nível Mundial, segundo dados revelados esta sexta-feira pelo canal brasileiro SportTV, que na elaboração da sua lista das equipas com mais associados utiliza dados divulgados pelo site "Máquina do Esporte" em parceria com a "FS Consulting". 
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De acordo com aquela emissora, o clube de Alvalade tem de momento 136389 associados, estando precisamente no quinto posto.

* Como sportinguistas esta posição no ranking deixa-nos satisfeitos, é um feito para Portugal ter 2 clubes nos cinco primeiros lugares e 3 até ao ordinal 10, quanto ao número de associados.


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5 SITUAÇÕES QUE

O FAZEM QUERER

MUDAR DE PLANETA

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Rodrigo torturado e morto em casa Célia Barreto admite que acordou com barulho. 

 Célia Barreto estava dentro de casa quando o filho foi torturado até à morte. Já não restam dúvidas de que Rodrigo Lapa, 15 anos, foi assassinado na habitação que partilhava com a família, no sítio das Vendas, em Portimão. 
O jovem foi amarrado depois de morto, para facilitar o transporte do cadáver para o terreno baldio a 100 metros de casa. A PJ encontrou provas na casa que o demonstram. 

Célia diz que estava a dormir e foi acordada com o barulho da discussão entre o companheiro e o filho. Joaquim Lara Pinto descobriu um dia antes de ter viagem marcada para o Brasil que o enteado lhe tinha roubado algumas centenas de euros para comprar um telemóvel novo. A discussão acabou em crime. Após largar o corpo, Joaquim Lara Pinto saiu do Algarve, seguiu para Lisboa e, no dia seguinte viajou para Madrid, onde apanhou o avião para o Brasil. A relação de padrasto e enteado era muito conflituosa, mas a mãe de Rodrigo assegura que pensou que o filho tinha fugido de casa. Nunca imaginou que tinha sido assassinado. "O meu filho não era maltratado", disse na sexta-feira ao CM Célia Barreto, pouco tempo antes de entregar a filha bebé numa instituição social, por estar numa situação de risco. 

Horas depois, durante o velório de Rodrigo, a presença de Célia Barreto originou uma imensa revolta. A mulher foi insultada e o confronto dentro da igreja da Misericórdia, em Estômbar foi duro. Sérgio Lapa, o pai de Rodrigo, abandonou a igreja, o que levou a uma revolta generalizada contra Célia, que teve de ser escoltada por uma equipa da Unidade de Intervenção da GNR. 

O funeral realiza-se hoje, pelas 10h00, debaixo de fortes medidas de segurança, para evitar novos confrontos. Célia Barreto tem a ajuda da amiga que a acolhe em casa desde quarta-feira, dia em que o corpo de Rodrigo foi encontrado. Mal chegaram à igreja foram logo atacadas. "É bom que não apareça no funeral", disse uma amiga do pai.

* Sobre a mãe consideramos que podia ter posto termo à conflitualidade há muito tempo, vai ficar com esse peso para toda a vida, quanto ao padrasto se por acaso morrer de morte macaca não se perde nada.

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PUDERA
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ONTEM NO 
"OJE"


Cidades e Regiões Europeias do Futuro Lisboa conquista 5.º lugar

Lisboa tem vindo a afirmar-se como uma das cidades mais atrativas da Europa para viver e investir, desta vez a distinção é do Financial Times.

Para o Financial Times, particularmente para a sua publicação fDi Intelligence Magazine, referência na área dos negócios e investimento direto estrangeiro, não restam dúvidas de que Lisboa tem vindo a afirmar-se e que progressivamente se tornou numa das cidades mais atrativas da Europa. Para viver e para investir, sublinha a publicação.
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Assim, pela terceira vez consecutiva, o Financial Times não só colocou a capital portuguesa no ranking das “Cidades e Regiões Europeias do Futuro”, atribuindo-lhe um destacado quinto lugar permitindo-lhe “brilhar entre as “Melhores Cidades do Sul da Europa” (Overall Best Southern European City), como ainda a destaca, enquanto Região, considerando que deve constar entre as “Melhores Regiões do Sul da Europa”, desta vez em 10.º lugar (posição que não sofreu alteração desde a seleção anterior).

O ranking das “Melhores Cidades do Sul da Europa” é liderado por Istambul, e seguem-se Madrid, Barcelona e Milão, tendo Lisboa ficando à frente de cidades como Liubliana, Roma, Ancara, Zagreb e Bilbao.  

A publicação promotora destas listagens, reuniu dados de mais de 294 cidades em 148 regiões, organizando-os em seis categorias para chegar ao ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro”. As categorias incluem recursos humanos, ambiente de trabalho, infra-estruturas, rentabilidade, e estratégia de apoio ao investimento direto estrangeiro e empreendedorismo.

Sobre as posições alcançadas por Lisboa nestes rankings, em comunicado, o vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa Duarte Cordeiro deu nota de que a autarquia se sente “muito lisonjeada pelo prémio dado pelo Financial Times à estratégia de Lisboa nos domínios da atração de investimento, empresas e talentos”. “A repetição deste reconhecimento é para Lisboa um incentivo para continuarmos a trabalhar no sentido de transformarmos Lisboa numa das cidades mais competitivas, inovadoras e criativas da Europa”, reforça ainda Duarte Cordeiro.

O reconhecimento do Financial Times vem no seguimento da posição que Lisboa conseguiu no recente estudo da PwC / ULI “Emerging Trends in Real Estate®, Europe 2016”, no qual a capital portuguesa surge como a sétima cidade preferida dos investidores europeus para apostar em imobiliário. “A recuperação de Lisboa tem sido extraordinária; a popularidade internacional e conetividades transatlânticas estiveram na base da sua recuperação económica”, refere-se neste estudo a propósito de Lisboa.

* Não temos conhecimentos para avaliar se quanto ao investimento Lisboa é a 5ª cidade da Europa para investir, mas para viver, para nós é a primeiríssima, é linda.


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