segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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15-HISTÓRIA DO 

(CONTRA)

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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 11-D. QUIXOTE

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ÚLTIMO EPISÓDIO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Defesa faz adjudicação directa
 de contrato de 69 milhões

Contrato de modernização de helicópteros da Marinha foi entregue à Agusta-Westland sem concurso público.

O ministério da Defesa Nacional vai avançar com a adjudicação directa de um contrato de até 69 milhões de euros para a modernização de helicópteros da Marinha.

Fonte oficial do ministério da Defesa confirmou ao Económico que “o processo de modernização dos helicópteros está a decorrer e foi autorizado pelo ministro da Defesa a 18 de Fevereiro”. A modernização dos cinco helicópteros Lynx da Marinha foi entregue à AgustaWestland, empresa anglo-italiana que fabrica estes equipamentos. 
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“O contrato a celebrar tem um valor máximo de 69 milhões de euros, tendo já sido autorizada a realização de um procedimento de negociação sem publicação de anúncio de concurso, com consulta à AgustaWestland, com vista à celebração do contrato de modernização”, confirma fonte oficial da Defesa.

Questionada pelo Diário Económico sobre a razão para não ter sido lançado um concurso público a mesma fonte esclarece que “a AgustaWestland é a única entidade detentora dos direitos de propriedade intelectual e das competências técnicas exigidas” para a modernização dos equipamentos, “incluindo a sua remotorização e ‘upgrade’ de equipamentos e sistemas”.

Assim, garante a mesma fonte – e citando o código dos Contratos Públicos –, “o procedimento aplicável é o da negociação sem publicação de anúncio público”. O contrato ainda terá de ser alvo de “visto” pelo Tribunal de Contas, acrescenta fonte oficial do ministério da Defesa.

Contudo, as fontes contactadas pelo Diário Económico garantem que há empresas portuguesas com capacidade e certificação para avançar com a modernização destes helicópteros e questionam a atribuição, por adjudicação directa, a uma empresa que não opera em Portugal.

Questionada sobre a razão para o contrato não ter sido entregue a empresas portuguesas na área da aeronáutica fonte oficial do ministério da Defesa reforça que “Não há outra empresa além da AgustaWestland que reúna as condições necessárias para poder realizar os trrabalhos de modernização dos Lynx”.

Além da modernização destes helicópteros a Defesa quer concorrer a fundos comunitários para a modernização dos C-130, os cargueiros militares. Fonte oficial da Defesa diz que o processo de candidatura está a decorrer e que a resposta preliminar chegará ainda este mês.

Questionada sobre onde será feita essa modernização, a mesma fonte diz que “a indústria nacional tem as competências necessárias para efectuar a modernização que está prevista”.

Já sobre a intenção de compra de seis KC-390, os cargueiros militares da Embraer que têm componentes produzidos em Portugal – e cuja compra pela Defesa era uma das contrapartidas para a empresa brasileira trazer para cá a fabricação de parte do avião – fonte oficial da tutela diz que “a sua aquisição dependerá da evolução do projecto de desenvolvimento e da disponibilização das respectivas verbas para financiamento das novas aeronaves”. 

* Notícia inquietante, os ajustes directos trazem sempre amargos de boca e  pacotes de açucar para alguns bolsos

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 MINUTOS DE


CIÊNCIA/90


MATEMÁTICA ENEM

GEOMETRIA PLANA

PARALELOGRAMO

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Trabalhadores do Centro Infantil de
. Odivelas pedem retirada de amianto 

O Centro Infantil de Odivelas, onde trabalham cerca de 35 pessoas, presta apoio a perto de 300 crianças.

Os trabalhadores do Centro Infantil de Odivelas, equipamento que apoia cerca de 300 crianças, estão preocupados com a presença de placas de fibrocimento na cobertura do edifício às quais atribuem casos de doenças oncológicas diagnosticadas a alguns funcionários. "Eles [trabalhadores] estão muito preocupados porque, neste momento, há duas trabalhadoras que têm uma doença oncológica e uma outra faleceu há pouco tempo. Eles acreditam que está relacionado com o amianto", disse à agência Lusa Helena Martins do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (STFPS).
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 O Centro Infantil de Odivelas, onde trabalham cerca de 35 pessoas, presta apoio a perto de 300 crianças carenciadas do concelho, estando sob gestão provisória da Santa Casa Da Misericórdia de Lisboa (SCML), sendo propriedade do Instituto de Segurança Social (ISS, IP). 

A sindicalista referiu que, há um ano, o telhado do equipamento foi alvo de uma intervenção, por parte da Santa Casa da Misericórdia, mas que o "risco para os trabalhadores e crianças que frequentam aquele espaço se mantém". "As telhas estão danificadas. Tanto assim é que costuma chover lá dentro. É essencial que a cobertura em fibrocimento seja retirada e que as pessoas sejam tranquilizadas", sublinhou. Helena Martins disse ainda que os pais das crianças estão preocupados, mas que, "ao mesmo tempo, sabem que precisam que este espaço se mantenha aberto".

 A Lusa contactou a Câmara Municipal de Odivelas que disse "desconhecer os problemas de saúde naquele equipamento, mas que se iria "inteirar da situação" junto da Santa Casa da Misericórdia. Por seu turno, numa resposta escrita enviada à Lusa, fonte da SCML disse que o Centro Infantil de Lisboa "é património do Estado", através do ISS,IP, e que por isso "a substituição da cobertura não está no âmbito da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, mas sim do proprietário". No entanto, contactada pela Lusa, fonte do ISS, IP disse que o protocolo assinado com a Santa Casa para a gestão de alguns equipamentos contempla a responsabilidade pela manutenção dos mesmos. 

Em 2011, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa acedeu a receber a gestão de 29 equipamentos pertencentes ao Instituto da Segurança Social, durante um período temporário de três anos. Em outubro de 2013 estas duas entidades assinaram um memorando de entendimento no qual a Santa Casa se compromete a assumir em definitivo a gestão de 21 equipamentos, mas deixa em aberto o futuro dos restantes oito, entre os quais o Centro Infantil de Lisboa. Neste memorando foi definido que a gestão do Centro Infantil de Odivelas ficaria a cargo da Santa Casa até 30 de setembro de 2016. 

* Enquanto se assobia para o lado para fugir a responsabilidades vai morrer mais gente.

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I-TERRA SÚOR 

E TRABALHO

3- FRUTAS E LEGUMES

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Estado Islâmico
 novo instrumento de tortura 
para mulheres

O Estado Islâmico desenvolveu um instrumento de metal que “morde” a pele das mulheres que não cumpram as regras de indumentária impostas pelo grupo terrorista no califado.

 O instrumento apelidado de “mordedor” é utilizado para ‘trincar’ a pele de mulheres que são acusadas de não esconder completamente o corpo. As regras impõem que as mulheres usem o véu completo, calças largas, luvas e meias e ainda que sejam acompanhadas por um familiar homem cada vez que saem de casa. A população que conseguiu fugir de Mosul, cidade no Norte do Iraque ocupada pelo auto proclamado Estado Islâmico desde junho de 2014, descreve a situação vivida como um autêntico pesadelo.
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Fugir da cidade é difícil e perigoso. Quem consegue escapar fá-lo através da fronteira com a Síria, de onde depois se dirigem para território curdo. Em declarações ao The Independent Fatima, uma mulher de 22 anos que conseguiu escapar de Mosul depois de várias tentativas falhadas, diz que teve que escapar porque os seus filhos estavam a passar fome e a violência do autoproclamado Estado Islâmico tem aumentado desde o ano passado.

Em relação ao instrumento de tortura, relata que a sua irmã, passado um mês de ter sido castigada ainda tinha cicatrizes e nódoas negras, e descreveu as dores como sendo piores que as de um parto. Outras testemunhas descrevem o instrumento como uma armadilha para animais ou uma mandíbula de metal que corta a pele. Para além da violência, Ghanem, um refugiado de 25 anos, aponta também o facto de os soldados do Estado Islâmico se intrometerem nas vidas quotidianas das pessoas à procura de razões para infligir punições.

As condições de vida em Mosul têm vindo a deteriorar-se rapidamente. Na cidade, sente-se a escassez de comida, medicamentos, combustível, água e eletricidade. O que existe é cada vez mais caro, uma vez que o EI cortou a rede de fornecimento com a Turquia e a Síria.
Os ataques aéreos às zonas de armazenamento de barris de petróleo para exportação e a queda dos preços do crude abalaram a economia do califado. Embora o governo continue a pagar aos funcionários públicos em Mosul, mesmo depois de o território ter sido tomado pelo EI, há muito que o dinheiro deixou de entrar e os salários não chegam, uma vez que a inflação fez com que os preços aumentassem para 5 vezes mais o seu valor original.

O califado no Mosul tem sido alvo de ataques por parte de vários exércitos, como o iraquiano, sírio e curdo. Nenhum destes exércitos é grande, mas contam com o apoio dos EUA e da Rússia, o que dificulta a retaliação por parte do EI. No entanto, o grupo usa a sua experiência em guerrilha, atacando estradas essenciais, como a que liga Homs a Alepo, que o grupo cortou esta semana. Ainda assim, o grupo terrorista tem vindo a mostrar sinais de crescente corrupção e desorganização, que colocam em causa a aplicação das suas próprias regras.

* Como é possível tanta selvajaria.

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RUTE SERRA

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À atenção de todos nós,
consumidores

A função da lei é a de nos proteger contra a fraude de outrem, mas não a de nos dispensar do uso da nossa própria razão

No contexto de uma economia mundial devastada, em especial desde 2008, por uma crise económico-financeira grave, onde a economia paralela apresenta valores a rondar os 2 mil milhões de euros, i.e., cerca de 18,5% de toda a atividade económica da Europa, é proveitoso que todos nós, cidadãos e consumidores, exacerbemos a nossa intrínseca capacidade de vigilância e atenção, como modo de proteção contra o risco de práticas criminosas que lesam a nossa dignidade e os nossos bolsos - estima-se, em cerca de 5% da totalidade do nosso consumo.

Como bem esclarecia Portalis, eminente jurista francês do século XVIII, a função da lei é a de nos proteger contra a fraude de outrem, mas não a de nos dispensar do uso da nossa própria razão. Não podemos portanto, pacificamente confiar que nas mãos das entidades criadas para nos proteger, na qualidade de consumidores, reside a salvação. A imbricada teia administrativa e a frágil capacidade ao nível dos recursos, diminui drasticamente a eficácia operacional das mesmas.

A fraude ao consumidor enquadra-se genericamente num cenário subtil, não aparentemente agressivo, e muitas vezes comercialmente apelativo. As vítimas - nós, consumidores - somos facilmente distorcidos no nosso comportamento económico, por fraudes que se traduzem em fenómenos complexos, sofisticados e multifatoriais. Contudo, a nossa vulnerabilidade é determinada com base no nosso conhecimento do mercado. Sabemos que estamos a adquirir contrafação, se o artigo ostentar uma marca que não olvidamos de preço substancialmente mais elevado; se nos apresentarem preços inferiores para determinados tratamentos, facilmente percecionamos a eventual menor qualidade dos produtos utilizados e se comprarmos medicamentos pela internet, compreendemos implícita a potencial lesão para a nossa saúde, que aqueles representam. É efetivamente através de um julgamento sobre o valor, consubstanciado na comparação entre o sacrifício do dispêndio monetário na compra e a qualidade do produto, que decidimos. Porém, nem sempre é assim tão simples.

Ao falarmos de fraude alimentar, os pressupostos alteram-se necessariamente. Se não sou especialista em espécies aquáticas, consigo diferenciar choco, de tiras de pota? Se adquiro uns suculentos hambúrgueres de vaca, é fácil perceber que na sua composição pode estar cavalo? Eventualmente doente antes do abate? E como aconteceu o abate? Em condições legais e higio-sanitárias adequadas? Bom, aqui chegados, resta-nos pugnar para que as tais entidades competentes façam rigorosamente o seu trabalho e que, no capítulo legislativo nacional e comunitário, sejam criadas as condições para uma eficiente investigação e posterior punição eficaz dos delinquentes económicos.

Com efeito, apesar da União Europeia não ter ainda definido fraude alimentar, ao contrário de outros países, é comummente aceite que aquela se verifica se, na ação delituosa, se reunirem três pressupostos: a substituição ou adição intencional ou fraudulenta de uma substância a um produto – aumentando desse modo o valor aparente do mesmo, com a finalidade de ganho económico indevido – com a intenção de enganar o consumidor, provocando ou não, perigo/efetiva lesão na sua saúde.

Concatena-se hoje, com laivos particularmente perigosos e alarmantes, o risco de fraude, na pressão que o setor retalhista e outros sofrem na atual conjuntura económica, para a diminuição dos custos de produção e maximização do lucro, criando desvios significantes no nosso direito à saúde pública e à sã concorrência.

A fraude alimentar é punida no nosso ordenamento jurídico. O Decreto-Lei nº 28/84 de 20 de janeiro, nos seus artigos 23º e 24º, tipifica dois crimes económicos, porque o seu cometimento não é suscetível de criar perigo para a vida ou para a saúde e integridade física alheias, mas antes lesa interesses económicos dos adquirentes de determinado produto, a própria confiança do consumidor e a economia na sua globalidade. Por seu turno, e previsto no código penal, no artigo 282º, pune-se a criação de perigo para a vida ou integridade física de outrem, através da corrupção de substâncias alimentares ou medicinais.

Importa, por fim, que nesta atual sociedade de risco, desconfiemos metodicamente por precaução, estejamos atentos aos sinais de alerta comportamentais exibidos pelos autores da fraude e criemos, em definitivo, uma atitude de consumo responsável.

IN "VISÃO"
25/02/15

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795.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Marcelo vai à Mesquita de Lisboa
 no dia da tomada de posse

Agenda do Presidente eleito para o dia 9 de março inclui ainda presença no Mosteiro dos Jerónimos, junto ao túmulo de Camões
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Marcelo Rebelo de Sousa vai participar na tarde do dia 9 de março, data da sua tomada de posse, numa missa ecuménica realizada na Mesquita de Lisboa, com a presença de muçulmanos, católicos, evangelistas, adventistas, judeus e budistas.

Mais cedo no mesmo dia, cumprindo uma tradição do protocolo das tomadas de posse presidenciais, o futuro Chefe de Estado estará no Mosteiro dos Jerónimos para depositar uma coroa de flores junto ao túmulo de Luís de Camões, sendo que Marcelo decidiu também depositar uma segunda coroa perto do túmulo de Vasco da Gama. Uma referência aos descobrimentos portugueses e às relações com as antigas colónias, que o novo Presidente quer dinamizar durante o seu mandato.

A Praça do Município será também palco de um espetáculo associado à tomada de posse, em que a música popular deverá ter protagonismo.

* O prof. Marcelo no seu melhor momento hollywoodesco, num só dia presidente, patriarca e quiçá,  profeta!

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1-OPERAÇÃO CONDOR
TERRORISMO DE ESTADO

NA AMÉRICA LATINA

ANOS 70 
 
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IV-Engenharia Extrema

1- O TUNEL DO
ESTREITO DE BERING

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HOJE NO 
"RECORD"

Marco Silva: 
«Não escondo que quero ser
 campeão em Portugal»

Recém-sagrado campeão na Grécia ao serviço do Olympiacos, Marco Silva recordou tem o objetivo de conseguir o título português. O ex-treinador do Sporting diz não esconder essa ambição.
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"Naturalmente é o objetivo de qualquer treinador português e eu não fujo à regra. Sem dúvida nenhuma que é um objetivo que tenho na minha carreira e não o escondo", frisou o técnico em declarações à Renascença.

Já em entrevista à TSF, Marco Silva abordou o atual campeonato português, referindo que tudo está em aberto: "O campeonato está bastante competitivo, quer pela conquista do título - e parece-me que vamos ter campeonato até ao fim -, quer nas outras disputas, na questão da Liga Europa e na luta pela manutenção. Espero que continue da mesma forma e, de preferência, com bons jogos, que é isso que os adeptos querem e é importante para o futebol português".

Questionado sobre se torce pelo Sporting, o clube onde conquistou uma Taça de Portugal, o treinador preferiu salientar que "não é o momento para falar sobre isso".


"O Sporting está numa luta muito, muito importante para o clube, da mesma forma que o Benfica e FC Porto estão também. Não vou estar a dizer se A, B ou C vai merecer mais ou se vou torcer por ele. Não faz sentido neste momento que eu o faça", concluiu.
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* Ponderado como é seu hábito.


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União das Tribos

Viver Assim

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Polícia mantém cadela 
numa jaula dois anos

A polícia de Devon, Inglaterra, manteve uma cadela numa jaula durante dois anos. Stella, exemplar do tipo pitbull, foi considerada potencialmente perigosa e há uma ordem judicial para que seja abatida. 
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O caso foi denunciado pelo site da BBC News, na tarde desta segunda-feira. Stella foi levada pela polícia em 2014 e mantida numa jaula que mede 90 centímetros por 2,7 metros, num canil privado que é usado pelas autoridades dos condados de Devon e da Cornualha.
Segundo uma tratadora que trabalhou no canil, a polícia deu instruções para que a cadela não saísse da jaula, uma vez que foi apreendida ao abrigo da lei referente a animais perigosos. "Não podemos, em circunstância alguma, tocar nestes cães, o que é muito difícil", disse Laura Khanlarian à BBC.

Stella pertence a Antony Hastie, que foi a tribunal 11 vezes tentar salvá-la. Segundo disse, a cadela nunca demonstrou sinais de agressividade. No entanto, no dia 8 de fevereiro, foi emitida a ordem judicial para ser abatida, tendo o dono 28 dias para recorrer da decisão.

Allan Knight, da polícia de Devon, referiu que as autoridades já têm devolvido os animais aos seus donos. "Mas há sempre cães que, por alguma razão, não podem ser devolvidos e não podem ser levados a passear devido ao perigo que representam", acrescentou o agente, para concluir: "Estamos limitados pelo processo judicial".

No entanto, não explicou por que motivo Stella foi mantida num espaço tão pequeno, sem hipótese de fazer exercício num período de tempo tão longo.

Um tratamento que contraria as instruções dadas às autoridades pela organização RSPCA (Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals). Num guia de boas práticas que elaborou para a polícia, RSPCA defende que "aos cães deve ser dada a oportunidade de fazer exercício fora da jaula pelo menos uma vez por dia e durante meia hora".

* Barbaridade, mais perigoso que a Stella é o selvagem que a condenou a este cativeiro.

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INSATISFEITOS

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Fevereiro 2016 - Desporto

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HOJE NO    
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

A economia portuguesa desde a crise
 em cinco gráficos

O que se passou desde 2010, o ano que antecedeu a intervenção da troika? A economia afundou e ainda não recuperou tudo e há alterações de estrutura que, a manterem-se, serão decisivas para o futuro: as exportações são as vedetas.

Em 2015, a economia portuguesa cresceu 1,5%, deixando o produto interno anual nos 179 mil milhões de euros, o que, em termos reais, representa apenas 95,4% do valor de 2010 – o ano que antecedeu a intervenção da troika – e se aproxima do PIB de 2002. Ou seja, mesmo com dois anos de recuperação (2014 e 2015), Portugal ainda está a produzir mais ou menos o mesmo que no início do século XXI.

Esta evolução traduz várias dinâmicas distintas na economia após 2010, sendo a mais virtuosa o significativo crescimento das exportações, que estão hoje 29% acima do valor registado nesse ano. Veja em baixo as evoluções também no consumo privado e público, no investimento e nas importações.



* Esta é uma parte da herança deixada pelo anterior governo, os cambalachos com a conivência de autoridades europeias mais agravam o panorama.

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DEDICAÇÃO




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HOJE NO
"DESTAK"
António Barroso declarado "venerável"
 a 8 de março a caminho da beatificação

O antigo bispo do Porto António Barroso vai ser declarado "venerável" a 8 de março, no âmbito do respetivo processo de beatificação, informou hoje o presidente da Assembleia Municipal de Barcelos. 
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GALILEU NÃO FOI VENERÁVEL
Duarte Nuno disse à Lusa que a notícia da declaração de "venerável" lhe foi adiantada por Amadeu Araújo, vice-postulador da causa de beatificação de António Barroso.

"É uma excelente notícia para o concelho de Barcelos em geral e, em particular, para a freguesia de Remelhe, onde António Barroso nasceu", referiu Duarte Nuno. 

* Que seria da igreja católica se fosse mais parca neste tipo de folclore, seria mais útil.

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A situação dos migrantes 
em Calais

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* Uma produção AFPBR

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HOJE NO
 "i"

Óscares: 
‘O Caso Spotlight’ venceu melhor filme

‘O Caso Spotlight’ venceu o Óscar de Melhor Filme deste ano. O filme de Tom McCarthy recebeu ainda o prémio de Melhor Argumento Original.
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Após cinco nomeações, Leonardo DiCaprio arrecadou o Óscar de Melhor Ator Principal, pela sua interpretação em ‘Renascido’. O realizador do filme, Alejandro González Iñárritu, venceu o prémio de Melhor Realizador. O mexicano torna-se assim no terceiro realizador a receber este galardão pelo segundo ano consecutivo, a par de John Ford e Joseph L. Mankiewicz.
O Óscar de Melhor Atriz Principal foi para a norte-americana Brie Larson, pelo seu papel em ‘O Quarto’, enquanto que a sueca Alicia Vikander arrecadou o Óscar de Melhor Atriz Secundária pelo filme ‘A Rapariga Dinamarquesa'. Já Mark Rylance venceu o prémio de Melhor Ator Secundário pela sua interpretação em ‘A Ponte dos Espiões’.

Mas o filme que mais estatuetas arrecadou – mais precisamente seis – foi ‘Mad Max: Estrada da Fúria’.

Aos 87 anos, o italiano Ennio Morricone venceu o Óscar de Melhor Banda Sonora, pelo filme de Quentin Tarantino, ‘Os Oito Odiados’.

Também no campo da música, Lady Gaga interpretou, durante a cerimónia, ‘Till It Happens To You’, que faz parte da banda sonora do filme 'The Hunting Ground', mas foi o britânico Sam Smith quem levou para casa o Óscar de Melhor Canção Original, por 'Writing's on the Wall', do filme 'Spectre'.

Chris Rock foi o anfitrião da 88ª cerimónia dos Óscares decorreu este domingo, no Dolby Theatre em Los Angeles.

* Tudo previsível e  agora até para o ano, vá ao cinema, os filmes devem ser vistos em salas adequadas e sem pipoqueiros.


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TRIUNVIRATO


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HOJE NO
"A BOLA"
Atletismo
Ana Cabecinha diz 
que caiu numas escadas

A marchadora Ana Cabecinha revelou ter sofrido uma queda numas escadas, com avaliação hospitalar posterior, mas sem gravidade, tendo sido forçada a desistir nos Nacionais de marcha.
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Numa mensagem no Facebook, a atleta olímpica reconheceu que «nem devia ter participado». «A chuva, o frio, o granizo e o percurso pioraram a dor», levando-a a desistir.

«Fui levada ao hospital de Leiria, onde fiz exames. Nada partido, só um traumatismo torácico, uma paragem de três, quatro dias e medicação», disse.

Inês Henriques ganhou a prova e tornou-se a quinta marchadora com mínimos para os Jogos Olímpicos.

* Desejamos  as melhoras, a "marcha" precisa dela.

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ACIDENTE IMPRESSIONANTE

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  HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Presidente da ERC diz que
 "jornalismo do cidadão é uma treta"

O presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social, Carlos Magno, disse hoje que no futuro o jornalismo de qualidade tem de ser pago e considerou que o chamado "jornalismo do cidadão", com recurso sobretudo às redes sociais, "é uma treta".
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O responsável pela entidade que regula a comunicação social participou hoje na conferência organizada em Lisboa pela TSF, que assinala os 28 anos passados sobre a criação da rádio por Emídio Rangel, tendo considerado que as principais fragilidades atuais da comunicação social são "a proletarização dos jornalistas e a profissionalização das fontes".

Carlos Magno fez ainda fortes críticas ao jornalismo que faz uso intensivo do que se passa nas redes sociais, afirmando que hoje há a figura do "jornalista enviado especial à Internet".

"É preciso dizer que o jornalismo do cidadão é uma treta. O jornalismo custa dinheiro, tem de ter ética, código deontológico, tem de ser remunerado e tem de se perceber que custa dinheiro", afirmou o atual presidente da ERC, que enquanto jornalista participou na fundação da TSF.

Apesar de dizer que compreende que hoje a comunicação social passa por uma crise "terrível", com falta de dinheiro, considerou também que no futuro quem quer bom jornalismo vai ter de perceber que tem de o pagar.

"Vai ser preciso pagar o jornalismo que queremos consumir se queremos qualidade", realçou.

Críticas muito semelhantes também foram feitas, nesta conferência da TSF, pelo historiador e político Pacheco Pereira, ao afirmar "redes sociais não produzem jornalismo" e que é essencial o jornalista profissional para fazer o "trabalho de mediação sobre a matéria do mundo".

* Quem dá cabo do jornalismo de qualidade não são as redes sociais, são os patrões das empresas que salvo raras excepções é gente pouco séria.

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