sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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16.O QUE NÓS


"APRENDEMOS"!




ESGRIMA





Na etiqueta "PEIDA E DESPORTO" estamos a apresentar regras de várias modalidades desportivas e olímpicas desde 13 de Novembro de 2015. .
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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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7- VIDA ETERNA





* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
GNR apanhou 40.000 condutores 
com excesso de álcool em 2015 

Mais 3.448 (9,4 por cento) do que em 2014. 

Perto de 40.000 condutores foram apanhados com excesso de álcool pela GNR em 2015, sendo que 11.249 incorrerem em crime devido à elevada taxa de alcoolemia, indicou esta sexta-feira a corporação. 
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Os dados foram divulgados pela Guarda Nacional Republicana, numa altura em que realiza mais uma vez a operação "Baco" de fiscalização à condução sob influência do álcool e drogas. A GNR detetou 39.916 condutores com excesso de álcool em 2015, mais 3.448 (9,4 por cento) do que em 2014, quando foram apanhados 36.468 automobilistas. 

Dos 39.916 condutores detetados com álcool no ano passado, 28.667 incorrem numa contraordenação e 11.249 num crime, uma vez que apresentaram uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 gramas por litro, segundo aquela força de segurança. 

O maior número de condutores registados pela GNR com excesso de álcool em 2015 verificou-se em Braga (3.633), Aveiro (3.435) e Faro (3.132). Por sua vez, Portalegre foi o distrito onde a GNR apanhou menos condutores com álcool (374). 

A Guarda Nacional Republicana vai intensificar, no sábado e domingo, a fiscalização da condução sob influência de álcool e de substâncias psicotrópicas. Num comunicado, a corporação adianta que as ações de fiscalização vão ser direcionadas para as vias onde as infrações por excesso de álcool são mais frequentes e dão origem a um risco acrescido de acidentes de viação, sobretudo estradas nacionais, regionais e municipais de acesso a estabelecimentos de diversão noturna.

* Mais de 100 bêbedos por dia a conduzir, são dados da GNR, faltam os da PSP.

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3-O LABIRINTO NEGRO

DAS PROFUNDEZAS



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Estudo confirma 
falta de diversidade em Hollywood

Um novo estudo vem trazer mais achas para uma fogueira já escaldada: o sexismo e o racismo em Hollywood parecem ser reais. Números à parte, recorde o que seis atrizes já disseram sobre o tema.

Quase a chegar a mais uma grande noite dos Óscares, já no próximo domingo, um novo estudo vem reatar as chamas de uma controvérsia que, em boa verdade, ainda está longe de arrefecer. Falamos da pergunta que tem assolado a indústria do cinema: há ou não sexismo e racismo em Hollywood?
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O estudo em questão, divulgado a 22 de fevereiro, vem pôr algumas achas numa fogueira ainda com potencial para queimar muita lenha. Da autoria da Universidade da Califórnia do Sul, mostra que existe um problema de inclusão em Hollywood, no sentido em que mulheres, pessoas de cor e a comunidade LGBTI encontram-se muito pouco representadas no setor.

A extensa análise — de nome Comprehensive Annenberg Report on Diversity (CARD) — teve em conta a diversidade das muitas pessoas que contribuem para a realização de filmes, programas de televisão e aqueles emitidos na Internet.

Resultado? Apenas 28,3% das personagens com falas num total de 414 filmes e episódios, emitidos entre 2014 e 2015, foram representadas pelo que os autores do estudo designam de “grupos étnicos e raciais pouco representados”. Mais dados contam a mesma realidade.

Dito isto, o site Daily Worth lembrou-se (oportunamente) das mulheres de nomes e rostos famosos que já discutiram publicamente a falta de diversidade na indústria do cinema, mais concretamente em Hollywood.

É o caso das atrizes Kerry Washington e Jennifer Lawrence — se a primeira é protagonista na série política Scandal, de um enredo bem dramático ao comando de Shonda Rhimes, a segunda já fez de líder dos rebeldes na saga cinematográfica Os Jogos da Fome e recebeu, inclusive, um Óscar de melhor atriz pela participação no filme Guia para um final feliz. 

* Não é pelo facto de os EUA terem um chefe de Estado preto que os americanos deixaram de ser racistas, ultra.

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Como Funciona 
Um Cartão de Crédito



FONTE: PABLO DOCUMENTÁRIOS

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

18 casos de cancro assustam trabalhadores da Segurança Social
 de Vila Franca

Quase metade dos 41 trabalhadores do mesmo serviço da segurança social teve ou tem cancro. Câmara admite mudança de instalações

Os trabalhadores do Serviço Local de Vila Franca de Xira da Segurança Social ameaçam fazer greve por tempo indeterminado, a partir de terça-feira, queixando-se das condições do edifício, às quais associam a existência de 18 casos de cancro nos 41 funcionários daquele serviço. O presidente da Câmara de Vila Franca já admitiu a possibilidade de transferência dos trabalhadores para novas instalações, face às queixas sobre a qualidade do ar no atual edifício.
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A ação de protesto foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (STFPS), que exige que as instalações sejam encerradas e que os trabalhadores sejam transferidos para outras.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita (PS), disse que a autarquia está preocupada e que se encontra a negociar com o Instituto da Segurança Social uma nova localização para estes serviços.

"Não vou dizer que há uma causa-efeito entre as condições do edifício e a incidência de casos de doenças oncológicas. O Instituto Ricardo Jorge está a trabalhar nas instalações para averiguar. De qualquer forma, estamos em contacto com a Segurança Social para saber se há uma solução para transferir as pessoas", referiu o autarca.

Nesse sentido, Alberto Mesquita defendeu que mesmo que se chegue à conclusão de que as condições do edifício nada têm a ver com os casos de doença oncológica, os trabalhadores deverão ser transferidos para outras instalações.

"A questão psicológica é essencial. Queremos encontrar uma solução para conforto, para que as pessoas estejam tranquilas no seu dia-a-dia", argumentou.

Numa resposta escrita enviada à agência Lusa, fonte do Instituto da Segurança Social, referiu que, a partir do momento que tomou conhecimento das apreensões dos trabalhadores, levou a cabo um conjunto de ações nas instalações, nomeadamente a "análise à qualidade do ar e um pedido de intervenção do Instituto Ricardo Jorge".

A mesma fonte acrescentou que se chegou à conclusão de que é necessário "rever o sistema de climatização, incluindo a sua higienização e a sua reativação, para garantir os níveis adequados de qualidade do ar interior".

A Segurança Social adiantou, ainda, que se verificou "um elevado excesso acumulado de papel arquivado, não só em corredores de circulação, mas também em zonas de acesso e também em locais de trabalho".

Por seu turno, em declarações à Lusa, o sindicalista Alcides Teles, do STFPS, disse que a paralisação prevista vai ocorrer até que seja deliberado o encerramento daquelas instalações.

"Estas instalações já estiveram encerradas entre 1998 e 2002 por problemas semelhantes e nem as obras que ali foram realizadas conseguiram resolver a situação. A única solução é encerrar", defendeu.

Alcides Teles referiu que esta situação já foi transmitida à Procuradoria-Geral da República e aos grupos parlamentares.

O sindicalista disse, ainda, que caso esta situação de Vila Franca de Xira não fique resolvida, poderá ocorrer na segunda semana de março um dia de greve de todos os trabalhadores do Centro Distrital de Lisboa da Segurança Social.

* Governos trataram com zelo funcionários da SS de Vila Franca de Xira.

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RUI TAVARES

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 Eu, geringoncista

Já foi notado que alguns apoiantes das convergências à esquerda começaram a usar "geringonça" como um termo de simpática auto-identificação. Fazê-lo ajuda a esvaziar com humor o sentido da palavra, quando usada original e pejorativamente pela direita. E nestas coisas, não interessa quem gerou a palavra; interessa quem lhe tem carinho.

Eu confesso o meu afeto pela geringonça. Desde logo, é mais apelativo do que a expressão consagrada por anos de uso, desuso e abuso à esquerda, a "convergência". Da próxima vez que participar numa convergência à esquerda sou até capaz de dizer: "olha, vamos fazer uma geringonça?".

Acima de tudo, esta geringonça demorou para chegar. Mais de quarenta anos de espera, e os últimos quatro de desespero. Para quem esperou e desesperou (e se mexeu para ver acontecer) é impossível não sentir alguma comoção quando os deputados e deputadas de esquerda se levantam ao mesmo tempo para aprovar um orçamento de estado.

Sim, é um exercício difícil. Mas ninguém disse que ser de esquerda é governar apenas quando for fácil. Sim, ainda há muito para discutir na especialidade. Mas é para isso que aqueles deputados e deputadas lá estão, e já não há como voltar atrás. A partir de agora deixou de haver aquele momento no debate em que se perguntava: "tudo bem, o PCP e o BE não gostam deste orçamento; mas desde quando gostaram de algum?". Mesmo que não se trate verdadeiramente de "gostar", esta pergunta passou a ter resposta a partir de ontem: sabemos com que tipo de orçamento a esquerda se pode comprometer. Nos seus próprios termos, é um orçamento que cumpre com a Constituição, começa a inverter o jugo da austeridade e não põe em causa a presença no euro e na UE. Esse é um dado relevantíssimo para o futuro, porque ninguém — à esquerda ou à direita — poderá fazer de conta que não existiu.

Em boa medida, a direita tem razão numa coisa: sim, este orçamento é definido pela oposição polar ao que foi o governo anterior. Mal estaríamos se não o fosse. A democracia é o regime onde a maioria manda, mas acima de tudo é o regime onde a maioria muda. Quando a maioria não muda, ou muda e não manda nada, a democracia não está a funcionar.

Por isso o discurso adjetivado de Passos Coelho, centrado na ideia da usurpação e ilegitimidade do governo, falha tanto o alvo. De cada vez que uma maioria de esquerda vota junta, está a fazer-se a prova de que esta maioria é o resultado legítimo de um voto democrático. E de cada vez que Coelho se enfia na toca, enfadado, cria mais uma ocasião para a esquerda demonstrar a coesão da sua maioria.

É isso que a direita parece não perceber na descrição que ela própria criou da convergência à esquerda. Não interessa se é geringonça. Interessa se funciona.

Na verdade, geringonça é sempre que alguém tem de chegar a compromisso com alguém para alguma coisa. A coligação PàF também era uma geringonça, mas não suficientemente forte para que os portugueses lhe dessem uma maioria governativa.

Por isso chamem-lhe "geringonça". De cada vez, eu ouço "democracia". O pior de todos sistemas, etc.

IN "PÚBLICO"
24/02/16

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792.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"RECORD"

Tiago Pires retira-se do circuito mundial

Tiago Pires, de 35 anos, anunciou esta sexta-feira em conferência de imprensa a sua retirada oficial do circuito mundial de surf. O melhor surfista português de sempre, que abandonou a World Surf League (principal 'divisão' da modalidade) no final de 2014, não se voltará a tentar requalificar e tem agora na família, que cresceu com o nascimento recente do primeiro filho, a sua principal prioridade.

"Chegou o momento de anunciar o fim da minha carreira como surfista profissional. A principal causa de me retirar está relacionada com o nascimento do meu filho, que fez com que pesasse bastante na decisão. É o grande comunicado da noite", disse 'Saca', numa conferência de imprensa realizada numa loja de surf, na Ericeira.

O surfista, de 35 anos, afirmou que não faz sentido continuar no circuito (WCT), ressalvando que o mar continuará a fazer parte da sua vida.
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"Na minha cabeça não faz sentido continuar no circuito. A minha estratégia e a minha vontade não passa pela competição nem por rankings. É claro, que, o mar continuará a fazer parte dos meus planos, sou como um peixe e adoro estar lá dentro. A diferença é que deixarei de competir na WCT", explicou.

'Saca' enalteceu a importância da nova geração de surfistas portugueses, mostrando-se orgulhoso na hora de passar o testemunho.

"Estou orgulhoso dos nossos surfistas e espero que, ao longo destes anos, tenha dado o meu melhor contributo. Chegou a altura de eles fazerem o seu trabalho e de me sucederem. Eu já fiz o meu papel", disse.

Sobre os laços de amizade que criou ao longo dos anos no circuito mundial, 'Saca' destacou o australiano Mick Fanning, o norte-americano Kelly Slater e o campeão em título, o brasileiro Adriano de Souza, salientando que todos "percebem perfeitamente" a decisão e que prefere sair "por cima e não por baixo".

O surfista português disse ainda "não guardar mágoas", que passou por "momentos bastante bons" e assistirá agora à modalidade como adepto, lembrando também o melhor momento da carreira, quando venceu o nove vezes campeão do mundo, Kelly Slater, em 2008, na Indonésia.

A terminar, Tiago Pires revelou que o seu projeto inicial pós carreira será um documentário sobre si e a modalidade.

"Posso revelar que o meu primeiro grande projeto vai ser um documentário bibliográfico, que será lançado no final do ano. Retratará a minha vida e a evolução do surf em Portugal", concluiu.
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* As maiores felicidades no desempenho da próxima modalidade, ser pai.

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3-PIXO


PICHAÇÃO E PICHADORES
 




Documentário sobre pichação e pichadores, O impacto da pichação como fenômeno cultural na cidade de São Paulo e sua influência internacional como uma das principais correntes da Street Art.

O filme participou da exposição Né dans la Rue (Nascido na Rua), da Fondation Cartier pour l'Art Contemporain, em Paris.

O documentário mostra a realidade dos pichadores, acompanha algumas ações, os conflitos com a polícia e mostra um outro olhar sobre algumas intervenções já muito exploradas pela mídia. O filme não traz respostas, mas fornece argumentos para o debate: Pichação é arte ou é crime?

FONTE: BON VIVANT



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5-PORTUGAL

1975 E AGORA

NASCIMENTOS FORA
DO CASAMENTO



 ESPERANÇA DE VIDA
 AOS 65 ANOS



TAXA DE ANALFABETISMO



POPULAÇÃO COM
ENSINO SUPERIOR



Como era Portugal em 1975? E como é nos dias de hoje? Uma série de episódios, numa cooperação entre a Pordata e a RTP, explicam como é que o país mudou ao longo dos últimos 40 anos.


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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Chumbado direito de tendência
 dentro da CGTP

A maioria dos 730 congressistas da CGTP chumbou, esta sexta-feira, alterações aos estatutos da central sindical, que permitiriam o direito de reconhecimento, representação e participação das tendências socialista, bloquista e independente.

Contra as alterações propostas por sindicatos afetos a essas correntes votaram 674 congressistas. A favor houve 44 votos e 11 de abstenção.

Já a proposta apresentada pelo Conselho Nacional, que passa pela manutenção do atual cenário, foi aprovada por maioria com apenas 11 abstenções.
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A votação seguiu-se a um aceso debate sobre as reivindicações dos sindicalistas socialistas, bloquistas e independentes, que exigem ter mais peso nos órgãos internos CGTP. Essa discussão está a marcar o arranque do 13.º congresso da Intersindical, em Almada, com grande parte dos congressistas a aplaudirem entusiasticamente quem critica as correntes minoritárias.
A maioria, de tendência comunista, acusa esses grupos de querer reformatar a central sindical, quando estes exigem a possibilidade de várias listas candidatas ao Conselho Nacional em vez de uma só.

Estatutos cumprem direito de tendência
O conselheiro nacional da CGTP Joaquim Dionísio alertou os 730 congressistas que essas intenções aumentam o risco da Intersindical se transformar numa organização "partidarizada e pulverizada em tendências", notando que há muito que tais correntes têm o reconhecido peso interno.

"O direito de tendência tem consagração constitucional desde 1982 e os estatutos da CGTP-IN cumprem este requisito, sem que se tenha levantado qualquer objeção quanto ao modo como a matéria estava e está a ser regulada", começou por dizer o dirigente, chamando depois à atenção que, "só quase 30 anos depois da constitucionalização do direito de tendência, foi iniciado um ataque baseado numa mudança de interpretação que só pode ser entendida como assentando em motivações políticas destinadas a fragilizar o movimento sindical".

"As organizações patronais não estão obrigadas a consagrar o direito de tendência. Porque será?", questionou Joaquim Dionísio.

Em causa está, já há alguns anos, a intenção dessas correntes poderem constituírem-se em listas autónomas, que pudessem colocar membros no Conselho Nacional de acordo com os resultados eleitorais no congresso. E não continuar a existir uma lista única, onde cada uma dessas tendências minoritárias tem direito a um número específico de representantes.

Na quinta-feira, estes grupos emitiram um manifesto, onde apelavam que "não se perdesse a oportunidade" desde congresso permitir uma maior democracia interna.

O histórico líder da Fenprof, Mário Nogueira, assumiu-se esta tarde contra esse objetivo. "Uma coisa são as posições dos dirigentes 'per si', outra coisa coisa é a posição de cada direção sindical e outra, bem diferente, seria a que decorreria de tendências internamente organizadas e que usariam os recursos da central para poderem funcionar", disse o dirigente sindical dos professores.

"Não ponho em causa a diversidade de opiniões. Temo-la dentro da nossa federação e damo-nos bem com isso, ainda que mutas vezes não facilite a decisão", explicou, defendendo que "as correntes de opinião são legítimas mas representam outra coisa: representam os cidadãos noutro dos seus mais democráticos direitos".

"Nunca os trabalhadores, como se disse aqui, que são os donos da CGTP, nos perdoariam se saíssemos deste congresso com o 'T' de trabalhadores da nossa CGTP travestido de outra coisa que se chamasse 'tendência'", apontou.

"Receio infundado"
Na defesa das propostas que visavam a alteração dos estatutos, João Carlos Tomás, da Comissão Executiva da CGTP e presidente do Sindicato dos Têxteis da Beira Alta, referiu que o uso do "Método de Hondt" na eleição para o Conselho Nacional seria "mais responsável, mais representativo e a sua aplicação traria mais exigência de trabalho, unidade e democratização dos órgãos".

"Já existem na CGTP organizações que aplicam este método, que não têm quaisquer problemas e tem sido um fator de coesão fundamental", advogou, tal como Joaquim Piló, do Sindicato Livre dos Pescadores e Profissões Afins. "Poderá surgir o receio que possa criar fraturas e colisão entre correntes político-ideológicos. É um receio infundado reconhecerem-se correntes pelos estatutos", referiu este segundo sindicalista, frisando que "esse método é mais responsável e mais representativo".

Deste 13.º congresso da CGTP, na margem sul, sairá a eleição do novo Conselho Nacional, com 147 membros, que, ao tomar posse, na próxima semana, elegerá a Comissão Executiva. Deste órgão, de 29 elementos, sairá o Secretariado Nacional - com seis pessoas. Por fim, sairá desse grupo mais restrito a escolha do secretário-geral, que continuará a ser, ao que tudo indica, Arménio Carlos.

* A unicidade sindical  continua a ser a "virtude" da central sindical.

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João Pedro Pais

Ninguém é de ninguém


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HOJE NO   
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo quer usar plano Juncker para
. modernizar linha ferroviária de Cascais

A modernização da linha é o primeiro projecto público que pode vir a ganhar dinheiro do plano de investimentos europeus. O anterior Governo orçou o projecto em 160 milhões de euros.

Lisboa quer modernizar a linha ferroviária de Cascais e pode vir usar o Fundo Europeu para Investimentos Estratégico para financiar o projecto.

"O Governo já disse que gostava de financiar a modernização da linha de Cascais, uma linha ferroviária que precisa de uma modernização importante", disse o ministro do Planeamento e das Infraestruturas esta sexta-feira, 26 de Fevereiro.

"Este é um dos projectos que gostaríamos de candidatar ao Plano Juncker", afirmou Pedro Marques, sublinhando que o Executivo ainda está a estudar quais os projectos que pode candidatar.

A modernização da linha ferroviária de Cascais era um dos projectos identificados no Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas 2014-2020 (PETI3+), aprovado pelo Governo de Passos Coelho em 2014.


Este projecto era um dos vários projectos da área dos transportes e infra-estruturas que o Governo de Passos Coelho identificava como prioritário. O custo da modernização estava então orçado em 160 milhões de euros, financiados por dinheiros públicos.

Ao comentar este plano, Pedro Marques deixou críticas ao anterior Executivo. "Essa lista foi enviada para Bruxelas relativamente impreparada. Identificava todos os investimentos, era um cardápio onde cabia tudo", afirmou à margem da conferência sobre o Fundo Europeu para os Investimentos Estratégicos (EFSI, na sigla em inglês).


Questionado sobre se o Governo pretende enviar uma nova lista de infra-estruturas para Bruxelas, o ministro foi peremptório: "Eu acho que não vamos lá com listas. Pegar num cardápio de medidas e ir buscar todas as medidas que nos lembremos e enviar para Bruxelas, teve um péssimo resultado".

Para o Governo, o ideal agora é preparar as candidaturas, "apostar muito no investimento privado em plataformas de investimento".

* Modernizar a linha é importante para os muitos milhares de habitantes dos concelhos de Oeiras e Cascais e para o turismo já que o percurso à beira rio e mar é bem aprazível.

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  ATERRANDO

NUM PORTA-AVIÕES 


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HOJE NO 
"DESTAK"

Obras de Miró e de Vieira da Silva
 são para ficar em Portugal 

O ministro da Cultura, João Soares, afirmou hoje que procurará soluções para que o acervo de obras de Joan Miró, que pertencia ao antigo BPN, fique em Portugal "para todo o sempre". 
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Na discussão da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2016, na Assembleia da República, João Soares reforçou a intenção de manter aquelas obras em Portugal, mesmo que a solução a encontrar possa ter "repercussões de natureza patrimonial e financeira", em termos orçamentais. 

 "A coleção Miró foi enviada para fora do país em condições de ilegalidade absoluta e tentaram colocar à venda num dos maiores leiloeiros internacionais - a Christie's - quando é particularmente importante e é património do Estado português, por via da nacionalização do BPN, a cujo acervo patrimonial pertencia", sublinhou João Soares. 

* Corajoso, aplaudimos! Mandem o Nogueira Leite para leilão, é uma boa peça.

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RESOLVA


O PUZZLE


Coffee

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HOJE NO
 "i"

Crise. 
Construção civil está a dias 
de cair no abismo

Obras públicas terminam dentro de poucos meses. Em risco ficam cerca de sete mil postos de trabalho. Túnel do Marão fica pronto já em março

Com as obras do Túnel do Marão e das barragens de Salamonde e da Venda Nova a terminar, mais de sete mil trabalhadores do setor da construção civil têm os postos de trabalho ameaçados. As obras na serra do Marão acabam já em março. As barragens, dentro de apenas três ou quatro meses.
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Ao i, Albano Ribeiro, presidente do Sindicato da Construção Civil, explica que esta realidade vai ser um problema já a curto prazo e que é necessário que sejam tomadas medidas urgentes para evitar este cenário.

Mas este número diz apenas respeito a obras públicas como as barragens, cujas obras estão a terminar. Em relação à generalidade do setor, o responsável pelo sindicato deixa claro que o número de postos de trabalho em risco pode chegar aos 50 mil. “Se contarmos com todas as dificuldades do setor, não nos podemos esquecer das pequenas obras, que representam cerca de 70% do trabalho. Por isso, este ano, se nada mudar, está em causa a vida de aproximadamente 50 mil trabalhadores”, explica, acrescentando que, apesar de ainda não ter data, já está decidida uma reunião com o executivo de António Costa.

2015 foi o pior ano
Para o mercado das obras públicas, 2015 foi o pior ano desde a entrada da troika em Portugal. O alerta foi dado no início deste mês pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), que diz que os dados falam por si: as promoções de concursos de obras públicas caíram 22% face a 2011 e o volume de contratos celebrados registou uma quebra de 35% em relação a 2014.

Mas o impacto não se fica por aqui. O despedimento coletivo de 500 pessoas anunciado, em dezembro de 2015, pela Soares da Costa é revelador da crise que se faz sentir há anos no setor da construção civil, agravada nos últimos meses com a falta de encomendas e pagamentos no mercado angolano (ver texto ao lado).

As dificuldades têm-se acentuado, aliás, de ano para ano. Se recuarmos até 2002, estavam nesta atividade 618 mil pessoas, um número que foi caindo desde então. No terceiro trimestre de 2015 havia apenas 276 mil trabalhadores no setor.

Caso Soares da Costa 
O custo previsto para o despedimento coletivo de 500 pessoas era de 18 milhões de euros em indemnizações. Cerca de 65% dos trabalhadores abrangidos estão em Portugal e os restantes estão sobretudo no Brasil, explicou ao i fonte oficial do grupo, garantindo que não estão previstas outras reduções de pessoal. “Com esta medida, a empresa fica ajustada à sua atividade atual. A empresa perde por ano 60 milhões de euros e, por isso, não pode ter 200 pessoas em casa durante dois anos a receber”, justificou na altura em que foram anunciadas as medidas de reestruturação da empresa.

Fecho de empresas 
Analisando o período entre 2007 e 2014, o total de pessoas a trabalhar na construção caiu de 527 mil para 276 mil, o que significa que, em apenas seis anos, o setor da construção ficou quase sem metade dos postos de trabalho que tinha.

Esta evolução reflete o impacto e a persistência da crise neste setor. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística, o ano mais crítico dos últimos seis foi o de 2012, com uma queda de 15,5% no total do emprego nesta área. Mas este é apenas um dos vários sintomas. Lado a lado com a quebra no emprego está o desaparecimento de 45 mil empresas entre 2008 e 2013.

De acordo com a AICCOPN, só este ano estão em risco mais 8500 empresas. Por isso, patrões e trabalhadores pedem que a situação seja revista e que sejam aplicados fundos comunitários. Para Albano Ribeiro, uma das soluções pode ser a aposta na reabilitação urbana. “Há muitos edifícios que precisam de ser reabilitados. Isto daria emprego a muita gente”, explica.

Recorde-se que, até aos dias de hoje, muitas empresas escapam ao mediatismo por serem de dimensão mais reduzida, mas mesmo dentro das maiores empresas de construção, o caso da Soares da Costa não é inédito. Em outubro, também a Somague anunciou que iria despedir cerca de 273 trabalhadores no âmbito de um processo de reestruturação, igualmente motivado pela retração em Angola, Moçambique e Brasil.

Fundos comunitários 
No início deste mês, Reis Campos, presidente da AICCOPN, explicou que, para este ano, as perspetivas não são animadoras. E a solução pode ter de passar pelos fundos comunitários disponíveis. “Sabemos que o Orçamento do Estado não pode contemplar verbas para as obras públicas, mas devemos aproveitar o programa Portugal 20/20 e o plano Juncker.”

O setor terminou 2015 com um total de 1237 milhões de euros de concursos de obras públicas – um valor inferior ao que foi alcançado em 2011, altura em que Portugal recorreu à ajuda externa.

* 2015 foi o pior ano, o ano em que  os "pàfistas" diziam que Portugal está melhor.

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A vida num 
desenho



FONTE: EU FICO LOKO

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HOJE NO
"A BOLA"

FIFA
Fernando Gomes felicita Infantino
 e lembra que FIFA estava 
«em risco de implodir»

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) felicitou Gianni Infantino pela eleição para a presidência da FIFA.
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«Infantino recolheu o apoio ativo da FPF desde a primeira hora porque entendemos que é alguém capaz de implementar as reformas de que a FIFA necessita, em defesa do futebol mundial», diz, recordando o «trabalho extraordinário» de Infantino realizou na UEFA, «fundamental no desenvolvimento da organização e das federações».

Fernando Gomes lembra que a FIFA «é uma organização ferida, que necessita de uma liderança forte e credível», a viver «momento delicado» devido aos escândalos de corrupção que envolvem o organismo, pelo que «foi grande a disponibilidade da FPF no sentido de construir uma solução sólida que ajudasse a mudar o organismo que dirige o futebol mundial».

«Há um ano, por ocasião da candidatura de Luís Figo, deixámos claro que era urgente discutir, debater e fazer diferente. Por saber o que se passava na FIFA, a FPF tornou pública a sua discordância em relação ao processo eleitoral de 29 de maio, próprio de uma organização que estava desligada da realidade e fechada sobre si própria. Uma organização que corria o risco de implodir», recorda.

O apoio do futebol português a Infantino ficou patente em Londres, quando o suíço se fez acompanhar de Fernando Gomes, José Mourinho e Luís Figo (na foto) na apresentação da candidatura, a 1 de fevereiro. Onofre Costa, ex-diretor da FPF, é assessor de imprensa Infantino, ambos deram sentido abraço em Zurique quando o suíço foi eleito novo presidente da FIFA.

«Nessa altura prometemos continuar a pugnar por uma FIFA diferente, uma FIFA democrática e transparente que coloque os interesses do futebol acima de todo e qualquer interesse pessoal. Foi o que fizemos com redobrado empenho nos últimos meses. A eleição de Infantino representa uma nova oportunidade para a FIFA e a FPF continuará disponível para ajudar a pensar e construir o novo edifício do futebol mundial», rematou Fernando Gomes.

* Precisa-se uma direcção séria

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O LÁPIS







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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Serviço Regional de Saúde da Madeira
. precisa de 400 enfermeiros

O presidente do Sindicato dos Enfermeiros da Madeira afirmou hoje que o Serviço Regional de Saúde (Sesaram) precisa de 400 enfermeiros para suprir as atuais necessidades dos serviços, que estão "em carência" desde 2010.
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O executivo madeirense abriu um concurso público de admissão de 64 novos profissionais para contrato a termo incerto, mas, para o sindicato, o número é insuficiente.

As contratações “não vão resolver o problema de fundo, indo apenas minimizar a grave carência de enfermeiros que já vem desde 2010/2011", apontou Juan Carvalho no final de uma reunião com a Secretária Regional da Inclusão e Assuntos Sociais, Rubina Leal, no Funchal.

No entanto, o responsável considerou a medida “positiva” e reconheceu que "a situação não pode ser resolvida de um dia para o outro".

O sindicato acredita, apesar de tudo, que a região tem "condições para, no espaço da atual legislatura, admitir os 400 enfermeiros que neste momento são necessários para o Sesaram".

A reunião com a secretária serviu também para abordar a falta de enfermeiros em dois lares tutelados pela Segurança Social da Madeira - Lar de Santa Isabel e Lar da Bela Vista, ambos no Funchal -, "num setor em que as necessidades em cuidados de enfermagem estão progressivamente a aumentar".
Juan Carvalho afirmou ter tido a garantia da parte da secretária de resolver os problemas que afetam os lares.

No Lar de Santa Isabel “existem 280 utentes, muitos com altas dependências, e há enfermeiros contratados a termo ou em estágio profissional, algo que não se compagina", apontou como exemplo.
O responsável ressalvou ainda a necessidade, após a admissão de enfermeiros, "encontrar formas de fixação dos profissionais nestas instituições de forma permanente".

Para estas duas instituições, indicou, serão necessários 60 enfermeiros, quando, neste momento, são servidas por 30 profissionais.

* E andamos a exportar enfermeiros para o estrangeiro...


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