domingo, 14 de fevereiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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"ALTA


ANSIEDADE"!


5 - A MATEMÁTICA DO CAOS

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ÚLTIMO EPISÓDIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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6-VALENTINS




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João Soares


16 anos

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IN "GOT TALENT" 2015 - RTP1


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5-VALENTINS



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XII- ERA UMA VEZ O HOMEM

2-AS VIAGENS DE

MARCO POLO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4-VALENTINA



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Achenyo Idachaba


  Como transformei

uma planta nociva

num próspero negócio



O aguapé pode parecer inofensivo, e até ser uma planta bonita, mas, na verdade, é uma erva daninha aquática que entope as hidrovias, impedindo o comércio, interrompendo as aulas na escola e atrapalhando a vida cotidiana.
Achenyo Idachaba, uma empreendedora "verde", viu nesse flagelo uma oportunidade. 
Acompanhe sua jornada na transformação de ervas daninhas em tramas maravilhosas.

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3-VALENTIM



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PAULO TRIGO PEREIRA

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O interesse nacional e 
as alternativas de política

As alternativas de política entre o anterior governo PSD/CDS e o atual governo PS não está, sejamos claros, no compromisso em relação à consolidação orçamental (quer no défice quer na dívida)

1. Há matérias de interesse nacional que não devem ser postas em causa pelos atores políticos e há matérias que devem fazer parte da luta política. A política, nunca é demais reafirmá-lo, tem de ser cooperação e competição. Se não o for todos perderemos. Um tópico que considero dever ser afastado da luta política é o diagnóstico dos desequilíbrios macroeconómicos do país e, em particular, do peso da dívida pública no PIB, o qual, todos concordarão, colocam Portugal nos radares dos mercados financeiros. Os dados são conhecidos de todos. O peso da dívida pública (liquida de depósitos) tem vindo sempre a aumentar tendencialmente há mais de uma década e está a níveis preocupantes.

Dediquei um dos meus livros ao problema da evolução da dívida pública e não repetirei os argumentos aqui. Importa apenas referir que a situação atual resulta de uma combinação de más decisões políticas nas últimas décadas, de um fraco crescimento económico, em parte explicado por uma arquitetura deficiente da zona euro que urge ir corrigindo em parte pelo fraco crescimento da produtividade e competitividade. Porém, os problemas não se reduzem à dívida pública. Os encargos líquidos com as parcerias público-privadas (PPPs) atingirão o seu máximo em 2016 e manterão níveis elevados nesta legislatura. Os resgates e as injeções de capital no sistema financeiro (cujo caso mais recente é o BANIF) são parte da responsabilidade desta dinâmica da dívida. Uma outra componente estrutural que tem contribuído para esta evolução é a situação de algumas empresas do sector empresarial do estado reclassificado (SEEr). Em 2015, cerca de um quinto do défice orçamental (contabilidade publica) é da responsabilidade do SEEr o que mostra a importância da evolução da situação financeira deste sector nos défices passados (e futuros), e logo na dívida pública.

Há e haverá decerto lugar para debate político quer sobre as causas do peso da dívida, quer sobre as suas possíveis soluções. Faz parte das nossas divergências e é salutar que assim seja. O que considero que deve ser o mais consensual possível é o diagnóstico da situação atual e a vulnerabilidade a que o país está sujeito dado o nível de endividamento público e a necessidade de nos financiarmos nos mercados externos. Outro facto indiscutível é que a “almofada financeira” de que o país dispunha reduziu-se pela solução BANIF e que os depósitos do Tesouro não cobrem as necessidades (brutas) de financiamento do país em 2016. Daqui que, hoje como ontem, a estabilidade financeira do país depende da estabilidade dos mercados. Esta semana assistiu-se a uma subida dos juros da dívida em antecipação à decisão do eurogrupo e assiste-se já hoje a uma descida significativa após esta decisão ser conhecida. É do interesse nacional a estabilidade financeira do país e todos devemos estar cientes disso e evitar declarações alarmistas.

2. As alternativas de política entre o anterior governo PSD/CDS e o atual governo PS não está, sejamos claros, no compromisso em relação à consolidação orçamental (quer no défice quer na dívida). Este governo tem um claro objetivo de redução do défice orçamental e da dívida pública, como plasmado no OE2016 e de cumprir as regras europeus (embora a prazo deve almejar alterá-las). Esse objetivo, que se tornou mais ambicioso após negociação com a Comissão Europeia, seria muito menor caso a meta do défice de 2,7% do PIB tivesse sido alcançada em 2015. Nesse caso a redução do défice para 2,2% do PIB seria, em 2016, bastante mais reduzida. Mas como andará pelos 3% (sem BANIF) o esforço de consolidação orçamental será muito maior.

A alternativa de políticas, consubstanciadas neste OE do PS, é sobretudo a três níveis: a orientação de política económica, a estratégia de redução das desigualdades e de promoção da justiça social, e a requalificação do Estado. Ao contrário da anterior legislatura, em que a política económica era orientada apenas para a procura externa, contraindo a procura interna, e em que se pretendia reduzir a dívida pública com inúmeras privatizações (cujo encaixe foi significativamente superior ao exigido no memorando com a troika), a estratégia iniciada neste OE é de redinamizar a procura interna – nomeadamente através da devolução e aumento dos rendimentos do trabalho – de requalificar o Estado e de acelerar a execução dos fundos estruturais bem como melhorar os custos de contexto das empresas (SIMPLEX) para promover o investimento. Não é pelas privatizações que se resolverá o problema da dívida e este governo não pretende fazê-las, antes pelo contrário pretende ou revertê-las (caso da TAP) ou impedi-las como seria o caso, na presença de um governo PSD-CDS em que provavelmente o Estado perderia também a maioria do capital que agora detém (caso dos sistemas multimunicipais das águas “em alta”). Como referi anteriormente os instrumentos de política fiscal e contributiva utilizados são seletivos e promovem a justiça social, o que agora é reforçado com medidas adicionais e inovadoras de combate à evasão contributiva na segurança social.

Acabo como comecei. Em política, temos sempre de saber onde está o interesse nacional e onde está o campo natural da luta política e das alternativas democráticas.

P.S. Não posso deixar de mencionar aqui uma “importante” notícia surgida em vários órgãos de comunicação nesta semana. A aparente contradição entre o ministro das Finanças e Paulo Trigo Pereira em torno do nível de fiscalidade, quando falámos de coisas distintas. O jornal Público esclareceu devidamente a diferença entre falar sobre a carga tributária (receitas fiscais no PIB) que neste OE desce (-0,2% do PIB), como referiu Mário Centeno, e de falar de nível de fiscalidade (receitas fiscais mais contribuições sociais no PIB) que se mantém praticamente estável (variação de 0,1% do PIB) devido ao aumento das contribuições sociais, essenciais ali. Curiosamente também referi, sublinhei e reafirmei a descida das receitas fiscais no PIB, mas isso não “passou” na maioria dos media.

IN "OBSERVADOR"
12/02/16

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782.UNIÃO



EUROPEIA



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2-VALENTINA

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CONFLITO E NEGOCIAÇÃO


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Animação desenvolvida por Giulia Pizzignacco, para apresentação do trabalho sobre Conflito e Negociação nas organizações. Faculdade de Economia e Gestão. Curso de Gestão de Recursos Humanos. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia.

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19-OS PRESIDENTES


HISTÓRIA DA REPÚBLICA

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* Iniciámos a série a cerca de três meses das eleições para a Presidência da República revelando a história deste órgão de soberania, os seus intervenientes desde a sua génese.
Dia 09/03 toma posse o novo Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa.


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1-VALENTIM



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DORA RODRIGUES

Os Pescadores de Perolas

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GEORGE BIZET
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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Mais de dois terços dos que tomam
. antidepressivos não têm depressão

Um estudo norte-americano descobriu que 69% das pessoas medicadas com o antidepressivo mais prescrito não cumprem os critérios clínicos para o diagnóstico da depressão

Mais de dois terços das pessoas que tomam antidepressivos podem nem sofrer de depressão. É esta a conclusão de um novo estudo publicado no Jornal Científico de Psiquiatria Clinica.

Os investigadores descobriram que muitos médicos não usam os critérios oficiais para prescrever os medicamentos: além dos 69% que tomam antidepressivos sem sintomas correspondentes aos critérios de uma depressão clinica, outros 38% não sofriam de qualquer outro problema mental, como transtorno obsessivo-compulsivo, pânico ou ansiedade.
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Os investigadores norte-americanos estudaram pessoas que tomavam inibidores seletivos da recaptação da serotonina (SSRI), o medicamento antidepressivo mais prescrito para tratar depressão e outras doenças psiquiátricas por ter menos efeitos secundários comparando com outro tipo de antidepressivos.

Desde 1998 que a prescrição de antidepressivos triplicou nos países mais ricos do mundo segundo um estudo da Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento (OCDE). 

A Islândia é o país com maior número de medicamentos prescritos, com 106 doses por dia para cada 1.000 habitantes em 2011, em oposição a 71 na década anterior. Seguem-se a Austrália, Canadá, Dinamarca, Suécia e Portugal. 

"Todos nós temos períodos em que experienciamos stress, tristeza e auto-dúvida. Isto não faz de nós doentes mentais, apenas seres humanos", comenta Howard Forman, diretor médico do Serviço de Consulta de Vícios no Centro Médico de Montefiore, em declarações ao Daily Mail.

Por cá, a Direção Geral de Saúde classifica como sintomas mais comuns de depressão, os seguintes:
  • Modificação do apetite (falta ou excesso de apetite);
  • Perturbações do sono (sonolência ou insónia);
  • Fadiga, cansaço e perda de energia;
  • Sentimentos de inutilidade, de falta de confiança e de auto-estima, sentimentos de culpa e sentimento de incapacidade;
  • Falta ou alterações da concentração;
  • Preocupação com o sentido da vida e com a morte;
  • Desinteresse, apatia e tristeza;
  • Alterações do desejo sexual;
  • Irritabilidade;
  • Manifestação de sintomas físicos, como dor muscular, dor abdominal, enjoo.

* Esta notícia é gravíssima, põe em causa a ética médica e transforma-se a prescrição em aviamento. A Ordem dos Médicos sempre tão ágil a levantar problemas e tecer críticas, o que vai dizer deste envenenamento silencioso.

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Justin M. Lewis e Luke Spring

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2011 DC Tap Festival
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Icebergue provoca morte de 150 mil
. pinguins na Antártida

Cerca de 150 mil pinguins-de-Adélia morreram desde que um icebergue gigante encalhou na Antártida, colocando estes pinguins demasiado distantes da zona onde conseguiriam procurar alimento, segundo um estudo científico.

A colónia desta espécie de pinguins vive no Cabo Denison, situado na baía de Commonwealth, no leste da Antártida. O icebergue B09B com 100 quilómetros quadrados -- superfície quase equivalente à da cidade de Paris -- encalhou na baía de Commonwealth em dezembro de 2010.
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Em fevereiro de 2011, a população de pinguins-de-Adélia era de cerca de 160 mil, mas a chegada do icebergue forçou os pinguins a percorreram mais 60 quilómetros para chegarem ao local onde encontram alimento, o que veio dificultar o processo de reprodução.

Segundo um artigo de investigadores australianos e neozelandeses divulgado na publicação científica Antarctic Science, esta população de pinguins pode estar erradicada dentro de 20 anos, a menos que o icebergue B09B se mova ou desloque ou que a camada de gelo costeiro se quebre.

No recenseamento realizado em dezembro de 2013, os investigadores observaram centenas de ovos de pinguins abandonados: "o solo estava cheio de carcaças ressequidas pelo frio".

"Agora há um silêncio preocupante", disse um dos investigadores, acrescentado que os pinguins observados no cabo Denison são "incrivelmente dóceis".

"Aqueles que sobrevivem estão claramente a lutar", acrescentam os cientistas, sublinhando que há um grande contraste entre esta colónia de pinguins e a que vive a oito quilómetros da camada de gelo costeira formada pelo icebergue.

* Não somos nem biólogos nem zoólogos mas espanta-nos  e surgem dúvidas que face a este cenário nada se possa fazer.

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RUMO AO SUCESSO



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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"
Relatos de um massacre silencioso:
Ruqia Hassan, que morreu por mostrar 
ao mundo o horror do Daesh

O heroísmo dos cidadãos-jornalistas da Síria tem alguns rostos visíveis. E desfechos trágicos

Ruqia Hassan, uma antiga estudante de filosofia, tinha 30 anos. Vivia em Raqqa, a cidade síria que o autodenominado Estado Islâmico (Daesh) conquistou em 2014 e é geralmente considerada a sua ‘capital’. Nos últimos anos, a jovem dedicou-se a mostrar ao mundo o que via no dia-a-dia. Acabou assassinada - morreu em setembro. Mas a sua morte não foi logo conhecida. O Daesh apropriou-se das suas contas sociais e usou-as para tentar descobrir quem eram os amigos e associados que colaboravam com Ruqia - assim procurando garantir que o único retrato da cidade oferecido ao mundo é o que o próprio Daesh constrói na sua propaganda.
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Raqqa foi em tempos um lugar tranquilo, com um milhão de habitantes, situado numa zona relativamente próspera. Com a guerra civil, tornou-se um ponto de refúgio para muita gente oriunda de cidades onde a situação tinha ficado demasiado perigosa. Entre os recém-chegados havia uma grande variedade de rebeldes, uns ligados ao Exército Livre da Síria, outros a organizações islamitas. Inicialmente, chegou-se a pensar que Raqqa poderia ser o protótipo para uma nova Síria, aberta e democrática. Mas a incapacidade de os vários grupos se entenderem, associada a erros básicos de gestão que impediam necessidades básicas de serem satisfeitas, permitiram ao Daesh tomar o poder. A partir desse momento, a vida mudou.

A primeira coisa que o Daesh fez, além de matar os seus opositores, foi tornar claro quem mandava. À porta da cidade foram instaladas grandes bandeiras do grupo. Execuções frequentes, algumas seguidas de crucificação, aterrorizaram os habitantes. Foram publicadas as novas regras que passavam a aplicar-se: orações na mesquita cinco vezes por dia, proibição de álcool e tabaco e de as mulheres saírem sozinhas de casa, obrigação de andarem totalmente cobertas... As ruas passaram a estar cheias de vigilantes armados, incluindo mulheres vestidas de preto da cabeça aos pés. Os carros da polícia de costumes, a hisbah, começaram a parar pessoas na rua para avisar mulheres de que o véu não era suficientemente opaco ou o resto da roupa suficientemente largo. Em casos desse tipo (havia outros igualmente ameaçadores), o problema era sempre o mesmo: via-se demais.

Sob pena de morte
O que não se podia deixar que fosse visto por estranhos era a realidade do quotidiano em Raqqa. Sendo a cidade um protótipo daquilo que o Daesh oferecia às populações – a manifestação concreta de que nascera realmente um estado novo, restaurando o velho 'califado' para a era atual –, a mensagem tinha de ser controlada a cem por cento. Vídeos que o grupo punha na internet davam uma imagem positiva da cidade. Mas a mesma internet também servia para alguns habitantes transmitirem imagens e relatos que davam uma imagem diferente.

Em abril de 2014, um coletivo de jovens chamado “Raqqa Is Being Slaughtered Silently” (Raqqa está a ser massacrada silenciosamente - a sigla é RBSS, o site do grupo tem uma versão em inglês) começou a publicar imagens e vídeos sobre a vida real na cidade. Filmados com telemóveis ocultos, eram postos em linha e imediatamente apagados, para proteger os cidadãos-jornalistas que os obtinham. Não demoraram a chamar a atenção do Daesh, uma organização conhecida pela sua sofisticação mediática e em particular pela habilidade com que utiliza a internet para captar recrutas. 

Os seus líderes em Raqqa falaram em traição e rapidamente prenderam vários “rebeldes”. Alguns foram executados, entre os quais pelo menos um que nada teria que ver com o assunto. Câmaras foram instaladas através da cidade. As patrulhas do Daesh na cidade tornaram-se mais assíduas nos cafés de internet e passaram a examinar o conteúdo dos telemóveis na rua.

Massacre silencioso 
À medida que o Daesh ia descobrindo e executando membros do RBSS, eles perceberam que, em última análise, nenhuma forma de proteção era segura. Nem os cuidados com os telemóveis, nem a estrutura em célula, que fazia com os membros não pudessem revelar as identidades uns dos outros quando eram presos, por as desconhecerem. Nada disso bastava. Mesmo os que iam viver para Gazientep e outras cidades turcas permaneciam vulneráveis. Dois foram degolados em sua casa no mês de outubro (o RBSS está a ser massacrado silenciosamente, gozava a mensagem dos executores) e um documentarista que trabalhava com o grupo, Naji Jerf, foi abatido a tiro na rua em dezembro. Jerf não era formalmente membro do RBSS, mas estava a fazer um documentário sobre eles e era um crítico bastante público do Daesh. Além disso, era editor da Hentah, uma revista síria que documenta as vidas diárias dos cidadãos do país.

Em novembro, o Comité para a Proteção de Jornalistas, uma organização independente com sede em Nova Iorque, atribuiu ao RBSS um dos seus prémios internacionais de liberdade de imprensa. O comunicado nota que a Síria se tornou o país mais perigoso para jornalistas em todo o mundo e nota que “o RBSS foi declarado inimigo de Deus pelo Daesh”. No discurso de aceitação, o grupo disse que os sírios “foram apanhados entre duas forças: um regime criminoso, obcecado com poder e que diz lutar contra o terrorismo matando crianças, e outro que espalha o mal e a injustiça e pinta de negro a nação”.

Nessa altura, o RBSS tinha 18 jornalistas na Síria e 18 na Turquia. Mas a escuridão já alcançara Ruqia. Presa em agosto e acusada de contactos com o Exército Livre da Síria, terá sido executada logo no mês seguinte. Nunca teve ilusões sobre o que arriscava, como se vê num dos últimos posts escritos pela sua própria mão:
- Ameaças de morte e quando #ISIS me prender e matar, está ok Porque cortarão a minha cabeça e terei Dignidade é melhor que viver em humilhação com #ISIS

* O Daesh tem de ser exterminado, parece que Putin não quer.

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DRONES PARA TODOS OS GOSTOS

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Uma produção "EURONEWS"


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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"

Governo reitera benefício 
para compensar aumento do ISP

Governo vai dialogar com as associações para procurar as melhores soluções para um setor que é importante para o país, garantiu Pedro Marques

O ministro do Planeamento e Infraestruturas reiterou este sábado o benefício fiscal proposto pelo Governo para compensar os transportadores rodoviários pelo aumento do imposto sobre combustíveis e mostrou-se disponível para “continuar a dialogar” com o setor. 
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Pedro Marques, que falava aos jornalistas em Beja, após uma sessão de esclarecimento sobre o Orçamento do Estado para este ano, reagia à decisão tomada pelas duas associações que representam os transportadores de mercadorias de apresentar ao Governo, no início da próxima semana, um pacote de medidas para o setor, como a exigência de uma redução de 20 cêntimos no preço do gasóleo em Portugal para ficar equiparado ao praticado em Espanha. -

Frisando que não conhece a exigência e ainda terá de “compreender” o que as duas associações “estão a pedir em concreto”, Pedro Marques disse que “o mais importante” é que, “antes mesmo” da reunião e de “qualquer exigência” das duas associações, o Governo já tinha mostrado “atenção à realidade do setor” e decidido incluir no Orçamento do Estado para este ano “medidas de majoração da dedução fiscal do custo do combustível para os transportadores rodoviários”.

 “Certamente, as associações terão outras reivindicações, mas o Governo, atendendo exatamente a essa realidade e ao facto deste acréscimo [do imposto e do preço] dos combustíveis impactar no setor, apesar de o setor também ter beneficiado obviamente da redução do preço dos combustíveis aos longo dos últimos tempos, está atento, já dialogou e vai continuar, com certeza, a dialogar com as associações para procurar as melhores soluções para um setor que é importante para o país”, afirmou Pedro Marques. 

 No entanto, “temos constrangimentos globais, como é evidente, do ponto de vista orçamental, que têm de ser atendidos”, frisou o ministro, insistindo que o Governo demonstrou, “desde logo”, na altura da apresentação do Orçamento do Estado para este ano, “sensibilidade e atenção específica à realidade do setor” quando propôs o benefício fiscal para compensar os transportadores rodoviários pelo aumento do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP). 

 “Portanto, agora, vamos também tentar compreender melhor quais são as ideias que o setor tem, mas o diálogo com os setores de atividade do país existirá sempre da parte do Governo, embora com as restrições que tempos de natureza orçamental e outras”, porque “o desenvolvimento económico, em geral no país e também desse setor, para nós é sempre uma prioridade, dentro das restrições orçamentais que temos”, afirmou. 

 Exigências
O gasóleo “20 cêntimos mais barato” é a principal exigência do pacote de medidas que a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) e da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) vão entregar ao Governo, conforme decidiram numa reunião, que decorreu em Pombal, no distrito de Leiria, para definir ações em defesa do setor, na sequência do aumento do ISP. 

Em declarações aos jornalistas, a meio da reunião, o presidente da ANTRAM, Paulo Duarte, disse que as duas associações vão esperar por “uma resposta concreta na semana seguinte” e, mediante a resposta do Governo, poderão tomar “outro tipo de medidas e de luta”, sem querer adiantar que outras ações poderão tomar. 

Paulo Duarte optou por não divulgar as medidas inscritas nesse documento à exceção da exigência de redução de 20 cêntimos no preço do gasóleo, mas afirmou que o pacote de propostas é “verdadeiramente exequível” e que podem tocar na “redução de custos de contexto”, entre outras áreas.

* Vamos esperar a verificação da verdade do governo ou se é mentira escandalosa.

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AS PRENDAS DIZEM MUITO


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ESTE MÊS NA
"LUX"

Debater o empreendedorismo feminino

Com o objetivo de incentivar o empreendedorismo feminino e potenciar o networking em Portugal, a Associação Women Win Win vai realizar o Empowerment Day, ou seja, um dia inteiramente dedicado ao empoderamento das mulheres. 
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O evento vai reunir oradores portugueses e internacionais ligados ao empreendedorismo, que vão falar sobre temas relacionados com a criação de um negócio em nome próprio, como competências de liderança, estratégias de negociação, marketing digital e serviço ao cliente.

O Empowerment Day é dirigido às mulheres mas não fecha as portas aos homens que se mostrarem interessados em fazer parte deste ciclo de palestras e debates.A iniciativa acontece no dia 24 de fevereiro, no auditório da Culturgest, em Lisboa.

No site da Women Win Win pode consultar os horários e a programação deste evento e fazer a sua inscrição, que custa €35.
Detalhes:
Auditório da Culturgest – Caixa Geral de Depósitos
Edifício Sede Rua Arco do Cego, Lisboa.
Site | Facebook
*  As mulheres empreendedoras exibem elevado grau de competência!

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Rocambole de Doce de Leite

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Receitas da Vó Lurdes
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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

Cuidado, isto não é o que parece 

Pode não ser azeite mas uma mistura com óleo alimentar. A máfia italiana ganha milhões com versões duvidosas dos produtos emblemáticos

Câmaras escondidas em armazéns de comida, escutas secretas, polícias infiltrados. Este podia ser o circo montado à volta da investigação de um crime ou de uma rede de tráfico de droga. Mas, aqui, o objectivo é descobrir, afinal, quem é que anda a pôr detergente no queijo mozarela, para ficar mais brilhante, a misturar óleo no azeite virgem extra (a produção sai mais barata) ou a borrifar marisco estragado com ácido cítrico – naturalmente presente no limão e na laranja –, para esconder o mau cheiro. 
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Cerca de metade das garrafas de azeite extravirgem vendidas em Itália não correspondem aos parâmetros estabelecidos para aquele produto – e nos Estados Unidos a percentagem sobe para 75 a 80 por cento. Uma reportagem do programa norte-americano 60 Minutos, da CBS, levantou novas questões sobre um problema antigo, a chamada agromáfia – isso mesmo, a máfia do mercado agro-alimentar – ou, se preferir, os gangsters da cozinha. Para a combater, há grupos especiais, como o de Sergio Tirro, um dos mais prestigiados inspectores da indústria alimentar que trabalha com 60 polícias treinados para distinguir azeite extravirgem de azeite adulterado. Os resultados deste painel de provadores são aceites nos tribunais italianos. Nas ruas, há outros 1.100 agentes, que levam a cabo inspecções e investigações de fraude.

Porquê azeite? Porque é caro e moroso fazer um azeite extravirgem, de qualidade – e o negócio paralelo, que sai a uma ninharia, pode fazer render milhões (mais precisamente, cerca de 15 mil milhões de euros por ano). A margem de lucro chega a ser três vezes maior do que a do negócio da cocaína.

Fraude com séculos
Até na época dos romanos o azeite comercializado era sujeito a provas – precisamente para despistar casos de fraude. No século I, aliás, o negócio era comparável ao petróleo nos dias de hoje. O líquido sempre foi precioso: para usar na cozinha, fazer sabão, acender lamparinas, tratar da queda de cabelo e outras maleitas.

Estas e outras curiosidades apaixonaram Tom Mueller, um norte-americano a viver em Itália que em 2007 escreveu sobre o azeite para a revista The New Yorker. Mueller abordou a perspectiva histórica e cultural, os processos actuais do negócio e, claro, a fraude. A investigação do jornalista deu origem a um livro, publicado em 2011, Extra Virginity – The Sublime and Scandalous World of Olive Oil (ou extra virgem – o sublime e escandaloso mundo do azeite).

A escolha é sua
Para a próxima, leve estas dicas para o supermercado
Compre garrafas de vidro, de preferência escuro, porque não deixam entrar luz, o que pode tornar o azeite rançoso. Procure o DOP (denominação de origem protegida) que garante que o processo é daquela região e segue métodos tradicionais. Mais: não se deixe fascinar por um amarelo brilhante ou um verde claro. A cor não é um indicativo de qualidade mas consequência das azeitonas usadas.

Em Itália, os carabinieri (polícia) continuam, em supermercados, a investigar prateleiras suspeitas. E os casos de fraude não se ficam por aqui; a investigação estende-se a produtos como pão, manteiga e até molho de tomate – em 2013, foram apreendidas várias latas que tinham puré de tomate da China.

A Itália, que também é conhecida pela quantidade e qualidade do vinho que produz (em 2015 foi considerado o maior produtor mundial, à frente de França e Espanha, respectivamente), também registou casos de falsificação nas suas garrafas mais exclusivas. É, afinal, muito simples: a máfia enche-as de vinho barato. Depois, é só retocar o exterior e colocar um rótulo bonito, de uma marca de renome.

* Uma alerta para quem gosta de comprar alimentos nos estrangeiro, em Portugal também há mixordeiros, mas a ASAE vai cumprindo o seu dever.


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VALENTINICES















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