sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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14.O QUE NÓS  

"APRENDEMOS"!




VOLEI DE PRAIA

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Na etiqueta "PEIDA E DESPORTO" estamos a apresentar regras de várias modalidades desportivas e olímpicas desde 13 de Novembro de 2015. .
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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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5- VIDA ETERNA


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO    
"CORREIO DA MANHÃ"
Chefe diz que inspetor
 vivia acima das posses 

Maria Alice, ex-líder da PJ de Setúbal, elencou indícios contra João de Sousa. 

Viagens para formações no estrangeiro, carros emprestados e um anel em ouro fabricado por outro arguido. Estes indícios levaram Maria Alice Fernandes, antiga líder da PJ de Setúbal, a afirmar ontem em tribunal que João de Sousa, o inspetor cuja detenção ela liderou, vivia acima das possibilidades do ordenado de polícia e terá recebido "contrapartidas" por alegadamente ajudar uma rede de fraude fiscal, branqueamento de capitais e recetação no negócio do ouro. 
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A coordenadora superior de investigação criminal, que se aposentou há um ano, testemunhou durante todo o dia no tribunal do Seixal. Explicou que a investigação ao ouro começou com uma denúncia anónima às Finanças e que chegou ao seu subordinado "através de escutas". 

João de Sousa está acusado de consultar o Sistema Integrado de Investigação Criminal (base de dados) e procurar se os outros 32 arguidos eram investigados. Depois passava as informações a Paulo Martinho, dizendo que era uma contrapartida por este o ajudar e à PJ. Maria Alice desmentiu-o: "Paulo Martinho nunca colaborou com a PJ". E acusou Sousa de negligenciar várias investigações - entre elas o homicídio de uma idosa em Almada, "que esteve dois anos parado". "A base de dados não existe para passar informações. Isso é crime", disse a antiga coordenadora.

 Garantiu nunca se ter sentido "limitada ou parcial" por investigar Sousa, que era "sempre muito crítico, dentro e fora de tudo o que se passava na PJ". Apesar dos indícios, disse não ter sido possível confirmar "entregas de dinheiro".

* Não temos de espantar com a notícia, o exemplo de vida acima das possibilidades vêm de outras hierarquias.

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1-O LABIRINTO NEGRO

DAS PROFUNDEZAS


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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Provedora recomenda à Câmara proibição de animais acorrentados em Lisboa

A provedora dos Animais de Lisboa informou hoje ter recomendado no início do ano à Câmara Municipal a proibição de animais acorrentados, por considerar que a situação tem vindo a assumir uma dimensão preocupante na cidade.
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Numa nota, a provedora, Inês Real, informou pretender que a Camara proíba, através de um regulamento municipal, o "acorrentamento de animais de forma permanente na cidade, situação que tem vindo a assumir uma dimensão que preocupa esta entidade".

A recomendação da provedora tem por base diversas denúncias enviadas por cidadãos durante o ano passado.

"Um dos casos mais graves foi uma denúncia em relação ao acorrentamento, por tempo indeterminado, de dois gatos. Na altura constatei que, contrariamente à minha recomendação, as autoridades não recorreram à apreensão cautelar dos animais", referiu Inês Real.

A provedora pediu à Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) um parecer "sobre as possíveis implicações que este meio de contenção pode ter na saúde dos animais" e o organismo considerou que "o acorrentamento por períodos prolongados pode provocar lesões nos animais".

Desta forma, a provedora "posicionou-se, de forma clara e inequívoca, contra o uso permanente de correntes para o aprisionamento de animais, não só pelos danos físicos, como também pelos danos emocionais e comportamentais".

No parecer enviado à autarquia, Inês Real aconselha ainda a realização de ações de sensibilização da população para que os animais do município não sejam mantidos acorrentados.

Os maus-tratos a animais de companhia são criminalizados no Código Penal desde 2014.

A provedora do Animal de Lisboa tem como missão receber e tratar de queixas sobre a Casa do Animal de Lisboa e fazer recomendações à autarquia para melhorar as condições dos animais da cidade.

* Nem só as pessoas são importantes, os animais merecem respeito porque são muito mais leais.


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PERU
À volta do lixo como abutres

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* Uma produção "EURONEWS"

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Poluição atmosférica mata mais de
 5,5 milhões de pessoas por ano

A poluição do ar provoca a morte a mais de 5,5 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, com as mortes a ocorrerem na sua maior parte na China e na Índia, divulgaram hoje investigadores. 
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CHINA
A poluição do ar provoca a morte a mais de 5,5 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, com as mortes a ocorrerem na sua maior parte na China e na Índia, divulgaram hoje investigadores.

A previsão dos cientistas autores do estudo, divulgado na conferência anual da Associação (Norte-)Americana para o Avanço da Ciência, que decorre na capital dos EUA, é a de que o número de mortes prematuras vai continuar a subir nos próximos anos, se nada se fizer contra a poluição.

“A poluição do ar é o quarto fator de risco de morte globalmente e, de longe, o principal risco ambiental de doença”, afirmou Michael Brauer, professor na Escola de População e Saúde Pública da Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver, no Canadá.

A poluição atmosférica aparece depois da pressão arterial elevada, (má) alimentação e tabagismo como o quarto factor de risco de morte à escala mundial, segundo um estudo do Instituto de Métrica de Saúde.
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ÍNDIA
“Reduzir a poluição atmosférica é uma forma incrivelmente eficiente de melhorar a saúde da população”, afirmou Brauer.

China e Índia representam 55% das mortes anuais à escala global da poluição atmosférica.
Cerca de 1,6 milhões de pessoas morreram na China em 2013 e 1,4 milhões na Índia.

Na China, a queima do carvão é o principal causador da má qualidade do ar — e a poluição provocada pelo carvão provocou 366 mil mortes em 2013, afirmou Qiao Ma, uma estudante de doutoramento na Escola de Ambiente da Universidade Tsinghua, em Pequim.

Ela projetou que a poluição atmosférica deve causar entre 990 mil e 1,3 milhões de mortes prematuras até 2030, na ausência de medidas ambiciosas.

“O nosso estudo ilustra a necessidade urgente de estratégias ainda mais agressivas para reduzir emissões dos setores do carvão e outros”, disse Ma.

Na Índia, a principal origem é a queima de madeira, estrume e biomassa para cozer e aquecer.
Segundo as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a qualidade do ar, a poluição deve ser restringida a um nível diário de 25 microgramas de metro cúbico.

Em fevereiro, Pequim e Nova Deli este nível esteve, por norma, em 300 microgramas ou acima, excedendo em 1.200% as orientações da OMS, avançaram os investigadores.

Mais de 85% da população mundial vivem em áreas onde as orientações da OMS são desrespeitadas.

* Não vale a pena falar da ditadura chinesa, que habilmente constituiu uma sociedade tecnocrata de 200 milhões de habitantes, politicamente eunucos mas que gerem e mantém o regime obsceno, não se importando que o restante milhar de milhão de povo chinês morra lenta e sadicamente de ar envenenado.
Agora a Índia, a maior democracia do mundo segundo alguns arautos,  titular da maior quantidade de porcaria por centímetro quadrado, mata democraticamente claro está,  pasme-se, também com ar envenenado?

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ADRIANO MOREIRA

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A mudança do conceito 
de potência

O incidente das estátuas pudicamente cobertas, não pelo manto diáfano da fantasia mas pela dureza da submissão revelada perante o representante político de uma potência de área cultural diferente da ocidental, o que não deixa esquecer não é uma leviandade protocolar, é sim a dificuldade crescente de impedir que a Europa, não há muito considerada a "luz do mundo", seja um passado histórico e não a voz de um novo tempo de grandezas para a casa comum dos homens que se prometeu ser o globo. Tratou-se de um incidente entre a nobre soma de países, a procurar que a União Europeia recupere uma posição na hierarquia das potências, um processo que vai mostrando as dificuldades de conciliar a memória de soberania e proeminência de cada uma com as realidades do tempo mal sabido em que vivemos.
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Por surpreendente que pareça, o pudico incidente das estátuas põe em evidência que o conceito de potência, que não pode ser omitido no desenvolver do processo histórico da União Europeia, está presente nos procedimentos, formalmente diplomáticos, que inspiraram a cobertura não transparente das estátuas, mas suficientemente transparente quanto à debilidade que vai atingindo a antiga "luz do mundo". Nesta idade já chamada, entre outras denominações, pós-bipolar, o critério identificador de uma potência, e do seu lugar na real hierarquia do poder na comunidade mundial, encontra muitas dificuldades de distinguir entre um poder financeiro e económico e um poder militar, uma circunstância muito evidente nas atitudes do governo russo depois do fim do "homem soviético".
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O neoliberalismo que foi adotado depois da queda do Muro, mais parecido em muitos lugares com um neorriquismo afastado da justiça social, tornou praticamente impossível identificar os reais centros de poder, e a respetiva posição na conjuntura mundial a que fomos conduzidos. Ainda para complicar mais a conjuntura, o terrorismo mostrou, especialmente aos EUA, com a queda das Torres Gémeas, que o combate do fraco contra o forte mudou seriamente a questão da segurança e da paz. Ao mesmo tempo que as migrações descontroladas, além de acordarem os interesses e as incapacidades individuais dos Estados membros, fizeram que a questão, antes discutidíssima, da inclusão da mão-de--obra barata e favorável ao mercado local, se tornasse desafiante, impossível para muitos, como a Grécia, de resposta, e inspiradora para outros de verdadeiro regresso à política de exclusão no lugar que supúnhamos pertencer ao asilo e à proteção. Parece que a ideologia orçamentalista a que os factos conduziram os mais beneficiados quando estabeleceram regras para os carentes mostrou inquietante hesitação perante a política do governo soviético, mais orientado pela dimensão dos contingentes do que pela de cabimento orçamental, tudo porque a débil política de defesa e segurança autónoma europeia se esqueceu de estabelecer a definição de fronteiras amigas, e, como se vê pelas circunstâncias de risco atuais, também dos recursos orçamentais.
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Com a demonstração paralela de que o soft power, que os EUA foram proclamando, mesmo sem palavras, para moderar o imponderado ardor de W. Bush, não é hoje uma resposta suficiente para os problemas que a União enfrenta, e que, com imprevisibilidade, crescem os perigos da falta de confiança no projeto regional dos europeus. O regresso dos mitos raciais vai--se enriquecendo, enquanto as esperanças postas no "caminhar juntos" com a chamada democratização dos espaços muçulmanos não deu até agora resultado.
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Uma política moderadora parece absolutamente necessária, em vista da debilitação do antigo poder militar, e da dimensão vasta da inidentidade dos novos poderes. Mas sobretudo retornar ao culto dos valores que fizeram da Europa a "luz do mundo", agora decidida a não impor a hegemonia, mas pelo menos decidida a destapar as estátuas.
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Não parece aceitável que a inidentidade dos poderes que governam de facto a decadência europeia não despertem as novas gerações para uma nova visão e decisão, que reformem e reponham em ação construtiva os ideais que levaram, no fim da guerra de 1939-1945, a fundar a ONU e as suas agências, algumas das quais conseguiram responder com êxito setorial, mas é evidente que o projeto fundamental do Mundo Único não conseguiu criar raízes. Não há possibilidade de esconder as degradações em progresso, mesmo alargando a inspiração que levou a cobrir as estátuas.
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A variedade de atitudes dos Estados membros, em face da tempestade das migrações que já não podem ser olhadas como vantagem para o mercado do trabalho, é suficiente para assumir que a unidade europeia está a sofrer um novo e sério desafio, a exigir reformar os métodos de governança e o conceito de potência para não perder o eixo da roda.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
10/01/16

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780.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO   
  "DIÁRIO  DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"
DBRS: 
“Estamos confortáveis” 
com o rating de Portugal


"Estamos confortáveis com a nossa tendência estável" no rating de Portugal. É "apropriada", disse o analista que segue o país -

Apesar do tumulto nos mercados de dívida soberana e do agravamento do custo da dívida pública portuguesa, a agência de rating canadiana DBRS diz estar “confortável” com a situação do país, mantendo assim Portugal ligado à máquina de fazer dinheiro barato do Banco Central Europeu (BCE), avança a Reuters. 

 “Atualmente, sentimo-nos confortáveis relativamente à nossa tendência estável sobre Portugal, que consideramos apropriada“, disse à agência noticiosa Fergus McCormick, o analista responsável pela avaliação da dívida pública (rating) do país. 
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Esta opinião relativamente favorável contrasta com cometários negativos sobre as contas públicas portuguesas e o novo Orçamento do Estado que têm vindo a público (por exemplo, os de Wolfgang Schaüble, ministro das Finanças alemão).

 Estas declarações acabam também por ser importantes para desanuviar o ambiente de alta tensão que se abateu sobre o país, sobretudo vindo da DBRS, a única agência das quatro grandes agências de rating que mantém Portugal (os bancos) elegível para aceder às compras de Obrigações do Tesouro por parte do BCE. Esta política tem sido decisiva para manter os juros soberanos muito baixos, até abaixo do que é a média histórica desde a adesão ao euro. 

 A decisão da DBRS terá ajudado a taxa de juro das Obrigações do Tesouro a dez anos (mercado secundário) a descer dos 4,2% registados na sexta-feira de manhã (12 de fevereiro) para cerca de 3,5% a meio da tarde. 

Ontem, essa taxa chegou a tocar 4,5%, bastante mais que os 2,5% ou 3% que vigoraram nos últimos meses com a influência do BCE (até menos que isso). Estas últimas referências têm permitido à República refinanciar-se a preços mais razoáveis: trocar dívida cara por outra mais barata. 

DBRS atenta a limites políticos do governo e à subida de taxas 
Mas McCormick não se coíbe de deixar avisos à navegação. Segundo escreve a Reuters, a DBRS está confortável enquanto a pressão dos mercados não colocar em causa as metas e os pressupostos orçamentais, até porque há acordos políticos à esquerda que podem introduzir rigidez no ajustamento preferido pela agência de rating. Esta perceção seria claramente negativa do ponto de vista desta empresa. 

 “O aumento recente nas taxas de juro das obrigações é uma preocupação, tendo em conta o fardo elevado de refinanciamento”, referiu o analista. Por isso, “se a volatilidade do mercado persistir, então a nossa atenção virar-se-á para a equação política e para o que é exequível em termos de ajustamento orçamental“, rematou o economista à Reuters. 

Segundo as regras do BCE, os bancos de Portugal só têm conseguido liquidez barata através das vendas de OT porque a DBRS, uma das quatro agências de rating eleitas por Frankfurt como barómetros da qualidade do crédito, continua a manter o país acima da nota de “investimento especulativo”. 

A nota da DBRS é BBB (baixo), o nível mais reduzido dos investimentos médios e bons, mas a perspetiva sobre essa classificação, que indica a tendência futura do rating, é “estável”. Foi isso que McCormick veio hoje reassegurar. 

As restantes agências reconhecidas e cujos serviços são usados pelo BCE (Fitch, Moody’s e S&P) classificam a dívida portuguesa como “especulativa”. Lixo. Por elas, Portugal não tinha acesso às benesses do BCE. 

Por isso, a situação de financiamento do país é muito frágil. Basta que a DBRS despromova Portugal e haverá problemas sérios e graves nos bancos e no Estado. A torneira de dinheiro a preço de saldo fecha-se e toda a economia fica em xeque. A dívida pública equivale quase a 130% do PIB, a dívida externa está acima de 200% do PIB e os níveis de malparado das empresas são altos e têm vindo a piorar. 

A última avaliação de rating da DBRS aconteceu a 13 de novembro do ano passado, mas desde 30 de janeiro de 2012 que a empresa não mexe na classificação BBB (baixo).

* Com estupefacção observamos políticos quase a simularem um orgasmo com as notícias do enforcamento de Portugal por parte da DBRS. 
Sabemos que a situação portuguesa se deve por exemplo à fuga de Durão Barroso para outro "tacho", aos desvarios de Socrates e Teixeira dos Santos, à incompetência e arrogãncia de Passos, Portas e outros responsáveis pelas finanças e economia, sabemos que este governo já cometeu erros mas  mantém coerência e negoceia melhor.
Agora, analistas, políticos e opinadores de meia tigela unidos a desejar que a situação de Portugal piore, como se fossem possuidores do elixir do sucesso, essa não.

NR: Não sabemos se o jornal "i" morreu, site sem acesso, telefone sem som, terá hibernado ou feneceu?


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1-PIXO


PICHAÇÃO E PICHADORES
 

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Documentário sobre pichação e pichadores, O impacto da pichação como fenômeno cultural na cidade de São Paulo e sua influência internacional como uma das principais correntes da Street Art.
O filme participou da exposição Né dans la Rue (Nascido na Rua), da Fondation Cartier pour l'Art Contemporain, em Paris.
O documentário mostra a realidade dos pichadores, acompanha algumas ações, os conflitos com a polícia e mostra um outro olhar sobre algumas intervenções já muito exploradas pela mídia. O filme não traz respostas, mas fornece argumentos para o debate: Pichação é arte ou é crime?

FONTE: BON VIVANT


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3-PORTUGAL

1975 E AGORA
CASAMENTOS

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DIVÓRCIOS

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CASAMENTOS NÃO CATÓLICOS

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DIVÓRCIOS POR
100 CASAMENTOS

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Como era Portugal em 1975? E como é nos dias de hoje? Uma série de episódios, numa cooperação entre a Pordata e a RTP, explicam como é que o país mudou ao longo dos últimos 40 anos.


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ONTEM NO
"RECORD"
Queniana denuncia subornos 
para abafar casos de doping

A queniana Francisca Koki Manunga, suspensa por quatro anos por doping, denunciou esta quinta-feira que o diretor executivo da Federação Queniana de Atletismo exigiu 50 mil dólares (cerca de 44 mil euros) para abafar alguns casos.
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Koki Manunga e outras seis atletas quenianas foram suspensas em novembro, umas por terem usado a substância mascarante furosemida e outras eritropoetina (EPO) nos últimos Mundiais, que decorreram em Pequim.

Agora, a especialista dos 400 metros barreiras acusa Isaac Mwangi de ter pedido a si e à sua colega de seleção Joyce Zakari dinheiro para "resolver a situação".

"[Isaac Mwangi] Pediu a cada uma 2,5 milhões de shillings [cerca de 22 mil euros]. Não tínhamos tanto dinheiro. Nunca vi tanto dinheiro. Comecei a carreira profissional há pouco tempo e ainda não consegui juntar qualquer verba significativa", disse Koki Manunga à agência AFP.

Desde 2012, cerca de quarenta atletas quenianos foram suspensos por doping, números que levam a federação de atletismo daquele país a recear sofrer as mesmas penalizações aplicadas à Rússia.

A 13 de novembro, a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) suspendeu provisoriamente a Rússia devido ao uso generalizado de substâncias proibidas.

* Onde é que pára o desporto???

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Jena Lee

Je me perds

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HOJE NO    
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Professor de medicina pôs site
 "porno" na bibliografia

Um professor de Medicina da Universidade do Minho entregou, aos alunos, um documento onde é aconselhada a consulta a um site pornográfico chinês. 
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O acontecimento não foi mais do que um engano do professor, que queria disponibilizar um endereço para o blogue da luta contra o cancro do colo do útero.

O dossiê entregue aos alunos de medicina destinava-se a esclarecer as últimas atualizações na área da Oncologia. Na bibliografia disponibilizada, o professor incluiu o endereço do Plano Nacional de Prevenção para as Doenças Oncológicas, o Plano Nacional de Saúde 2012-2016 e, no lugar do blogue da luta contra o cancro do colo do útero, colocou o site pornográfico.

Na base do erro está a semelhança dos endereços. O blogue que o professor queria disponibilizar e o site pornográfico que acabou por incluir só se distinguem na parte final, pelo que o erro levou os alunos mais aplicados a consultar o site pornográfico.

O engano está a correr as redes sociais ligadas à Universidade. Os alunos compreendem o engano mas não deixam de fazer piadas com o acontecimento.

* Então, então, o professor só queria disponibilizar aos alunos o lado oculto da saúde.

NR: Não sabemos se o jornal "i" morreu, site sem acesso, telefone sem som, terá hibernado ou feneceu?
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BENGALA-COBRA

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HOJE NO  
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Transportadoras dizem que não
 vão assistir "imóveis" ao aumento
 dos combustíveis

Onze associações uniram-se para mostrar o seu "total desacordo" com as medidas contida no Orçamento do Estado que "atacam ferozmente" o sector.
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Depois de várias críticas avulso, várias associações do sector do transporte rodoviário e da logística uniram-se para criticar o Governo. Dizem assim que estão em "total desacordo" com as medidas do Orçamento do Estado que "atacam ferozmente a economia transportadora e exportadora".

"O sector dos transportes não pode assistir imóvel a este enorme ataque à capacidade de as empresas subsistirem, cumprindo a sua função económica e social", pode ler-se no comunicado divulgado esta sexta-feira, 12 de Fevereiro.

"O sector não deixará de lutar por todos os meios legítimos, pela sua sobrevivência", dizem as associações, entre as quais se encontram a Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), Confederação do Comércio e Serviços (CCP) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP).

Olhando para o futuro, alertam das "consequências terríveis" que estas medidas vão ter na competitividade externa por não diferenciarem o "transporte profissional do particular".

A tomada de posição conjunta do sector surge no mesmo dia da entrada em vigor do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), depois da portaria ter sido publicada ontem em Diário da República.

As petrolíferas já vieram a público dizer que não foram avisadas com antecedência da entrada em vigor do ISP, pelo que os valores de venda ao público ainda não estão a reflectir a subida.

Várias críticas ao Orçamento do Estado

As transportadoras começam por apontar que o aumento de seis cêntimos por litro no ISP "constitui uma sobrecarga desproporcional" juntando-se aos agravamentos fiscais desde o ano passado, como o "aumento da contribuição rodoviária, a taxa de carbono e o aumento dos biocombustíveis".

Sublinham que um dos pricipais custos de produção das empresas de transporte é o combustível, pelo que este acréscimo terá um "aumento significativo nos custos das empresas".

Sobre a reintrodução do benefício fiscal para aliviar o aumento do preço dos combustíveis nos sectores de transportes de mercadorias e passageiros, dizem que esta medida é de "reduzida aplicabilidade e duvidoso resultado".

E apontam que no Orçamento do Estado "consta apenas a intenção" de reintroduzir a majoração com os custos dos combustíveis, uma medida que já foi consagrada em 2009 e 2012 e que "nunca produziu os efeitos pretendidos".

Também deixam críticas ao aumento de 25% sobre o Imposto sobre Veículos (ISV) que sofreu um agravamento de 25% e ao "aumento significativo do Imposto Único de Circulação". Subidas que se vão repercutir nas empresas do sector, mas também dos "demais cidadãos, através de maiores custos das mercadorias transportadas e do desemprego gerado".

Taxistas apanhados de surpresa
Já os taxistas mostraram-se surpreendidos por o Governo ter aumentado o ISP antes da aprovação do Orçamento do Estado. A Federação Portuguesa do Táxi (FPT) veio hoje a público dizer que o Governo "não foi simpático" neste aumento, que consideram precoce.

"Tínhamos noção do aumento, e pensávamos que só seria depois do Orçamento do Estado", disse Carlos Ramos à agência Lusa.

"O sector está a perder", aponta a FPT, pois o "gasóleo já está a ser vendido a preço superior, e a Assembleia da República não se pronunciou sobre majoração dos transportes".

* Não sabemos se já repararam mas o negócio dos negócios é a INSTABILIDADE, petróleo, armamento, agro-alimentar, químico-farmaceutica, metalo-mecânica e todas as outras são indústrias no patamar inferior da hierarquia. 
É a instabilidade que mobiliza o dinheiro dum lado para o outro, promove e destrói pessoas, produto de venda excepcional dos meios de comunicação, motor inefável da guerra à  questiúncula de alcoviteiras, já ninguém quer ou sabe viver sem instabilidade, caso das transportadoras alvoraçadas mesmo quando o governo referiu a existência de mecanismos compensatórios.
Continuamos a dar o benefício da dúvida ao governo pelo pouco tempo no exercício de funções.

NR: Não sabemos se o jornal "i" morreu, site sem acesso, telefone sem som, terá hibernado ou feneceu?

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RESOLVA


O PUZZLE


Clown mask venice



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HOJE NO 
"DESTAK"


Ministro angolano relaciona ativistas com tentativa externa de ter "governos dóceis"

O ministro do Interior de Angola, Ângelo Veiga Tavares, relacionou hoje, em Maputo, o caso dos 17 ativistas angolanos em julgamento sob acusação de prepararem uma rebelião, com tentativas exteriores de colocar "governos dóceis" no poder. 
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MINISTRO KUNG FU
O governante angolano falava aos jornalistas à saída da audiência concedida pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, no âmbito da visita que está a realizar ao país, para reforço da cooperação no domínio da segurança e ordem pública.
"Há tentativas de ter no poder governos dóceis e, nalguns casos, são utilizadas algumas pessoas, sobretudo jovens, na tentativa de verem implementado em Angola aquilo que se vê nos outros países", apontou.

* Ao referir-se a governos dóceis o sr. Ângelo está implicitamente a reconhecer que o governo a que pertence é duro, tem razão, Angola vive numa ditadura.

NR: Não sabemos se o jornal "i" morreu, site sem acesso, telefone sem som, terá hibernado ou feneceu?

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