terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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INTIMIDADES
 CASADOIRAS



























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GRANDES LIVROS/19

AUTORES DO MUNDO


4-O GRANDE GATSBY

 SCOTT FITZGERALD

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"RECORD"

Miguel Oliveira: 
«Teste serviu para conhecer 
e adaptar-me à equipa e moto»

O piloto português Miguel Oliveira avaliou esta terça-feira como "bastante positivo" o teste de dois dias da equipa de Moto 2, Leopard Racing, no circuito da Catalunha, em Barcelona, Espanha. "Este teste foi bastante positivo. Serviu para conhecer e adaptar-me à equipa e moto. Conhecer os aspetos e reações que a moto responde aos pequenos ajustes foi um dos objetivos, assim como adaptar o meu estilo de condução, de forma a tirar o maior proveito possível", disse o vice-campeão mundial de Moto 3, citado pela assessoria de imprensa.
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Na quinta-feira, Miguel Oliveira, que ficou a pouco mais de um segundo do recorde do circuito catalão, num total de 105 voltas à pista, segue agora para Valência, também em Espanha, para mais dois dias de testes.

"Vamos agora analisar os dados recolhidos nestes dois dias para, em Valência, trabalhar na melhor direção que encontremos", explicou ainda Miguel Oliveira.

* Uma nova etapa na vida e Miguel Oliveira até chegar às motonas.

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VI-OLHO DE 
HÓRUS


4 - SAQQARA
  
A MÁQUINA QUÂNTICA


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O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.
 
Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Três grandes orquestras de Berlim 
dão concerto grátis para refugiados

Três dos mais conhecidos maestros do mundo, Simon Rattle, Daniel Barenboim e Ivan Fischer, anunciaram, esta terça-feira, que vão dirigir as três grandes orquestras de Berlim num concerto gratuito para refugiados a 01 de março, na capital alemã.

Os três maestros vão dirigir cada um a respetiva orquestra -- Rattle a Filarmónica de Berlim, Barenboim a Staatskapelle Berlin e Fischer a Konzerthaus Orchestra -- num concerto especial na Philarmonic Hall de Berlim, informaram em comunicado.
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O concerto, em que vão ser tocadas obras de Mozart, Prokofiev e Beethoven, será gratuito para refugiados e voluntários que trabalhem no apoio aos refugiados e migrantes, precisaram.

"Com este concerto, as três orquestras e seus maestros querem dar as boas vindas às pessoas que fugiram dos seus países e agradecer aos muitos voluntários pelo seu trabalho e empenho", lê-se no texto.

"A música é uma linguagem universal que pode chegar e tocar a vida de pessoas em toda a parte", afirmam os maestros.

"Como músicos, sentimo-nos bem recebidos em todo o mundo. Esperamos que isso possa também ser verdade para as pessoas que foram obrigadas a fugir dos seus lares devido à guerra, à fome ou à perseguição".

O maestro e pianista israelo-argentino Daniel Barenboim, 73 anos, vai simultaneamente dirigir a orquestra e atuar como solista no concerto para piano de Mozart KV466.

O maestro húngaro Ivan Fischer, 65, dirigirá a Konzerthaus Orchestra na Sinfonia n.º 1, ou "Clássica", de Prokofiev.
E o maestro britânico Simon Rattle, 61, vai dirigir a Filarmónica de Berlim dois andamentos da Sinfonia n.º 7 de Beethoven.

Mais de um milhão de refugiados chegou à Alemanha em 2015, a maioria proveniente da Síria, em guerra há quase cinco anos.

* EXEMPLAR


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III-CIDADES 
PERDIDAS


1- NA AMAZÓNIA


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* Depois de "CIDADES OCULTAS" iniciamos neste horário e etiqueta "PEIDA URBANA"  a série "CIDADES PERDIDAS", histórias fabulosas que vai gostar de ver e ouvir. Obrigado por nos visitar.


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Antiga ministra da Justiça de Timor admite processo contra juízes portugueses

A ex-ministra timorense da Justiça Lúcia Lobato, condenada em 2012 por participação económica em negócio, disse esta terça-feira à Lusa que vai estudar a hipótese de avançar com um processo judicial contra dois juízes portugueses que podem ter prejudicado o seu caso.
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O semanário Expresso noticiou no passado sábado que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) português anulou uma pena de 40 dias de suspensão que o Conselho Superior da Magistratura (CSM) tinha aplicado à juíza Margarida Veloso, uma antiga inspectora judicial em Timor que denunciou e acusou dois colegas portugueses de manipular e influenciar o processo judicial que levou à condenação a uma pena de prisão de Lúcia Lobato.

"A recorrente (Margarida Veloso) denunciou factos notoriamente integrantes de graves ilegalidades e irregularidades procedimentais susceptíveis de, no mínimo, serem causa de grave prejuízo para a arguida Lúcia Lobato", refere o acórdão do conselheiro Oliveira Mendes, divulgado pelo semanário, referindo-se à actuação de Rui Penha e Cid Geraldo, dois desembargadores colocados em Timor e alvo das denúncias da juíza.

Margarida Veloso fora alvo da pena de suspensão por denunciar ao CSM que os juízes em causa, que mantiveram a condenação da ex-ministra timorense, não foram isentos, citando um email em que um deles se congratula com a decisão. 

Recorde-se que Lúcia Lobato foi condenada em 2012 a cinco anos de prisão por participação económica em negócio por prejuízo ao Estado timorense de 4.200 dólares, tendo recebido a 30 de Agosto de 2014 um indulto do Presidente timorense, Taur Matan Ruak.No entanto, um pedido de "habeas corpus" (libertação imediata) foi rejeitado pelo Tribunal de Recurso.

"Fui informada da notícia [do Expresso], mas ainda estou à espera de receber o acórdão do STJ para que o analise em detalhe com os meus advogados. Naturalmente que vou estudar a possibilidade de avançar com processos contra os juízes", disse à Lusa Lúcia Lobato

"O Tribunal Supremo português não se pronunciou sobre os factos, mas confirmou que o meu processo estava errado, que os juízes não aplicaram a lei como deve ser. Isto é um facto que devo considerar muito seriamente", afirmou.

Lúcia Lobato considera que a decisão do STJ português confirma o que sempre disse: "eu não fui julgada por magistrados, fui julgada por mafiosos e como timorense não admito e nunca admitirei isso".

"A justiça deve ser administrada por juízes com capacidade e isenção. Eu só peço justiça e que o tribunal julgue e se pronuncie e se alguém tiver sido culpado que seja condenado", afirmou.
Lobato considera que a decisão do STJ não a surpreende e que vem confirmar o que sempre disse, que o seu processo "não estava a ser bem conduzido", reafirmando a sua convicção de inocência.

"Não cometi nenhum crime e recebi aquela condenação. E quando recebi a denúncia da juíza Margarida Veloso fizemos uma queixa contra esses dois juízes portugueses, a juíza timorense Natércia Gusmão e o juiz Luis Goia, mas a queixa foi arquivada em tempo recorde. Em apenas duas semanas, um recorde para Timor", afirmou.

"O recurso que fiz sobre esse arquivamento ao Procurador-Geral da República, em 2013, ainda nem sequer teve resposta", afirmou. Recorde-se que na queixa que apresentou ao CSM em Fevereiro de 2013, Margarida Veloso considera que as decisões relativas a este processo "padecem de erros jurídicos susceptíveis de contender com a Justiça, no caso concreto, e com o sistema de justiça no seu todo".

A ex-inspectora relata que, após a decisão sobre o pedido de ‘habeas corpus’, recebeu um email de Rui Penha, que conjugado com o teor das decisões tomadas no caso Lúcia Lobato, a levam a concluir que "a independência dos tribunais" de Timor-Leste "pode ser posta em causa".

Margarida Veloso alertava na sua queixa que, atendendo aos factos referidos no email, um dos juízes internacionais do caso (também identificado na denúncia) decidiu a desfavor da antiga ministra sob ameaça de não ver o seu contrato renovado.

Segundo factos relatados, a ameaça de não-renovação do contrato terá partido de uma magistrada timorense, Natércia Gusmão (actual presidente em funções do Tribunal Supremo), caso este decidisse a favor da libertação de Lúcia Lobato, através da aceitação do pedido de 'habeas corpus'. 

"Convém frisar que a gravidade dos factos não se circunscreve ao caso concreto, e muito menos por a arguida ter sido uma destacada figura do anterior Governo de Timor Leste, mas porque compromete de forma irremediável o sistema judicial no seu todo, sobretudo num país em que o sistema de justiça está numa fase embrionária e de consolidação", refere a carta enviada ao CMS a que a Lusa teve acesso na altura. Há dois anos, esta questão e a expulsão de juízes e funcionários judiciais portugueses de Timor, motivou a suspensão da cooperação judicial entre os dois países.

* Não nos interessa  quem tem razão mas a confiança na justiça fica abalada.

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CLARA SOARES

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Você tem 'Aminimigos'?

Se acha encantadora a pessoa que trabalha ao seu lado mas há dias em que nem a pode ver ou se sente traido(a) por ela, a resposta é sim. E então? Tire partido disso, sugerem alguns estudos

Should I stay or should I go now?
If I go there will be trouble
And if I stay it will be double
So you gotta let me know
Should I stay or should I go?

The Clash, 1982

Quantas vezes já deu por si a pensar naquela pessoa com quem gosta imenso de estar e partilhar coisas mas que, ao mesmo tempo, se afigura insuportável, ao ponto de não poder sequer pensar nela sem ficar com os nervos à flor da pele? 
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Afinal, um amigo é um amigo. Um bem precioso, cujo valor não tem preço. Uma amizade digna desse nome não se resume a um serviço de conveniência, nem a puras questões estratégicas, por vezes associadas a questões de honra, que levam tanta gente a enfatizar o lema "amigo do seu amigo", como uma prova de lealdade inequívoca e uma aliança forte, que perdura nos bons e nos maus momentos. 

Já um inimigo é outra coisa. Um rival. Aquele de quem é preciso guardar distância. Ou fazer-lhe frente, mas de mansinho, com diplomacia, ou "luva branca". Porque os sentimentos de rivalidade e vingança se servem a baixa temperatura e, de preferência, com a elegância que distingue a segurança e a superioridade moral imbatíveis. 

O problema do contacto com alguém que parece simultaneamente amigo e inimigo reside na dificuldade, ou no imenso desafio, em nos separarmos dele. Como se estivéssemos condicionados, por via de um qualquer estranho reforço intermitente - como o psicólogo americano B.F. Skinner tão bem ilustrou no século passado - que nos faz ficar "fixados" nessa pessoa de duas caras, à mercê da ambivalência, da incerteza e das consequências imprevisíveis. 

Cunhado no ano de 1953, o termo frenemy terá aparecido num artigo do jornal americano de Nevada, em que se fazia alusão aos russos enquanto aminimigos dos EUA. Umas largas décadas depois, o termo foi título de filmes - caso da Disney, há quatro anos, e que em Portugal foi traduzido por Aminimigos - em que, invariavelmente, o conflito é personificado no feminino. A mítica amizade feminina posta à prova, perante uma situação de competição (por um potencial parceiro amoroso, um posto de trabalho, etc). Numa versão pop e antifeminista, é o clássico "as mulheres partilham tudo umas com as outras mas à mínima oportunidade são 'cabras' umas para as outras". 

Na versão masculina, o tema assume outros contornos e, com expressões do tipo "tenho-o em grande conta mas nunca confiando, que ele é gajo para tirar o tapete a quem está ao seu lado, se vir ganhos nisso". Isto aplica-se à vida privada e pública, quando não a profissional. E eis que chegamos ao busílis da questão: com a proliferação de open spaces na arena profissional, a palavra ganhou peso e passou a ser encarada como fenómeno comportamental e, portanto, passível de estudo, seguido com atenção pelos media (pelo menos do outro lado do Atlântico). 

Vejamos a pesquisa de uma professora de comportamento organizacional, publicada na Harvard Business Review, no ano passado, e que diz, nada mais nada menos que isto: as ligações laborais que se pautam por uma atmosfera de amor e ódio podem tornar-nos melhores no trabalho. Como? Sim, é isso. Parece que esse "nunca saber ao certo com o que se conta" nos deixa mais atentos e predispostos a fazer ajustes no ângulo de visão ou na forma de pensar. Mesmo que à custa de algum dispêndio extra de adrenalina e cortisol, algo impróprio para cardíacos e adeptos da previsibilidade. 

Sim, os vínculos ambivalentes deixam-nos na corda bamba, um pouco à semelhança dos protagonistas de O Silêncio dos Inocentes: no filme de Jonathan Demme, nunca se sabe quando se tem a cabeça a prémio ao virar da esquina, mas não há como escapar aquela irresistível cumplicidade, que não se pretende trocar por nada. Ou são propícios a estados ruminantes e bloqueios emocionais - "Devo ficar ou partir?" - como no clássico composto por Mick Jones, vocalista da banda britânica de punk rock The Clash.
 
Os relacionamentos laborais, que nos ocupam cada vez mais tempo de vida, tendem a ser terreno fértil para o estabelecimento de aminimigos. Por serem arenas competitivas onde vigora o lema "cada um por si", a par do seu antídoto, o "não há como ter bons amigos no trabalho". Queremos destacar-nos e ser reconhecidos, mas queremos também ter aliados, forças protetoras e capazes de nos informar, apoiar e partilhar experiências e histórias, como nos tempos de escola. 

Este dilema entre "ter o bolo na mão e comê-lo" - ou cooperar e competir com quem convivemos durante dias, meses, anos - parece colocar-nos a todos à prova e, segundo os estudos de psicologia social, tornar-nos mais criativos. Numa versão mais prosaica, o cocktail de "mixed feelings" - ou sentimentos ambíguos - entre colegas obriga-os a sair da sua zona de conforto e a desafiar as nossas próprias noções de limite. Esperemos que sim, se não ficarmos loucos entretanto. Entre as sugestões mais engraçadas que encontrei nas pesquisas que empreendi, em publicações económicas, ficam estas, que sintetizo assim: 

Um aminimigo no trabalho vale mais do que um inimigo declarado, porque com o primeiro se podem ter benefícios inesperados. Aprenda a lidar com a ambivalência pelo lado positivo e sem culpas. E, já agora, procure outros tipos de ligação noutro lado. Em suma, e na gíria lusitana, embora socialmente incorreta, "Um olho no burro, o outro no cigano". 

* Jornalista e psicóloga

IN "VISÃO"
01/02/16

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777.UNIÃO



EUROPEIA





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ESTA SEMANA NA
"PAIS E FILHOS"

Adolescentes e 
Síndrome de Fadiga Crónica

Três em cada 100 adolescentes com 16 anos apresentam sintomas relacionados com a Síndrome de Fadiga Crónica – também conhecida por Encefalomielite Miálgica – o que, em média, os faz faltar à escola meio dia por semana e tem também consequências nas suas vida familiar e social.
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Uma equipa da Universidade de Bristol, no Reino Unido, realizou o primeiro grande estudo sobre a incidência desta patologia na fase anterior à idade adulta, avaliando cerca de 5700 jovens entre os 13 e os 16 anos. A primeira conclusão é a de que a síndrome em causa afeta o dobro das raparigas e é mais presente em famílias que lutam com dificuldades sociais ou económicas. 

Para Esther Crawley, pediatra especialista na doença e principal autora do trabalho, este último ponto “refuta a ideia de que se trata de uma condição da ‘classe média’, ou, pior, preguiça que não deve ser levada muito a sério”.
Segundo a mesma responsável, os resultados – obtidos por questionários junto dos adolescentes e respetivas famílias e não por opinião médica – “mostra que a síndrome é muito mais comum na adolescência do que se pensava”. Esther Crawley revela que, na sua prática clínica “apenas os casos muito graves, aqueles que impedem quase na totalidade a ida às aulas, por exemplo, são reconhecidos, diagnosticados e tratados com rapidez”. 

Todos os outros “em especial os dos jovens provenientes de meios mais desfavorecidos, não são abordados atempadamente”, podendo evoluir para estágios cada vez mais graves.

* Infelizmente as crianças mais pobres não podem ter doenças de putos ricos. 

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67-BEBERICANDO

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COMO FAZER O "GIN TÓNICO COM PEPINO"
COM MARI GRACIOLLI

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 IV- PÁTRIA JURÁSSICA
3-BATALHA DOS
DINOSSAUROS


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"i"
Quer 'apanhar' um mentiroso? 
Siga estas dicas

Saber quando uma pessoa está a mentir pode facilitar a vida a muitos e poupá-lo de várias situações embaraçosas. Mas se há quem não saiba mentir, há quem seja muito bom na arte de enganar os outros.
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O site Psychology Today dá-lhe sete pistas de atitudes que os mentirosos costumam ter para, desta forma, saber quando está a ser enganado:


1. Limpar a garganta
É uma resposta quase que automática ao stress, que muitas pessoas não conseguem controlar e é ainda mais difícil quando se está a mentir. Nestas ocasiões, a garganta seca uma vez que a sua hidratação se ‘redirecciona’ para a pele, em forma de suor.

2. Dificuldades em engolir

Mais uma vez, em resposta à falta de hidratação na garganta, uma pessoa que esteja a mentir tem maior necessidade de engolir também devido às respostas imediatas.

3. Mexer o queixo

Alguns ‘mentirosos’ têm tendência a mexer o queixo para a frente e para trás, um movimento que estimula as glândulas salivares, localizadas na parte de trás da garganta e, assim, mantêm a garganta hidratada.

4. Direcção do olhar e dos pés
 

Normalmente, o corpo está direccionado para o local onde a pessoa quer ir e, no caso dos que mentem, os olhos e os pés costumam estar apontados para a saída, uma resposta psicológica e física que corresponde à vontade de saírem de uma situação desconfortável.


Estar constantemente a consultar o relógio também é sinal de ansiedade.

5. Dificuldade em usar gestos

Os mentirosos ficam mais tensos e , por estarem numa situação desconfortável, têm dificuldade em gesticular .

6. Inclinar o corpo para trás

As pessoas geralmente afastam-se de uma fonte de ansiedade, logo procuram afastar-se fisicamente daqueles a quem estão a mentir. Costumam, especialmente, deixar pender a cabeça para trás.

7. Aparecimento da fossa jugular

A fossa jugular ou fúrcula suprasternal, uma pequena cavidade existente na base do pescoço e entre as clavículas, é um dos locais mais vulneráveis do nosso corpo porque afecta a respiração.
Quando se sentem ameaçados, os mentirosos costumam cobrir esta zona, quase como se estivessem a ‘esconder’ a mentira. As mulheres que estejam a mentir e usem colares costumam agarrá-los ou puxá-los para proteger a fossa jugular.

* Na televisão esteja atento aos políticos quando estão em debate, não se espante com as mentiras que pregam, vá pelos indícios.


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Juliette

Le sort de Circé

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HOJE NO
"A BOLA"
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Jogos de Lisboa
Inscrições das Olisipíadas alargadas
 até 28 de fevereiro

O prazo de inscrições das Olisipíadas vai ser alargado pela Câmara Municipal de Lisboa até ao dia 28 de fevereiro, tendo em vista a grande adesão de crianças e jovens à iniciativa. Com o alargamento do prazo, o município pretende que todos os interessados possam participar nos desportos que mais gostam, de entre as 12 modalidades individuais e coletivas.
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Desde o dia 10 do presente mês, quando tiveram início os jogos da fase local, já decorreram dez atividades, das mais de cem previstas, com a participação de cerca de 1300 crianças e jovens.

Este sábado dar-se-á início às modalidades de râguebi, natação e ciclismo, que terão lugar na zona norte e oriental de Lisboa. Quanto aos jogos de judo, estes terão continuidade na zona norte da capital.

Para o próximo final de semana estão previstas as competições de ténis de mesa, voleibol, basquetebol, andebol, atletismo e xadrez.

Para estes dois últimos fins de semana do mês, a Câmara Municipal de Lisboa prevê fomentar o gosto pela prática desportiva e promover a experimentação de várias modalidades a mais de 500 crianças e jovens lisboetas. As inscrições para as Olisipíadas podem ser feitas no site da CML e nas Juntas de Freguesia da cidade.

* Inscrevam-se porque Lisboa é linda e merece a vossa adesão!

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Bernie Mitchell

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ESCULTURAS EM ESTUQUE

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Michael Moore 'invade' Portugal e copia política portuguesa sobre drogas

O realizador Michael Moore apresenta no seu novo filme 'Where to Invade Next' Portugal como um exemplo a seguir pelos Estados Unidos da América no que toca à descriminalização do consumo de drogas.
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A ideia do documentário é descobrir políticas internacionais que deveriam ser importadas pelos norte-americanos e para isso Moore visita vários países onde copia os 'melhores sistemas' e as melhores ações governamentais para levar para os EUA.

O documentarista chama-lhe invasões amigáveis, anexações para salvar os EUA, e de cada vez que encontra algo de bom coloca uma bandeira dos EUA em solo estrangeiro e pede licença para copiar a ideia no seu país.

Michael Moore diz que os americanos deviam "invadir" a França e importar o modelo de refeições saudáveis aplicado nas suas cantinas escolares, deviam ocupar a Finlândia e copiar o fim dos trabalhos de casa para os estudantes e de Portugal deviam levar a política de descriminalização de drogas aprovada em 2001.

Em Portugal ninguém é preso por consumir drogas ou por ter na sua posse uma quantidade considerada para consumo próprio e esta mudança legislativa não provocou um aumento de consumo de substâncias.

Vencedor de um Óscar de Melhor Documentário, por 'Tiros em Columbine', Michael Moore aplaude ainda as várias medidas que foram introduzidas neste campo, como a troca de seringas ou os gabinetes de apoio à prevenção.

'Where to Invade Next' estreou nos EUA no final de Dezembro.

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PRIMA BALLERINA
















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