quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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"O QUE NÓS

ENCONTRAMOS"!



4-A RUSSIA DE PUTIN

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ÚLTIMO EPISÓDIO

Vladimir Putin domina a Rússia há 15 anos. A intervenção na Síria revela, mais uma vez, a forma como encara o poder: a ameaça externa une a nação e alimenta uma popularidade que atinge os 90%. Após uma década de crescimento económico, o quotidiano dos russos é atualmente marcado por uma forte recessão agravada pelas sanções internacionais. A Grande Reportagem foi conhecer "A Rússia de Putin", um Presidente amado e odiado num país de contrastes.


* Mais uma excelente "Grande Reportagem SIC"
  
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PROLONGAR A VIDA
REDUZIR A MORTALIDADE PREMATURA

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* Programa produzido pela DIRECÇÃO GERAL DE SAÚDE em 2013.



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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Cavaco vai ter até 19 de fevereiro
 para promulgar adoção gay

Cavaco vetou o diploma sobre a adoção de crianças por casais homossexuais mas terá mesmo de o promulgar até ao dia 19 de fevereiro. Parlamento marcou para dia 10 a reconfirmação da votação. 
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Cavaco vetou mas vai mesmo ter de promulgar. A conferência de líderes parlamentares agendou para o próximo dia 10 de fevereiro a discussão sobre os diplomas da adoção de crianças por casais homossexuais e as alterações à lei do aborto. Se não forem feitas quaisquer alterações e se os diplomas voltarem a ser aprovados – como os partidos da esquerda já disseram que o fariam – Cavaco terá apenas oito dias para os promulgar. Ou seja, dia 19 de fevereiro tem de assinar os diplomas que ganham, nesse momento, força de lei.

Passados os 15 dias de ponderação estabelecidos no regimento da Assembleia da República, o Parlamento vai voltar a discutir (e votar) os diplomas que foram devolvidos pelo Presidente sobre a adoção de crianças por casais do mesmo sexo e a revogação das alterações à lei da interrupção voluntária da gravidez. BE, PCP e PS já disseram que iriam reconfirmar o voto, pelo que os textos não deverão precisar de quaisquer alterações e seguem no próprio dia para Belém.

Chegados a Belém no dia 11 de fevereiro, o Presidente da República tem o prazo legal de oito dias para promulgar os diplomas.

Cavaco Silva anunciou esta segunda-feira, um dia depois das eleições presidenciais, que não iria promulgar os projetos de lei aprovados pela maioria de esquerda sobre a adoção e a lei do aborto. Os partidos apressaram-se a reagir, com o BE, PS, PCP e PEV a garantirem que iriam reconfirmar o voto assim que fosse possível. 

A coordenadora bloquista, Catarina Martins, chegou mesmo a dizer que Cavaco Silva teria mesmo de promulgar as lei – “quer queira, quer não”.

* Assina mas tapa os olhos.

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STELLA


McCARTNEY
FASHION SHOW
OUTONO/INVERNO
2015/2016

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HOJE NO    
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Congelamento acabou. Estado volta a recrutar jovens qualificados

Depois de ter perdido 15 mil pessoas para a aposentação em 2015, governo vai descongelar admissões

 O governo vai descongelar as contratações no Estado e admitir jovens qualificados para compensar as 15 mil saídas anuais de funcionários públicos para a aposentação. Esta será uma das formas de estabilizar o universo de trabalhadores nas administrações públicas. Condição: não haver aumento de custos com pessoal. Tribunais, Segurança Social e saúde deverão ser algumas das áreas privilegiadas. E há uma novidade: os recrutamentos vincularão os futuros funcionários à administração pública e não a um serviço específico. 
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A eliminação progressiva das restrições à contratação de efetivos necessários à administração pública terá de ser operacionalizada sem que aumente o número global de funcionários. As admissões, segundo referiu ao DN/Dinheiro Vivo fonte oficial do Ministério das Finanças, serão feitas mediante uma "avaliação rigorosa e criteriosa das necessidades, da fixação de prioridades e da gestação previsional". 

Outro objetivo é promover um recrutamento qualificado e tendencialmente centralizado. Na função pública, as admissões estavam sujeitas à regra de diminuição de 2% de efetivos por ano, valor largamente ultrapassado entre 2011 e 2015: a diminuição de funcionários públicos foi de 10,1% Para o processo de revitalização e racionalização do emprego público concorrerão várias medidas, entre as quais o lançamento de concursos nacionais para jovens quadros profissionais de nível superior. Ao contrário do que tem sido prática na administração pública, os recrutamentos vincularão os funcionários à administração pública em geral e não a um serviço, departamento ou instituto específico.

Esta estratégia de recrutamento qualificado e "tendencialmente centralizado" tornará mais fácil a gestão dos efetivos e a sua canalização para áreas que enfrentam maiores carências. Para os dirigentes sindicais, a saída de funcionários para a reforma conjugada com o congelamento de admissões levou a que muitos serviços tenham falta de pessoal. José Abraão, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap/Fesap), dá vários exemplos em que esta falta é visível: tribunais, Segurança Social, saúde ou repartições de Finanças. Helena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, dá como exemplo dois concursos lançados no início desta semana para admissão de oito técnicos superiores e veterinários para a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.

Os dois responsáveis sindicais saúdam a intenção do governo, mas receiam que a substituição de quem sai por um novo trabalhador possa não ser suficiente. "Há muitos casos de carência de pessoal e a mera substituição acaba por manter a linha de austeridade", sublinha José Abraão, acentuando que a redução de trabalhadores acabou por sobrecarregar os que foram ficando. Helena Rodrigues aponta o dedo às muitas horas extraordinárias não pagas que acabam por ser feitas por quem se mantém ao serviço.

20 mil reformados por ano
Ao longos destes últimos anos foram ativados vários travões às admissões e o resultado obtido acabou por superar todos os objetivos traçados. De tal forma que, entre dezembro de 2011 e setembro de 2015, a administração pública viu o número de funcionários reduzir-se em 10% (o que equivale a menos 78 mil empregos). 

A maior parte desta diminuição foi feita através de saídas para a aposentação. Os dados da CGA mostram que até 2014 reformaram-se, em média, cerca de 20 mil pessoas por ano. Em 2015, foram cerca de 15 mil, tudo apontando para que este ano a tendência seja semelhante. "Se não forem feitos cortes adicionais nas regras das reformas, não é de esperar que o número suba", acredita José Abraão.
As admissões na função pública não serão feitas com recurso a contratos a prazo. Estes casos, afirmou a fonte oficial, "estarão limitados às situações indispensáveis e legalmente previstas". Até porque chocariam com os objetivos de combate à precariedade previstos no programa do governo do PS. 

Este novo posicionamento leva Helena Rodrigues a acreditar que desta vez haja condições para resolver as situações de "pessoas que exercem funções em serviços como os registos e notariado através de contratos a termo resolutivo há mais de 15 anos".

* Funcionários competentes precisam-se.


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III-GENOMA HUMANO

3 - ABRINDO A CAIXA
DE PANDORA 

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "RECORD"

Doornbos não deixou marca na F1 mas está a revolucionar brinquedos sexuais

A discreta passagem de Robert Doornbos pela F1 contrasta com a carreira de empresário do holandês que fundou uma empresa de brinquedos sexuais, cuja principal caraterística é a capacidade de interagirem com o mundo da internet. E os negócios não vão nada mal para a Kiiroo.
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Os produtos da empresa do holandês atrairam a atenção de comunicação social e dos visitantes de uma recente feira de tecnologia, com o antigo piloto Red Bull a ser entrevistado, aproveitando para fazer publicidade e explicar como se simula o toque humano ligando plástico e latex à web.

O site "cnet" assegura mesmo que a Kiiroo, com sede em Amsterdão (Holanda) está a revolucionar a indústria com os seus brinquedos interativos e Robert Doornbos é já um bem sucedido empresário num meio no qual, à semelhança da F1, há também vibrações e borracha.

* Sportsex.

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SÉRGIO AZEVEDO

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Portugal debochado

2016 está a ser pródigo em eventos que, de uma certa maneira, podem induzir-nos à perceção de que vivemos num país onde reina um certo deboche. Porque das duas uma: ou estamos reféns da falta de pudor ou da incompetência e da impreparação da generalidade daqueles que nos representam e ocupam as diversas hierarquias do poder.

A decisão do Tribunal Constitucional sobre as pensões vitalícias é das decisões mais absurdas e impercetíveis que aquele tribunal político alguma vez proferiu. Não só é vergonhoso o direito a uma subvenção vitalícia de um servidor público como é igualmente obsceno que as regras de uma pensão para os titulares de cargos políticos - cerca de 340, neste caso - não sejam as mesmas para o cidadão comum.

O parlamento, em concreto a esquerda patriótica e defensora da moral pública, chumbou a possibilidade de uma auditoria independente e externa ao Banif com o argumento de que tal monstruosidade consistia num desrespeito pelo trabalho do parlamento. Como se alguma vez fosse sinal de descrédito munir os deputados de informação técnica e credível para as avaliações políticas que fazem. Isto é, como em tudo na vida, quem teme, deve!

Por Lisboa, a balbúrdia continua e não está para abrandar. O executivo submeteu à Assembleia, de acordo com a lei, uma proposta para a manutenção do abono de despesas de representação ao seu quadro dirigente. O problema é que não o fazia desde 2013 e andou a pagá-lo ilegalmente durante três anos.

O draft orçamental de Centeno prevê 1200 milhões de despesa em devoluções, 3% de queda no IRS, 5,5% de queda no IRC, 0,9% de queda do PIB, aumento do imposto de selo no crédito ao consumo, aumento dos combustíveis e escalões do IRS sem mexer. Não é isto tudo um deboche?

IN "i"
25/01/16

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764.UNIÃO

EUROPEIA



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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Bruxelas nega ter rejeitado 
Orçamento português

A Comissão Europeia está a avaliar o esboço de projeto de Orçamento de Estado português para 2016 entregue na passada sexta-feira e diz ser ainda "demasiado cedo" para tomar uma posição, negando assim ter rejeitado o documento. 
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NO TEMPO DA MISS SWAPP
"Estamos agora a levar a cabo a nossa avaliação do esboço de plano orçamental. É demasiado cedo para nos pronunciarmos sobre a substância do plano nesta fase", indicou à Lusa uma porta-voz da Comissão.

Questionada sobre uma carta alegamente enviada esta quarta-feira pela Comissão às autoridades nacionais, a mesma porta-voz acrescentou apenas que o executivo comunitário "está de facto em contacto com as autoridades portugueses", no quadro do trabalho que está a conduzir para emitir o seu parecer relativamente ao projeto de orçamento.

Vários órgãos de comunicação social noticiam hoje que a Comissão Europeia não aceita o projeto orçamental para 2016 apresentado pelo Governo português por ter sérias reservas quanto aos pressupostos financeiros que constam no documento, posição transmitida numa carta alegadamente enviada por Bruxelas a Lisboa.

* É do conhecimento público que a grande maioria da comunicação social  negoceia na  intriga e no boato.

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6.O LEITO

MARINHO


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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4 - OBSESSÃO
 A guerra do Islão radical
contra o Ocidente

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* Em nossa opinião não há "Islão radical" há terrorismo. Nesta série o Ocidente é tratado como uma escola de bons valores o que não é verdade, confirma-o a história universal. Sugerimos que filtre o importante.


**As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Comissão de Dados denuncia abusos na exigência de cópias do Cartão do Cidadão

Há um "claro abuso na exigência de fotocópias ou de digitalizações de documentos de identidade" que está a potenciar os casos de usurpação de identidade e "exige uma intervenção urgente para proteger os cidadãos", alerta a CNPD.
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CRUZE SEMPRE A CÓPIA
A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) tem tido um número crescente de queixas de cidadãos relativamente a casos de exigências ilegais de cópias dos documentos de identificação por parte de diversas entidades e considera que "tem havido um claro abuso na exigência de fotocópias ou de digitalizações", nomeadamente do cartão do cidadão. E o mesmo acontece com a "divulgação de números de identificação em redes abertas", abusos que exigem "uma intervenção urgente para proteger os cidadãos".

Aquilo que aponta como uma "difusão massiva de dados pessoais", acaba por alimentar "as tendências crescentes de roubo de identidade", alerta a CNPD, que está preocupada, também com a "violação das regras de protecção de dados por insuficiência de medidas de segurança, técnicas e organizacionais".

Neste sentido, a Comissão prepara-se para avançar com uma campanha de "combate à usurpação de identidade", junto dos cidadãos e de entidades públicas e privadas, sobre os "procedimentos a adoptar para a utilização e a reprodução de documentos de identificação".

"Há hoje em dia uma grande ligeireza de todas as entidades a pedir cópia do cartão do cidadão, sejam empresas de serviços, seja o banco, seja o ginásio onde nos queremos inscrever", exemplifica Isabel Cruz, secretária-geral da CNPD. E isso apesar de a lei dizer, claramente, que esse procedimento é proibido. É certo que passa a ser legal se a pessoa consentir, mas, "até que ponto o consentimento é, em geral, um consentimento livre, quando a pessoa é confrontada com a obrigatoriedade de ceder uma cópia do cartão do cidadão para, por exemplo, poder abrir uma conta num banco", questiona a responsável.

No caso concreto dos bancos, explica, "a lei diz que há um dever de identificação, mas esse não tem de ser concretizado através de uma cópia do cartão de identificação", explica Isabel Cruz. "O nosso objectivo é explicar às pessoas quais são os perigos que existem deste problema para a protecção de dados, que é grave para os cidadãos, e do qual estes provavelmente nem se apercebem".

* A grande usurpação ocorre nos bancos que só falta saber a cor das cuecas que usamos predominantemente.

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JAZZLAND

Maria Anadon

Love for sale

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HOJE NO
"DESTAK"
Liberdade em Portugal 
com 97 pontos em 100 possíveis 
- Freedom House

A organização de Direitos Humanos Freedom House classificou o nível de liberdade em Portugal com uma nota de 97 em 100, apenas atrás dos países escandinavos, do Luxemburgo e da Holanda no que toca a países da União Europeia.

No relatório "Liberdade no Mundo 2016" - com dados relativos ao ano passado, a ONG não inclui um relatório específico sobre Portugal, mas fez um "ranking" de países, numa escala de 0 a 100.

Assim, Portugal surge com uma nota de 97 pontos, acima de países europeus como a vizinha Espanha (95), de França (91), Itália (89), Reino Unido (95) e da Alemanha (95). Acima de Portugal estão os países escandinavos (Suécia e Finlândia e, apesar de estar fora da UE, a Noruega), todos com 100 pontos em 100 possíveis, a Holanda (99 pontos) e o Luxemburgo (97). 

* 97 pontos em 100 possíveis é uma nota altíssima, um orgulho.Um reparo, o Luxemburgo não está à nossa frente tem os mesmos pontos.


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SISTEMA ANTI-ROUBO

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HOJE NO   
"i"
A bebida que pode ajudar 
a prevenir o cancro de pele

Muitos portugueses não se preocupam com a probabilidade de desenvolverem cancro de pele: Uns não se importam de ir à praia nas horas de maior calor e emissão de raios UV, outros nem sequer creme protector usam.

No entanto, existe um pequeno hábito que o pode ajudar a prevenir o desenvolvimento desta doença – sem descartar as outras medidas: Beber café todas as manhãs.
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Um estudo publicado este ano mostra que o café ajuda a combater o melanoma, a forma mais perigosa de cancro de pele.

Erikka Loftfield, do National Cancer Institute, nos EUA, e os seus colegas descobriram que as pessoas que bebiam mais de quatro cafés por dia tinham menos 20% de probabilidade de desenvolver um melanoma nos 10 anos seguintes, lê-se no site da TIME.

O café possui vários compostos, incluindo polifenóis e cafeína, que mantêm os processos de ‘ataque’ aos malefícios desencadeados pelos raios UV sob controlo, explica o mesmo site.

No entanto, a equipa afirma que ainda vão ser feitos mais testes.

* Para quem gosta muito de café como nós esta é uma excelente notícia. O café só ajuda, a exposição ao sol tem de ser cuidadosa.

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HÁ MAR E MAR

E TAMBÉM
PERDER E
 GANHAR


No rescaldo das Eleições Presidenciais mal feito fora que não transmitíssemos aos nossos visitadores a nossa opinião sobre os resultados. Vem aí a vilania da opinião

CÂNDIDO FERREIRA - Parece-nos que concorreu para se exibir e para gerar conflitos o que não são características boas para um médico que se preze. A picardia com Sampaio da Nóvoa é pacovice em grau elevado, 0,23% foi um bom resultado e meritório.

JORGE SEQUEIRA - "Quiz" ter piada mas pouca gente se riu, 0,3% é melhor que nada e dá-lhe a ideia de como o país o considera.

HENRIQUE NETO - Como é que um homem sério e inteligente se mete numa corrida destas sem logística de geito. Um industrial com mérito deu em paraquedista.

PAULO MORAIS - Também sério e inteligente mas que abusou da ideia da corrupção, realidade grave em Portugal. Os portugueses são 80% pequenos corruptos, 19,5% enormes corruptos e 0,5% incorruptíveis, como poderia ter um resultado expressivo?

VITORINO SILVA - Mais de 150 mil votos num homem popular, não populista, que premeiam a simpatia e a sinceridade, gostávamos de o ver numa ficção como presidente.

EDGAR SILVA - O erro crasso de estratégia do PCP, a culpa não foi dele.

MARIA DE BELÉM - O professor Marcelo Caetano também tinha um grande sorriso mas não era loiro. Foi a candidata do PS jurássico em crise de identidade, mas não estão extintos.

MARISA MATIAS - Como é que 10,13% é uma grande vitória? O Bloco de Esquerda tem dado ao país pessoas de grande qualidade política, seriedade e patriotismo, Marisa incluída. Para além de não ter qualquer sentido de humor, somos sportinguistas, do respeito que lhe temos, dos valores que defende, 10% dos votos é uma pesada derrota.

SAMPAIO DA NÓVOA - Um senhor, não votámos nele porque estávamos à espera da 2ª volta, uma campanha aguerrida e educada. Demonstrou classe quando admitiu a derrota e focou Marcelo como seu presidente.

MARCELO REBELO DE SOUSA - Dez anos de campanha deram frutos, não é crítica é saber planear. Elege-se sem dívidas a ninguém, independente de todos e com promessas de unir sensibilidades. Não votámos nele mas será também o nosso presidente ao contrário do sr. Silva que jamais o sentimos como tal.
Desejamos que seja uma presidência diferente, bem longe do azedume e sobranceria da anterior.
Sempre dissemos que desconfiamos das oscilações marcelistas, mas até dávamos o corpinho ao manifesto se nos enganássemos.


AO VOSSO DISPÔR
Os Pensionistas



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HOJE NO
  "A BOLA"

Liga
Arquivado processo sobre ofertas
 do Benfica a árbitros

A Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga anunciou esta quarta-feira o arquivamento do processo decorrente de declarações de Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, sobre ofertas do Benfica a equipas de arbitragem.
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Decidiu ainda a CII não dar provimento à queixa do Benfica motivada por declarações de Bruno de Carvalho, proferidas numa entrevista à TVI, as quais, no entendimento dos encarnados, seriam violadoras da honra e visavam coagir os árbitros.

* Abençoado loby!

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O VENENO QUE CURA

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* Uma produção "EURONEWS"

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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Assunção Cristas classifica orçamento
. como "ficção" digna de um "Óscar"

A candidata à presidência do CDS/PP Assunção Cristas disse em Leiria que o Orçamento do Estado é uma "ficção", na primeira sessão da volta designada "unidos para vencer", na qual irá ouvir os militantes.
 
"Parece uma ficção no cenário macroeconómico. Parece uma receita igual à que já conhecemos: 'pode ser que dê'. Mas, na verdade, quando olhamos para as entidades internacionais e para as agências, o que dizem: 'cuidado, é excessivamente otimista, não é realista, não é fidedigno', então podemos estar a ver um filme que já conhecemos muito bem", disse Assunção Cristas na primeira parte do seu discurso, aberto à comunicação social.
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A candidata à presidência do CDS acrescentou que "se houvesse ‘Óscares’ na política, certamente que haveria duas nomeações claras para o ‘Óscar’ da melhor ficção, que seriam o primeiro-ministro e o ministro das Finanças". E Assunção Cristas acredita que "eles ganhariam".

Para a ex-ministra, a vitória "clara e inequívoca" de Marcelo Rebelo de Sousa na eleição para a Presidência da República é uma resposta do povo.

"Esse voto rejeitou aquilo que alguns já davam como adquirido, que era que o povo português está confortável e gosta desta lógica da esquerda toda junta. Isso não aconteceu. Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito de forma clara, inequívoca e permitiu-nos recentrar e reequilibrar o espaço político", sublinhou.

Considerando que "ninguém sabe" quando haverá eleições legislativas, Assunção Cristas lembrou que já estão marcadas as eleições para a Região Autónoma dos Açores e para as autárquicas, em 2017.
"Por isso, enquanto CDS, temos de nos preparar desde o primeiro momento para sermos a melhor solução quando for o momento de os portugueses se pronunciarem nas urnas", salientou, prometendo uma "oposição muito forte e construtiva" no sentido de "desmontar o trabalho que está a ser desfeito pelo governo neste momento".

Enumerando as várias alterações na Saúde e Educação que o governo de António Costa tem realizado, Assunção Cristas disse querer "interromper a meio" um "filme" que já conhece, porque não quer "sequer pensar em voltar a fazer os portugueses passar por aquilo que passaram".

Assunção Cristas foi a Leiria para "sentir as preocupações e prioridades" dos militantes e "construir uma moção com um tronco comum".

A candidata afirmou ainda que o CDS é um partido que "quer crescer". "Orgulhamo-nos da nossa história, orgulhamo-nos do legado do Dr. Paulo Portas, mas queremos olhar em frente, crescer e chegar a todos os eleitores."

Por isso, Assunção Cristas convidou ainda os militantes a trazerem "alguém mais curioso, com vontade de se aproximar", pois é "muito bem-vindo".

"O nosso partido é aberto e disponível para acolher outros desde a primeira hora", acrescentou, garantindo que só se candidatou à liderança do partido depois de saber que "não seria responsável por qualquer divisão" do CDS.

Assunção Cristas prometeu ainda um CDS como uma "alternativa muito sólida e robusta".

*Assunção Cristas é uma valente herdeira de Paulo Portas, para além da fé que a leva a horizontes inimagináveis é agora crítica de cinema. Só nos lembramos dela à pedincha nas instâncias europeias


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