quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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As 20 melhores(piores) cantadas de pedreiro


1. Ocê é o ovo que faltava na minha marmita.
2. Eu bebia o mar se ocê fosse o sal.
3. Não sabia que fror nascia no asfaltu.
4. Tô fazenu uma campanha de doação de órgãos! Quer o meu?
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5. Nossa, ocê é tão linda que não caga, lança bombom! Ocê num peida, solta prefumi! Ocê num arrota, evapora xero di banquete!
6. Ohhh… essa muié e mais um saco de bolacha, eu passo um mês…
7. Ocê é sempre assim, ou tá fantasiada de gostosa?
8. Ocê é a areia do meu cimentu.
9. Ahhh se eu pudesse e meu dinheiro desse!
10. Suspende as frita…. o filé já chegou!
11. Ocê num usa calcinha, ocê usa porta-jóia.
12. Aê cremosa… Vou te passar no pão e te comer todinha!!
13. O que que esse bombonzinho está fazendo fora da caixa??
14. Ocê num é pescoço mais mexeu com a minha cabeça!
15. Sexo mata!!! Quer morrer feliz?
16. Vamu pru meu barraco fazê as coisa que eu ja falei pra todo mundo que nois faiz?
17. Ocê é a lua de um luau…. Quando te vejo só digo – uau uau!
18. Nossa, quanta carne…. e eu lá em casa comendo ovo!
19. Essa sua brusa ia ficá ótima toda amassada no chão do meu barraco amanhã de manhã!
20. Se ocê fosse um sanduíche teu nome ia ser X-Princesa…

Se pensou, ou pior, já usou alguma dessas, temos duas opções, ou leia todo o Manual do Canalha Padrão desde o começo, ou pare de ler agora!

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74-ACIDEZ 
FEMININA

CENAS DE SEXO

NA TELEVISÃO 


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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA


* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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W A N T E D


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PRÉMIO ZON - CRIATIVIDADE EM MULTIMÉDIA/2011

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Costa acusa Passos de tirar 800 milhões ao Orçamento deste ano

O Governo fez contas às medidas adoptadas pelo anterior Executivo e concluiu que o Orçamento de 2016 foi privado de receita líquida no valor de 800 milhões de euros. Apesar disso, Mário Centeno cortou meta do défice para este ano, de 2,8% previstos no Programa para 2,6% do PIB.

O Governo diz que o Orçamento do Estado para 2016 foi privado de uma receita fiscal no valor de 800 milhões de euros, devido a decisões de política do anterior Executivo. A acusação consta do comunicado do Conselho de Ministros, que aprovou o "draft" do Orçamento do Estado para o próximo ano.
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"Para benefício da execução orçamental de 2015, foram então adoptadas políticas que anteciparam receitas fiscais e outras que adiaram para 2016 custos fiscais", lê-se no documento.

"No seu conjunto, os efeitos desfasados resultam numa arrecadação líquida de receita fiscal de cerca de menos 800 milhões de euros em 2016", continua.

O documento não explica, porém, quais as decisões que geraram este ‘buraco’ nas contas. E também não justifica como foi possível acomodar esta falta de receita e, ao mesmo tempo, apresentar uma previsão de défice mais baixa do que o previsto em Novembro.

Défice baixa para 2,6%
No "draft" que envia esta sexta-feira para Bruxelas e para o Parlamento, o Governo promete baixar o défice de 3% em 2015 para 2,6% em 2016, sinalizando assim a intenção de fazer uma correcção mais intensa.

No entanto, no que se refere ao esforço de consolidação estrutural, o Governo fica longe das pretensões de Bruxelas. O Executivo prevê uma correcção de 0,2 pontos percentuais do PIB. As recomendações de Bruxelas a Portugal apontam para um esfoço de redução de 0,6 pontos percentuais e os tratados orçamentais indicam 0,5 pontos percentuais do PIB.


A correcção agora fica mais próxima da solução de meio caminho que Bruxelas e Lisboa tentavam negociar esta semana, tal como o Negócios apurou. O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira o "draft" do Orçamento do Estado para 2016, que seguirá agora para Bruxelas e para o Parlamento. 

O ministro das Finanças não deu muitos detalhes sobre o documento, remetendo para uma conferência de imprensa marcada para sexta-feira.


"Este é um orçamento responsável, que favorece o crescimento económico e a criação de emprego, melhora a protecção social (...) reduzindo ao mesmo tempo o valor da dívida e do défices", disse Mário Centeno. O ministro acrescentou ainda que garante uma "redução igualmente significativa" da dívida pública.

O Orçamento garante "uma política orçamental mais equilibrada e sustentada" "com diminuição da carga fiscal e recuperação de rendimento", cumprindo "todos os compromisso assumidos no programa eleitoral" e garantindo "o espaço para a criação de crescimento económico, que é um orçamento deve fazer".

* E o que mais virá adiante.

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XXXVIII- O UNIVERSO

1- O CLIMA


NO ESPAÇO

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As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"DESTAK"
Último paciente internado em Rennes devido a ensaio clínico da Bial teve alta

O último paciente internado no Centro Hospitalar (CH) de Rennes na sequência da participação num ensaio clínico de um novo medicamente da farmacêutica portuguesa Bial em França teve hoje alta hospitalar, informou em comunicado a unidade de saúde. 
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"O último paciente internado teve hoje alta hospitalar e pode regressar a casa, consequência da melhoria do seu estado de saúde. Os cuidados médicos dos três pacientes transferidos para estabelecimentos próximos das suas residências [...] foram definidos e coordenados pelo CH de Rennes. O estado de saúde desses pacientes continua a melhorar", indica o hospital francês no comunicado hoje divulgado.

As consultas de seguimento dos cinco pacientes que estiveram internados no CH de Rennes serão feitas por esta unidade hospitalar. 

* Para o bem de todos desejamos uma completa recuperação.

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3-O VENENO ESTÁ NA MESA


AGROTÓXICOS


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HOJE NO
"i"

Putin terá dado ‘luz verde’ 
ao assassínio de Litvinenko

Um juiz de um tribunal britânico deliberou, esta quinta-feira, que o Presidente russo Vladimir Putin “provavelmente aprovou” o homicídio de Alexander Litvinenko, o ex-espião do KGB, que morreu em Londres há 10 anos, depois de ter sido envenenado com polónio.
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O relatório da investigação, coordenada pelo juiz Robert Owen, dá como certa a implicação do Kremlin na morte de Litvinenko.

"A operação do FSB (serviços de inteligência russos que sucederam ao KGB) para matar Litvinenko foi provavelmente aprovada por (Nikolai) Patrushev (director do FSB na época) e também pelo Presidente Putin", lê-se no relatório.

A investigação revelou ainda que o envenenamento terá sido levado a cabo por dois agentes russos Andrei Lugovoi e Dmitri Kovtun que terão colocado polónio no chá do ex-espião num hotel em Londres.

O juiz sublinhou que para o FSB, Litvinenko era alguém que tinha “traído a organização".

A morte do ex-agente, que à época trabalhava para o MI6 britânico além de ajudar a polícia espanhola na luta contra a máfia russa, foi considerada o primeiro ato de terrorismo nuclear da história.

Recorde-se, que Litvinenko foi enterrado num caixão de chumbo para evitar fugas radioativas do polónio presente no seu organismo.

* De quantas mais mortes não investigadas é Putin responsável?

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JÚLIO MIRANDA CALHA

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Almeida Santos: 
a sua vida e exemplo perdurarão

António de Almeida Santos foi um político dotado de uma cultura superior, uma personalidade incontornável da nossa democracia, e da nossa República que deixa uma indelével marca no panorama nacional.

António de Almeida Santos foi uma personalidade ímpar da democracia portuguesa e um homem de causas.
Estudou em Coimbra, onde tirou o curso de Direito, e iniciou o seu percurso profissional como advogado em Moçambique, onde também se destacou no combate ao regime político ditatorial de Salazar. Concorreu como deputado à Assembleia Nacional em listas de oposição e representou o General Humberto Delgado nas eleições presidenciais de 1958.

Com a Revolução dos Cravos, António Almeida Santos veio para o continente e aqui distinguiu-se como um elemento fundamental e mesmo obreiro imprescindível no processo de descolonização, nomeadamente enquanto Ministro da Coordenação Interterritorial. Foi, aliás, o único ministro que participou na discussão e assinatura de todos os tratados de descolonização dos territórios coloniais, neles tendo desempenhado um papel de extrema relevância, inclusive, na redação dos respetivos tratados. Mais tarde teve também um papel fundamental, e mesmo decisivo,  na gestão dos graves problemas advindos do retorno de 500.000 portugueses residentes nos territórios ultramarinos e a sua simultânea integração socioeconómica no seio da comunidade nacional.

Como ministro da Justiça, António Almeida Santos teve um papel fulcral na adaptação da legislação portuguesa à nova Constituição da República Portuguesa saída do 25 de Abril, e, bem assim, a sua contribuição foi essencial para a concretização das sucessivas revisões constitucionais feitas posteriormente, todas no sentido de plasmar na Constituição da República Portuguesa a  consolidação do regime democrático e a integração de Portugal no seio da comunidade europeia.

António de Almeida Santos foi deputado em várias legislaturas, presidente da Assembleia da República, presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, presidente do Partido Socialista, e desempenhou muitos outros e variados cargos, sempre ao serviço da democracia e do seu povo, em todos se tendo sempre destacado pela sua inteligência, fineza de trato e brilhantismo.

António de Almeida Santos foi um político dotado de uma cultura superior, de uma inteligência e de brilhantismo na intervenção política que a todos se impôs e mereceu a admiração de todos os socialistas e de pessoas de todos os quadrantes político-partidários. Foi, não restam dúvidas, uma personalidade incontornável da nossa democracia, e da nossa República que deixa uma indelével marca no panorama nacional. A sua vida perdurará para além da sua morte.

IN "OBSERVADOR"
19/01/16

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758.UNIÃO

EUROPEIA



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HOJE NO
"A BOLA"

Nápoles
Comentário homofóbico vale 
dois jogos de suspensão a Sarri
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QUE MACHO!
O treinador do Nápoles, Maurizio Sarri, foi punido com dois jogos de castigo na Taça de Itália pelos alegados insultos homofóbicos dirigidos a Roberto Mancini, técnico do Inter de Milão.

A comissão disciplinar da liga italiana considerou que Sarri «dirigiu impropérios extremamente insultuosos ao treinador da equipa adversária» durante o encontro dos quartos de final da Taça da Liga entre as duas equipas.

À suspensão acresce uma multa de 20 mil euros.

Mancini foi igualmente multado em cinco mil euros por «assumir uma postura intimidatória» em relação a Sarri e por «desrespeito» para com o quarto árbitro da partida.

Durante o desentendimento entre os dois treinadores, Sarri terá chamado gay a Mancini, comentário bastante criticado por uns e desvalorizado por outros. 

* Os treinadores, jogadores dirigentes e árbitros de futebol parecem sempre ser todos muito machos...

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 DÓI MUITO

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Só de pensar que o vídeo pode ser realidade já dói!

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III-AMBIENTE FEROZ

4-RAIO


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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Estada média dos turistas em
 Portugal regista aumento homólogo
. surpresa em novembro

A estada média dos turistas na hotelaria em Portugal registou em novembro de 2015 o primeiro aumento homólogo desde abril desse ano, subindo 2,26% para 1,81 noites, revelam hoje dados do AHP Tourism Monitor.
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De acordo com o Tourism Monitor da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em novembro “cresceram mais uma vez os principais indicadores da hotelaria”, sendo que a “surpresa” foi o aumento da estada média de turistas, correspondente ao número de dias que o hóspede permanece no hotel, calculado em função da relação do número de dormidas e do número de hóspedes.

Afirmando que “o ritmo de crescimento evidenciado até novembro” permite antecipar que 2015 terá encerrado “com melhores resultados na performance hoteleira do que 2014”, a presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, considera "muito interessante" o crescimento da estada média em 2,26%.

É que, recorda, “mesmo no verão a estada média dos hóspedes nos hotéis diminuiu perante 2014”, pelo que não deixa de ser uma “surpresa” que em novembro, “um mês tradicionalmente menos bom para a hotelaria”, se tenha registado um “comportamento inverso”.

Cristina Siza Vieira nota, no entanto, que “esta manifestação não foi suficiente para inverter a tendência”, mantendo-se a duração da estada como “o único indicador em queda no acumulado de janeiro a novembro”.

“Temos de continuar a trabalhar para aumentar o tempo de estada dos turistas nos hotéis portugueses que, em termos de média nacional, não chega às duas noites”, afirma a responsável.

De acordo com os dados do AHP Tourism Monitor, em novembro a taxa de ocupação por quarto subiu 1,74 pontos percentuais (p.p.) face ao período homólogo do ano anterior, atingindo os 52,15%, tendo todas as categorias hoteleiras registado aumentos, à exceção das de três estrelas, com uma variação negativa de 1,98 p.p.

Os destinos turísticos com a taxa de ocupação por quarto mais elevada foram a Madeira (80,16%), Lisboa (64,22%) e Grande Porto (55,99%), tendo o preço médio por quarto ocupado subido 6,23%, para 61,94 euros, e o RevPar (preço médio por quarto disponível) aumentado 9,9%, para 32,30 euros.

Segundo a AHP, os destinos turísticos com o RevPar mais elevado foram Lisboa (49,54 euros), Madeira (47,78 euros) e Grande Porto (33,61 euros) e a receita média por turista no hotel foi de 98 euros (mais 7,69% do que no mesmo mês de 2014).

Considerando o acumulado de janeiro a novembro de 2015, a taxa de ocupação quarto foi de 67,24%, mais 2,68 p.p. do que no período homólogo, e o preço médio por quarto ocupado foi de 75,52 euros, o que representa uma subida de 9,85%.

Já o RevPar foi de 50,78 euros no acumulado, mais 14,42% do que no ano anterior, e a receita média por turista no hotel por mês atingiu o montante de 106 euros, mais 6%.

* Uma boa notícia, temos muita qualidade no turismo.

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Alfredo Costa

Eleanor Rigby

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The Voice Portugal Season 3
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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"
Líder religioso saudita 
defende proibição do xadrez

O xeque Abdul Aziz al-Sheikh defendeu na televisão saudita a proibição do xadrez, argumentando que "encoraja o vício das apostas", além de ser "uma perda de tempo, de dinheiro e uma razão para semear o ódio entre os jogadores", segundo conta o diário britânico "The Guardian".
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GOSTA MAIS DE APEDREJAR
O líder religioso citou mesmo um verso do Corão em que se justifica o banimento de "práticas intoxicantes, jogo, idolatria e adivinhação".

As afirmações do líder religioso saudita seguem-se às do grande Ayatollah Ali al-Sistani, autoridade suprema da religião no Iraque, que também deixou indicações num sentido semelhante.

O referido diário lembra que, após a revolução islâmica de 1979, deixou de ser permitido jogar xadrez em público e o jogo foi mesmo declarado proibido até que, em 1988, o Ayatollah Khomeini levantou a proibição, desde que não fosse usado como meio para apostas. Na actualidade, o Irão tem uma Federação da modalidade e envia jogadores às competições internacionais. 

* Os líderes religiosos islâmicos preferem um povo que não pense e o  xadrez obriga a pensar.

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TECNOLOGIA ARCAICA

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Usando um walkman pela primeira vez
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Trabalho infantil na bateria 
do seu telemóvel 

Gigantes tecnológicas acusadas de pactuar com trabalho infantil.  

Uma investigação realizada pela Amnistia Internacional e pela Afrewatch – um observatório africano de recursos naturais – acusa várias empresas tecnológicas, incluindo a Apple, a Samsung e a Sony, de não verificarem com rigor se o cobalto que é usado na produção de baterias dos seus produtos é proveniente de trabalho infantil na extração deste metal. 


O relatório, intitulado This is what we die for (em português, É por isto que morremos) revela que 10% do cobalto utilizado pelas gigantes tecnológicas ainda provém de minas onde trabalham crianças com menos de 10 anos. O cobalto é usado na produção de baterias de íon-lítio, utilizadas na vasta maioria dos dispositivos eletrónicos, desde os smartphones, a tablets, passando por computadores portáteis. 

Condições de trabalho deploráveis 
De acordo com o relatório, existirão entre 110 mil e 150 mil pessoas a trabalhar em minas da República Democrática do Congo, às quais se juntam 40 mil crianças, que extraem o cobalto com ferramentas básicas. O metal é depois lavado e vendido a um mercado que posteriormente revende o material a diversas empresas incluindo a Apple, Dell, HP, Huawei, Lenovo, LG, Microsoft, Samsung, Sony e Vodafone. 

Os mineiros que trabalham nestas condições correm também um elevado risco de acidentes, devido à falta de equipamentos de proteção. Entre setembro de 2014 e dezembro de 2015 morreram, pelo menos, 80 pessoas. O número concreto não é conhecido, uma vez que a maioria dos acidentes não é registada. Além disso, a falta de luvas e máscaras faz com que aumente o risco dos trabalhadores desenvolverem doenças de pele e nos pulmões. 

Empresas descartam-se 
Cinco das empresas visadas no relatório - a Samsung, a Apple, a Sony, a Microsoft e a HP - apressaram-se a enviar comunicadas para a imprensa após a divulgação do relatório. No entanto, os comunicados, independentemente de uma ou outra diferença, apontam todos no mesmo sentido: é complicado fiscalizar a origem do cobalto. Paradoxalmente, as empresas garantem ter uma tolerância zero face ao trabalho infantil e deixam a promessa de que farão os possíveis para apertar a fiscalização sobre a proveniência do cobalto. 

* Todas as megas empresas do mundo abusam do trabalho infantil  e das condições de trabalho dos que exploram, como a miséria cheira mal não fazem isto nos seus próprios países.

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 DEVOTO CONVICTO

Um taliban suicida foi apanhado pela polícia

Quando esta o revistou descobriu que tinha um escudo de metal em volta do pénis.
Questionado sobre a razão de tal protecção, este respondeu:
“Quero conservar o meu pénis intacto, após a explosão, para não ter problemas sexuais quando chegar ao céu e tiver direito às minhas 72 virgens!”

* Aconteceu no Paquistão

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Depoimento explosivo leva 
a nova investigação sobre escutas 
ilegais nas secretas

Ex-diretor operacional afirmou no julgamento de Silva Carvalho que as secretas fazem escutas ambientais com o conhecimento e autorização das chefias. Extração de certidão leva a nova investigação.

O Ministério Público deverá ser confrontado em breve com a necessidade de investigar a alegada prática generalizada de escutas ilícitas por parte dos serviços de informações. Tudo porque João Luís, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) que está a ser julgado pelos crimes de acesso indevido a dados pessoais e abuso de poder no âmbito do chamado caso Ongoing, extravasou as fronteiras do processo na última sessão e afirmou claramente que os serviços de informações têm uma atividade regular que lhes está expressamente proibida pela lei: a realização de escutas ambientais.
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ESPIÃO PADRÃO
Perante a surpresa geral do tribunal, João Luís resolveu ‘abrir o livro’ – parte dele, pelo menos.
Questionado pelo seu advogado, Paulo Simão Caldas, sobre se sabia da existência de material utilizado “exclusivamente para escutas telefónicas nos serviços [de informações]”, João Luís afirmou em tribunal:
Antes das tecnologias existia, existe, material para escutas. Estive envolvido em várias dessas escutas e esse material ainda deve lá estar”. Aparelhos esses que, explica, serviam para escutar “telefones fixos, de sala para sala”. Hoje em dia, porém, o material técnico é outro e é utilizado em várias escutas ambientais, mas não em telemóveis: “Que eu saiba não existe nenhum para escutas de telemóveis”.
Questionado pela procuradora Teresa Almeida, que representa a acusação, o ex-operacional explicou ainda que esses meios de interceção são utilizados “para recolha de informação áudio à distância, sem que estas [quem está a ser escutado] saibam”, garantiu o arguido. Por insistência da magistrada, o ex-diretor do Departamento Operacional do SIED confirmou que se tratavam de “escutas ambientais”.

João Luís foi mais longe e afirmou, segundo reconstituição da sessão efectuada junto de vários intervenientes, que a prática generalizada de escutas ambientais era do conhecimento e tinha a autorização das chefias das secretas, sem especificar nomes.

Teresa Almeida afirmou no final do testemunho de João Luís que iria ordenar na sessão seguinte (que vai decorrer no dia 28 de janeiro) a extração de certidão das suas declarações para apreciação por parte do Ministério Público (MP). A magistrada pretende ouvir os testemunhos dos membros do Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informações, previsto precisamente para dia 28, antes de enviar as declarações para o MP.

Em causa poderão crimes como gravação ilícita, devassa da vida privada, abuso de poder ou acesso indevido a dados pessoais. No caso de João Luís, poderá ser investigado por violação do segredo de Estado.

Sendo crimes públicos, o procurador que receber essa certidão não terá outra alternativa senão abrir um inquérito criminal para investigação dos crimes em causa.

Neste caso em concreto, e tendo em conta a sensibilidade uma investigação generalizada aos serviços de informações da República por parte do Ministério Público, a procuradora-geral Joana Marques Vidal deverá informar-se sobre o caso antes de ser aberto um inquérito que poderá ser histórico.

O que diz a lei
A realização de qualquer tipo escuta, seja ela telefónica ou ambiental, está explicitamente vedada aos serviços de informações, constituindo, segundo a lei portuguesa, um crime público que o MP tem a obrigação de investigar. Basta consultar as páginas dos serviços de informações na internet para constatar que tal prática é proibida.
[O SIED] também não pode realizar escutas. A Lei Orgânica do SIED impõe como limite à sua atividade a proibição de serem desenvolvidas atividades de pesquisa, processamento e difusão de informações que envolvam ameaça ou ofensa aos direitos, liberdades e garantias consignados na Constituição e na Lei. Com efeito, o artigo 34º, n,º 4, da Constituição proíbe «toda a ingerência das autoridades públicas na correspondência, nas telecomunicações e nos demais meios de comunicação, salvos os casos previstos na lei em matéria de processo criminal». Ora, como os funcionários e agentes do SIED não podem investigar crimes nem instruir processos, também lhes está vedada qualquer interceção de comunicações, trate-se de chamadas telefónicas, correspondência ou quaisquer outras”, lê-se na página oficial do SIED.

O caso Ongoing
Recorde-se que Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do SIED, está a ser julgado pelos crimes de corrupção para ato ilícito, violação do segredo de Estado, abuso de poder e acesso indevido a dados pessoais. Estes dois últimos crimes são também imputados a João Luís, homem de confiança de Silva Carvalho no SIED. Já Nuno Vasconcelos, líder executivo do Grupo Ongoing, é suspeito da pratica do crime de corrupção ativa para ato ilícito.

Os últimos arguidos são Nuno Dias, ex-agente do Serviço de Informações e Segurança (a secreta que lida com as ameaças internas) acusado de um crime de acesso ilegítimo agravado, e a sua mulher Gisela Fernandes Teixeira (ex-funcionária da Optimus) suspeita dos crimes de acesso indevido a dados pessoais e violação do segredo profissional. Ambos estão na origem do caso que deu origem a este processo: o alegado acesso dos espiões à faturação detalhada do jornalista Nuno Simas com o objetivo de descobrir as suas fontes.

A caixa de pandora das secretas
O julgamento de Jorge Silva Carvalho abriu uma espécie de caixa de pandora da segurança do Estado, permitindo descobrir o que é suposto ser secreto: a atividade dos serviços de informações. Praticamente em todas as sessões, e além da alegada realização de escutas, têm sido reveladas outras alegadas práticas ilícitas por parte dos operacionais dos serviços de informações.
Na mesma sessão no Tribunal de Instância Central, no Campus da Justiça, em Lisboa, João Luís declarou ainda que as secretas recorrem a “fontes humanas” que lhes passam informações pessoais de clientes, não só nas operadoras telefónicas, mas também em bancos, na Segurança Social ou nas Finanças, onde os serviços de informações portugueses têm vários contactos. O arguido disse ainda que estes procedimentos “marginais” são comuns:
É o modus-operandi dos serviços ter acesso a operadoras. Existem meios técnicos nos serviços [escutas, seguimento, vigilância, entre outros], como aqueles que podem ver num filme bom ou mau de cinema e de televisão”.
O ex-director operacional falou ainda em pormenor de operações de vigilância, de fotografias que são tiradas aos alvos que estão a ser monitorizados e dos relatórios que são produzidos – tudo atividades que estão vedadas às secretas portuguesas.
João Luís disse ainda que, ao longo de 27 anos (aqueles em que esteve ao serviço das secretas portuguesas) nunca viu ninguém do Conselho de Fiscalização: “Nem no SIS nem no SIED”, acrescentou.
Jorge Silva Carvalho, o principal arguido do caso Ongoing, falou de forma genérica mas foi taxativo:
90% do modus operandi dos serviços de informações é ilegal. Em tese, porque não posso abordar este assunto em concreto, os serviços têm competências que estão descritas na lei, que explica como algumas atividades lhes estão vedadas. Mas a lei não diz que meios se podem usar. São meios claramente ilegais. Como, por exemplo, vigiar pessoas no espaço público, fotografá-las, filmá-las. São matérias que estão abrangidas pelo segredo de Estado. Para Silva Carvalho, “o segredo de Estado serve na prática para se evitar falar do modus operandi”.

*Tirem o povo português deste filme.

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DOUTRO SÉCULO
2 - CARAVELAS NAUS E
GALEÕES PORTUGUESES
UM CHOQUE TECNOLÓGICO
 NA ÉPOCA DOS DESCOBRIMENTOS

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