17/01/2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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"ALTA


ANSIEDADE"!


1 - A MATEMÁTICA DO CAOS



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6-MARINA


 ABRAMOVIC


Marina Abramović


Artista performativa que iniciou sua carreira no início dos anos 70 e manteve-se em atividade desde então. Considera-se a “avó da arte da performance". O seu trabalho explora as relações entre o artista e a plateia, os limites do corpo e as possibilidades da mente. A performance que apresentamos chama-se "IMPONDERABILIA" e tem a participação do modelo ULAY seu ex-companheiro.

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5-MARINA


 ABRAMOVIC




Artista performativa que iniciou sua carreira no início dos anos 70 e manteve-se em atividade desde então. Considera-se a “avó da arte da performance". O seu trabalho explora as relações entre o artista e a plateia, os limites do corpo e as possibilidades da mente. A performance que apresentamos chama-se "IMPONDERABILIA" e tem a participação do modelo ULAY seu ex-companheiro.

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X- ERA UMA VEZ O HOMEM

2- A ERA DOS VIKINGS



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4-MARINA


 ABRAMOVIC




Artista performativa que iniciou sua carreira no início dos anos 70 e manteve-se em atividade desde então. Considera-se a “avó da arte da performance". O seu trabalho explora as relações entre o artista e a plateia, os limites do corpo e as possibilidades da mente. A performance que apresentamos chama-se "IMPONDERABILIA" e tem a participação do modelo ULAY seu ex-companheiro.

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2-TRÊS DÉCADAS DE

PORTUGAL EUROPEU





No dia 08 de Julho de 2015, por iniciativa da Fundação Francisco Manuel dos Santos, realizou-se a apresentação do estudo “Três Décadas de Portugal Europeu: Balanço e Perspectivas” de Augusto Mateus na Pousada Terreiro do Paço em Lisboa.
Inserimos hoje a 2ª parte  com a intervenção do professor Luís Campos e Cunha seguida de debate.

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3-MARINA


 ABRAMOVIC




Artista performativa que iniciou sua carreira no início dos anos 70 e manteve-se em atividade desde então. Considera-se a “avó da arte da performance". O seu trabalho explora as relações entre o artista e a plateia, os limites do corpo e as possibilidades da mente. A performance que apresentamos chama-se "IMPONDERABILIA" e tem a participação do modelo ULAY seu ex-companheiro.
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ARTUR PEREIRA

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Corrupções

Lembram-se do concubinato com Ricardo Salgado? Marcelo Rebelo de Sousa, no exercício das funções de Presidente da República, é muito mais perigoso e maior fator de instabilidade do que Cavaco Silva alguma vez foi.

Isolado, sem estar integrado e fazendo parte de todo um programa politico global sustentado em profundas alterações e reformas, do ponto de vista da distribuição da riqueza, do desenvolvimento económico, de mais justiça social, de melhor educação e formação cívica, de criação de hábitos de usufruto das artes e cultura, o combate à corrupção é apenas manchete de tabloide.

Sem uma efetiva compreensão do fenómeno da corrupção, das suas raízes culturais e históricas e ramificações financeiras, sem uma apropriada capacidade de meios técnicos e de investigação, e legislação eficaz adequada aos tempos e ao modo, o combate à corrupção torna-se parte manipulável do próprio agente corruptor.

Não existe um programa político sério sem ter como referência o combate à corrupção, mas a corrupção não pode ser por si só um programa político.

Se a corrupção for apresentada como a razão e origem de todos os males sociais, e que terminando com a corrupção tudo ficará bem, estamos no grau zero da demagogia, a democracia corre perigo e o estado totalitário espreita.

São as políticas de exploração, as injustiças sociais e económicas, a errada distribuição de riqueza, o vazio cultural e a promoção do efémero e uma justiça pesada e ineficaz que são o campo fértil onde nasce e prospera a corrupção.

O discurso contra a corrupção é em essência, muitas vezes, um discurso básico de conteúdo, provinciano, populista, a raiar o infantil no que respeita aos argumentos, hipócrita, manipulado e seletivo na informação.
Os fascistas italianos, em 1922, tinham a luta contra a corrupção como bandeira; em 1933, os nazis seguiram-lhes o exemplo; e essa foi também a cartilha dos falangistas de Franco em 1936.

Para todos eles, a democracia, os parlamentos, os deputados eleitos, os partidos políticos e sindicatos eram fomentadores de corrupção. Sabemos o que aconteceu a seguir.

A corrupção é um fenómeno que tem de ser tratado com determinação, seriedade e coragem. As generalizações e campanhas como as de Paulo Morais não são só uma oportunidade perdida, são meros exercícios de demagogia.

São ataques inconsequentes à democracia e às suas instituições, sendo objetivamente úteis ao corruptor.
O facto de as suas declarações de identificação do património imobiliário terem zonas opacas, não referindo um conjunto de dados essenciais que permitem avaliar o seu real valor, e de só ter entregado a obrigatória declaração de rendimentos de cessação de funções dez anos depois de ter deixado a Câmara do Porto, em 2005, não ajuda à transparência da retórica do candidato.

Marisa Matias, confrontada se tinha votado favoravelmente no Parlamento Europeu a intervenção militar externa na Líbia, afirmou de forma perentória que votou contra e sugeriu a consulta das atas. As atas confirmaram que, efetivamente, votou a favor. Teria sido mais simples admitir o lapso. Agora, não só errou ao votar a legitimação da intervenção militar como mentiu ao negar que o tivesse feito.

A forma como entendemos os nossos erros e ainda tentamos retirar vantagem deles também é uma forma subtil de corrupção.
A minha intransigência em relação a uma esquerda snob e pateta, que sobrevive ansiosa por ser reconhecida nos antípodas como inteligente e respeitável, todos os dia se intensifica.

É bem verdade que, na sua maioria, estas inúteis alimárias, que só têm peitinho e tagarelo para zurzir na esquerda séria que é a sério, nos intervalos dos projetos falidos, mantêm uma excitada admiração por vetustos exemplares de direita que bitolam de sobredotados.

Bom, diga-se em abono da verdade que não sabemos exatamente que parte do corpo dos admirados eleitos é que as prosaicas criaturas cobiçam com nota máxima.

Não sei o que é mais dolorosamente caricato, se assistir ao candidato da direita esganiçar-se que é independente e que é da esquerda da direita – o desespero e a falta de noção do ridículo revelam um burlesco Marcelo no seu esplendor –, se observar os dislates de uns desamparados rabaceiros esquerdistas a cantar hosanas ao adversário político.

Não tenham receio nem peçam desculpa por votar contra o professor, não só por razões ideológicas, mas também pelo seu trajeto político e comportamento ético.

Lembram-se da defesa das políticas de direita no que respeita à redução das prestações sociais? Lembram-se da posição na campanha do referendo da despenalização da interrupção voluntária da gravidez, com direito a vídeo no YouTube? Lembram-se da posição sobre o salário mínimo? E sobre o Serviço Nacional de Saúde, recordam-se? E do concubinato com Ricardo Salgado, esqueceram-se? E do conselheiro de Cavaco, lembram-se? E das mentiras reiteradas que diz com a leveza de uma graçola que, pelos vistos, tanto vos deleita?

Marcelo Rebelo de Sousa, no exercício das funções de Presidente da Republica, é muito mais perigoso e maior fator de instabilidade do que Cavaco alguma vez foi.

Para isso, precisa de ter neutralizado e iludido uma parte do povo de esquerda, coisa que foi realizando ao longo de anos de rábulas nas televisões, como numa hipnose telegénica.

Não precisava de falar para a direita, que o reconhecia como filho. Era para uma esquerda perdida entre o acessório e o fundamental que Marcelo durante anos fabricou o boneco de “um tipo de direita afável, igual a nós”.

É essa esquerda que candidamente o acha muito “simpático, amigo dos animais, com um lado brincalhão quase infantil”, e que, se não fosse cá por coisas, até votava no professor.

Num pátio onde quase todos são primos, já comeram alguém da família ou dormem com o inimigo, onde nunca se sabe se a palavrinha impressa hoje não vai ser o aborrecimento de amanhã, e onde, quando se cruzam, os camafeus logo regurgitam um “tenho uma grande estima pelo senhor doutor”, compreendo que não é fácil andar ereto.

Mas tenham vergonha, e assumam-se pelo menos uma vez como, já não digo de esquerda, mas pelo menos da direita da esquerda, e vamos lá a cumprir o dever cívico sem que a mão trema ou a consciência hesite. Não é caso para isso.

IN "i"
14/01/16

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754.UNIÃO

EUROPEIA



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2-MARINA


 ABRAMOVIC





Artista performativa que iniciou sua carreira no início dos anos 70 e manteve-se em atividade desde então. Considera-se a “avó da arte da performance". O seu trabalho explora as relações entre o artista e a plateia, os limites do corpo e as possibilidades da mente. A performance que apresentamos chama-se "IMPONDERABILIA" e tem a participação do modelo ULAY seu ex-companheiro.

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5-RETROSPECTIVA


IMPEACHMENT AGRAVA

CRISE POLÍTICA

E ECONÓMICA




* Uma produção "AFP"
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15-OS PRESIDENTES


HISTÓRIA DA REPÚBLICA


* Iniciámos a série a cerca de três meses das eleições para a Presidência da República revelando a história deste órgão de soberania, os seus intervenientes desde a sua génese.

** Uma notável produção da "RTP"

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1-MARINA


 ABRAMOVIC





Artista performativa que iniciou sua carreira no início dos anos 70 e manteve-se em atividade desde então. Considera-se a “avó da arte da performance". O seu trabalho explora as relações entre o artista e a plateia, os limites do corpo e as possibilidades da mente. A performance que apresentamos chama-se "IMPONDERABILIA" e tem a participação do modelo ULAY seu ex-companheiro.


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Ryuichi Sakamoto

Merry Christmas, Mr Lawrence


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ESTE MÊS NO
"GUIA DA INTERNET"

O Super-Carro do futuro será eléctrico!

Parece consensual a ideia de que os automóveis do futuro serão movidos a energia limpa, por exemplo a electricidade. A tecnologia está a evoluir aceleradamente, tanto quanto este super-carro hoje apresentado, 05/01/16:
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Este automóvel será capaz de atingir mais de 320 km/h (atinge os 100 Km/h em menos de 3 segundos), graças a quatro motores electricos com a potencia de 1000 (mil) cavalos.
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Um automóvel de sonho, totalmente personalizável, com ajuda do smartphone do utilizador… perdão, do condutor (não há espaço para passageiros), e que poderemos ver a circular dentro de dois anos.

* Espectáculo

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 COREANA BEM DISPOSTA

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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"
Acordo nuclear entre Ocidente e Irão
 entra em vigor

O Conselho de Segurança da ONU levantou hoje as sanções ao Irão, depois de a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) ter confirmado que o país cumpriu todas as exigências para iniciar o acordo nuclear internacional.
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Foi Espanha, como país presidente do comité de sanções ao Irão, que anunciou o fim do regime de medidas contra Teerão, depois de ter recebido o relatório da AIEA, que dá "luz verde" para iniciar o acordo nuclear, assinado em Julho passado em Viena.

Tal como estava previsto, este passo significa a dissolução do próprio comité e a entrada em vigor de certas medidas contidas na resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, que ratificou em Julho o acordo nuclear.

Os Estados Unidos e a União Europeia decidiram já levantar as sanções aplicadas ao Irão, logo após a AIEA ter confirmado que o país cumpriu todas as exigências.

Logo após o anúncio da AIEA, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry (na imagem com o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Mohammad Javad Zarif), anunciou que o país iria levantar as sanções contra o Irão. Foi seguido pelos 28 Estados-Membros da União Europeia, segundo disse uma fonte europeia à agência de notícias France-Presse (AFP).

* Desconfiamos de todos os países que têm arsenal nuclear, nenhum deles é bom, USA incluídos. 
O acordo agora anunciado é uma peneira a tapar o sol

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 VIAGEM DIVERTIDA



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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"
Um perigo chamado Kim

O “querido camarada” não terá ainda a bomba H. Mas poderá ter adquirido a possibilidade de atacar nuclearmente a Coreia do Sul, o Japão e até os EUA

O mais jovem ditador do planeta – terá 32 ou 33 anos, feitos a 8 de janeiro – começou por ser visto, internacionalmente, como uma esperança para a Coreia do Norte. Educado na Suíça, com gosto ocidentais, o “querido camarada”, a “pessoa nascida no céu”, o “grande sucessor”, adora basquetebol (é amigo do mais bizarro ex-jogador da NBA, Dennis Rodman) e whisky.
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É fã de filmes de ação (Jean-Claude Van Damme é o seu personagem favorito) e da Disney. Desloca-se em limusinas alemãs de último modelo e fuma cigarros Yves Saint Laurent. Ao contrário do seu pai e do seu avô, Kim Jong-un, surge até, por vezes, acompanhado pela sua mulher, a elegante ex-atriz Ri Sol, ela própria usando malas Chanel que custam vários salários anuais dos coreanos médios, que lutam diariamente contra a pobreza abjeta.

Kim, o III, começou por permitir algumas reformas económicas que fizeram pensar que este regime dinástico e comunista se ia transformar, à semelhança da China, numa espécie de autocracia capitalista, com vestes estalinistas. Mas, como vem mostrar a perigosa escalada de tensão que se sente outra vez desde a semana passada no Paralelo 38 – a linha divisória entre as duas Coreias –, a esperança era infundada.

AS CHANTAGENS DE PYONGYANG
Na quarta-feira, dia 6, os militares vermelhos anunciaram a realização do quarto teste nuclear efetuado desde 2006 – e de uma bomba de hidrogénio (bomba H), várias vezes mais potente do que uma mera bomba atómica (bomba A). No sábado, 9, veio a resposta americana, de publicitar a realização de um voo de B52 nuclear furtivo no Sul da península. Na última segunda-feira foi a vez da contra-ofensiva norte-coreana, com a publicitação de que mantém preso, desde outubro, um sul-coreano com passaporte dos EUA, acusado de espionagem. Kim Dong Chul, um empresário naturalizado norte-americano que detém uma firma numa das zonas económicas especiais onde companhias sediadas em Seul tiram partido do baixo custo da mão de obra do Norte, teve até direito a uma confissão dos seus “crimes” em direto na CNN. Seguir-se-á, agora, um provável agravamento das sanções da ONU ao país. Até a China, habitual suporte da Coreia do Norte, instou Kim Jong-un a abster-se de provocações e a desnuclearizar a nação. Mas o jovem ditador, no poder desde 2011, manteve, senão mesmo aprofundou, o estilo autoritário do pai, Kim Jong-il. Usa e abusa da bravata internacional como forma de estimular a propaganda interna, que, nas três televisões estatais (duas emitem ao fim de semana e uma apenas no período noturno) apresentam a Coreia do Norte como uma das “democracias” mais avançadas do planeta. Embora os boletins de voto tenham, por sistema, apenas um quadradinho, quase não existam automóveis, e a internet e os telefones serem só para alguns e mesmo assim espiados pelo regime.


Pyongyang insiste que é um “paraíso” socialista terrestre, um farol de tecnologia avançada, apesar de, nas fotos que são divulgadas para a imprensa internacional, os computadores de topo norte-coreanos se assemelharem às velhas máquinas de videojogos ocidentais dos anos 80. As proclamações vindas do Norte são muitas vezes mentirosas, como parece ter sido esta, do anúncio de que já possui tecnologia para efetuar uma explosão da bomba H. Podem ter como objetivo ganhar trunfos para obter auxílio financeiro e humanitário de Seul ou então recordar à velha elite militar quem manda.

Kim Jong-un não hesita em fazer purgas a eito e já mandou matar mais de 70 antigos altos dirigentes, entre os quais o seu próprio tio e mentor, Jang Song Taek. Outros foram enviados para campos de reeducação política. Famílias inteiras são assassinadas apenas por um parente cair em desgraça. Mas o resto do mundo continua a não levar a Coreia do Norte muito a sério. Há no entanto a possibilidade, aventada por vários peritos nucleares, deste último teste ter sido na realidade de uma bomba 

A miniaturizada. 
A confirmar-se, o regime teria pela primeira vez a capacidade de atingir alvos como o Japão ou até os EUA, através do seu míssil Taepodong 2/Unha 3 (ver infografia). E o imprevisível Kim Jong-un já várias vezes ameaçou Washington com um ataque nuclear “preventivo”…

O PAÍS RELÍQUIA
Algumas excentricidades do mais fechado regime comunista do mundo:

Existem 29 cortes de cabelo aprovados para mulheres, dez para homens.
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Os jeans estão proibidos, são considerados uma manifestação de apoio à América capitalista.

Ninguém pode chamar-se Kim Jong-un ou sequer Jong-un, um apelido muito comum. Quem se chamava assim teve que mudar de nome.

Tem o estádio maior do mundo, 150 mil lugares

Há eleições de 5 em 5 anos, mas só há uma opção de voto nos boletins.

Segundo a biografia oficial, Kim jogou golfe uma vez. Acertou em 11 buracos consecutivos e terminou o jogo em 34 tacadas – um “recorde” mundial.

 * O patético é que estamos no século XXI com um país destes.

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ACNUR

Ano novo traz inverno rigoroso

 para refugiados sírios 




* Uma produção "ONUBRASIL"

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ESTA SEMANA NO
"SOL"

5 hábitos que deixam o peito descaído

Ter o peito descaído é um dos maiores receios das mulheres, independentemente da idade. Mas há erros que pode estar a cometer inconscientemente e que podem estar a potenciar este problema.

A revista Elle compilou vários estudos científicos que ilustram erros diários que várias mulheres fazem para que possa corrigir estes maus hábitos, que provavelmente desconhecia que influenciavam a firmeza do seu peito:

1. Usar o soutien errado
Que a maioria das mulheres usa o tamanho errado de soutien não é novidade nenhuma, mas faça os possíveis para não ser uma dessas pessoas. 

Alguns estudos referem que um soutien que não "suporte” o peito adequadamente, isto é, que não levante o peito como deve ser, pode fazer com que este descaia ao longo do tempo. Quando for comprar um soutien, peça uma opinião a quem o esteja a vender de modo a comprar o mais adequado para si.
Contudo, há outras investigações, nomeadamente um estudo feito ao longo de 15 anos e publicado em 2013, que defendem que as mulheres que nunca usaram soutiens na vida são as que têm o peito menos descaídos.
O ideal é ver qual destes modelos melhor se aplica ao seu caso.

2. Não beber água suficiente
Não é a toa que todos os médicos recomendam que se beba água regularmente ao longo do dia. Não só ajuda manter-se hidratada e a perder peso como pode ajudar a sua pele. 
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A probabilidade de ficar com a pele enrugada é muito mais elevada se não beber água.
Comece a andar sempre com uma garrafa de água para que se torne um hábito na sua vida

3. Não proteger o peito do sol
Usar camisas ou tops de alças pode ser o indicado para o Verão mas é péssimo para a sua pele. Sempre que usar este género de roupa, ponha protector solar na pele, especialmente perto da zona do peito. 
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O sol pode estragar a sua pele, fazendo com que esta envelheça prematuramente e faça descair o peito.
E nem vale a pena falar em topless na praia…

4. Fumar
Toda a gente sabe que fumar faz mal aos pulmões e à sua saúde em geral, mas também faz muito mal à pele. 
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Vários estudos já comprovaram que fumar “quebra” a produção de elastina, o elemento que dá à sua pele um aspecto jovem e saudável

 

5. Estar constantemente a perder e a ganhar peso
Estar constantemente a ganhar e perder peso é muito negativo para o sue peito. 
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Cada vez que a pele estica, isto é cada vez que engorda, a pele vai perdendo elasticidade e quando volta a perder peso, o que “emagrece” é o peito, mas este pode não voltar “ao lugar”.

Tente ao máximo controlar o seu peso porque um constante “io-io” não faz mal apenas à sua saúde em geral.

* Um artigo cheio de razão.

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facebook



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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Máfia trafica na costa portuguesa

Ndrangheta investigada há quinze anos por PJ e serviços de informação. Droga e jogo online passam por Lisboa

A prisão do britânico Robert Dawes, considerado o mais influente traficante de droga da Europa, veio dar algum fôlego às autoridades portuguesas e espanholas que investigam a presença da máfia calabresa na Península Ibérica.
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 O homem de 44 anos era procurado por negócios do tráfico e vários homicídios, tendo sido detido há um mês numa mansão em Benalmádena, perto de Málaga, no sul de Espanha. A ligação a Portugal deve-se a um veleiro de nome “Gloria of Grenada” e à Ndrangheta, nome pelo qual é conhecida a organização criminosa italiana da Calábria que domina 80% do tráfico de cocaína que chega à Europa.

A embarcação de recreio proveniente da América do Sul, e com passagem pelo arquipélago das Bermudas, foi apreendida no porto de Sines no verão de 2014 com quase 200 quilos de cocaína que valiam seis milhões de euros no mercado negro. Os cinco tripulantes, todos estrangeiros, foram detidos e condenados a uma pena de prisão em Lisboa. Segundo fontes da investigação, eram operacionais de Robert Dawes e trabalhavam para a máfia da Calábria. Na sequência desta operação, foram presas trinta pessoas em Espanha e Itália e apreendidos mais de um milhão de euros em dinheiro. Dawes foi o último do grupo a cair.

Um investigador revela ao Expresso que “muita da droga importada da América Latina chega à costa portuguesa por via da Ndrangheta”, que se aproveita da localização geográfica do país, de algumas fragilidades das fronteiras marítimas e até da proximidade económica com o Brasil, país de onde vem grande parte da cocaína. Os barcos de recreio, mais difíceis de intercetar, são muito utilizados. Em 2007, por exemplo, um veleiro desta rede calabresa foi detetado nas águas da Madeira com 1500 quilos de cocaína. 

Há quinze anos que a Polícia Judiciária (PJ) e os serviços de informações investigam a presença desta poderosa multinacional do crime organizado. Desde 1991, vários membros foram sendo detidos e condenados (ver texto ao lado). Um operacional de nacionalidade luso-brasileira preso no Estoril há seis meses é apenas o caso mais recente. “Hoje, a Ndrangheta é a máfia italiana mais influente a operar no nosso país”, confidencia um alto responsável próximo da investigação. Outra fonte policial acrescenta: “Não estando cá sediados, usam o nosso território para praticar as suas atividades criminosas.”

Nicola Gratteri, o procurador-adjunto da direção distrital antimáfia de Régio da Calábria e um dos autores de “Oro Blanco”, livro publicado no ano passado que desvenda alguns segredos das redes de tráfico, confirma a importância estratégica de Portugal para a máfia calabresa: “Não conseguem imaginar quanta Ndrangheta existe em países como a Alemanha, Holanda, Espanha, Portugal, Suíça e Bélgica”, afirmou em maio. 
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Giovanni Tegano
O comércio de droga é o principal mas não o único negócio ilegal a que se dedicam os mafiosos calabreses em Portugal. As apostas online a jogos de futebol parecem ser igualmente rentáveis. A Federbet, entidade com sede na Bélgica que vigia as apostas online, fez uma denúncia às autoridades portuguesas. Há suspeitas de haver vários jogos viciados, incluindo um envolvendo o Freamunde que não chegou a realizar-se mas que teve até um resultado final. 

Segundo o organismo belga, muitas das apostas relativas a jogos suspeitos em Portugal são provenientes de Nápoles e de Régio da Calábria, uma cidade dominada pela Ndrangheta, organização acusada de estar por trás dos resultados falsificados em Itália. Dos 40 milhões de euros apostados online em cada jornada na I e II Liga, os belgas acreditam que cinco milhões sejam de “apostas sujas em resultados viciados”. Contactada pelo Expresso, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional disse que este “não é um tema prioritário” acrescentando “não haver novidades de momento”. 
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Investigação arquivada

Em 2010, Francesco Forgione, ex-presidente da Comissão Antimáfia do Parlamento italiano, revelou ao Expresso que a Ndrangheta tinha bases em Faro e Setúbal enquanto a Camorra, máfia de Nápoles, contava com um clã em Cascais e outro no Porto. Nesse mesmo ano, Giovanni Lore, um capo da máfia siciliana, a Cosa Nostra, que estava em fuga há vários meses, foi detido no Bombarral. “Hoje as coisas são ligeiramente diferentes. Umas poucas famílias italianas continuam por cá”, salienta um investigador da PJ, sem adiantar muitos pormenores. “Há ainda quem pretenda apenas refugiar-se em Portugal para fugir à Justiça italiana, tentando levar uma vida discreta, sem levantar ondas.”

Há três anos foi arquivada uma das mais importantes investigações realizadas em Portugal sobre a Ndrangheta. A polícia italiana tinha na mira os negócios de Domênico Giorgi — marido de uma sobrinha do chefe do clã Pelle-Votari que passou algum tempo em Portugal —, com empresários portugueses e italianos de Coimbra. Suspeitava de que o dinheiro obtido pelo mafioso em atividades ilegais na Calábria era branqueado em investimentos imobiliários e da restauração na zona centro do país. Apesar dos esforços da PJ e do DCIAP, o grupo, que começou a ser julgado há uma semana por mais de 80 crimes de auxílio à imigração ilegal, conseguiu evitar as acusações de associação criminosa e branqueamento. 

A mafia tem dinheiro logo tem bons advogados.

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Pasteis de Leite Condensado e Limão




De: Saborintenso
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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"

Loja das insolvências 
é nova atração no Porto

O corrupio é constante desde que abre a loja, às 10 horas. Os clientes entram e saem - quase nunca de mãos a abanar -, há sempre uma novidade, um produto que chama a atenção, ou uma oportunidade pelo preço. Para fechar, muitas vezes as portas são encostadas porque ainda há gente à procura de mais qualquer coisa.
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É uma loja recente na Rua Fernandes Tomás, no Porto, que vende apenas produtos que resultaram de insolvências, nacionais e internacionais, ou mesmo de parcerias que os dois sócios foram estabelecendo com grandes superfícies internacionais. 
Escovas de dentes de marca a 35 cêntimos, capacetes de moto a 20 euros e máquinas de lavar roupa a 180 euros são apenas alguns exemplos dos produtos à venda.

Mário Araújo e Pedro Silva são sócios e têm uma leiloeira, através da qual adquirem muitos produtos de insolvências, nacionais e estrangeiras, especialmente da Alemanha, França e Holanda. Têm também parcerias com grandes distribuidores nacionais como fontes de fornecimento dos milhares de produtos que vendem. 

“Inicialmente vendíamos em lotes, na sua maioria para países africanos, mas entendemos que os produtos tinham muita qualidade e que fazia sentido vender parte em Portugal”, salientou Pedro Silva, para justificar a abertura da loja, há quase dois meses. O espaço, na Baixa do Porto, tem de quase tudo à venda: perfumes de marca, roupa, sapatos, têxteis para o lar, pequenos eletrodomésticos e até os grandes. “Mas ainda não é a nossa loja, ou seja, a que queremos. Temos outra no Carvalhido idêntica, mas, em breve, vamos abrir uma nova, essa sim, com todas as condições de área para termos todos os produtos, até mesmo alimentares e medicinais”, frisou Pedro Silva, sem revelar pormenores do futuro investimento. 

Para estes dois sócios, o fundamental “é que tudo o que está à venda na loja foi comprado dentro da Europa e tem origem europeia”. E, acrescentam, “as pessoas gostam de vir aqui, porque estão a comprar produtos europeus de boa qualidade a preços muito baixos. Afinal, são os preços que levam as pessoas às lojas dos chineses, e deixam de ir. Aqui, sabe-se que o dinheiro fica no país ou, pelo menos, na Europa, e há a garantia de qualidade”. 

Daí admitir: “Pagamos impostos a comprar e, agora, quando vendemos, mas sempre em euros. Não vale a pena estar a dar dinheiro aos de fora, por peças de pouca qualidade e, ainda por cima, esse dinheiro sair todo da Zona Euro, porque nós bem precisamos dele”. 

Durante o tempo que durou a reportagem, os consumidores pareciam ter percebido a mensagem: a loja estava cheia, não saiu ninguém de mãos vazias. 

Todos os produtos são novos e vendidos com um desconto de 50% face ao desconto que o vendedor inicial estava a fazer. “Os eletrodomésticos estão novos e a funcionar, quando muito podem ter um risco, e, por isso, a loja original não o pôde vender, mas são apenas pequenos defeitos de transporte, como acontece com outros produtos”. 

Além disso, “temos uma equipa que avalia todos os eletrodomésticos antes de virem para a loja e podemos por isso garantir o seu bom funcionamento”, adiantam os dois sócios. 

 Mesmo assim, com preços muito reduzidos, os donos garantem que têm lucro: “Ou não estávamos de portas abertas. O que queremos é dar aos portugueses um Natal muito feliz, porque já temos o material separado para essa época, com muito bons preços”. 

Entretanto, vão continuando a comprar recheios de fábricas que entraram em insolvência, de lojas. E muitos desses produtos irão para as prateleiras das lojas, ou então, vendidas em lotes para outros países. 

 “Vamos continuar a vender a maquinaria pesada, como as retroescavadoras e coisas assim, para os países africanos. Já outros produtos vamos vendê-los nas nossas lojas, garantindo qualidade e a muito baixo preço”.

* Crise e Criatividade.


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