sábado, 16 de janeiro de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O BANQUEIRO

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* FONTE:MAIS INICIATIVA

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7.6-HAJA MUITO


QUEM GOSTE



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5- CHRIS ROCK


RACISMO


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7.5-HAJA MUITO


QUEM GOSTE



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4-TUBERCULOSE


1-DIAGNÓSTICO

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Uma interessante série conduzida pelo Professora Dra. Margareth P. Dalcolmo, Directora do Centro de Referência Hélio Fraga.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"

 

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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7.4-HAJA MUITO


QUEM GOSTE



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10- DEUS EM QUESTÃO

C.S.Lewis e Freud
debatem
Deus, Amor, Sexo e Sentido da Vida

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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7.3-HAJA MUITO


QUEM GOSTE



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ISABEL STILWELL

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 Troca laboratório 
de Cambridge pelo 
laboratório da 
5 de Outubro

Tiago Brandão Rodrigues já não tem lugar na galeria dos ministros da Educação. Um sinal que nos impele a ter a coragem de exigir que parem de brincar com a vida dos nossos filhos. 

Não resistem. Venham de Cambridge ou da Bobadela, não resistem, e mal são empossados, a primeira excursão que fazem é à aldeia da Estaca Zero. Talvez o mal venha com a cadeira, mas o primeiro passo é invariavelmente mudar tudo, decidir que nada se aproveita.

É assim nas empresas, é assim nos ministérios, mas as consequências destes delírios narcísicos são particularmente graves quando as decisões implicam o futuro de toda uma geração.

Tiago Brandão Rodrigues deve ter batido o recorde. Encorajado pela fúria legislativo-revanchista da Assembleia da República, ainda nem Governo havia, conseguiu na passada sexta-feira revogar os exames do 6.º ano, introduzir novas provas de aferição, em anos e calendários diferentes, acabar com o exame de Inglês, e respetivo certificado, anunciar o fim de cursos profissionais, e mais uma mão-cheia de medidas.

Isto tudo, menos de uma semana depois de António Costa ter afirmado taxativamente que as provas do 6.º ano eram para manter, aliás como previa o programa eleitoral do PS, que na página 45 afirma a importância de: "Garantir a estabilidade do trabalho nas escolas, o que pressupõe reformas progressivas, planeadas, negociadas e avaliadas." Pois, vê-se! A única coisa que se conclui é que neste Governo o CEO manda pouco ou nada.

Neste momento, nem sequer importa  se a "reforma" dele é melhor do que a do seu antecessor, mas sim a escandalosa inconsciência de instituir todas estas mudanças a meio do ano, para vigorar no mesmo ano letivo  - afinal os exames marcados para maio, acabam, mas haverá provas em junho, só que não são só de Português e Matemática, talvez também de Estudo do Meio, talvez, claro, porque daqui até lá ainda tudo pode mudar outra vez. E sem que nada tenha sido avaliado, como de costume.

Se quando o ministro chegou a Portugal os jornais anunciavam que tinha abnegadamente abandonado o laboratório em Cambridge para encabeçar o ME,  agora seria mais correto dizer que trocou um laboratório por outro. Porque o que veio fazer para a 5 de Outubro são experiências, tendo como cobaias os alunos que, pela milionésima vez, são reprogramados a meio do ensaio clínico.

Verdade seja que o seu comportamento não diverge muito do dos seus antecessores. Basta entrar no átrio do Ministério para perceber o problema da educação em Portugal. Alguém, com muito bom gosto e sentido histórico, forrou as paredes com as fotografias de todos os ocupantes do poder,  desde o dia 22 de julho de 1870 até aos nossos dias. As fotografias, do mesmo tamanho e sem lugar para favoritismos, estão expostas pela ordem de chegada ao posto, de cima para baixo, e da esquerda para a direita. Quando uma parede está esgotada, a história segue na parede do lado, num total de 101 tomadas de posse (porque há uns que se repetem). Deixando para trás os tempos conturbados da I República, os anos do Estado Novo e a agitação pós-25 de Abril, e começando a contar desde 1976, os três ministros que permaneceram mais tempo foram, por ordem, Maria de Lurdes Rodrigues, Nuno Crato e Roberto Carneiro.

Ao observar a galeria, fico com a certeza de que a culpa última de tudo isto é nossa. Como é que é possível que, ao fim destes anos todos, os pais deste país não tenham sido capazes de obrigar estes marmanjos (desculpem, mas não encontro outra palavra!), a estabelecer um pacto para a educação, por meia dúzia de anos que fosse, pelo menos quanto às regras da avaliação. Será que esta gente tem filhos na escola, sabe a perturbação que causa alterar tudo a meio do jogo, a desmotivação que todos estes diplomas e contra diplomas (mais de duas dúzias desde 2000, anunciou o Conselho Nacional Escolar) provocam nos alunos e nos professores? E como é possível que se afirme que se deseja a escola pública, quando a cada esquina, se boicota o seu sucesso? Até no Inglês, que o atual ministro sabe bem ter sido condição essencial da sua possibilidade de fazer uma carreira no Reino Unido?

Mas haja esperança, porque o destino do ministro já está traçado naquele átrio. Colocadas que sejam as fotografias de Nuno Crato e Margarida Mano, não há literalmente espaço para ele na Galeria dos Ministros da Educação. Nem para ele, nem para mais nenhum. Evidência à vista, só resta a Tiago Brandão Rodrigues a nobre missão de fechar a porta, implodir o edifício, e voltar à universidade que diz ser o seu "lugar natural".

Jornalista

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
12/01/16

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753.UNIÃO

EUROPEIA



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7.2-HAJA MUITO


QUEM GOSTE



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 PONTE MAPUTO KA-TEMBE

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 I-A ASCENÇÃO DOS ANIMAIS

1.TRIUNFO DOS VERTEBRADOS

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7.1-HAJA MUITO


QUEM GOSTE



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David Bowie Freddy Mercurie

Under Pressure


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Na biografia escrita por Mark Blake sobre o vocalista dos Queen, afirma-se que ambos os artistas passaram 24 horas entre vinho e cocaína até escreverem uma nova canção: nasceu Under Pressure.
Depois de terem isolado a voz de Freddie Mercury em We are the Champions, foi agora publicada a versão a cappella de David Bowie a cantar “Under Pressure” com o vocalista dos Queen.
 E, mais uma vez, esta gravação pode deixá-lo sem palavras.


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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Morreu o realizador de 
"Conta-me como foi" e DDT

O realizador Fernando Ávila morreu hoje, aos 61 anos, vítima de cancro. Realizou a série "Conta-me como Foi" e, nos anos 90, "O Crime na Pensão Estrelinha", com Herman José.
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Fernando Ávila trabalhava neste momento na série de humor "Donos disto Tudo", com Ana Bola, Joaquim Monchique, Eduardo Madeira e Manuel Marques, entre outros, da RTP.

O realizador trabalhava na estação pública desde 1987 e esteve em projetos como "Estado de Graça", "Residencial Tejo", VIP Manicure", entre outros trabalhos como "O Crime na Pensão Estrelinha", um icónico programa de Herman José que foi para o ar na passagem de ano de 1991.

O humorista lamentou a perda através do Facebook. "Éramos amigos há meio século. Realizou comigo o 'Crime Na Pensão Estrelinha' (entre muitos outros programas) e em dezembro ainda fez um esforço para realizar o Donos Disto Tudo de que fui convidado especial. Nunca se vergou ao cancro que o minou, nem deixou que a prostração lhe tolhesse o rigor profissional. Foi um valente. Vou ter muitas saudades dele."

Manuel Marques, que integra o elenco da mesma série, agradeceu nas redes sociais a "amizade" e os "ensinamentos". "Obrigado pelas conversas de Viagens, de Cinema, de Música, de Arquitetura...Obrigado pelas histórias".

 "Faço minhas as palavras do Manuel e acrescento que no meu caso foram também quase 40 anos de amizade. Que lição de vida que este homem maravilhoso nos deu. Estou profundamente triste", acrescentou Ana Bola.

* Alguém que faça o favor  de matar a morte, a "gaja" anda a fazer muito mal a gente boa.

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MAGIA NA RUA

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HOJE NO 
"RECORD"

Saltador austríaco 
sofre queda assustadora 
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O saltador austríaco Lukas Müller voltou esta semana a sofrer uma grave queda, desta feita na prova de Kulm, na Áustria. O saltador terá mesmo ficado parcialmente paralisado, com sensibilidade limitada nas pernas.

* Oxalá recupere e possa voltar às pistas.


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...mas o melhor do mundo




















































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HOJE NO   
"CORREIO DA MANHÃ"
Pedida extradição a Portugal 
por terrorismo 

Ativista participou em crimes de homicídio. 

O governo indiano já pediu a Portugal a extradição do ativista Paramjit Singh Pamma, detido em dezembro em Albufeira, que era procurado naquele país por participação em crimes de homicídio e atentado terrorista. 
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Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros indiano revelou quinta-feira que o governo a que pertence insiste que Paramjit "é um terrorista". "Cometeu crimes em solo indiano. Participou no homicídio de um político sikh e em atentados bombistas. 

Terá de ser julgado na Índia", diz Vikas Swarup. Paramjit está detido na cadeia de Beja até 26 de janeiro, a aguardar extradição. 

* Terrorista é homicida, o subtítulo é redundante.

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5 COISAS QUE ACONTECEM
NO WC DAS SENHORAS

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FONTE: 5 ALGUMA COISA


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HOJE NO 
"PÚBLICO"

Candidata favorável à independência
. ganhou presidenciais em Taiwan

A grande favorita à vitória das presidenciais em Taiwan, Tsai Ing-wen, ganhou as eleições com quase 60% dos votos, frente a Eric Chu (31%). Assim sendo, chega ao poder o “sinocéptico” Partido Democrata Progressista (PDP), de centro-esquerda, e passa para a oposição o Kuomintang (KMT), partido conservador que nos últimos anos de poder tinha vindo a ensaiar uma aproximação à China.
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Eric Chu já admitiu a derrota, pediu perdão aos seus apoiantes e demitiu-se da liderança do partido. “Felicito Tsai e o PDP pela sua vitória, que é também uma responsabilidade nos seus ombros e espero que levem a República da China e Taiwan a um futuro melhor.”

Aquela que será a nova Presidente da ilha prometeu manter a relação actual com a China, que considera Taiwan como parte do seu território. Mas as desconfianças de Pequim em relação a Tsai Ing-wen são muitas.

Nos últimos oito anos, o Governo de Taipé apostou numa política pragmática de pacificação com a China. Os esforços de aproximação do Presidente cessante, Ma Ying-jeou, do KMT, resultaram em mais de 20 acordos, sobretudo comerciais, com Pequim. O culminar deste processo de pacificação foi o encontro histórico de Novembro de 2015 entre os líderes dos dois lados do estreito da Formosa, Ma e Xi Jinping.

Mas aquilo que poderia ter jogado a favor de Eric Chu acabou por beneficiar o PDP, já que a maioria da população de Taiwan não vê com bons olhos esta perigosa “anexação económica” por parte da China e teme perder a sua sólida e vigorosa cultura democrática. Durante a campanha, a candidata do PDP teve todos os cuidados, limitando-se a dizer que irá continuar a respeitar o status quo entre os dois rivais.

No seu discurso de vitória, Tsai prometeu trabalhar “para manter a paz e a estabilidade” nas relações com a China. “Devemos garantir que não haverá nenhuma provocação ou incidente”, acrescentou a futura Presidente.

Horas mais tarde, em declarações aos jornalistas Tsai Ing-wen deixou um aviso a Pequim. “O nosso sistema democrático, a nossa identidade nacional e a nossa integridade territorial devem ser respeitados. Qualquer forma de violação afectará as relações entre os dois lados do estreito.”

Pela primeira vez depois da sua fundação em 1949 pelos nacionalistas de Tchang Kai-chek que fundaram a República da China (nome oficial do território) Taiwan, com os seus 23 milhões de habitantes, será dirigida por uma mulher que, sublinha o Libération, não é filha de, viúva de, nem mulher de, distinguindo-se assim da birmanesa Aung San Suu Kyi, da sul-coreana Park Geun-hye, da indiana Sonia Gandhi ou da norte-americana Hillary Clinton.

* Tchang Kai-chek era um bárbaro assassino mas o povo de Taiwan optou pela via do voto universal e mantém a decisão de manter boas relações com a China, dada a proximidade, mas suficientemente afastado e independente. Recorde-se que a feroz ditadura chinesa conseguiu expulsar Taiwan da ONU e o Ocidente submisso aceitou.

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 SUBMARINO



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HOJE NO 
"A BOLA"

Sporting
Rui Barreiro responde 
a Bruno de Carvalho

Na sequência das últimas críticas de que foi alvo por parte de Bruno de Carvalho, Rui Barreiro, membro do Conselho Leonino, veio em comunicado desafiar o presidente do Sporting para um debate.

Eis o comunicado de Rui Barreiro:

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Tendo sido, há escassos dias, alvo e destinatário exclusivo de um comunicado por parte do Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal, venho por este meio tornar público que sempre tive a exacta noção do que me move em relação ao Clube, da lealdade que me merece e da defesa intransigente que impõe. Por essa razão, e só por essa razão, levei as minhas posições ao Conselho Leonino.
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De facto, entendo ser possível um tipo de intervenção mais tranquilo e substantivo no Conselho Leonino do que na Assembleia Geral, órgão por norma caracterizado por uma dinâmica nem sempre adequada ao entendimento das ideias expostas. Aliás, à luz do clima em que decorreu este último Conselho Leonino, por responsabilidade directa dos presidente do Conselho Directivo, Bruno de Carvalho, e da Mesa da Assembleia Geral, Jaime Marta Soares, torna-se previsível como acabaria por não ser esclarecedora qualquer intervenção minha em sede da próxima AG.

A este propósito estou, ainda assim, disponível para participar num debate com Bruno de Carvalho. Estou certo de que seria essa uma iniciativa de grande utilidade para os sócios e os adeptos do Clube de todo o País.

Como já disse nada tenho a ver com os cartazes contestatários (leia-se outdoors) relativos a Bruno de Carvalho, insinuação torpe e que refuto com todas as minhas forças.

Entendo que as falsas acusações sobre mim lançadas e as ameaças verbais poderão pretender alimentar polémicas estéreis, provocar eventualmente um clima favorável à extinção do Conselho Leonino ou esconder erros de gestão no futebol profissional.

Mas eu, que sou um homem livre, não deixarei, sempre que for visado e ofendido, de recorrer à verdade e ao fair-play para criticar o que, a meu ver, enquanto sócio do Clube e conselheiro leonino eleito na lista de Bruno de Carvalho, não estiver conforme o exemplo de ambição, ética e excelência que deverão sempre constituir as linhas orientadoras da vida do Sporting Clube de Portugal.

* Sem comentários.

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SINCRONIZADOS

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Banif. 
Governo podia ter poupado até mil milhões? 
É falso, dizem as Finanças

Ministério das Finanças diz que as notícias, atribuídas a fontes europeias, de que Portugal poderia ter poupado até mil milhões no Banif, são falsas. Dívida sénior valia apenas 169 milhões. 
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O Ministério das Finanças veio desmentir notícias publicadas este sábado, segundo as quais o governo português poderia ter poupado 500 milhões a mil milhões de euros no Banif se tivesse optado por uma resolução com as novas regras europeias. Em causa estaria a adoção de uma solução que imputasse perdas aos credores seniores do banco, de acordo com fontes europeias citadas por órgãos de comunicação social com correspondentes em Bruxelas.
Esta informação é falsa, já que a participação de dívida sénior na cobertura de prejuízos atingiria no máximo 169 milhões de euros e qualquer valor superior implicaria a perda de depósitos.”
Em comunicado, o Ministério das Finanças reafirma ainda a “convicção do Governo que uma tal solução poria em causa a confiança dos investidores e aforradores no sistema financeiro português, com consequências nefastas sobre a estabilidade financeira e o bem-estar dos portugueses.

Segundo o ministério tutelado por Mário Centeno, a inclusão de dívida sénior no perímetro de resolução “não contribuía para a preservação da estabilidade financeira”. Par além de estarem em causa apenas 169 milhões de euros, “a participação de dívida sénior implicaria o bail-in adicional de cerca de 200 milhões de euros de depósitos de emigrantes considerados como subordinados”.
A imputação de perdas aos credores seniores foi o recurso usado pelo Banco de Portugal para concluir a resolução do Novo Banco, libertando o balanço da instituição de responsabilidades com o pagamento dessa dívida de quase dois mil milhões de euros. Esta solução já foi publicamente criticada pelo governo e tem sido duramente atacada pelos investidores internacionais.

Voltando ao Banif, o ministério das Finanças conclui que “tal situação destruiria poupanças de uma vida de quem as confiou ao sistema financeiro português, acreditando na sua solidez.” O governo optou assim por proteger dívida sénior e os depósitos, imputando perdas a toda a dívida subordinada disponível no Banif para financiar a resolução do banco.

As Finanças reafirmam o objetivo “preservar a estabilidade financeira e a manutenção das condições de financiamento da economia portuguesa” e sublinha novamente que “este processo decorreu sob condições extremamente difíceis, dada a existência de ajuda de Estado não autorizada (pela Comissão Europeia) e o pouco tempo disponível (permitido pelo Banco Central Europeu) para encontrar uma solução que protegesse as poupanças e a confiança no sistema financeiro português.

* Esclarecendo e rebatendo a desinformação, este governo ainda tem o benefício da dúvida.


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 CABELOS

 EXPECTATIVA E REALIDADE



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767
Senso d'hoje

   GILLES KEPEL
ESPECIALISTA DO 
MÉDIO ORIENTE
«O SACRIFÍCIO XIITA
NA ARÁBIA SAUDITA»

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* Uma produção "EURONEWS"


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