quarta-feira, 31 de agosto de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE OS AVÓS 


  "VISITAVAM"!


BORDEL FRANCÊS SEC XVIII




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2-LINGERIE 

ASIÁTICA

SEM PAÍS
20??


Aprenda e grame esta moda asiática em que as modelos mais parecem saídas de bordéis. A coreografia e as peças do desfile não têm rival.
São dez minutos penosos, mais penoso será quando nos invadirem de vez.
Não falta muito.

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III-EVOLUÇÃO


6- A CORRIDA

DAS ESPÉCIES



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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BENEDITA MENDONÇA

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Vaidade. Definitivamente
o meu pecado favorito

Somos uma geração vaidosa? Sim, somos. Mas tal como o meu amigo (quem me dera que fosse!) Al Pacino diz " Vanity. Definitely my favourite sin!"

Faço parte de uma geração de selfies. Em que alinhar a camera do telemóvel com a luz da casa de banho, inclinando a cabeça no melhor angulo que temos e estendendo os lábios na famosa pose de “duck face”, é algo familiar à maior parte de nós. Não precisamos da ajuda de ninguém ou de um contrato profissional, somos modelos, fotógrafos, editores do trabalho e somos pagos em elogios.

O Facebook, em que mudamos a fotografia de perfil de vez em quando, já não nos consegue acompanhar. Agora é o Instagram, que nos incentiva a publicar mais do que uma foto por dia com descrições inteligentes e engraçadas, mas a maior novidade de todas, é mesmo o Snapchat. Sabes aquelas pessoas que nos punham constantemente a par do que se estava a passar nas suas vidas de minuto a minuto no Facebook? Se alguma vez sentires a falta de alguma, não te preocupes, só tens que criar uma conta no Snap e garanto-te que vais encontrá-la. Tens filtros, mensagens e 24 horas de orelhas de cão.

É o tempo das novas Kardashians, que de repente cresceram e nos apanharam de surpresa, até a nós, que somos da idade delas ou mais novos. A Kendall tornou-se uma modelo mundialmente requisitada e a Kylie criou uma linha inteira de maquilhagem que vende como se cada produto fosse o último copo de água no deserto.

Os adolescentes de agora, desejam acima de tudo visibilidade, de parecer bem num estado inflamado, desejando a aprovação de todos, tanto dos conhecidos como dos estranhos.

Mas não penso que a vaidade seja equivalente a insanidade e a verdade é que de todos os pecados, é aquele que está mais na moda.

Se estão preocupados com a quantidade de tempo que a vossa filha fica à frente do espelho a colocar maquilhagem ou o vosso filho a arranjar o cabelo, relaxem, não é preciso. Eles não são inseguros ou narcisistas. São elementos normais de um tempo diferente. Nós gostamos de mudar de penteado de mês a mês, de seguir as tendências mais recentes (género chocker à volta do pescoço ou como a minha mãe lhes chama, “as coleiras”), de atualizar as nossas redes sociais todos os dias e partilhar um snap, sempre que acordamos com boa cara.

É a juventude do iPhone mais recente e dos ténis Adidas. Dos jantares no sushi e das conversas de café com um copo de Somersbsy na mão. Dos micro-car e motas estacionadas à porta de casa de um amigo. Dos biquínis com folhos coloridos ou fatos de banho quitados. De localizações no Instagram e fotografias de catálogo. De corpos perfeitos e chapéus virados ao contrário.

Estamos sempre a fazer coisas e a querer partilhar o que fazemos. Somos pecadores na nossa inocência de querer parecer.

O único perigo real aqui é nos perdermos de quem somos e nos tornarmos apenas naquilo que queremos que os outros vejam. Creio que não existe nada mais precioso que a privacidade e a individualidade. Não deixes as aparências arruinarem a tua verdade. Pinta o cabelo, guia com óculos de sol na cara e veste-te como um modelo. E por de trás de toda a superficialidade, orgulha-te do quanto alguém ainda tem que mergulhar bem fundo até realmente te conhecer.

* O meu nome é Benedita Mendonça e tenho 17 anos. Frequento o 12º Ano no curso de Humanidades. Já fui jogadora de ténis...agora sou só preguiçosa. Sofro de um vício incurável por Coca-Cola, o que provavelmente me ajuda a perder horas de sono a ler ou a escrever. Dá-me jeito tornar essas horas em algo mais do que perdidas e é por isso que quero partilhar toda a vasta experiência que os meus 17 anos me ofereceram sobre a adolescência.

IN "VISÃO"
27/08/16

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976.UNIÃO


EUROPEIA



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IV.A ERA DOS JOGOS EM VÍDEO


2-A MENTE



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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I-TERRORISMO
4-ATAQUES TERRORISTAS



FONTE: HIDRA - CABEÇAS PENSANTES

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Swingrowers

Thats Right


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 LIÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA

 


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 NANO


BOLOR, MOFO E AFINS




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FALTA DE SONO



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990
Senso d'hoje
DILMA ROUSSEFF
PRESIDENTE ELEITA
DO BRASIL
"DISCURSO DE DEFESA
 PERANTE O SENADO"







* Discurso proferido a 29/08/16

** O discurso da Presidente Dilma está partido em três vídeos por questão técnica do blogue.

FONTE: JOVEMPAN

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BOM DIA


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39-CINEMA
FORA "D'ORAS"

IV- SEXO, AMOR E TRAIÇÃO


* Um filme erótico brasileiro do século XX com a copiosa MALU MADER.

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 4-FANTASIA MUSCULADA

JC Simpson



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GRANDES LIVROS/27

AUTORES DO MUNDO

1- A ORIGEM DAS ESPÉCIES


CHARLES DARWIN



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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4-ENTENDENDO
AS CIDADES


ÚLTIMO EPISÓDIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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MIGUEL GUEDES

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Foram as algas

E as folhas no caminho. Foi com uma combinação de factores externos que Fernando Pimenta, campeão europeu de canoagem, justificou o 5.º lugar na final de K1 1000 metros antes de baixar o pano verde e amarelo nos Jogos Olímpicos. Após a prova, interrompeu o choro de desânimo pela necessidade de explicar e logo muitos saltam do sofá onde permaneceram enfiados todo o ano para confundir explicação com justificação. Mas Fernando Pimenta, como tantos outros que se "limitaram" a terminar provas entre os dez primeiros à escala planetária, não tem de se justificar. Sinal dos tempos, muitos dos "desfazedores" de personalidade profissionais das redes sociais não conhecem outra profissão. Não percebem a relevância dos obstáculos inesperados, mas não resistem a retirar do baú o seu passado de prática desportiva durante dez intermitentes meses na escolinha de futebol do tio ou dos saltos para a água a que não têm coragem de chamar mergulhos na piscina de verão que até aparentava ter dimensões olímpicas. É só ler o mundo pelo feed para ir fundo. Parece que todos, sem excepção, estão sujeitos à crítica. Menos os críticos.

No dia em que um radialista não se queixar do ruído que lhe aparece na via no momento do directo, talvez compreenda. No dia em que um artista não lamente o desequilíbrio do som de palco e o feedback inesperado, também. Na ocasião que não faça o ladrão queixar-se da velocidade do veículo policial ou o agente da autoridade censurar o custo das tão antigas fardas, tremo. Quando todos os "desfazedores" pararem de lamentar o jogo de sorte e azar das circunstâncias da sua vida e fizerem soar as trombetas que anunciam o fim das suas reivindicações por melhores condições de trabalho, aí talvez perceba. Até lá continuarei a pensar que os pormenores fazem a diferença em competições de atletas ao mais alto nível e que as algas e as folhas podem ter tanta importância no sucesso da prova de um canoísta como o ruído tem influência no insucesso da entrevista. Ou a qualidade técnica num espectáculo ou o equipamento do veículo na rendição ou no assalto. É mesmo um assalto de carácter zurzir em atletas por não conseguirem medalhas. Como se não tivessem sido capazes, na esmagadora maioria dos casos, de dar o que já é imenso.

Como tal, desporto escolar e infraestruturas, cultura desportiva e menos patriotismo bacoco ao sabor do medalheiro. Com uma medalha da brava Telma no coração, fiquei a contar quantos dos "desfazedores" estão no top 100 das suas profissões à escala planetária. É uma conta certa, juro. Não duvido que os objectivos do Comité Olímpico de Portugal foram irrealistas ou demasiado ambiciosos. Mas no ano em que conseguimos a nossa segunda melhor pontuação olímpica de sempre, espanta-me como o desporto preferido de tantos não é o futebol mas antes o jogo da sardinha. Só parece haver duas opções: acertar ou levar.

O autor escreve segundo a antiga ortografia

* MÚSICO E ADVOGADO

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS
24/08/16

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975.UNIÃO


EUROPEIA



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95-BEBERICANDO

COMO FAZER "AMARULA CASEIRA"
COM RICARDO POTOX
E MAX SUEL

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II-EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA
2-OS FÓSSEIS



FONTE: felipe de souza lima


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The Speakeasy Three

When I Get Low, I Get High


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MALAS CARAS, PARA QUÊ?


Como se trata a bagagem dos passageiros no aeroporto de Bergamo, Itália e não só!

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DESESPERADO


 


enviado por O. VITÓRIA

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BENEFÍCIO DA MARCHA




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989
Senso d'hoje
MULHERES MUÇULMANAS
"Sobre a proibição
do uso do burkini?"



FONTE: Descolonizações Blog

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BOM DIA


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39-CINEMA
FORA "D'ORAS"

III- SEXO, AMOR E TRAIÇÃO



* Um filme erótico brasileiro do século XX com a copiosa MALU MADER.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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4- N A N I S M O



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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11-BARBA AZUL

POR PINA BAUSCH

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BALLET MODERNO NUMA DAS SUAS MAIS BELAS EXPRESSÕES

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I-BIOGEOGRAFIA


AULA-03



ÚLTIMO EPISÓDIO

COM A PROFESSORA THAÍS DE FÁTIMA CORRÊA

FONTE: CENTRO DE ENSINO E APRENDIZAGEM EM REDE DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS.

ATENÇÃO
Esta série só deve ser vista por quem quer verdadeiramente aprender sobre ecologia, se pretende vídeos recreativos tem muito onde procurar neste blogue. Obrigado.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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SOFIA MARO

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Ângulo de visão, 
ou o que está em causa 
no burkini

Não, o burkini não é um trapo anódino, mas sim um símbolo que faz parte da panaceia salafista. E não, não estamos a falar de medidas aleatórias tomadas em circunstâncias normais.

Denuncio aqui a postura moralista com que alguns portugueses nos têm brindado. Aqueles que pouco se insurgem contra os justiceiros e as guilhotinas para decapitar pirómanos e acham que o estado de urgência deve incluir e aceitar, indiscutivelmente, a excepção, depois de termos sofrido vários atentados no espaço de poucos meses. Vide o significado do próprio estado de urgência: ele implica que, estando o Estado de direito garantido, possam ser tomadas medidas que garantam uma certa paz e coesão social.

O clima que por aqui se vive é crispado — e sublinho que vivo na região de Cannes. Quanto ao burkini, recentemente proibido em três locais, incluindo nesta cidade, ele é visto como um detalhe ou uma novidade nas estâncias balneares. No entanto, traz consigo de forma inegável uma carga simbólica.

São os próprios muçulmanos moderados que denunciam a perniciosidade destas questões. Cito o exemplo dos jornalistas e escritores — Kamel Daoud, Boualem Sansal, Mohamed Sifaoui, Aalam Wassef — constantemente silenciados pelos bem-pensantes, sobretudo porque põem em causa os fundamentos do comunitarismo. Claro que são vozes discordantes, vivendo sob a ameaça permanente das fatwas que lhes foram declaradas. Por isso mesmo, a voz tem de ser dada aos muçulmanos moderados. Se defender a proliferação do comunitarismo, a sharia como baliza penal intracomunitária e o relativismo cultural é defender os direitos humanos, a sociedade ocidental adoeceu — e o plano da Arábia Saudita está a resultar.

E porquê o comunitarismo? Porque o mesmo serviu de garante eleitoral, porque ambas as partes assim o desejam e também porque aqui está bem instalado, como uma gangrena, o salafismo, amplamente promovido pelo wahhabismo da Arábia Saudita.

O salafismo não é uma prática religiosa, mas a construção de uma identidade político-religiosa totalitária que se reflecte na sua pretensão de representar os muçulmanos do mundo, a denominada Umma.

Quando menciono o papel do comunitarismo, falo na estratégia de guetização que pretende impor através do tecido muçulmano francês um alinhamento que se expressa através de clivagens e reivindicações. Especificamente, a exigência de determinados alimentos, roupas — no caso mencionado, o burkini –, comportamentos, escolas. Rejeitando todas as outras práticas do Islão por um direito de excomunhão, a exclusão acaba por ser o único destino dos takfir.

As próprias crianças recusam o Islão dos pais, nesta lógica de doutrinamento, levando por vezes à ruptura. Os seus principais inimigos são primeiro os outros muçulmanos, quer sejam oriundos de outras escolas sunitas, quer sejam xiitas ou sufis, e depois os outros, ou seja, nós. É toda uma lógica de exclusão deliberada e intencional. Consequentemente, e por viver muito perto, digo “não, muito obrigada”, inclusive aos contratos milionários celebrados entre o primeiro-ministro Manuel Valls e a Arábia Saudita.

A manifesta falta de solidariedade que existe em algumas áreas da sociedade portuguesa relativamente à política francesa sublinha o desconhecimento da própria história, desde De Gaulle à recusa de Dominique de Villepin em participar na cimeira dos Açores e consequente guerra do Iraque, e põe a nu a sacrossanta ingenuidade de algumas opiniões. Para não falar na inexistência de políticas de integração no nosso país. Em França, país julgado pela “vozes da razão” como extremista, a inclusão é um dado comum. Temos diariamente pivots negros e de origem magrebina nos blocos noticiosos, duas ministras magrebinas — Myriam El Komri e Najat Vallaud-Belkacem –, uma ex-ministra da justiça, Christiane Taubira, negra, e a acrescentar a isso temos ainda uma candidata à Presidência da República negra, Rama Yade. Sem falar no peso que os moderados têm na sociedade.

Assim sendo, não, o burkini não é um trapo anódino — como o confirma o editor egípcio Aalam Wassef, no jornal Libération e na revista Marianne —, mas sim um símbolo que faz parte da panaceia salafista. Não, não estamos a falar de medidas aleatórias tomadas em circunstâncias normais, mas sim da distância que altera em tudo o ângulo de visão.

*Escritora, foi candidata independente em 2014 pelo Bloco de Esquerda ao Parlamento Europeu

IN "OBSERVADOR"
22/08/16

Salafista - movimento salafista é um movimento ortodoxo ultraconservador dentro do islamismo sunita.

Sharia - é o nome que se dá ao direito islâmico. Em várias sociedades islâmicas, ao contrário do que ocorre na maioria das sociedades ocidentais, não há separação entre a religião e o direito, todas as leis sendo fundamentadas na religião e baseadas nas escrituras sagradas ou nas opiniões de líderes religiosos.

Wahhabismo - é um movimento religioso ou seita do islamismo sunita geralmente descrito como "ortodoxo", "ultraconservador","extremista", "austero", "fundamentalista" e "puritano". O principal objetivo é restaurar o "culto monoteísta puro". Os adeptos muitas vezes opõem-se ao termo wahhabismo por considerá-lo pejorativo e preferem ser chamados de salafistas ou muwahhid.

Ummah, "nação", "comunidade") - é um termo que no islão se refere à comunidade constituída por todos os muçulmanos do mundo, unida pela crença em Alá, no profeta Maomé, nos profetas que o antecederam, nos anjos, na chegada do dia do Juízo Final e na predestinação divina. É irrelevante a raça, etnia, língua, género e posição social dos seus membros. Todo o muçulmano deve velar pelo bem-estar dos integrantes da Umma, sendo estes muçulmanos.

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974.UNIÃO


EUROPEIA



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2- UM DIA NA VIDA
DE UM DITADOR


* Impressionante relato da vida de três dos maiores assassinos do mundo

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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I- O FUTURO EM 2111
3-O TRANSPORTE
DO FUTURO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Flash Mob Jazz

Mr Sandman


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 Goliath  
O avô dos drones modernos



FONTE: HOJE NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

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 Vida melhor para 
os prédios mais antigos



FONTE: EURONEWS

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37-NO GINÁSIO
COMBATA A ARTROSE"

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988
Senso d'hoje
MARIA JOÃO GAGO
REDACTORA PRINCIPAL
JORNAL DE NEGÓCIOS
"Como vai ser recapitalizada
a Caixa Geral de Depósitos?"



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BOM DIA


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39-CINEMA
FORA "D'ORAS"

II- SEXO, AMOR E TRAIÇÃO



* Um filme erótico brasileiro do século XX com a copiosa MALU MADER.

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domingo, 28 de agosto de 2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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12-CICLOTURIS



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A TERRA DO BOOM
IDANHA-A-NOVA






O Boom Festival é um festival bienal de cultura visionária realizado em Portugal durante a lua cheia de Agosto. Iniciou-se em 1997 enquanto evento musical, mas evoluiu ao longo das suas edições para uma celebração da cultura alternativa. O Boom é hoje um festival multidisciplinar, transgeracional e intercultural.

Conceito

É um acontecimento multidisciplinar pois cruza diversas correntes artísticas, como pintura, escultura, land art, instalações interactivas, música, video arte, galeria de artes plásticas ou graffiti. As propostas artísticas são complementadas por um vasto cartaz de conferências, workshops, tertúlias e apresentações de temas como metodologias de ciência alternativa, exobiologia, cultura visionária, culturas ancestrais, espiritualidade, gnosticismo, antropologia, psicologia da consciência, paganismo ou inteligência emocional.


O Boom afirma-se enquanto transgeracional ao ter um público que não se restringe apenas a uma camada etária. Os participantes do Boom não são apenas jovens - como é apanágio de qualquer festival de Verão - antes existe uma grande amplitude etária, de crianças, adultos e inclusive uma facção do público com mais de 50 anos. Esta diversidade é conseguida através de propostas artísticas e culturais vanguardistas que enfatizam não apenas o hedonismo como também o conhecimento.
Um dos nobres aspectos deste festival é ser intercultural. O Boom dispõe de uma vasta rede mundial de embaixadores e atrai público de todos os continentes. Isto origina um contacto entre pessoas de diversas matrizes culturais, que assim interagem rodeadas de artes e cultura podendo diminuir as diferenças e o desconhecimento de outros grupos étnicos - favorecendo o derrube de estereótipos inter-étnicos.

Uma das particularidades do Boom é a sua independência face ao sistema comercial. Com efeito, ao contrário do que acontece no mundo do entretenimento, o festival não aceita qualquer patrocínio comercial; de forma a manter o seu espaço livre de poluição visual advinda de logótipos, a ética do Boom assenta num clima de contacto com a natureza onde o público está defendido de qualquer estratégia de marketing.

Em 2004, o Boom começou a desenvolver projectos para se tornar totalmente auto-sustentável, de forma a não contaminar a natureza e educar para a consciência ecológica. Nestas práticas incluem-se o desenvolvimento de casas de banho que não usam químicos; o tratamento das águas do festival através de biotecnologias; a utilização de energias solar e eólica; a reciclagem; a organização do espaço do Boom segundo os princípios da Permacultura: e o fornecimento gratuito de kits de limpeza ao participantes (cinzeiros de bolso e sacos de lixo).

Em 2010 o festival foi convidado pela ONU a fazer parte do projecto United Nations Environmental and Music Stakeholder Initiative, que visa promover a consciência ambiental junto do grande público.

Considerado por um júri como o melhor festival da Europa na área de ambiente. O Boom Festival é o único festival português com prémios internacionais, nomeadamente na área ambiental:
- European Festival Award 2010 - Green'n'Clean Festival of the Year
- Greener Festival Award Outstanding 2008
- Greener Festival Award Outstanding 2010

TEXTO:WIKIPÉDIA

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